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sábado, 20 de agosto de 2011

EUA: Homens homossexuais representam 61% dos novos casos de infecção com o HIV

O Centro para o Controle de Doenças (CCD) dos EUA estimou que os homens que têm relações anais com outros homens constituem 61% dos novos casos de infecção com o HIV nos EUA, embora esse grupo sexual seja apenas 2% da população total.

No princípio deste mês o CCD publicou as estimativas para as infecções do vírus HIV durante o período compreendido entre 2006-2009. Esses relatórios mostram que as novas infecções se mantiveram estáveis em torno das 50,000 para cada um dos 4 anos.

Os homens que têm relações anais com outros homens foram responsáveis por 29,300 das 48,100 novas infecções de 2009, e os homossexuais com idades compreendidas entre os 13 e os 29 representam 27% dos novos casos.

O único grupo onde as novas infecções com o HIV estão em crescimento é o grupo composto por jovens homens homossexuais - liderados pelo alarmante aumento de infecções entre os afro-americanos.

O estudo calcula que as novas infecções entre os homossexuais negros tenham aumentado 48% no período compreendido entre 2006-2009 - de 4,400 infecções com o HIV em 2006 para 6,500 infecções em 2009.

O estudo revelou também que cerca de 20% dos os homens que têm relações anais com outros homens têm o vírus HIV, embora cerca de metade daqueles que estão infectados estejam ignorantes da situação.

-Fonte-


O comportamento homossexual, pela sua natureza promiscua, torna os praticantes em autênticas bombas de contaminação de doenças. Dado disto, é por demais ridículo que um país responsável retire esse grupo desproporcionalmente contaminado dos grupos de pessoas não que podem doar sangue.

Mas como sabemos, nos dias que correm o "politicamente correcto" e a "diversidade" tomam preeminência sobre a responsabilidade. Dizer a verdade sobre o papel auto-destrutivo da homossexualidade é "ódio" (embora seja verdade). Deixar que os homens que têm relações anais com outros homens possam dar o seu sangue contaminado ao resto da população (incluindo crianças e mulheres grávidas) já é "tolerância".

Seria curioso vêr um activista homossexual tentar explicar o porquê das prostitutas e dos toxicodependentes não poderem dar sangue, mas os homens que têm relações anais com outros homens poderem.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Previsivelmente, as DST aumentam entre os sodomitas portugueses

O Diário de Notícias informa-nos que:
O número de novos casos de infecção VIH está a aumentar entre os homens portugueses, colocando Portugal em terceiro lugar a nível europeu. Ontem foi inaugurado em Lisboa um espaço que realiza testes gratuitos de despiste rápido.
Como sempre, os esquerdistas lidam com os sintomas e não com a doença. Ninguém parou para pesquisar sobre os motivos que levam a que os sodomitas tenham uma desproporcional presença nas listas de homens com os vírus da SIDA.
Perto do Príncipe Real, a loja do costureiro José Carlos, que faleceu vítima de VIH/SIDA, transformou-se no Check Point Lx, um espaço onde se realizam testes rápidos, anónimos e gratuitos de HIV a homens que têm sexo com homens (HSH).
Um grupo de risco.
Ali, os utentes podem ter aconselhamento psicológico e ser encaminhados para o Serviço Nacional de Saúde.
Podem ter "acompanhamento psicológico" que esteja de acordo com o que os esquerdistas querem. Aconselhamento psicológico por parte de profissionais com taxas de sucesso em ajudar pessoas com atracção homossexual indesejada não são bem vindos.
Quem os recebe não discrimina quem tem opções sexuais diferentes da maioria ou quem está doente, porque quem atende também é homossexual ou está infectado.
Estas palavras são uma forma indirecta de dizer que quem é contra a sodomia está a "descriminar".
“Este é um espaço da responsabilidade de uma organização não governamental, envolvendo pessoas que, ou são portadoras de VIH ou são homens que fazem sexo com homens, ou seja, há um acompanhamento feito entre pares com apoio de profissionais de saúde.
Mas se é um "espaço de responsabilidade", não deveria tentar fazer ver aos HSH que a sodomia é uma práctica sexual auto-destrutiva, e que o estilo de vida homossexual não é saudável? Aparentemente a definição de "responsabilidade" varia.
Este é um passo de gigante porque a sociedade foi capaz de se organizar e ir buscar os apoios que necessitava para dar uma resposta mais sólida”, saudou a ministra da saúde, Ana Jorge, que presidiu à inauguração do Check Point Lx.
Mas, tal como foi dito em cima, estes pontos de análise, embora bem vindos no sentido do sodomita ficar a saber se está ou não contaminado, é lidar com sintomas. A verdadeira ajuda seria a sociedade fazer ver aos sodomitas que o seu estilo de vida não é saudável, e que é possível abandoná-la. E, não, não é "descriminação" querer ajudar pessoas que queiram sair da vida homossexual, ou informar as consequências de tal vida. Pelo contrário, é uma enorme demonstração de preocupação avisar os outros quando estes estão a prosseguir num caminho que os está a destruir física e emocionalmente, e que vai, por fim, conduzi-los a separação eterna (inferno).
O Check Point Lx pretende ser uma ajuda para tentar inverter uma tendência que se começou a revelar com o virar do século: “Em 2000, começou a aumentar o número de casos de infecção entre HSH”, resumiu Luís Mendão, presidente do Grupo Português de Ativistas sobre Tratamentos de VIH/Sida (GAT), organismo responsável pelo gabinete hoje inaugurado.
E porque é que isso aconteceu?
“Neste momento, Portugal é o terceiro país dos 27 da Europa com o maior número de novos casos diagnosticados entre os HSH”, lembrou Luís Mendão em declarações à Lusa, acrescentando que este aumento começou a notar-se mais a partir de 2005. Os dados mais recentes dizem respeito a 2008, ano em que se registaram 365 novos casos em Portugal.

“À nossa frente só temos a Inglaterra e a Holanda”, lamentou o presidente do GAT, sublinhando que “se a infecção for diagnosticada cedo e a pessoa se tratar há uma enorme diminuição das transmissões do VIH”.

No entanto, a maioria não realiza testes de despistagem, segundo um estudo apresentado pela médica Maria José Campos.

E é por isso que o sangue de homossexuais activos (ou de qualquer outro grupo de risco, como as prostitutas ou os tóxico-dependentes) nunca deve ser aceite pelos bancos de sangue.
Um inquérito online realizado no ano passado a 180 mil homens em toda a Europa, dos quais cinco mil viviam em Portugal, revelou que apenas 45,9 por cento dos portugueses tinha realizado um teste VIH no último ano. "São números preocupantes", desabafou em declarações à Lusa Maria José Campos.

O coordenador Nacional VIH-SIDA, Henrique Barros, destacou o papel do centro Check Point Lx, lembrando que esta população dos HSH “viveu sempre muito escondida e oculta em Portugal”.

O facto dos sodomitas ter vivido vidas "escondidas" e "ocultas" não explica a sua desproporcional presença entre os contagiados pelo vírus. Aliás, esta informação é irrelevante.
“Estamos a trazê-la à luz do dia, combatendo discriminações e estigmas e garantindo que tem acesso em tempo à prevenção e ao diagnóstico para evitar que haja um aumento incontrolável da infecção”, defendeu em declarações à Lusa, aplaudindo o trabalho que agora começa a ser realizado pelas equipas do Chek Point Lx.
Qual "descriminação"? Qual "estigma"?

Se o Henrique Barros está determinado em "evitar que haja um aumento incontrolável da infecção" talvez não seria má ideia fazer ver aos sodomitas que a promiscuidade inerente à vida de HSH é o grande motivo que leva a qual eles se encontrem a fazer testes. Afinal, que outro grupo social tem que ter "centros de despiste" no que toca ao vírus? Não são os grupos com vidas sexuais pouco saudáveis, ou pessoas que usem drogas?

Em ambos os casos, o melhor conselho é dizer-lhes para abandonar essa vida, mas no que toca à homossexualidade, por alguma razão já é "descriminação" dizer o óbvio: a sodomia não é saudável.

Mas a Medicina não se deixa controlar por movimentos revolucionários.


Por mais centros que sejam abertos em Lisboa, e por mais bonitas palavras sejam ditas por representantes estatais, a Medicina claramente diz que o estilo de vida homossexual não é saudável.

(Obrigado ao Firehead pela imagem no início do post e ao Hugo Monteiro Dantas pela notícia)

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