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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Psiquiatra afirma: “Transgenerismo" é doença mental

Por New Observer

A loucura "transgénero" a ser actualmente promovida pelos meios de comunicação sob controle como a "próxima fronteira do direitos civis" é na verdade uma doença mental e a sua promoção nada mais é que ajudar e pactuar com desordens mentais. Quem o diz é o antigo psiquiatra-chefe do "Johns Hopkins Hospital", o Dr. Paul R. McHugh, que é actualmente um "Distinguished Service Professor of Psychiatry" no mundialmente renomeado hospital.

Para além disso, o distinto profissional afirmou também que as mudanças de sexo são "biologicamente impossíveis" e que aqueles médicos que "promovem a cirurgia de reajuste sexual estão a colaborar e a promover uma desordem mental." Segundo ele, "o trangenerismo é uma doença mental que merece tratamento", do mesmo modo que a sociedade trataria qualquer outra doença mental, e ela não deveria receber o apoio dos media e nem dos profissionais médicos da forma como recebe.

O Dr. McHugh, autor de mais de seis livros e de pelo menos 125 artigos médicos revistos por pares, fez as suas declarações numa artigo publicado no Wall Street Journal com o título de “Transgender Surgery Isn’t the Solution”, onde ele explicou que a cirurgia transgénera não é a solução para pessoas que sofrem uma "desordem de 'presunção'" - a noção de que a sua masculinidade ou a sua feminilidade é distinta daquela que a natureza biologicamente lhes atribuiu.

Como evidência da sua posição, o Dr McHugh apontou para um estudo recente que revelava como a taxa de suicídio entre os "transgéneros" que haviam sido submetidos a uma cirurgia de reajuste era 20 vezes mais elevada que a taxa de suicídio entre as pessoas normais. Para além disso, ele apontou para um estudo da Universidade Vanderbilt e do London’s Portman Clinic para crianças que haviam revelado ter "sentimentos transgénero" mas que com o passar do tempo, 70-80% das mesmas terem "espontaneamente perdido esses sentimentos" - implicando que muito deste "transgenerismo" era, na verdade, instâncias de adultos pervertidos a projectar os seus sentimentos para as crianças:

Embora a Administração Obama, Hollywood, e meios de comunicação importantes, tais como o Time, promovam o transgenerismo como normal, os decisores políticos e os média não estão a ajudar ao público e não os transgéneros ao tratar as suas confusões como um direito digno de ser defendido, e não como uma desordem mental que merece entendimento. tratamento e prevenção.

Esta sensação intensamente sentida de ser transgénero constitui uma doença mental de duas maneiras: A primeira é a ideia de que o mau-alinhamento sexual é um erro - não corresponde à realidade física. A segunda é que ela pode ter consequências psicológicos terríveis.

A desordem da pessoa que se identifica como "transgénera" centra-se na "pressopusição" de que eles são distintos da realidade física dos seus corpos, a sua masculinidade ou feminilidade, tal como atribuído pela natureza. É uma desordem semelhante a pessoas "perigosamente magras" que sofrem de anorexia que olham para o espelho e pensam que têm peso a mais, afirma o Dr. McHugh.

Esta crença - de que o sexo da pessoa localiza-se na mente independentemente da realidade anatómica, levou muitas pessoas transgeneras a forçar uma maior aceitação social e a afirmação da sua subjectiva "verdade pessoal". Como resultado disto, diz McHugh, alguns estados - Califórnia, New Jersey, e Massachusetts - aprovaram leis que impedem os psiquiatras, "mesmo aqueles que tenham aprovação paterna, de tentar restaurar os sentimentos sexuais naturais num menor transgénero".

Segundo McHugh, a defensores do transgenerismo não querem saber dos estudos que revelam que entre 70 a 80% das crianças que expressavam sentimentos transgéneros "perdem espontaneamente esses sentimentos" com o passar do tempo. Para além disso, entre aqueles que passaram por uma cirurgia de reajuste, a maioria afirmou estar "satisfeita" com a operação, mas "os seus ajustamentos psico-sociais subsequentes não eram melhores que os daqueles que não haviam tido a cirurgia":

Devido a isto, em Hopkins paramos de levar a cabo cirurgias de reajuste sexual visto que produzir um paciente "satisfeito" mas ainda perturbado não parecia ser um motivo adequado para cirurgicamente amputar orgãos normais.

O antigo psiquiatra-chefe de Johns Hopkins falou também contra o apoio a certos sub-grupos entre os transgéneros, tais como os jovens "susceptíveis à sugestões da educação sexual 'tudo vale'", e os "conselheiros de diversidade" das escolas que, tal como os seus "líderes de seita", podem "encorajar os jovens a distanciarem-se das suas famílias e disponibilizar argumentos sobre a forma como refutar argumentos contra a cirurgia de transgénera."

McHugh reportou também a existência de "médicos enganados" que, operando com crianças que parecem imitar o sexo oposto, irão administrar "hormonas de atraso da puberdade como forma de tornar as operações de mudança de sexo menos dispendiosas - embora as drogas impeçam o crescimento da criança e a coloquem em risco de esterilidade."

Tais acções, afirma o Dr McHugh, "estão bem perto de serem classificadas de abuso de crianças", dado que perto de 80% dessas crianças irá "abandonar a sua confusão e crescer duma forma natural, e passar a ser um adulto tradicional, se não for tratada":

A mudança de sexo é biologicamente impossível. As pessoas que se submetem a uma cirurgia de reajuste sexual não mudam de homem para mulher, e nem vice-versa, mas passam a ser homens feminizados ou mulheres masculinizadas. Alegar que isso é um assunto de direitos civis, e encorajar uma intervenção cirúrgica, é, na verdade, colaborar e promover uma desordem mental.

Source:  http://bit.ly/1sZ6Y8J

A Ler:

1. Psiquiatra afirma: “Transgenerismo" é doença mental" - http://shar.es/1Hc4Ys
2. Psiquiatra: Do ponto de vista científico, não existem "transgéneros" - http://shar.es/1Hc4lF


quarta-feira, 9 de julho de 2014

"O meu marido decidiu que era uma 'mulher', e isso acabou com o nosso casamento e com os meus relacionamentos futuros"

O que é que acontece quando uma boa rapariga Católica casa-se com o homens dos seus sonhos e um dia ele diz que ele pensa que é uma mulher? Segundo um artigo autobiográfico presente no Sydney Morning Herald, isso destroça um coração e pavimenta o caminho para uma vida de relacionamentos emocionalmente atrofiados; o mesmo artigo pede à sociedade que leve em consideração "o outro lado" do debate em torno dos transgénero.

A mulher, cujo nome foi mantido secreto, tinha 18 anos quando conheceu "Ryan", um músico que lentamente foi entrando no seu coração. O seu sentido de humor fez com que a auto-definida "boa rapariga Católica" se apaixonasse pelo jovem, que estava a tentar ter sucesso dentro da cena musical Australiana nos anos 80. Quando ele lhe pediu que ambos se mudassem para Melbourne, ela pensou duas vezes. "Eu não queria viver em pecado", escreveu ela, e como tal, ele pediu-lhe em casamento.

Embora ela fosse de opinião que a sua vida era idílica, ele passou a ser taciturno e recluso. Pouco depois, ele abandonou-a, deixando-lhe uma carta onde ele afirma que se sente uma mulher presa dentro do corpo dum homem. Ela diz:

Nessa noite não houve qualquer tipo de conversa, mas só algo do tipo "Amo-te, e vou continuar a amar-te mesmo depois de passar a ser uma mulher". A minha atitude foi algo do tipo "Podes ser um lobisomem ou uma mulher, mas não me abandones".... Acho que o Ryan pensou que tudo continuaria na mesma mesmo depois dele se tornar numa mulher.

Mas um dia ela chegou a casa e ficou chocada por vê-lo a assistir televisão usando uma das roupas dela.

Passei um longo tempo a pensar se quando se ama alguém, o género dessa pessoa realmente importa. Não consegui ter outra resposta que, sim, importa.

Apesar dos seus esforços de manter um casamento saudável, o impulso de Ryan de ter auto-realização e satisfação matou o seu relacionamento e deixou a mulher com o coração partido. Ele saiu de casa e submeteu-se a uma cirurgia de implante mamário, chegando a ligar para a sua esposa a perguntar se ela lhe poderia trazer um sutiã Playtex Cross-Your-Heart tamanho 16.

O nosso divórcio foi mútuo e ele foi finalizado em 1990. Ryan estava tão consumido pela sua mudança que o nosso casamento tornou-se secundário.

Ela disse que o seu ex-marido "avançou rapidamente com a sua vida, encontrando outro transsexual homem-para-mulher num dos encontros entre transgéneros. Eu estava fora do país quando o seu novo parceiro me ligou para dizer que o pénis de Ryan havia sido removido com sucesso."

Ela disse que ficou sem reacção antes de responder que o novo parceiro do ex-marido provavelmente acreditava que isso eram "boas notícias". Mas isso terminou com aquele que foi o capítulo mais feliz da minha vida. "O homem que eu havia amado deixou de existir."

O fim de casamento de cortar o coração deixou-a emocionalmente marcada e incapaz de se comprometer com outra pessoa.

Tive relacionamentos, a maioria deles breves, e não permiti que eu voltasse a apaixonar-me. Não me arrependo do meu casamento, visto que ele me deu alegria durante muitos anos. Certamente que não culpo o Ryan nem a mim mesma pelo que aconteceu, mas lamento as repercussões da sua decisão de alterar a sua anatomia.

A sua história, um conto raro sobre a forma como a transição dum transgénero prejudica aqueles que lhe são próximos e que lhe amam, foi disponibilizada como forma de alargar o debate em torno da práctica (que é mais aceite na Austrália culturalmente liberal).

A maior parte das histórias dos transgénero são contadas do ponto de vista da pessoa que muda, e não do ponto de vista da família. Acho que é importante que se conte o outro lado da história visto que os efeitos têm um alcance bem amplo junto daqueles a quem isto afecta.

Fonte

terça-feira, 3 de junho de 2014

Despedidos por sugerirem que quem mutila o próprio corpo pode ter problemas mentais

Dois apresentadores de rádio foram despedidos dos seus postos de trabalho depois de terem tomado parto dum segmento radiofónico de 12 minutos onde criticaram a cidade por concordar em financiar procedimentos de alteração de sexo para os seus funcionários e dependentes, e terem sugerido que os potenciais "transsexuais" são mentalmente doentes.

Beck e Kimberly, do programa “The Morning Buzz”, foram despedidos por comentários feitos um dia antes do despedimento no seu programa matinal.

Durante o curso do segmento que se focou na cobertura de saúde municipal aos auto-identificados "transgénero", a dupla atacou a decisão da cidade qualificando-a de um desperdício do dinheiro dos contribuintes, e questionando o porquê da dispendiosa operação de "mudança de sexo", e os tratamentos associados, terem que ser pagos pela cidade, mas o aumento dos seios ou as operações faciais para as mulheres não o serem também, visto que elas também podem não estar felizes com a sua aparência.

No entanto. Kimberly deu o seu apoio à provisão que confere aconselhamento psicológico aos assim chamados "transgéneros", afirmando que qualquer pessoa que queira uma operação médica de modo a que possa passar a viver como uma pessoa do sexo oposto "provavelmente é meio maluquinha".

A Entercom, companhia que é dona da estação de rádio onde corre o programa (ou corria), suspendeu a dupla mal eles saíram do ar (no próprio dia do em cima mencionado segmento radiofónico) qualificando os seus comentários de "odiosos". Kimberly expressou a sua raiva no Twitter afirmando:

A liberdade de expressão inclui a liberdade para ofender os outros. Tu não tens o direito de não ficares ofendido nesta vida.

Mas na declaração que foi feita no dia seguinte (Quinta-Feira de manhã), foi anunciado que o par havia sido despedido. A Entercom escreveu:

Durante esta manhã, a Entercom despediu Kimberly e Beck com efeitos imediatos. Os seus comentários odiosos contra a comunidade transgénero [sic] não representam a nossa estação e nem a nossa companhia. Pedimos sinceras desculpas à comunidade transgénero [sic], à comunidade de Rochester, e a qualquer pessoa que possa ter ficado ofendida com os seus comentários. Temos orgulho do trabalho passado que fizemos juntamente com a comunidade lgbt local, e continuamos comprometidos com essa parceria.

Embora a declaração de Kimberly em relação às pessoas que sofrem de confusão sexual possa ter pecado por falta de tacto, é verdade que a "American Psychological Association" (APA) classifica a disforia de género – definida como a “uma incongruência vincada entre o género experimentado/expressado com o género definido” – como doença mental, e os estudos revelam que 41% das pessoas que sofrem da mesma irão tentar levar a cabo um suicídio em determinada altura das suas vidas.

Embora os proponentes do transgenerismo tenham levado a cabo esforços intensos para passar a imagem de que os procedimentos de "alteração de sexo" fazem parte dos cuidados médicos básicos e normais para aqueles que sofrem de crises de identidade sexual, nem todos os profissionais da psiquiatria concordam. O Dr Keith Ablow tem sido um vocal oponente da normalização das radicais operações de alteração de sexo e do tratamento hormonal, especialmente à medida que os activistas pressionam os médicos para que estes dêem início a estes tratamentos em crianças cada vez mais novas.

Depois de legislação em favor da aceitação da ideologia transgénera ter sido aceite na California no princípio deste ano, Ablow disse ao site LifeSiteNews que o que causa a que uma pessoa se sinta "presa no corpo errado" tem que ser uma questão novamente discutida pela comunidade psiquiátrica:

Como psiquiatras, não sabemos de forma precisa a origem de uma crença fixa e falsa, e se viermos a descobrir que as pessoas que pensam que se encontram presas no género [sic] errado poderiam ter sido ajudadas com algo mais do que um bisturi, então, nós, como membros duma área científica, seremos responsáveis por não termos sido mais diligentes na busca destas respostas em relação às origens disto.

O Dr. Kenneth Zucker, responsável pela task-force da APA que lida com os assuntos em torno da identidade sexual, não só concorda com Ablow, como compara a disforia de género como uma doença mental análoga à depressão - que varia da situacional até à crónica:

Para algumas pessoas, uma depressão de dimensões consideráveis é uma condição de vida que nunca acaba. Mas há pessoas cujos sintomas podem ser diminuídos através da terapia ou tratamento, e para algumas pessoas, esta depressão desaparece para sempre - quer seja através de tratamento e da medicação ou por si só. Sou de opinião que o mesmo se verifica com disforia de género. Para algumas pessoas esta é uma condição para toda a vida, e existem pessoas para quem a disforia vem e vai, ou desaparece por completo.

Zucker disse que ele é de opinião de que o seu trabalho, como terapeuta, é encontrar o tratamento que irá aumentar as probabilidades da confusão sexual ou "disforia" acabar por completo - e não saltar imediatamente para uns invasivos e irreversíveis procedimentos tais como operações de "mudança de sexo" que podem, na verdade, piorar o problema (tal como no caso da mulher Belga que recebeu uma operação de "mudança de sexo" e que mais tarde pediu (e recebeu) permissão para ser vítima de eutanásia visto não ter ficado satisfeita com os resultados da operação).

Rochester começará a oferecer operações de mudança de sexo aos seus funcionários e seus dependentes no dia 1 de Janeiro de 2015. Entretanto, o programa "Morning Buzz" foi cancelado.
Fonte

segunda-feira, 10 de março de 2014

A mulher como vítima da agenda homossexual

Homem que alegava ser "transgénero" (como forma de obter acesso a mulheres e atacá-las sexualmente em dois abrigos de Toronto) foi encarcerado "indefinidamente" na semana passada depois dum juiz o ter declarado como um "criminoso perigoso".

Os líderes pró-família estão a ressalvar que isto e precisamente o tipo de incidente que eles avisaram que aconteceria quando o governo do Ontário aprovou a lei da "identidade de género", apelidada de "a lei da casa de banho", em 2012.

Christopher Hambrook, de 37 anos, apoiou-se nos sempre-em-expansão "direitos" legais disponibilizados às pessoas que se "identificam" com o sexo oposto à sua biologia.

Operando sob o nome "Jessica" durante o ano de 2012, Christopher foi capaz de entrar nas casas de banho femininas dos abrigos onde ele abusou sexualmente algumas mulheres. O tribunal ficou a saber que uma das mulheres acordou só para encontrar Hambrook a abusar dela na sua cama: 

As calças dela haviam sido puxadas para baixo e o seu fato de banho havia sido puxado para o lado Ela gritou ao acusado, exigindo saber o que ele estava a fazer. Ele apenas cobriu a sua [dele] cara e disse 'Ooops!' e começou a dar risinhos.

O tribunal ouviu também evidências da forma como Hambrook aterrorizou uma mulher surda que vivia no abrigo:

O acusado pegou na mão da queixosa e forçou-a de modo a que ela tocasse na região da sua virilha ao mesmo tempo que o seu pénis se encontrava erecto.

A mesma mulher surda reportou que Hambrook costumava olhar para ela através do espaço que há entre a porta e a moldura da porta enquanto ela tomava banho. O Juiz John McMahon impôs uma sentença de prisão "indefinida" devido à longa história de Hambrook como agressor sexual.

Hambrook trabalhava como stripper e acompanhante no Quebeque antes de se mudar para Toronto em 2009 e fazer-se passar por mulher. Enquanto se encontrava em Montreal, ele esteve 4 anos preso por ter abusado duma menina de 5 anos em 2002, que era amiga de família, e por ter abusado sexualmente duma mulher com deficiências mentais de 27 anos enquanto se encontrava sob fiança devido ao primeiro crime.

A acusação foi bem sucedida em convencer o juiz de que os impulsos sexuais descontrolados de Hambrook colocavam o público em perigo e que uma pena de prisão indefinida era a única forma de proteger o público. O Juiz McMahon afirmou:

Estou satisfeito com o facto de não haver qualquer tipo de expectativa razoável de que uma medida mais leve iria proteger o público de Christopher Hambrook.

Em 2012 o Ontário reformou o seu Código dos Direitos Humanos de modo a fazer da "identidade de género" e da "expressão de género" bases proibidas para a discriminação. Os apoiantes da lei disseram por essa altura que a assim chamada "Lei de Toby" iria abrir no Canadá as portas para as "alterações sociais", ao mesmo tempo que os defensores da família natural alertaram também por essa altura que a lei iria criar o direito legal dum homem se identificar como "transgénero" como forma de usar os quartos e as instalações femininas como forma de explorar as mulheres. A lei foi subsequentemente apelidada de "a lei da casa de banho" pelos seus críticos.

Permitir que um homem que se identifica como "transgénero" tenha acesso às áreas femininas já se revelou problemático nos Estados Unidos. No ano de 2012, uma universidade do estado de Washington decidiu que não iria previnir que um homem de 45 anos que se apresentava como "transgénero" descansasse nu num vestiário normalmente frequentado por meninas cuja idade poderia chegar aos seis.

As adolescentes da equipa de natação da escola estavam a usar as instalações quando viram  "Colleen" Francis expondo de modo deliberado a sua genitália masculina através da janela de vidro da sauna. A polícia disse a uma mãe enfurecida que a universidade não poderia impedir o homem biológico de ter acesso às instalações.

Brian Rushfeldt, presidente da "Canada Family Action", disse à LifeSiteNews que o método de  Hambrook de obter permissão legal para ter acesso aos abrigos femininos prova que a legislação em torno da "identidade" é inerentemente falha:

A lei do Ontário é perigosa e é inaceitável que qualquer país permita uma lei que coloque os cidadãos em risco. Isto prova que a lei foi mal planeada e mal executada, e o governo deveria ser responsabilizado por estes crimes.

Jack Fonseca da "Campaign Life Coalition" disse à LifeSiteNews que "não era preciso que um neurocirurgião para prever que deixar que homens entrem nas casas de banho femininas, bem como em outros espaços privados, eventualmente levaria a abusos sexuais. Eu gostaria muito que não tivéssemos que dizer "Nós avisamos", mas os líderes partidários de Ontário e os MPPs foram avisados de que a "Lei da Casa de Banho" colocava as mulheres em perigo, e ela tinha que ser derrotada. Naturalmente, esta lei lunática só tornaria mais fácil que os violadores e os voyeurs atacassem as mulheres ao mesmo tempo que se mascaravam de "transgéneros".

Fonseca apelou que a lei fosse repelida:

Se esta lei perigosa não é repelida, só veremos um aumento de predadores masculinos a atacarem mulheres em locais onde elas merecem o direito à privacidade (tais como casas de banho, salas onde se mudar de roupa, e abrigos femininos.

Fonseca atacou o líder dos "Conservadores Progressistas" - Tim Hudak - por ter dado o seu apoio à lei, dizendo que ele deveria assumir a "responsabilidade pessoal pelas tentativas de violação que estas pobres mulheres sofreram nos abrigos.”

Hudak não pode escapar da culpa: ele apoiou esta lei sem sentido.

Christina Blizzard (QMI Agency) escreveu um artigo de opinião na semana passada afirmando que as mulheres tem o "direito de protecção".

Esta é uma péssima lei visto que dá aos predadores heterossexuais acesso às mulheres nos seus momentos mais pessoais. Cuidados adicionais deveriam ser tomados para proteger as mulheres que se encontram em risco e em situações vulneráveis (tais como em abrigos para os sem-abrigo).
 
Ezra Levant disse que a lei da identidade de género de Ontário tornou a província num "imã para os violadores":

Em vez das mulheres se sentirem protegidas em Ontário. em vez da lei proteger a mulheres, a lei entrega as mulheres a violadores com o nome de "Jéssica"

Uma versão federal da lei da"identidade de género" encontra-se actualmente no Senado depois de ter falhado a sua terceira e última leitura em Agosto depois do Conservadores terem fechado o Parlamento para as férias de verão.

Fonseca afirmou a legislação federal coloca as mulheres Canadianas em risco:

Apelamos a todos os Canadianos preocupados para ligarem, mandarem emails e escreverem para os Senadores Canadianos demonstrando como a versão de Ontário desta lei permitiu que Hambrook  abusasse sexualmente duas mulheres, e para garatinrem que os Senadores não façam o erro de dar cobertura legal a violadores em potência ao nível federal. Digam aos Senadores para votarem NÃO à proposta de lei C-279 quando ela ressurgir.

sexta-feira, 7 de março de 2014

A rapariga transsexual e o "crime de ódio" que nunca foi

A polícia da pequena cidade no norte da Califórnia com o nome de Hercules havia dado início a uma investigação em torno de abuso sexual e crime de ódio depois duma rapariga que se identifica como "rapaz" alegadamente ter sido atacada por três rapazes adolescentes enquanto usava a casa de banho que está de acordo com a sua identidade de género (isto é, a casa de banhos dos rapazes).

Segundo o Departamento Policial de Hercules, a estudante de 15 anos afirmou que estava a sair da casa de banho dos rapazes quando foi confrontada por "três jovens não identificados do sexo masculino". A estudante disse às autoridades que os três rapazes, que se acreditam ter cerca de 16,17 anos, empurraram-na para zona dos deficientes da casa de banho, onde ela foi "agredida fisicamente e sexualmente".
Só que ela mentiu.

Segundo Van Putten, detective policial de Hercules, a adolescente transgénero retratou-se da história que havia contado, "admitindo que a havia fabricado totalmente" durante uma entrevista com um detective. A estudante admitiu finalmente que havia inventado a história durante a entrevista que se seguiu com um detective (na Terça-Feira) mas a detective Van Putten não especulou em torno das razões que levaram a rapariga a mentir.

* * * * * * *
A detective não especulou, mas nós podemos especular. Fingir ser uma vítima é a forma através da qual os pervertidos adquirem o poder sobre os outros. Uma vez que não existe opressão genuína na nossa sociedade (algo que contradiz a ideologia esquerdista), a opressão tem que ser fingida de modo a que os pervertidos possam justificar o seu estatuto elevado aos olhos dos idiotas liberais que insistem em estimular a desilusão mórbida dos pervertidos ao identificarem os transgéneros com pronomes que não estão de acordo com a sua composição cromossómica.

Mas não se preocupem, esquerdistas. O pequeno anjo não sofrerá qualquer represália por colocar a polícia em trabalhos dispendiosos numa investigação corpulenta em torno da profanação da Pessoa com Perversidade Privilegiada:
Mario Trujillo, porta-voz da "West Contra Costa Unified School District", dise que os oficiais da escola estão menos preocupados em punir a estudante do que garantir que ela obtenha todo o apoio que precisa para se sentir segura e confortável na escola. “Reconhecemos que a vida é complicada, e que no final do dia isto foi um pedido de ajuda,” disse Trujillo.
Tal com com o logro da Tawana Brawley, para os esquerdistas não interessa se o incidente ocorreu ou não, mas sim que teoreticamente poderia ter ocorrido na pseudo-realidade ideológica na qual eles vivem. As mentiras da estudante anónima são, portanto, essencialmente, verídicas:
"Existe ainda uma peça importante desta história, que é o nível elevado de intimidação ["bullying"] e violência, incluindo agressões física que os jovens trans sofrem nas escolas, afirmou Carolyn Laub, directora-executiva da "Gay-Straight Alliance Network."
Tal como com o racismo e a "islamofobia", os elevados níveis de intimidação e violência são, na sua maioria, fraudes. Eis aqui uma lista parcial:


Da próxima vez que algum membro das castas mais elevadas da hierarquia vitimista esquerdista alegar estar a ser "oprimida", riam-se dela sem vergonha visto que eles não nos deixam com outra escolha.
Fonte.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

As ameaças de morte feitas ao Dr Keith Ablow

Kirsten Andersen

O Dr. Keith Ablow tem sido o alvo de ameaças de morte devido à sua posição de que o assim chamado "transgenerismo" é algo sem fundamento científico que coloca crianças vulneráveis em risco devido a procedimentos cirúrgicos desnecessários e uma vida inteira de confusão. Mas o psiquiatra sediado em Massachusetts disse à LifeSiteNews numa entrevista exclusiva que ele continuará a falar a verdade, apesar dos perigos:

Tive que escolher entre dizer o que eu penso e ser empático para com todos, apesar das ameaças e apesar dos apelos provenientes de muitas pessoas exigindo que eu perca as minhas credenciais académicas. É importante continuar a falar deste tópico porque aparentemente, nos EUA existem milhares de crianças que estão a ser preparadas para serem submetidas a cirurgias plásticas extensivas que elas podem ou não precisar delas.

Ablow disse que o que causa a que uma pessoa sinta que está "presa no corpo errado" é uma questão que tem que ser "reaberta" pela comunidade psiquiátrica.

Como psiquiatras, nós não sabemos de onde as crenças fixas e falsas se originam... E se ficarmos a saber que as pessoas que pensam que estão presas no corpo sexual errado podem ser abordadas com algo mais que um bisturi, então nós, como disciplina, seremos responsáveis por não termos sido mais diligentes na busca das respostas em torno de onde isto vem.

No início deste mês, pouco depois da controversa lei da Califórnia permitir que os estudantes das escolas públicas escolham o seu género [sic] - independentemente da biologia -, e de permitir a livre escolha das equipas desportivas na qual se quer competir, para além de dar "liberdade" para escolher o género em qualquer outro tipo de actividade, inclusive as instalações sanitárias que se quer usar, Ablow atraiu atenção nacional com um editorial para a Fox News onde ele chamou a lei de "profundamente destrutiva" para as crianças.

A partir do dia 1 de Janeiro, os estudantes das escolas públicas da Califórnia poderão escolher qual das instalações sanitárias eles querem usar, bem como o balneário feminino ou o masculino que querem usar, tendo como base no que se sente no momento (fémea ou macho), quer se seja anatomicamente macho ou fémea.

Sei que outros psiquiatras podem não concordar, e sei que os activistas lgbt me irão criticar, mas eu acredito que permitir esta "escolha" é psicologicamente profundamente destrutivo, para todos os estudantes, incluindo aqueles que se identificam como transgéneros.

Sei que vou continuar a receber ameaças de morte e apelos para que eu seja despedido da minha posição de ensino por dizer o que disse visto que já suportei ambas.

Eu acredito que as crianças já têm que lidar com o suficiente, à medida que lutam para se sentirem confortáveis com os seus corpos, bem como com a noção da privacidade e as alterações finais em torno da sua puberdade, sem terem que lidar com a noção das suas almas terem nascido no corpo errado. Na
história do mundo não existem evidências suficientes em favor duma alma masculina ou feminina a nascer no género anatómico errado.

A LifeSiteNews entrou em contacto com o Dr. Ablow para lhe perguntar sobre as respostas às suas declarações, bem como para saber do porquê ele achar que foi necessário dar a sua opinião, independentemente das consequências. "A resposta [ao artigo] tem sido tremendamente positiva em várias formas" disse o Dr Ablow à LifeSiteNews, acrescentando que numerosas pessoas "expressaram o seu desalento em torno das implicações da lei."

Mas mesmo assim, disse o Dr Ablow, "uma minoria vocal tem sido extremamente negativa e ameaçadora, o que eu aprendi a esperar sempre que tento falar de questões em torno do comportamento transgénero duma forma que eu considero ser objectiva." Muitas dessas ameaças, disse Ablow, são graficamente violentas, "dizendo o que me fariam e de que forma isso deveria ser feito."

Ele disse à LifeSiteNews que, como psiquiatra, ele acha que tal reacção violenta a qualquer iniciativa que vise questionar a politica da identidade transgénera tem fundamento no medo.

Acho que estamos tão imersos neste assunto que as pessoas são muito avessas a re-examinar as implicações de fazer coisas tais como injectar crianças de 12 anos com doses maciças de hormonas como forma de parar a puberdade. Se viermos a descobrir que este trajecto não era defensível do ponto de vista científico, então isso terá implicações enormes para a medicina, para os pais, que conduziram as crianças para este caminho - e para a psiquiatria, por não ter sido mais vigorosa a exigir evidências científicas de que as pessoas podem nascer nos corpos errados.

Segundo Ablow, as implicações são também perturbadoras "para os próprios transgéneros."

Mal um médico - neste caso, penso eu, um médico equivocado - te diz que todo o teu sofrimento pode ser psicologicamente explicado porque nasceste num corpo que tem o sexo errado, dar essa perspectiva é quase uma questão de vida ou de morte. Logo, o abrigo desta explicação simplista - que estes pensamentos de que te encontras preso ao corpo errado realmente significa que estás no corpo errado - torna-se numa defesa contra questões mais profundas que precisam de mais análise, e as pessoas não querem enveredar por esse nível de auto-examinação.

Questionado se ele sente que está a colocar a sua segurança em risco por falar deste tópico altamente controverso, Ablow respondeu:

Eu levo a sério todas as ameaças à minha vida, e tomo algumas precauções. ... Mas sinto algum conforto em pensar que, estatisticamente, as pessoas que fazem barulho na internet são menos susceptíveis de levar a cabo algum tipo de acção.

Ablow fica preocupado com "as inúmeras crianças americanas a quem está a ser dito que eles devem questionar se o seu género [sic] está para sempre estabelecido, quando na minha opinião está."
Existem muitos psiquiatras bem intencionados, e bem credenciados, que discordam, e eu percebo isso. Mas eu não entendo o porque deles não me entenderem. Dito de outra forma, eles deveriam estar mais abertos a mais diálogo. A noção de que, se tu sugeres isso, algumas pessoas dirão que tu deves morrer, e outras dirão que tu não deverias estar a ensinar numa universidade, e que tu deverias sentir como se tivesses que escolher entre ser ostracizado ou falar o que pensas, é uma tragédia.

A não perder:
1. Psiquiatra afirma: “Transgenerismo" é doença mental" - http://shar.es/1Hc4Ys
2. Psiquiatra: Do ponto de vista científico, não existem "transgéneros" - http://shar.es/1Hc4lF

sábado, 9 de novembro de 2013

Como a agenda homossexual prejudica as mulheres

Durante o ano que passou, a boa gente do Colorado teve que enfrentar desastres naturais, fogos descontrolados, chuvas e enchentes. Para além disso, podemos também acrescentar à lista desastres não-naturais trazidos sobre a sociedade por parte de calamidades sociais destrutivas resultantes do Marxismo Cultural.

O assunto criado pelos oficiais da "Florence High School" em Colorado Springs, teve como causa o facto dum único estudante (macho) se identificar como "transgénero". O aluno, cujo nome não foi disponibilizado mas que será identificado como "Matt", gosta de ir para as casas-de-banho das raparigas bem como às casas-de-banho dos rapazes. Aparentemente ele estão tão confuso em relação à sua sexualidade que, duma hora para a outra, ele não consegue dizer qual é o seu sexo.

Não só o Matt gosta de usar as casas-de-banho das raparigas sempre que lhe dá vontade, como tem uma reputação de alegado assédio sexual sempre que se encontra numa casa-de-banho feminina. Os pais já se queixara às autoridades escolares - as mesmas autoridades que criaram o problema - e não obtiveram qualquer tipo de resposta satisfatória.

Pior que isso, esses pais que se preocuparam com a presença dum homem sexualmente confuso numa casa da banho para meninas foram os receptáculos de repreensão por parte da liderança administrativa da escola, que ameaçou retaliações contras as estudantes que continuem com as queixas. O conselho escolar disse aos pais e aos alunos que levantaram problemas que estes poderão sofrer dispensas por parte das equipas desportivas e acusações de "crime de ódio" se continuarem a não concordar com o que está a acontecer nas casas-de-banho para meninas, e prosseguirem na sua defesa de valores e princípios normais, tradicionais e fundamentados na biologia.

A "Pacific Justice Institute" (PJI), uma agência sem fins lucrativos que defende os valores tradicionais, enviou uma carta à escola listando uma série de preocupações que eles e os pais exigem que sejam levadas em conta o mais rapidamente possível. Um porta-voz da PJI afirmou:

A carta enviada hoje pela PJI explica que os alunos não-transgéneros ainda possuem direito à sua privacidade e esse direito está a ser ignorado pela escola. A carta aponta também que a escola Florence High não tomou as preocupações mínimas tais como requerer que o estudante [Matt]  se identifique de modo conclusivo com um dos géneros [sic]. Segundo o testemunhos de alguns alunos, ele às vezes usa a casa-de-banho das raparigas mas por outras vezes usa a dos rapazes.


A carta enviada pela PJI lembra os oficiais da Florence High "das suas obrigações legais de proteger a privacidade e os direitos expressivos de todos os alunos - não só dum grupo selecto."

A carta declara também que, depois de se reunirem com as raparigas que se queixaram de partilhar a casa de banho com o Matt, os oficiais escolares recomendaram-lhes que "evitassem usar o balneário das raparigas", mas que usassem outro balneário mais distante.

Esse tal balneário mais distante não se encontra disponível aos alunos que fazem actividades depois do horário escolar, e como tal, essa "solução" não tem qualquer tipo de utilidade.

O instituto deu 5 dias à escola para responder por escrito aos pontos listados na carta.

Fonte

* * * * * * *
Seria interessante saber de que lado o lobby feminista se encontra - do lado das mulheres, defendendo o seu direito de não partilhar a casa de banho com um homem, ou do lado do jovem sexualmente confuso. As mulheres que se identificam com o feminismo deveriam tomar este incidente como exemplo, e questionar a sua liderança da posição oficial do feminismo em relação ao facto de, segundo o movimento homossexual, homens poderem usar a casa de banho das meninas desde que se identifiquem como "trans".


quinta-feira, 4 de abril de 2013

Homem suicida-se depois da operação de "mudança de sexo"

Vocês enviam os vossos filhos para escolas onde eles podem ser expostos a pessoas com distúrbios mentais graves, chegando ao ponto deles não saberem de que sexo são? Pois fiquem sabendo - se ainda não sabiam - que isso é profundamente perturbador para as crianças; muitas delas podem vir a sofrer algum tipo de ansiedade e medo quando lhes for dito que um homem tomou a decisão de cortar o seu apêndice reprodutor. A situação torna-se ainda pior se isso acontecer numa escola supostamente "Cristã". Onde é que a Bíblia diz para se concordar com um homem que pensa que ele é uma mulher?

Pouco antes do Natal de 2012, os alunos da escola "St Mary Magdalen’s" em Lancashire, Inglaterra, ficaram a saber que, quando regressassem das férias, o professor que eles conheciam como o sr Nathan Upton seria daí em frente conhecido como Miss Meadows.

”O sr Upton fez recentemente uma mudança significativa na sua vida e fará a transição para a vida como uma mulher,” escreveu a directora da escola, Karen Hardman. Esta carta foi amplamente difundida pelos média ingleses, e quem se revelasse preocupado com o facto duma homem resolver seguir a via da auto-mutilação como forma de satisfazer desejos subjectivos, seria catalogado de "transfóbico."

Naturalmente, muitos pais reagiram à notícia com ressentimento pelo facto das suas crianças ficarem expostas a este tipo de comportamento anormal por parte de alguém que deveria ser um exemplo para elas. Devido a isso, os pais fizeram sentir a sua preocupação junto dos média. Nathan Upton não só havia vivido como um homem, como havia sido casado e havia gerado filhos antes de decidir que queria ser uma "mulher".

Os activistas pelos direitos dos transsexuais, que exigiram apoio à sua decisão, nunca expressarão qualquer tipo de preocupação com o efeito que a decisão de Nathan teve na sua mulher ou nos filhos. E que dizer dos sentimentos dos outros membros da família, dos colegas, dos seus alunos ou mesmo dos contribuintes, que pagaram a sua operação? Todos aqueles que discordaram com a sua decisão foram acusados de "transfobia" (o politicamente correcto em acção).

Wayne Cowie, cujo filho de 10 anos tem sido aluno de Nathan há já três anos, disse que os seus filhos estavam confusos e preocupados. ‘O meu filho do meio pensa que um dia desses, ele acorda com o cérebro duma rapariga uma vez que foi-lhe dito que o sr Upton, à medida que foi envelhencendo, adquiriu o cérebro duma rapariga,’ afirmou o decorador de 35 anos. ‘Ele é um bom professor mas os meus filhos são demasiado novos para ficarem a saber a história dos pássaros e das abelhas desta forma.’

Num gesto claramente totalitário e intimidador, o sr Cowie disse que foi dito aos seus filhos que seriam punidos no semestre seguinte se continuasem a se referir ao professor como "sr Upton" e não como "Miss Meadows".

Outro pai disse também que "Isto é totalmente impróprio.... Qualquer professor que vai mudar de sexo, deve também mudar de escola."

O Fim

Três meses depois da sua operação, a "senhora" Lucy Meadows, também conhecido Nathan Upton, foi encontrado morto sem a presença de qualquer evidência que refute a tese de suicídio. Devido a isso, a polícia está a tratar este caso precisamente como um caso de suicídio. Claramente, ele era uma pessoa instável (tal como o são TODAS as pessoas que resolvem mudar de sexo), emocionalmente escamosa e sexualmente confusa que, finalmente, se arrependeu da operação drástica a que foi submetido.

A assim-chamada operação de "mudança de sexo" não muda o sexo da pessoa; nos homens, essa operação apenas cria um eunuco. Cortar o pénis e os testículos dum homem não o transformam numa mulher. Os profissionais de medicina podem até construir um orifício no meio das suas pernas mas nunca terá a aparência, a sensação ou a capacidade de reacção que o genuíno órgão sexual da mulher tem. O seu corpo ficará para sempre um corpo masculino e ele terá a necessidade de consumir elevadas doses de hormonas artificias femininos como forma de alterar o seu corpo e desenvolver seios. Escusado será dizer que ele nunca poderá ter filhos uma vez que ele não tem um útero nem ovários.

Muitos transsexuais arrependem-se da operação a que se submeteram, e pedem que a mesma seja revertida. Normalmente, isto é impossível. Nada pode tomar o lugar do pénis cortado. Talvez Nathan Upton se tenha apercebido tarde demais disto.

Os hormonas artificiais têm um impacto inevitável no cérebro da pessoa, causando alterações e intensificação das emoções. Imaginem as emoções duma rapariga adolescente a inundarem o cérebro dum homem castrado, que já não era emocionalmente são. Essas talvez sejam as razões que levaram a que Nathan enveredasse pelo suicídio, enviando assim a sua alma para o fogo eterno. Para sempre.

A brigada LGBT anunciou imediatamente que Nathan Upton foi vítima de "transfobia", e como evidência para isso eles apontam para os artigos que foram escritos em torno da sua história, e para os jornalistas que fizeram todos os possíveis para obter uma foto sua.  

Ou seja, segundo os activistas homossexuais, quando uma pessoa vê o seu nome nos jornais, e vê jornalistas a tentar obter a sua foto, isso gera em si a vontade de cometer o suicídio. Certamente que isso será uma notícia chocante para todas as figuras públicas que vêem o seu nome diariamente exposto nos jornais e nas revistas cor de rosa.  Para além disso, quando Upton cometeu suicídio, o interesse da impressa havia já arrefecido.

A verdade dos factos é que Upton cometeu o suicídio porque ele era uma pessoa perturbada. A tragédia do movimento homosexual é que o memso valida psicoses e neuroses como "direitos humanos", fazendo assim com que pessoas que PODERIAM obter ajuda profissional e viver vidas normais, vejam, em vez disso, as suas vidas destruidas em favor de sentimentos auto-destrutivos.

Fontes: Guardian, Daily Mail

Escola "Cristã"
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sábado, 30 de março de 2013

Rapaz adolescente sente que é uma rapariga e consequentemente, tenta alistar-se numa escola só para raparigas

Entre as muitas casualidades da aplicação totalitária do politicamente correcto militante encontram-se as escolas só para raparigas. 
Uma fêmea transgénero [isto é, um homem com disturbios psiquiátricos que gosta de usar roupas de mulher] que se candidatou para a Smith College, um colégio só para raparigas em Northampton, Massachusetts, foi impedido de se candidatar para uma admissão nessa mesma escola. Calliope Wong, 17, nasceu macho [e tal como todos o ser humano que nasce macho, ele vai morrer macho] mas tem vivido como uma mulher.
Embora se tenha identificado como "fêmea" na sua aplicação para o colégio privado, a sua papelada relativa aos subsídios financeiros, bem como a sua informação da segurança social, ainda [o] listam como macho, e devido a isso, a escola devolveu a sua aplicação.
Devido a esta recusa, Wong acusou o colégio de "discriminação".
Temendo a possibilidade de serem acusados de falharem ao não condescenderem com os desviados sexuais, a escola começa a retroceder na sua decisão furiosamente, tentando passar a imagem de que foi tudo um erro.
O colégio afirma que não são eles que decidem quem é uma mulher, e que eles oferecem as boas vindas à diversidade no estudantil.
Os média e o governo também não decidem quem é ou não é uma mulher uma vez que isso fica permanentemente decidido no momento da concepção. Mas segundo a doutrina esquerdista de que o nosso sexo pode ser alterado segundo a nossa vontade, ficamos a saber que o colégio Smith College afinal não é só para raparigas:
Se uma aluna já admitida decidir começar a identificar-se como "macho", essa estudante poderá continuar a estudar nesse estabelecimento.
E se ela decidir começar a identificar-se como uma cadela, pode ela ser colocada à entrada do colégio como forma de aumentar a segurança interna? 

Naturalmente que Calliope Wong não é nem nunca vai ser uma mulher. O que ele é, é um jovem emocionalmente perturbado.


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domingo, 10 de março de 2013

O ódio dos activistas transsexuais

Germaine Greer, a mundialmente famosa feminista e académica, foi vítima de um ataque histérico por parte de transsexuais neo-zelandeses. Os corajosos mulheres-homens, auto-identificados como os "Queer Avengers", demonstraram a sua intolerância e desrespeito pelos pontos de vista alheios atacando Germaine Greer com uma glitter-bomb durante uma sessão de autógrafos que ocorreu no ano passado. Isto apenas demonstra a sua inabilidade de se envolverem numa discussão racional, ou num diálogo adulto.

Greer, que nunca escondeu os seus pontos de vista - mesmo no que toca aos assim chamados "transsexuais" - escreveu no passado que um homem nunca se  pode tornar numa verdadeira mulher cortando os seus genitais, e que aqueles que o fazem, nada mais são que "uma paródia grotesca" duma mulher genuína. Ela acrescentou ainda que o homem que pensa que ele é uma mulher, ou que nasceu no corpo errado, sofre duma desilusão.

Obviamente que Germaine Greer está cientificamente e psicologicamente correcta, e esta posição é partilhada por profissionais competentes. O Dr. Joseph Berger afirma que a cirurgia cosmética não altera os cromossomas do ser humano, e que isso não transformará um homem numa mulher - com a capacidade de menstruar, ovular e gerar crianças no seu útero - nem transformará uma mulher num homem - com a capacidade de gerar esperma que se pode unir ao óvulo da mulher e fertilizar esse ovo de modo a produzir um bebé humano.

Durante os anos 90, Greer  opôs-se à eleição de transsexuais para a instituição para a qual trabalhava - Newnham College, Cambridge - alegando que isto nada mais era que mais uma forma de dar mais empregos aos homens, que eram já a maioria na universidade. No seu livro de 1999, "The Whole Woman":

Governos que são compostos por muito poucas mulheres foram rápidos em reconhecer como mulheres homens que acreditam que são mulheres, e  que se castraram para o provar. Aparentemente eles olham para as mulheres não como outro sexo, mas como um não-sexo.

Nenhum dos homens que fez a assim-chamada "operação de mudança de sexo" implorou por uma transplante de um útero e de ovários; se este tipo de transplantes fossem manhttp://www.guardian.co.uk/commentisfree/2012/may/29/transgenderism-hate-speechdatórios para aqueles que querem ser mulheres, eles desapareceriam rapidamente. 

A insistência das "mulheres" artificialmente criadas de aceitação é uma expressão institucional duma crença errada de que as mulheres são homens defeituosos.

Felizmente, Germaine Greer é uma mulher resistente e é muito pouco provável que ela mude a sua posição como forma de evitar as críticas e a acusações de "transfobia".

Muitas outras feministas proeminentes levantaram já protestos em torno da forma como os transsexuais estão a intimidar e a agir de forma abusiva contra todos aqueles que não concordam com a sua nova "ortodoxia". Transsexuais histéricos baniram a professora Sheila Jeffries, bem como outras palestrantes feministas, dum encontro em Conway Hall alegando que os seus pontos de vista eram "discurso de ódio", e insistindo que quem se recusa a reconhecer a validade das operações de mudança de sexo, assemelha-se a quem se recusa a aceitar a  historicidade do Holocausto!

Soa familiar? Claro. Estes são os clichés comuns usados pelos queers como forma de promover a sua agenda e censurar qualquer tipo de debate racional. A verdade dos factos é que os queers é que são os verdadeiros intimidadores (inglês: "bullies").

Sheila Jeffries relata:

Há já alguns anos que está em práctica uma campanha organizada via internet e via acções locais, que tenta garantir que eu e outras pessoas que criticam o transgenerismo . . . . não tenhamos qualquer oportunidade de falar em público. Ainda não consegui falar do transgenerismo, mas falo de religião e sobre os direitos das mulheres, a pornografia, e as prácticas de beleza.

Qualquer que seja o tópico da minha apresentação, e quer seja na Austrália, no Reino Unido ou nos EUA, os activistas transgéneros bombardeiam o grupo organizador e o local do encontro com emails acusando-me de ódio-aos-trans e transfobia, e buscando formas de me banirem.

Nos blogues, no Facebook no Twitter eles acusam-me de querer "eliminar" os transgéneros, e eles desejam a minha morte. Um activista fez uma imagem duma lata de pesticida contendo uma foto minha junto a qual um slogan dizia "Mata feministas radicais instantaneamente".
Estes activistas ameaçam as demonstrações e placards contra mim em qualquer lugar onde eu falo.


* * * * * * *
É tremendamente irónico ver "grupos protegidos" da esquerda militante a guerrerarem entre si. Certamente que as feministas não se apercebem que as mesmas forças que dão apoio à "causa" transsexual são as mesmas que financiam o feminismo.
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sábado, 3 de novembro de 2012

Transsexualizando o balneário feminino

Oficias da "Washington’s Evergreen College" deram permissão a um homem transgénero de se expor perante jovens raparigas no balneário. Para além disso, o homem disse às raparigas que elas poderiam trocar de roupa por trás duma cortina se não gostam de estar na sua presença.

A Alliance Defending Freedom reportou:
Na Quinta-Feira passada a ADF enviou uma carta à "Washington’s Evergreen State College"  depois dos oficiais alegarem que a sua política de não-discriminação não permite que a escola impeça um homem de se expor no balneário perante meninas com idades que podem chegar aos seis anos.  Um procurador distrital declarou também que não tem planos de impor o estatuto de exposição indecente para proteger as meninas.
Por várias vezes o estudante de 45 anos (!), que se veste como uma mulher e adopta o nome de Colleen Francis, despiu-se e expôs os seus genitais masculinos no balneário feminino. Estudantes da Olympia High School e crianças da "Evergreen Swim Club and Aquatics Academy" partilham o uso do balneário com a universidade. Em vez de impedir o homem de se trocar no balneário feminino, a escola instalou cortinas e pediu às meninas que se trocassem por trás delas.

Conselheiro legal sénior David Hacker afirmou:
As meninas não deveriam ficar expostas a homens nus, ponto final. A noção universitária da "não-discriminação" não muda esse facto. A ideia do procurador distrital  de não proteger as meninas é chocante. O que os americanos estão a observar aqui é o fruto venenoso das leis e das políticas da "não-discriminação"  Colocar as propensões deste homem a frente da segurança destas meninas é inaceitável.

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É por demais óbvio que este homem não tinha necessidade nenhuma de usar instalações femininas para trocar de roupa. Não tenho forma de confirmar isto, mas estou certo que isto foi levado a cabo PRECISAMENTE com o propósito de gerar uma crise, e da crise resultar uma expansão da anormalidade (e de direitos). 

A mensagem que foi passada com a atitude da universidade e do procurador geral foi "os homens podem usar as instalações sanitárias femininas desde que se identifiquem como transsexuais". Isto é um "direito" só deles, e de mais nenhum homem.

Há 20/30 anos atrás, se um homem fosse apanhado na casa de banho duma mulher, teria que ser escoltado rapidamente para fora sob pena da sua integridade física ser posta em causa. Hoje, como somos mais "progressistas", não só essa aberração é permitida, como é dito às meninas que elas têm que se acomodar à Nova Ordem Sexual.

Imaginem a confusão duma menina de 6, 7 ou 8 anos a entrar numa casa de banho e deparar-se com um homem. O seu senso comum ficará totalmente perturbado e as suas noções de "macho" e "fêmea"  sofrerão um ataque frontal do qual ela muito dificilmente se recuperará. O mais trágico é que é esse mesmo o propósito de medidas da "não-discriminação" e "combate à transfobia".

Um homem (e ele é um homem) que tenha a tara de se colocar nu perante meninas de 6/7/8 anos não merece acomodação mas prisão. Mas isto talvez seja uma declaração demasiado "preconceituosa"  e "transfóbica" na era do "tolerância".



terça-feira, 10 de abril de 2012

Homem transsexual exige desconto durante "ladies night"

Homens psiquiatricamente deformados que se vestem como mulheres não são mulheres, muito menos senhoras - mesmo que se mutilem quimicamente ou cirurgicamente. Eles são, no entanto, mais iguais que o resto da população e como tal devem ser tratados de forma equivalente.

Uma das coisas que eles insistem é ter desconto durante as ladies night.

Segundo o Tampa Bay Times, os problemas começaram quando Alex Borrego foi ao "Bishop" [Tavern & Lounge em St. Petersburg] com vários amigos, incluindo três transgéneros mulher-para-homem e um drag queen.

Embora tenham sido oferecidos descontos nas bebidas a Borrego como parte da promoção do bar, um funcionário do mesmo disse-lhes que as descontos seriam terminados porque "eles eram homens".

A sua carta de condução reporta que ele é uma "fêmea", mas mostrar a mesma não o ajudou.
Não ajudou porque são os cromossomas que determinam se somos macho ou fêmea - e não a engenharia social ou as cartas de condução.

O sexualmente confuso disse:

Legalmente, sou uma mulher. Negar que eu participe nas ladies night é um desrespeito.
Desrespeito é todos nós termos que aturar este tipo de comportamento fascista por parte de grupos emocionalmente e psicologicamente perturbados.

Se vivêssemos num mundo normal, as ridículas alegações do Borrego seriam rejeitadas e ele expulso do bar por ser um perturbador da ordem pública. Mas hoje em dia toda a corja de pessoas perturbadas tem o apoio da elite esquerdista. Devido a isto, o bar sofreu consequências desagradáveis por se recusar em tomar parte da charada politicamente correcta.

Pouco depois, Borrego e os seus amigos iniciaram um protesto online em torno do estabelecimento. O pedido de desculpas emitido pelo bar aparentemente acalmou a maior parte dos protestos desta comunidade.

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Portanto, um homem que se convence que é uma mulher quer tomar parte dos descontos comerciais propositadamente feitos para atrair as mulheres.

"Mulheres"

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Facto biológico catalogado de "transfobia"

A empresa Libra foi acusada de ser "escandalosamente transfóbica" devido a um novo anúncio comercial onde está implícito que, devido ao facto de não menstruarem, os homens transgénero não são mulheres no verdadeiro sentido do termo.

O comercial, onde figuram lado a lado uma personagem "drag queen" e uma loira numa casa de banho, mostra o drag queen e a mulher a competirem um com a outra à medida que a mulher vai ajustando a maquilhagem, o sutiã e o rimel.

A dada altura a loira tira da sua mala um tampão Libra, causando a que o drag queen saia da casa de banho derrotado.

O comercial, que termina com a frase "Libra gets girls" enfrentou uma tempestade de criticas na forma de dezenas de comentários duros na sua página do Facebook.

Fonte

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Sinceramente, não sei qual é a "transfobia" em dizer que só as genuínas mulheres em idade fértil é que possuem a capacidade de menstruar. Qualquer rapariga de 12/14 anos sabe disso. Qual é a "polémica"?

  • É mentira o que o vídeo mostra? Não.
  • Há algum homem transgénero que consiga menstruar? Não.
  • O vídeo apela à violência ou descriminação contra os transgénero? Absolutamente que não.

Portanto, qual é a "polémica"? Ou será que demonstrar de forma empírica a folia dos transgénero é "transfobia"? Colocar ênfase em factos biológicos é "fobia"? A verdade é "fobia"?

Não há fobia nenhuma no vídeo, obviamente. É apenas a biologia tal como ela foi originalmente criada. Por mais que os transgéneros construam órgãos sexuais artificias, eles nunca vão deixar de ser o que eram à nascença: macho ou fêmea.

Um homem não é nem nunca vai ser uma mulher, e uma mulher não é nem nunca vai ser um homem. Se a gaystapo tem problemas com a Biologia, eles que levem o assunto ao Criador.


domingo, 25 de dezembro de 2011

Transsexual é condenado por empurrar para frente de trem advogado que se vestia como mulher

Transsexual que empurrou um advogado que costumava se vestir de mulher em uma estação do metro na região central de Londres em 2010 foi condenado a cumprir pelo menos sete anos de prisão por homicídio culposo.

(Não se percebe bem como é que ele é condenado à "prisão perpétua" mas tem que "cumprir pelo menos sete anos de prisão". Isto demonstra que mais cedo ou mais tarde, este perturbado mental vai voltar às estradas.)

David Burgess, também chamado por amigos e família de Sonia Burgess, de 63 anos, foi empurrado para a frente de um trem que se aproximava na estação de King's Cross em Outubro de 2010.

Senthooran Kanagasingham, também conhecido como Nina, foi condenado à prisão perpétua pela Justiça na última quinta-feira e deve cumprir pelo menos sete anos da pena.

Kanagasingham era amigo de Burgess, um famoso advogado defensor dos direitos humanos e dos direitos dos imigrantes.

Antes de sua morte, Burgess já havia sinalizado que temia pelo estado mental do amigo, e inclusive havia indicado um médico para que ele se consultasse.

Burgess disse a amigos próximos que Kanagasingham estava ficando psicótico e "implodindo" e acrescentou que temia pelos efeitos dos hormónios receitados para Kanagasingham.

O transsexual, de 35 anos, encontrava-se a meio de um tratamento para mudança de sexo na época em que assassinou Burgess, empurrando-o para debaixo do metro.

A defesa alegou que Kanagasingham sofria de esquizofrenia paranóica.

'Calmo'

Testemunhas do momento em que Kanagasingham empurrou Burgess afirmaram que ele parecia "calmo" e, quando outros passageiros o cercaram, ele disse: "Sou culpado, sou culpado, me rendo".

Um bilhete foi encontrado na mochila usada por Kanagasingham onde o transexual afirmava estar "deprimido e sofrendo de transtorno de identidade de género".

O promotor do caso, Brian Altman, afirmou que Burgess, que tinha três filhos, tinha uma "reputação brilhante e invejável".

Os filhos da vítima compareceram ao julgamento, vindos do Canadá e da Coreia do Sul, onde vivem actualmente.

Dechem, uma das filhas, declarou que Burgess queria "romper as fronteiras e permitir que indivíduos fossem o que quisessem desde que não ferissem ninguém".

"Em relação a Senthooran Kanagasingham, esperamos que ele receba a ajuda que precisa, isto é o que Sonia gostaria que acontecesse e, na verdade, ela estava tentando ajudá-lo", afirmou uma declaração divulgada pela família de Burgess.

Fonte

David/Sonia Burgess: assassinado por um transsexual perturbado

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