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domingo, 3 de janeiro de 2016

A história de Moira Greyland e a pedofilia dentro da comunidade homossexual

Por Moira Greyland

Eu nasci dentro duma família de famosos homossexuais pagãos no final dos anos 60. A minha mãe era a Marion Zimmer Bradley, e o meu pai era o Walter Breen. Entre os dois, eles devem ter escrito mais de 100 livros: a minha mãe escreveu livros sobre a ficção científica e sobre a fantasia (Mists of Avalon), e o meu pai escreveu livros sobre a  numismática: ele era um perito em moedas.

O que eles fizeram comigo é um assunto infelizmente público: é suficiente dizer que ambos os meus pais queriam que eu fosse homossexual, e estavam horrorizados com o facto de eu ser fêmea. A minha abusou de mim desde os meus 3 aos 12 anos. A primeira vez que eu me lembro do meu pai me fazer algo de violento, eu tinha cinco anos. Sim, ele violou-me. Eu não gosto de pensar nestas coisas. Se querem saber mais sobre as suas maldades com as meninas pequenas, e se por acaso têm um estômago forte, googlem por  "Breendoggle", que foi o escândalo que QUASE o afastou para fora do mundo da ficção científica.

Mais profunda era a sua aversão pelo meu género, apesar dos seus muitos relacionamentos com mulheres e com as vítimas femininas. Ele disse-me sem rodeios que nenhum homem me haveria de querer porque todos os homens eram secretamente homossexuais, mas que ainda não tinham aceite a sua homossexualidade natural. Devido a isso, aprendi a agir duma forma bem masculina e com a cintura bem fixa.

Vocês ainda podem observar traços da minha indoutrinação em favor da rejeição da minha feminilidade na minha recusa absoluta em ceder, e na minha franqueza, e na minha escolha de ser directora teatral durante a maior parte da minha vida. Mas uma parte boa da minha franqueza é a minha recusa em aceitar a noção de que "no fundo, no fundo, eu devo ser um rapaz que nasceu no corpo duma rapariga".

Não sou. Sou uma rapariga que foi atacada por ser uma rapariga, e alguém que tentou muito ser o "rapaz" que eles queriam que eu fosse.

Basta dizer que eu não fui a única vítima de qualquer dos géneros. Cresci a ver o meu pai a ter "romances" (na sua imaginação) com rapazes, algo que era uma fonte de frustração para ele porque eles queriam sempre dinheiro e comida como resultado do sexo a que eram sujeitos, mas não o queriam a ele (OBVIAMENTE!).

Comecei a tentar fugir de casa quando tinha 10 anos, depois da minha primeira tentativa de suicídio, e comecei  intervir quando tinha 13 anos, quando disse à minha mãe e à sua companheira que o meu pai estava a dormir com rapazes. Em vez de chamarem a polícia, algo que qualquer ser humano decente faria, elas pura e simplesmente mudaram-no para o apartamento delas, que eu dei o nome de "O Ninho de Amor", e elas voltaram a viver na nossa casa familiar.

Claro que isso apenas piorou as coisas. Há já algum tempo que eu surfava nos sofás dos meus directores da Renaissance Faire, mas ninguém poderia ficar comigo o tempo todo. Tal como pode ser imaginado, onde quer que o meu pai estivesse, lá estavam rapazes adolescentes, drogas, e não havia muita comida (embora eu não passasse fome durante a minha adolescência visto que os livros da minha mãe haviam começado a vender bem). Durante a minha adolescência vivi em todo o tipo de lugar, embora tenha voltado a viver com o meu pai quando comecei a universidade.

Houve um dia em que ele trouxe um rapaz de 11 anos para ficar connosco durante uma semana e com a permissão da sua mãe, algo que me deixou horrorizada. Garanti que ele tivesse um quarto e uma cama onde dormir. Quando vi o meu pai a pegá-lo de pernas para o ar, e a beijá-lo por todo o lado, e quando vi os livros de pornografia de fora, chamei o meu conselheiro, que já havia concordado em chamar a polícia se por acaso visse alguma coisa a acontecer, e o meu pai foi preso.

Por aquela ofensa, ele recebeu pena suspensa de três anos. No entanto, a notícia espalhou-se e um homem que lhe havia dado um lugar para ficar em Los Angeles apercebeu-se que o seu filho tinha idade para ser um alvo, e começou a fazer perguntas. Isto resultou na prisão do meu pai devido a 13 acusações PC 288 A, B, C, e D. (Basta dizer que isto são vários tipos de ofensas sexuais forçadas que nunca deveriam ser cometidas a alguém, muito menos a uma criança!)

Ele morreu na prisão em 1993, depois das minhas informações iniciais de 1989. Deve ser notado que, longe de ser um transgressor iniciante, a sua primeira prisão havia ocorrido em 1948, quando ele tinha 18 anos.

Tal como pode ser imaginado, embora a minha mãe estivesse perfeitamente ciente dos crimes do meu pai, e também o estivesse a minha "madrasta", ninguém acreditou em mim até ao momento em que ele foi condenado; fui ignorada e qualificada de "histérica". Mais uma vez, tudo isto é público: a fria indiferença da minha mãe e a pretensão de total ausência de responsabilidade por parte da minha madrasta são doentias nelas mesmas. As palavras dela deveriam ser suficientes; ela sabia o que ele queria fazer.

Em altura algum tentei fazer justiça com as minhas mãos; devido à minha estrutura moral, eu era a protectora dos outros, e eu amava muito o meu pai. Portanto, embora eu tivesse pensado que poderia perdoar o meu pai pelo que ele me fez, de maneira nenhuma cheguei a pensar que era responsabilidade minha perdoar o que ele havia feito a outras pessoas - e a sua última vítima não havia sido uma prostituta, mas uma criança que havia ficado gravemente ferida.

De qualquer das formas, da mesma forma que a minha família se havia fechado em redor do meu pai para o proteger, mais recentemente eles voltaram-se a fechar em redor dum meu parente masculino, que está a ser acusado de abusar os filhos do seu ex-namorado, que ele vê como seus "netos" visto que ele "adoptou" o seu pai como seu "filho". Sim, eu sei que tudo isto é doentio de se ler, e eu peço perdão.

Mais uma vez, eu fui marginalizada e chamada de "maluca", e "histérica" porque, afinal de contas, porque é que uma pessoa com um longa historial de abuso de menores continuaria a fazer isso? Tal como eu fiz quando acusei o meu pai, mudei de casa. Fiz um relatório policial, tal como o fizeram os meus estudantes, que estavam horrorizados com o que ele havia dito dos seus "netos".

Deve ser levado em conta que os amantes de rapazes não olham para o que fazem como um "abuso". Para eles, é sexo, e eles olham para esse sexo como "consensual", e qualquer objecção será certamente varrida pelos orgasmos que certamente serão produzidos; é uma pena que estes orgasmos calem a boca destes rapazes-vítimas e os convençam de que eles "devem" ser homossexuais (independentemente dos casamentos heterossexuais posteriores e dos filhos resultantes).

Aparentemente, 33 acusações de pedofilia feitas contra o meu parente sem nome não é suficiente e ele irá apostar tudo nisso. Nada disto é da minha conta; fiz o que pude, e é fácil entrar em contacto comigo se por acaso quiserem que eu testemunhe.

Perdoem-me o meu fatalismo, mas os agressores sexuais não param e é bem provável que haja mais vítimas. Ou alguém se chega à frente, ou ele irá violar outra vez, ou talvez, visto que ele é bem velho, ele irá morrer antes de sofrer as consequências.

Entre o tempo das denúncias relativas às prevaricações do meu pai e o tempo das prevaricações do meu parente masculino sem nome, tirei um curso Bacharelato em Performance Musical, e tinha uma carreira como harpista de casamento e como cantora; depois casei-me e tive filhos; depois tirei um Mestrado em Performance Musical; e desde 2007 que só tenho ensinado canto e harpa, e dirigido óperas em duas companhias de ópera que fundei: uma no sul da Califórnia, e outra no norte. Também fiz um álbum de música Celta. No entanto, sempre me senti insatisfeita com a minha carreira; os artistas precisam de contar a sua história, e a minha era razoavelmente feia para ser contada.

Mas estupidamente regressei para o Norte da Califórnia. A minha amada esposa do meu primo estava a morrer de cancro e eu queria fazer parte duma família, pensado que depois da morte do meu pai, o seu mal tinha morrido com ele.

Enganei-me.

Em Junho último, uma blogueira com o nome de Deirdre Saoirse Moen perguntou-se se havia alguma verdade nos rumores em torno dos meus pais, e eu disse que sim, que ambos me haviam abusado, tal como haviam abusado o meu irmão, tal como haviam abusado uma VASTA gama de outras crianças. E eu enviei-lhe dois poemas que eu havia escrito relativos a este assunto, numa altura em que eu não havia ventilado em público o que eles me haviam feito.

Ela colocou os meus emails e os meus poemas no seu blogue, o que rapidamente alcançou 92 países do mundo, para minha grande surpresa. Fui inundada com cartas de sobreviventes de abuso sexual, e tentei responder a todas elas com simpatia e com calor humano (o que, de certa forma, me abalou emocionalmente duma forma que não consigo descrever).

Todas as pessoas queriam enviar dinheiro, mas eu pedi-lhes que o enviasse para a RAINN (Rape Abuse Incest National Network), e houve até autores antológicos associados à minha mãe que pegaram todo o dinheiro dos seus direitos autorais e deram para à obras de caridade. Houve pessoas que queimaram cópias do seu livro porque não eram capazes de os vender e lucrar com o mal gerado por ela. Houve outras pessoas ainda que apagaram as suas obras dos seus Kindles e dos seus iPads.

O motivo que dei, e que ainda defendo, para não ter falado disto é: sei que muitas pessoas valorizam os livros da minha mãe, e eu não os queria prejudicar ou perturbar as suas vidas. Daí o meu choque e embaraço pela forma como a história se propagou. Ironicamente, os sobreviventes que beneficiaram dos seus livros encontraram mais força em lutar contra o abuso do que ficar do seu lado, e como tal, a minha admiração por eles perdura!

Naturalmente, há um debate enorme em relação a ela e em relação ao meu pai. Todas as vezes que surgia alguém a duvidar da minha história, outras 100 surgiam para silenciar os que me colocavam em dúvida. Os arrepiantes activistas da "idade de maioridade" também apareceram, e foram igualmente silenciados. Para minha grande surpresa, as pessoas acreditaram em mim.

Depois de ver o que havia acontecido com a filha de Woody Allen, eu não tinha qualquer outro tipo de expectativa que não uma execução virtual pública se por acaso eu me atrevesse a falar. Mas de certa forma, a minha mãe "protegeu-me" com as SUAS PALAVRAS. Ela havia testemunhado, maliciosamente, no momento que foi acusada de me ter abusado, que "as crianças não têm zonas erógenas", e nem se preocupou em negar que me havia amarrado a uma cadeira, e de me ter atacado com um alicate, alegando que me iria tirar os dentes. Com a sua admissão fria, ninguém poderia deixar de lado NADA.

De qualquer das formas, desde que a verdade veio ao de cima, os temas pedofílicos dos seus livros tornaram-se óbvios para as pessoas que haviam, no passado, olhado para eles como história ou como licença artística conferida a um autor de ficção. Com a ajuda editorial da minha mãe, o meu pai havia escrito um livro apologético do sexo entre adultos e menores com o título de "Amor Grego" sob o pseudónimo “J.Z. Eglinton.” De repente, ninguém poderia questionar o que sempre havia sido óbvio para mim.

O homossexualismo

Então, o que foi que mudou desde Junho último? Desde que falei (juntamente com outras pessoas) sobre o meu familiar sem nome em Novembro último, e depois da minha decisão de não entrar em contacto com a minha família devido à sua resposta, comecei-me a aperceber que se calhar o homossexualismo dos meus pais ERA o assunto em cima da mesa.

Sem surpresa alguma, eu havia sido educada para ser totalmente tolerante. Há alguns anos atrás li Satinover, que acreditava que os homossexuais eram, em larga escala, "pansexuais", isto é, que preferiam ter sexo com TODAS as pessoas de QUALQUER idade e de QUALQUER género, e a não se limitarem a uma só pessoa; ele olhava para isso como um problema moral e ético, e não como uma "orientação" sexual.

Vocês nem sabe o número de lésbicas que simplesmente odeiam os homens, ou que foram violadas por um, e não podem sequer pensar em sexo com um homem devido a isso. Para mim, a pesquisa em torno do homossexualismo era quase como um segredo culpado: eu a pensar no impensável. Afinal de contas, o homossexualismo sempre me havia sido apresentado como um estado natural: Eu estava "agarrada" e era uma "puritana" porque, apesar dos pedidos da minha mãe para "experimentar de outra formas", e "como é que eu poderia saber que eu era heterossexual?", eu pura e simplesmente não conseguia fazer de mim uma lésbica.

As minhas observações em relação às crenças do meu pai e da minha mãe são estas: visto que todas as pessoas são naturalmente homossexuais, é o establishment heterossexual que prende as pessoas e, desde logo, as limita. A actividade sexual levada a cabo em tenra idade facilitará a que essa pessoa tenha vontade de ter actividade sexual com qualquer pessoa, o que irá, ao mesmo tempo, instalar a utopia, eliminar a homofobia e ajudar as pessoas a tornarem-se na pessoa que "realmente são".

Isso irá também destruir a odiada família nuclear, com o seu paternalismo, sexismo, ageism (sim, para os pedófilos, isto é um assunto sério) e todos os outros "ismos". Se um número suficiente de crianças for sexualizada enquanto é suficientemente jovem, então imediatamente o homossexualismo tornar-se-á "normal" e aceite por todas as pessoas, e as antiquadas noções de fidelidade irão desaparecer

Visto que o sexo é integrado como parte natural de todas os relacionamentos, as barreiras entre as pessoas irão desaparecer e, à medida que a "cultura heterossexual" segue os caminho dos dinossauros, a utopia irá aparecer. Tal como a minha mãe dizia, "As crianças são levadas a acreditar que não querem sexo."

Sim, eu sei que a estupidez desta tese particular não tem limites, e as consequências reais são a existência de pessoas com 40 anos a receber terapia devido ao abuso sexual, muitos, muitos mas muitos suicídios, e vidas arruinadas para TODAS as pessoas. Mas alguém tinha que o dizer. Será que alguém vai ouvir?

Havia seis desconhecidos durante o julgamento do meu pai, que não testemunharam, e duas vítimas, que testemunharam. Eu ainda estou em contacto com uma das vítimas. Há alguns anos atrás ele foi silenciado de forma tão feroz pelos fãs da minha mãe, que até hoje ele ainda não é totalmente capaz de falar abertamente sobre isto. Não sei do destino de todos os seis desconhecidos, mas sei que um deles morreu aos 40 anos com desordem alimentar, nunca tendo sido capaz de falar sobre o que lhe aconteceu.

Sei também que pelo menos uma das pessoas que se encontrava na lista dos 22 nomes que dei à polícia, como potenciais vítimas, suicidou-se no ano passado. Sei também dum certo número de vítimas do meu pai que não testemunharam porque o amam. Como nota pessoal, eu posso entender o porquê: entre os meus dois pais, ele era, de longe, o mais gentil. Afinal de contas, ele apenas era um violador em série. A minha mãe era um gélido monstro violento cuja voz contorcia o meu estômago.

A madrasta e Katy Faust

Uma nota breve em relação à minha "madrasta": depois de passar 22 anos com a minha mãe, hoje em dia ela nega que alguma vez tinha sido homossexual. Então ela nasceu o quê? Será que ela nasceu homossexual e agora vive em "negação" da sua "verdadeira natureza", como diriam os homossexuais, ou será que ela apenas estava enfatuada pela minha mãe, que fez o que as pessoas famosas fazem, e aproveitou-se da sua inocência e da sua infantilidade emocional?

Ela tinha 26 anos quando se envolveu com a minha mãe, mas disse-me que sentia como se tivesse sido "abusada" por ela. Eu não posso usar essa palavra para ela porque ela tinha 26 anos. Mas ela REALMENTE chamava a minha mãe de "mãezinha" e a maior parte do conteúdo do seu relacionamento era uma tentativa dela provar que ela era "uma filha melhor" que eu.

Esta era uma competição que, para mim, estava morta desde o início: eu sou filha biológica da minha mãe. Isto é uma realidade biológica. Dar orgasmos a minha mãe não faz da minha madrasta uma filha melhor, mas sim faz dela uma pessoa néscia. E tal como pode ser visto agora, ela DEVE ser a "melhor filha" porque eu pus a boca no trombone. Hoje em dia, eu não falo com ela.

No mês de Março deste ano conheci a Katy Faust, uma das "filhas de homossexuais" que deu entrada a um relatório amicus ao Supremo Tribunal em oposição ao "casamento" homossexual. Nós trocamos correspondência, e eu deixei a Califórnia. Ainda estou zonza com a morte das últimas partes da minha negação. O homossexualismo É o problema. A crença de que ter sexo com todas pessoas irá, de alguma forma, curar os problemas e não criá-los, É o problema.

Devido a isto, comecei a falar contra o "casamento" homossexual, e ao fazê-lo, alienei até os meus mais fortes apoiantes. Afinal de contas, eles precisam de olhar para os meus pais como criminosos sexuais malucos, e não homossexuais que estão a seguir as suas fortes convicções éticas e a tentar criar a utopia segundo a sua fantasia totalmente ridícula. Eles não têm a vontade de aceitar que, se calhar, o homossexualismo pode resultar na destruição das crianças e até dos adultos que insistem em ficar no seu encalço.

Para todas as pessoas bem-intencionadas que acreditam que estou a extrapolar a partir da minha experiência para toda a comunidade homossexual, gostaria de explicar o porquê disto ser assim: Tendo como base o tempo que passei dentro da comunidade homossexual, os valores que eles têm são totalmente distintos; a sua pressuposição é de que TODAS as pessoas são homossexuais e que elas apenas estão "dentro do armário", e que experiências sexuais em tenra idade irão impedir a criança homossexual de ficar no armário, e isso causará a que toda a gente fique feliz.

Se por acaso duvidam de mim, pesquisam "idade de consentimento", twinks", "ageism", e os escritos de NUMEROSOS autores da Esquerda que acreditam que a sexualidade precoce é, de alguma forma, "benéfico" para as crianças.

Devido à minha longa experiência com a comunidade BDSM ("bondage/discipline", Sado-Masoquismo) a minha crença é de que o homossexualismo é uma questão de GRAVAÇÃO (inglês: "impriting"), da mesma forma que as fantasias BDSM o são. Para o practicante do BDSM, a práctica contínua é sexualmente excitante, e naturalmente que o mesmo acontece com o homossexual.

No entanto, daquilo que tenho visto, nem uma nem a outra produzem algum tipo de cura. A minha mãe tornou-se lésbica porque foi abusada pelo pai dela. O meu pai foi violado por um padre, e olhava para isso como o único amor que ele alguma vez experimentou. Existem muito poucas pessoas que são exclusivamente homossexuais, mas muito mais pessoas que têm relacionamentos com pessoas de AMBOS os sexos, tal como aconteceu com os meus pais e outras pessoas da minha família.

O que distingue a cultura homossexual da cultura heterossexual é a crença de que o sexo em tenra idade é bom, e a firme certeza (e não pensem por um segundo que eles NÃO sabem disto) de que a única forma de criar outro homossexual é levar a que o rapaz tenha experiências homossexuais ANTES dele ser "arruinado" pela atracção por uma rapariga.

Se por acaso vocês não vêem problemas com isto, e pode ser que isso aconteça, isto é algo que têm que levar em consideração. Se por acaso acham que estou errada, então isso é privilégio vosso, mas tomem atenção para o VASTO número de histórias de abuso sexual E de transgenerismo que aparecerão destes "casamentos" homossexuais. As estatísticas em torno do abuso sexual que ocorre junto das crianças criadas por homossexuais já são astronomicamente elevadas quando comparadas com o que acontece com as crianças criadas por heterossexuais.

Obviamente que a minha perspectiva é desconfortável para as pessoas esquerdistas junto das quais fui criada: eu "tenho permissão" para ser vítima de abuso por parte de ambos os pais, "tenho permissão" para ser vítima de violência hedionda. Mas eu NÃO TENHO PERMISSÃO para culpar o seu homossexualismo pela sua disposição  em aceitar o sexo com todas as pessoas de qualquer idade.

Mas nada disso me irá atrasar. Vou continuar a falar publicamente sobre isto. Há já muito tempo que tenho ficada calada. O "casamento" homossexual nada mais é que uma forma de gerar crianças à imagem dos seus "pais", e dentro de 10 a 30 anos, os sobreviventes irão falar.

Até lá, eu vou falando.

Moira Greyland

-  http://wp.me/p2ENJm-qv

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Sem dúvida que nenhum membro da comunidade homossexual terá forças para a intimidar, especialmente se levarmos em contra tudo o que dois membros dessa mesma comunidade já lhe fizeram (a mãe lésbica e feminista Marion Zimmer Bradley e o pai homossexual condenado por pedofilia Walter Breen). O que ela nos diz neste texto revela de forma cabal o porquê dos casos de abuso de menores serem proporcionalmente e estatisticamente mais elevados junto dos practicantes do homoerotismo.

Tenho a leve suspeição de que a revolta contra os homofascistas no Ocidente fará com que até o Estado Islâmico pareça misericordioso. Lembrem-se duma coisa: o pêndulo histórico volta SEMPRE para o seu lugar inicial. Quando se tornar claro que a aceitação do homossexualismo necessariamente exige a aceitação do abuso sexual amplamente disseminado de crianças, não haverá misericórdia.

Existe um motivo bem sólido do porquê o homossexualismo ter sido historicamente categorizado dentro do "Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais"; é uma desordem mental que tipicamente emana de algum tipo abuso infantil.

Isto não significa que todos os homossexuais são pessoas malignas ou pessoas inclinadas a abusar de crianças. O que a senhorita Greyland está a dizer é que eles são, de facto, vítimas inocentes, independentemente do quão orgulhosos eles possam estar da sua vitimização passada. Mas o facto permanece de que existe uma conexão clara entre o abuso infantil e a desordem mental, e se por acaso não concordam com isto, podem sempre falar com Moira Greyland, e dizer que ela nada sabe do que fala.

Isto disponibiliza também uma resposta óbvia para todos aqueles que perguntam "Porque é que tu és contra o casamento homossexual?" Porque sou contra o abuso sexual de crianças. Se banir o "casamento" homossexual salvar UMA SÓ criança de ser vítima de abuso sexual, então isso é um imperativo moral.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Homossexuais admitem que não nasceram assim e que o abuso sexual que sofreram os levou ao homossexualismo

Por WND

Um vídeo-documentário que busca influenciar a decisão dos juízes do Tribunal Supremo (à medida que eles decidem sobre o casamento) exibe uma investigação que coloca em causa a crença de que os homossexuais "nascem assim", e que, portanto, têm que ter direitos especiais.

Equipado com uma câmara oculta, o jornalista Ryan Sorba foi para um bar "gay" onde registou respostas francas às suas perguntas. O que ele descobriu foi que muitos homens que se identificam como "gays" foram sexualmente abusados quando eram jovens.

Ele afirma que os dados por ele apurados podem ter implicações junto do tribunal supremo à medida que decide se a definição tradicional de casamento discrimina ou não as pessoas que se identificam como "gays". Segundo Ryan, muitos dos "gays" que ele entrevistou não são foram abusados durante a sua juventude, como passaram a ser eles mesmos abusadores sexuais.

Na parte inicial do seu documentário, Sorba diz:

Entrevistei indivíduos durante uma noite comum num bar gay, e descobri que eu estava literalmente rodeado de violadores de menores e pessoas que foram vitimas de abuso quando eram menores.

Sorba diz que fez o vídeo "como uma peça informativa para os juízes" e defende que muitos Americanos não entendem a questão do homossexualismo. Ele começa perguntando aos homossexuais, "Acreditas que ser gay é estritamente genético?" Ele diz que o apurou foi chocante:

Aprendi que muitos atribuem a sua orientação [sic] sexual ao seu abuso sexual.

Ele diz que depois de apurar o número de pessoas que se dizem "gays" porque foram vítimas de abuso sexual, ele tomou a decisão de alterar o script como forma de "tentar saber quem é que estava a cometer os abusos". Ryan ficou a saber que os homens mais velhos não são os únicos culpados.

Lamentavelmente, aprendi que depois de terem sido vítimas de abuso sexual por parte de homens mais velhos, muitas crianças e muitos adolescentes irão ensinar aos seus amigos o que eles aprenderam do seu violador.

Ele avisa que o conteúdo do vídeo é explícito mas "necessário".

Pais, fiquem atentos. Se por acaso vierem a saber que uma criança ou um adolescente desenvolveu atracção homossexual, que estas imagens sejam um aviso para vocês. Isso é um aviso de que a criança foi abusada por um adulto, um adolescente ou por outra criança.

Ele termina com um pedido para o Tribunal Supremo:

Se por acaso não sabem ou não entendem o que estou em vias de vos mostrar, então apelo a que practiquem limitação judicial e mantenham a vontade de mais de 50 milhões de Americanos e milénios de experiência humana. A América precisa de mais tempo para entender este assunto, as suas causas e as suas consequências.

Sorba deixa bem claro que ele não acredita que todas as pessoas que se identificam como "gays" são abusadores de menores, mas "muitas pessoas que se identificam como gays foram abusadas, e muitas crianças e adolescentes irão ensinar a outras crianças da sua idade, ou mais novas, o que eles aprenderam junto da pessoa que lhes abusou."




segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

O movimento homossexual e o abuso de menores

Por Steve Baldwin

Temos assistido nos últimos tempos a avanços consideráveis por parte do movimento homossexual na nossa cultura Judaico-Cristã. Personagens homossexuais são a norma nas comédias de situação ("sicom"); tornou-se comum atacar os Escuteiros; a propaganda homossexual inunda muitas escolas públicas; quase todas as denominações religiosas fizeram uma "revisão" o seu entendimento do ensino Bíblico em torno do homossexualismo; e a agenda legislativa dos "direitos" dos homossexuais tem sido bem sucedida para além das aspirações mais ambiciosas dos proponentes.

No entanto, o impacto destrutivo do homossexualismo na Civilização Ocidental raramente é discutido pelos repórteres, colunistas, líderes religiosos, políticos ou por qualquer pessoa no geral. Até mesmo algumas publicações conservadores escolhem ignorar este tópico, preferindo em seu lugar publicar artigos que promovem uma maior tolerância ao estilo de vida homossexual. De facto, no que toca à questão homossexual, os conservadores parecem divididos entre a atitude "vive e deixa viver" e aquela que conclui que a agenda homossexual terá que ser cerceada se a cultura Judaico-Cristã quiser sobreviver.

No entanto, evidências sobrepujantes dão apoio à tese de que o homossexualismo é um desvio sexual, e que o mesmo normalmente faz-se acompanhar por distúrbios que têm consequências terríveis para a nossa cultura. Uma vasta quantidade de dados (que demonstram a natureza depravada do estilo de vida homossexual) é ignorada pelos média, bem como pelos líderes das profissões psicológicas, psiquiátricas e médicas. É difícil revelar o lado sombrio da cultura homossexual sem parecer ser duro. No entanto, chegou a hora de reconhecer que o comportamento homossexual ameaça o fundamento da civilização Ocidental: a família nuclear.

Uma manifestação inconfundível do ataque à unidade familiar são os esforços do movimento homossexual de atacar as crianças - tanto para satisfação sexual própria, mas também como forma de aumentar a dimensão do movimento homossexual. A comunidade homossexual e os seus aliados mediáticos ridicularizam este argumento, insistindo que isto nada mais é que uma táctica de demonização do movimento homossexual. Afinal, alegam eles, o abuso de menores por parte de heterossexuais é um problema maior.

Infelizmente, a realidade é mais estranha que a ficção. As pesquisas confirmam que não só a taxa de abuso de menores por parte de homossexuais é muito maior que a taxa de abuso de menores por parte de heterossexuais, como também que a cultura homossexual mainstream regularmente promove actividade sexual com crianças. Os líderes homossexuais repetidamente alegam por uma maior liberdade para se envolverem em actos homossexuais "consentidos" com crianças, e pesquisas cegas revelam um elevado e chocante número de homossexuais que admitem terem tido contacto sexual com menores. De facto, quem lidera a campanha mundial de redução da idade de consentimento é a comunidade homossexual.

Esta tendência avança à custa da segurança das nossas crianças. O incidente em Los Angeles, envolvendo casas de abrigo geridas pela organização "Gay and Lesbian Adolescent Social Services" (GLASS) exemplifica este perigo. A GLASS recebe dinheiro dos contribuintes para ajudar jovens problemáticos encaminhados até eles por parte de vários condados do sul da Califórnia, mas o próprio site da GLASS deveria ser aviso suficiente. A GLASS acredita que as crianças nascem homossexuais (um ponto de vista sem qualquer suporte científico) e anunciou que eles se focam em "jovens que se encontram confusos em relação à sua identidade sexual". O site linka-se a uma miríade de sites homossexuais centrados nos jovens, incluindo um que promove um livro que promove sexo com crianças. A fundadora e antiga directora-executiva da GLASS, Teresa DeCrescenzo, editou um livro que ajuda os jovens a descobrir o seu homossexualismo.

Não foi surpresa alguma o facto do Departamento de Serviços Sociais da Califórnia [DSSC] ter descoberto que "em numerosas ocasiões, começando em 1994, adultos afiliados à GLASS, incluindo membros do staff directivo e voluntários, abusaram sexualmente ou molestaram crianças que haviam sido colocadas sob os cuidados da GLASS." O DSSC apurou que DeCrescenzo, ciente das alegações de abuso, determinou que a conduta do staff não fosse imprópria. Aparentemente, DeCrescenzo acredita que o abuso sexual faz parte do processo de "sair do armário" que ela glorifica nos seus livros.

Seria de pensar que uma fábrica de abuso de menores mascarada de casa de apoio fosse motivo mais do que suficiente para que o Senado da Califórnia fechasse toda a operação de casas de apoio sob a gestão da GLASS. Surpreendentemente, o estado da Califórnia, permitindo que a GLASS continuasse com as suas operações, removeu alguns poucos indivíduos e colocou a organização em "liberdade condicional". Embora incidentes de abuso adicionais tenham ocorrido nas instalações da GLASS em 1999, eles continuam com as suas operações [ed: e provavelmente com as suas molestações] até aos dias de hoje.

Uma investigação levada a cabo pelo Los Angeles Times apurou que, em alguns casos, "ficou a ideia de que as autoridades não investigaram de forma completa estes incidentes." De facto, nenhuma pessoa foi acusada por parte de Bill Lockyer (Procurador-Geral e ávido defensor da agenda homossexual) de abusar ou de colocar em perigo menores. Afinal, isso seria um gesto "odioso". Se tal grupo fosse operado por heterossexuais, as instalações haveriam de ter sido fechadas, as licenças revogadas, e haveriam de ter sido feitas várias acusações criminais.

Os activistas homossexuais não só têm como alvo as casas de grupo para jovens, mas todos os projectos que envolvam jovens. Quando em 1993 uma família da Califórnia processou os Escuteiros por expor o seu filho a um líder de Escuteiros que o abusou, os Escuteiros foram obrigados a entregar aos queixosos 25,000 páginas de documentos. Este olhar sem precedentes ao mundo dos pedófilos dentro dos Escuteiros revelou que milhares de rapazes foram abusados pelos líderes de Escuteiros e outros voluntários entre 1971 e 1991, resultando na expulsão de mais de 1,800 voluntários dos Escuteiros por actividades pedófilas.

Os documentos revelam que alguns líderes de Escuteiros abusaram de mais de 40 rapazes antes de terem sido apanhados, e que muitos, depois de serem apanhados, simplesmente foram para outro grupo de Escuteiros e continuaram a abusar de rapazes.

Os activistas homossexuais distorceram o abuso de crianças dentro dos Escuteiros como um problema heterossexual, no entanto, uma análise aos casos mais importantes revela que os abusadores dentro dos Escuteiros sentem atracção exclusiva por rapazes, e muitos levam estilos de vida homossexual mainstream. John Hemstreet é um exemplo típico. Hemstreet é um abusador de crianças condenado, antigo líder dos Escuteiros, e actualmente é o presidente da filial em Toledo (Ohio) do grupo "Parents and Friends of Lesbians and Gays" (PFLAG) - um dos grupos que actualmente está a levar a cabo uma guerra aos Escuteiros da América.

Incrivelmente, o grupo pró-pedofilia com o nome de "North American Man Boy Love Association" (NAMBLA), que se intitula como um grupo homossexual, escreveu uma carta aos escritórios nacionais dos Escuteiros, apelando.....

......aos Escuteiros da América que colocassem um ponto final da discriminação contra as pessoas abertamente gays ou lésbicas na nomeação dos seus líderes de escuteiros e na sua membrasia. Isto irá permitir que os escuteiros sejam expostos a uma variedade de estilos de vida, e permitir que aqueles que genuinamente queiram servir os rapazes façam isso mesmo.

Usando uma lógica distorcida, os académicos pró-homossexualistas alegaram nas mais variadas publicações científicas que o abuso de rapazes não é um assunto relativo ao estilo de vida homossexual, e que esses homens não eram realmente homossexuais.

É incrível que os propagandistas homossexuais e "peritos" em sexologia tenham sido bem sucedidos na decepção do público e dos média, e que os tenham levado a acreditar que o foco exclusivo de um homem em rapazes jovens não pode ser definido como homossexualismo! Mas se uma atracção exclusiva de homens por outros membros do sexo masculino de qualquer idade não é homossexualismo, então o que é o homossexualismo?

Por um lado, os activistas homossexuais alegam publicamente que o abuso de rapazes não faz parte do estilo de vida homossexual, mas por outro lado, estão, calmamente, a estabelecer os parâmetros legais que isentam o abuso sexual de rapazes de processos legais com base nas leis contra a discriminação. Por exemplo, no Nevada um homem de 42 anos foi preso por abusar sexualmente dum rapaz de 16 anos, mas não foi processado pelo procurador-geral sob a justificação de que acusar este homem de algum crime iria "discriminar contra uma classe de pessoas". O promotor-adjunto acrescentou ainda que acusar o homem "seria destacar os homossexuais".

Há anos que os conservadores alegam que as assim-chamadas leis contra a discriminação iriam eventualmente conferir protecções legais a várias prácticas homossexuais. Parece que esse tempo está a chegar mais cedo do que se pensava.

Pesquisas levadas a cabo ao estilo de vida homossexual confirmam que o mesmo é quase exclusivamente uma cultura voltada para os jovens. Muito poucos homossexuais exibem preferência por homens mais velhos; alguns homossexuais admitem um foco nos adolescentes, outros nos rapazes pré-púberes, e muitos atravessam as categorias; todas estas categorias são sub-conjuntos da depravação homossexual.

Mais ainda, a maior parte dos pedófilos considera-se homossexual. Num estudo de 1988 publicado no Archives of Sexual Behavior, 86% dos pedófilos qualificou-se como homossexual ou bissexual. A Dr. Jennifer James, perita na prostituição infantil, relata que, nos últimos 15 anos, o número de rapazes prostitutos que se identificam como homossexuais aumentou de 10% para 60%.

A maior parte do público não está ciente da NAMBLA, grupo que promove abertamente a actividade sexual com menores e que alega que os amantes-de-rapazes respondem às necessidades dos rapazes que eles amam. Actualmente, a NAMBLA está a ser alvo duma acção legal colectiva por parte de pais cujos filhos foram sexualmente abusados e, como aconteceu por uma vez, assassinados por pessoas associadas a NAMBLA.

Publicamente, as organizações homossexuais mainstreamdistanciam-se da NAMBLA - algo que tem que ser visto como um truque de relações públicas uma vez que as lideranças dos grupos homossexuais estão cientes que uma associação pública com a NAMBLA iria causar danos sérios aos seus propósitos se o público viesse a descobrir a verdade.

A realidade dos factos é que a NAMBLA não só se descreve como parte da aliança dos direitos dos homossexuais, como há também o facto da sua literatura declarar que um dos seus propósitos é "cooperar com os outros movimentos de lésbicas e de gays, bem como com outros movimentos tendo em vista a liberação sexual." A NAMBLA chega até a "disponibilizar apoio financeiro e outro tipo de assistência aos grupos de jovens GLB [gays, lésbicas e bissexuais]. . . . "

De facto, algumas secções da NAMBLA levam a cabo os seus encontros nos centros de organizações homossexuais mainstream, tais como o "Philadelphia’s Gay and Lesbian Community Center". Os encontros e as conferências da NAMBLA têm sempre líderes homossexuais e palestrantes da corrente principal do movimento homossexual. Por exemplo, Don Kilhefner, do "Los Angeles Gay Community Service Center", deu um discurso aos membros da NAMBLA de Los Angeles NAMBLA sobre o tema "A Importância do Amor Entre Homens e Meninos Dentro da Comunidade Homossexual" ["The Significance of Man/Boy Love in the Gay Community"].

A mais abrangente rede social homossexual, Queer Resource Directory (www.qrd.org), linka-se a todos os grupos homossexuais do país, incluindo a NAMBLA e outros grupos que se focam nos jovens. A NAMBLA toma parte das paradas de "orgulho" gay com o aprovação da liderança homossexual.  Os líderes mais proeminentes do movimento homossexual dão o seu apoio à NAMBLA e aos seus objectivos.

Escritores homossexuais tais como Allen Ginsberg, Gayle Rubin, Larry Kramer (fundador do ACT-UP), Pat Califia, Jane Rule, Michael Kearns, e Michel Foucault todos escreveram de modo favorável em relação à NAMBLA, ou em favor dos relacionamentos entre homens e rapazes. Harry Hay, que muitos consideram ser o fundador do movimento homossexual Americano, convidou membros da NAMBLA para marcharem com ele na parada dos direitos dos homossexuais em 1993 ("March on Washington"). Ele marchou também na parada de orgulho homossexual de 1986, em Los Angeles, usando uma t-shirt onde se lia "A NAMBLA caminho comigo".

Os jornais e as revistas homossexuais mainstream, tais como a Advocate, Edge, Metroline, The Guide, e The San Francisco Sentinel, não só publicaram artigos e colunas  favoráveis à NAMBLA, como muitos editorializaram em favor da NAMBLA e do sexo com crianças. O editor do The Guide, Ed Hougen, declarou numa entrevista dada à  Lambda Report, que:

Acredito que eles [NAMBLA] estão, de modo geral, interessados nos direitos dos jovens de serem sexuais........ Fico feliz com a existência de grupos como a NAMBLA, grupos que estão dispostos a serem corajosos.

O San Francisco Sentinel foi ainda mais directo:

A posição da NAMBLA em relação ao sexo não é irracional. Quando um rapaz homossexual de 14 anos aborda um homem como forma de ter sexo, então ele quer ter sexo com esse homem.

Temos também o estatuto da NAMBLA como organização que faz parte da "International Lesbian and Gay Association" (ILGA), que a dada altura chegou a ser reconhecida pelas Nações Unidas como uma ONG que representava a comunidade homossexual mundial. Quando a membrasia da NAMBLA dentro da ILGA se tornou pública, um redemoinho de controvérsia internacional teve início. Alguns líderes homossexuais olhavam para esta atenção como algo prejudicial para a imagem e para os propósitos do movimento homossexual e apelaram para a expulsão da NAMBLA por motivos puramente políticos.

No entanto, os média falharam ao não reportar que a própria ILGA albergou palestras sobre a pedofilia, e que em 1985, 1988 e 1990 havia aprovado resoluções que apelavam à abolição das leis da idade de consentimento, alegando que "as leis em torno do consentimento para relacionamentos homossexuais servem mais para oprimir do que proteger", e dando o seu apoio "ao direito de cada indivíduo, independentemente da idade, de explorar e desenvolver a sua sexualidade".

Eventualmente, e em reacção à legislação congressional que ameaçava reduzir em 119 milhões de dólares o apoio financeiro, em 1995 as Nações Unidas expulsaram a ILGA por esta se recusar em colocar um ponto final na sua relação com meia dúzia de grupos-membros que advogavam ou promoviam a pedofilia. De modo bastante revelador, e embora a ILGA tenha expulso a NAMBLA (o que muitos dizem ter sido uma expulsão táctica), a ILGA não conseguiu recolher apoio suficiente entre os seus membros para expulsar organizações pró-pedofilia mais poderosas e mais discretas provenientes da Alemanha e de outros países.

É bastante revelador o facto da maior coligação homossexual do mundo - a ILGA - ter preferido ser excluída das deliberações das Nações Unidas do que levar a cabo uma votação para expulsar os grupos que propõe o sexo com as crianças.

Para além do apoio à NAMBLA por parte das principais organizações homossexuais, existe um vasto leque de evidências que revelam que os homossexuais são a força motora por trás do aumento da epidemia do abuso de menores. De facto, durante os últimos 15 anos a comunidade homossexual e os seus aliados académicos publicaram uma enorme quantidade de artigos alegando que o sexo com crianças não era prejudicial para as crianças, mas, como declarado numa revista homossexual, "constitui um aspecto da vida gay e lésbica".

Tais artigos apareceram em revistas pró-homossexualistas académicas tais como The Journal of Homosexuality, The Journal of Sex Research, Archives of Sexual Behavior, e The International Journal of Medicine and Law. O conselho editorial da mais importante revista académica pedófila, Paidika, encontra-se dominado por académicos homossexuais proeminentes, tais como John DeCecco (professor na "San Francisco State University"), e que por acaso também edita o Journal of Homosexuality.

De facto, o The Journal of Homosexuality é o mais importante jornal académico mainstream do mundo homossexual; no entanto este jornal publicou uma edição-dupla especial sob o título,"Male Intergenerational Intimacy", contendo dezenas de artigos caracterizando a actividade sexual entre um homem e um menor como um relacionamento amoroso. Um dos artigos declara que os pais devem olhar para o pedófilo que ama o seu filho "não como um concorrente ou um rival, não como um ladrão da sua propriedade, mas como um parceiro na educação do rapaz, alguém a ser bem recebido dentro de casa."

De modo semelhante, as publicações homossexuais mainstream não fazem qualquer tipo de esforço para esconder o seu ponto de vista pró-pedofilia. Por exemplo, BLK, uma importante publicação homossexual negra, defende a pedofilia num artigo com o título de "Devem os Homens Que Aman Rapazes Ser Culpados de Má Conduta Sexual?"

O mais importante jornal homossexual de São Francisco, o The Sentinel, editorializou que "O amor ente o homem e os rapazes encontra-se no centro da homossexualidade."  Em 1995, a revista homossexual Guide declarou:
É motivo de orgulho o facto do movimento homossexual ter albergado as poucas vozes que tiveram a coragem de dizer abertamente que as crianças são, naturalmente, seres sexuais, que merecem o direito de expressão sexual com quem quer que eles queiram...... temos que prestar atenção aos nossos profetas. Em vez de termos medo de sermos qualificados de pedófilos, temos que anunciar publicamente que o sexo é bom, incluindo a sexualidade das crianças...... Temos que fazer isto pelo bem das crianças. 
Sem qualquer tipo de equívoco, a Guide está a declarar que os homossexuais devem abusar de crianças para o bem das crianças!

Embora os média convencionas aparentemente se tenham recusado a levar a cabo uma iniciativa investigativa de exposição ao movimento homossexual, não é difícil encontrar apoio ao sexo com crianças junto das publicações de proeminentes líderes homossexuais. Por exemplo, o fundador da ínfame grupo homossexual ACT-UP, Larry Kramer, escreveu no seu livro, "Report from the Holocaust: The Making of an AIDS Activist":

Naquelas situações onde a criança tem relações sexuais com os seus anciãos mais velhos, sejam eles professores ou outra coisa qualquer, eu proponho que frequentemente, muito frequentemente, a criança deseja a actividade - chegando até a solicitá-la.

Numa carta enviada ao editor dum jornal homossexual, Andy Humm, líder importante dum dos maiores grupos de jovens homossexuais dos Estados Unidos - Advocates for Youth - disse:

Ninguém pode ver os seus direitos civis básicos negados devido à sua orientação, quer essa pessoa seja homossexual, heterossexual, transsexual, transvestida, pedófila, sadista, masoquista, assexual, ou o que quer que possa ser imaginado. . . . Estas são, nelas mesmas, variações naturais.

Uma análise de conteúdo levada a cabo em 1995 pela Dra. Judith Reisman (do "Institute for Media Education") com especial foco na publicidade no jornal homossexual mais influente do país - The Advocate - revela que 63% dos anúncios buscavam ou ofereciam serviços de prostituição; muitos deles solicitam abertamente rapazes. O The Advocate também publicita o "Boneco-Rapaz Penetrável . . . disponível em 3 posições provocantes."

Reisman apurou que o número de imagens de rapazes por cada edição do The Advocate era, em média, de 14. Algumas publicações homossexuais, tais como o jornal do sul da Califórnia com o nome de Update, são suficientemente descarados para publicitar donativos para custos legais de homossexuais presos por abuso de menores.

De facto, a NAMBLA bem como outra literatura pró-pedófila podem ser encontradas onde quer que os homossexuais se reunem (livrarias, balneários, festivais, bares homossexuais e afins...).  Quando Peter LaBarbera, líder do grupo "Americans for Truth About Homosexuality", pediu ao gestor duma das principais livrarias de Boston - Glad Day Bookshop - que parasse de vender literatura pedófila, este último disse:

A nossa política é vender tudo que se encontra disponível para a comunidade [homossexual].

O dono duma proeminente loja de livros de Filadélfia - Giovanni’s Room - retirou a literatura da NAMBLA das suas prateleiras apenas e só depois de ameaças de boicote, mas mesmo assim comentou:

Acho que é um dia estranho para a cultura gay quando começamos a banir coisas só porque elas nos deixam pouco à vontade. . . . especialmente quando essas coisas são o fundamento da literatura homossexual. Se nós retirássemos todos os livros que têm temas sexuais adulto-jovem, não nos sobrariam muitas novelas, memórias ou biografias.

Segundo o escritor Philip Guichard, num artigo presente no "Village Voice", os mais importantes livros de ficção homossexual do mercado actual estão cheios de relatos idílicos de relacionamentos intergeracionais. Em 1998, Doubleday publicou um livro com o nome de "The Gay Canon: Great Books Every Gay Man Should Read", e ele promovia imensas obras que caracterizavam o sexo com rapazes duma forma positiva. A cadeia de livrarias "Border" vende um livro - "A History of Gay Literature: The Male Tradition" - que inclui um capítulo dedicado à história da literatura pró-pedofilia como parte indisputável da história da literatura homossexual.

A "Gay Men’s Press" publica uma lista de bestsellers onde se fazem presentes livros tais como "Dares to Speak: History and Contemporary Perspectives on Boy-Love, Some Boys", e "For a Lost Soldier". Todos estes livros só podem ser descritos como pró-pedofilia. A autoritária "Encyclopedia of Homosexuality" alega reconhecer que "até recentemente os relacionamentos homem-rapaz eram aceites como parte - e de facto, parte maior - da homossexualidade masculina."

O importante dicionário da cultura homossexual com o nome de "The Queens’ Vernacular" lista 254 das suas 12,000 palavras como termos relacionados ao sexo com rapazes.

Uma das maiores editoras de literatura homossexual e de livros homossexuais - a Alyson Publications - também publica livros simpatéticos com a pedofilia tais como "Gay Sex: A Manual for Men Who Love Men". Este livro contém instruções detalhadas para os homossexuais que queiram evitar serem descobertos e presos por terem relações sexuais com rapazes:

Evitem situações onde um certo número de homens estão a ter relações com o mesmo rapaz - ou com o mesmo grupo de rapazes - durante um determinado tempo.

O que a maior parte das pessoas não sabe é que a "Alyson Publications" é provavelmente a maior produtora de literatura pró-homossexualismo e material de leitura para as escolas públicas. Infelizmente, este mercado está a crescer a um ritmo tremendo. O livro infame "Heather has Two Mommies", que está a ser actualmente usado nas escolas públicas como forma de educar as crianças em favor do homossexualismo, foi publicado pela "Alyson Publications". Até o alegado lugar de nascimento do movimento homossexual moderno, o "Stonewall Bar" em Nova York, era um lugar conhecido por ser um local onde os homossexuais mais velhos combinavam encontros sexuais com rapazes.

As conferências homossexuais "mainstream" normalmente listam discursos sobre o sexo intergeracional (tal como ele é chamado nos dias de hoje). Por exemplo, numa das maiores reuniões homossexuais do país, a convenção anual do "National Gay Lesbian Task Force" exibiu um workshop durante a sua conferência de 2001 com o título de "Your Eyes Say Yes But the Law Says No", que incluiu um discurso dum activista S&M em torno da forma como as leis estão a afectar o sexo intergeracional. A convenção teve também presente outro workshop com o título de "Drag 101: How to Turn Kids in Make-up into Kings and Queens."

Peguem num jornal homossexual ou numa publicação de viagens de cariz homossexual, e encontrarão anúncios para turismo sexual em Burma, Filipinas, Sri Lanka, Tailândia, e outros países infames por prostituição de rapazes. A publicação de revelações relativas a tal turismo feita por ex-homossexuais revelou que milhares de homossexuais Americanos estão a "patrocionar" rapazes prostitutos por todo mundo.

O mais famoso guia de viagens homossexual, Spartacus Gay Guides, encontra-se repleto de informação sobre os sítios onde os homossexuais podem encontrar rapazes com quem ter relações sexuais e, como aviso amigável, lista as penas legais aplicadas pelos vários países a quem é apanhado em actos de sodomia com rapazes. O governo do Sri Lanka anunciou que mais de 10,000 rapazes prostitutos trabalham nas praias como resultado da elevada procura por parte de abastados homossexuais Ocidentais.

Mas o pequeno segredo sujo da comunidade homossexual Americana são os milhares de rapazes prostitutos que os servem dentro das nossas fronteiras.Um livro que revela o mundo da prostituição de rapazes - "For Money or Love, Boy Prostitution in America" - revela que os rapazes não só se estão a vender em cidades como Nova York, Los Angeles, São Francisco, Filadélfia, Chicago, Baltimore, e Nova Orleãs, mas também nas pequenas cidades um pouco por todo o país. No calão de rua, estes rapazes são conhecidos como "chickens" e os seus clientes são conhecidos como "chickenhawks."

Os sites de internet de cariz homossexual não são diferentes; uma busca rápida pelos termos "gays" e "rapazes" facilmente localiza milhares de sites homossexuais que promovem sexo com rapazes jovens e/ou que contêm pornografia infantil. De facto, foram os grupos homossexuais mainstream que deram entrada a processos legais que visavam bloquear a "Virginia Legislation", aprovada em 2001, que restringia o uso da Internet para sites que se revelassem prejudiciais para as crianças (tais como salas de conversação normalmente usadas pelos pedófilos como forma de encontrar as sua vítimas).

Semelhantemente, a condenação dum pedófilo de Iowa por ter exibido vídeos pornográficos a rapazes menores gerou um protesto geral por parte dos activistas homossexuais depois da condenação ter sido confirmada pelo Tribunal Supremo de Iowa.

O Santo Graal do movimento pedófilo é a redução ou eliminação de todas as leis em torno da idade de consentimento. Os principais guerreiros desta batalha política e legal são os grupos homossexuais "mainstream". Robert Knight e Frank York do grupo "Family Research Council" já documentaram isto de modo minucioso num relatório.

Começando em 1972, o "National Coalition of Gay Organizations" adoptou uma "plataforma dos direitos dos gays" que incluia a "revogação de todas as leis que governam a idade de consentimento sexual".

São os activistas homossexuais dentro das Nações Unidas que estão a fazer pressão de modo a conferir direitos sexuais aos menores. Na Inglaterra, a campanha está a ser liderada pelos grupos homossexuais Outrage! e Stonewall. O grupo homossexual Holandês "Association for the Integration of Homosexuality" foi bem sucedido na redução da idade de consentimento para 12 anos na Holanda. Apoiando os seus esforços estava outro grupo homossexual com o nome de COC, que declarou:
A liberação da pedofilia tem que ser vista como um tópico gay........ [e portanto] as idades de consentimento têm que ser, desde logo, abolidas..... ao reconhecer a afinidade entre a homossexualidade e a pedofilia, o COC muito provavelmente facilitou o trabalho dos homossexuais adultos de se tornarem mais sensíveis aos desejos eróticos dos membros mais jovens do seu sexo, e desde logo, alargando a identidade homossexual.
No Canadá, o esforço de redução da idade de consentimento está a ser liderado pelos activistas homossexuais e por um defensor da NAMBLA com o nome de Gerald Hannon. Na América, para além da NAMBLA, o esforço tem o apoio da maior parte das organizações homossexuais tais como a "National Gay Task Force". Verdadeiramente, a manifestação homossexual anual com o nome de "March on Washington" invariavelmente emite uma "declaração de exigências" que inclui a abolição das idades de consentimento. No Hawaii, os grupos homossexuais locais foram bem sucedidos na redução da idade de consentimento para 14.

Na verdade, é difícil encontrar um defensor da redução da idade de consentimento que não seja um activista homossexual.

O que é que a literatura académica diz, então, da relação entre o homossexualismo e o abuso de crianças? Muito. Os estudos científicos confirmam uma pré-disposição pedofílica muito forte entre os homossexuais. Num artigo de 1985 para o "Psychological Reports", Paul Cameron, psicólogo e fundador do grupo "Family Research Institute", reviu mais de 19 relatórios académicos e estudos analisados por pares e apurou que os homossexuais são responsáveis por entre 25% a 40% de todos os casos de abuso de menores.

Em 1985, os pesquisadores sexuais Freund, Heasman, Racansky, e Glancy, por exemplo, e num artigo presente no "Journal of Sex and Marital Therapy", colocaram o número nos 36%. Erickson, Walbek, Sely, num artigo de 1988 para o "Archives of Sexual Behavior", colocam o número nos 86% quando as crianças são abusadas por um homem.

No entanto, tem que ser salientado que os homossexuais são apenas 2% da população, o que estatisticamente significa que um violador de menores é entre 10 a 20 vezes mais susceptível de ser homossexual do que heterossexual. Dito de outra forma, os abusos de menores feitos por heterossexuais são proporcionalmente uma fracção quando comparados com os abusos de menores feitos por homossexuais. Os estudos mais recentes confirmam esta estatística. Em 2000, o "Archives of Sexual Behavior" publicou um artigo escrito por 7 pesquisadores sexuais, e o mesmo conclui que "cerca de 40% dos homens com atracção por crianças tem preferência por rapazes. Portanto, a taxa de atracção homossexual é 6-20 vezes mais elevada entre os pedófilos."

Em 1987, Eugene Abel (perito na violência sexual e professor de psicologia) publicou um artigo no "Journal of Interpersonal Violence" onde ele conclui que os homossexuais abusam rapazes com uma incidência cinco vezes mais elevada que o abuso de raparigas. Num artigo de 1992 publicado no "Journal of Sex and Marital Therapy", os pesquisadores sexuais K. Freud e R. I. Watson apuraram que os homens homossexuais são três vezes mais susceptíveis que os heterossexuais de se envolver na pedofilia, e que o pedófilo comum vitimiza entre 20 a 150 rapazes antes de ser preso.

Outros dados vieram entretanto confirmar o facto do sexo com rapazes ser um estilo de vida entre os homossexuais. Em 1993, o "United States Army, Office of Judge Advocate", emitiu um estudo que analisou 102 condenações levadas a cabo por um tribunal marcial relativas a soldados envolvidos em actos homossexuais durante um período de 4 anos. O estudo apurou que em 47% dos casos, os homens homossexuais vitimaram um jovem.

O grupo "Family Research Institute" levou a cabo uma análise de conteúdo às histórias de abuso de rapazes reportadas por cinco grandes jornais e apurou que 40% dessas histórias envolviam homossexuais, embora este número seja inferior ao real devido ao facto de muitos repórteres não revelarem que o violador é homossexual mesmo que o tal repórter saiba que essa é a verdade.

Um estudo levado a cabo pelos pesquisadores sexuais Alan Bell e Martin Weinberg apurou que 25% dos homossexuais brancos tiveram relações sexuais com rapazes de 16 anos ou com idade inferior. O "Family Research Institute" levou a cabo um estudo e apurou que "os homossexuais eram 11 vezes mais susceptíveis que os heterossexuais exclusivos de ter tido relações sexuais com um homem quando eles tinham menos que 13 anos." Um estudo levado a cabo pelos pesquisadores e activistas homossexuais   Jay e Young revelou que 73% dos homossexuais pesquisados haviam tido relações sexuais com rapazes com idades compreendidas entre os 16 e os 19 anos, ou mais novos ainda.

Num estudo focado na violação masculina, levado a cabo pelo "American Journal of Psychiatry", foi apurado que 6% das vítimas de violação que se reportaram nos "Philadelphia Rape Crisis Centers" eram rapazes com menos de 16 anos, e eles não haviam sido abusados por mulheres.

No entanto, este tipo de comportamento é considerado normal nos círculos psiquiátricos devido à influência dos psiquiátras homossexuais dentro do "American Psychiatry Association". Foi esta convenção política que se encontra dentro deste grupo que o levou a re-escrever o critério para a pedofilia. A nova definição de pedofilia define o sexo com uma criança como uma desordem psicológica apenas e só se ela causar "sofrimento clinicamente significativo"  no abusador! Segundo esta nova definição, a maior parte das pessoas que abusa menores são pessoas perfeitamente normais!

O "American Psychological Association" parece também ter tido simpatias semelhantes quando publicou um artigo desleixado e cheio de erros no seu "Psychological Bulletin" em Julho de 1998, alegando que não existiam pesquisas que documentavam a alegação de que o abuso de menores era prejudicial para as crianças, e que "um encontro desejado, com reacções positivas, deveria ser apenas classificado de sexo entre um adulto e uma criança", ignorando termos tais como "abuso de crianças" e "vítima".

Não houve qualquer clamor por parte da comunidade homossexual. De facto, eles ou permaneceram calados ou defenderam publicamente o artigo. Um dos jornalistas homossexuais mais proeminentes da nação, Andrew Sullivan, atacou os críticos do estudo no "New York Times". No "National Journal", o jornalista homossexual   Jonathan Rauch apoiou de modo firme o estudo, e alegou que o abuso de menores deveria ser chamado de "sexo entre um adulto e um adolescente".

A epidemia do abuso de rapazes que está a ocorrer ao mesmo tempo que ocorre a ascenção da agressiva subcultura homossexual não é uma coincidencia: devido ao vírus da SIDA, um abuso sexual é frequentemente uma sentença de morte. Para além disso, o "Journal of the American Medical Association" reportou que 50% das vítimas masculinas da SIDA reportaram já terem tido uma relação sexual com um homem adulto quando atingiram os 16 anos de idade, e que 20% reportou já ter tido uma relação com um homem adulto quando haviam atingido os 10 anos de idade.

O "Center of Disease Control" (CDC) reportou recentemente que, por volta do ano 2000, existiam cerca de 31,293 casos de SIDA na faixa etária 13-24. O "The HIV/AIDs Surveillance Reports" mantido pelo CDC demonstra que por volta dos últimos anos, cerca de metade das vitimas do HIV que se encontram faixa etária 13-24 foram infectados devido ao sexo com um adulto.

No entanto, é preciso levar em conta que devido ao período de incubação da doença HIV/SIDA, muitos destes rapazes e destes jovens haviam sido infectados em períodos que poderiam chegar aos 10 anos prévios, antes do seu caso ser reportado. Isto traduz-se mais ou menos em 15,000 rapazes que foram infectados por homens adultos desde que o CDC começou a compilar esta informação. Isto é uma epidemia que ninguém tem a vontade de falar.

A resposta tem sido, em vez disso, um aumento dos esforços da comunidade homossexual de comprometer todos os grupos de jovens possíveis e imaginários, e uma inundação das escolas públicas de currículos, aconselhamento, e actividades socias pró-homossexualistas. O YMCA, as Escuteiras, e os Big Brothers, apesar de também estarem todos eles atormentados com incidentes de abuso sexual, capitularam perante as campanhas de pressão levadas a cabo pelos grupos homossexuais.

De facto, líderes das Escuteiras, escrevendo no livro de 1997 com o título de "On My Honor: Lesbians Reflect on their Scouting Experience", revelam que as Escuteiras encontram-se inundadas com lésbicas - um terço do seu staff profissional é composto por lésbicas - e elas começaram até com um programa de orientação lésbico! Actualmente, na lista de grupos de jovens Americanos com expressão significativa, os Escuteiros encontram-se sozinhos na luta contra a agenda homossexual - e isso explica o porquê deles estarem a ser alvo de tantos ataques legais, legislativos e culturais.

Mais ainda, os média esquerdistas imitem qualquer menção ao homossexualismo da pessoa sempre que falam de incidentes de abuso sexual, e isto é reforçado através da pressão feita por grupos homossexuais. A "Gay & Lesbian Alliance Against Defamation" (GLADD) divulgaram um "guia mediático" aos repórteres nacionais, onde eles apelam a que:
A orientação sexual do criminoso nem sempre é óbvia (ou relevante) tendo como base as circunstâncias do crime. . . . Como regra geral, evitem identificar uma actividade ou emoção de "homossexual" a menos que estejam dispostos a identificar a mesma actividade de "heterossexual" ou "straight" se ela for levada a cabo por alguém com outra orientação sexual.
A comunidade homossexual sabe que a tomada de todos os grupos juvenis é absolutamente necessária para a expansão do seu movimento. Eles sabem o que a maior parte dos cientistas sociais e pesquisadores sexuais sabe mas recusa-se a falar: as crianças que são abusadas homossexualmente são mais susceptíveis de se tornarem elas mesmas homossexuais. Afinal de contas, uma das características mais comuns entre os violadores homossexuais é que eles mesmos foram abusados durante a sua infância.Um artigo publicado pela "American Medical Association" reportou que:
Os adolescentes que foram abusados, particularmente aqueles que foram vitimados por homens, são mais de 7 vezes mais susceptíveis de se identificarem como homossexuais ou bissexuais do que os seus pares que não foram abusados.
Chegou a hora dos oficiais eleitos pelos Americanos, bem como as autoridades de saúde, os líderes educacionais, e os agentes de autoridade, tomarem acções não só no relato da verdade dura - que o movimento homossexual tem como alvo os jovens Americanos - mas também nas acções que visam reverter esta tendência horrível. Se por acaso eles falharem nisso, consequências desastrosas abater-se-ão sobre a nossa cultura e sobre a saúde das nossas crianças.

- http://goo.gl/hhWLRW


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Convém deixar bem claro que ninguém está a afirmar que todo o homossexual é pedófilo mas sim que estatisticamente e proporcionalmente falando, o pedófilo é mais susceptível de ser homossexual do que heterossexual, e que o estilo de vida homossexual tem uma visão favorável da pedofilia e da efebolifia (algo confirmado por um homem homossexual).
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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Jornalistas e a cortina de fumo pedófila

Por Trayce Hansen, Ph.D.

Eis aqui uma pergunta: Uma vez que a maioria dos jornalistas sabe qual é a definição de pedófilo, e consequentemente devem-se aperceber que a larga maioria dos padres envolvidos nos actuais escândalos de abusos sexuais não se ajustam a essa definição, porque é que eles (os jornalistas) insistem em continuar a chamá-los de "pedófilos"?

Deixem-me sugerir uma resposta.

A maior parte dos jornalistas propositadamente dá o nome errado de pedófilos aos padres abusadores como forma de criar uma cortina de fumo; o seu propósito é o de  obscurecer o facto da maioria dos homens serem, na verdade, predadores homossexuais. Os outros jornalistas - um subconjunto menor - apenas repete a frase "padre pedófilo" - sem levar em conta as definições - e desde logo participam inadvertidamente esta obfuscação.

Mas já avancei demais. Talvez seja melhor começar com uma definição básica do termo "pedófilo". Um pedófilo é qualquer adulto que tenha tido um desejo sexual por crianças pré-púberes. Uma vez que a maioria dos padres atacou sexualmente rapazes adolescentes, eles não são, segundo a definição, pedófilos.

Uma significativa maioria dos padres que abusam sexualmente os adolescentes são, na verdade, pederastas, Pederastas são homens homossexuais adultos que buscam rapazes menores pós-púberes como forma de agir segundo as suas inclinações sexuais. Na minha área de psicologia, eles são chamados de predadores sexuais; na área das forças da lei, eles são chamados de violadores estatutários, ou de modo mais simples, criminosos. Mas independentemente disto, eles não são pedófilos.

Eis aqui mais factos adicionais relacionados com o tópico. Primeiro, segundo a maior parte das estimativas publicadas, entre 25% a 50% dos padres são homossexuais. Isto é um contraste estatístico óbvio com o facto de apenas 3% a 5% da população geral ser homossexual. Logo, os homossexuais estão desproporcionalmente representados nas fileiras do sacerdócio.

Segundo: aproximadamente 85% a 95% dos casos de abuso sexual conhecidos perpetrados pelos padres foi contra rapazes adolescentes. Uma vez que iríamos prever estatisticamente que apenas 25% a 50% dos casos de abusos sexual seriam homossexuais - tomando como base as suas percentagens dentro da população total de padres - ficamos surpreendidos com o facto destes padres homossexuais estarem a abusar os rapazes segundo percentagens muito mais elevadas que aquelas que seriam de esperar, e desde logo, em muito maior percentagem que os seus pares heterossexuais.

Os homossexuais masculinos com quem falei não só não estão surpreendidos com estas percentagens, como reconhecem de maneira franca que uma substancial porção dos homens homossexuais - padres ou não - busca rapazes adolescentes para os fazer de "parceiros sexuais" - dentro da comunidade homossexual estes homens são conhecidos por vários nomes tais como “chicken-hawks.”

Como nota marginal, é interessante notar que aqueles que atacam os Escuteiros por impedir lideres de escuteiros abertamente homossexuais terem emudecido duma forma ensurdecedora desde que o escândalo dos padres teve início. Será que isso se deve ao facto dos receios implícitos através dos regulamentos dos Escuteiros parecerem agora totalmente razoáveis à luz do comportamento predador de demasiados padres homossexuais?

Mas voltando ao tópico em questão - verdade jornalística. Embora cerca de 95% dos casos de abuso sexual reportados até agora envolverem homossexuais a abusar de rapazes adolescentes, a maior parte dos jornalistas ignora o ângulo da orientação sexual [sic], e erradamente caracteriza os padres abusadores de pedófilos. De forma geral, isto não é um erro.

Parece que muitos intencionalmente usam a palavra "pedófilo" porque ela é não-específica em relação à preferência sexual e desde logo, esconde o facto de que um número  desproporcionalmente elevado dos padres predadores serem homossexuais. Estes jornalistas - que tendem a ser politicamente e socialmente esquerdistas - querem esconder este facto porque isso seria prejudicial para a sua agenda homossexual, que há muito alegou que os homossexuais não mais susceptíveis de abusar os menores que os heterossexuais - uma alegação falsa neste caso. E uma vez que a maior parte dos jornalistas prefere ajudar do que prejudicar a agenda homossexual, eles levam a cabo esta obfuscação.

Jornalistas imparciais - uma frase que deveria ser redundante - deveriam reportar os factos sem levar em consideração os seus efeitos - positivos ou negativos - para uma dada agenda. O encobrimento da verdade por trás duma cortina de fumo ideológica e politicamente correcta não só é anátema para a ética da profissão de jornalista, neste caso esse encobrimento coloca em perigo os jovens da nossa nação. Se queremos resolver o problema dos padres que são predadores sexuais, temos que tem em mente a verdadeira natureza do problema. E tendo como base na informação que temos até agora, o problema principal não são os pedófilos.

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©2002 Dr. Trayce Hansen. All rights reserved.


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Claramente, o problema é o comportamento homossexual e o vídeo que se segue - feito por um homossexual - disponibiliza mais evidências em favor desta posição.


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Estudo confirma correlação positiva entre aceitação do homossexualismo e o aumento da pedofilia homoerótica

Num novo estudo baseado em reportagens provenientes da Google News, o controverso cruzado que batalha pelos valores familiares, Paul Cameron, afirma que encontrou evidências de que sempre que as atitudes sociais e políticas em relação ao homossexualismo são positivas, os crimes sexuais com elementos homossexuais são mais numerosos.

Cameron, que lidera o Family Research Institute sediado em Colorado Springs e que publicou os seus resultados na semana passado em Roma, esperando com isso influenciar o Sínodo Extraordinário sobre a Família que tem os líderes Católicos de todo o mundo na Cidade Eterna, disse o seguinte ao site LifeSiteNews:

A Igreja Católica está a fazer algo muito importante. Espero que eles levem em consideração esta informação. Creio que serei considerado um Protestante Evangélico, mas o que acontece dentro do Cristianismo no seu todo, é importante para mim.

A equipa de pesquisa de Cameron analisou 3,000 notícias retiradas da Google News em torno de molestações sexuais reportadas em países tais como a China, o Taiwan, a Rússia, a Moldávia, o Reino Unido, a Itália, a totalidade da União Europeia, o Canadá e os Estados Unidos. Cameron afirma que o estudo revelou um correlação clara e positiva entre a aceitação do homossexualismo (através duma gama de países) com a proporção de crimes sexuais de natureza homossexual.

Assim, apenas 5 porcento das molestações na China eram de natureza homossexual, país onde o homossexualismo é menos aceite. Mas na vizinha Taiwan, com uma história cultural e etnia similares, mas que, segundo Cameron, é ao mesmo tempo, o "líder asiático" dos direitos dos homossexuais, "30 porcento das crianças vítimas abuso sexual haviam sido vitimizadas em actos de natureza homossexual."

Entretanto, na Rússia, outro país hostil ao homossexualismo, 20 porcento da violência sexual contra crianças era de cariz homossexual, enquanto que nos países simpatéticos com o homossexualismo essa proporção era maior: no Reino Unido, 59 porcento dos abusos sexuais infantis eram de natureza homossexual, na Itália o número era de 60 porcento, no Canadá 82 porcento. Nos mais conservadores Estados Unidos o número era de 51 porcento.

Embora os activistas homossexuais ainda não tenham reagido ao estudo, eles já declararam no passado a inexistência de algum tipo de correlação entre o homossexualismo e os crimes sexuais, e já rejeitaram as pesquisas passadas de Cameron. O Prof. Gregory Herek, uma celebridade entre os académicos homossexuais, docente na Universidade da Califórnia, e autor de tais livros como "Stigma and Sexual Preference", já comentou pesquisas anteriores de Cameron, afirmando que "os seus dados de pesquisa estão sujeitos a tantas falhas metodológicas que os tornam virtualmente insignificantes. Mesmo assim, as suas declarações são por vezes citadas por organizações anti-homossexuais nas suas tentativas de estabelecer uma ligação entre a homossexualidade e o abuso sexual de crianças."

No seu site, e durante as últimas décadas, Herek tentou desacreditar numerosos estudos que fazem uma ligação entre o homossexualismo e o abuso de crianças, alegando que a violência sexual de homem para homem nem sempre é homossexual [??], e que os predadores sexuais condenados não são necessariamente representativos dos predadores sexuais "não-capturados", e nem da população homossexual adulta generalizada.

Outros cientistas fizeram também críticas a Cameron. Um respeitado pesquisador do comportamento sexual criminoso, o Canadiano Dr. Vernon Quinsey, professor emérito de psicologia na Queen’s University em Kingston, Ontário, colocou vincadamente em causa o actual estudo extraído da Google News. Quinsey disse ao site LifeSiteNews através duma troca de email, que vários factores tornam o estudo problemático. O facto de se colocar no mesmo conjunto todas as vítimas pré-púberes e pós-púberes é algo que ele qualificou de "inescusável". De igual modo, Quinsey alegou que o que Cameron tem em mente com as palavras "abuso" e "molestação" não foi definido, o que faz com que casamentos infantis e prostitutos com 17 anos não sejam distinguidos do incesto convencional ou das vítimas de agressão.

Mais sério, segundo Quinsey, era a dependência de notícias como forma de recolher dados, visto que o processo de atribuição e escrita de notícias é subjectivo:

Se as pessoas têm atitudes negativas em relação à homossexualidade, eles são mais susceptíveis de reportar crimes homossexuais do que crimes heterossexuais, mesmo que tais crimes sejam semelhantes em natureza.

Cameron respondeu às objecções de Quinsey, afirmando que a sua equipa de pesquisa usou a definição legal de criança, que cobre ambos os lados da puberdade. Ele alegou também que muitos predadores "molestaram crianças am ambos os lados desta divisão teórica". Quanto ao que era um crime sexual contra uma criança, a equipa deixou que os “algoritmos da Google determinassem a base de dados", afirmou ele.

Em resposta à queixa final de Quinsey em torno dum viés na redacção de notícias, Cameron afirmou que "pode existir algo dessa natureza." No entanto, Cameron alegou que qualquer viés jornalístico provavelmente iria colocar-se contra as conclusões do seu estudo, "visto que os média dos países Ocidentais são conhecidos pelo seu víes pro-homossexualismo" e podem tender a censurar referências homossexuais.

Cameron tem muitos apoiantes entre as organizações dedicadas a defender os valores familiares tradicionais, um deles sendo Brian Clowes, pesquisador junto da Human Life International:

Eu sou levado a concordar com o Dr. Cameron.

Clowes levantou as mesmas questões no seu estudo de 2005, "Child Molestation by Homosexuals and Heterosexuals", (Homelitic and Pastoral Review, May, 2005). Nele, Clowes e o seu colaborar Brian Sonnier listaram muitos estudos académicos que demonstravam uma ligação entre o abuso sexual e o homossexualismo.

Um desses estudos, feito pelo renomeado pesquisador de sexualidade depravada, o Checo-Canadiano Karl Freund, citou 17 estudos anteriores demonstrando que, embora os agressores sexuais masculinos cometam duas vezes mais crimes "heterossexuais" (contra vítimas femininas menores) do que os crimes "homossexuais" que eles cometem contra machos que ainda são menores, o número de homens heterossexuais adultos na população geral é vinte vezes maior que o número de homens homossexuais.

Isto significa que o homossexualismo está desproporcionalmente representando nos crimes sexuais contra crianças.

Clowes disse ao LifeSiteNews que fez esse estudo porque "grupos homofílicos Católicos tais como Dignity USA estavam a negar a existência de alguma evidência científica conectando o homossexualismo com o abuso sexual. Eu descobri que isso não era de todo verdade."

Mas o que dizer do estudo do John Jay College em torno do escândalo dos abusos do clero? Comissionado pelo U.S. Conference of Catholic Bishops, a equipa de John Jay estudou os registos das dioceses da maior parte do Estados Unidos, e apurou que 80 porcento dos padres sexualmente abusadores eram machos, mas concluiu que o homossexualismo não era a causa. Clowes respondeu:

Os dados do seu relatório claramente mostram a conexão. Só posso concluir que eles foram intimidados a declarar uma conclusão diferente.

A intimidação por parte do lobby homossexual é um factor enorme dentro do mundo académico, afirmou Clowes, acrescentando que ninguém sabe isto melhor que o Dr. Cameron:

Ele viu a sua reputação a ser manchada de forma brutal.

Entre os ataques estavam acusações de que a sua pesquisa era de má qualidade, que a mesma não aparecia em jornais científicos revistos por pares, que ele odiava os homossexuais, e que ele havia sido "expulso" da American Psychological Association devido a estas ofensas. Todas estas alegações são falsas, afirmou Clowes. O que é verdade é que o Southern Poverty Law Center, sediado no Alabama, qualificou a Family Research Institute de Cameron de intolerante, acusação que foi feita a todos os grupos sem fins lucrativos Americanos que defendem os tradicionais valores Cristãos e familiares.

Clowes especulou que a ligação entre o homossexualismo e o abuso de menores seja o facto de ambos procederem dum desenvolvimento sexual incompleto. Cameron afirma que não sabe o porquê desta ligação existir, mas diz que a mesma estende-se para o passado, até ao tempo dos Gregos clássicos. Ele explica também os dados por ele apurados - que países que mais aceitam o homossexualismo testemunham uma maior percentagem de homossexualismo nas taxas dos seus crimes sexuais - com uma palavra: "acesso".

Actualmente, em países mais simpatéticos em relação ao homossexualismo, tais como a Europa Ocidental e a Commonwealth Britânica, os homossexuais podem ser professores, pastores, treinadores, líderes de Escuteiros, pais adoptivos, disse ele, alegando que uma maior oportunidade está a gerar mais casos criminosos.

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