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sábado, 8 de dezembro de 2012

Homossexual apanhado a abusar duma criança numa casa de banho pública

Um homem identificado até o momento pelo nome de Júlio César, de 40 anos, foi preso na tarde de ontem (06), por volta das 16h30, em um dos banheiros públicos da Central de Atendimento- OCA, na companhia de um menor C.S, 13 anos de idade, quando fazia, sexo explícito.

O caso foi registrado no Núcleo de Protecção a Criança e do Adolescente Menor Vítima de Violência- NUCRIA, os agentes daquela especializada aguardam somente o delegado do plantão chegar para interrogar o acusado e encaminhá-lo ao presídio agora pela manhã.

O menor de idade foi encaminhado a Delegacia do Menor também para prestar depoimento na presença dos pais e depois foi libertado.


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Todos os homossexuais são pedófilos? Claro que não.

Existe uma desproporcional presença de pedófilos entre os homossexuais? Obviamente, que sim, e quanto mais as pessoas negarem esse facto, mais crianças sofrerão.


sábado, 3 de novembro de 2012

Transsexualizando o balneário feminino

Oficias da "Washington’s Evergreen College" deram permissão a um homem transgénero de se expor perante jovens raparigas no balneário. Para além disso, o homem disse às raparigas que elas poderiam trocar de roupa por trás duma cortina se não gostam de estar na sua presença.

A Alliance Defending Freedom reportou:
Na Quinta-Feira passada a ADF enviou uma carta à "Washington’s Evergreen State College"  depois dos oficiais alegarem que a sua política de não-discriminação não permite que a escola impeça um homem de se expor no balneário perante meninas com idades que podem chegar aos seis anos.  Um procurador distrital declarou também que não tem planos de impor o estatuto de exposição indecente para proteger as meninas.
Por várias vezes o estudante de 45 anos (!), que se veste como uma mulher e adopta o nome de Colleen Francis, despiu-se e expôs os seus genitais masculinos no balneário feminino. Estudantes da Olympia High School e crianças da "Evergreen Swim Club and Aquatics Academy" partilham o uso do balneário com a universidade. Em vez de impedir o homem de se trocar no balneário feminino, a escola instalou cortinas e pediu às meninas que se trocassem por trás delas.

Conselheiro legal sénior David Hacker afirmou:
As meninas não deveriam ficar expostas a homens nus, ponto final. A noção universitária da "não-discriminação" não muda esse facto. A ideia do procurador distrital  de não proteger as meninas é chocante. O que os americanos estão a observar aqui é o fruto venenoso das leis e das políticas da "não-discriminação"  Colocar as propensões deste homem a frente da segurança destas meninas é inaceitável.

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É por demais óbvio que este homem não tinha necessidade nenhuma de usar instalações femininas para trocar de roupa. Não tenho forma de confirmar isto, mas estou certo que isto foi levado a cabo PRECISAMENTE com o propósito de gerar uma crise, e da crise resultar uma expansão da anormalidade (e de direitos). 

A mensagem que foi passada com a atitude da universidade e do procurador geral foi "os homens podem usar as instalações sanitárias femininas desde que se identifiquem como transsexuais". Isto é um "direito" só deles, e de mais nenhum homem.

Há 20/30 anos atrás, se um homem fosse apanhado na casa de banho duma mulher, teria que ser escoltado rapidamente para fora sob pena da sua integridade física ser posta em causa. Hoje, como somos mais "progressistas", não só essa aberração é permitida, como é dito às meninas que elas têm que se acomodar à Nova Ordem Sexual.

Imaginem a confusão duma menina de 6, 7 ou 8 anos a entrar numa casa de banho e deparar-se com um homem. O seu senso comum ficará totalmente perturbado e as suas noções de "macho" e "fêmea"  sofrerão um ataque frontal do qual ela muito dificilmente se recuperará. O mais trágico é que é esse mesmo o propósito de medidas da "não-discriminação" e "combate à transfobia".

Um homem (e ele é um homem) que tenha a tara de se colocar nu perante meninas de 6/7/8 anos não merece acomodação mas prisão. Mas isto talvez seja uma declaração demasiado "preconceituosa"  e "transfóbica" na era do "tolerância".



quarta-feira, 9 de maio de 2012

Homossexuais detidos por fazerem "sexo" na casa de banho

Dois homossexuais foram detidos depois de terem sido apanhados em flagrante em cenas de "sexo" dentro da casa de banho da estação de metro Siqueira Campos, em Copacabana, na zona sul do Rio, na tarde desta quarta-feira (9).

Após ser alertado sobre a atitude dos dois homens dentro do banheiro, um segurança da concessionária Metro Rio entrou no banheiro e levou os dois até a Delegacia de Copacabana (12ª DP).

A dupla e o segurança prestaram depoimento. O delegado Alexandre Magalhães informou que foi feito um registo de ocorrência por acto obsceno e que o caso será encaminhado ao Jecrim (Juizado Especial Criminal).

Por ser considerado crime de menor potencial ofensivo, a dupla pode ser condenada a uma pena alternativa, como prestação de serviços à comunidade ou doação de cestas básicas.

Fonte

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Casas de banho públicas

Ele diz que objetivo é inibir ou evitar paqueras entre homens.

Frei Caneca alega que os vigilantes zelam pela segurança dos clientes.

O Shopping Frei Caneca, na região central de São Paulo, criou nos últimos meses um posto insólito: o de segurança de banheiro. Leandro, de 45 anos, foi recrutado para passar o dia montando guarda na porta do toalete masculino do 3º piso, que atende as nove salas do cinema, a fim de evitar - ou inibir - paquera de homens no local. Ele explica que o shopping precisou tomar uma providência, porque "teve gente que se sentiu incomodada (com olhares libidinosos dos gays)".

Em sua gestão como "segurança de banheiro", que já dura cerca de oito meses, Leandro ouviu apenas uma queixa, "de um senhor que avisou que havia um rapaz se exibindo". A orientação do shopping, segundo Leandro, é mostrar ao "infrator" uma placa na parede com os dizeres: "A prática de ato obsceno em lugar público, ou aberto, ou exposto ao público, é passível de pena de detenção de três meses a um ano".

A assessoria do Frei Caneca disse que "a informação passada pelo segurança foi de interpretação pessoal". "A função dele, como a de outros profissionais que permanecem fixos nas áreas de maior circulação, é de zelar pela segurança dos frequentadores. Nossa equipe se divide em profissionais que circulam pelos andares e outros que são mantidos fixos em pontos-chave", afirmou o superintendente do Frei Caneca, Carlo Zanetti, no mês passado.

Dias depois, a assessoria do shopping informou que a administração havia "repensado" seu sistema de segurança e retirado Leandro da porta do banheiro masculino. Na semana passada, porém, a reportagem voltou ao shopping em dias diferentes e verificou que o segurança permanece lá. (*)

(*) Homossexuais são pessoas problemáticas e visivelmente desequilibradas. Seus atos desequilibrados dão ensejo a medidas realmente insólitas como essa, a fim de preservar o direito do Shopping à integridade moral em suas dependências.

Ora, clientes heterossexuais não são obrigados a conviver com as imoralidades em uma mera ida ao banheiro. Devo imaginar que a coisa em Nova Sodoma realmente está feia em seus shoppings, pois outrora reportei aqui que o Shopping Tatuapé providenciou cavaletes para tolher as obscenidades perpetradas por gays no lado de fora do estabelecimento.

A mídia colorida global prefere não revelar a nojeira e imundície do submundo homossexual. Faz questão de glamourizar o comportamento como se fosse natural, saudável e digno de respeito, enchendo de bichas suas novelas e Big Brothers.

Hoje, a mídia global prefere combater o fumo, e conseqüentemente os fumantes, fazendo reportagens com enfoque negativo, ou então a gordura, obrigando os apresentadores do Programa Fantástico a fazerem uma dieta, pois para eles ser gay é digno, mas estar gordo é intolerável!

Mas as práticas mais subterrâneas do mundo homossexual revelam como o homossexualismo é um fenômeno asqueroso, que não considera a própria higiene pessoal, a ponto de um banheiro de shopping servir de palco para a exteriorização de suas taras mais rasteiras.

A reportagem em questão, ao contrário, quer reprimir o direito do shopping de zelar pela integridade moral de suas dependências, questionando a necessidade do segurança nos banheiros masculinos. Preferem chamar aquilo que os gays fazem em seus sanitários de "paquera".


[Meu comentário]: Há algum outro grupo social que se excita num lugar com cheiro a fezes e urina ?

○Fonte○

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