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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Por algum motivo eles querem acesso às crianças

Claro que quem critica estas coisas tem "ódio" no coração.

Note-se que este activista homoerótico associa as suas acções com Satanás (algo notório pelos chifres que ele orgulhosamente ostenta).

Sempre que alguém disser "de que forma é que os gays afectam a tua vida?", mostrem-lhe esta imagem.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Transsexual confessa: "Sinto que estou a viver uma mentira"

Homem que se submeteu a uma cirurgia de mudança de sexo, paga pela sistema de saúde Britânico com o nome de NHS, afirma agora que quer reverter a sua operação.

Falando para a  revista Closer, Matthew Attonley, que actualmente se identifica como "Chelsea", disse que desde que fez a cirurgia que sente que vive uma mentira, para além de ter mencionado a sua luta contra a depressão e a ansiedade, consequência dos hormonas que lhe foram prescritas.

Já se passaram sete anos desde que Attonley fez a cirurgia mas ele sente que "nunca fui totalmente aceite como uma mulher de verdade":

Sempre quis ser uma mulher, mas nenhuma quantidade de cirurgia me pode dar um genuíno corpo feminino, e como tal, sinto que estou a viver uma mentira.

Cheguei à conclusão que será mais fácil eu parar de lutar contra a forma como eu naturalmente me pareço e aceitar que fisicamente nasci como um homem.

Pensei que a cirurgia me faria sentir-me completo, mas isso não aconteceu. Dentro de mim, e apesar da cirurgia, eu sempre soube que eu havia nascido como um homem. Eu não conseguia manter a fachada de fingir que era uma mulher visto que isso me estava a destruir.

Independentemente da quantidade de maquilhagem que eu colocava, ou da forma como eu me vestia, eu sabia que as pessoas nunca olhariam para mim como uma mulher de verdade.

Attonley tem agora a esperança de que o NHS lhe pague a cirurgia necessária para que ele volte a ser um homem [sic]. Alex Wild, director de pesquisa da organização "TaxPayers’ Alliance", disse:

O NHS tem que ar prioridade aos serviços cruciais de ponta e não a cirurgias de vaidade ridículas. Toda esta saga custa demasiado. Se o [National] Health Service tem que ser financiado da forma correcta, então este tipo de desperdício tem que ser colocado de parte.

No ano passado, uma mulher Belga acabou com a sua vida através da eutanásia  depois duma operação de mudança de sexo ter ficado aquém das suas expectativas.

As pesquisas já demonstraram que um elevado número de pessoas que se submete à uma cirurgia de mudança de sexo comete suicídio.

sexta-feira, 7 de março de 2014

A rapariga transsexual e o "crime de ódio" que nunca foi

A polícia da pequena cidade no norte da Califórnia com o nome de Hercules havia dado início a uma investigação em torno de abuso sexual e crime de ódio depois duma rapariga que se identifica como "rapaz" alegadamente ter sido atacada por três rapazes adolescentes enquanto usava a casa de banho que está de acordo com a sua identidade de género (isto é, a casa de banhos dos rapazes).

Segundo o Departamento Policial de Hercules, a estudante de 15 anos afirmou que estava a sair da casa de banho dos rapazes quando foi confrontada por "três jovens não identificados do sexo masculino". A estudante disse às autoridades que os três rapazes, que se acreditam ter cerca de 16,17 anos, empurraram-na para zona dos deficientes da casa de banho, onde ela foi "agredida fisicamente e sexualmente".
Só que ela mentiu.

Segundo Van Putten, detective policial de Hercules, a adolescente transgénero retratou-se da história que havia contado, "admitindo que a havia fabricado totalmente" durante uma entrevista com um detective. A estudante admitiu finalmente que havia inventado a história durante a entrevista que se seguiu com um detective (na Terça-Feira) mas a detective Van Putten não especulou em torno das razões que levaram a rapariga a mentir.

* * * * * * *
A detective não especulou, mas nós podemos especular. Fingir ser uma vítima é a forma através da qual os pervertidos adquirem o poder sobre os outros. Uma vez que não existe opressão genuína na nossa sociedade (algo que contradiz a ideologia esquerdista), a opressão tem que ser fingida de modo a que os pervertidos possam justificar o seu estatuto elevado aos olhos dos idiotas liberais que insistem em estimular a desilusão mórbida dos pervertidos ao identificarem os transgéneros com pronomes que não estão de acordo com a sua composição cromossómica.

Mas não se preocupem, esquerdistas. O pequeno anjo não sofrerá qualquer represália por colocar a polícia em trabalhos dispendiosos numa investigação corpulenta em torno da profanação da Pessoa com Perversidade Privilegiada:
Mario Trujillo, porta-voz da "West Contra Costa Unified School District", dise que os oficiais da escola estão menos preocupados em punir a estudante do que garantir que ela obtenha todo o apoio que precisa para se sentir segura e confortável na escola. “Reconhecemos que a vida é complicada, e que no final do dia isto foi um pedido de ajuda,” disse Trujillo.
Tal com com o logro da Tawana Brawley, para os esquerdistas não interessa se o incidente ocorreu ou não, mas sim que teoreticamente poderia ter ocorrido na pseudo-realidade ideológica na qual eles vivem. As mentiras da estudante anónima são, portanto, essencialmente, verídicas:
"Existe ainda uma peça importante desta história, que é o nível elevado de intimidação ["bullying"] e violência, incluindo agressões física que os jovens trans sofrem nas escolas, afirmou Carolyn Laub, directora-executiva da "Gay-Straight Alliance Network."
Tal como com o racismo e a "islamofobia", os elevados níveis de intimidação e violência são, na sua maioria, fraudes. Eis aqui uma lista parcial:


Da próxima vez que algum membro das castas mais elevadas da hierarquia vitimista esquerdista alegar estar a ser "oprimida", riam-se dela sem vergonha visto que eles não nos deixam com outra escolha.
Fonte.

sábado, 9 de novembro de 2013

Como a agenda homossexual prejudica as mulheres

Durante o ano que passou, a boa gente do Colorado teve que enfrentar desastres naturais, fogos descontrolados, chuvas e enchentes. Para além disso, podemos também acrescentar à lista desastres não-naturais trazidos sobre a sociedade por parte de calamidades sociais destrutivas resultantes do Marxismo Cultural.

O assunto criado pelos oficiais da "Florence High School" em Colorado Springs, teve como causa o facto dum único estudante (macho) se identificar como "transgénero". O aluno, cujo nome não foi disponibilizado mas que será identificado como "Matt", gosta de ir para as casas-de-banho das raparigas bem como às casas-de-banho dos rapazes. Aparentemente ele estão tão confuso em relação à sua sexualidade que, duma hora para a outra, ele não consegue dizer qual é o seu sexo.

Não só o Matt gosta de usar as casas-de-banho das raparigas sempre que lhe dá vontade, como tem uma reputação de alegado assédio sexual sempre que se encontra numa casa-de-banho feminina. Os pais já se queixara às autoridades escolares - as mesmas autoridades que criaram o problema - e não obtiveram qualquer tipo de resposta satisfatória.

Pior que isso, esses pais que se preocuparam com a presença dum homem sexualmente confuso numa casa da banho para meninas foram os receptáculos de repreensão por parte da liderança administrativa da escola, que ameaçou retaliações contras as estudantes que continuem com as queixas. O conselho escolar disse aos pais e aos alunos que levantaram problemas que estes poderão sofrer dispensas por parte das equipas desportivas e acusações de "crime de ódio" se continuarem a não concordar com o que está a acontecer nas casas-de-banho para meninas, e prosseguirem na sua defesa de valores e princípios normais, tradicionais e fundamentados na biologia.

A "Pacific Justice Institute" (PJI), uma agência sem fins lucrativos que defende os valores tradicionais, enviou uma carta à escola listando uma série de preocupações que eles e os pais exigem que sejam levadas em conta o mais rapidamente possível. Um porta-voz da PJI afirmou:

A carta enviada hoje pela PJI explica que os alunos não-transgéneros ainda possuem direito à sua privacidade e esse direito está a ser ignorado pela escola. A carta aponta também que a escola Florence High não tomou as preocupações mínimas tais como requerer que o estudante [Matt]  se identifique de modo conclusivo com um dos géneros [sic]. Segundo o testemunhos de alguns alunos, ele às vezes usa a casa-de-banho das raparigas mas por outras vezes usa a dos rapazes.


A carta enviada pela PJI lembra os oficiais da Florence High "das suas obrigações legais de proteger a privacidade e os direitos expressivos de todos os alunos - não só dum grupo selecto."

A carta declara também que, depois de se reunirem com as raparigas que se queixaram de partilhar a casa de banho com o Matt, os oficiais escolares recomendaram-lhes que "evitassem usar o balneário das raparigas", mas que usassem outro balneário mais distante.

Esse tal balneário mais distante não se encontra disponível aos alunos que fazem actividades depois do horário escolar, e como tal, essa "solução" não tem qualquer tipo de utilidade.

O instituto deu 5 dias à escola para responder por escrito aos pontos listados na carta.

Fonte

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Seria interessante saber de que lado o lobby feminista se encontra - do lado das mulheres, defendendo o seu direito de não partilhar a casa de banho com um homem, ou do lado do jovem sexualmente confuso. As mulheres que se identificam com o feminismo deveriam tomar este incidente como exemplo, e questionar a sua liderança da posição oficial do feminismo em relação ao facto de, segundo o movimento homossexual, homens poderem usar a casa de banho das meninas desde que se identifiquem como "trans".


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Problemas no Travequistão OU a transfobia das feministas e das lésbicas.

As feministas e as lésbicas têm ficado chocadas e consternadas pela intrusão do seu "espaço" feito pelos homens transsexuais. Aqueles que promovem a protecção dos transgéneros gostariam de passar a imagem de que, se aqueles que rejeitam o seu sexo natural estivessem legalmente reconhecidos, as suas vidas seriam mais satisfatórias e mais realizadas. Isto é, se as igrejas, os hospitais, as escolas, as clínicas e todas as instalações sanitárias fossem condicionadas (=obrigadas) a proteger aqueles que tentam alterar o seu género (com multas para quem quer que faça um comentário negativo ou crie um "distinção" devido aos travestis), os transgéneros ficariam então contentes.

E daí talvez não. Parece que há um pequeno problema no Travequistão: as lésbicas não consideram os homens transgéneros como mulheres genuínas, e recusam-se a ter qualquer tipo de contacto sexual com eles. As lésbicas levam isto a mal, alegando que os homens transgéneros estão a tentar forçar a sua presença no meio delas. Eles consideram os homens transgéneros como imitadores de mulheres.

Por sua vez, os transgéneros olham para as lésbicas como pessoas que exercem algum tipo de discriminação contra eles devido ao facto deles, em algumas situações, terem mantido os seus órgãos genitais masculinos.

No dia 12 de Março de 2012, a Planned Parenthood de Toronto, sempre disposta a encorajar a actividade sexual em todo o lugar, e com qualquer pessoa, levou a cabo um seminário aberto só aos homens transgéneros. O propósito do seminário era o de ajudar os indivíduos transgéneros a lidar com o problema das lésbicas recusarem-se a ter qualquer tipo de contacto sexual com eles. O seminário tinha o nome de "O Tecto de Algodão", o algodão como referência ao hábito das lésbicas usarem roupa interior de algodão.

Conferência Transfóbica

As feministas estão chocadas e alarmadas com a intrusão do seu espaço por parte dos homens transgénero - quer seja nos bares para lésbicas, nas companhias discográficas, nas estâncias termais ("spas"), nos festivais e nas livrarias. Elas olham para eles como a mais recente form dos homens roubarem poder às mulheres, Consequentemente, no dia 5 de Julho de 2013, um grupo feminista com o nome de Radfem Rise Up!, organizou uma conferência com a duração de 3 dias para "as mulheres que nasceram mulheres" ("womyn-born womyn") onde, segundo os homens transgéneros, estiveram presentes várias palestrantes transfóbicas.

Em resposta, os transgéneros inundaram a conta de Twitter do grupo feminista com comentários adversos e planearam levar a cabo um protesto físico. O protesto foi  frustrado pelo facto da conferência ter mudado de local horas antes do início agendado. Como resposta, os transgéneros queixaram-se à MPP de Toronto Cheri DiNovo cujo projecto de lei, "Toby's Act", se tornou lei  em 2012. Nesse projecto de lei estavam incluídas provisões que visam proteger a "identidade de género" e a "expressão de género", items que foram acrescentados ao Código dos Direitos Humanos de Ontário

Cheri DiNovo declarou que reuniões só para pessoas do mesmo sexo (isto é, para homens ou para mulheres) eram ilegais segundo o Toby's Act; ela apelou ainda à Comissão dos Direitos Humanos de Ontário como forma de solidificar a sua posição legalmente. Se ela for bem sucedida, a sua interpretação do Toby's Act significa que reuniões só para mulheres - qualquer que seja o motivo da reunião, desde discussões em torno dos "direitos reprodutivos, reuniões islâmicas, ou grupos de suporte lésbicos - serão proibidos segundo a lei. Obviamente que isto também se aplica a todas as reuniões exclusivamente masculinas.

É difícil não aceitar que isto são consequências inesperadas do Toby's Act.

A resposta da Comissão dos Direitos Humanos de Ontário à queixa da senhora DiNovo foi a de que eles se encontravam a "monitorizar" a situação, mas que a Comissão não tinha actualmente uma posição legal definitiva uma vez que ainda se encontrava no processo de definição da sua política em torno da "identidade de género".

Será que a Comissão se livrará deste problema aplicando o senso comum? É muito pouco provável. Como especialistas em "sentimentos magoados", "stress", "insultos", e "ambientes tóxicos", eles não saberiam como fazer as coisas.

sábado, 30 de março de 2013

Rapaz adolescente sente que é uma rapariga e consequentemente, tenta alistar-se numa escola só para raparigas

Entre as muitas casualidades da aplicação totalitária do politicamente correcto militante encontram-se as escolas só para raparigas
Uma fêmea transgénero [isto é, um homem com disturbios psiquiátricos que gosta de usar roupas de mulher] que se candidatou para a Smith College, um colégio só para raparigas em Northampton, Massachusetts, foi impedido de se candidatar para uma admissão nessa mesma escola. Calliope Wong, 17, nasceu macho [e tal como todos o ser humano que nasce macho, ele vai morrer macho] mas tem vivido como uma mulher.
Embora se tenha identificado como "fêmea" na sua aplicação para o colégio privado, a sua papelada relativa aos subsídios financeiros, bem como a sua informação da segurança social, ainda [o] listam como macho, e devido a isso, a escola devolveu a sua aplicação.
Devido a esta recusa, Wong acusou o colégio de "discriminação".
Temendo a possibilidade de serem acusados de falharem ao não condescenderem com os desviados sexuais, a escola começa a retroceder na sua decisão furiosamente, tentando passar a imagem de que foi tudo um erro.
O colégio afirma que não são eles que decidem quem é uma mulher, e que eles oferecem as boas vindas à diversidade no estudantil.
Os média e o governo também não decidem quem é ou não é uma mulher uma vez que isso fica permanentemente decidido no momento da concepção. Mas segundo a doutrina esquerdista de que o nosso sexo pode ser alterado segundo a nossa vontade, ficamos a saber que o colégio Smith College afinal não é só para raparigas:
Se uma aluna já admitida decidir começar a identificar-se como "macho", essa estudante poderá continuar a estudar nesse estabelecimento.
E se ela decidir começar a identificar-se como uma cadela, pode ela ser colocada à entrada do colégio como forma de aumentar a segurança interna? 

Naturalmente que Calliope Wong não é nem nunca vai ser uma mulher. O que ele é, é um jovem emocionalmente perturbado.


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sábado, 24 de novembro de 2012

A realidade não interessa.

Imaginem a confusão que imagens como esta não causam na mente das crianças.


Fonte
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sábado, 3 de novembro de 2012

Transsexualizando o balneário feminino

Oficias da "Washington’s Evergreen College" deram permissão a um homem transgénero de se expor perante jovens raparigas no balneário. Para além disso, o homem disse às raparigas que elas poderiam trocar de roupa por trás duma cortina se não gostam de estar na sua presença.

A Alliance Defending Freedom reportou:
Na Quinta-Feira passada a ADF enviou uma carta à "Washington’s Evergreen State College"  depois dos oficiais alegarem que a sua política de não-discriminação não permite que a escola impeça um homem de se expor no balneário perante meninas com idades que podem chegar aos seis anos.  Um procurador distrital declarou também que não tem planos de impor o estatuto de exposição indecente para proteger as meninas.
Por várias vezes o estudante de 45 anos (!), que se veste como uma mulher e adopta o nome de Colleen Francis, despiu-se e expôs os seus genitais masculinos no balneário feminino. Estudantes da Olympia High School e crianças da "Evergreen Swim Club and Aquatics Academy" partilham o uso do balneário com a universidade. Em vez de impedir o homem de se trocar no balneário feminino, a escola instalou cortinas e pediu às meninas que se trocassem por trás delas.

Conselheiro legal sénior David Hacker afirmou:
As meninas não deveriam ficar expostas a homens nus, ponto final. A noção universitária da "não-discriminação" não muda esse facto. A ideia do procurador distrital  de não proteger as meninas é chocante. O que os americanos estão a observar aqui é o fruto venenoso das leis e das políticas da "não-discriminação"  Colocar as propensões deste homem a frente da segurança destas meninas é inaceitável.

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É por demais óbvio que este homem não tinha necessidade nenhuma de usar instalações femininas para trocar de roupa. Não tenho forma de confirmar isto, mas estou certo que isto foi levado a cabo PRECISAMENTE com o propósito de gerar uma crise, e da crise resultar uma expansão da anormalidade (e de direitos). 

A mensagem que foi passada com a atitude da universidade e do procurador geral foi "os homens podem usar as instalações sanitárias femininas desde que se identifiquem como transsexuais". Isto é um "direito" só deles, e de mais nenhum homem.

Há 20/30 anos atrás, se um homem fosse apanhado na casa de banho duma mulher, teria que ser escoltado rapidamente para fora sob pena da sua integridade física ser posta em causa. Hoje, como somos mais "progressistas", não só essa aberração é permitida, como é dito às meninas que elas têm que se acomodar à Nova Ordem Sexual.

Imaginem a confusão duma menina de 6, 7 ou 8 anos a entrar numa casa de banho e deparar-se com um homem. O seu senso comum ficará totalmente perturbado e as suas noções de "macho" e "fêmea"  sofrerão um ataque frontal do qual ela muito dificilmente se recuperará. O mais trágico é que é esse mesmo o propósito de medidas da "não-discriminação" e "combate à transfobia".

Um homem (e ele é um homem) que tenha a tara de se colocar nu perante meninas de 6/7/8 anos não merece acomodação mas prisão. Mas isto talvez seja uma declaração demasiado "preconceituosa"  e "transfóbica" na era do "tolerância".



sábado, 25 de agosto de 2012

Inclusão de transsexual em evento feminino irrita mulheres


A organização do concurso Miss Bumbum 2012 manteve a candidatura de Amanda Sampaio, 28, que é transsexual.

Nesta Quinta-Feira (23), um grupo de mulheres organizou um protesto em Salvador pedindo a anulação da candidatura de Amanda, que representa a Bahia.

Elas carregavam a faixa: "Organizadores do Miss Bumbum: Na Bahia tem mulher bonita, não precisa de transsexual".

"Em relação ao protesto, a organização do concurso informa que a escolha da participante seguiu todos os critérios do regulamento do concurso" disse, em nota.

"Amanda fez a cirurgia de troca de sexo há cinco anos e todos os seus documentos compravam que ela [sic] é do sexo feminino."

A candidata [sic] teve a ideia de participar do Miss Bumbum Brasil 2012 depois que a [sic] transsexual Jenna Talackova participou do concurso Miss Universo no Canadá, de acordo com a organização do concurso.

A participação da [sic] transsexual não agradou as vencedoras do ano passado. Elas consideraram a concorrência "desleal".

Ao "F5", Amanda disse que não vê vantagem em ser transsexual: "Eu acho que a gente não tem nenhuma vantagem. Celulite depende da pessoa, qualquer um pode ter", disse. "Mulher tem celulite porque não se cuida."


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Sempre bom ver "grupos protegidos" em guerra aberta. O dado mais revelador deste incidente foram alguns dos comentários deixados pelas mulheres:

Renata Bianchi*
(15h53) há 22 horas


O verdadeiro protesto seria um movimento contrário: Todas as mulheres se retirarem do concurso e deixarem esse Transsexual sozinho.
Boa ideia. Agora é só uma questão de convocar as organizações feministas locais - que supostamente "defendem as mulheres" - e mobilizá-las para tal propósito. Boa sorte!
Maria Vasconcelo
(15h51)


A pérola "Amanda fez a cirurgia de troca de sex0 há cinco anos e todos os seus documentos compravam que ela é do sex0 feminino." Kkakakakaka... Gente, quem o tal de "ARMANDO e a F0LHA" pensa enganar?? Só se for a eles mesmos.

Não adianta o sujeito cortar o bingolin, seus cromossomos são e continuará sendo XY (Cromossomos XX são meninas e XY são meninos).

Isso aí é uma BICH0NA quer queira ou não. Só nós "XX" somos MULHERES, o resto é pervertidos querendo tomar nosso lugar. Comigo não violão!!!

Tal como os conservadores afirmam há anos e anos. Por mais que um homem corte o órgão sexual e use silicone para "criar" algo parecido ao órgão sexual da mulher, ou uma mulher passe a ter algo parecido a um órgão sexual masculino, nenhum dos dois deixará de ser o que era à nascença. Se nascemos macho, vamos morrer macho; se alguém nasce fêmea, vai morrer fêmea.

Isto é uma coisa que algumas pessoas parecem ter dificuldade em aceitar: o órgão sexual é apenas UMA das MUITAS características associadas aos cromossomas XX ou XY. Cortar partes do corpo do homem não o fazem menos homem, da mesma forma que cortar a juba do leão não o fazem menos macho. Claro que quem promove estas ideologias sabe disso. Só os idiotas úteis que subscrevem à propaganda esquerdista é que acreditam mesmo que é possível um homem passar a ser uma mulher, e vice-versa.


sexta-feira, 11 de maio de 2012

Transsexual tenta suicidar-se e é salvo pelos seus seguidores do Twitter

Um transsexual que se tentou suicidar foi salvo pelos seus seguidores no Twitter. InfamousT, twittou que se iria tentar suicidar, o que levou um dos seus seguidores a chamar uma ambulância a casa da produtora.

InfamousT, produtor de filmes e assumidamente transsexual, escreveu às 19h da passada terça-feira para que os seus seguidores se preparassem “para um suicídio em tempo real” uma vez que tinha tomado uma grande dose de medicamentos.

O produtor acabou por ser salvo e já agradeceu aos seus seguidores por se terem preocupado.

Fonte

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A notícia original chama ao transsexual de "mulher" e usa palavras como "salva" e "produtora" como se uma "operação médica" pudesse alterar XY para XX.


terça-feira, 10 de abril de 2012

Homem transsexual exige desconto durante "ladies night"

Homens psiquiatricamente deformados que se vestem como mulheres não são mulheres, muito menos senhoras - mesmo que se mutilem quimicamente ou cirurgicamente. Eles são, no entanto, mais iguais que o resto da população e como tal devem ser tratados de forma equivalente.

Uma das coisas que eles insistem é ter desconto durante as ladies night.

Segundo o Tampa Bay Times, os problemas começaram quando Alex Borrego foi ao "Bishop" [Tavern & Lounge em St. Petersburg] com vários amigos, incluindo três transgéneros mulher-para-homem e um drag queen.

Embora tenham sido oferecidos descontos nas bebidas a Borrego como parte da promoção do bar, um funcionário do mesmo disse-lhes que as descontos seriam terminados porque "eles eram homens".

A sua carta de condução reporta que ele é uma "fêmea", mas mostrar a mesma não o ajudou.
Não ajudou porque são os cromossomas que determinam se somos macho ou fêmea - e não a engenharia social ou as cartas de condução.

O sexualmente confuso disse:

Legalmente, sou uma mulher. Negar que eu participe nas ladies night é um desrespeito.
Desrespeito é todos nós termos que aturar este tipo de comportamento fascista por parte de grupos emocionalmente e psicologicamente perturbados.

Se vivêssemos num mundo normal, as ridículas alegações do Borrego seriam rejeitadas e ele expulso do bar por ser um perturbador da ordem pública. Mas hoje em dia toda a corja de pessoas perturbadas tem o apoio da elite esquerdista. Devido a isto, o bar sofreu consequências desagradáveis por se recusar em tomar parte da charada politicamente correcta.

Pouco depois, Borrego e os seus amigos iniciaram um protesto online em torno do estabelecimento. O pedido de desculpas emitido pelo bar aparentemente acalmou a maior parte dos protestos desta comunidade.

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Portanto, um homem que se convence que é uma mulher quer tomar parte dos descontos comerciais propositadamente feitos para atrair as mulheres.

"Mulheres"

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Facto biológico catalogado de "transfobia"

A empresa Libra foi acusada de ser "escandalosamente transfóbica" devido a um novo anúncio comercial onde está implícito que, devido ao facto de não menstruarem, os homens transgénero não são mulheres no verdadeiro sentido do termo.

O comercial, onde figuram lado a lado uma personagem "drag queen" e uma loira numa casa de banho, mostra o drag queen e a mulher a competirem um com a outra à medida que a mulher vai ajustando a maquilhagem, o sutiã e o rimel.

A dada altura a loira tira da sua mala um tampão Libra, causando a que o drag queen saia da casa de banho derrotado.

O comercial, que termina com a frase "Libra gets girls" enfrentou uma tempestade de criticas na forma de dezenas de comentários duros na sua página do Facebook.

Fonte

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Sinceramente, não sei qual é a "transfobia" em dizer que só as genuínas mulheres em idade fértil é que possuem a capacidade de menstruar. Qualquer rapariga de 12/14 anos sabe disso. Qual é a "polémica"?

  • É mentira o que o vídeo mostra? Não.
  • Há algum homem transgénero que consiga menstruar? Não.
  • O vídeo apela à violência ou descriminação contra os transgénero? Absolutamente que não.

Portanto, qual é a "polémica"? Ou será que demonstrar de forma empírica a folia dos transgénero é "transfobia"? Colocar ênfase em factos biológicos é "fobia"? A verdade é "fobia"?

Não há fobia nenhuma no vídeo, obviamente. É apenas a biologia tal como ela foi originalmente criada. Por mais que os transgéneros construam órgãos sexuais artificias, eles nunca vão deixar de ser o que eram à nascença: macho ou fêmea.

Um homem não é nem nunca vai ser uma mulher, e uma mulher não é nem nunca vai ser um homem. Se a gaystapo tem problemas com a Biologia, eles que levem o assunto ao Criador.


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Jornada para a masculinidade: ex-transsexual conta seu testemunho

CARLSBAD, Califórnia, EUA, 3 de Novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Walt Heyer era um menininho crescendo na Califórnia em meados da década 1940, interessado em cowboys, carros e violões quando certo dia, a avó dele teve a imaginação estranha de que ele queria ser uma menina. Ela ingenuamente lhe fez um vestido roxo de baile, com fita de enfeite, que ele costumava usar quando a visitava.
De acordo com Walt, usar aquele vestido roxo com fita de enfeite desencadeou algo que o colocou numa longa trajectória de 35 anos que o levou a um vale escuro de “tormento, desilusão, mágoas e tristezas”. Sua confusão com sua identidade sexual o levou ao alcoolismo, vício de drogas e tentativa de suicídio.
No fim, Walt recorreria à “cirurgia de mudança de sexo” com vaginoplastia para fazê-lo se parecer como uma mulher, algo que ele veio a lamentar profundamente e que ele agora aconselha indivíduos com confusão sexual a evitar. “Ele (Deus) havia me criado como homem, do jeito que eu era, e nenhuma faca iria jamais mudar isso”, Walt disse para LifeSiteNews.com numa recente entrevista.

Envergonhado de Ser Homem

Em seu livro de 2006, “Trading my Sorrows” (Negociando minhas Tristezas), Walt relata que o vestido roxo foi apenas a primeira de muitas influências em sua vida que fizeram com que ele sentisse vergonha de ser homem. Houve o abuso sexual que ele sofreu nas mãos de seu tio que ele diz que fez com que ele sentisse vergonha de seus órgãos sexuais. Havia a austera disciplina de seu pai — praticamente indistinguível de abuso físico, diz ele — que fez com que ele se sentisse incapaz de ser o menino que seu pai queria que ele fosse.
Walt se lembra de nunca se sentir bem o suficiente para seus pais, nunca conseguir agradar a eles e nunca receber os elogios que ele muito desejava.
O que eu desesperadamente queria era elogios dos meus pais pelas coisas que eu fazia muito bem, e encontrar meu próprio lugar ideal onde eu pudesse me expressar, desenvolver meus talentos e fazer algo de que eu gostasse”, explicou Walt em seu livro.
O menininho que não tinha nenhuma auto-estima começou a desprezar a si e a seu corpo. Walt começou a se consolar se vestindo como menina e guardando esse segredo de seus pais. Vestir-se como uma menina se tornou seu esconderijo onde ele se sentia a salvo da disciplina e conflitos dolorosos que seu pai e mãe lhe davam.

A Mulher Tirana Interior

Quando passou pela adolescência, Walt diz que a menina que estava dentro de sua cabeça foi ficando mais forte e exigia mais de seu tempo. Apesar do fato de que Walt adorava carros que chamavam a atenção e namorou mocinhas atraentes no colegial, não importava quanto ele se esforçasse, ele não conseguia expulsar a obsessão de se tornar uma mulher. Depois da escola secundária, Walt saiu da casa de seus pais e foi morar em sua própria casa, de modo que ele pudesse usar roupas de mulher na privacidade de seu próprio lar. Nessa altura, ele havia amontoado muitas roupas femininas, mas ainda sentia uma vergonha profunda de seu hábito secreto.
Walt acabou se casando, ficou rico e a partir de todas as aparências exteriores, estava vivendo o sonho americano. Ele continuava suas contínuas escapadas para o mundo de seu segredo de mulher.
Walt diz que estava vivendo três vidas diferentes de “homem de negócios bem-sucedido e beberrão, o quadro perfeito de um pai e marido amoroso e um travesti mulherzinha”. Contudo, por dentro, Walt estava experimentando desastre e desilusão. Tudo na vida dele começou a desmoronar.
Ele recorreu ao álcool como um mecanismo para lidar com seus problemas, mas isso só aumentou seu desejo de se tornar uma mulher. Ele diz que permitiu que a menina que estava dentro de sua cabeça se expressasse mais e mais à medida que ele desesperadamente tentava agarrar momentos de alívio do furioso mar de sofrimento e tristeza que estava sua vida.
No fim, Walt colocou todas as suas esperanças na cirurgia de sexo como a solução que faria seu sofrimento desaparecer permanentemente.

A Cirurgia

Primeiro, vieram os grandes peitos, implantados pela cirurgia plástica. Então, veio o procedimento que Walt mais lamenta, a transformação cirúrgica de seu órgão reprodutor masculino para a aparência de um órgão reprodutor feminino.
Walt havia esperado que o procedimento aliviasse sua “debilitante angústia psicológica” e fizesse cessar, uma vez por todas, o conflito que o havia atormentado desde sua infância. Mas para seu desânimo e grande tristeza, rearranjar seus órgãos sexuais e mudar sua aparência não efectuou a mudança correspondente em seu interior.
Walt Heyer viveu oito anos como Laura (à direita)
Depois da cirurgia, a mente de Walt se tornou um campo de batalha de pensamentos e desejos conflitantes que ele só poderia descrever como “agravantes, desoladores, deprimentes, contraditórios, distorcidos e imprevisíveis”.
Depois da cirurgia, cada dia que passava deixava mais claro para Walt que ele havia cometido um “erro imenso”. Seu vício à cocaína e ao álcool, numa tentativa de entorpecer o sofrimento emocional, só aumentou seu tormento, depressão e solidão.
Walt agora sabia que a faca do cirurgião e a amputação consequente não o haviam transformado de homem para mulher. Ele percebeu que a cirurgia era uma “fraude completa”. Ele sentia que não tinha escolha, senão viver uma vida como uma mulher cirúrgica, um “impostor”.

Tentativa de suicídio

Nesse ponto, ele chegou ao fundo do poço. A cirurgia havia destruído a identidade de Walt, sua família, seu círculo social e sua carreira. Ele estava sentindo que nada mais lhe restava, a não ser morrer. Walt, que estava se passando pelo nome de Laura Jensen, tentou atirar-se de cima de um prédio, mas foi impedido por um transeunte.
Sem ter onde morar e sem um centavo no bolso, o arruinado “transsexual” teria terminado vivendo na rua se um bom samaritano não tivesse lhe dado um lugar para dormir numa garagem. Esse novo amigo incentivou Walt a frequentar as reuniões dos Alcoólatras Anónimos onde ele percebeu que precisava se conectar a uma “força mais elevada” se quisesse escapar da bagunça em que havia se metido.
Walt começou a compreender mais e mais que ele era verdadeiramente um homem, mas um homem que estava encoberto num “disfarce de mulher”.
Eu estava muito consciente de que estava agora na lata de lixo da raça humana, uma vida desperdiçada e jogada fora, pervertida por minhas próprias escolhas. O álcool, as drogas e a cirurgia haviam me deixado inútil para qualquer um. Eu havia fracassado de forma desgraçada como o homem que Deus havia me criado para ser”.

Saindo do Vale da Escuridão

Com a ajuda de alguns amigos cristãos que ele havia descoberto recentemente, Walt começou uma jornada em direcção à cura e à descoberta de sua verdadeira identidade como homem. Walt percebeu que a chave para ganhar a batalha que assolava dentro de si era a sobriedade. O lema e constante oração interior dele se tornaram: “Permaneça sóbrio — não importa o que aconteça — permaneça sóbrio”. Ele colocou de lado o álcool e se voltou para Jesus como uma fonte recém-encontrada de força.
Certa vez, durante um tempo de oração com seu psicólogo cristão, Walt diz que sentiu espiritualmente o Senhor, todo vestido de branco, que se aproximou dele com os braços estendidos, abraçou-o completamente e disse: “Agora você está para sempre a salvo comigo”. Foi nesse momento que Walt soube que encontraria a cura e a paz que ele desejava tão intensamente em Jesus.
Walt disse para LifeSiteNews numa entrevista que aqueles que estão passando por lutas com relação à sua identidade como homem ou mulher e acham que a operação de sexo é a solução “precisam ir a um psicólogo ou psiquiatra e iniciar uma terapia e cavar profundo para descobrir o que está provocando esse desejo, pois há alguma questão psicológica ou psiquiátrica obscura que não foi resolvida e que precisa ser investigada — quer seja abuso sexual, quer seja abuso físico ou quer seja uma questão de modelos na vida. Pode levar um ano investigar as questões profundas que estão ocorrendo e então, quando você faz essa investigação, você pode levar a pessoa a um ponto em que ela pode começar a entender seu sexo e começar a aceitar seu sexo e querer viver o sexo que Deus lhe deu”.
Agora, como um homem idoso, Walt crê que se pudesse voltar no tempo e dizer algumas palavras significativas para si como um homem mais jovem, ele orientaria o homem mais jovem a evitar a cirurgia de sexo, e descobrir a causa principal por trás do desejo pela cirurgia.
Walt acredita que sua vida dá testemunho do poder da esperança, que nunca devemos desistir de alguém, não importa quantas vezes ele ou ela falhe ou quantas reviravoltas haja no caminho para a recuperação. Acima de tudo o mais, diz Walt, nunca devemos “subestimar o poder curador da oração e amor nas mãos do Senhor”.
Para entrar em contato com Walt Heyer
E-mail: waltsbook@yahoo.com
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Transsexual preso esconde 700 euros no ânus

Bem me parecia que o euro já cheirava mal.
Um transsexual brasileiro escondeu 700 euros, na casa de banho da esquadra onde estava detido, em Lisboa, enfiando o maço de notas no ânus, para acusar a polícia de roubo.

Uma radiografia, no hospital, denunciou o homem de 30 anos, que ficou detido até evacuar todas as notas, de 20 euros, o que aconteceu só no dia seguinte.

O insólito caso ocorreu na terça-feira, em Lisboa. O transsexual, de peruca loira na cabeça, ameaçou várias pessoas com uma faca, na rua Morais Soares. A PSP acorreu ao local, e pelas 14h50 deteve e revistou o brasileiro, que tinha consigo um maço de notas e uma mala.

Os artigos foram postos à sua frente, numa mesa na esquadra, enquanto os agentes elaboravam o expediente relativo à situação. O transsexual aproveitou a confusão para ocultar 700 euros. Depois, o detido pediu para ir à casa de banho e, no compartimento, inseriu o maço de notas no ânus. A seguir acusou os agentes que procederam à detenção de lhe terem roubado o dinheiro.

Os polícias, desconfiados, levaram-no ao hospital, onde uma radiografia confirmou que o homem tinha as notas no intestino. O homem foi presente a tribunal, que marcou leitura de sentença para dia 19.

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Maneira curiosa de tapar o buraco financeiro do país.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Travestis policiais terão uniforme feminino na Argentina

A ministra da Segurança da Argentina, Nilda Garré, determinou que as pessoas "trans" - travestis, transsexuais e transgéneros - deverão ser reconhecidas pelas forças policiais em todo o país por sua identidade auto-percebida.

Desta forma, as pessoas "trans" poderão utilizar a vestimenta de sua identidade. Isto é, um travesti terá o direito de ostentar um uniforme de policial feminina, além de utilizar instalações diferenciadas por sexo, como banheiros e vestiários.

"Isto é com o objectivo de respeitar o direito de ser quem é", disse Garré. A ministra também sustentou que a medida pretende combater condutas "transfóbicas e homofóbicas".

Essa determinação será aplicada para qualquer tipo de trâmite, comunicação ou publicação interna das forças de segurança. Cada pessoa "trans" que integre o corpo policial deverá ser chamado pelo nome que escolheu. Os policiais também receberão capacitação sobre os assuntos relativos à identidade de género.

Além disso, ao contrário do que era realizado até o momento - o de colocar presos travestis em celas de homens - a determinação da ministra Garré implicará em destinar celas específicas para pessoas "trans".

Segundo a resolução, "no caso que o/a detido/a considere que existe um risco potencial para sua integridade pessoal, se no momento de informar seu género não se identifica com nenhum do binómio masculino/feminino, poderá ser albergado em uma cela separada".

A medida da ministra Garré inclui a Polícia Federal, a Gendarmería, Guarda-Marinha, e a Polícia de Segurança Aeroportuária.Identidade - O projecto lei de identidade de género foi aprovado na quarta-feira à noite na Câmara de Deputados com 117 votos a favor e 17 negativos.

O projecto, que ainda precisa passar pelo Senado, determina o reconhecimento às pessoas de "desenvolver-se e serem tratadas de acordo com sua identidade de género livremente escolhida".

Desta forma, será gratuita toda modificação de documentos, incluindo a certidão de nascimento da pessoa que deseje uma alteração formal em sua identidade de género. A modificação poderá ser realizada sem intervenção da Justiça.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Falso médico transsexual colocou cimento e composto de pneu na cara de cliente


Uma mulher de Miami, na Flórida, Estados Unidos, acusa Oneal Ron Morris de lhe ter colocado cimento e um composto de pneu na cara. Esta é a segunda acusação contra o falso médico, após uma outra mulher ter revelado que tinha cimento nas nádegas.

Rajee Narinesingh, de 48 anos, tem as maçãs do rosto, o queixo e o lábio superior deformados. Segundo a própria, só recorreu ao falso médico Oneal Ron Morris por não ter dinheiro suficiente para um especialista verdadeiro.

Aprendi da pior maneira. Podia ter morrido”, disse Rajee, a um canal de televisão de Miami, contando que nasceu mulher num corpo de homem: “Vivemos obcecados em tornar o nosso exterior adequado ao nosso interior. Por vezes fazemos asneiras e apostamos na sorte”.

No início de Novembro, Oneal Morris foi detido pela polícia de Miami, acusado de injectar uma mistura de cimento nas nádegas de uma paciente.

Oneal Morris, também transsexual, realizava as injecções na sua casa, sem qualquer licença médica.

Fonte.

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