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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Pedofilia ou assédio homossexual?

A revista New York Times Magazine contém um longo artigo que conta a história de professores (homens) duma escola dispendiosa de Nova York (NY) que, há uma geração atrás, actuaram de forma inapropriada com os alunos masculinos.
Prep-School Predators
The Horace Mann School’s Secret History of Sexual Abuse

A Horace Mann é uma escola K-12 mas quase todos os exemplos dados no artigo envolvem turmas 7-12. Por exemplo, o artigo da NYT descreve um incidente onde o director homossexual da Horace Mann e o seu namorado de meia-idade encheram o autor, então com 17 anos, e o seu colega Eric (também de 17 anos) com álcool ao mesmo tempo que ignoravam o irmão mais novo do autor (que tinha 12 anos):
No final do jantar, eu e o Eric vocalizamos uma frase de saída pré-combinada, agradecemos os nossos anfitriões, agarramos no meu irmão e conduzimos dali para fora, bêbados, deixando que os dois homens pagassem a conta e terminassem a noite como eles bem entendessem.
Estes homens de meia idade foram motivados pela pedofilia ou pelo normal comportamento homossexual? Isto é o mesmo que perguntar se o pai do Barack Obama foi motivado pela pedofilia ou pelo normal comportamento heterossexual quando engravidou a mãe do actual presidente americano quando esta tinha 17 anos.

Se formos ver a definição da palavra "pedophilia" na Wikipedia, lemos:
Este artigo centra-se no interesse sexual dirigido a crianças pré-púberes Para o acto sexual, ver "Abuso sexual de crianças". Para o interesse sexual primário dirigido a pubescentes com idades entre os 11-14 ver Hebefilia. Para o interesse em adolescentes com idades entre os 15 e 19, ver efebofilia.
Como diagnóstico médico, a pedofilia, ou paedofilia, é definida como uma desordem psiquiátrica presente nos adultos, ou adolescentes mais velhos (com mais de 16 anos), tipicamente caracterizado por interesse primário ou exclusivo em crianças pré-púberes (geralmente com 13 ou idades inferiores).
Fico sempre fascinado como a mente humana tem dificuldade em ter opiniões mistas em relação a alguém. Isto leva-nos a dicotomizações na sabedoria convencional. Por exemplo, durante a minha vida, Charles Darwin tem sido promovido de um estatuto de santo para um estatuto quase divino. Ao mesmo tempo, o seu meio-primo e sucessor Francis Galton tem sido demonizado como o bode expiatório, culpado por todas as consequências infelizes da revolução Darwiniana.

De modo semelhante, durante a última geração nós temos sido instruídos em torno da tese "Gay é Bom", ao mesmo tempo que atravessamos frenesins de repugnância dirigidos à pedofilia. Devido a isto, nada de mau pode estar relacionado com o homossexualismo: tem que ser a pedofilia.

Hão-de reparar que o conceito de "assédio homossexual" practicamente não existe na nossa cultura. Do mesmo modo, a apropriada noção de "máfia gay" não é popular quando se fala neste tipo de acobertamentos, onde alguns infractores têm margem de manobra para levar a cabo as suas prácticas durante anos, enquanto outros são dispensados de forma silenciosa e com uma boa carta de recomendação.

Em 1948 George Orwell ressalvou a vantagem política da inexistência de termos.

Fonte

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Essencialmente o que o texto diz é que, por motivos puramente ideológicos [politicamente correcto] certos grupos sociais - neste caso, a minoria homossexual - vêem o seu estilo de vida elevado para um patamar de tal pureza moral que nada de mau pode ser associado ao mesmo.

Quando, por exemplo, se vê homossexuais a predar sobre jovens de 13-17 anos, a sabedoria actual diz-nos que isso nada tem a ver com o homossexualismo, mas é, sim, algo que deve ser discutido exclusivamente dentro do âmbito da pedofilia. Não passa pela cabeça dos engenheiros sociais que uma não invalida a outra.

terça-feira, 15 de maio de 2012

John Travolta acusado pela quarta vez de assédio sexual… por um homem

Um antigo massagista de um hotel em Nova Iorque alega que o actor John Travolta o assediou sexualmente durante uma sessão de massagem, depois de outros três indivíduos também se pronunciarem sobre um alegado comportamento desapropriado por parte do protagonista de «Face Off».

O massagista Michael Caputo alega que o actor está «banido» desde há três anos do Peninsula Hotel, em Nova Iorque, depois de se ter comportado de modo menos apropriado perante os funcionários do spa.

«O Travolta pedia sempre um homem para a sua massagem, mas ao fim de um tempo, já ninguém o queria atender», afirmou Caputo ao The New York Daily News. «Chegou a um ponto em que não conseguiam encontrar nenhum homem para a massagem, e tiveram que o banir», acrescentou.

O massagista, que já não trabalha nesse hotel, acusou Travolta de «remover a sua toalha» durante a massagem, «esfregando-se» contra a mesa e «levantando o rabo no ar».

«Estes são sinais para um massagista que ele estava a ver até onde conseguia ir sem se meter em problemas», referiu.

O advogado do protagonista de «Operação Swordfish», Marty Singer, desvalorizou o depoimento de Caputo, classificando-o de «um funcionário enfadado».

«Se [o John Travolta] tivesse sido banido, acham que ele voltaria lá? Ele nunca foi banido, garanto. O hotel nunca disse ao John que estava banido, e o John nunca se comportou de modo desapropriado», sublinhou o advogado.

Note-se que estas alegações de assédio sexual contra Travolta surgem após outros três testemunhos que apontam na mesma direcção, segundo o DailyStar.com.

Fonte

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Contrariamente ao que acontece sempre que um "Cristão" é apanhado em escândalos sexuais, os média fazem todos os esforços para manter a religião de Travolta fora da discussão.

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