segunda-feira, 11 de maio de 2015

Se é possível deixar de ser heterossexual, é possível deixar de ser homossexual?

Por Joseph Sciambra

Eu nasci heterossexual; a minha primeira paixão infantil foi por uma pequena menina loira que fazia parte da minha turma da 2ª classe. Um ano depois apaixonei-me por   Lindsay Wagner do filme “The Bionic Woman”. As coisas começaram a mudar com a minha próxima paixão - Dorothy Stratten, Playmate Playboy do Ano de 1980. Por essa altura, eu tinha cerca de 10 anos, e já estava a ler revistas da Playboy há cerca de 2 anos. Isso foi o princípio do meu vício pela pornografia.

Lentamente, comecei a ficar imune a um leque cada vez mais decadente de imagens sexuais. Da Playboy passei para a Hustler, e da Hustler passei para vídeos pornográficos; a pornografia com sexo lésbico, os menage-à-trois, e o Sadomasoquismo tomaram o lugar das mulheres das páginas centrais. 

Por volta da minha adolescência eu era practicamente inexcitável. Durante os anos 80, e sob o estigma da SIDA, a última grande perversão ainda por explorar era o homossexualismo masculino; era depravado, proibido e até mortífero; (infelizmente, hoje em dia, a última fronteira pornográfica ainda por explorar é normalmente a pornografia infantil.) Finalmente, na pornografia homossexual, encontrei algo que nunca tinha visto anteriormente. Com isso, gradualmente sucumbi à ideia de que eu deveria ser homossexual.

A pornografia homossexual também desempenhou um papel no que toca os meus medos, as minhas vergonhas e os sentimentos de inadequação masculina; por alguns momentos, consegui resolvê-los.

O passo lógico seguinte era viver as fantasias mal eu atingisse os meus 18 anos. Dentro do mundo homossexual, encontrei uma lista infindável de homens dispostos a aceitar-me como um deles. E com isso, a pergunta parece respondida e aceitação da orientação consolida-se.

Para mim, rumar em direcção ao homossexualismo começou com a pornografia. Ou não? Durante a maior parte das vezes, a minha atracção imediata pela pornografia era um sintoma e não a doença. Como um rapaz relativamente solitário, a dimensão imaginária da pornografia servia como um escape ideal - mais ainda quando eu atingi a puberdade e fui ficando cada vez menos seguro da minha identidade: eu era inseguro e sensível, admirando frequentemente os rapazes que pareciam ser confiantes, destemidos, fisicamente coordenados.

No mundo da pornografia. pude viver essa fascínio. Logo, na minha opinião, o ponto de maior maleabilidade continua a ser a minha infância; mal a pessoa passa da imaginação para o mundo físico, é por vezes demasiado tarde para reverter o processo. Então, fica a pergunta: pode o homossexualismo ser revertido?

Sem dúvida que as crianças podem ser curadas da mentalidade homossexual. A resposta encontra-se em escavar e curar a causa ou as causas principais. No meu caso, a fixação pela pornografia escondia uma mágoa e um rapaz assustado que encontrou consolo dentro da falsa beleza da pornografia.

Na actual idade da internet, o processo de se descobrir dentro da pornografia é mais rápido e mais facilidado ainda pelos média pró-homossexualismo; as crianças definem-se numa idade mais jovem e daí a tendência alarmante de adolescentes travestidos. Na internet há um palpável sub-conjunto de fetishes criados como forma de mascarar todas as feridas emocionais: pais e filhos, twinks aterrorizados, gag the fag ["amordaça o homossexual"]. A instabilidade psicológica passa a ficar codificada com uma imagem 

Ao remover o acesso à pornografia, é menos provável que a criança que é susceptível a sentimentos de atracção homossexual se fixe; sem a pornografia a nublar e a complicar o o problema, um terapeuta profissional Cristão será capaz de detectar a origem da ferida, e com a ajuda dos pais, curar a criança.

Uma vez que eu já era adulto, e totalmente indoutrinado com as mentiras do homossexualismo, foi muito mais difícil desfazer os estragos que haviam sido feitos em mim. Mas mesmo assim, é possível, e eu sou a prova viva de que,  “A perdida buscarei, e a desgarrada tornarei a trazer, e a quebrada ligarei, e a enferma fortalecerei” (Eze 34:16)


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