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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

O porquê do homossexualismo ser insustentável e do "casamento" homoerótico não ajudar.

Por Joseph Sciambra

Segundo um estudo em torno homossexuais masculinos sexualmente activos e residentes em Ontário (Canadá), de todos os novos casos de infecções com o HIV, “51%  foram através do sexo anal com o uso do preservativo e16%  através do sexo oral.” (1). O mesmo relatório apurou que “O falhanço do preservativo é frequentemente devido à rotura e à derrapagem, e por vezes (mas nem sempre) devido ao uso não-óptimo.”

Esta é a triste situação em que estamos porque os preservativos são mais susceptíveis de se romperem quando são usados analmente em oposição ao uso vaginal. De facto, a FDA nunca chegou a "esclarecer ou aprovar qualquer tipo de preservativo para uso especifico no sexo anal”. Isto é o que o site da FDA diz (2):

É mais provável que os preservativos se rompam durante o sexo anal do que durante qualquer outro tipo de actividade sexual devido à maior quantidade de fricção e de outro tipo de stress envolvido.

Para além disso, devido a  natureza frequentemente agressiva e até violenta do sexo homossexual masculino, o trauma anal, não só o rompimento do preservativo, é passível de ocorrer . Num estudo similar ao estudo Canadiano, pesquisadores Suíços apuraram que 28% dos homens homossexuais reportaram terem "trauma sexual passivo". (3)

Apesar disto, um argumento crucial em favor do "casamento" homossexual tem sido o de que a estabilidade dos emparelhamentos monogâmicos legalmente reconhecidos entre os homens homossexuais terá o efeito de baixar as taxas de contágio junto da população homossexual masculina. No entanto, outro estudo subverte por completo este argumento:. Numa pesquisa levada a cabo junto de duplas homossexuais, os pesquisadores apuraram que:

A maioria das duplas [homossexuais masculinas] permitia o sexo com parceiros externos. De modo geral, 65% dos homossexuais da amostra envolveu-se em
UAI [="unprotected anal intercourse"] com o parceiro primário.... Entretanto, 22% da amostra envolveu-se em pelo menos um episódio de UAI com um parceiro sexual externo, metade dos quais parceiros externos com um estatuto discordante ou desconhecido em relação ao HIV. (4)

Portanto, a psique dos homens homossexuais, que está pré-disposta para a promiscuidade, irá reduzir ou anular qualquer suposto benefício do "casamento" homossexual.

Mas porque é que isto acontece? Eis o que posso afirmar tendo como base a minha [do Joseph] experiência: Especialmente durante os dias iniciais do meu estilo de vida homossexual, sempre tive atracção por aqueles homens que representavam, ou pareciam projectar, uma qualidade ou uma característica que eu acreditava não ter. Na maior parte das vezes, eu senti isto como uma força claramente indefinível de confiança, estabilidade e masculinidade.

Houve um homem em particular que - pensava eu - encapsulava as três. No entanto, o facto de ter estado com ele, ter tido relações sexuais com ele, não mudou a minha auto-percepção visto que o meu sentimento de inadequação (que levou à minha incomum necessidade de afirmação masculina) não estava de maneira alguma relacionada com ele; ele não me poderia fazer no homem que eu pensava que não era.

Creio que o rapaz perdido que se encontrava dentro de mim queria um pai, mas como alguém que tentava passar a ser um homem, eu não queria um pai. Provavelmente se esta tivesse sido uma relação heterossexual as coisas teriam funcionado visto que a natureza complementar entre o homem e a mulher satisfaz e preenche ambas as partes da biologia e da experiência humana.

Mas nós fomos atraídos um para o outro numa falsa atracção magnética apenas para nos apercebermos que, tal como dois pólos [iguais], nós repelíamo-nos. O novelista homossexual Andrew Holleran provavelmente explicou este drama trágico quando escreveu:

Com dois egos masculinos é muito complicado. Os homens pura e simplesmente não foram criados para se prostrarem perante outros homens.

Em conclusão, o homossexualismo masculino é totalmente insustentável, até mesmo dentro do contexto "sexo-seguro" profilático, porque as forças naturais em operação geram um situação física onde a lesão, mesmo as menores, é sempre uma possibilidade distinta e, desde logo, deixa ambos os parceiros abertos à infecção e à doença.

Para além disso, uma vez que a sexualidade homossexual masculina é inerentemente impulsiva, ascendendo e caindo tão rapidamente como uma erecção, o impulso para executar estes cenários, mesmo quando estão cientes dos riscos físicos, por vezes está significativamente para além do controle dos participantes.

No entanto, esta mesma sexualidade homossexual masculina está tão enraizada e é patologicamente motivada por desejos infantis tão distantes que muitos homossexuais masculinos podem até nem ter lembrança de alguma vez terem outro tipo de sentimentos; devido a isto é que muitas vezes eles acreditam de modo firme que eles nasceram assim.

Dois estudos mostram que traços de personalidade, associados a papéis sexuais infantis confusos, frequentemente determinam a participação em certos actos e hábitos homossexuais quando se chega à idade adulta:

...... o FGI [Freund Feminine Gender Identity Scale] (e muitos dos seus factores e items) está significativamente associado a preferência por sexo anal receptivo.” (5)

Dito de outra forma, rapazes que cresceram a exibir características femininas frequentemente passam a ser adultos que preferem sexo anal receptivo.

Num outro estudo parecido, “MIPs [male insertive partners] desejavam sexo onde eles eram dominantes e no controle, ao mesmo tempo que MRPs [male receptive partners] desejavam sexo onde eles eram dominados ou 'tomados'. O desejado diferencial de poder era evidenciado através do tipo de comportamento sexual e através do tipo de parceiros desejados. Estes dados salientam a importância do poder como motivador sexual." (6)

Consequentemente, os homens homossexuais estão constantemente a reencenar o enredo dominante-submisso - uma perversão da relação pai-filho - numa tentativa de lidar com as memórias dolorosas. Então, quando invariavelmente se envelhece, ocorre esta bizarra reversão: o rapaz passa a ser o pai e tem agora que assumir o papel contrário. O problema é que nunca se passa a ser um homem, mas tu tentas provar o teu ténue entendimento da masculinidade dominando os jovens e os sem-experiência.

Este é um ciclo vicioso horrível. Do ponto de vista fisiológico, os homens homossexuais não podem continuar neste caminho; a sua única esperança para uma saúde, paz e cura genuínas é através dum programa de vida onde inicialmente abraçam a castidade, e posteriormente o aconselhamento espiritual e psicológico seguido de terapia reparativa.

~ http://bit.ly/1UfWJrA

Referências:

1. “HIV Transmission among Men Who Have Sex with Men due to Condom Failure”
Robert S. Remis, Michel Alary, Juan Liu, Rupert Kaul, Robert W. H. Palmer
Published: September 11, 2014DOI: 10.1371/journal.pone.0107540

2. http://www.fda.gov/ForPatients/Illness/HIVAIDS/ucm126372.htm

3. “Over Half of MSM in Swiss Study Group Don't Know About HCV Infection”
ICAAC 2014 54th Interscience Conference on Antimicrobial Agents and Chemotherapy
September 5-9, 2014, Washington, DC

4. “Relationship characteristics associated with sexual risk behavior among MSM in committed relationships.”
Hoff CC1, Chakravarty D, Beougher SC, Neilands TB, Darbes LA.
AIDS Patient Care STDS. 2012 Dec;26(12):738-45. doi: 10.1089/apc.2012.0198.

5. “Effects of recalled childhood gender nonconformity on adult genitoerotic role and AIDS exposure. HNRC Group.”
Weinrich JD1, Grant I, Jacobson DL, Robinson SR, McCutchan JA.
Arch Sex Behav. 1992 Dec;21(6):559-85.

6. Damon, Will (2001). “The relations of power and intimacy motives to genitoerotic role preferences in gay men: A pilot study.” Canadian Journal of Human Sexuality. 2000 Vol 9(1) 15-30.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Promiscuidade sexual entre os homossexuais

Por Matt Slick

1) 28% dos homossexuais tiveram mais de 1000 parceiros sexuais:

Bell e Weinberg registaram evidências de compulsão sexual amplamente difundida entre os homens homossexuais. 83% dos homens homossexuais contactados estimaram terem tido tido relações sexuais com 50 ou mais parceiros durante a sua vida, 43% estimaram terem tido 500 ou mais parceiros sexuais, 28% estimou ter tido 1,000 ou mais parceiros. (Bell and Weinberg p 308.)

2) 79% dos homens homossexuais afirmaram que mais de metade dos parceiros sexuais são pessoas desconhecidas:

A pesquisa mostrou que os 79% dos inquiridos afirmou que mais de metade dos parceiros sexuais eram estranhos. 70% disse que mais de metade dos seus parceiros sexuais eram pessoas com quem tinham tido relações sexuais apenas uma vez. (Bell and Weinberg pp.308-309)

3) O intervalo modal para o número de parceiros homossexuais 101-500:

No seu estudo do perfil sexual de 2,583 homossexuais mais velhos, publicado no Journal of Sex Research, Paul Van de Ven et al. apuraram que 'o intervalo modal para o número de parceiros sexuais [homossexuais] de sempre era 101-500'. Para além disso, entre 10,2% a 15,7% havia tido entre 501 a 1000 parceiros sexuais. Outros 10,2% a 15,7% reportaram terem tido mais de 1000 parceiros sexuais durante toda a sua vida.".
Paul Van de Ven et al., "A Comparative Demographic and Sexual Profile of Older Homosexually Active Men," Journal of Sex Research 34 (1997): 354." 

4) Num estudo de 1978 foi apurado que 78% dos homens homossexuais haviam tido mais de 100 parceiros sexuais, 28% mais de 1000 parceiros sexuais:

Um estudo abrangente relativo aos homens homossexuais levado a cabo em 1978, revelou que 75% dos auto-identificados homens homossexuais brancos haviam tido relações sexuais com 100 homens diferentes durante a sua vida: 15% alegou ter tido entre 100 a 249 parceiros sexuais; 17% alegou ter tido 250-499 parceiros sexuais; 15% alegou ter tido 500-999; e 28% dos homens homossexuais alegou ter tido mais de 1,000 parceiros sexuais durante toda a sua vida.

Por volta de 1984, quando a epidemia da SIDA se firmou, os homens homossexuais estavam a controlar a promiscuidade, mas não tanto assim. Em vez dos 6 parceiros sexuais mensais (em média), o comum homossexual não-monogâmico inquirido proveniente de São Francisco reportou ter cerca de 4 parceiros sexuais por mês, e 1984. (Fonte)

5) Há uma taxa extremamente baixa de fidelidade sexual entre os homens homossexuais quando comparados com os heterossexuais casados.

Enquanto que entre as mulheres casadas havia uma taxa de fidelidade na ordem dos 85%, e entre os homens havia uma taxa de 75,5%, junto dos homens homossexuais que se encontravam num relacionamento havia uma taxa de fidelidade na ordem dos 4,5%.

(Fontes:: Laumann, The Social Organization of Sexuality, 216; McWhirter and Mattison, The Male Couple: How Relationships Develop (1984): 252-253; Wiederman, "Extramarital Sex," 170.  Link )

- https://goo.gl/UCRN6V

domingo, 16 de agosto de 2015

O homossexualismo causa cancro

Por Joseph Sciambra

Num estudo recente, a maioria dos homossexuais masculinos seronegativos acusou positivamente para o HPV:

O ADN da HPV foi encontrado no canal anal de 57% dos participantes. A prevalência da infecção com o HPV não se alterou com a idade ou localização geográfca.

A infecção com o HPV estava independentemente associada com as relações sexuais anais receptivas. (1)

As probabilidades de se contrair o HPV, que causa o cancro anal, aumentavam mal alguém se tornava seropositivo:

Noventa e dos porcento dos MSM [homens que têm sexo com outros homens] seropositivos tinham pelo menos um tipo de HPV anal, 80% tinham pelo menos 1 tipo de HPV oncogênico, e 42% tinham HPV 16. (2)

No entanto, e segundo um estudo Dinamarquês, até aqueles homens homossexuais que se encontravam em relacionamentos "registados" estavam também expostos a um risco acrescido de se contrair cancro anal:

As mulheres em parcerias homossexuais estavam tão expostas aos riscos de cancro como as mulheres Dinamarquesas no geral....

De modo geral, os homens em parcerias homossexuais encontravam-se expostos a um risco maior…O carcinoma escamoso anal também ocorra em excesso. (3)

- http://bit.ly/1Hm6fzW

Referências:
1. "Age-Specific Prevalence of Anal Human Papillomavirus Infection in HIV-Negative Sexually Active Men Who Have Sex with Men: The EXPLORE Study" Peter V. Chin-Hong, Eric Vittinghoff, Ross D. Cranston, Susan Buchbinder, Daniel Cohen, Grant Colfax, Maria Da Costa, Teresa Darragh, Eileen Hess, Franklyn Judson, Beryl Koblin, Maria Madison and Joel M. PalefskyPresented in part: Human Papillomavirus 21st International Conference, Mexico City, Mexico, 20–26 February 2004 (abstract 538).
2. "Risk factors for anal human papillomavirus infection type 16 among HIV-positive men who have sex with men in San Francisco." Hernandez AL1, Efird JT, Holly EA, Berry JM, Jay N, Palefsky JM.J Acquir Immune Defic Syndr. 2013 Aug 1;63(4):532-9. doi: 10.1097/QAI.0b013e3182968f87.
3. "Cancer in a Population-based Cohort of Men and Women in Registered Homosexual Partnerships" Morten Frisch1, Else Smith2, Andrew Grulich3 and Christoffer JohansenOxford Journals Medicine & Health American Journal of Epidemiology Volume 157, Issue 11Pp. 966-972.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Quanto mais cedo se "sai do armário", mais cedo se apanha a SIDA

Por Joseph Sciambra

Nos Estados Unidos, estima-se que cerca de 63% dos novos casos de infecção com o HIV ocorra entre os YMSM [homens jovens que têm sexo com outros homens], apesar do pequeno número deels dentro da população geral.

Pesquisadores do Center for Health, Identity, Behavior & Prevention Studies (CHIBPS) da New York University buscaram formas de identificar os factores associados à incidência da infecção com o HIV junto dum grupo racialmente/etnicamente e socio-economicamente diverso de jovens homens homossexuais e bissexuais.

Eles apuraram que a "quanto mais cedo fosse o início da vida homossexual, maiores eram as probabilidades duma seroconversão com o HIV.” Dito de outra forma, aqueles que "sairam do armário" numa idade jovem, eram mais susceptíveis de ficarem infectados com o HIV.

Isto não são boas notícias para o nosso futuro visto que, segundo uma sondagem levada a cabo pelo grupo Stonewall, um grupo homossexual, das 1,500 pessoas que já viviam vidas abertamente homossexuais, entre aqueles que tinham mais de 60 anos a média da idade em que haviam saido do armário era 37.

Mas aqueles que estavam na casa dos 30, a idade média de idade havia sido os seus 21 anos, e entre os que tinham idades entre os 18 e 24, havia sido os 17 anos.

Nota do autor: À medida que os média, os educadores, os médicos, os psicólogos, e até os políticos - o projecto "It Gets Better" do presidente Obama - continuamente e agressivamente empurram as crianças com idades cada vez mais baixas a aceitar o seu homossexualismo, um conjunto trágico de eventos em cascata ocorreram - semelhante ao início da epidemia inicial da SIDA que foi fomentada pelos excessos da Revolução Sexual, que veio a ser simbolizada com a devassidão da era disco.

Hoje, com a necessidade maníaca do "casamento" homossexual, e com a consequente redefinição do homossexualismo com  a fantasia da felicidade doméstica, uma geração de crianças tem sido colectivamente enganada em relação aos perigos do estilo de vida homossexual.

Link para o estudo sobre o HIV: Incidence_of_HIV_infection_in_Young_Gay,_Bisexual

- http://bit.ly/1HBFM7O

terça-feira, 2 de junho de 2015

"...as relações homossexuais são actos onde há uma ausência indispensável e essencial de finalidade."

Por Joseph Sciambra

Actualmente existem pessoas que, baseando nas observações na ordem psicológica, começaram a julgar de forma indulgente, e até a desculpar por completo, as relações homossexuais entre certas pessoas. Eles fazem isto em oposição ao ensino constante do  Magisterium e ao sentido moral do povo Cristão.

É feita uma distinção, e aparentemente com alguma razão, entre os homossexuais cujas tendências são o efeito duma falsa educação, duma falta de um desenvolvimento sexual normal, dos hábitos, dos maus exemplos, ou de outras causas semelhantes, e é transitória ou pelo menos não é incurável; dos homossexuais que são definitivamente assim devido a algum tipo de instinto inato ou constituição patológica tomada como incurável.

Em relação a esta segunda categoria de sujeitos, algumas pessoas concluem que a sua tendência é tão natural que, no seu caso, justifica os seus relacionamentos homossexuais dentro duma sincera comunhão de vida e de amor análoga ao casamento, desde que tais homossexuais  se sintam incapazes de resistir a uma vida de solidão.

No campo pastoral, estes homossexuais certamente que têm que ser tratados com entendimento e mantidos na esperança de superarem não só as suas dificuldades pessoais, como também a sua inabilidade de se ajustarem à sociedade.

A sua culpabilidade será julgada com prudência. Mas nenhum método pastoral pode ser usado que possa dar justificação moral para estes actos com o fundamento que ela seria consonante com a condição de tais pessoas. Porque segundo a ordem moral objectiva, as relações homossexuais são actos onde há uma ausência indispensável e essencial duma finalidade.

Nas Sagradas Escrituras, elas são condenadas como uma depravação séria e até apresentadas como uma consequência triste de se rejeitar a Deus. Este julgamento das Escrituras não nos permite, obviamente, concluir que todas as pessoas que sofrem com esta anomalia são pessoalmente responsáveis por ela, mas ele atesta para o facto dos  actos homossexuais serem intrinsecamente desordenados e em caso algum podem ser aprovados.

O trecho de cima foi retirado da “Persona Humana: Declaration on Certain Questions Concerning Sexual Ethics, Sacred Congregation for the Doctrine of the Faith",  do dia 29 de Dezembro de 1975. Desta secção, a frase que me chama a atenção como a mais profunda é onde se lê, "Porque segundo a ordem moral objectiva, as relações homossexuais são actos onde há uma ausência indispensável e essencial duma finalidade".

Eu sou de opinião de que o que Igreja se está a referir é a "finalidade" realizada nas uniões maritais heterossexuais levadas a cabo através da concepção, o aparecer duma nova vida, e desde logo o propósito maior da união de amor entre o marido e a esposa. Isto é também o que se passa entre aqueles que são mais velhos ou estéreis; logo, os Bíblicos Abraão e Sara, e Zacarias e Isabel.

Nos emparelhamentos homossexuais a possibilidade é totalmente impossível (mesmo em condições miraculosas). Mesmo na maior Maravilha delas todas, o nascimento Virginal do Senhor Jesus Cristo, há ainda a complementaridade entre Deus o Pai, e a Abençoada Mãe.

No homossexualismo, a finalidade é a morte. Nos tempos modernos, isto viu a materialização definitiva com a ascenção da SIDA. Porque o sexo homossexual masculino torna-se um instrumento não de amor, mas de desespero, de medo e de aniquilação final. Por fim, torna-se suicida à medida que te entregas a um acto que te pode deixar totalmente sem vida; efectivamente, a transferência de sémen a ser depositada no recto e não na vagina gera um tipo de zona morta tóxica dentro do corpo. Vejam o artigo “Sexual behaviour and increased anal cancer” http://www.nature.com/icb/journal/v75/n2/abs/icb199725a.html.

E, para além do fisiológico, o sexo homossexual deixa todas as pessoas insatisfeitas visto que o acto torna-se no foco; o princípio, o meio e o fim; mal acaba, a necessidade de recomeçar começa a crescer dentro de nós. Como a Igreja declara, o sexo homossexual nunca gera uma resolução; nada é criado; uma ligação - talvez uma sensação de camaradagem, algo parecido ao amor; mas é forçado e maquinado - essencialmente, falta-lhe a naturalidade e o à vontade da heterossexualidade.

Depois do sexo homossexual há a dor, o inchaço, e o sangue; é um regresso trágico ao infantilismo; a incapacidade de curar; uma constante repetição do trauma infantil. A única forma é parar, é então, em CRISTO, que há a Esperança e a promessa duma felicidade final com Ele..


quinta-feira, 5 de março de 2015

Como Madonna Louise Ciccone selou o destino eterno de muitos homossexuais

Por Joseph Sciambra 

Regressando para a comunidade homossexual passados que estavam 10 anos, a poeira e os detritos deixados para trás pela minha geração acalmou ou então foram recolhidos e colocados no caixote de lixo da história; para mim, a ausência promoveu claridade. No entanto, e às vezes, enquanto ando pelas ruas de Castro em West Hollywood, e bem ao virar da esquina, ainda consigo ouvir as reverberações dos antigos batimentos de musica disco, emanando de algumas localizações de clubes de dança que no passado eram armazéns que desde então foram demolidos ou re-ajustados de modo a que passassem a ser um café.

Muitos daqueles que eu amei, desejei e abusei, estão há muito mortos; aqueles que sobreviveram normalmente narram histórias de excessos e de ódios. Numa dessas histórias, um homem homossexual, hoje com 40 anos, queimado e rejeitado pela cena homossexual, reconta como em 1989 (um ano depois de eu ter chegado à Castro) ele quis sair desta vida.

Havendo chegado à mesma realização a que eu cheguei no final dos anos 90, ele havia descoberto que o estilo de vida homossexual era tudo menos glamoroso. No entanto, depois de ouvir e ver a música, e o clip de vídeo respectivo, “Express Yourself” (de Madonna), ele tomou a decisão de ficar. Ansiosos por um nível de amor e excitação que não se encontram presentes no amante actual, Madonna grita:

"Come on girls, do you believe in love…don’t go for second best baby, put your love to the test…make him express how he feels…”

Então, e durante os anos 80, quando os vídeos de música ainda tinham algum tipo de poder junto do público, o vídeo razoavelmente calmo com o nome de “Like a Prayer” foi o suficiente para selar o seu multimilionário contrato de patrocínio com a Pepsi, e o vídeo “Express Yourself” atingiu um apogeu de propaganda ritualizada com a Madonna a enfeitiçar um grupo de homens musculosos escravizados à medida que ela os liberta através da magia do sexo.


O vídeo é inquestionavelmente extasiante, e tal como a maior parte da arte moderna (inspirada na pornografia), o vídeo é uma mistura bizarra do belo e do feio. Em homenagem ao filme Alemão “Metropolis”, Madonna anda um pouco por todo o lado num sobrecarregado ambiente de Art-Deco; usando verde brilhante, ela é a Bruxa Malvada do Leste e é parcialmente Glinda de “The Wizard of Oz.”

Com o seu familiar por perto, um gato preto perfeito, Madonna envia o seu espírito - olhos brilhantes no meio da escuridão - como forma de dar esperança às massas - isto é, os homens que se encontram escravizados num patamar inferior (metáfora dos afligidos e aprisionados homens homossexuais). Tal como o olho de Hórus, ela vê tudo, sabe tudo, ordena (não pede), gera seguidores junto das pessoas confusas, e dá um propósito e ordem à mistura de rapazes que se encontra perdida. Lentamente, eles ouvem a música, e um deles solta-se da prisão, encontrando consolo e liberdade na cama da Madonna.

Quando ouvi a música pela primeira vez, num balneário homossexual de San Francisco, tal como a música de Gloria Gaynor “I Will Survive”  da década anterior ela tornou-se imediatamente num grito de guerra; depois da destruição da SIDA, o medo resultante e a devastação que levou muitos homens homossexuais para o mundo clandestino, a era pós-SIDA queria a falta de restrições desfrutada por aqueles que haviam vivido antes do flagelo: eles queriam-se expressar.

No entanto, e tal como o próprio vídeo, tudo era que uma ilusão; tal como salientou Santo Agostinho, "as maçãs de Sodoma", lindas e maduras, suculentas para o olhar, evaporando-se em pó mal são tocadas.

A imagem tinha poder para balançar os corações de muitos; alguns ficaram e morreram. Outros, tal como eu, giraram ao som da música da Madonna por mais 10 anos, sobrevivendo não se sabe como para ver mais um amanhecer.

Hoje, uma nova geração continua o que Madonna começou: olhos brilhantes com promessas que escondem a presença genuína do inferno. E, tal como a própria Lady Gaga se refere a eles, os "pequenos monstros" da próxima geração ficarão ainda mais doentes. 


- http://goo.gl/sxrozg.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

SIDA: Mais infecções em jovens gays e bissexuais

Dados provisórios divulgados pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge mostram uma elevada percentagem de infecções em pessoas heterossexuais de meia-idade, mas um aumento de novos diagnósticos de infecção por VIH em jovens do sexo masculino que tiveram relações sexuais com outros homens.

Metade destes homens tinha 32 anos ou menos na data do diagnóstico, alertaram hoje, Dia Mundial de Luta Contra a Sida, as associações Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgénero (ILGA) e a associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e simpatizantes (rede ex aequo). 

Estes dados, notam as organizações, alertam para a especial vulnerabilidade de jovens gays ou bissexuais, sendo que, consideram, “a própria experiência da discriminação em função da orientação sexual continua a limitar a força da sua construção identitária e a ser um obstáculo a uma eficaz educação para a saúde”. 

Portugal é o terceiro país da União Europeia (UE) com maior taxa de casos de SIDA, quer em termos de prevalência, quer em termos de incidência. Quase três casos por dia de infecção por VIH/SIDA foram diagnosticados no ano passado no país, num total de 1.089 novas situações.

Por outro lado, segundo o Núcleo de Estudos da Infecção ao VIH da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, mais de 60% dos diagnósticos são realizados tardiamente, o que põe em causa a eficácia dos tratamentos, o bem-estar de doentes, a sua qualidade de vida e a própria incidência da infecção. 

“A redução do número de pessoas não diagnosticadas só acontecerá quando o rastreio da infecção pelo VIH se tornar parte integrada dos cuidados de saúde”, consideram ainda a ILGA e a ex aequo.


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Eu tenho outra sugestão: que tal se a ilga militasse contra um comportamento que claramente aumenta o risco de contágio?

O que causa o aumento das taxas de contágio entre os homoeróticos não é “a própria experiência da discriminação em função da orientação sexual" mas sim o facto desse estilo de comportamento sexual ser clinicamente auto-destrutivo.







domingo, 2 de novembro de 2014

Os perigos da sodomia

O Centers for Disease Control (CDC) acaba de emitir o seu relatório e mais uma vez ele ressalva os perigos potencialmente letais do sexo anal. No seu mais recente Morbidity and Mortality Weekly Report, a agência de saúde disse que embora os homens com atracção homoerótica só sejam cerca de 2 porcento da população total do país, em 2010 eles foram 63 porcento dos recém-diagnosticados casos de HIV/SIDA. Mais de metade de todas as pessoas com SIDA nos EUA são homens homossexuais, e a maior parte deles contraiu o vírus através do sexo anal.

O CDC escreveu no relatório do dia 26 de Setembro, que foi publicado como forma de coincidir com o “National Gay Men’s HIV/AIDS Awareness Day” do dia 27 de Setembro, diz:

A maior parte dos homens homossexuais contrai o HIV através do sexo anal, que é o tipo de sexo mais arriscado para se obter ou transmitir o HIV.

Tendo como base os recentes estudos, o CDC estima que cerca de 18 porcento dos homens homossexuais encontra-se infectado com o HIV; mais assustador ainda é o facto de 1/3 desses homens homossexuais não saber que contraiu o vírus mortal (fazendo com que eles sejam mais susceptíveis de o passar a outro ao não tomarem as preocupações necessárias). O CDC afirma que a desenfreada promiscuidade que existe dentro da comunidade homossexual só piora as coisas:

Uma vez que eles têm mais parceiros sexuais que os outros homens, os homens bissexuais e os homens homossexuais têm mais oportunidades de ter sexo com alguém que lhes pode transmitir o HIV ou outra DST. Semelhantemente, entre os homens homossexuais, aqueles que têm mais parceiros sexuais são aqueles mais susceptíveis de contrair o HIV.

O relatório do CDC chega pouco depois dum relatório da Public Health England (PDF) ter revelado problemas semelhantes no Reino Unido: um homossexual em cada 34 tem o HIV, e em Londres, o número aumenta para 1 homossexual em cada 12. O sexo anal é responsável por mais de metade dos novos casos de HIV anualmente diagnosticados no Reino Unido, embora os homossexuais sejam igualmente apenas 2 porcento da população total. O relatório afirma:

[Os homens homossexuais] reportam níveis mais elevados de comportamento sexual de risco, incluindo números mais elevados de parceiros sexuais e de sexo anal desprotegido, apesar do facto da maioria ser alvo de actividade de prevenção do HIV e a maioria ter acesso aos preservativos.

O uso do preservativo também não é uma bala mágica contra o HIV uma vez que a sodomia é inerentemente mais áspera que o sexo normal, e com frequência os preservativos se rompem. Um estudo recente proveniente da Tailândia apurou que mesmo com 100 porcento de uso de preservativo, um homossexual em cada cinco  contraiu o HIV no espaço de cinco anos depois do seu primeiro acto de sexo anal.

O HIV não é um único perigo letal que pode ser causado com o sexo anal; o cancro anal é outro risco mortífero. Segundo o CDC, os homens que se envolvem na sodomia são 17 vezes mais susceptíveis de contrair o cancro anal, que mata cerca de 40 porcento das suas vitimas no espaço de cinco anos.


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Esta é uma faceta do comportamento homossexual que os activistas têm o cuidado de nunca mencionar em público: segundo a Medicina, o sexo anal e a promiscuidade são receita para a propagação de doenças sexualmente transmissíveis. Uma sociedade com age de acordo com a lei natural não deve em situação alguma normalizar nenhuma das duas, mas o que nós temos observado nos dias de hoje é que tanto um comportamento como o outro são elevados para lugares que estão para além da crítica racional.

Um argumento que os militantes pró-sodomia usam é o de afirmar que "os heterossexuais também fazem sexo anal". Isto é verdade, mas isso não altera as suas consequências:



domingo, 21 de setembro de 2014

Confissões dum homossexual recuperado

Numa das maiores pesquisas levadas a cabo junto dos homossexuais Ingleses, os pesquisadores da Cambridge University apuraram que 12% das lésbicas e quase 19% das mulheres bissexuais reportaram problemas mentais, comparadas com as 6% das mulheres heterossexuais.  Enquanto isso, 11% dos homens homossexuais e 15% dos homens bissexuais reportaram problemas, comparados aos 5% dos homens heterossexuais.

Segundo o estudo que foi publicado no Journal of General Internal Medicine, as lésbicas, os homens homossexuais e os homens e as mulheres bissexuais são 50% mais susceptíveis de reportar experiências negativas junto dos serviços de cuidados primários.

O Professor Martin Roland, director do Cambridge Centre for Health Services Research, e que levou a cabo a pesquisa parcialmente financiada pela NHS juntamente com académicos da Rand Corporation e da Harvard Medical School.

Temos que garantir, ao mesmo tempo, que os médicos reconheçam as necessidades das minorias sexuais, e também que essas minorias tenham a experiência de tratamento que os outros pacientes.

Fonte

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Um homossexual que leu a notícia noutro blogue, comentou com as palavras que se seguem.
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Vivi como um homem homossexual durante 20 anos. Sim, essa vida é extremamente disfuncional. Deixei a sub-cultura homossexual e deixei de buscar homens porque me apercebi que isso não "ajudava" o meu estado mental, mas só o tornava drasticamente pior. Existe de facto uma desordem subjacente que os homossexuais tentam resolver. Os seus esforços, no entanto, estão condenados ao fracasso.

Colocando as coisas e forma simples. eles nunca chegaram a desenvolver a sua personalidade masculina. A atracção sexual é sempre em direcção a alguém do sexo oposto. Os homens homossexuais têm uma auto-identidade feminina porque eles não conseguiram criar uma divisão com as suas mães. Uma identidade distinta é formada muito provavelmente por volta dos dois anos, e um pai ausente, distante ou indiferente é um pai que não permite que o filho forme uma identidade masculina.

As estatísticas confirmam esta ideia uma vez que houve um aumento considerável do número de homossexuais na Alemanha por volta de 20 anos depois da 2ª Guerra Mundial. Os rapazes criados por lésbicas são muito mais  susceptíveis de se identificaram mais tarde como homossexuais do que os rapazes que crescem em lares tradicionais, ao mesmo tempo que a taxa de homossexualismo em rapazes criados por dois homens homossexuais não é diferente do seu número na população geral.

O que a minha experiência no mundo homossexual me diz é que as pessoas mais saudáveis são aqueles que são novas nesse estilo de vida; o estilo de vida homossexual não produz felicidade e nem o prometido bem-estar.

Quanto mais o homem se encontra nele, ou quanto mais activo ele é, maiores são as probabilidades de ter mais problemas mentais. Esses problemas são o alcoolismo, o uso de substâncias, relacionamentos abusivos, comportamento de risco, depressão e pensamentos suicidas.

A degeneração parece aumentar nas vidas dos homens que entram nesse mundo. Eles rapidamente ficam desapontados e ficam em busca de excitações mais arriscadas e mais degeneradas. Dentro homossexualismo masculino não existem relacionamentos monogâmicos; em vez disso, os "parceiros" são parceiros na busca de outros parceiros sexuais, ou de drogas ou na execução de papéis ["role playing"].

Independentemente do que experimentam, nada parece reparar o que se encontra de errado neles; consequentemente, eles forçam ainda mais os limites. A morte e a violência parecem sempre ser o tema no final do caminho. Se a atracção sexual é a atracção para alguém do sexo oposto, e ela sempre é, então a excitação dessa atracção significa a morte do indivíduo.

A união com alguém do sexo oposto implica uma aniquilação. Os homens homossexuais vêem uma masculinidade superficial nos outros homossexuais, mas quando eles ficam a saber o real objecto da sua atracção, ficam revoltados com a natureza feminina - a verdadeira pessoa que eles não haviam visto previamente.

A vida dos homens homossexuais é uma série de desilusões ou, se eles são aqueles que inicialmente têm uma aparência feminina, uma série de rejeições. A desesperança da sua busca começa a pesar-lhes na alma, e o desespero leva a um aumento de problemas mentais. Contrariamente ao que diz a propaganda dos activistas homossexuais, "sair do armário" é o pior erro que um homem homossexual pode fazer.

Poucos homens homossexuais vivem até uma idade avançada. Aqueles que vivem são aqueles que, como Quentin Crisp, escolhem viver uma vida celibatária e deixam de se identificar como homossexuais. Alguns homens homossexuais não tomam esta decisão de um modo consciente, mas apenas abandonam esse estilo de vida. Alguns, devido às dificuldades da vida, e após descobrirem uma masculinidade interior que eles nunca haviam conhecido, uma forma diferente de lidar com o conflicto, as negociações e as amizades masculinas, desenvolvem uma identidade masculina num ponto mais avançado das suas vidas.

Eles descobrem também que não já não têm as antigas fixações e as antigas compulsões. Eles descobrem que, durante a maior parte das suas vidas, eles estiverem dentro dum tipo de stress pós-traumático. A maior parte dos homens homossexuais são homens que vivem num estado de histeria. Eles estão a tentar uma auto-reparação consumindo a masculinidade dos outros. Eles vivem vidas de profunda solidão.

Poucas palavras são partilhadas com os seus parceiros sexuais visto ser entendido, a um nível subconsciente, que eles não querem a ilusão da masculina dos outros destruída. A experiência já lhes ensinou que eles sentirão repulsa ou serão rejeitados, e como tal, as suas vidas têm que ser sempre fantasias solitárias.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Os fantasmas da Castro Street

Por Joseph Sciambra

Sempre que eu regresso para o enclave homossexual do Distrito Castro (em São Francisco), o meu pensamento é imediatamente inundado com memórias de antigos amigos que entretanto morreram. 

Há muitos anos atrás, quando tinha 18 anos, caminhei pela vizinhança como um sonhador de olhos brilhantes pensando que as minhas fantasias homo-pornográficas e memórias do passado em torno do grupo "The Village People" estavam à beira de se materializarem.

Embora eu tenha visto a minha quota de homens bonitos que pareciam ser as versões vivas dos desenhos feitos por "Tom of Finland", vi também um bom número de corpos andantes, com a pele manchada e faces afundadas, que apenas estavam a ganhar tempo até que a SIDA que navegava nas suas veias finalmente lhes abatesse para sempre.

Regressei agora para dar aos meus irmãos homossexuais um outro estilo de vida; uma oportunidade de felicidade e redenção com o Senhor Jesus Cristo.

Mas, ocasionalmente, vejo sombras, pequenas faíscas de recordação, pedaços de memória a pairar no ar; quase sinto a presença dos meus antigos amigos, Andy (na foto), Scott, e até o Nick, visões fugazes caminhando pelos cantos.

Viro-me de repente, e apercebo-me que não está lá ninguém. Vem-me à memória que eles já não existem. No entanto, ainda posso vê-los claramente e parece que foi ontem, e não há mais de 20 anos, que eles desapareceram.

Frequentemente, quando penso neles, não consigo parar de chorar.

Mas naquelas ruas, onde nós caminhamos juntos, eles chamam por mim: "Basta....", "Agora, mais sangue será inutilmente derramado." "Basta....."

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O HIV e a loucura do politicamente correcto.


Quando o jogo político e o politicamente correcto superam a medicina, a segurança e a saúde pública, todos nós sofremos com isso. Nós vemos isso a acontecer demasiadas vezes mas actualmente tornou-se procedimento padrão quando se fala do homossexualismo e do mortífero HIV. Por todo o mundo ocidental as elites governantes, os políticos, e até comunidades médicas politizaram o HIV/ SIDA e, consequentemente, colocaram vidas em risco. O deus do homossexualismo não pode nunca ser desafiado, questionado ou colocado em causa. Tudo tem que dar lugar a este estilo de vida perigoso e de elevado risco.

O governo Victoriano [ed: Austrália] é um exemplo perfeito do quanto que líderes descuidados e irresponsáveis dobraram o joelho em favor da religião homossexualista, colocando de lado o senso comum e o bem comunitário. O governo de Hon Denis Napthine está actualmente a distanciar-se da conferência pró-família que brevemente se irá realizar lá, qualificando-a de "homofóbica". Ao mesmo tempo. o Ministro da Saúde veio ao público afirmar que atacar aqueles que deliberadamente propagam o HIV está errado. Sim, ouviram-me correctamente. Eis o que uma agência noticiosa diz:
A única lei Australiana que criminaliza a transmissão intencional do vírus do HIV será alvo de uma reforma, afirmou o ministro da Saúde de Victória, David Davis, anúncio que foi alvo duma ovação por parte de pesquisadores do HIV . . . durante um evento satélite do "Aids 2014 Symposium" em Melbourne. (...) 
Actualmente, a lei diz que "causar intencionalmente uma doença séria" é uma ofensa criminosa em Victoria - com "doença séria" definida com o entendimento exclusivo de infecção por via do HIV. 
Davis declara ainda que, "Comprometemo-nos, juntamente com as comunidades médicas, de pesquisa e de apoio relativas ao HIV, a rever e reformar esta secção como forma de garantir que ela é não-discriminatória."
Que conversa sem sentido é esta de ser "não-discriminatória"? Nós já sabemos o que os factos revelam: a esmagadora maioria dos casos de HIV devem-se ao sexo entre homens, ou às drogas intravenosas. Se nós sabemos de modo preciso quais são os principais grupos de risco, então naturalmente que devemos colocar em foco esses mesmos grupos. E enquanto os governos fazem estas coisas, um pouco por todo o mundo as pessoas continuam a contrair o HIV devido às políticas medrosas, ao poder dos demolidores homossexuais, e também devido ao furioso politicamente correcto.

Pelo menos em alguns sítios este comportamento ainda é considerado perigoso e, consequentemente, ilegal. Levemos em consideração um caso que ocorreu no Missouri (EUA) onde um homem foi judicialmente acusado de propagar o HIV:

Magnum enfrenta agora acusações de exposição imprudente à infecção do HIV depois da polícia declarar que ele admitiu ter tido mais de 300 parceiros sexuais (..).

Como consequência do politicamente correcto entorpecedor mental e moralmente irresponsável, o HIV continua a ser uma problema enorme na Austrália. Um notícia revela:
O número de pessoas com o HIV na Austrália permanece em máximos de 20 anos. Dados anuais divulgados por parte do "Kirby Institute" revela que 1,235 novos casos foram diagnosticados no ano passado. Estes números foram divulgados antes da conferência global da SIDA que ocorrerá no próximo mês. Os dados mostram que as taxas de HIV têm estado a subir de modo consistente na Austrália desde 1999 e mais de 26,000 pessoas vivem actualmente com esse vírus. Os pesquisadores afirmam que estão preocupados com a complacência e com o facto do sexo desprotegido levado a cabo por parceiros casuais masculinos poder ser o contribuidor principal por trás do aumento.
Levemos também em consideração o que se segue, acabadinho de chegar dos EUA:
Novo relatório do "U.S. Centers for Disease Control and Prevention" declara que embora a taxa anual do diagnóstico de HIV tenha baixado em um terço na população geral, a percentagem está a aumentar entre os jovens bissexuais e homossexuais masculinos. O HIV, o virus que causa a SIDA, tem estado em queda junto dos heterossexuais, dos consumidores de drogas, e entre as mulheres, mas a taxa entre os jovens homossexuais e bissexuais aumentou em 100%.
No meu livro "Strained Relations" falo muito deste assunto, e como tal, permitam-me que finalize com algum do material do livro:

Uma vez que os procedimentos normais associados às doenças infectuosas não foram usados no caso da SIDA - devido ao medo do protestos homossexuais - é bastante claro, como já foi dito por alguns, que a SIDA tornou-se na primeira doença politicamente protegida da nação. Mas a SIDA tem que ser tratada como um assunto médico e não um tópico político. A SIDA é uma epidemia de saúde, que precisa de medidas rigorosas.

Estas medidas têm que incluir os métodos normais de prevenção de transmissão: os Departamentos de Saúde Pública devem ser capazes de saber quem tem a doença (através de monitorização de casos e rastreamento); testes de rotina têm que ser levados a cabo; a notificação dos portadores tem que ser obrigatória. Tal como disse um autor, "Temos que parar de romantizar a SIDA". Como o co-fudador da "Children’s AIDS Fund in America" colocou as coisas:

Nunca na história da medicina fizemos com que a responsabilidade pelo término duma epidemia recaísse no indivíduo portador duma doença infectuosa ou contagiosa. Durante os primeiros 15 anos da epidemia HIV/SIDA as comunidades médicas e de saúde pública retiraram-se do papel interventivo, através de diagnósticos agressivos e relatórios consistentes com a sua abordagem a doenças semelhantes.

É precisamente porque nos recusamos a tratar do HIV/SIDA como qualquer outro risco de saúde pública que actualmente pagamos um preço terrível. Um médico coloca as coisas desta forma:

Se uma nação estrangeira atacasse as nossas costas e matasse 10,000 Americanos, isso seria considerado um acto de guerra. No entanto, milhões de Americanos foram já desnecessariamente infectados por esta epidemia e irão quase de certeza morrer. A tragédia é que isto nunca deveria ter acontecido.

Basicamente, a SIDA não é primariamente um assunto de saúde mas sim um tópico que se centra num comportamento. Se o comportamento for parado (actividade homossexual, uso de drogas através de agulhas, etc), é bem possível que a doença seja parada. E isto não são os pensamentos de direitistas intolerantes, visto que uma lésbica coloca as coisas desta forma:

Vamos ser honestos. Há uma forma de parar a propagação da SIDA - chama-se abster-se do sexo. Ao contrário da doença do Alzheimer, da doença de Parkinson, ou das diabetes, pode-se tomar a decisão de não contrair a SIDA (com algumas excepções infelizes tais como a criança infectada pela mãe ou a vítima uma transfusão de sangue contaminado). Levando em conta a sua evitabilidade, não há desculpas para que a SIDA seja a maior crise de saúde que as pessoas enfrentam.

Outro homossexual, escrevendo para uma importante revista homossexual Americana, The Advocate, diz que os jovens homossexuais "encontram-se ignorantes duma doença que já está entre nós há mais de 20 ano. E se eles são homossexuais e homens, então eles são duplamente merecedores. Nós já vimos em primeira mão o que a SIDA pode fazer, mas escolhemos permanecer ignorantes em favor dos nossos desejos carnais."

Felizmente, alguma sanidade está a entrar no debate. Um importante grupo homossexual da Califórnia decidiu sair do armário - isto é, decidiu voltar para a verdade em torno da SIDA. O grupo "L.A. Gay and Lesbian Center" está a tentar atingir os homens homossexuais que se  tornaram complacentes em relação ao HIV e à SIDA. Este mesmo grupo deu início a uma enorme campanha publicitária com uma admissão franca:

O HIV é uma doença homossexual.


* * * * * * *
O motivo pelo qual o HIV não foi tratado como outra epidemia qualquer centra-se na utilidade ideológica do comportamento homossexual. Seria muito difícil para os terroristas culturais dar legitimidade ao comportamento homossexual (como forma de destruir o casamento natural) ao mesmo tempo que a comunidade médica frontalmente tenta acabar com uma das muitas consequências médicas desse mesmo comportamento.

Logo, em vez de tentar acabar com o perigo do HIV, o que teria que ser associado à propaganda contra o homossexualismo, a elite cultural do ocidente propositadamente deixou a ameaça propagar-se, evitando assim ter que se defender da sua posição pró-homossexualista.

Ou seja, as pessoas que nada fizeram para controlar o HIV são essencialmente as mesmas pessoas que defendem a normalidade do homossexualismo.

Para além disso, não é fora do contexto levar em conta os planos de "controle populacional" por parte da mesma elite que defende o homossexualismo. Segundo algumas fontes, algumas famílias globalistas usam o homossexualismo para reduzir a população do mundo (especialmente em África).

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Polícia do Uganda ataca projecto que prepara jovens para a homossexualidade


A polícia do Uganda entrou nos escritórios de uma organização norte-americana que presta auxílio a homossexuais infectados com o vírus HIV, na primeira acção pública das autoridades para fazerem cumprir a lei anti-gay aprovada há duas semanas.

A operação tinha sido negada por um porta-voz da polícia ugandesa, Patrick Onyango, mas foi depois confirmada por um responsável do Governo, Ofwono Opondo.

Onyango disse que as autoridades estavam à procura de um homem que se fez passar por polícia eque ameaçou os funcionários do Projecto Walter Reed, uma organização localizada na Universidade Makerere, em Kampala.

Mais tarde, um porta-voz do Governo, Ofwono Opondo, confirmou a acção policial através da sua conta na rede social Twitter: "A polícia entrou no Projecto Walter Reed na Universidade Makerere, que prepara jovens para a homossexualidade."

O mesmo responsável escreveu que "um diplomata de topo" é suspeito de "pagar 100.000 shillings ugandeses [cerca de três cêntimos de euro] por cada masturbação".

Os responsáveis pela organização anunciaram o "encerramento temporário das actividades", depois de a polícia ter "detido um cidadão ugandês nas instalações do projecto em Kampala". "O indivíduo foi libertado sem qualquer acusação no mesmo dia. Estamos a trabalhar com a polícia para perceber as circunstâncias em que esta pessoa foi detida. Até termos uma ideia mais clara sobre a base legal desta acção policial, o programa está temporariamente suspenso para garantir a sua integridade e a segurança dos funcionários", lê-se num comunicado publicado no site da organização.

Os responsáveis do Projecto Walter Reed dizem também que estão a "trabalhar directamente com os pacientes para garantir que o seu tratamento não é interrompido".

Um dos mais destacados activistas dos direitos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros) no Uganda, Frank Mugisha, destacou a importância do Projecto Walter Reed, que é resultado de uma parceria entre a Universidade Makerere e o Programa de Investigação de HIV das forças armadas norte-americanas. "Muitas pessoas LGBT iam lá receber o seu tratamento anti-retroviral", disse à agência Associated Press Frank Mugisha, distinguido com o Prémio de Direitos Humanos Robert F. Kennedy em 2011.

O Presidente do Uganda, Yoweri Museveni, promulgou no dia 24 de Março uma lei que torna a homossexualidade um crime punível com prisão perpétua. Aprovada em Dezembro de 2013 no Parlamento por uma larga maioria, a nova lei considera igualmente crime a promoção da homossexualidade e a ausência de denúncia.

A assinatura da lei foi acompanhada de fortes aplausos de funcionários governamentais. "Há uma tentativa de imperialismo social, de impor valores sociais. Lamentamos ver que vocês [o Ocidente] vivem da maneira como vivem, mas mantemos silêncio sobre o assunto", disse Museveni.

Os doadores internacionais ameaçaram cortar o auxílio se a lei entrasse em vigor e o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que a nova legislação – que descreveu como "um passo atrás para os ugandeses" – complicaria as relações entre os dois países.

Poucos dias depois da aprovação da lei, o Banco Mundial anunciou o adiamento de um empréstimo de 90 milhões de dólares (mais de 67 milhões de euros) ao Uganda, mas o país pode beneficiar do facto de ser um importante aliado dos países ocidentais na luta contra o extremismo islâmico na Somália, onde os seus militares constituem o núcleo essencial da força de paz da União Africana.


* * * * * * *
Isto tem toda a aparência de ser mais um caso dos EUA a usar o "combate à SIDA" como forma de promover o homossexualismo.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Sida atinge gays cada vez mais cedo

Os homens que têm sexo com outros homens são infectados com VIH/Sida cada vez mais cedo.

De acordo com dados divulgados nesta tarde de sexta-feira pela Direcção Geral de Saúde, a idade média da infecção entre os homossexuais e bissexuais ocorria aos 36 anos, em 1990, enquanto que em 2012 a idade baixou para os 32 anos.

No total, 70% das infecções no género masculino, na faixa etária entre os 30 e 34 anos, ocorrem entre homossexuais. Os homens que têm sexo com outros homens são 65% dos casos entre os 25 e 29 anos. E na faixa etária dos 20 aos 24 anos representam 45%.

A transmissão da infecção nos homossexuais aumentou 33% entre 2005 e 2011, revela o relatório sobre a situação do VIH/Sida em Portugal em 2012.

Dados oficiais referem que a transmissão da infecção através das relações sexuais em homens que têm sexo com homens atinge hoje 25% do total de casos notificados.

António Diniz, a propósito dos '30 anos do VIH/SIDA em Portugal' e do Dia Mundial de Luta Contra a Sida, que se assinala domingo, referiu a necessidade de obter respostas com urgência.

“Precisamos saber porque é que estas pessoas se voltaram a infectar e isso implica sabermos que pessoas são, como é que elas encaram a infecção VIH e de que forma é que a adquiriram para podermos traçar estratégias, quer seja de prevenção, quer seja de diagnóstico”, explicou o director do Programa Nacional para a Infecção do VIH/SIDA.

Fonte

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Homossexualismo e as drogas

O Departamento de Saúde Britânico afirma que existem evidências anedóticas provenientes das clínicas de Londres de que o uso de drogas recreativas, ou drogas de clubes por parte do homens homossexuais, pode estar ligado ao aumento das taxas de infecção com o HIV. Para além disso, o Departamento avisou que "as elevadas taxas de transmissão ainda persistem".

No princípio deste mês, o "National AIDS Trust" (NAT) avisou que, de modo crescente, os homens homossexuais têm usado novas substâncias, tais como a N-metilanfetamina (inglês: "crystal meth"), mefedrona, e o GHB/GBL [gama-butirolactona], ao mesmo tempo que partilham agulhas no contexto do comportamento sexual arriscado.

Num dos centros de tratamento para pessoas dependentes de substâncias, 85% dos homens homossexuais reportou usar uma ou mais destas 3 drogas mencionadas em  cima, comparados com os 3% em  2005.

Novas pesquisas publicadas hoje no "The Lancet" revelam que tem havido um crescimento acentuado no número de homens bissexuais e homossexuais que foram positivamente testados com o HIV.

Em Janeiro de 2013, pensava-se que 1,296 novas infecções de HIV haviam sido detectadas em Londres entre os homens que têm sexo com outros homens (MSM = "Men who have sex with men") durante o ano de 2011; mas dados mais recentes provenientes da Public Health England (PHE), reflectindo a mais recente informação submetida pelos serviços da saúde sexual, actualizaram este número de 2011 para 1,420 novas infecções.

Os dados mais recentes em relação ao ano de 2102 registaram 1,720 novas infecções, um aumento de 21% em relação aos número de 2011. No entanto, tomando como base a forma como os dados foram actualizados durante os anos passados, o número final de 2012 pode muito bem aumentar para 1,999 ou mais. O aumento dos testes de detecção do HIV podem explicar algum deste aumento, levando em conta que se realizaram 43,404 testes junto dos MSM durante o ano passado.

Valerie Delpech, responsável máxima pela monitorização do HIV no Public Health England, disse:

Os dados mais recentes demonstram que o aumento dos diagnósticos de ano para ano continuaram durante o ano de 2012, com um aumento vincado em Londres. AS boas notícias são que o aumento dos testes nos anos mais recentes podem explicar algum deste aumento das novas contaminações entre os homens homossexuais, no entanto a incidência do aumento observado revela que as elevada taxas de contaminação continuam.

Fonte

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

EUA: Infecções com o HIV aumentam dentro da comunidade homossexual


O "Centers for Disease Control and Prevention" apurou que entre 2008 e 2010 o número de novas infecção com o HIV aumentou em 22% junto da comunidade composta por jovens homossexuais e bissexuais.

De modo global, o número de novas infecções por todo o paáis (EUA)  não alterou, mantendo-se entre as 47,500 infecções, reportou a Reuters.

Os homens homossexuais e bissexuais são responsáveis por 66% dos novos casos de contágio, e os homens Afro-Americanos presentes neste grupo têm mais novas infecções que qualquer outro sub-grupo.

Joseph Prejean, chefe da "Behavioral and Clinical Surveillance Branch" da CDC, disse que o aumento das infecções entre os homossexuais pode ser causada pela percepção de que o HIV é uma doença perfeitamente controlável.
Estamos cientes de que muitos homens que têm sexo com outros homens provavelmente minimizam os riscos pessoais e acreditam que os avanços nos tratamentos minimizam a ameaça à sua saúde.
O Director da CDC Thomas Frieden acrescentou que o custo médio do tratamento de alguém com o HIV durante a sua vida é de $400,000.
* * * * * * *
Portanto, quando alguém diz que o que as pessoas fazem na sua privacidade não afecta as demais, é materialmente falso. Como se vê pelos números exorbitantes gastos com o tratamento de uma só pessoa, o estilo de vida pessoal pode afectar toda a sociedade onde estamos inseridos.

E uma vez que o estilo de vida homoerótico coloca as pessoas em risco de contrair doenças para as quais ainda não há cura, a promoção deste comportamento sexual como algo "normal" e "saudável" é prejudicial para os próprios homossexuais. Quem se preocupa como os homossexuais, alerta-os para as consequências médicas do seu comportamento.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

A pedofilia do professor homossexual


Professor homossexual de 29 anos, nomeado há um ano para "Professor do Ano" no sul da Geórgia (EUA), foi acusado por um júri de ter tido relações sexuais com um rapaz de 16 anos, mesmo sabendo ser ele (o professor) portador do vírus HIV.

Segundo um reatório presente no Ledger-Enquirer, o professor, com o nome de Phillip Marquis Burns, foi inicialmente preso em Novembro de 2012 quando ele se encontrava a trabalhar como académico na "Wesley Heights Elementary School" em Muscogee County School District.

Na Quarta-Feira passada o júri emitiu um indiciamento com cinco acusações (abuso sexual de crianças, abuso sexual agravado de crianças, conduta imprudente, aliciamento infantil e aliciamento criminoso). O indiciamento alega que, para além de ter pedido a outra rapaz que lhe enviasse fotos suas explícitas, Burns masturbou-se e fez sexo oral com o rapaz de 16 anos.

Alegadamente, Burns teve contacto sexual com o adolescente em Maio de 2012 e enfrenta agora até 10 anos de prisão uma vez que teve contacto sexual com um adolescente embora soubesse que se encontrava na condição de portador do HIV.

Para além de ter deixado a "Lamar Reese Magnet School" como professor do terceiro ano, Burns era também um finalista do prémio para o "Professor do Ano" em  Dougherty County. Ele começou a trabalhar em "Muscogee County" nese mesmo mês.

O chefe-policial do "Dougherty County School System" (DCSS) afirmou que eles deram início às investigações ao professor-modelo depois dum parente se queixar duma troca de mensagens entre ele e o filho adolescente. R.D. Harter, porta-voz doDCSS afirmou: 

Estou orgulhoso do nosso departamento policial por liderado a investigação e por ter tirado das salas de aulas uma pessoa que não deveria lá estar.

Segundo a reportagem da Fox News, os oficiais de justiça do "Dougherty County" afirmaram que Burns está a ser representado por Willie C. Weaver, que também exerce funções de juiz no "Albany Municipal Court". Weaver não se encontrava disponível para emitir qualquer tipo de declaração

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