Oficias da "Washington’s Evergreen College" deram permissão a um homem transgénero de se expor perante jovens raparigas no balneário. Para além disso, o homem disse às raparigas que elas poderiam trocar de roupa por trás duma cortina se não gostam de estar na sua presença.
A Alliance Defending Freedom reportou:
A Alliance Defending Freedom reportou:
Na Quinta-Feira passada a ADF enviou uma carta à "Washington’s Evergreen State College" depois dos oficiais alegarem que a sua política de não-discriminação não permite que a escola impeça um homem de se expor no balneário perante meninas com idades que podem chegar aos seis anos. Um procurador distrital declarou também que não tem planos de impor o estatuto de exposição indecente para proteger as meninas.
Por várias vezes o estudante de 45 anos (!), que se veste como uma mulher e adopta o nome de Colleen Francis, despiu-se e expôs os seus genitais masculinos no balneário feminino. Estudantes da Olympia High School e crianças da "Evergreen Swim Club and Aquatics Academy" partilham o uso do balneário com a universidade. Em vez de impedir o homem de se trocar no balneário feminino, a escola instalou cortinas e pediu às meninas que se trocassem por trás delas.
Conselheiro legal sénior David Hacker afirmou:
As meninas não deveriam ficar expostas a homens nus, ponto final. A noção universitária da "não-discriminação" não muda esse facto. A ideia do procurador distrital de não proteger as meninas é chocante. O que os americanos estão a observar aqui é o fruto venenoso das leis e das políticas da "não-discriminação" Colocar as propensões deste homem a frente da segurança destas meninas é inaceitável.
* * * * * * *
É por demais óbvio que este homem não tinha necessidade nenhuma de usar instalações femininas para trocar de roupa. Não tenho forma de confirmar isto, mas estou certo que isto foi levado a cabo PRECISAMENTE com o propósito de gerar uma crise, e da crise resultar uma expansão da anormalidade (e de direitos).
A mensagem que foi passada com a atitude da universidade e do procurador geral foi "os homens podem usar as instalações sanitárias femininas desde que se identifiquem como transsexuais". Isto é um "direito" só deles, e de mais nenhum homem.
Há 20/30 anos atrás, se um homem fosse apanhado na casa de banho duma mulher, teria que ser escoltado rapidamente para fora sob pena da sua integridade física ser posta em causa. Hoje, como somos mais "progressistas", não só essa aberração é permitida, como é dito às meninas que elas têm que se acomodar à Nova Ordem Sexual.
Imaginem a confusão duma menina de 6, 7 ou 8 anos a entrar numa casa de banho e deparar-se com um homem. O seu senso comum ficará totalmente perturbado e as suas noções de "macho" e "fêmea" sofrerão um ataque frontal do qual ela muito dificilmente se recuperará. O mais trágico é que é esse mesmo o propósito de medidas da "não-discriminação" e "combate à transfobia".
Um homem (e ele é um homem) que tenha a tara de se colocar nu perante meninas de 6/7/8 anos não merece acomodação mas prisão. Mas isto talvez seja uma declaração demasiado "preconceituosa" e "transfóbica" na era do "tolerância".
