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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Activista homossexual Peter Tatchell disponibiliza-se para testemunhar em favor de Cristão

O activista homossexual Peter Tatchell disponibilizou-se para testemunhar em favor do Cristão que foi disciplinado por ter feito comentários na internet em torno das uniões civis.

Adrian Smith, um gerente de habitação na Trafford Housing Trust, foi despromovido e reduzido no seu salário em 40% depois de comentários que ele fez no Facebook alegando que o registo de uniões civis nas igrejas era levar "a igualdade demasiado longe".

Agora, Tatchell, um proeminente activista homossexual, disponibilizou o seu apoio ao sr Smith e questionou o porquê dos activistas homossexuais darem apoio ao seu castigo.

Escrevendo para o Huffington Post, Tatchell disse:

Estou a dar o meu apoio ao seu pedido de reintegração e estou pronto a testemunhar em sua defesa.

Estranho mas é verdade.

Ela acrescenta ainda:
Se um empregado homossexual fosse tratado desta forma ríspida por uma organização Cristã por fazer comentários pró-homossexualismo na sua página pessoal do Facebook, haveria um rol de acusações justificadas de homofobia.

Porquê, então, estão algumas lésbicas e alguns gays a apoiar uma penalidade tão dura contra Adrian Smith?

Claro que Tatchell sabe bem o porquê dos activistas homossexuais darem apoio a este tipo de perseguição anti-Cristã. Para a gaystapo, a liberdade de expressão não se aplica aos Cristãos visto que estes são os inimigos número um do marxismo cultural.

É do interesse da gaystapo silenciar os Cristãos (onde quer que estes se encontrem) como forma de reduzir a sua influência política.

Comentando o caso, ele disse:

Adrian Smith fez os seus comentários no seu tempo livre, na sua página do Facebook - que não é visualizada pelo público no geral. Ele apenas expressou a sua opinião. Ele não descriminou ninguém.

Não há qualquer tipo de evidência que ele tenha tratado os clientes homossexuais de forma adversa.

Ele apenas expressou a sua opinião de forma calma e não-abusiva. Ele não estava a ameaçar ou intimidar ninguém.

O sr Smith encontra-se neste momento a levar a cabo um processo legal contra o tribunal com o apoio legal da Christian Institute.

O tratamento levado a cabo pela Trafford Housing Trust contra Adrian Smith recebeu um rol de críticas por vários sectores da sociedade, incluindo o The Guardian e o New Statesman.

Fonte

. . . . . .

Uma das coisas que eu achei trágicas neste processo é o facto de alguém da lista de "amigos" do Facebook do Adrian o ter denunciado à empresa. Isto significa que quem quer emitir opiniões contrários ao marxismo cultural tem que fazê-las no anonimato; a gaystapo está em todo o lado, buscando quem possa atacar.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Despromovido por criticar o "casamento" homossexual

Adrian Smith, um gerente de habitação e um Cristão, foi despromovido com redução salarial depois de criticar a nova lei em torno dos "direitos dos homossexuais" afirmando que a permissão de "casamentos" homossexuais dentro das igrejas é "levar a igualdade demasiado longe".

Apesar do comentário ter sido feito no seu tempo livre e na sua página pessoal do facebook - que não pode ser lida pelo público em geral - as audiências disciplinares levaram a que ele visse o seu salário ser alterado (e reduzido) de £35,000/ano (cerca de 39,800 €) para £21,000 (+/- 23,890 €). Segundo se sabe, ele só não foi despedido devido ao tempo de serviço.

Alguns activistas atacaram a decisão da associação de habitação - a última numa série de casos onde Cristãos entraram em rota de colisão com os seus patrões devido à sua visão do casamento natural - classificando-a de reacção excessiva duma organização "imersa no politicamente correcto".

Advogados em defesa do sr Smith, descrito pelos amigos como um homem afável e não-confrontacional, afirmam que os seus comentários apenas expressam uma "crença honesta baseadas na sua fé Cristã".


Um gerente de habitação foi despromovido com redução salarial depois de criticar uma lei controversa que visa forçar as igrejas a "casar" homossexuais. E os activistas homossexuais ainda defendem que quem é motivado pelo ódio são os Cristãos?

Curioso que a noção da "separação entre a Igreja e o Estado" só parece funcionar numa direcção - ou seja, as Igrejas não podem influenciar as decisões do Estado. Aparentemente essa mitológica barreira não existe quando é o Estado a intervir politicamente dentro das Igrejas.

A hipocrisia dos activistas homossexuais é gritante. Mas, claro, como sabemos, quem é motivado pela busca do poder (e não pela defesa da moral e respeito pelas opiniões discordantes) não olha a meios para impôr a sua agenda sexual na cultura.

Liberdade de expressão, segundo os activistas homossexuais

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