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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

As origens Marxistas do movimento homossexual

Pelo Dr Eowyn

Lana, leitora do FOTM, fez recentemente um comentário bem perspicaz, citando a tese de E. Michael Jones no seu livro Libido Dominandi: Sexual Liberation and Political Control. Lana escreve:

....quanto maior for a depravação e a permissividade sexual, isto é, a emancipação sexual, maior é a inevitabilidade da necessidade de controle social. Dito de outra forma, há um método por trás da loucura. A TPTB promove este excesso extremo porque já foi cientificamente comprovado que ela prepara o caminho para um maior controle político e para a repressão.... O propósito da assim chamada "emancipação sexual" - ao qual pertencem a "emancipação" das mulheres e o movimento homossexual - é gerar as condições para que o Estado obtenha o controle total.

À medida que os limites no comportamento vão sendo progressivamente afrouxados, o tecido social vai-se tornando mais desgastado, o que resulta num caos e numa desordem maiores. Mas nenhuma sociedade pode funcionar dessa forma, e como tal, com o passar do tempo, os cidadãos vão-se voltando para o Estado em busca duma solução, e desde logo, aumentando os poderes do governo.

De facto, os Números 26 e 40 do Objectivos Comunistas para os Estados Unidos (1963), que deu entrada nos Anais do Congresso (Apêndice, pp. A34-A35) no dia 10 de Janeiro de 1963, dizem:

26. Apresentar o homossexualismo, a degeneração e a promiscuidade como "normal, natural e saudável."

40. Desacreditar a família como instituição. Encorajar a promiscuidade e o divórcio fácil.

No dia 16 de Março, o Mike publicou um post com o título de "Os Comunistas Criaram o Movimento de Emancipação das Mulheres". Eis aqui um artigo irmão que fala das origens Marxistas (isto é, comunistas) do movimento homossexual.
 
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A Revolução da família: As raízes Marxistas do "homossexualismo"

Por Hillary White

Há alguns dias atrás, e no jornal The Guardian, Peter Tatchell escreveu uma boa descrição não só dos propósitos da sua ideologia mas também das suas origens. Esta ideologia política, frequentemente chamada de "teoria queer" por parte dos seus defensores académicos, é a que está a ser actualmente forçada (e de modo bem aberto) pelo movimento dos "direitos dos homossexuais".

Apesar do que nos é dito pelos seus colaboradores presentes nos média mainstream - desde as notícias das seis da tarde até às nossas sit-coms favoritas - este movimento não se centre nos "direitos iguais", mas sim na reescrição dos conceitos fundamentais de toda a nossa sociedade. Prevejo que não dure muito tempo até que a pretensão de "igualdade" seja colocada de parte, agora que ela já fez a sua parte

Outras pessoas já ressalvaram as origens Marxistas da Revolução Sexual como um todo, e é mais do que óbvio que a súbita explosão de homossexualismo nada mais é que o próximo passo lógico do seu programa sistemática.

Um primo próximo do feminismo radical e neto do Marxismo, o homossexualismo foi desenvolvido dentro do pseudo-campo político-académico com o nome de "estudos de género" e tem, durante os últimos 30 ou 40 anos, sido empurrado (através de legislação "anti-discriminação", legislação de "igualdade", por parte duma coligação de lobistas, ONGs, políticos da extrema-esquerda, e também dentro de poderosos círculos internacionais) para cima das pessoas que se encontram, na sua maioria, pouco dispostas a pactuar.

Peter Tatchell é um proeminente homossexualista Britânico, o que significa que ele é defensor duma ideologia política e social específica que ele quer ver adoptada pela sociedade Britânica e por outras sociedades. Ele é também um homem homossexual, isto é, ele sente atracção sexual por outros homens, uma condição cujas origens ainda estão a ser debatidas pelos médicos, psiquiatras e geneticistas.

Estas duas coisas não são iguais, e este facto tende a escapar a muitas pessoas que lêem e escrevem sobre a Guerra Cultural (especialmente as manifestações actuais desta guerra que parecem ter-se subitamente focado exclusivamente no homossexualismo). Nem todos os homossexuais são homossexualistas, e nem todos os homossexualistas são homossexuais.

O artigo de Tatchell no The Guardian era um hino a um documento produzido em 1971 por aqueles que ele descreve como sendo um colectivo de "anarquistas, hippies, esquerdistas, feministas, liberais e contra-culturalistas" com o propósito de causar a "revolução da consciência".

Ele qualificou o Gay Liberation Front: Manifesto como “a agenda pioneira para a transformação social e pessoal” que começou com a proposta de que "subverter a supremacia da heterossexualidade masculina era a chave para a emancipação genuína.” Tatchell disse que este foi o livro que mudou a sua vida.

Segundo Tatchell, este Manifesto resume-se a "criticar" "a homofobia, o sexismo, o casamento, a família nuclear, a monogamia, o culto à juventude e o culto à beleza, o patriarcado, o homossexual do guetto, e os papéis de género masculinos e femininos" - todo o conjunto da revolução sexual. O Manifesto é ele mesmo bastante claro na identificação dos inimigos principais a serem derrotados:

A opressão dos homossexuais começa na mais básica unidade da sociedade: a família. Tendo o homem no comando, uma escrava como a sua esposa, e os seus filhos sobre quem eles se forçam como o modelo ideal, a própria forma da família opera contra a homossexualidade.

De maneira mais reveladora, o Manifesto diz que a "reforma", dito de outra forma, a "igualdade", nunca será suficiente; o que é necessário é uma revolução social total, uma completa reorganização da civilização.

A reforma, diz o Manifesto, "não pode alterar a atitude enraizada das pessoas heterossexuais de que a homossexualidade é, na melhor das hipóteses, inferior ao seu estilo de vida, e na pior das hipóteses, uma repugnante perversão. Serão necessárias mais do que reformas para alterar esta atitude, visto que ela se encontra enraizada na mais básica das instituições sociais - a família Patriarcal."

Longe de ser "fonte de felicidade e conforto", diz Manifesto, a família é uma "unidade" onde "o homem dominante e a mulher submissa" ensinam às crianças "falsas crenças" sobre os tradicionais "papéis de género" "quase antes mesmo delas poderem falar". É avançado o conceito central da ideologia de género: não existem...

... diferenças sistemáticas comprovadas entre os homens e as mulheres, para além das óbvias diferenças biológicas. Os órgãos genitais e os sistemas reprodutivos dos machos e das fêmeas são diferentes, e também o são algumas outras características físicas, mas todas as diferenças de temperamento, aptidão e assim por adiante, são o resultado da educação e das pressões sociais. Elas não são inatas.

Os seres humanos poderiam ser muito mais variados que os nossos constritivos padrões de "masculino" e "feminino" permitem - nós deveríamos ser livres para nos desenvolvermos com uma maior individualidade.

Toda a nossa sociedade encontra-se construída em torno da família patriarcal e do seu encapsulamento destes papéis masculinos e femininos. A religião, a popular arte moral, a literatura e o desporto reforçam estes estereótipos.

Dito de outra forma, esta sociedade é uma sociedade sexista, onde o sexo biológico da pessoa determina quase tudo o que a pessoa faz e a forma como o faz; uma situação onde os homens são privilegiados, e onde as mulheres são meras adjuntas dos homens e objectos para o seu uso - tanto sexualmente como doutras formas.

É isto que tem que ser derrubado, e inteiramente erradicado, antes da verdadeira liberdade que todos nós merecemos ser colocada em práctica.

Não é preciso um curso em teoria política para reconhecer as origens deste tipo de linguagem: lancem fora as vossas correntes, camaradas! De facto, uma pequena pesquisa irá levar-nos directamente para a fonte do "Gay Liberation Manifesto", os escritos dos primeiros Marxistas: neste caso, Friedrich Engels, que escreveu um documento a descrever o que a maior parte de nós chama de família tradicional com termos quase idênticos aos usados pelo Manifesto Homossexual.

Engels deu-lhe o nome de "casamento monogâmico", e disse que ele existe . . 

... não como uma reconciliação entre o homem e a mulher, menos ainda como a forma mais elevada de reconciliação. Pelo contrário, o casamento monogâmico entrou em cena como a subjugação dum sexo por parte do outro; ele anuncia uma luta entre os sexos desconhecida todo o período pré-histórico prévio.

A primeira oposição de classe que aparece na história coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre o homem e a mulher dentro do casamento monogâmico, e a primeira opressão de classe coincide com a opressão da mulher por parte do homem.

A família individual moderna encontra-se enraizada na escravatura doméstica (aberta ou oculta) da mulher, e a sociedade moderna é uma massa composta por estas famílias individuais como as suas moléculas.

A solução de Engels já todos nós sabemos qual é.

O "Gay Liberation Manifesto", tal como o trabalho de Engels que o precedeu, propõe que, mal nós lancemos para longe os antigos grilhões do "heterossexismo, privilégio masculino e da tirania dos tradicionais papeis de género". todos nós iremos viver numa brilhante e gloriosa "nova democracia sexual" onde a "vergonha e a culpa erótica terão sido banidas”.

Isto, em práctica, significa mais ou menos o que todos nós já sabemos: as pessoas passam a dormir com quem quiserem, e ninguém pode ter pretensões de relacionamento a longo prazo com outra pessoa - quer seja num casamento, ou como pais.

Agora que isso deu início à bola de neve global do "casamento homossexual", os promotores parecem só ter alguns poucos mod-ups ainda por realizar. Estão a ser feitos esforços para se alargar ainda mais a já-de-si totalmente aberta definição de casamento de modo a que esta possa incluir múltiplos parceiros de qualquer um dos sexos, e também para se legalizar e aceitar a pedofilia  como uma expressão dos "direitos" das crianças.

Mas como todas as visões utópicas, a maior fraqueza do homossexualismo é o seu falhanço em reconhecer a totalidade da natureza humana. Essencialmente, o homossexualismo propõe um permanente estado de auto-indulgência adolescente, e para outros adolescentes auto-indulgentes, isto soa bem: "como todo o bolo, se quiseres, como ao pequeno almoço, ao almoço e ao jantar, e nunca ganhas peso".

Infelizmente, e desde os anos 60, nós temos sido educados para pensar que este programa é o significado real da liberdade, e que assegurar isto é todo o propósito da democracia. A ideologia já estava a ser promovida às crianças através da televisão nos programas infantis quando eu era criança.

Lembro-me do grande impacto causado em 1974 com um programa de TV chamado Free to be you and me que nos disse através duma série de bonitos sketches animados narrados por ícones esquerdistas dos anos 70 tais como Marlo Thomas e Alan Alda, que estava errado assumir, ou adoptar, os tradicionais papéis sexuais. Esta era a ideologia do género para as crianças.

Para aqueles que realmente tentaram colocar isto em prática, rapidamente se tornou óbvio que não é suposto os seres humanos funcionarem desta forma, e que basear todo uma cultura nesta proposição - tal como tem sido feito desde os anos 60 - irá criar um estado deplorável de caos social e emocional, para além de miséria, pobreza e egoísmo tal como o mundo nunca viu antes.

O problema principal com a versão homossexualista do sonho Marxista é que é preciso que todas as pessoas estejam de acordo. E eu quero mesmo dizer TODAS as pessoas. Os teóricos Marxistas sempre souberam que a utopia só irá funcionar se ninguém tiver a permissão para levantar a sua voz em objecção; todas as pessoas têm que concordar, e nenhuma voz de dissidência pode ter tolerada visto que ela pode arrebentar com a lógica de bolha de sabão que é todo este projecto.

A primeira voz a ser agressivamente silenciada, como sempre, é portanto a Igreja que propõe algo mais rico e mais fértil para o destino do homem que este materialismo e sensualismo simples - a igreja que, para além disto, tem um entendimento mais completo da natureza humana, e que sabe que licença para fazer tudo está muito longe de ser receita para a felicidade humana.

- http://bit.ly/1OM2g6q.
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segunda-feira, 26 de março de 2012

Inglaterra: O verdadeiro motivo por trás do "casamento" homossexual

Sendo já o alvo de várias críticas internas por ter cedido às pressões da anti-democrática União Europeia, o Primeiro Ministro (PM) inglês David Cameron surpreendeu tudo e todos quando subitamente deu início a movimentações que visam legalizar o "casamento" homossexual, num gesto que visa antecipar uma decisão legal da Comissão Europeia que pode declarar a actual definição de casamento existente no país como "discriminatória".

Nigel Farage, líder do popular partido inglês UKIP não só é desta opinião como acrescenta:

Nos 12 anos que tenho sido um MEP, recebi uma quantidade enorme de mensagens provenientes dos constituintes - pedindo-me que desse apoio a uma coisa ou que me opusesse a outra causa. Nunca durante este tempo todo alguém me pediu que me opusesse ou desse apoio ao "casamento" homossexual.
Farage descreveu um encontro não esperado em Bruxelas que contou com a presença do activista homossexual Peter Tatchell, cujo caso contra a definição legal britânica de casamento está em vias de ser analisada pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH).

Farage diz:

Mas é claro! Fui tão estúpido. Porque é que não pensei nisso antes? Tinha que existir um ponto de vista europeu por trás disto.
Os conselheiros legais do partido de Farage, UKIP, afirmam que o caso trazido por Tatchell ao TEDH quase de certeza que será vitorioso, o que colocaria Cameron na posição de ter que se submeter à mais uma decisão dum tribunal estrangeiro, sobejamente odiado pela população britânica.

Isto revelaria Cameron como fraco e ineficiente.

O comboio Tatchell foi visto a aproximar-se e como tal, Cameron está a fazer os possíveis para se afastar do seu caminho.

O facto de Cameron subitamente ter dado início a esta causa, que nem estava nos horizontes, sugere que o caso [de Tatchell] dirige-se a uma audição eminente e os seus conselhos jurídicos são os mesmos que os meus.

Cameron foi já alvo de fortes críticas devido à sua decisão de ignorar uma promessa eleitoral tendo em vista um referendo a papel da Grã-Bretanha na União Europeia.

A relação entre a Grã-Bretanha e a União Europeia estão já a ser alvo de escrutínio crescente, numa altura em que 80% das leis que são aprovadas em Westminster são cópias de directrizes da União Europeia.

A última coisa que Cameron precisa agora é ter os tribunais Europeus declararem a nossa lei discriminatória e exigir que ele a altere.
O esforço de Cameron em torno do "casamento" homossexual é oposto por virtualmente todas as forças religiosas do país, e 70% da opinião pública.

Fonte

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Portanto, o avanço do "casamento" homossexual na Inglaterra é só uma forma de David Cameron não ser mais uma vez humilhado pela União Europeia quando estes exigirem que ele altere a vigente definição de casamento de modo a que o homossexualismo seja artificialmente elevado para a posição única da sexualidade normal.

Impressionante como bastou um activista homossexual (Peter Tatchell) para que o PM britânico desse início a um processo que visa destruir uma instituição como forma de satisfazer o lobby homossexual e os desejos imperialistas da União Europeia.

O facto de 70% da população se opor a alteração da definição de casamento é irrelevante. O que interessa é o que a elite quer.

Como é normal em virtualmente todos os movimentos esquerdistas, o gayzismo é um movimento duma elite, e não algo que parte do grupo que essa elite diz representar. Os próprios homossexuais não parecem muito interessados no "casamento" homossexual. Veja-se este e este texto.

A celebridade homossexual Christopher Biggins afirma que está feliz com a união civil mas não quer redefinir o casamento uma vez que "nós não podemos ver-mo-nos livre de tudo".

Falando no programa diurno da ITV "Loose Women", ele disse: "Sou muito contra o casamento [homossexual] porque penso que isso é para os heterossexuais."

Biggins, que tomou parte numa união civil no ano de 2006, disse ainda:

Não podemos remover tudo; temos que nos agarrar a alguma coisa.
As suas palavras ecoam comentários seus feitos em 2005, quando as uniões civis forma introduzidas. Na altura ele disse:
Na minha opinião, o casamento deve sempre estar reservado para a união entre um homem e uma mulher primariamente com o propósito de gerar uma família.

Dar mais um passo e elevar as uniões civis para o estatuto de casamento seria gozar com a instituição [do casamento] que, apesar das suas falhas, há muitos séculos que tem sido positiva para a sociedade.

Mas como já foi dito em cima, a opinião da população não é relevante para o lobby gay.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Activista homossexual Peter Tatchell disponibiliza-se para testemunhar em favor de Cristão

O activista homossexual Peter Tatchell disponibilizou-se para testemunhar em favor do Cristão que foi disciplinado por ter feito comentários na internet em torno das uniões civis.

Adrian Smith, um gerente de habitação na Trafford Housing Trust, foi despromovido e reduzido no seu salário em 40% depois de comentários que ele fez no Facebook alegando que o registo de uniões civis nas igrejas era levar "a igualdade demasiado longe".

Agora, Tatchell, um proeminente activista homossexual, disponibilizou o seu apoio ao sr Smith e questionou o porquê dos activistas homossexuais darem apoio ao seu castigo.

Escrevendo para o Huffington Post, Tatchell disse:

Estou a dar o meu apoio ao seu pedido de reintegração e estou pronto a testemunhar em sua defesa.

Estranho mas é verdade.

Ela acrescenta ainda:
Se um empregado homossexual fosse tratado desta forma ríspida por uma organização Cristã por fazer comentários pró-homossexualismo na sua página pessoal do Facebook, haveria um rol de acusações justificadas de homofobia.

Porquê, então, estão algumas lésbicas e alguns gays a apoiar uma penalidade tão dura contra Adrian Smith?

Claro que Tatchell sabe bem o porquê dos activistas homossexuais darem apoio a este tipo de perseguição anti-Cristã. Para a gaystapo, a liberdade de expressão não se aplica aos Cristãos visto que estes são os inimigos número um do marxismo cultural.

É do interesse da gaystapo silenciar os Cristãos (onde quer que estes se encontrem) como forma de reduzir a sua influência política.

Comentando o caso, ele disse:

Adrian Smith fez os seus comentários no seu tempo livre, na sua página do Facebook - que não é visualizada pelo público no geral. Ele apenas expressou a sua opinião. Ele não descriminou ninguém.

Não há qualquer tipo de evidência que ele tenha tratado os clientes homossexuais de forma adversa.

Ele apenas expressou a sua opinião de forma calma e não-abusiva. Ele não estava a ameaçar ou intimidar ninguém.

O sr Smith encontra-se neste momento a levar a cabo um processo legal contra o tribunal com o apoio legal da Christian Institute.

O tratamento levado a cabo pela Trafford Housing Trust contra Adrian Smith recebeu um rol de críticas por vários sectores da sociedade, incluindo o The Guardian e o New Statesman.

Fonte

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Uma das coisas que eu achei trágicas neste processo é o facto de alguém da lista de "amigos" do Facebook do Adrian o ter denunciado à empresa. Isto significa que quem quer emitir opiniões contrários ao marxismo cultural tem que fazê-las no anonimato; a gaystapo está em todo o lado, buscando quem possa atacar.

terça-feira, 8 de março de 2011

Peter Tatchell e o preço da liberdade de expressão

  • "O preço da liberdade de expressão é que às vezes temos que lidar com opiniões censuráveis e ofensivas. Do mesmo modo que as pessoas tem o direito de criticar a religião, as pessoas de fé têm que ter o direito de criticar a homossexualidade"

Peter Tatchell, activista homossexual inglês

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Peter Tatchell, o Homossexual Amigo das Crianças

Peter Tatchell, considerado por Ricardo Silvestre um "destacado ateísta", foi o organizador de uma manifestação contra Bento XVI, na qual revelou a sua sociopatia ao fazer acusações graves sabendo conscientemente que não tinha uma única prova. Recentemente, obtive informações de que esse cidadão inglês também é um militante pela legalização da pedofilia.

Agradeço ao Mats que tenha colocado essa informação no seu blogue ( via site de Júlio Severo).

Assim, aguardarei ( sentado) para ver se os neo-ateístas portugueses que publicitaram a manifestação organizada por Peter Tatchell ( Diário Ateísta, Portal Ateu, Random Precision, entre outros), têm alguma posição a tomar perante as intenções desse criminoso, que difama outros de proteger pedófilos das leis civis, quando é ele quem pretende proteger todos os pedófilos, com força de lei.

No grupo dos sites neo-ateístas, não inclui o Ktreta. De Ludwig Krippahl não há necessidade de esperar sentado que tome qualquer posição contra defensores da pedofilia, pois já é público desde Abril de 2010 que ele considera os pedófilos como possuidores do direito a lutar pela legalização dos crimes que cometeram ou querem cometer.



Os neo-ateístas usam o sofrimento de crianças como arma de arremesso político e mediático contra a religião em geral, ignorando completamente qualquer outro caso de agressão a menores verificado em outros sectores da sociedade. A prova cabal de que não lhes interessa minimamente a segurança das crianças, dá-se quando toleram e são cúmplices com movimentos que pretendem legalizar a pedofilia.



Como disse acima, consoante a denúncia que façam, ou ausência dela, das posições criminosas de Peter Tatchell, ficará demonstrado se os neo-ateístas portugueses são ou não(já vimos que o senhor Kripphal não é) excepção a essa regra.

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