domingo, 24 de abril de 2011

Transgénero maltrata filhos por estes se recusarem chamá-lo de "mãe"

Aparentemente a Coreia do Sul está um bocado atrasada na marcha até à utopia progressista:

Um pai transgénero com 4 filhos foi sentenciado a 2 anos de prisão por violentar os seus filhos por estes se recusarem a tratá-lo por "mãe" . . . O homem de 31 anos, mais tarde identificado como Oh, foi acusado de deixar os seus filhos passar fome e usar violência física contra eles. Um dos filhos é o resultado do relacionamento com uma antiga namorada, e os outros 3 são fruto do relacionamento com a segunda namorada.

Os esquerdistas ainda não possuem o controle total dos tribunais sul-coreanos, uma vez que o Juiz Presidente afirmou:

Embora os réus aleguem que a correcção física foi feita por motivos educacionais e legítimos, a sua conduta não pode ser vista como forma de orientação paterna ou instrução educacional, dados os números, os meios e as razões para a sua violência.

Oh, que tem tomado injecções de hormonas femininos uma vez por semana, levava uma vida normal durante as manhãs, mas agia como uma "mulher" durante a noite como forma de trabalhar no bar transgénico local, segundo documentos legais. Durante o julgamento, ele demonstrou um forte desejo de receber cirurgia de reajuste sexual de modo a tornar-se numa "mulher verdadeira".

As probabilidades do sr Oh se tornar numa "mulher verdadeira" são similares às probabilidades dele se tornar num coiote verdadeiro. Mesmo assim, a história termina com esta nota:

Embora operações de mudança de sexo sejam notícias do passado desde os EUA até à Tailândia, elas ainda são uma novidade na Coreia do Sul, onde as ideias confucionistas de piedade filial e hierarquia dominada pelo homem são fortes.

Vocês têm que se "modernizar", ó coreanos. O sr Oh não queria que os seus filhos crescessem com algum tipo de preconceito contra os esquisitos.

eek a pervert
Calma lá. Não tenhas uma mente tacanha, está bem?

sábado, 23 de abril de 2011

Tribunal americano determina que as escolas não podem censurar críticas à homossexualidade

O lobby sodomita avançou tanto que agora é preciso que lembrar às pessoas que criticar comportamentos é perfeitamente legal.

O Tribunal de Apelo do 7º Circuito emitiu uma decisão que pode ter implicações mais abrangentes na liberdade de expressão e na questão em torno do "casamento" homossexual nos Estados Unidos.

Uma escola que permita a propagação dos direitos dos estudantes homossexuais não pode ser permitida a amordaçar o criticismo à homossexualidade.
O caso remonta à "Indian Prairie School District", onde estudantes foram proibidos de expressar a sua visão religiosa sobre o comportamento homossexual com as suas t-shirts. O tribunal rejeitou o argumento dos oficiais da escola que alegaram que a Primeira Emenda pode ser posta de parte, e censurar t-shirts que digam “Be Happy, Not Gay” ("Sê feliz e não homossexual") como forma de impedir que alguns estudantes tenham os seus sentimentos feridos.

O tribunal acrescentou:

A escola alegou (e ainda alega) que banir ‘Be Happy, Not Gay’ era apenas uma forma de proteger os "direitos" dos estudantes visados com a mensagem da t-shirt. Mas as pessoas na nossa sociedade não tem o direito legal de prevenir o criticismo às suas crenças ou ao seu estilo de vida.
A Alliance Defense Fund (ADF), que defendeu o caso dos estudantes cristãos, afirmou que:
Os estudantes cristaos não podem ser descriminados por expressarem as suas crenças...O 7º Circuito, mais uma vez, correctamente reconheceu que a Primeira Emenda protege os direitos dos estudantes..... Num ambiente que abertamente permite o discurso que promove o comportamento homossexual, a escola simplesmente não pode censuar a visão contrária.
Em Abril de 2006, Heidi Zamecnik, estudante na "Neuqua Valley High School" (Naperville) usou uma t-shirt com a mensagem "Be Happy, Not Gay." No dia anterior a escola tinha permitido que estudantes usassem uma t-shirts mostrando apoio ao comportamento homossexual como parte do "Dia do Silêncio", promovido pela "Gay, Lesbian, Straight Education Network".

Embora a t-shirt de Zamecnik não tenha causado qualquer tipo de distúrbio, o reitor da escola exigiu que a estudante retirasse a t-shirt ou fosse mandada para casa para o resto do dia. Após conversa telefónica com a mãe da estudante, todos concordaram em mudar a t-shirt para que esta mostrasse "Be Happy, Be Straight." ("Sê Feliz, Sê Heterossexual"), mas o reitor não cumpriu a sua parte do acordo, e em vez disso fez com que uma conselheira riscasse as palavras "Not Gay" da t-shirt de Zamecnik de modo a que esta só mostrasse "Be Happy."

Alex Nuxoll, outro estudante da "Neuqua Valley High School", disse que tencionava expressar a sua visão sobre o comportamento homossexual durante o ano seguinte, incluindo no dia seguinte ao "Dia do Silêncio". No entanto o 7º Circuito emitiu uma decisão em Abril de 2008 que resultou na injunção preliminar prevenindo os oficiais da escola de censurarem a mensagem de Nuxoll enquanto o caso, Zamecnik v. Indian Prairie School District #204, avançava nos tribunais.

Conclusão:

Como é normal no lobby homossexual, "liberdade" para eles significa "liberdade para nós mas não para quem se opõe à nossa mensagem". Não cabe na cabeça de alguém minimamente sensível que se tente restringir o direito à expressão contra um comportamento como modo de "proteger as sensibilidades".

Se vamos por esse caminho, que tal proteger as "sensibilidades" dos cristãos e impedir judicialmente que se ataque a Bíblia?

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Sodomita inglês propõe a proscrição da "religião"

Reginald Kenneth Dwight, mais conhecido por Elton John, acha que seria boa ideia banir as "religiões". (Este ódio às "religiões" é bastante comum entre os activistas sodomitas.)

Reginald Dwigth defende que gostaria de vêr todas as "religiões organizadas" banidas e acusou-as de "tentar atrair o ódio contra os homossexuais".

Interessante. Ele é que defende a ilegalização da "religião organizada" (seja lá o que isso fôr) mas no entanto, acusa a "religião organizada" de concentrar ódio contra as pessoas com o mesmo vício que ele.

Segundo o Reginald, a "religião organizada" é deficiente no que toca à compaixão e por causa disso torna as pessoas em "lemingues cheios de ódio".

Mas o músico disse que ele "adora" a ideia dos ensinamentos do Senhor Jesus e as bonitas histórias que ouviu na escola Dominical. Pergunto-me se ele chegou a ler o capítulo 19 do Primeiro Livro da Bíblia:

Então o Senhor fez chover enxofre e fogo do Senhor, desde os céus, sobre Sodoma e Gomorra. E derribou aquelas cidades, e toda aquela campina, e todos os moradores daquelas cidades, e o que nascia da terra.

O sr Kenneth Dwight acrescentou ainda que conhecia muitos sodomitas como ele que adoravam a sua religião. Ele não disse qual era a "religião", infelizmente. Além disso, nem me atrevo a perguntar onde é que ele conheceu esses "religiosos" sodomitas.

Os seus comentários foram feitos numa especial edição sodomita do "Observer Music Monthly Magazine", onde ele foi entrevistado pela Jake Shears (Scissor Sisters).

Acho que a religião sempre tentou direccionar ódio contra os homossexuais. . . . A religião promove o ódio e o ressentimento contra os gays.
De acordo com o compositor-cantor, a solução seria "banir a religião por completo, embora haja algumas coisas boas nela". O sodomita acrescentou:
A realidade é que a religião organizada não funciona. Ela transforma pessoas em lemingues odiosos e não é verdadeiramente compassiva."
Segundo o eminente historiador Reginald Kenneth Dwight, os problemas que os sodomitas experimentaram nas nações do bloco soviético, tais como a Polónia, a Lituânia e Rússia, foram causados por movimentos anti-gay que apoiavam a Igreja. Ele não diz quais foram os "problemas" que os dependentes do mesmo vício que ele "suportaram".

Repare-se também que ele coloca toda a "religião organizada" dentro da classificação "Cristianismo". Segundo ele, os problemas dos sodomitas foram causados por pessoas que suportam a Igreja. A sua solução é banir a "religião organizada" ( = Cristianismo).

O Reginald apelou aos líderes das religiões maioritárias que se reunissem para "discutir" os destinos do mundo. O músico acredita que, tal como as coisas estão, há um "desenvolvimento que nos pode levar à Terceira Guerra Mundial".

Eu disse o mesmo pouco depois do 11 de Setembro mas as pessoas pensaram que eu estava a ficar maluco. . . . Tem tudo a ver com o diálogo - é a única forma.

Coloquem os membros de todas as religiões e digam: "Oiçam, isto não pode continuar assim. Porque é que há tanto ódio?" Somos todos o povo de Deus; temos que nos dar bem e os líderes religiosos tem que mostrar o caminho. Se eles não o fizerem, quem o fará?

Eles não o farão e portanto terão que ser os músicos ou outros a lidar com a situação.

Redinald disse ainda que continuaria a lutar pelos "direitos" dos sodomitas. Não sei bem que "direitos" são esses, mas provavelmente deve ser o "direito" de ser o único grupo social cujo comportamento não pode ser de forma alguma criticado.
Vou continuar a lutar por esses direitos, quer seja silenciosamente por trás do palco ou mesmo vocalmente, mesmo que seja preso.
Sim, um homossexual a requisitar "direitos" para o seu vício tem grandes probabilidades de ser "preso" em Inglaterra.

Como acontece com frequência, a manobra do Reginald é uma forma de preparar o caminho para a censura de todos aqueles que se opõem ao seu vício sexual. O Reginald não quer que se resolvam os problemas do mundo; ele quer que se resolva o problema que o afecta de modo pessoal: a liberdade que as pessoas tem de criticar qualquer conduta, seja ela qual fôr.

Entretanto, enquanto os "líderes religiosos" não se reúnem para "salvar" o mundo, o Reginald vai tentando mostrar cenas de sexo com menores em séries de televisão:

[O Elton John] sondou [o criador de Glee] Ryan [Murphy] àcerca de alguns enredos que ele poderia tomar parte. Ele disse que uma das primeiras coisas que ele [Elton] disse foi:
O que eu gostaria era de ser teu amante mas acabar na cama com o Chris.
Claro que no programa Chris tem 16 anos, portanto isso seria um isco para ir parar à cadeia . . . . . Mas mesmo assim espero que ele faça parte do programa.
Dentro do contexto da série "Glee", os pensamentos homopedófilos de Elton John são ainda mais doentios uma vez que, na série, Kurt (o papel que Chris Colfer desempenha) é uma criança inocente, ingénua e bastante doce que não faz ideia nenhuma do que é o sexo, muito menos o homossexo.

Este é o homem que quer ilegalizar a "religião organizada".


elton john
Elton John 25 kilos mais novo.

Evangelho segundo o Twitter

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