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domingo, 3 de novembro de 2013

Jeremy Irons e as consequências do homossexualismo

Jeremy Irons, actor Britânico vencedor de pelo menos um Óscar, provocou raiva geral  sugerir que as leis em torno do pseudo-casamento homoerótico podem levar a que um pai se "case" com o seu próprio filho como forma de evitar o imposto de herança. Para além disso, Irons expressou receios de que a batalha pelos direitos iguais possa vulgarizar a lei em torno do casamento.

O actor de 64 disse que "não tenho sentimentos fortes para qualquer um dos lados" no que toca ao "casamento" homossexual, mas sugeriu que ele pode ser manipulado de modo a que os pais passem os seus bens os filhos sem serem taxados. Ele disse "Pode um pai não casar com o seu filho?"

Quando ele foi lembrado de que existem leis que proíbem as relações sexuais entre membros familiares, ele respondeu "Não é incesto se for entre homens", acrescentando que "o incesto existe para nos proteger da endogamia, mas os homens não se reproduzem entre si."

Como é normal, a comunidade lgbt e os seus idiotas úteis evitaram de lidar com o argumento levantado por Irons, e em vez disso, trataram de o atacar pessoalmente nas redes sociais. Um utilizador do Twitter escreveu: "Odeio pessoas que declaram não ter sentimentos fortes em relação a algo, mas procedem vomitando sentimentos ofensivos e ignorantes. Outro utilizador disse que isto "era a evidência de que um sotaque Britãnico posh não era sinal de inteligência".

Um porta-voz do grupo homossexual Stonewall disse que, "Poucas pessoas irão concordar com as 'preocupações' bizarras em torno da igualdade no casamento." Levando em conta o seu papel como Papa Alexandre VI na série televisiva "Os Bórgias", o porta-voz disse ainda, "Infelizmente, os seus comentários parecem indicar que ele levou o seu papel de Papa na série Os Bórgias demasiado a sério."

Jeremy Irons disse ao Huffington Post que deseja "toda a sorte do mundo que quem vive com outra pessoa porque isso é fantástico. . . . Viver com outro animal, quer seja um marido ou um cão, é muito bom. É adorável ter alguém a quem amar e acho que o sexo não importa. O que se chama a isso não importa de todo".

Irons, que tem dois filhos e foi casado com a actriz Irlandesa Sinead Cusack durante 34 anos, deu também a sua opinião em torno do "casamento" homossexual versus a união civil:

Parece-me que estão a lutar pelo mesmo. O que me preocupa é que isso signifique que nós vulgarizemos ou alteremos o que o casamento realmente é. Eu só me preocupo com isso.

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Se as leis em torno do "casamento" homossexual não tivessem o objectivo de mudar radicalmente a ideia que temos do casamento, essas leis não teriam qualquer tipo de utilidade. O propósito primário do "casamento" homossexual é mesmo alterar para sempre a definição de casamento de modo a que isso afecte toda a sociedade (e não só os homossexuais).

sábado, 5 de outubro de 2013

Alain Delon considera homossexualidade contra a natureza

Fonte

Actor francês de 77 anos diz que os homens existem "para amar as mulheres" e está a ser acusado de homofobia.

O actor francês Alain Delon gerou um coro de críticas em França ao manifestar-se contra os homossexuais no programa 'C à vous', da televisão France 5, ontem à noite.

Questionado pela apresentadora, Anne-Sophie Lapix, sobre o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo, recentemente legalizado em França, o ator criticou a homossexualidade.

"É contra a natureza, desculpem", disse Delon. "Lamento dizê-lo, não tenho nada contra os gays, mas isso para mim é contra a natureza. Os homens existem para amar as mulheres, para as cortejarem, e não para dormirem com outros homens", acrescentou o ator francês de 77 anos.

Mais tarde, a apresentadora voltou a mencionar o assunto, dizendo que as palavras de Delon tinham "incendiado" críticas no Twitter e que até a filha do actor, Anouchka, que estava presente no programa, ficou surpresa. "Papá, tu não crês que a homossexualidade é contra a natureza, tu estás contra a adopção de crianças por parte de casais do mesmo sexo", reagiu a jovem de 22 anos.

"Sim, o que não quero é que adoptem, mas não vamos agora discutir isto horas e horas", concluiu o actor, que já conquistou um urso de ouro no festival de Berlim (veja um excerto do programa com as declarações de Delon, no YouTube).

Algumas horas depois, Anouchka Delon utilizou a sua conta na rede social Twitter para se afastar da opinião do pai. "As palavras do meu pai no programa só se referem a ele, não têm qualquer relação com as causas que eu defendo e com aquelas em que acredito", esclareceu.

Alain Delon, apelidado de 'James Dean francês', é um dos mais conhecidos atores franceses, tendo começado a notabilizar-se nos anos 60, quando interpretou 'Tom Ripley' no filme 'Purple Noon', baseado no romance da escritora Patricia Highsmith.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Actor homossexual diz: "Não há nada pior do que ser criado por dois pais homossexuais"

A estrela de filmes tais como "Shakespeare In Love" e "My Best Friend's Wedding" afirmou ao Sunday Times Magazine que ele "não consegue pensar em nada pior do que ser criado por dois país homossexuais . . . Algumas pessoas podem não concordar com isto. Tudo bem. Esta é apenas a minha opinião."

Rupert Everett, que actualmente faz o papel de Oscar Wilde em "The Judas Kiss" em Londres, revelou o seu inesperado pondo de viste enquanto discutia o encontro entre o seu namoraod actual e a sua mãe, Sara. Ela disse o seguinte:

Já disse várias vezes que gostaria que Rupert fosse heterossexual, e provavelmente ainda sinto isso. Gostaria que ele tivesse uma esposa bonita. Gostaria que ele tivesse filhos. Ele é muito bom com crianças. Ele é tão bom com crianças. Ele seria um pai maravilhoso. . . . Mas acho também que as crianças precisam dum pai e de uma mãe. Eu já lhe disse isto, e ele recebeu as minhas palavras muito bem. Ele não fica zangado comigo. Só se ri.

Everett acrescentou,

Não estou a falar em nome da comunidade gay. Aliás, não me sinto como parte de qualquer ‘comunidade.' A única comunidade a que eu pertenço é a humanidade e nós já temos demasiadas crianças no planeta, e como tal, não é bom termos mais ainda.

O The Telegraph ressalva que Ben Summerskill, director-executivo do grupo LGBT Stonewall, respondeu ao actor afirmando,

O Rupertdeveria dar uma volta pelo mundo para observar os factos por si mesmo. Não há qualquer tipo de evidência que demonstre que as crianças educadas por pais gay sofrem alguma coisa devido à forma como estão a ser educados, ou são afectados no seu desenvolvimento.

Esta não é a primeira vez que Everett, que num passado recente qualificou a "paternidade" homossexual de "egocentrismo e vaidade," causou controvérsia. Em 2009, apenas alguns dias depois da morte de Michael Jackson, o actor chamou o músico de um "freak" que "parecia uma personagem proveniente dos filmes Shrek." ( . . .)

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Pacotes com mão e pé enviados para duas escolas

Luka Rocco Magnotta é o único suspeito (foto AP)

Dois pacotes, um com uma mão e outro com um pé, foram entregues em duas escolas de Vancouver. As suspeitas das autoridades canadianas recaem sobre Luka Magnotta, que terá assassinado e desmembrado um homem chinês.

Warren Lemcke, chefe da polícia de Vancouver, informou que um dos embrulhos, contendo uma mão humana, foi entregue na Escola Elementar de False Creek, cerca das 13 horas de terça-feira.

Segundo a edição online do jornal canadiano National Post, uma hora depois, um outro pacote, contendo um pé, foi entregue na Escola St. George, colégio privado masculino, suspeitando-se que os restos mortais pertencem ao estudante chinês assassinado e desmembrado a 25 de maio, em Montreal.

O actor pornográfico homossexual Luka Magnotta, detido em Berlim, na Alemanha, a aguardar a extradição para o Canadá, é o único suspeito até ao momento.

Fonte

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Este incidente envolve violência doméstica entre dois homossexuais mas dificilmente saberíamos do ângulo homossexual do incidente se dependêssemos exclusivamente dos média sob o controle da esquerda militante.

sábado, 19 de maio de 2012

Will Smith mostra como lidar com activistas


Eis a reacção dum homem comum quando um homossexualista lhe tenta beijar.

O actor norte-americano Will Smith esbofeteou um repórter ucraniano que o tentou beijar antes da estreia em Moscovo do filme ‘Homens de Negro III’ na noite de sexta-feira.

O repórter Vitalii Sediuk do canal ucraniano ‘1+1’ interpelou Will Smith na passadeira vermelha, colocou a sua mão no ombro do actor e tentou beijá-lo.

O actor conseguiu empurrá-lo e bateu-lhe ligeiramente na cara com a parte de trás da sua mão.



Smith mostrou-se chocado com o comportamento do repórter durante a estreia na capital russa.

O filme chega aos cinemas nacionais na próxima quinta-feira.

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terça-feira, 15 de maio de 2012

John Travolta acusado pela quarta vez de assédio sexual… por um homem

Um antigo massagista de um hotel em Nova Iorque alega que o actor John Travolta o assediou sexualmente durante uma sessão de massagem, depois de outros três indivíduos também se pronunciarem sobre um alegado comportamento desapropriado por parte do protagonista de «Face Off».

O massagista Michael Caputo alega que o actor está «banido» desde há três anos do Peninsula Hotel, em Nova Iorque, depois de se ter comportado de modo menos apropriado perante os funcionários do spa.

«O Travolta pedia sempre um homem para a sua massagem, mas ao fim de um tempo, já ninguém o queria atender», afirmou Caputo ao The New York Daily News. «Chegou a um ponto em que não conseguiam encontrar nenhum homem para a massagem, e tiveram que o banir», acrescentou.

O massagista, que já não trabalha nesse hotel, acusou Travolta de «remover a sua toalha» durante a massagem, «esfregando-se» contra a mesa e «levantando o rabo no ar».

«Estes são sinais para um massagista que ele estava a ver até onde conseguia ir sem se meter em problemas», referiu.

O advogado do protagonista de «Operação Swordfish», Marty Singer, desvalorizou o depoimento de Caputo, classificando-o de «um funcionário enfadado».

«Se [o John Travolta] tivesse sido banido, acham que ele voltaria lá? Ele nunca foi banido, garanto. O hotel nunca disse ao John que estava banido, e o John nunca se comportou de modo desapropriado», sublinhou o advogado.

Note-se que estas alegações de assédio sexual contra Travolta surgem após outros três testemunhos que apontam na mesma direcção, segundo o DailyStar.com.

Fonte

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Contrariamente ao que acontece sempre que um "Cristão" é apanhado em escândalos sexuais, os média fazem todos os esforços para manter a religião de Travolta fora da discussão.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

John Travolta acusado de abuso sexual

John Travolta acusado de abuso sexual

Um massagista está a pedir uma indemnização de 2 milhões de dólares por ter sido, alegadamente, alvo de abuso sexual por parte do actor, durante uma massagem num quarto de hotel, em Beverly Hills.

O massagista, que não é identificado nos documentos do tribunal a que a agência Reuters teve acesso, alega que John Travolta o tocou numa perna e nos genitais e que tentou pelo menos um ato sexual dentro de um quarto do Beverly Hills Hotel, a 16 de Janeiro deste ano.

Através do seu porta-voz, o actor já negou a acusação, classificando-a como "uma mentira sem fundamento". Travolta alega que nem estava na Califórnia, mas sim na costa Este dos EUA na referida data.

O advogado do massagista, por seu lado, explica que, à luz da lei californiana, uma vítima de abuso sexual pode não se identificar caso se envergonhe de tornar pública a sua identidade enquanto vítima.

No processo, estão descritos os pormenores da acusação: a massagem terá sido marcada por alguém que telefonou de forma anónima e se encontrou com o profissional na rua, conduzindo-o depois ao hotel, onde seria alegadamente pago a 200 dólares (154 euros) por hora.

Fonte


sábado, 25 de fevereiro de 2012

Homossexual defende preservação do casamento natural


A celebridade homossexual Christopher Biggins afirma que está feliz com a união civil mas não quer redefinir o casamento uma vez que "nós não podemos ver-mo-nos livres de tudo".
Falando no programa diurno da ITV "Loose Women", ele disse: "Sou muito contra o casamento [homossexual] porque penso que isso é para os heterossexuais."
Biggins, que tomou parte numa união civil no ano de 2006, disse ainda:
Não podemos remover tudo; temos que nos agarrar a alguma coisa.
As suas palavras ecoam comentários seus feitos em 2005, quando as uniões civis forma introduzidas. Na altura ele disse:
Na minha opinião, o casamento deve sempre estar reservado para a união entre um homem e uma mulher primariamente com o propósito de gerar uma família.

Dar mais um passo e elevar as uniões civis para o estatuto de casamento seria gozar com a instituição [do casamento] que, apesar das suas falhas, há muitos séculos que tem sido positiva para a sociedade.
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É triste dizer isto, mas este homossexual tem uma visão do casamento mais sólida que muitos auto-denominados "Cristãos". É por demais óbvio que o casamento é uma instituição claramente feita para a união heterossexual. "Casamento homossexual" é uma contradição. Se é casamento, não é homossexual: se é homossexual, não é casamento.

Outra coisa que convém retirar das palavras do homossexual citado em cima é que, contrariamente à mensagem que os activistas homossexuais tentam passar ao público, a oposição ao "gaysamento" e à adopção homossexual não é baseada no "ódio" nem no "preconceito", mas sim na estrutura da realidade.
Como diz o Olavo de Carvalho num dos seus vídeos, o casamento é feito entre duas pessoas porque há dois sexos. A partir do momento que a variável "sexo" é removida, não faz sentido que o casamento seja só entre duas pessoas. Podemos ter um "casamento" entre 2, 3, 5 ou 257 pessoas.
Ressalve-se a clarividência do Christopher Biggins quando este afirma que a elevação da homossexualidade para o nível da heterossexualidade é apenas uma manobra para ridicularizar o casamento natural.
Exactamente!
Quem está a usar os homossexuais para avançar com a sua agenda sabe disso muito bem, e é precisamente pelos efeitos devastadores da agenda política homossexual que os arquitectos do mesmo o forçam às nações.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Corey Feldman: a pedofilia é o maior problema de Hollywood

Corey Feldman, uma das maiores estrelas juvenis dos anos 80, deu uma entrevista à ABC ("Underage and Famous") onde revela algo sombrio em Hollywood. Feldman diz que a fama juvenil não só pode ser destrutiva, como muita dessa destruição se deve a um mal raramente falado: a pedofilia.
Posso te dizer que o problema maior em Hollywood era, é ,e vai ser sempre a pedofilia. . . . Este é o grande problema para as crianças dentro desta indústria. . . . É o grande segredo.
Quando tinha 14 anos eu vivia rodeado de pedófilos, e nem sabia. Só mais tarde, quando comecei a entender o que eles eram e o que eles queriam é que disse "Meu Deus... Eles estão por todo o lado. Parecem abutres."
Feldman, agora com 40 anos, não só foi mais longe ao identificar a pedofilia como um dos factores que levou à morte trágica do seu amigo Corey Haim, como apontou o dedo uma pessoa influente em Hollywood - sem no entanto a identificá-lo por nome.
Há uma pessoa responsável pela morte de Corey Haim e essa pessoa é bastante influente no meio. Ela tem que ser exposta mas infelizmente, não posso ser eu a fazê-lo.


Isto talvez explique o porquê do pedófilo Roman Polanski ter recebido apoio entusiástico por parte da indústria cinematográfica. As leias não se aplicam para os esquerdistas, pelos vistos.
Uma das frases mais reveladoras presente no artigo foi a seguinte:
Existia este círculo de homens mais velhos que circulava em torno deste grupo de rapazes.
Ou seja, homens que tinham atracção por rapazinhos do mesmo sexo - isto é, homossexuais e pedófilos.

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