domingo, 4 de dezembro de 2011

Activista homossexual admite que histerismo em torno do bullying pode causar mais suicídios e não preveni-los

Desde o amplamente publicitado suicídio do estudante universitário de New Jersey (Setembro de 2010) que os activistas homossexuais americanos têm usado questões em torno do bullying como forma de avançar com a sua agenda político-sexual, e como assalto retórico contra todos os que se colocam contra a indoutrinação de crianças em torno dum comportamento sexual tão auto-destrutivo e tão anti-higiénico.

Sempre que se fica a saber do suicídio dum jovem que se identificava como "homossexual", e que havia sido vítima de bullying, o dedo é apontado aos Cristãos e a outros grupos socialmente conservadores. É-nos dito que o bullying leva ao suicídio e como tal, a expressão pública de pontos de vista politicamente, religiosamente e socialmente conservadores em torno da homossexualidade causam o bullying.

Devido a isto, os activistas homossexuais oferecem como "solução" a promoção da sodomia como conduta "normal" e moralmente neutra como forma de prevenir os suicídios.

No entanto, desde Outubro de 2010 que os peritos de prevenção de suicídios avisam que o simplismo em torno da análise de que o bullying causa suicídios pode causar mais mal que bem.

Um artigo baseado numa entrevista com Ann Haas, membra da "American Foundation for Suicide Prevention" perguntou:

Será que a forma como falamos destes suicídios pode estar a levar jovens impressionáveis a copiar este comportamento trágico?

Um ano depois, um comentário feito no site "The Advocate" (magazine homossexual de importância nacional) finalmente admitiu que isto é um problema sério. David McFarland é o director executivo do "The Trevor Project"; esta instituição tem uma linha aberta de prevenção de suicídio dirigido à comunidade LGBT.

McFarland citou os "benefícios" políticos e culturais da "revelação dos riscos à saúde das desproporcionais taxas de suicídio e os incidentes que afectam a juventude LGBT." No entanto - e numa admissão surpreendente - ele afirmou que "esta táctica aumentou também o risco de suicídio".

Ou seja, temos aqui um activista homossexual a admitir que "esta táctica" (“revelação . . . suicídio . . . bullying”)aumentou também o risco de suicídio” (ênfase acrescentado).

Há vários problemas com a crença de que o bullying leva ao suicídio. Primeiro, esta forma de pensar ignora o que se sabe sobre as causas do suicídio. McFarland admite que "os motivos que levam uma pessoa a tentar o suicídio são . . . . . complicadas".

A senhora Hass, no entanto, foi mais directa ao indicar que "questões mentais subjacentes . . . . estão presentes em 90% das pessoas que morrem por suicídio."

Dito de outra forma, a maioria das pessoas que sofre de bullying não tenta o suicídio. São os problemas mentais - e não o bullying - que causam a maior parte dos suicídios.

No entanto, o segundo problema em se estabelecer uma ligação entre o bullying e o suicídio é que isto, como declara McFarland, "pode influenciar outras pessoas em risco a assumir que tirar a própria vida é o que é suposto fazer quando se é LGBT ou se sofre de bullying".

Haas ressalvou este mesmo ponto no ano passado ao avisar publicamente que a identificação do bullying como motivo para o suicídio "pode fazer do suicídio um culminar aceite, se não inevitável, das experiências pessoais."

Ela acrescenta que o suicídio não é um acto racional. McFarland afirmou o mesmo ponto ao declarar que "podemos ser mais eficientes na ajuda se evitarmos tornar o suicídio como uma escolha lógica."

O terceiro problema, que segue do segundo, é o que McFarland identifica como "contágio de suicídios". Ela avisa que:

Quanto mais a história duma vítima particular estiver em público, mais susceptíveis ficam as pessoas em risco de levar a cabo um suicídio.
Haas avisou:
Histórias que caracterizam as pessoas que morreram por suicídio de um modo simpatético podem inadvertidamente levar a que jovens vulneráveis se identifiquem com eles.
Ou seja, ser visto como um mártir na morte pode parecer mais atractivo do que continuar com as dores da vida.

Conclusão:

Temos sempre que fazer todos os possíveis para ajudar as pessoas com problemas mentais - sejam heterossexuais ou homossexuais - e prevenir o suicídio juvenil. Semelhantemente, todos os possíveis devem ser feitos para acabar com o bullying por qualquer motivo que seja.

Ao mesmo tempo, os activistas homossexuais devem parar de explorar as tragédias pessoais como forma de avançarem com a sua agenda política e sexual — especialmente duma forma que pode causar mais tragédias.

Claro que as vidas que se perdem nada importam para os activistas homossexuais. Para eles, a ideologia está acima das vidas humanas.

Fonte

1 comentário:

  1. Ok.
    Homossexuais juvenis continuam sofrendo na escola com o bullying, entrando em depressão e, se a situação piorar, sendo engolidos por métodos suicidas.
    Não é como se a causa gay usasse isso para obter uma nova conquista dentro da política brasileira, mas sim tentar consertar esse problema dentro da mente de todo o brasileiro - em achar que homossexualismo é errado, ou simplesmente "diferente demais para nós aceitarmos".

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