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sábado, 16 de maio de 2015

"Ser criada por duas mães destruiu a minha vida’

Um mulher que foi criada por duas mães admitiu que a experiência foi "destrutiva e confusa", e avisou dos potenciais "danos duradouros e irreparáveis causados à criança". Hetty Baynes Russell, de 58 anos, afirmou que o seu pouco convencional arranjo paternal gerou "uma vida de confusão e falta de segurança emocional", que a lançou para a terapia durante muitos anos "tentando fazer algum sentido disto tudo".

Ela disse que o seu coração afundou quando leu os mais recentes comentários feitos pela varejista Mary Portas, que tem um filho de 2 anos com [sic] a jornalista de moda  Melanie Rickey,dizendo que a "partilhar a maternidade com outra mulher é duplamente maravilhoso”.

Hetty nasceu como a mais nova de cinco crianças por parte da mãe Margot e do pai Leslie Baynes, mas reconta memórias perturbadoras desde os seus primeiros dias com o seu pai a ser "colocado de parte" pela sua mãe e pela parceira lésbica da sua mãe. Ela disse:

E longe de ser uma situação saudável e acolhedora, este arranjo - onde fui apanhada no meio duma destrutiva batalha triangular com outra mulher pela afeição da minha mãe, ao mesmo tempo que era forçada a assistir, impotente, o meu pai a ser emasculado e afastado das nossa vidas - era, ao mesmo tempo, destrutivo e confuso.

Com tantas pessoas a competirem pelo seu espaço e por proeminência dentro da família, eu sei por experiência própria, ela pode-se tornar num antro de ressentimento e inveja, o que pode causar danos duradouros e irreparáveis na criança.

Hetty disse que os estragos causados por ter sido criada dentro deste contexto familiar apenas se manifestaram quando tinha 15 anos e desenvolveu uma depressão clínica e anorexia.

A partir desse momento, foi um lento processo de me adaptar à dor que havia enterrado dentro da minha alma perturbada

Hetty revelou também que nos seus anos 20, cultivou uma imagem "notoriamente heterossexual", e formou uma "lista de relacionamentos inadequados com homens" com uma atracção particular por "figuras paternas".  Ela avisou que por "vezes - e, na verdade, de forma assustadoramente frequente - os relacionamentos paternais  não-convencionais acabam por ser antros de inveja e confusão que são destrutivas para as crianças".

Para mim, esse tem sido o problema durante toda a minha vida: apesar da enorme quantidade de privilégio que desfrutei, a minha vida foi uma vida de confusão e insegurança emocional. E é por isso que estive em terapia durante tantos anos - tentado fazer algum sentido de tudo isto.

- http://goo.gl/eL5BsT

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Claro que a elite ocidental não vai levar em conta o sofrimento das crianças atiradas para um emparelhamento homoerótico porque a elite não se preocupa com as crianças, mas sim com o avanço da sua agenda.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Transsexual confessa: "Sinto que estou a viver uma mentira"

Homem que se submeteu a uma cirurgia de mudança de sexo, paga pela sistema de saúde Britânico com o nome de NHS, afirma agora que quer reverter a sua operação.

Falando para a  revista Closer, Matthew Attonley, que actualmente se identifica como "Chelsea", disse que desde que fez a cirurgia que sente que vive uma mentira, para além de ter mencionado a sua luta contra a depressão e a ansiedade, consequência dos hormonas que lhe foram prescritas.

Já se passaram sete anos desde que Attonley fez a cirurgia mas ele sente que "nunca fui totalmente aceite como uma mulher de verdade":

Sempre quis ser uma mulher, mas nenhuma quantidade de cirurgia me pode dar um genuíno corpo feminino, e como tal, sinto que estou a viver uma mentira.

Cheguei à conclusão que será mais fácil eu parar de lutar contra a forma como eu naturalmente me pareço e aceitar que fisicamente nasci como um homem.

Pensei que a cirurgia me faria sentir-me completo, mas isso não aconteceu. Dentro de mim, e apesar da cirurgia, eu sempre soube que eu havia nascido como um homem. Eu não conseguia manter a fachada de fingir que era uma mulher visto que isso me estava a destruir.

Independentemente da quantidade de maquilhagem que eu colocava, ou da forma como eu me vestia, eu sabia que as pessoas nunca olhariam para mim como uma mulher de verdade.

Attonley tem agora a esperança de que o NHS lhe pague a cirurgia necessária para que ele volte a ser um homem [sic]. Alex Wild, director de pesquisa da organização "TaxPayers’ Alliance", disse:

O NHS tem que ar prioridade aos serviços cruciais de ponta e não a cirurgias de vaidade ridículas. Toda esta saga custa demasiado. Se o [National] Health Service tem que ser financiado da forma correcta, então este tipo de desperdício tem que ser colocado de parte.

No ano passado, uma mulher Belga acabou com a sua vida através da eutanásia  depois duma operação de mudança de sexo ter ficado aquém das suas expectativas.

As pesquisas já demonstraram que um elevado número de pessoas que se submete à uma cirurgia de mudança de sexo comete suicídio.

domingo, 21 de setembro de 2014

Confissões dum homossexual recuperado

Numa das maiores pesquisas levadas a cabo junto dos homossexuais Ingleses, os pesquisadores da Cambridge University apuraram que 12% das lésbicas e quase 19% das mulheres bissexuais reportaram problemas mentais, comparadas com as 6% das mulheres heterossexuais.  Enquanto isso, 11% dos homens homossexuais e 15% dos homens bissexuais reportaram problemas, comparados aos 5% dos homens heterossexuais.

Segundo o estudo que foi publicado no Journal of General Internal Medicine, as lésbicas, os homens homossexuais e os homens e as mulheres bissexuais são 50% mais susceptíveis de reportar experiências negativas junto dos serviços de cuidados primários.

O Professor Martin Roland, director do Cambridge Centre for Health Services Research, e que levou a cabo a pesquisa parcialmente financiada pela NHS juntamente com académicos da Rand Corporation e da Harvard Medical School.

Temos que garantir, ao mesmo tempo, que os médicos reconheçam as necessidades das minorias sexuais, e também que essas minorias tenham a experiência de tratamento que os outros pacientes.

Fonte

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Um homossexual que leu a notícia noutro blogue, comentou com as palavras que se seguem.
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Vivi como um homem homossexual durante 20 anos. Sim, essa vida é extremamente disfuncional. Deixei a sub-cultura homossexual e deixei de buscar homens porque me apercebi que isso não "ajudava" o meu estado mental, mas só o tornava drasticamente pior. Existe de facto uma desordem subjacente que os homossexuais tentam resolver. Os seus esforços, no entanto, estão condenados ao fracasso.

Colocando as coisas e forma simples. eles nunca chegaram a desenvolver a sua personalidade masculina. A atracção sexual é sempre em direcção a alguém do sexo oposto. Os homens homossexuais têm uma auto-identidade feminina porque eles não conseguiram criar uma divisão com as suas mães. Uma identidade distinta é formada muito provavelmente por volta dos dois anos, e um pai ausente, distante ou indiferente é um pai que não permite que o filho forme uma identidade masculina.

As estatísticas confirmam esta ideia uma vez que houve um aumento considerável do número de homossexuais na Alemanha por volta de 20 anos depois da 2ª Guerra Mundial. Os rapazes criados por lésbicas são muito mais  susceptíveis de se identificaram mais tarde como homossexuais do que os rapazes que crescem em lares tradicionais, ao mesmo tempo que a taxa de homossexualismo em rapazes criados por dois homens homossexuais não é diferente do seu número na população geral.

O que a minha experiência no mundo homossexual me diz é que as pessoas mais saudáveis são aqueles que são novas nesse estilo de vida; o estilo de vida homossexual não produz felicidade e nem o prometido bem-estar.

Quanto mais o homem se encontra nele, ou quanto mais activo ele é, maiores são as probabilidades de ter mais problemas mentais. Esses problemas são o alcoolismo, o uso de substâncias, relacionamentos abusivos, comportamento de risco, depressão e pensamentos suicidas.

A degeneração parece aumentar nas vidas dos homens que entram nesse mundo. Eles rapidamente ficam desapontados e ficam em busca de excitações mais arriscadas e mais degeneradas. Dentro homossexualismo masculino não existem relacionamentos monogâmicos; em vez disso, os "parceiros" são parceiros na busca de outros parceiros sexuais, ou de drogas ou na execução de papéis ["role playing"].

Independentemente do que experimentam, nada parece reparar o que se encontra de errado neles; consequentemente, eles forçam ainda mais os limites. A morte e a violência parecem sempre ser o tema no final do caminho. Se a atracção sexual é a atracção para alguém do sexo oposto, e ela sempre é, então a excitação dessa atracção significa a morte do indivíduo.

A união com alguém do sexo oposto implica uma aniquilação. Os homens homossexuais vêem uma masculinidade superficial nos outros homossexuais, mas quando eles ficam a saber o real objecto da sua atracção, ficam revoltados com a natureza feminina - a verdadeira pessoa que eles não haviam visto previamente.

A vida dos homens homossexuais é uma série de desilusões ou, se eles são aqueles que inicialmente têm uma aparência feminina, uma série de rejeições. A desesperança da sua busca começa a pesar-lhes na alma, e o desespero leva a um aumento de problemas mentais. Contrariamente ao que diz a propaganda dos activistas homossexuais, "sair do armário" é o pior erro que um homem homossexual pode fazer.

Poucos homens homossexuais vivem até uma idade avançada. Aqueles que vivem são aqueles que, como Quentin Crisp, escolhem viver uma vida celibatária e deixam de se identificar como homossexuais. Alguns homens homossexuais não tomam esta decisão de um modo consciente, mas apenas abandonam esse estilo de vida. Alguns, devido às dificuldades da vida, e após descobrirem uma masculinidade interior que eles nunca haviam conhecido, uma forma diferente de lidar com o conflicto, as negociações e as amizades masculinas, desenvolvem uma identidade masculina num ponto mais avançado das suas vidas.

Eles descobrem também que não já não têm as antigas fixações e as antigas compulsões. Eles descobrem que, durante a maior parte das suas vidas, eles estiverem dentro dum tipo de stress pós-traumático. A maior parte dos homens homossexuais são homens que vivem num estado de histeria. Eles estão a tentar uma auto-reparação consumindo a masculinidade dos outros. Eles vivem vidas de profunda solidão.

Poucas palavras são partilhadas com os seus parceiros sexuais visto ser entendido, a um nível subconsciente, que eles não querem a ilusão da masculina dos outros destruída. A experiência já lhes ensinou que eles sentirão repulsa ou serão rejeitados, e como tal, as suas vidas têm que ser sempre fantasias solitárias.

domingo, 13 de julho de 2014

Ninguém nasce homossexual, afirmam psiquiatras

Uma declaração feita pelo "Royal College of Psychiatrists", de que as pessoas não nascem homossexuais, tem sido recebida por uma organização de caridade Cristã que ajuda os homens e as mulheres com atracção homossexual indesejada como uma "enorme admissão".

A organização "Core Issues Trust" (CIT), que está a fazer uma campanha contra a proibição à terapia que é oferecida às pessoas que voluntariamente queiram abandonar o estilo de vida homossexual,, afirma que a declaração mais recente do "Royal College" admite o que havia sido previamente negado. O director da CIT, Mike Davidson, afirma:

Eles afirmam agora que as causas do homossexualismo giram em volta duma combinação de "factores ambientais biológicos e pós-natais". Portanto, se a criança não tiver tais experiências pós-natal, ela irá crescer heterossexual.

Davidson afirma que não acredita que apesar desta admissão, de que ser homossexual não está fixo à nascença, o Royal College continue a apoiar a proibição da terapia de alteração da preferência sexual:

O "Royal College" modificou também a sua visão sobre a orientação sexual [sic] pode ser alterada, afirmando que, 'Não se dá o caso da orientação sexual [sic] ser imutável ou não possa variar ao longa da vida da pessoa'. Portanto, como é que estas declarações podem ser consistentes com uma proibição a pessoas que voluntariamente busquem aconselhamento profissional para alterar os seus indesejados sentimentos homossexuais?

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Mais um duro golpe para os engenheiros sociais que visam reduzir a natalidade promovendo o auto-destrutivo comportamento homoerótico.



terça-feira, 10 de junho de 2014

Hong Kong recusa casamentos [sic] homossexuais no consulado britânico

O governo de Hong Kong recusou permitir que o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo no consulado geral britânico, anunciaram hoje as autoridades do Reino Unido, provocando fortes críticas de grupos de direitos de homossexuais.

O departamento de assuntos externos britânico anunciou recentemente que iria permitir que a realização de casamentos [sic] entre pessoas do mesmo sexo nas suas representações diplomáticas em países onde este é ilegal.

No entanto, esta possibilidade estava condicionada à aprovação das autoridades locais.

A recusa de Hong Kong contrasta com o consentimento por parte de países como a China, Rússia, Azerbaijão e Filipinas, muitas vezes criticados pelos parcos direitos concedidos aos homossexuais.

"Antes da legislação do Reino Unido que rege os casamentos [sic] homossexuais ter sido implementada no início deste mês, perguntámos ao Governo de Hong Kong se dava autorização para a realização destas cerimónias aqui", disse um porta-voz do consulado geral britânico em Hong Kong, citado pela AFP, indicando que o Governo da antiga colónia britânica recusou essa possibilidade, algo que gerou já indignação por parte de grupos locais de lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros (LGBT).

Nigel Collett, secretário do grupo de defesa dos direitos dos homossexuais "Rosa Alliance", acusou o Governo de "negar qualquer forma de ampliação de direitos" para os homossexuais na cidade. "Moscovo e Pequim têm tido uma visão mais sensata para algo que não diz respeito aos seus cidadãos", disse à AFP.

O Governo de Hong Kong ainda não comentou a sua decisão.

Os casamentos [sic] entre pessoas do mesmo sexo são ilegais na conservadora sociedade de Hong Kong, onde a homossexualidade só foi descriminalizada em 1991.

Em 2012, um magnata local Cecil Chao ofereceu 65 milhões dólares de Hong Kong (6,5 milhões de euros) como prémio a qualquer homem que conquistasse o coração da sua filha.

Cecil Chao aumentou depois o prémio para 130 milhões de dólares de Hong Kong (cerca de 13 milhões de euros), mas retirou a oferta no início deste ano, a pedido de sua filha Gigi, que o instou a trata-la como um "ser humano normal e digno".

Mais de 20 países onde o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo é ilegal permitiram que os consulados britânicos realizassem as uniões, entre os quais Austrália, Japão, Chile, Bolívia e Sérvia.

Fonte

sábado, 26 de abril de 2014

Homossexuais contra o "casamento" homossexual

Dois comentadores homossexuais afirmaram que o "casamento" homossexual altera de um modo fundamental a definição da instituição de casamento, e apenas alguns poucos "protestantes" homossexuais é que queriam essa alteração.

O crítico de arte Brian Sewell e o colunista Andrew Pierce fizeram os seus comentários no momento em que os "casamentos" homossexuais começavam a ocorrer no Reino Unido. Escrevendo para o The Telegraph, Sewell disse que as uniões civis "pareciam ser a reforma final necessária":

Mas dentro de todas as minorias há um cerne de políticos e protestantes focados num só tópico que nunca estão satisfeitos e exigem sempre mais; entre os homossexuais, tanto homens como mulheres, isso não é excepção. Foi este núcleo barulhento que exigiu o casamento [sic] homossexual e, vendo um punhado de votos nisso, que levou David Cameron a dar o seu apoio.

Sewell comentou que, embora ele tenha "calmamente feito a minha parte na campanha pela igualdade", o "casamento" homossexual é "um direito que eu deploro". Ele disse ainda que a sociedade Britânica encontra-se "enraizada" no Cristianismo, e que a maior parte dos homossexuais "estão satisfeitos em respeitar a crença sincera e profunda mantida por Cristãos sérios e informados" que dão o seu apoio ao casamento entre um homem e uma mulher.

Sewell concluiu que foram "desperdiçados" recursos na "campanha errada".

Escrevendo para o Daily Mail, Andrew Pierce disse que o "casamento" homossexual teve o apoio do "políticos heterossexuais casados tais como David Cameron, que viram uma oportunidade cínica para polir as suas melosas credenciais liberais ao forçar o casamento [sic] homossexuals".

No entanto, disse Pierce, a introdução do "casamento" homossexual foi "politicamente, um erro de cálculo desastroso". Ele acrescentou que os políticos "ofenderam milhões de pessoas ao redefinirem arrogantemente o significado da relação entre um homem e uma mulher que há milhares de anos tem sido o pilar da sociedade":

Eles colocaram a Igreja numa posição desagradável ao sugerirem que ela tinha o dever moral de executar cerimónias homossexuais quando a larga maioria do clero e dos membros das congregações são contra elas. Pior ainda, os casamentos [sic] homossexuais que foram instalados não tornaram as duplas homossexuais mais "iguais" de qualquer forma significativa.

Fonte

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Estes homossexuais revelam o que já se sabia: a maior parte dos homossexuais não está interessada no "casamento" homossexual; só uma minoria de homossexuais politicamente motivada é que desenvolve esforços para perverter a definição de casamento.

Mas esta minoria de homossexuais não seria bem sucedida se não fosse a existência de políticos que olham com bons olhos a destruição da instituição do casamento. É essa elite política que é responsável pelo sucesso aparente da agenda homoerótica nos países Ocidentais. 

Resumindo: "Casamento" homossexual é uma manobra política que visa destruir o casamento natural, e não algo feito para beneficiar os homossexuais. Quem se opõe ao "casamento" homossexual não o faz motivado por ódio aos homossexuais, mas sim por amor à sociedade.

domingo, 16 de março de 2014

A mentira do homossexual Richard Kennedy

Estudante de drama que se tornou numa sensação da internet depois de alegar ter sido violentamente espancado "por ser homossexual", admitiu publicamente que as lesões que tem foram causadas por ele mesmo quando tropeçou num passeio. Richard Kennedy, de 18 anos, morador em Blackpool (Inglaterra), disse à polícia que foi encurralado por "um gangue de homofóbicos" depois ter saído dum bar homossexual em Preston, Lancashire, alegação que levou a policia a apelar por mais informações em torno do que eles chamaram de "ataque particularmente sórdido".

Para além da alegação, Kennedy postou no Facebook fotos da sua cara ensanguentada, dos dentes deslocados e das feridas nos joelhos. Junto com as fotos, ele colocou a frase, "Eis aqui um exemplo do porquê a homofobia estar errada, e de ser nojento o facto disto ainda existir em 2014". O post recebeu mais de 182,000 mensagens de apoio.

Mas agora, o jovem que estuda "Teatro e Performance Contemporânea" na "University of Central Lancashire" admitiu ter inventado tudo. Depois de lhe terem sido exibidas imagens CCTV dele escorregar e a cair de cara no chão, Kennedy admitiu que "o ataque homofóbico totalmente desumano" do qual ele falou nunca aconteceu. A policia de  Lancashire, que levou a cabo "uma investigação detalhada" da alegação, confirmou que as imagens de CCTV mostravam que o adolescente não havia sido atacado por ninguém, mas que pura e simplesmente tinha caído.

Apesar da mentira, os oficiais da polícia alegaram que Kennedy não será alvo de qualquer penalização (por ter causado a que a polícia perdesse tempo) visto que eles são de opinião que Kennedy realmente acreditava que havia sido atacado quando falou com a polícia. O Inpector-Detective Paddy O’Neill disse:

Conseguimos recuperar algumas imagens CCTV que mostram a parte lesada [Kennedy] a cair no chão. Nós mostramos-lhe as imagens e ele agora aceita que as suas lesões ocorreram durante a queda. (...) Havendo supervisionado a investigação . . . aceito que a sua queixa tenha sido feita com boas intenções. (...) Estou perfeitamente consciente que as informações iniciais em torno deste incidente foram perturbadoras para um certo número de pessoas, e a cidade de Preston foi colocada sob uma luz bastante negativa. Felizmente, não houve qualquer tipo de ataque homofóbioc nem qualquer outro tipo de ataque.

Depois do alegado "ataque" à porta do clube Evoque pouco depois das 3:30 da madrugada do dia 26 de Fevereiro, Kennedy disse que foi derrubado para o chão e pontapeado com tal ferocidade que 4 dos seus dentes foram deslocados do sítio. Ele disse também que foi com muito esforço que conseguiu andar, depois de ter sofrido lesões em ambos os joelhos.

Mais tarde, o estudante relatou as ocorrências no Facebook duma forma enervada, postando fotos do "Ante"s e "Depois", e lamentando ter sido "estúpido" por ter ido para casa sozinho. Depois de publicado, esse post tornou-se viral. Ele escreveu:

Eis aqui a minha cara antes de depois do ataque homofóbico: 4 dos meus dentes desapareceram - não caíram; estão sim enfiados na minha gengiva e nas minhas bochechas.....a minha cara inchou, ambos os meus joelhos encontram-se seriamente lesionados, e tenho dificuldade em andar. A minha cara está a latejar constantemente e agora tomo 4 tablets por dia para as dores. E ainda posso precisar duma cirurgia para resolver os danos. E qual foi a causa disto tudo? A minha sexualidade.

Inicialmente, a polícia disse que Kennedy estava tão desorientado com o "ataque" que nem sabia exactamente onde é que havia sido atacado. Crê-se que, durante algum tempo, ele andou pela cidade de Preston confuso e perturbado antes da polícia ter sido alertada por pessoas que passavam por perto. Numa entrevista dada a um jornal local, Kennedy afirmou:

Ouvi um grupo de homens a gritar palavras homofóbicas contra mim. A próxima coisa que me lembro é ser esmurrado na parte traseira da cabeça. Fui atacado violentamente - e tudo por causa da minha sexualidade. Fiquei coberto de sangue e a minha cara foi pontapeada, o que causou a que os meus dentes retrocedessem. Posso vir a precisar de cirurgia como forma de reparar os estragos que foram feitos. É uma desgraça total atacar pessoas só por causa daquilo que elas são.

Depois de tudo o que passou, tudo o que quero é que as pessoas fiquem conscientes. Quero que as pessoas vejam o que pode acontecer se forem estúpidas como eu e andem sozinhas à noite.


A mais recente mensagem da página pessoal de Kennedy não diz nada da investigação policial. Tudo o que ela diz é: "Se és homossexual, então és homossexual. Se és heterossexual, então ainda bem".

Daily Mail

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Como dito previamente, existem vantagens sociais em ser uma "vítima credenciada". O problema é que não há motivos suficientes que justifiquem o estatuto de "vítima" de alguns grupos, e como tal, os membros desses grupos inventam histórias: as feministas vêm "opressão" onde ela não existe, os negros e as outras minorias étnicas vêem racismo onde ele não existe, e os homoeróticos vêem "homofobia" onde ela não existe.

Uma coisa é certa: uma vez que os membros desses grupos "protegidos" se vêem na "obrigação" de inventar crimes de ódio como forma de justificarem o  seu auto-conferido estatuto de "vitima", é seguro afirmar que tais "crimes de ódio" reais fazem-se notar pela sua ideologicamente problemática ausência.

Mas os principais culpados deste estado de coisas, e por haver mulheres, minorias étnicas e homossexuais com forte inclinação para mentir como forma de justificar o seu estatuto de "vítima", são as pessoas que classificaram esses grupos de "vítimas" sem que eles o fossem. Agora, os membros desses grupos vêem-se na "obrigação" de viver segundo as expectativas de pessoas que apenas usam a sua "raiva" artificial incutida como forma de obter ganhos políticos e sociais.


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Homossexualismo e as drogas

O Departamento de Saúde Britânico afirma que existem evidências anedóticas provenientes das clínicas de Londres de que o uso de drogas recreativas, ou drogas de clubes por parte do homens homossexuais, pode estar ligado ao aumento das taxas de infecção com o HIV. Para além disso, o Departamento avisou que "as elevadas taxas de transmissão ainda persistem".

No princípio deste mês, o "National AIDS Trust" (NAT) avisou que, de modo crescente, os homens homossexuais têm usado novas substâncias, tais como a N-metilanfetamina (inglês: "crystal meth"), mefedrona, e o GHB/GBL [gama-butirolactona], ao mesmo tempo que partilham agulhas no contexto do comportamento sexual arriscado.

Num dos centros de tratamento para pessoas dependentes de substâncias, 85% dos homens homossexuais reportou usar uma ou mais destas 3 drogas mencionadas em  cima, comparados com os 3% em  2005.

Novas pesquisas publicadas hoje no "The Lancet" revelam que tem havido um crescimento acentuado no número de homens bissexuais e homossexuais que foram positivamente testados com o HIV.

Em Janeiro de 2013, pensava-se que 1,296 novas infecções de HIV haviam sido detectadas em Londres entre os homens que têm sexo com outros homens (MSM = "Men who have sex with men") durante o ano de 2011; mas dados mais recentes provenientes da Public Health England (PHE), reflectindo a mais recente informação submetida pelos serviços da saúde sexual, actualizaram este número de 2011 para 1,420 novas infecções.

Os dados mais recentes em relação ao ano de 2102 registaram 1,720 novas infecções, um aumento de 21% em relação aos número de 2011. No entanto, tomando como base a forma como os dados foram actualizados durante os anos passados, o número final de 2012 pode muito bem aumentar para 1,999 ou mais. O aumento dos testes de detecção do HIV podem explicar algum deste aumento, levando em conta que se realizaram 43,404 testes junto dos MSM durante o ano passado.

Valerie Delpech, responsável máxima pela monitorização do HIV no Public Health England, disse:

Os dados mais recentes demonstram que o aumento dos diagnósticos de ano para ano continuaram durante o ano de 2012, com um aumento vincado em Londres. AS boas notícias são que o aumento dos testes nos anos mais recentes podem explicar algum deste aumento das novas contaminações entre os homens homossexuais, no entanto a incidência do aumento observado revela que as elevada taxas de contaminação continuam.

Fonte

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A violência doméstica escocesa

O governo escocês publicou os números policiais mais recentes em torno da violência doméstica através do país, onde se verificou que a violência doméstica entre os homoeróticos subiu mais do que a violências doméstica entre os casais.

Uma análise aos 60,080 incidentes de violência doméstica ocorridos na Escócia revelam um aumento do número de vítimas masculinas com uma mulher como agressora bem como um aumento de violência doméstica entre as lésbicas e os homens homossexuais.

Foram reportados à polícia 6.9% mais incidentes de abuso doméstico entre as duplas lésbicas, e um aumento de 1.21% entre os homens homossexuais. De modo geral, houve um aumento de 0.5%.

Os casais são 2.3% de todos os relatórios em torno da violência doméstica. Uma estatística recente da Office of National Statistics apurou que 1.5% da população do Reino Unido identifica-se como sodomita, lésbica ou bissexual. Shona Robison, a ministra escocesa para a Igualdade disse:

Ninguém pode colocar em causa o nosso compromisso de acabar com a violência doméstica. Estes incidentes de violência doméstica continuam bastante elevados e os avanços na tecnologia criaram novos meios através dos quais algumas pessoas podem abusar e explorar os outros. 

É precisamente por isso que estamos a desenvolver esforços para ajudar as vítimas de tais ataques, e estamos a disponibilizar apoio financeiro considerável para ajudar as vítimas e impedir que o abuso ocorra.

Estamos a desenvolver uma nova estratégia para lidar com a Violência contra a Mulher na Escócia, e saúdo a resposta pro-activa e decidida contra a violência doméstica por parte da Polícia Escocesa, que têm feito da violência doméstica e da violação duas das suas três prioridades.


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Estranho que a "ministra da igualdade" (tacho) tenha falado na violência contra a mulher sem dizer que 1) a violência contra os homens aumentou e 2) a violência contra a mulher feita por outras mulheres também aumentou. Mas essa narrativa não se enquadra na lógica esquerdista, e como tal, esses dados têm que ser colocados de lado.
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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Homossexuais usam identidade falsa para atrair rapazes

Dois homossexuais britânicos presos em Yorkshire foram acusados de múltiplos crimes de abuso sexual a rapazes menores. Um deles, Anthony Marsh, de 53 anos, sabia que era seropositivo mas no entanto deu continuidade à sua busca e exploração de rapazes com idades que poderiam chegar aos 13, sem lhes avisar dos riscos.

Lee Davis, de 39 anos, era o mais jovem dos cúmplices. Ambos usaram as redes sociais tais como o Facebook e o Bebo - bem como sites homossexuais de conhecimento - para entrar em contacto com rapazes vulneráveis com idades entre os 13 e os 17. Posteriormente, eles atraíram-nos para encontros onde as suas actividade homossexuais eram secretamente filmadas. Os homens frequentemente trocavam de parceiros e partilhavam os seus vídeos.

Marsh e Davis, ambos da área de Doncaster, foram descritos como "pedófilos" mas eles são se ajustam ao perfil de "pedófilo" tal como ele é definido pelos homossexuais (isto é, impotentes com os adultos e interessados em crianças de ambos os sexos). Ambos os homens eram, de facto, casados, com famílias, e ambos estavam interessados em relações casuais só com jovens rapazes. Nenhum deles estava interessado em raparigas. Seria mais correcto chamá-los de pederastas.

Eles usaram um certo número de identidades falsas para dificultar o trabalho de os detectar e de os trazer para a justiça. Marsh e Davis arriscam-se a receber uma pena de prisão perpétua no próximo mês de Dezembro depois de admitirem ter levado a cabo uma série de ofensas contra rapazes - començando no ano de 2005. A Detective-Inspectora Delphine Waring, que liderou a Operação Klan da "South Yorkshire Police", disse que Marsh e Davis "procuraram vários sites, seguindo rapazes jovens, impressionáveis e vulneráveis".

Os investigadores policiais disseram que Marsh e Davis procuravam adolescentes que se encontravam inseguros ou confusos em relação à sua identidade sexual, e incentivavam-nos a experimentar o homossexualismo.

A investigação que teve início depois da Polícia de North Yorkshire ter recebido uma chamada em Maio último, reportando que um homem com o nome de Tony se encontrava num quarto de hotel (em Scarborough) e poderia estar na posse de imagens indecentes. Marsh, que também usava os nomes "Tony Taylor" e "Tony Smith", foi preso e um certo número de items electrónicos na sua posse foram examinados pelos detectives.

Dias mais tarde, depois da Polícia de South Yorkshire ter tomado conta do caso, Davis, de Conisbrough, que usava o nome de "James Parkin", foi também detido. Na casa de Davis, 300 DVDs foram encontrados que pareciam conter imagens gravadas com uma camcorder dele envolvido em actos sexuais com crianças. Perante o magistrado de  Rotherham, Davis foi acusado de actividade sexual com rapazes com idades entre os 13 e os 15 e permaneceu em custódia.

Em Julho último ambos os homens foram retirados da prisão para mais investigações, momento em que eles mais admissões em relação aos seus crimes, gerando algumas acusações que eles mais tarde admitiram em tribunal.

Marsh e Davis pegavam nas vítimas e levavam-nas para algum lugar discreto, tal como os bosques. Ocasionalmente, eles usavam hotéis. David gravou muita actividade sexual, que tem ainda que ser vista para que as vítimas sejam identificadas. David, que se encontra desempregado, levou algumas das vítimas para a sua casa familiar quando a sua esposa se encontrava no emprego.

Muitos dos rapazes não olham para si como vítimas. Eles concordaram com os encontros, com a actividade sexual, mas alguns deles ficaram particularmente perturbados quando souberam que estavam a ser filmados.

Crê-se que Marsh e Davis se conheceram online, tal como como conheceram muitas das suas vítimas online, mas a polícia acredita que era normal eles trocaram as vítimas entre si usando telefones móveis ilícitos e computadores.

A Polícia de South Yorkshire afirmou que Davis filmou adolescentes na sua casa ou na sua carrinha. Os oficiais acreditam que algumas das imagens filmadas por Marsh foram distribuídas através da internet.

Fontes: 1,2,3

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O facto destes homossexuais buscarem rapazes "inseguros ou confusos em relação à sua identidade sexual" talvez explique o porquê dos activistas homossexuais estarem tão interessados em usar as apresentações escolares em torno do "anti-bullying" para promover o homossexualismo. Afinal, é bem mais fácil enganar um jovem sexualmente inseguro do que um adolescente seguro da sua identidade sexual.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Assistentes sociais ingleses ao serviço da pedofilia



Rapaz repetidamente abusado pelo pai adoptivo e pelo seu parceiro homossexual foi qualificado de "criança rebelde" por parte dos assistentes sociais ao mesmo tempo que viu os seus pedidos de ajuda ignorados durante anos, para além de ter sido forçado a regressar para a casa onde sofria os abusos. Andy Cannon, hoje com 23 anos, ouviu também os assistentes sociais a louvar o homossexual que o tinha adoptado, qualificando-o de "pai muito atencioso".

O relatório onde se encontram estas revelações acusa os serviços sociais de Wakefield (Yorkshire) de "folia e equívoco grosseiro". Andy, que foi erradamente diagnosticado com desordens mentais e a quem foram prescritas drogas anti-psicóticas, acredita que ele teria sido ouvido mais cedo se o seu pai adoptivo fosse heterossexual.

O caso terminou no ano passado, depois de meia década de disputas legais, quando o tribunal ordenou o pagamento da quantia de £25,000 como compensação para a vítima.

Cannon, que actualmente tem duas crianças com a sua namorada Redeana Hammill, foi adoptado por David Cannon em 1997. Ele e a sua mãe, Elaine Moss, queixaram-se repetidamente aos assistentes sociais de abuso. No ano de 2004 Andy foi devolvido à sua casa 9 dias depois de ter fugido e ter feito queixas em relação ao pai adoptivo. 

David Cannon (54 anos) e o seu parceiro homossexual John Scarfe (31 anos) foram presos em Maio de 2006 por incitarem actividade sexual com uma criança. Andy Cannon disse:

Acredito que se o meu pai adoptivo estivesse numa relação heterossexual as minhas queixas teriam sido ouvidas mais cedo. Aparentemente, o concílio não queria ser visto como uma entidade que vitimiza os homossexuais - eles preferiram agir de uma forma politicamente correcta e deixar que eles [os pais adoptivos] continuassem com o que faziam como forma de evitar algum tipo de repercussões.

O concílio deveria ter-se feito presente para prevenir que isto tivesse acontecido, mas eles preferiram varrer tudo para debaixo do tapete.

O relatório, conduzido pelo "Dewsbury County Court" e por um especialista no bem-estar infantil, detalhou a forma como David Cannon recebeu permissão para adoptar o rapaz, apesar da sua mãe, por essa altura, o acusar de abuso. Uma assistente social recusou-se a reportar o incidente ao tribunal familiar, preferindo em seu lugar qualificar David Cannon de "pai atencioso que levava em conta as necessidades da criança".

Andy Cannon, que recusou o seu direito ao anonimato, disse o seguinte:

Quando eu disse aos assistentes sociais o que se estava a passar, eles não acreditaram em mim. Quando eu chegava a casa proveniente da escola, se o meu pai estivesse alterado por algum motivo, ele batia-me. Mais tarde, abusava-me sexualmente. Eu nunca tive pesadelos porque eu desliguei-me disso tudo - embora actualmente sofra pesadelos. Eu deixei que acontecesse e pensei que uma de duas coisas aconteceria: ou eu conseguia fugir ou eles matavam-me.

O concílio de Wakefield já pediu desculpas a Andy Cannon, e um porta-voz disse:

Estamos a trabalhar com o Andy de modo a garantir que, com este pedido de desculpas nós lidamos com todas as preocupações que ele listou.


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Este tipo de tratamento especial que a comunidade lgbt recebe é consequência lógica do seu artificial e auto-conferido estatuto de"vítima". Numa sociedade normal, a lei fecharia os olhos aos anormais "gostos" sexuais de David Cannon e analisaria as alegações de Andy (uma criança), da mesma forma que analisa todas as outras alegações. Numa sociedade controlada pelo Marxismo Cultural, no entanto (onde existem "grupos oprimidos" e "grupos opressores") a moralidade dum acto depende da sua utilidade política/social/sexual.

Naturalmente que quem opera segundo o princípio utilitarista são os esquerdistas uma vez são exclusivamente eles que relativizam a essência dum acto segundo a agenda por eles mantida. Para o esquerdismo, o Bem e o Mal absolutos não existem: o que existem são actos que têm que ser enquadrados numa agenda. Por exemplo, para um esquerdista matar um pessoa inocente está errado, excepto se essa pessoa inocente se encontrar no útero. Semelhantemente, a violência doméstica é "o crime mais grave que existe na sociedade", excepto se a violência doméstica for entre mulheres ou de um homem homossexual para uma mulher.

O que se pode dizer, concluindo, é que não só Andy Cannon sofreu na pele e no corpo os efeitos do politicamente correcto, como se torna cada vez mais claro que os grupos "protegidos" do Marxismo Cultural têm carta branca para levar a cabo, impunemente, os crimes mais hediondos que a sociedade pode imaginar.
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domingo, 3 de novembro de 2013

Jeremy Irons e as consequências do homossexualismo

Jeremy Irons, actor Britânico vencedor de pelo menos um Óscar, provocou raiva geral  sugerir que as leis em torno do pseudo-casamento homoerótico podem levar a que um pai se "case" com o seu próprio filho como forma de evitar o imposto de herança. Para além disso, Irons expressou receios de que a batalha pelos direitos iguais possa vulgarizar a lei em torno do casamento.

O actor de 64 disse que "não tenho sentimentos fortes para qualquer um dos lados" no que toca ao "casamento" homossexual, mas sugeriu que ele pode ser manipulado de modo a que os pais passem os seus bens os filhos sem serem taxados. Ele disse "Pode um pai não casar com o seu filho?"

Quando ele foi lembrado de que existem leis que proíbem as relações sexuais entre membros familiares, ele respondeu "Não é incesto se for entre homens", acrescentando que "o incesto existe para nos proteger da endogamia, mas os homens não se reproduzem entre si."

Como é normal, a comunidade lgbt e os seus idiotas úteis evitaram de lidar com o argumento levantado por Irons, e em vez disso, trataram de o atacar pessoalmente nas redes sociais. Um utilizador do Twitter escreveu: "Odeio pessoas que declaram não ter sentimentos fortes em relação a algo, mas procedem vomitando sentimentos ofensivos e ignorantes. Outro utilizador disse que isto "era a evidência de que um sotaque Britãnico posh não era sinal de inteligência".

Um porta-voz do grupo homossexual Stonewall disse que, "Poucas pessoas irão concordar com as 'preocupações' bizarras em torno da igualdade no casamento." Levando em conta o seu papel como Papa Alexandre VI na série televisiva "Os Bórgias", o porta-voz disse ainda, "Infelizmente, os seus comentários parecem indicar que ele levou o seu papel de Papa na série Os Bórgias demasiado a sério."

Jeremy Irons disse ao Huffington Post que deseja "toda a sorte do mundo que quem vive com outra pessoa porque isso é fantástico. . . . Viver com outro animal, quer seja um marido ou um cão, é muito bom. É adorável ter alguém a quem amar e acho que o sexo não importa. O que se chama a isso não importa de todo".

Irons, que tem dois filhos e foi casado com a actriz Irlandesa Sinead Cusack durante 34 anos, deu também a sua opinião em torno do "casamento" homossexual versus a união civil:

Parece-me que estão a lutar pelo mesmo. O que me preocupa é que isso signifique que nós vulgarizemos ou alteremos o que o casamento realmente é. Eu só me preocupo com isso.

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Se as leis em torno do "casamento" homossexual não tivessem o objectivo de mudar radicalmente a ideia que temos do casamento, essas leis não teriam qualquer tipo de utilidade. O propósito primário do "casamento" homossexual é mesmo alterar para sempre a definição de casamento de modo a que isso afecte toda a sociedade (e não só os homossexuais).

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Cristãos forçados a vender negócio devido ao terrorismo da máfia LGBT

Peter e Hazelmary Bull, donos da Bed & Breakfast em Marazion, Cornwall (Inglaterra) viram-se forçados a vender o seu negócio - o Chymorvah Hotel - depois dum Verão de vendas baixas e uma batalha legal em torno dum caso de "discriminação". O casal Cristão sofreu também ameaças de morte, vandalismo e ataques no seu site (com imagens  pornográficas) por parte de activistas e simpatizantes LGBT.

"O inverno passado foi terrível; nós chegamos a passar fome e a sofrer frio. O Inverno estava a chegar e temíamos isso," afirmou Hazelmary ao Daily Mail. Ela afirmou ainda que eles foram forçados a vender o seu hotel de 9 camas por £750,000, aproximadamente $1,206,075, mas que o dono não acredita que eles consigam receber essa verba.

O casal Bulls afirma também que vândalos removeram as rodas do seu carro e pregaram coelhos mortos na sua cerca. Para além disso, eles reportaram ameaças de morte emitidas contra eles. Juntamente com tudo isto, o hotel perdeu o seu lugar na base de dados Visit England devido à sua posição em favor do casamento natural, o que pode ter também contribuído para um Verão com um menor fluxo de clientes.

A batalha legal teve início em 2008 quando uma dupla homoerótica (numa parceria civil), Steven Preddy e Martyn Hall, alugou *um* quarto mas foram recusados pelo gerente do hotel, Bernie Quinn, quando se apercebeu que a marcação não havia sido feita por um casal mas sim por uma dupla homossexual.

Os Bulls são Cristãos conservadores e não aceitam que duplas não vinculadas num matrimónio tradicional partilhem um quarto no seu Bed and Breakfast. Isto inclui também casais (um homem e uma mulher) que queiram partilhar um só quarto mas que não estejam casados. O site da companhia declara:

Por favor, notem que, como Cristãos, temos uma estima elevada pelo casamento (sendo a união entre um homem e uma mulher para toda a vida, com a exclusão de todos os outros). Devido a isso, embora nós estejamos de braços abertos para receber a todos, as nossas acomodações de duas camas não se encontram abertas para duplas que não estejam casadas.


Os Bulls perdem o julgamento contra Preddy e Hall em 2011 e foram forçados pelo juiz a pagar £3,600 (cerca de $5,782).

Colin Hart, director da organização Christian Institute, afirmou numa reportagem prévia do The Christian Post que a pousada dos Bulls foi "cercada" por duplas homoeróticas (depois do caso se ter tornado público) exigindo quartos de casal (com duas camas), "aparentemente como forma de destruir o seu negócio." No entanto, o juiz afirmou que não havia qualquer tipo de evidências que provassem isso.

Em Agosto de 2012 os Bulls obtiveram o direito de ver o seu caso analisado pelo Tribunal Supremo do Reino Unido. O mesmo será ouvido no dia 9 de Outubro, ao mesmo tempo que o caso de Susanne Wilkinson, que recusou a estadia duma dupla homoerótica no seu "Swiss Bed and Breakfast" em Cookham, Berkshire, em Março de 2010.


Fonte

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Quão corajosos são os activistas LGBT lançando ameaças de morte para um casal de idosos Cristãos. Nós sabemos que isto não é feito em prol da defesa dos "direitos" dos homossexuais porque NO MESMO país onde este incidente ocorreu, acontecem coisas como as que se vêem a seguir, mas que o movimento LGBT nada faz em relação a isso:

O Este de Londres tem-se revelado como uma das áreas onde os ataques homofóbicos cresceram como em mais nenhuma área de Inglaterra. Toda a gente sabe porquê, mas ninguém quer falar sobre isso. Porque é que ninguém quer falar nisto? ..... Porquê o silêncio?

O silêncio prende-se com o facto de quem faz os ataques. O mesmo link revela:

Há um fenómeno triste que tem ocorrido com alguma frequência em algumas cidades europeias: grupos muçulmanos tem-se dedicado a atacar os homossexuais, quer fisicamente quer em forma de panfletos anti-homossexualidade.

Ou seja, quem está a fazer os ataques são muçulmanos e como tal, os activistas LGBT "não têm tempo" nem "vontade" para lidar com esta situação. No entanto, quando um casal de idosos diz que quartos de casal são para . . . os casais, o movimento homossexual desce sobre eles como se eles tivessem recusado a presença de homossexuais nas suas instalações.

Repare-se que a proibição que vigorava no B&B não se prende com o vício sexual dos sodomitas, mas sim com a definição de casamento. Se um destes homens se apresenta-se como homossexual mas casado com uma lésbica, e pedisse permissão para alugar um quarto de casal, os Bulls não teriam problemas nenhumas em fazer exactamente isso. Do mesmo modo, se um homem e uma mulher sem vínculo matrimonial um com outro requisitassem um quarto de casal, o B&B negaria tal pedido porque os seus quartos só estão disponíveis para os casais vinculados num casamento natural.

Como se pode ver por este incidente, o movimento homossexual em nada está relacionado com a defesa dos direitos dos homossexuais, mas sim com o ataque à liberdade dos Cristãos. O motivo por trás deste incidente é a definição de casamento em si, e não a "liberdade" para estar numa pousada B&B. Para se entender melhor a estratégia por trás do movimento homossexual, aconselho a leitura deste texto..

sábado, 24 de agosto de 2013

O pseudo-casamento homoerótico como arma de desestabilização social

O "casamento" homossexual irá desestabilizar ainda mais o casamento e a vida familiar na Grã-Bretanha, avisou uma socióloga renomeada ao Parlamento Britânico. A Dr Patricia Morgan disse à Casa dos Comuns que o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo reforça a ideia de que o casamento é irrelevante para a paternidade. 

Ela disse ainda que este foi o factor principal que causou um colapso das taxas de casamento entre os heterossexuais em países onde o "casamento" homossexual já foi introduzido - bem como um aumento acentuado da coabitação e do número de crianças geradas fora do casamento.

Segundo Morgan, que fez as suas alegações num documento de 22 páginas submetido ao "Committee Stage of the Marriage (Same Sex Couples) Bill", não há qualquer tipo de evidência que suporte a tese da Coligação Governamental de que o "casamento" homossexual irá fomentar a instituição. O documento continha uma análise detalhada das tendências do casamento na Suécia, Dinamarca, Espanha, Bélgica, Canadá e alguns estados dos EUA onde o "casamento" homossexual foi já legalizado.

A Drª Morgan afirmou:

Segundo aquilo que sabemos das tendências demográficas, é um absurdo alegar que as pessoas irão subitamente abraçar o casamento e abrandar ou reverter o seu declínio apenas e só porque os homossexuais se podem casar [sic]. Podemos ter a certeza de que o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo não fará nada em favor do encorajamento de casamento estáveis, quer seja para os heterossexuais quer seja para os homossexuais. O casamento na Escandinávia, na Espanha, na Holanda e todo o lugar, encontra-se em declínio acentuado.  O casamento [sic] homossexual é, ao mesmo tempo, um efeito e uma causa da evisceração do casamento - especialmente a separação entre o casamento e a paternidade.

A Drª Morgan explicou que o "casamento" homossexual só se tornou concebível naqueles países onde o casamento natural já se encontrava em crise, devido ao aumento "dos nascimentos fora do casamento e do aumento das taxas de coabitação", e as coisas invariavelmente ficaram piores:

Se o casamento centra-se só nos relacionamentos, e não está intrinsecamente ligado à paternidade, porque não conceder o que resta do casamento aos homossexuais? À medida que o casamento é redefinido de modo a acomodar as duplas homossexuais, isto vai reforçando a irrelevância do casamento para a paternidade.  Em todos os outros sítios, o casamento [sic] homossexual é um instigador da precarização das uniões heterossexuais e da separação do casamento com a paternidade. O casamento [sic] homossexual é muito mais um término do casamento, ou o acto final de dissolução, do que uma força de revitalização da instituição em si.

O Governo de Coligação tem consistentemente alegado que a controversa proposta de lei  do "casamento" homossexual de David Cameron terá o efeito de fortalecer todos os casamentos ao abrir essa instituição às duplas do mesmo sexo. Durante o ano passado, a Ministra da Administração Interna, Teresa May, afirmou ao The Daily Telegraph que "os homossexuais serão missionários para a sociedade e tornarão o casamento mais forte". Mas as pesquisas da Drª Morgan, a respeitada analista das politicas familiares que cunhou a frase "casamento lite" para descrever a coabitação, fornece evidências sólidas de que o mais provável é que ocorra exactamente o contrário.

A Drª Morgan afirmou que na Espanha em particular observou-se uma queda acentuada dos números de todos os casamentos na ordem dos 15,000 nos três primeiros anos que se seguiram à legalização do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo por parte do governo socialista (2005). A taxa de declínio foi superior ao dobro quando se verificaram 34,000 menos casamentos todos anos, desde 2008 até 2010.

A Drª Morgan produziu evidências que demonstram como o casamento heterossexual é menos estável nos países onde o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo foi introduzido uma vez que se esperava que eles (os casamentos heterossexuais) se conformassem aos valores das duplas homossexuais cujas uniões são, frequentemente, abertas (e não exclusivas) e muito mais susceptiveis de se desmoronarem. As duplas homossexuais coabitantes eram 12 vezes mais susceptiveis de se separarem que os casais, afirmou Morgan.

A Drª Morgan agoirou também uma victimização generalizada aos indivíduos e às instituições que se atrevessem a resistir à redefinição do casamento.

Algumas pessoas claramente esperam que a compulsão para executar casamentos [sic] homossexuais sirva de arma para separar a Igreja do Estado e empurrar ainda mais o Cristianismo para fora da arena pública e, consequentemente, da consciência. Minadas e estigmatizadas pela sua falta de irracionalidade e preconceito, a autoridade moral das instituições religiosas irá retirar-se ainda mais em favor da limitada ideologia secular, particularmente à medida que os comportamentos sexuais em oposição às normais tradicionais são encorajadas e avançadas.

O Primeiro-Ministro David Cameron sofreu críticas intensas por parte das Igrejas mainstream dentro do seu Partido Conservador por colocar em marcha (através do Parlamento) o "casamento" homossexual quando não havia qualquer tipo de mandato ou exigência em favor dele. (...)


sábado, 3 de agosto de 2013

Parlamento da Nigéria aprova projecto contra pseudo-casamento homoerótico

O parlamento da Nigéria aprovou nesta quinta-feira um projecto de lei que prevê penas de até 14 anos de prisão para quem se casar [sic] com uma pessoa do mesmo sexo, informou a agência de notícias estatal do país africano, NAN. "O casamento [sic] ou a união civil entre pessoas do mesmo sexo não será formalizado em nenhum local de culto, seja igreja ou mesquita, nem em nenhum lugar da Nigéria", diz o texto aprovado.

O texto também torna ilegal a formação de grupos ou organizações homossexuais. Quem for testemunha do casamento [sic] ou ajudar o casal [sic] de qualquer forma pode ser condenado a até dez anos de prisão, pena máxima prevista também para quem registrar, colocar em funcionamento ou participar de clubes, organizações ou sociedades gays. Também está sujeito à pena qualquer um que der demonstrações públicas de estar em uma relação amorosa homossexual.

Aprovado pelo Senado em 2011, o projecto passou agora pela Câmara dos Deputados com algumas pequenas alterações. Uma comissão com membros das duas casas devem chegar a um acordo sobre o texto final que será encaminhado ao presidente Goodluck Jonathan para sanção.

O sexo gay é proibido no país. Em todo o continente, vários países já preveem penas de prisão para a homossexualidade. A proposta votada na Nigéria chamou a atenção de países europeus, alguns dos quais já ofereceram asilo a minorias sexuais com base em relações de gênero. O governo britânico recentemente ameaçou cortar a ajuda a países africanos que violam os direitos de cidadãos homossexuais.

Na Grã-Bretanha está em discussão um projecto no sentido contrário, de legalizar o casamento gay.


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domingo, 16 de junho de 2013

"Vocês só se preocuparam com a vossa gratificação sexual"


Um antigo agente dos serviços secretos do regime de Saddam Hussein e um funcionário duma firma de advocacia foram condenados a 15 anos de prisão por terem abusado sexualmente dum rapaz numa casa de banho da cidade de Manchester (Inglaterra).

Numa movimentada tarde de Sábado do Verão passado, Abdelkader El-Janabi, de 55 anos, e Alex Wilson-Fletcher, 42, raptaram a sua vítima de 14 anos no "Arndale Centre". Depois disto, os pedófilos homossexuais levaram-no para as instalações sanitárias duma loja de Debenhams próxima, onde levaram a cabo um "ataque sustentado" contra o menor.

Wilson-Fletcher, de Oldham Street, Manchester, e Janabi, de Artillery Court, Ardwick, Manchester, foram condenados após um julgamento de 9 dias em Abril. O par foi localizado depois da polícia inglesa ter circulado imagens CCTV pela comunidade.

Enquanto os sentenciava, o Juiz Michael Leeming QC disse-lhe:

Muito provavelmente, o que vocês lhe fizeram durante a sua etapa formativa ficará com ele para sempre. Nenhum de vocês pensou nisso na altura. Vocês só se preocuparam com a vossa gratificação sexual.

O juiz ficou a saber que o rapaz dirigia-se para casa sozinho (no dia 2 de Junho do ano passado), quando tomou a decisão de usar as instalações sanitárias de Arndale Centre, apesar do seu receio de sanitários públicos. Foi aqui que Janabi o agarrou pelo braço e o levou para fora. tendo Wilson-Fletcher seguido de perto. O tribunal ficou a saber que os pedófilos homossexuais disseram ao rapaz "Vem connosco. Faz o que te dizemos. Se tentares correr, nós apanhamos-te."

O juiz disse ainda que "[A vítima] não queria acompanhar nenhum de vocês mas ela sentia que não tinha escolha." Ele disse ainda que Janabi conhecia muito bem as instalações sanitárias de Debenhams e havia sido visto a andar indolentemente por lá por parte dos lojistas que o haviam expulsado da loja.

Foi dito ao tribunal que quem abusou sexualmente do adolescente foi Janabi mas que Wilson-Fletcher foi condenado pelo júri por tomar parte no abuso. O Juiz Leeming disse que Wilson-Fletcher "era, pelo menos, quem estava alerta" (para quem pudesse vir) e ele havia encorajado o outro acusado. O juiz disse ainda que não via distinção alguma entre os dois homens no que toca à sentença apropriada para ambos.

O tribunal ficou a saber também que, depois do adolescente se ter livrado deles, ele encontrava-se aterrorizado ante a possibilidade do par o perseguir. Devido a isto, ele andou 6,5 milhas até à casa dum amigo porque estava com demasiado medo de entrar num autocarro.

O juiz disse também que ele estava na posse duma declaração de impacto do jovem descrevendo a forma como ele havia tomado uma overdose de comprimidos e álcool numa "pedido de ajuda". Segundo o juiz, o jovem, hoje com 15 anos, sofre de depressão e ataques de pânico, e tem dificuldades em adormecer. Ficou-se a saber que o jovem está a receber aconselhamento e espera-se que o receba durante mais algum tempo. O juiz disse que este caso ilustra a forma como este ataque pode causar "danos psicológicos duradouros". (...)

O tribunal ouviu também que ambos os homens continuam a alegar que são inocentes, e que , segundo o Juiz Leeming, Janabi não mostrou "qualquer tipo de remorso, empatia ou introspecção".

Fonte.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Quem foram os gémeos Kray?


Os gémeos Kray twins, Ronnie e Reggie, foram gangsteres famosos que aterrorizaram o East End de Londres durante de 20 anos - nos anos 50 e 60 do século passado. Eles geriam uma organização que se dedicava à "protecção", e estavam envolvidos em comércio de drogas, chantagem e prostituição. Eles disparavam para matar, cortavam pescoços ou causavam danos físicos sérios em quem quer que se atrevesse a oferecer-lhes resistência.

As suas vítimas eram espancadas, as suas casas e lojas eram queimadas, e as suas famílias eram ameaçadas com morte ou violação se alguém se atrevesse a dirigir-se à polícia. Até ao fim, as testemunhas estavam demasiado assustadas para se disponibilizarem para falar; como consequência, era dado às testemunhas anonimidade e uma nova identidade em qualquer outra zona ou mesmo país até que eles fossem chamados para testemunhar contra "A Firma" (nome pelo qual eles eram conhecidos).

O líder do gangue, Ronnie Kray, era um homossexual incorrigível, e o seu irmão Reggie era bissexual. Ambos eram o pior tipo de intimidadores homossexuais e as suas carreiras foram exemplos claros de intimidação por parte de homossexuais. Uma das formas favoritas de Ronnie de castigar as vítimas era o de cortas as suas nádegas com uma lâmina de barbear (o que lhe dava um pervertido sentimento de gratificação).  

Um jornal reportou em 1964 que a Scotland Yard estava a investigar um possível relacionamento entre Ronnie Kray e um MP com o nome de Lord Boothby. A verdade dos factos é que Boothby e muitos outros iam ter com os Krays para que estes os fornecessem rapazes para fins homossexuais. Era normal Ronnie movimentar-se publicamente na companhia dum dos seus "rapazes de estimação".

No ano de 1966, no pub com o nome de Blind Beggar (Whitechapel), George Cornell chamou Ronnie de “fat poof”. O líder do gangue disparou sobre a sua cara. O lema de Ronnie era "Atirem sempre com o propósito de matar. Os mortos não causam distúrbios.”

Em 1969 os Krays foram declarados condenados de uma série de assassinatos brutais, e acabaram as suas vidas numa prisão de segurança máxima. Uma reportagem de 1977 revelou:

Ronald Kray continua a ser um homossexual activo e predador, não se importando muito com quem sabe disso.

Outra reportagem descreve a forma como Kray foi encontrado na cama com outro preso.

Não só eles eram homossexuais e bissexuais, como numa confissão bizarra feita antes de morrer, Ronnie afirmou que quando ambos eram adolescentes, os irmãos se haviam envolvido numa relação homossexual incestuosa.

domingo, 26 de maio de 2013

Homossexual Pete Burns diz que "casamento" gay não funciona porque os homens são demasiado predadores

Fonte (Artigo de 2008)

Quando ele exibiu o seu anel de noivado quando se encontrava no sofá com o Richard e a  Judy, a estrela pop Pete Burns revelou a sua felicidade ante a perspectiva de se tornar na mais recente celebridade a casar [sic] com o seu parceito. Mas hoje, passados que estão dez meses após o grande dia, o cantor divorciou-se de Michael Simpson, afirmando que a união civil não funciona, e que ele foi mais feliz quando se encontrava casado com uma mulher.

Pete Burns, que esteve casado com a estilista Lynne Corlett durante 28 anos, disse que os relacionamentos homossexuais são "intervalos comerciais" quando comparados com o "filme inteiro" que é o casamento natural. Ele alegou também que existe demasiada promiscuidade dentro da comunidade homossexual e que isso impede que a união civil prospere.

Burns seguiu o exemplo de Sir Elton John e Matt Lucas ao usar a legislação da união civil para
anunciar publicamente a devoção ao seu amante. Vestido de geisha num kimono, Burns fez o anûncio numa cerimónia realizada em Londres no dia 7 de Abril do ano passado [2006] e afirmou estar "optimista" em relação à sua união civil.

Hoje, ele diz que "aprendi de forma dolorosa que isso [união civil homossexual] é uma anedota de todo o tamanho."

Burns acusou Simpson, de 40 anos, de ser infiel e admitiu que se sentiu desapontado. No entanto, Burns afirmou que muitas duplas homossexuais têm o que se pode chamar de "casamentos abertos" onde os parceiros podem ser infiéis.

Há muita promiscuidade dentro da comunidade homossexual. Não entendo o porquê de assumirem essa união. Quão baixa é a sua auto-estima? Um [dos parceiros] está em Hampstead Heath a ter encontros com homens, enquanto o outro está a contratar rapazes [prostitutos].

Certamente que o casamento acontece quando alguém baixa a âncora e diz "É aqui que vou ficar; tomei a minha decisão e isto é tudo o que eu quero uma vez que já subi e desci no elevador, passei por portas giratórias e agora quero ficar fixo."

Era isto que eu esperava.

Burns acrescenta ainda:

Não sei o que acontece na maioria dos casamentos heterossexuais [ed: os únicos que existem] mas o meu durou 28 anos. No que dependia de mim, esse casamento era para sempre  e teria sido para sempre, mas ela precisava de encontrar a sua própria vida. Ela foi o melhor "marido" que eu alguma vez tive.

Às vezes acontece tu encontrares uma pessoa por quem tu te apaixonas de forma genuína. Nós éramos muito, muito próximos. E não estou a falar da sexualidade mas da pessoa em si.

Desde que o "Civil Partnership Act" entrou em efeito a Dezembro de 2005, 18,000 casamentos [sic] homossexuais foram realizados por toda a Grã-Bretanha.

Burns continua:
Vejo o casamento como um instituição sagrada. Penso também que dois homens são naturalmente predadores. Os relacionamentos homossexuais são intervalos comerciais e não o filme inteiro. 
De todos os relacionamentos que conheço, com a excepção de um ... parece que existe algum tipo de inadaptação emocional, ou narcisismo, onde eles se sentem emocionalmente inadequados e precisam de mais validação - quer seja duma figura paterna ou de alguém que é o espelho de si.  
Não estou a condenar; penso apenas que isto precisa de mais estudo e ajuda.
Burns e a sua banda Dead Or Alive tiveram um número 1 em 1985 intitulado "You Spin Me Round", mas a sua carreira entrou em declínio até que ele fez parte do "Celebrity Big Brother" em 2006.

Burns conheceu Simpson em Soho no ano de 2003, e anunciou o "noivado" no programa "Richard & Judy Show" em 2006 (Channel 4). Durante a semana passada a polícia deu início a uma investigação depois de Burns ter alegado que Simpson o havia agredido em casa, partindo a sua clavícula.

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Sempre bom quando um membro da comunidade homossexual admite o que todas as pessoas deveriam saber:
1. A união homossexual é uma farsa que não funciona
2. Há muita promiscuidade dentro da comunidade homossexual...

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