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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O racismo dos activistas homossexuais

O Arcebispo John Sentamu é um dos mais altos líderes da Igreja de Inglaterra. Um teólogo erudito com um doutoramento e um apaixonado defensor dos direitos humanos, ele é também negro. Quando activistas homossexuais enraivecidos decidiram atacá-lo por ele defender que o casamento é entre um homem e uma mulher isso, enviaram-lhe e-mails abusivos e ameaças de morte que incluiam insultos racistas.

Dito de outra forma, um negro deu a sua opinião sobre o que é um casamento, e os defensores da tolerância agiram de forma intolerante, enviando-lhe mensagens de ódio e preconceito. Actos como este demonstram graficamente o que é o activismo homossexual.

Alguns dos e-mails enviados eram tão maus que a polícia teve que investigá-los sob suspeitas de serem "crimes de ódio". Os activistas homossexuais qualificaram Sentamu de "cão nojento", "negro estúpido e mal cheiroso" e "gorila de batina".

Muitos dos e-mails continham palavras de ordem, exigindo que ele saísse da Grã-Bretanha ao mesmo tempo que outros diziam que ele se calasse antes que tivesse a sua cabeça esmagada. Uma das mensagens dizia que as suas qualificações não tinham qualquer tipo de valor uma vez que elas vinham do Uganda.

Lembre-se disto da próxima vez que um gayzista afirmar que a "opressão" dos homossexuais é análoga à opressão que os negros sofreram no passado.

O Dr Sentamu disse ainda:

O casamento é um relacionamento entre um homem e uma mulher. Não creio seja incumbência do Estado definir o que é o casamento uma vez que a mesma está plenamente definida na tradição e na História, e ninguém a pode mudar dum dia para o outro - por mais poderosa que se seja.  

Fontes:

domingo, 29 de abril de 2012

Activista homossexual promove bullying de Cristãos


Cerca de 100 crianças duma escola secundária abandonaram uma conferência em torno do jornalismo nacional depois dum orador anti-bullying dar início a ataques à Bíblia e alegadamente ter chamado de "pansy asses" os alunos que se recusaram a ficar a ouvir o seu "discurso".

Era suposto Dan Savage (sodomita) fazer um discurso em torno do anti-bullying na "National High School Journalism Conference" patrocinada pela "Journalism Education Association" e a "National Scholastic Press Association" no entanto, o evento tornou-se num episódio de ataques ao Cristianismo e aos Cristãos.

Rick Tuttle, assessor jornalístico para a Sutter Union High School na Califórnia, era uma das milhares de pessoas presentes entre a audiência. Ele diz que as pessoas pensavam que o discurso seria sobre uma coisa, mas que se tornou sobre outra

Pensei que o tópico do discurso seria o anti-bulllying mas o que se verificou é que o mesmo tornou-se num ataque directo às crenças Cristãs.
Tuttle disse que um significativo número de estudantes ofendeu-se com as observações de Savage e decidiu abandonar o auditório.
O ambiente tornou-se hostil. Tornou-se hostil à medida que estávamos presentes na audiência, especialmente para os Cristãos que partilham das crenças que ele [o sodomita Dan Savage] estava literalmente a atacar.

* * * * * * *

Resumindo: um activista homossexual foi convidado para encorajar os alunos a comportarem-se de modo mais civil uns para com outros alunos. Em vez dele levar a cabo a missão para qual ele foi convidado, o activista aproveita o púlpito escolar para lançar ataques ao grupo ideológico menos susceptível de acreditar que o homossexualismo é um comportamento sexual normal, saudável e recomendável: os Cristãos.

Para finalizar o discurso anti-bullying, o activista homossexual insulta (bullying?) as alunas e os alunos que se recusam a ficar a ouvir os seus ataques aos Cristãos.

Tudo em nome do anti-bullying.

Torna-se cada vez mais óbvio que os activistas homossexuais não querem - nem nunca quiseram - apenas e só "tolerância". O que eles querem é o mesmo que toda a esquerda militante quer: louvor, elogios e poder - ao mesmo tempo que planeiam criticar, silenciar e exercer bullying sobre qualquer pessoa que se atreva a criticar o seu auto-destrutivo comportamento sexual.

O vídeo que se vê mais embaixo mostra um pouco disto em acção - junto da grande hipocrisia dum orador anti-bullying a exercer bullying sobre alunos e a encorajar outros que façam o mesmo. Naturalmente que quem discordar com ele é um "bully" na sua mente.

Isto só demonstra que o "diálogo" com os activistas homossexuais (ou outro membro da esquerda militante) é algo totalmente desnecessário e inconsequente. As pessoas esquecem-se sempre que o que torna o diálogo possível são valores comuns. Entre o activismo activismo homossexual e o resto da sociedade não existem valores comuns suficientes necessários para a produção de respeito e entendimento mútuos.

Com um grande número de pessoas actuais o diálogo é impossível precisamente porque o diálogo é para elas uma plataforma de ridículo e de ataques e não uma forma de se chegar a um entendimento.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Activista homossexual mostra o seu "respeito" pela Igreja Católica

Dedicado a todos os "cristãos" que se alinham com a agenda homossexual ao não a denunciarem por aquilo que ela é: um ataque à liberdade de expressão.

Escusado será dizer isto, mas estes activistas nunca seriam capazes de ser coerentes e levar a cabo iniciativas semelhantes em mesquitas.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Despromovido por criticar o "casamento" homossexual

Adrian Smith, um gerente de habitação e um Cristão, foi despromovido com redução salarial depois de criticar a nova lei em torno dos "direitos dos homossexuais" afirmando que a permissão de "casamentos" homossexuais dentro das igrejas é "levar a igualdade demasiado longe".

Apesar do comentário ter sido feito no seu tempo livre e na sua página pessoal do facebook - que não pode ser lida pelo público em geral - as audiências disciplinares levaram a que ele visse o seu salário ser alterado (e reduzido) de £35,000/ano (cerca de 39,800 €) para £21,000 (+/- 23,890 €). Segundo se sabe, ele só não foi despedido devido ao tempo de serviço.

Alguns activistas atacaram a decisão da associação de habitação - a última numa série de casos onde Cristãos entraram em rota de colisão com os seus patrões devido à sua visão do casamento natural - classificando-a de reacção excessiva duma organização "imersa no politicamente correcto".

Advogados em defesa do sr Smith, descrito pelos amigos como um homem afável e não-confrontacional, afirmam que os seus comentários apenas expressam uma "crença honesta baseadas na sua fé Cristã".


Um gerente de habitação foi despromovido com redução salarial depois de criticar uma lei controversa que visa forçar as igrejas a "casar" homossexuais. E os activistas homossexuais ainda defendem que quem é motivado pelo ódio são os Cristãos?

Curioso que a noção da "separação entre a Igreja e o Estado" só parece funcionar numa direcção - ou seja, as Igrejas não podem influenciar as decisões do Estado. Aparentemente essa mitológica barreira não existe quando é o Estado a intervir politicamente dentro das Igrejas.

A hipocrisia dos activistas homossexuais é gritante. Mas, claro, como sabemos, quem é motivado pela busca do poder (e não pela defesa da moral e respeito pelas opiniões discordantes) não olha a meios para impôr a sua agenda sexual na cultura.

Liberdade de expressão, segundo os activistas homossexuais

sábado, 15 de outubro de 2011

Polícia proíbe exibição de Versos da Bíblia em café Cristão

A polícia de Lancashire disse ao dono dum café Cristão para parar de exibir Versos da Bíblia no plasma lá presente uma vez que alegadamente isso viola as leis da ordem pública.

No passado dia 19 de Setembro os policiais dirigiram-se ao café "Salt & Light Coffee House" em Layton Road, Blackpool, após queixas de que material "insultuoso" e "homofóbico" havia sido exibido.

O dono do café (Jamie Murray) disse que os policiais não especificaram quais os Versos Bíblicos que causaram a "ofensa".

-Fonte-


Isto está a ficar ridículo. Qualquer dia o porte duma Bíblia é motivo para prisão - tal como já acontece em alguns países maometanos.

Repara-se como a sempre-útil (para o esquerdismo) acusação de "homofobia" lidera a censura da Bíblia.

Isso revela um dos maiores motivos que faz com que a esquerda política se alinhe com os activistas homossexuais: limitar ou remover a influência da Bíblia na sociedade uma vez que quanto mais forte for a influência Bíblica numa cultura, menos susceptível ela é de se alinhar com a ideologia esquerdista.


quinta-feira, 7 de julho de 2011

Activistas homossexuais atacam Cristãos

A questão não é nem nunca foi uma de "direitos humanos" mas sim de poder.

Os sodomitas são menos de 5% em practicamente todos os países do mundo, portanto como é que se explica que sejam tão vocais no ocidente? Ora, porque o poderoso lobby da esquerda (que controla os média, as universidades, as artes e as escolas públicas) usa o activismo sodomita para avançar com o esquerdismo

Este vídeo é bastante revelador.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Fascismo Sodomita Anti-Cristão

VIENA, Áustria, 13 de maio de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Nem mesmo a profissional experiente em guerra cultural estava preparada para as intimidações que recebeu num encontro oficial de direitos humanos da União Europeia. Ela também não estava preparada para presenciar o que viu: ativistas homossexuais dando vivas por condutas violentas contra os cristãos.
Dra. Gudrun Kugler
A Dra. Gudrun Kugler dirige uma organização de direitos humanos com sede em Viena chamada Observatório da Intolerância e Discriminação contra os Cristãos na Europa, a qual monitora e registra o que alguns chamam de “cristianofobia”.

O professor Joseph Weiler da Escola de Direito da Universidade de Nova Iorque inventou o termo depois que Rocco Buttiglione foi rejeitado em 2004 para um cargo de elevada posição na Comissão Europeia por suas convicções cristãs acerca da homossexualidade.

A discriminação contra os cristãos por suas convicções está crescendo no mundo inteiro, inclusive no que alguns consideram ser a Europa tolerante. Alguns meses atrás, um casal cristão foi informado de que não mais poderia trabalhar como pais adotivos pelo fato de que tinham a opinião cristã sobre a homossexualidade. Um eletricista governamental do Reino Unido recentemente enfrentou demissão por mostrar um crucifixo no painel de instrumentos da van de sua empresa. Uma multidão em Bruxelas deu vivas quando um arcebispo foi atacado com tortas de creme.
No ano passado, Kugler foi aceita na comissão consultiva da Plataforma de Direitos Fundamentais da Agência de Direitos Fundamentais, uma convenção de organizações não governamentais preocupadas com direitos humanos.

A aceitação dela não ocorreu sem polêmica. Kugler é conhecida por se opor a adoções de crianças por duplas gays. Ela foi investigada por um funcionário da Agência por três meses para garantir que a “oposição dela à adoção de crianças por duplas gays não seja uma violação de direitos fundamentais”.

O que Kugler sabe é que boa parte da discriminação contra os cristãos na Europa vem dos grupos homossexuais de pressão política e legal e que muitas vezes a agenda homossexual triunfa sobre a liberdade de religião em áreas oficiais.
No mês passado Kugler apresentou um documento elaborado por sua organização, o Relatório de Cinco Anos de Intolerância contra os Cristãos na Europa, na conferência sobre sociedade civil da Agência. Num informe no site MercatorNet.com Kugler disse que “estava consciente de que minha audiência não seria favorável, já que o combate à homofobia é sempre a principal preocupação desses encontros”.
Apesar disso, Kugler sugeriu para a organização que a realização de um “beijaço” na Catedral de Notre Dame em Paris não era algo que demonstrava respeito aos cristãos. Ela disse que imagens anticristãs em paradas homossexuais, inclusive deboches do crucifixo, eram demonstrações semelhantes de falta de respeito.
Kugler sugeriu: “Ninguém deveria ser mandado para a cadeia por declarar de forma respeitosa uma opinião que não defende o uso de violência”. A multidão de direitos humanos gritou “Não!” Alguns responderam: “As pessoas deveriam ir para a cadeia pelo que dizem, se for um comentário negativo contra um grupo minoritário vulnerável…” [Excepto se o grupo minoritário for um grupo Cristão - Mats] Kugler disse que um funcionário da Agência de Direitos Fundamentais fez com a cabeça sinal de que estava concordando.
Kugler também relatou para o grupo como uma farmácia de Berlim sofreu vandalismo por recusar vender a pílula do dia seguinte, que tem função às vezes micro-abortiva. As janelas da casa do farmacêutico foram quebradas e sua farmácia foi destroçada. Um dos participantes gritou: “Muito justo!”
Kugler escreveu no MercatorNet que ela “ama os direitos humanos, e estou contente com o fato de que os direitos humanos estejam ocupando um lugar tão proeminente na sociedade de hoje. Mas eles são vulneráveis ao fundamentalismo e às ideologias. Enquanto os direitos fundamentais forem usados para promover a agenda de alguns grupos radicais, eles nunca serão plenamente respeitados”.
Publicado com a permissão de C-Fam.org
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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Secularista inglês para os religiosos: se não gostam da nossa definição de igualdade podem-se ir embora!

O Rabino-Chefe lorde Sacks afirmou que as tentativas de imposição de um modelo de igualdade "único" sobre as organizações religiosas está a corroer as liberdades religiosas. Ele avisou que tais acções na Grã-Bretanha podem trazer de volta a atmosfera que levou a que muitos ingleses abandonassem o país em busca de liberdade religiosa.

Os comentários de Sacks foram bem recebidos pelos grupos de liberdade religiosa Cristãos, mas atacados pelos representantes dos grupos anti-religiosos.

Preocupação.

O Rabino-Chefe falava perante o Comité Selecto da Casa dos Comuns juntamente com representantes da Igreja de Inglaterra, a Igreja Católica e o líder da Associação Humanista Britânica (militantes ateus).

Sacks disse que partilha da preocupação real dos líderes Cristãos, e concordou que aqueles que tentam impôr o modelo de igualdade e anti-descriminação sobre as organizações religiosas estão a destruir a liberdade religiosa. Ele acrescentou ainda que a Inglaterra caminhava para trás no tempo, para a altura do Mayflower quando muitos abandonaram o país "para encontrarem liberdade religiosa noutros sítios".

Imposição.

Bernard Jenkin MP, que liderou o Comité, avisou também que um "absolutismo humanista" seria "tirânico".

Andrea Minichiello Williams do grupo "Christian Concern" recebeu os comentários do Rabino-Chefe com agrado. Ela disse:

Tem havido uma significativa limitação da liberdade religiosa devido à cultura da "igualdade" e a imposição do politicamente correcto sobre o público.
Ela disse ainda que isto é "uma consequência inevitável do secularismo, que promete uma utopia mas dirige a sociedade para uma tirania" e acrescentou que não só o secularismo não é neutro como pune os dissidentes."

Mas Terry Sanderson, militante ateu e presidente do grupo "National Secular Society" (NSS), disse que as leis da igualdade que Sacks "ataca são uma conquista maravilhosa e algo que a maioria das pessoas - incluindo muitos Judeus - recebem como algo progressivo, justo e fortemente ansiado".

O militante ateu Sanderson acrescentou que o Rabino-Chefe era "egoísta, egocêntrico e politicamente motivado".

Uma das coisas que nós podemos ter a certeza em relação aos esquerdistas é que nós podemos saber o que eles geralmente são (ou tencionar fazer) pelas acusações que eles fazem aos religiosos - em especial aos Cristãos. Os militantes ateus é que geralmente são os "egoístas, egocêntricos e politicamente motivados".

Sanderson continuou com a demonstração do seu totalitarismo ao escrever no site da NSS:

A minha mensagem para o lorde Sacks, Andrea Minichiello Williams, Lord Carey, o Christian Institute e todos os outros choramingas é: se vocês realmente pensam que a vida neste país é intolerável e querem ir para outro sítio onde os vossos preconceito - digo, liberdades religiosas - podem ser expressas sem oposição, deixem-me citar uma canção do filme West Side Story: ‘I know a boat you can get on. Bye-bye.’”

É sempre bom falar com "adultos" que consideram "vai-te embora!" como uma forma válida de argumentação.

Se vocês forem lêr o que o militante ateu escreveu no seu site, sem dúvida que irão observar o tom raivoso que ele usa para classificar as palavras do Rabino-Chefe.

Paralelamente, o militante diz que as leis da "igualdade" (que são uma fabricação monumental uma vez que a homossexualidade não é igual à heterossexualidade) estão feitas de forma a "proteger" os homossexuais. Mas quem é que protege os Cristãos e os Judeus das leis da "igualdade"?

O mentiroso diz ainda que o Rabino se deveria sentir "sortudo" por viver num país secularizado e "tolerante" como a Inglaterra. Isto é totalmente orweliano, especialmente quando sabemos que essas leis da "igualdade" estão a ser usadas PRECISAMENTE para promover a intolerância e remover os verdadeiros direitos humanos dos Judeus e dos Cristãos religiosos.

Quem não se lembra da psicóloga Cristã que pode perder a sua carteira profissional por ter oferecido ajuda REQUISITADA a um homossexual, depois deste ter mentido e dito que precisava de ajuda para abandonar o seu estilo de vida auto-destrutivo?

Quem não se lembra do casal inglês, Peter and Hazelmary Bull, vítimas das leis da "igualdade" por se recusarem a violar os seus preceitos religiosos acomodando 2 homens no mesmo quarto, quando o seu estabelecimento só reconhece como "casal" um homem e uma mulher?

Portanto, as palavras do Sanderson são pura mentira. Ele sabe bem que as leis da igualdade tem como propósito acabar com a liberdade religiosa, e é precisamente por isso que os secularistas as fomentam com tanto vigor.

Se não fosse o aspecto anti-Cristão das leis da "igualdade", os humanistas não veriam nelas qualquer tipo de utilidade.

Símbolo Tolerante e Secular

terça-feira, 7 de junho de 2011

Homossexual Roubou 1.3 Milhão de Dólares da Paróquia Para Pagar Acompanhantes Masculinos

São sempre os membros do mesmo grupo sexual que traz mau nome à instituição, mas quando se trata de atacar os católicos, os esquerdistas "esquecem-se" de identificar a orientação sexual de quem comete os crimes. "Não é relevante" dizem eles. Claro que não. Só seria relevante se o propósito fosse reportar a verdade.
Patrick B. Craine
WATERBURY, Connecticut, EUA, 7 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um padre católico romano de Connecticut roubou mais de um milhão de dólares de sua paróquia para pagar por várias extravagâncias e atividades ilícitas, inclusive acompanhantes masculinos, informa a polícia de Waterbury.
O Pe. Kevin Gray, de 64 anos, ex-padre da paróquia Sagrado Coração em Waterbury, foi acusado de apropriação indébita de primeiro grau após roubar 1.3 milhão de fundos da paróquia para pagar acompanhantes, hotéis, almoços e jantares fora e roupas.
Ele levava cartões de crédito para dois homens em sua conta — um a quem ele conheceu num clube de strip-tease, o outro de um serviço de acompanhante. Ele pagou a matrícula de Harvard para outro homem que ele conheceu no Central Park.
“Até essa investigação ele tinha uma reputação excelente”, Christopher Corbett, capitão da polícia, disse para a Fox News. “A vida que ele estava levando na Cidade de Nova Iorque era muito diferente da vida que ele estava levando em Waterbury como padre. Ele é certamente um exemplo de alguém que estava levando uma vida dupla”.
O padre começou a pegar dinheiro quando foi transferido para o Sagrado Coração em 2003. Ele disse para a polícia que “desenvolveu um ódio de ser padre” e “sentia que a igreja estava em dívida com ele”.
Ele odiava o Catolicismo mas pelos vistos não odiava o dinheiro que os católicos lhe davam.
Este ódio a tudo o que se identifica com a Bíblia é bem comum entre os homossexuais.
As discrepâncias financeiras foram denunciadas pela arquidiocese em 27 de maio depois que o Pe. Gray ficou de licença médica em abril e desapareceu. Ele se entregou para a polícia na terça-feira, e foi incriminado com uma fiança estipulada em 750.000 dólares.
O depoimento policial juramentado diz que o Pe. Gray disse para a polícia que ele é homossexual e que ele tem objeções ao ensino da Igreja Católica sobre a homossexualidade.
Mas não tinha objecções em usar o dinheiro da igreja? Se ele não gostava do que a igreja ensinava, porque é que ele não abandonou o sacerdócio?

Ah, espera. Mas depois como é que ele sustentaria o seu comportamento homossexual, certo? Esqueci-me dessa parte.

Numa instrução de 2005, o Vaticano proibiu a admissão de homossexuais nos seminários, e avisou que “não se deve de forma alguma ignorar as consequências negativas que podem derivar da ordenação de pessoas com tendências homossexuais profundamente enraizadas”.
A ordem oficial foi ignorada em muitas dioceses, e recebeu até oposição direta de alguns bispos e ordens religiosas.
Ou seja, as instituições com autoridade dizem para não aceitar pessoas que adiram ao comportamento homossexual, mas as dioceses ignoram a ordem. No entanto, quando esses mesmos homossexuais são mais tarde acusados de abusar de meninos, é a liderança católica que tem que responder pelos actos. Portanto, os católicos tem que responder por crimes contra os quais eles estão a lutar enquanto que os homossexuais são mantidos como as "vítimas" neste processo todo.
Alguns comentaristas sugeriram que a instrução não tinha o objetivo de barrar homens com tendências homossexuais, mas meramente aqueles com uma sexualidade imatura.
Mas o Cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano, reafirmou o ensino em 2008, numa carta aos bispos do mundo, insistindo em que a proibição na admissão em seminários de homens com tendências homossexuais se aplica universalmente.
E com toda a razão.
Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews:
Homosexuals Not Permitted in Any Seminaries, Reaffirms Vatican
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/may/08052009.html
Vatican Officially Releases Document on Homosexuality and the Priesthood
Extracts From Official Release of Vatican Document on Homosexuality and the Priesthood
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10070705

quarta-feira, 1 de junho de 2011

PLC 122: Prisão para quem discordar da sodomia

Os esquerdistas usam a homossexualidade como arma contra os Cristãos, e não porque realmente se preocupem com o bem estar dos homossexuais.

Se a motivação dos esquerdistas mundiais realmente fosse o bem estar dos homossexuais, então o Médio Oriente seria inundado de programas das Nações Unidas para combater a "homofobia". Mas eles não o fazem porque a ideologia dominante nessa área da mundo não é o Cristianismo.

Os Cristãos são seleccionados como adversários porque o esquerdismo e o Cristianismo não podem co-existir lado a lado. No entanto, nessa guerra contra Deus, os esquerdistas não podem dizer abertamente que o seu propósito é destruir a influência do Cristianismo e como tal escondem-se por trás do movimento homossexual.

Claro que os esquerdistas tem sempre o cuidado de não dizer aos homossexuais que eles são apenas peões nesta guerra espiritual, mas mais cedo ou mais tarde eles vão-se aperceber disso. Podemos ter uma amostra disto neste incidente.

O PLC 122 tem como propósito calar a voz Cristã e colocar um grupo sexual com direitos que mais ninguém no mundo tem: o direito de não receber críticas em relação às suas preferências sexuais. Claro que isto só avança se o povo deixar - como se viu na reacção brasileira em relação ao kit-sodomia, eufemisticamente chamado de "kit-gay".


domingo, 1 de maio de 2011

Ateu gay dá alerta contra nova tirania… moralidade esquerdista oprimindo os cristãos

LONDRES, Inglaterra, 4 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — A decisão da Suprema Corte em Londres, feita na semana passada, proibindo casais cristãos pró-família de cuidar de crianças órfãs está preocupando até mesmo ateus que se descrevem como gays. Os juízes decidiram que é conveniente proibir casais cristãos de cuidar de crianças órfãs já que eles se recusam a apresentar o sexo homossexual como benéfico.
David Starkey, um renomado historiador e personalidade dos meios de comunicação da Inglaterra, estava debatendo a decisão na rede de televisão BBC ontem. Starkey disse: “Sou gay e sou ateu, mas tenho profundas dúvidas acerca desse caso. Parece-me que o que estamos fazendo está produzindo uma nova moralidade tirânica que é, em todos os aspectos, tão opressiva quando a velha”.
Starkey descreveu que cresceu como homossexual sofrendo o que ele acredita terem sido importunações da polícia. Contudo, ele disse: “Estou muito, muito preocupado com o fato de que um novo tipo de moralidade liberal está entrando, a qual, conforme eu já disse, é intolerante, é muito opressiva, é muito intrusiva na vida das famílias”.
Starkey também mencionou o caso do casal britânico que era dono de uma pensão e foi multado já que não queria hospedar uma dupla homossexual. Starkey disse que se opunha à multa sugerindo outra atitude: “O jeito de fazer isso não é proibi-los, não é multá-los. Eles deveriam simplesmente providenciar o que me parece um aviso bastante apropriado numa pensão particular que diz: Somos cristãos e temos convicções cristãs”.
“Caso contrário, estamos, como eu disse, produzindo uma nova tirania”, ele acrescentou.
Starkey notou que sua própria mãe era cristã e se opunha firmemente à homossexualidade, que Starkey disse o fez quem ele é.
Starkey concluiu suas observações de modo enfático declarando: “Viver sob… a imposição de uma moralidade é uma ideia muito ruim”.

Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

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sábado, 23 de abril de 2011

Tribunal americano determina que as escolas não podem censurar críticas à homossexualidade

O lobby sodomita avançou tanto que agora é preciso que lembrar às pessoas que criticar comportamentos é perfeitamente legal.

O Tribunal de Apelo do 7º Circuito emitiu uma decisão que pode ter implicações mais abrangentes na liberdade de expressão e na questão em torno do "casamento" homossexual nos Estados Unidos.

Uma escola que permita a propagação dos direitos dos estudantes homossexuais não pode ser permitida a amordaçar o criticismo à homossexualidade.
O caso remonta à "Indian Prairie School District", onde estudantes foram proibidos de expressar a sua visão religiosa sobre o comportamento homossexual com as suas t-shirts. O tribunal rejeitou o argumento dos oficiais da escola que alegaram que a Primeira Emenda pode ser posta de parte, e censurar t-shirts que digam “Be Happy, Not Gay” ("Sê feliz e não homossexual") como forma de impedir que alguns estudantes tenham os seus sentimentos feridos.

O tribunal acrescentou:

A escola alegou (e ainda alega) que banir ‘Be Happy, Not Gay’ era apenas uma forma de proteger os "direitos" dos estudantes visados com a mensagem da t-shirt. Mas as pessoas na nossa sociedade não tem o direito legal de prevenir o criticismo às suas crenças ou ao seu estilo de vida.
A Alliance Defense Fund (ADF), que defendeu o caso dos estudantes cristãos, afirmou que:
Os estudantes cristaos não podem ser descriminados por expressarem as suas crenças...O 7º Circuito, mais uma vez, correctamente reconheceu que a Primeira Emenda protege os direitos dos estudantes..... Num ambiente que abertamente permite o discurso que promove o comportamento homossexual, a escola simplesmente não pode censuar a visão contrária.
Em Abril de 2006, Heidi Zamecnik, estudante na "Neuqua Valley High School" (Naperville) usou uma t-shirt com a mensagem "Be Happy, Not Gay." No dia anterior a escola tinha permitido que estudantes usassem uma t-shirts mostrando apoio ao comportamento homossexual como parte do "Dia do Silêncio", promovido pela "Gay, Lesbian, Straight Education Network".

Embora a t-shirt de Zamecnik não tenha causado qualquer tipo de distúrbio, o reitor da escola exigiu que a estudante retirasse a t-shirt ou fosse mandada para casa para o resto do dia. Após conversa telefónica com a mãe da estudante, todos concordaram em mudar a t-shirt para que esta mostrasse "Be Happy, Be Straight." ("Sê Feliz, Sê Heterossexual"), mas o reitor não cumpriu a sua parte do acordo, e em vez disso fez com que uma conselheira riscasse as palavras "Not Gay" da t-shirt de Zamecnik de modo a que esta só mostrasse "Be Happy."

Alex Nuxoll, outro estudante da "Neuqua Valley High School", disse que tencionava expressar a sua visão sobre o comportamento homossexual durante o ano seguinte, incluindo no dia seguinte ao "Dia do Silêncio". No entanto o 7º Circuito emitiu uma decisão em Abril de 2008 que resultou na injunção preliminar prevenindo os oficiais da escola de censurarem a mensagem de Nuxoll enquanto o caso, Zamecnik v. Indian Prairie School District #204, avançava nos tribunais.

Conclusão:

Como é normal no lobby homossexual, "liberdade" para eles significa "liberdade para nós mas não para quem se opõe à nossa mensagem". Não cabe na cabeça de alguém minimamente sensível que se tente restringir o direito à expressão contra um comportamento como modo de "proteger as sensibilidades".

Se vamos por esse caminho, que tal proteger as "sensibilidades" dos cristãos e impedir judicialmente que se ataque a Bíblia?

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Sodomita inglês propõe a proscrição da "religião"

Reginald Kenneth Dwight, mais conhecido por Elton John, acha que seria boa ideia banir as "religiões". (Este ódio às "religiões" é bastante comum entre os activistas sodomitas.)

Reginald Dwigth defende que gostaria de vêr todas as "religiões organizadas" banidas e acusou-as de "tentar atrair o ódio contra os homossexuais".

Interessante. Ele é que defende a ilegalização da "religião organizada" (seja lá o que isso fôr) mas no entanto, acusa a "religião organizada" de concentrar ódio contra as pessoas com o mesmo vício que ele.

Segundo o Reginald, a "religião organizada" é deficiente no que toca à compaixão e por causa disso torna as pessoas em "lemingues cheios de ódio".

Mas o músico disse que ele "adora" a ideia dos ensinamentos do Senhor Jesus e as bonitas histórias que ouviu na escola Dominical. Pergunto-me se ele chegou a ler o capítulo 19 do Primeiro Livro da Bíblia:

Então o Senhor fez chover enxofre e fogo do Senhor, desde os céus, sobre Sodoma e Gomorra. E derribou aquelas cidades, e toda aquela campina, e todos os moradores daquelas cidades, e o que nascia da terra.

O sr Kenneth Dwight acrescentou ainda que conhecia muitos sodomitas como ele que adoravam a sua religião. Ele não disse qual era a "religião", infelizmente. Além disso, nem me atrevo a perguntar onde é que ele conheceu esses "religiosos" sodomitas.

Os seus comentários foram feitos numa especial edição sodomita do "Observer Music Monthly Magazine", onde ele foi entrevistado pela Jake Shears (Scissor Sisters).

Acho que a religião sempre tentou direccionar ódio contra os homossexuais. . . . A religião promove o ódio e o ressentimento contra os gays.
De acordo com o compositor-cantor, a solução seria "banir a religião por completo, embora haja algumas coisas boas nela". O sodomita acrescentou:
A realidade é que a religião organizada não funciona. Ela transforma pessoas em lemingues odiosos e não é verdadeiramente compassiva."
Segundo o eminente historiador Reginald Kenneth Dwight, os problemas que os sodomitas experimentaram nas nações do bloco soviético, tais como a Polónia, a Lituânia e Rússia, foram causados por movimentos anti-gay que apoiavam a Igreja. Ele não diz quais foram os "problemas" que os dependentes do mesmo vício que ele "suportaram".

Repare-se também que ele coloca toda a "religião organizada" dentro da classificação "Cristianismo". Segundo ele, os problemas dos sodomitas foram causados por pessoas que suportam a Igreja. A sua solução é banir a "religião organizada" ( = Cristianismo).

O Reginald apelou aos líderes das religiões maioritárias que se reunissem para "discutir" os destinos do mundo. O músico acredita que, tal como as coisas estão, há um "desenvolvimento que nos pode levar à Terceira Guerra Mundial".

Eu disse o mesmo pouco depois do 11 de Setembro mas as pessoas pensaram que eu estava a ficar maluco. . . . Tem tudo a ver com o diálogo - é a única forma.

Coloquem os membros de todas as religiões e digam: "Oiçam, isto não pode continuar assim. Porque é que há tanto ódio?" Somos todos o povo de Deus; temos que nos dar bem e os líderes religiosos tem que mostrar o caminho. Se eles não o fizerem, quem o fará?

Eles não o farão e portanto terão que ser os músicos ou outros a lidar com a situação.

Redinald disse ainda que continuaria a lutar pelos "direitos" dos sodomitas. Não sei bem que "direitos" são esses, mas provavelmente deve ser o "direito" de ser o único grupo social cujo comportamento não pode ser de forma alguma criticado.
Vou continuar a lutar por esses direitos, quer seja silenciosamente por trás do palco ou mesmo vocalmente, mesmo que seja preso.
Sim, um homossexual a requisitar "direitos" para o seu vício tem grandes probabilidades de ser "preso" em Inglaterra.

Como acontece com frequência, a manobra do Reginald é uma forma de preparar o caminho para a censura de todos aqueles que se opõem ao seu vício sexual. O Reginald não quer que se resolvam os problemas do mundo; ele quer que se resolva o problema que o afecta de modo pessoal: a liberdade que as pessoas tem de criticar qualquer conduta, seja ela qual fôr.

Entretanto, enquanto os "líderes religiosos" não se reúnem para "salvar" o mundo, o Reginald vai tentando mostrar cenas de sexo com menores em séries de televisão:

[O Elton John] sondou [o criador de Glee] Ryan [Murphy] àcerca de alguns enredos que ele poderia tomar parte. Ele disse que uma das primeiras coisas que ele [Elton] disse foi:
O que eu gostaria era de ser teu amante mas acabar na cama com o Chris.
Claro que no programa Chris tem 16 anos, portanto isso seria um isco para ir parar à cadeia . . . . . Mas mesmo assim espero que ele faça parte do programa.
Dentro do contexto da série "Glee", os pensamentos homopedófilos de Elton John são ainda mais doentios uma vez que, na série, Kurt (o papel que Chris Colfer desempenha) é uma criança inocente, ingénua e bastante doce que não faz ideia nenhuma do que é o sexo, muito menos o homossexo.

Este é o homem que quer ilegalizar a "religião organizada".


elton john
Elton John 25 kilos mais novo.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Padaria corre risco de ser fechada por não pactuar com homossexualidade

Um sistema legal controlado pelos esquerdistas caracteriza-se não só pela coerção em não atacar estilos de vida politicamente correctos, como também em ter que se tomar parte na promoção dos mesmos:
O dono de uma loja de bolos de Indianapolis pode ser despejado da sua localização de muitos anos por recusar uma encomenda especial feita por um grupo homossexual universitário.

A padaria "Just Cookies" opera no mercado (propriedade da cidade) há mais de 20 anos. O presidente da comissão de directores que supervisiona o mercado declarou ao jornal Indianapolis Star que ele "não gostaria de perde-los" como arrendatários mas que isso pode muito bem acontecer uma vez que o dono, David Stockton, tomou uma decisão moral de não pactuar com a actividade homossexual.

Gerou-se uma controvérsia quando os donos da padaria alegaram objecções morais em relação à encomenda de bolos decorados com arco-íris. A encomenda é para o "National Coming Out Day" que se realiza para a semana e que vai ser festejado numa universidade próxima.

David Stockton disse pelo telefone que ele não se sentia confortável em suportar os valores homossexuais especialmente porque isso não seria um bom exemplo para as suas duas filhas.

Micah Clarke da Associação da Família Americana de Indiana diz que há indícios de que a cidade pode despejar Stockton citando a legislação local de "anti-descriminação".

Nenhuma das pessoas que já leu o livro de Orwell 1984 vai ficar surpreendida com o facto de legislação de "anti-descriminação" ser usada para descriminar contra grupos que os esquerdistas não aprovam, nomeadamente, aqueles que são guiados por princípios morais em vez de decretos politicamente correctos da classe dominante.

Conclusão:

O que fica desta história é como o fascismo homossexual vai ganhando força com a preciosa ajuda dos esquerdistas. Debaixo do novo "sistema moral" já não há liberdade para não se pactuar com o auto-destrutivo comportamento homossexual: somos obrigados a fazer parte de comportamentos nocivos mesmo que isso contradiga as nossas convicções morais, a Medicina, a Fisiologia , etc.

Que isto nos sirva de exemplo para uma coisa que podemos transportar para a nossa vida pessoal: o mal só progride numa direcção. Se nós damos um centímetro de espaço ao mal, ele vai querer 10 cm. Se dermos 10, ele vai querer 50. Se dermos 50, ele vai querer 100, e assim sucessivamente até sermos totalmente derrotados espiritualmente.

O lobby homossexual, sendo um grupo que promove um comportamento que contradiz o propósito da Criação, vai continuar a forçar o seu comportamento pelas nossas vidas adentro até não poder mais.

Portanto, todo e qualquer compromisso que nós façamos com esse lobby é uma derrota para nós. Nesta guerra do homossexualismo contra Deus não há meio termo: ou se é contra ou se é a favor. Deus não nos deu espaço para sermos "neutros" (Lucas 11:23).

rainbow_swastika.jpg

Foto tirada do blog Moonbattery.com

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Tribunal Europeu dos Direitos Humanos avaliza presença dos crucifixos nas escolas italianas

Autor: Orlando Braga,


O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos deu o dito pelo não dito, e avaliza agora a presença dos crucifixos nas escolas italianas. A ler, sobre este assunto:

Desde logo, a profissão de fé gayzista do José Carlos Malato, gorou-se; esfumou-se; escafedeu-se.

E depois, o tribunal constatou o óbvio: a presença dos crucifixos nas salas de aula não está associada a uma obrigatoriedade de seguir a religião cristã, por um lado, e que a religião maioritária em um determinado país desempenha um papel preponderante no âmbito escolar, mas que não supõe um acto de doutrinamento, por outro lado.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Deseducação sexual - por José César das Neves

A educação sexual é indispensável na formação de todos. Por isso, as escolas devem interessar-se pelo tema e dar aulas sérias e formativas. Há anos que a questão é discutida nos meios didácticos e políticos e o Parlamento tem analisado sucessivos projectos de lei. Apesar disso, a educação sexual não melhorou nem se prevê que melhore nas próximas décadas em Portugal. Os responsáveis só complicam um assunto que não precisa de ajuda para ser difícil.

A educação política também é essencial e as escolas devem incluí-la. Mas que pensaria se esses programas lectivos fossem baseados nos projectos de um partido minoritário e extremista, por exemplo o Bloco de Esquerda? Que acharia se na escola as crianças e jovens aprendessem que "a energia deve ser pública" (porque não o pão?), que no meio da crise se deve adoptar a semana de 35 horas e palermices semelhantes? Para não falar na ditadura do proletariado e revolução permanente, escondidas nas suas raízes maoístas e trotskistas. Seria um terrível abuso do sistema educativo.

É exactamente essa infâmia que tem sido cometida nos últimos anos no campo da educação sexual escolar. Um grupo de iluminados, defendendo fanaticamente posições extremistas que assumem como únicas razoáveis, tem capturado o ensino impondo essas ideias como "educação sexual". Ideias que, por acaso, são opostas às da maioria das famílias portuguesas, que esses especialistas desprezam como conservadora e tacanha, pretendendo iluminá-la do alto da sua ciência.

De forma sub-reptícia nos corredores do ministério ou abertamente nos debates políticos, tem-se assistido a intensa campanha para coagir a sociedade a seguir alguns princípios, auto-denominados de progressistas, justos e livres. Esses princípios são aqueles a que a sociedade até há pouco chamava "porcalhões". As aulas devem mostrar órgãos sexuais às crianças e explicar os detalhes de carícias, coito e contracepção. A masturbação é natural, o impulso sexual deve ser promovido, se praticado com segurança, e há perfeita equivalência entre todas as opções sexuais. Pudor, castidade e matrimónio são disparates.

Já deve ter reparado que no nosso tempo existe uma intensa controvérsia acerca das questões da família e do sexo. Aspectos consensuais há milénios são momentaneamente polémicos e vivemos enorme confusão de valores e critérios. Isso não nos deve escandalizar, porque todas as gerações têm os seus debates fundamentais.

Se vivêssemos há uns séculos, ver-nos-íamos envolvidos em discussões, hoje abstusas, acerca do sistema político, empresarial ou religioso. Aliás são os mesmos activistas revolucionários que, órfãos dessas antigas lutas político-económicas, vêm agora atacar a instituição familiar com a fúria dos velhos combates laborais. A alcova substituiu a empresa e o direito à greve foi trocado pelo direito ao deboche. Os esquerdistas andam agora paradoxalmente aliados a marialvas e proxenetas.

(Fonte)

terça-feira, 22 de março de 2011

Homossexuais não atacam mesquitas

Este post é especialmente dedicado a quem pensava que os actos de terror perpetuados pelos homossexuais contra os cristãos é apenas devido ao facto de eles (Cristãos) terem votado contra a Prop 8, na Califórnia.

A história por trás do terrorismo homossexual é simples: Há algum tempo atrás, e por decisão judicial (não pela vontade dos eleitores), o "casamento" homossexual foi legalizado na Califórnia. Como resposta a esta decisão, a "Proposition 8" foi escrita como forma de rebater os 4 juízes que ignoraram a vontade do povo californiano no que toca à definição de casamento.

De acordo com este site, a "Prop 8" ganhou (52% a favor, 48% contra). Isto deveria ser o final da história, mas, para alguns, o processo democrático não é o suficiente.

Enfurecidos com o resultado da votação, os activistas homossexuais direccionaram o seu ódio contra aqueles que mais votaram a favor da Prop 8: afro-americanos, mórmons, e cristãos.


Um dos comentadores afirmou que os cristãos não estavam a ser atacados pelos homossexuais devido ao facto de serem cristãos, mas sim devido ao facto de terem votado a favor da Prop 8. Na altura foram fornecidas evidências que isso não era bem assim.

Evidências agora levantadas confirmam que a raiva dos homossexuais é selectiva. Sabe-se agora que os muçulmanos votaram na sua esmagadora maioria contra o "casamento" homossexual, e a favor da Prop 8. No entanto, os homosexuais não atacaram as mesquitas da mesma forma que atacaram as igrejas. Porquê?

Se, como disse o comentador, a razão da raiva homosexual era puramente devido ao sentido de votação dos cristãos, e não porque eles eram cristãos, porque é que os homossexuais não atacam os muçulmanos, que votaram da mesma forma que os cristãos?

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sábado, 19 de março de 2011

A Ingaysição pode redundar em violência anti-gay

Texto original da parte de Orlando Braga.


Existem centenas de estudos científicos com Pier Review que demonstram a existência de uma ligação entre a homossexualidade e a pedofilia. Basta fazermos uma busca pela Internet para termos acesso a alguns desses estudos, mas a verdade é que eles são cada vez mais difíceis de encontrar devido a um policiamento ideológico dos motores de busca. Por exemplo, um estudo científico com Pier Review da autoria do Dr. Kurt Freund foi publicado salvo erro em 1984, e demonstrou o seguinte:

  • — 80% das vítimas de pedofilia são crianças do sexo masculino abusadas sexualmente por adultos do sexo masculino;
  • — Embora a maioria dos homossexuais masculinos não sejam pedófilos, 35% dos pedófilos são homossexuais, e tendo em conta que só 2% dos adultos do sexo masculino são homossexuais.

Isto significa que num universo total dos homossexuais, 35% do total são pedófilos, e os gays constituem apenas 2% do total da população masculina. As contas são boas de fazer: ficou demonstrada uma clara ligação entre a homossexualidade e a pedofilia. Basta usar a aritmética.

Para além disso, existem dois factores que corroboram a forte ligação entre a homossexualidade e a pedofilia : O “Efeito do Irmão Mais Velho” (Older Brother Effect), a educação e o meio ambiente em que a criança se desenvolve e que inclui os abusos sexuais por ela sofridos na infância.



Recentemente, o governo “conservador” de David Cameron designou um médico com provas dadas de competência, de seu nome Hans-Christian Raabe, para conselheiro do programa do governo inglês para o combate às drogas. Menos de um mês depois da nomeação para esse cargo consultivo e não remunerado, o Dr. Hans-Christian Raabe foi demitido por ter citado o estudo supracitado do Dr. Kurt Freund, quando em 2005 colaborou em co-autoria em um parecer técnico sobre o problema da adopção de crianças por gays.

Reparem bem :

  • em 2005 foi solicitado pelo governo inglês um parecer técnico em que participaram na sua feitura, entre outros, o Dr. Hans-Christian Raabe, parecer esse acerca da adopção de crianças por duplas de gays.
  • Esse parecer técnico citou as conclusões do estudo científico em epígrafe da autoria do Dr. Kurt Freund “Paedophilia and heterosexuality vs homosexuality”, de 1984 — estudo esse que sofreu um Pier Review.
  • Um deputado inglês gayzista e esquerdista, de seu nome Evan Harris, publica um artigo num blogue criticando a escolha do governo inglês.
  • Quando a jornalista inglesa Melanie Phillips veio em defesa do Dr. Raabe, sofreu ameaças de morte.
  • Dias depois do deputado Evan Harris ter escrito o seu artigo, o Dr. Hans-Christian Raabe foi demitido pelo governo “conservador” inglês.
  • Não existe nenhuma relação lógica e ligação técnica entre um parecer de 2005 acerca da adopção de crianças por duplas de gays, e os pareceres técnicos acerca o uso de drogas. No caso de Dr. Hans-Christian Raabe (e de muitos outros), o politicamente correcto gayzista procedeu a um saneamento político puro e duro.

Perante os factos e os casos semelhantes a estes que se acumulam a cada dia que passa, e devido à total impotência da classe política em lidar com o fenómeno do gayzismo, é uma questão de tempo para que comecem a surgir casos de violência anti-gayzista, perpetrados por organizações da sociedade civil actuando clandestinamente, e apoiados logisticamente pelas populações.

sábado, 12 de março de 2011

O roubo homossexual aos velhinhos cristãos

Quando os donos Cristãos do "bread & breakfast" Peter and Hazelmary Bull se recusaram a deixar dois homossexuais usar um quarto (reservado para casais) para as suas perversões sexuais, o longo martelo do sistema legal marxista cultural caiu sobre eles e os mesmos viram-se na obrigação de "compensar" os homossexuais com £3,600 (€4,148.17).

Mas isto não é suficiente para saciar o apetite voraz dos demónios que atacam os Cristãos através destes homossexuais. Parece que o juiz que decidiu o caso foi compassivo com o casal de Cristãos porque eles agiram em sinceridade de acordo com as suas convicções Cristãs em torno da santidade do casamento. Na era do marxismo cultural militante, isto não serve:

Os advogados que defendem a causa dos homossexuais afirmam que as crenças Cristãs do sr e da srª Bull devem ser ignoradas na altura de se decidir o montante da compensação.

Ignoradas? É surpreendente que eles não insistam que os castigos sejam duplicados apenas e só porque eles acreditam em valores morais absolutos e não no politicamente correcto.

Estes homossexuais não tem nada a perder em roubar ainda mais dinheiro aos idosos donos do B&B. Os 4,148 euros que eles já tem que pagar já deve ser uma fortuna, mas o que é isso para o movimento homossexual?

A Comissão pela Igualdade e Pelos Direitos Humanos está a fornecer ajudar legal - à custa dos contribuintes.

Na semana passada a Comissão foi forçada a emitir uma desculpa embaraçosa depois de alegar que pais Cristãos podem prejudicar as crianças ao "infectá-las" com os seus valores morais.

Infectá-las? O Cristianismo agora é uma doença? A crença de que o ânus não é um órgão sexual, mas sim um órgão propositadamente criado para expelir excremento e gases intestinais, é uma "doença"? A santidade do casamento é uma "doença"?

Uma vez que a sociedade inglesa caminha para declarar oficialmente o Cristianismo uma "doença", quanto tempo até se abrirem campos de "re-educação" para se remover esta "doença" da sociedade?

homosexuals
Os donos da cultura caminham até a perdição eterna

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Católicos defendem a Catedral de Lima contra provocação de invertidos

No sábado, 19 de Fevereiro, centenas de católicos reuniram-se no átrio da catedral de Lima (Peru) para rezar um terço pela paz, perante a provocação "Beijos contra a homofobia", na qual um reduzido grupo de invertidos e invertidas se beijaram na Praça Maior, localizada em frente ao principal templo católico do Peru.
Os invertidos tinham convocado este evento, realizado originalmente no sábado, 12 de Fevereiro, tendo sido desalojados pela polícia por beijar-se nas escadarias da catedral.

Para esta segunda edição, contaram com o apoio explícito da prefeita de Lima, Susana Villarán, que em diversas ocasiões expressou o seu apoio às uniões de invertidos.

Os invertidos e invertidas fizeram uma intensa campanha mediática para a convocação do evento do último sábado, 19, mas só conseguiram reunir 8 pessoas dispostas a beijar-se na Praça Maior.

Um recente inquérito da empresa CPI, realizada entre 1 e 6 de Fevereiro, assinala que 75 % dos peruanos se opõem ao chamado "matrimónio" de invertidos.

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