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domingo, 2 de agosto de 2015

Esquerdistas querem prender crianças dentro do homossexualismo

Por Joseph Sciambra

“Esta noite, algures pela América, um jovem, por exemplo, um jovem rapaz, terá dificuldades em adormecer, batalhando sozinho com o segredo que ele tem mantido ao longo da sua vida. Brevemente, talvez, ele tomará a decisão de que chegou a hora de revelar o segredo. O que acontece a seguir depende dele, da sua família, bem como dos seus professores e da sua comunidade. Mas também depende de nós -- do tipo de sociedade que criamos, do tipo de futuro que construímos.”

Esta declaração por parte do Presidente Obama encontra-se incluída numa "Official White House Response" levada cabo para colocar em efeito a Lei Leelah, que irá banir em todo o país todas as assim-chamadas terapias de conversão para menores.

"Leelah" refere-se ao jovem rapaz [Joshua Alcorn] com desordem de identidade sexual, com um histórico de doenças mentais, que se suicidou em 2014.

De maneira vergonhosa, os defensores do homossexualismo, bem como os seus aliados dentro do Partido Democrata, estão a usar a trágica morte deste rapaz adolescente como forma de avançar ainda mais com a sua agenda social: a quase impossibilidade das pessoas que sofrem com uma atracção homossexual buscar ajuda profissional. E porquê? Porque instintivamente, eles sabem que esse tipo de terapia funciona, e isso deixa-os assustados.

Isto assusta-os porque, em primeiro lugar, se as pessoas se aperceberem que não têm que ser homossexuais, o mundo homossexual irá passar a ser irrelevante, retirando muitas pessoas dos seus lugares de poder. Em segundo lugar, este tipo de terapia pede aos homossexuais que regressem até ao lugar para onde eles mais temem regressar, isto é, atè às suas infâncias cheias de mágoas - o momento do trauma.

Parte da mentira inerente dentro do homossexualismo moderno está inadevertidamente evidente na declaração de Obama: por exemplo, porque é que o teórico jovem que ele menciona tem "dificuldades em adormecer"? Como um desses antigos insóminicos, a falta de sono exibida durante a minha adolescência não estava de maneira alguma relacionada com uma admissão ou confissão pública do meu homossexualismo, e nem com preocupações em relação à forma como as outras pessoas poderiam reagir, mas sim.porque eu estava internamente a tentar entender o porquê de que ter acabado da forma como tinha acabado [homossexual] enquanto que todos os meus amigos eram heterossexuais.

Acho que isto está associado ao entendimento fundamental que existe dentro de nós de que o homossexualismo está errado visto que todos nós, pelo menos inicialmente, militamos contra ele. Só através da capitulação (normalmente através de imagens e personalidades mediáticas pró-homossexuais, através de vídeos pornográficos homossexuais, ou através de se tornar sexualmente activo de forma prematura) é que rendição da vontade ocorre.

E é aqui que se encontra o medo: quando passamos a ser homossexuais, abdicamos parcialmente do Eu magoado e traumatizado, fundindo-o com a mentalidade homossexual; agir sexualmente segundo as nossas disfunções - isto é, um desejo irracional por amor e companheirismo masculino - amenizam e quase bloqueiam todo o acesso às memórias infantis.

Quando somos forçados a lidar com os motivos por trás do nosso homossexualismo, essa complacência confortável desaparece, e mais uma vez nós somos o pequeno rapaz amedrontado a tentar entender, sozinho, as coisas. A realização distante, e talvez desconsiderada, de que talvez o homossexualismo é uma ilusão, despe-nos das
nossas mais estimadas crenças, nomeadamente, a de que nascemos assim.

O que a terapia reparativa tenta curar é a pessoa interior dentro dum protector ambiente de terapia. Isto é especialmente eficaz quando a parte psiquiátrica e a espiritual são combinadas porque é então que o doutor pode-se tornar num agente de cura celestial, e o extraordinário pode acontecer

-  http://goo.gl/g7T3F6

* * * * * * *

Obama e os grupos homossexuais querem impedir que os adolescentes (e mais tarde, os adultos) recebam o tipo de ajuda que os pode afastar do auto-destrutivo caminho homossexual. Isto demonstra de forma clara que estes esquerdistas não têm em mente o melhor para os homossexuais, mas sim o melhor para a sua agenda esquerdista.

terça-feira, 28 de julho de 2015

A "desordem" do estilo de vida homossexual: uma defesa do Catolicismo

Por Joseph Sciambra

A maior consternação relativa aos ensinamentos da Igreja em relação ao homossexualismo, até mesmo entre aqueles que abandonaram o estilo de vida homoerótico e estão a abraçar a castidade, centra-se em torno do uso do termo "desordem" no Catecismo da Igreja Católica. Um padre Jesuíta disse o seguinte:

Nos meus mais de 20 anos de ministério lgbt Católico, não houve nada que tivesse gerado mais raiva, e mais dúvida e mais confusão, que o uso do Vaticano dos termos "intrinsecamente desordenados" ou "objectivamente desordenada" para descrever, respectivamente, os actos homossexuais e a orientação homossexual. Estes são termos que não são facilmente entendidos, e, mesmo quando são, eles causam muito dano pastoral e mais má-informação.

Mas a ligação de "desordenada" com o homossexualismo vai mais além dentro da História da Igreja que apenas o Catecismo.

No ano de 1975, a "Sacred Congregation for the Doctrine of the Faith" publicou “Persona Humana: Declaration on Certain Questions Concerning Sexual Ethics,” que incluia a declaração: "....os actos homossexuais são intrinsicamente desordenados e não podem de maneira alguma ser aprovados." Só que esta não é apenas uma construção moderna visto que São Tomás de Aquinas escreveu o seguinte na "Summa Theologica:"

O homem, tal como qualquer outro ser, tem um apetite natural pelo bem; e como tal, se o seu apetite se inclina para o mal, isto deve-se à corrupção ou à desordem de alguns dos princípios do homem: porque é assim que o pecado ocorre na acção das coisas naturais
.
Ele continua:

Quando as potências inferiores são movidas de forma poderosa rumo aos seus objectos, o resultado é que as potências superiores são impedidas e desordenadas nos seus actos. O efeito de tal defeito da vontade é que o apetite inferior, nomeadamente, o concupiscível, fica de modo mais firme focado no seu objecto, a saber, o objecto do seu prazer, segundo a veemência do prazer. Consequentemente, os poderes superiores, nomeadamente, a razão e a vontade, são gravemente desordenados pela luxúria.

No entanto, existe um exemplo ainda mais antigo, de Santo Agostinho, nos seus Sermões em torno do Novo Testamento:

Portanto, também o olho do coração, quando é desordenado e ferido, vira-se para longe da luz da justiça e não se atreve e não pode contemplá-la.

E aqui, com a sabedora de Santo Agostinho, é revelado o motivo por trás de tais dificuldades em torno da palavra "desordem": porque nós fomos feridos, nós estamos desordenados; e é a ferida com a qual ninguém quer lidar.

Como apurou Agostinho, quando estamos feridos e confusos, a resposta instintiva é afastar; é parte medo, parte vergonha: vergonha pelo que aconteceu connosco; nos homens, esta é uma reacção arquetípica visto que a masculinidade, especialmente junto daqueles que nunca foram totalmente ou adequadamente formado em homens, é falsamente baseada na noção de força e solidez inexpugnáveis..

É por isso que os homossexuais são sempre atraídos para fantasia do ideal hiper-masculino: forte, sexualmente potente, mas ilusório; um padrão altamente errático de busca do macho e depois recuando para os encontros de uma noite e promiscuidade alimentada pelas doenças; um anseio indescritível pela masculinidade mas um medo de chegar a atingi-la.

Devido a isto, os homens homossexuais estão encurralados num ciclo interminável de imprudência sexual e purga emocional; eles estão literalmente e metaforicamente em busca da next big thing.

Eventualmente, isto fica triste e desesperante; e, então, a desordem verdadeiramente domina sobre tudo. Eu vi isto em primeira mão à medida que rapazes tímidos e reservados provenientes de zonas remotas da América chegavam à zona homossexual de São Francisco, e no espaço de alguns meses descendiam para a  degeneração sexual.

A obsessão actual pelo "casamento" homossexual - conceito que foi de modo firme desconsiderado como uma mediocridade Victoriana, mesmo no ponto mais alto da crise da SIDA - é um último esforço de tentar fazer algum sentido dum estilo de vida que se tem tornado cada vez mais sem sentido.

Só que, e mais uma vez, este acto nega a causa da infelicidade: a falta de vontade de curar, ou de admitir a necessidade de cura; é a negação da desordem presente nas nossas vidas. No entanto, fingir que tudo está bem, não muda as coisas. A defesa do auto-esquecimento só prova o quão confusos nós realmente nos temos tornado

 - http://bit.ly/1KdSHxi.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Se é possível deixar de ser heterossexual, é possível deixar de ser homossexual?

Por Joseph Sciambra

Eu nasci heterossexual; a minha primeira paixão infantil foi por uma pequena menina loira que fazia parte da minha turma da 2ª classe. Um ano depois apaixonei-me por   Lindsay Wagner do filme “The Bionic Woman”. As coisas começaram a mudar com a minha próxima paixão - Dorothy Stratten, Playmate Playboy do Ano de 1980. Por essa altura, eu tinha cerca de 10 anos, e já estava a ler revistas da Playboy há cerca de 2 anos. Isso foi o princípio do meu vício pela pornografia.

Lentamente, comecei a ficar imune a um leque cada vez mais decadente de imagens sexuais. Da Playboy passei para a Hustler, e da Hustler passei para vídeos pornográficos; a pornografia com sexo lésbico, os menage-à-trois, e o Sadomasoquismo tomaram o lugar das mulheres das páginas centrais. 

Por volta da minha adolescência eu era practicamente inexcitável. Durante os anos 80, e sob o estigma da SIDA, a última grande perversão ainda por explorar era o homossexualismo masculino; era depravado, proibido e até mortífero; (infelizmente, hoje em dia, a última fronteira pornográfica ainda por explorar é normalmente a pornografia infantil.) Finalmente, na pornografia homossexual, encontrei algo que nunca tinha visto anteriormente. Com isso, gradualmente sucumbi à ideia de que eu deveria ser homossexual.

A pornografia homossexual também desempenhou um papel no que toca os meus medos, as minhas vergonhas e os sentimentos de inadequação masculina; por alguns momentos, consegui resolvê-los.

O passo lógico seguinte era viver as fantasias mal eu atingisse os meus 18 anos. Dentro do mundo homossexual, encontrei uma lista infindável de homens dispostos a aceitar-me como um deles. E com isso, a pergunta parece respondida e aceitação da orientação consolida-se.

Para mim, rumar em direcção ao homossexualismo começou com a pornografia. Ou não? Durante a maior parte das vezes, a minha atracção imediata pela pornografia era um sintoma e não a doença. Como um rapaz relativamente solitário, a dimensão imaginária da pornografia servia como um escape ideal - mais ainda quando eu atingi a puberdade e fui ficando cada vez menos seguro da minha identidade: eu era inseguro e sensível, admirando frequentemente os rapazes que pareciam ser confiantes, destemidos, fisicamente coordenados.

No mundo da pornografia. pude viver essa fascínio. Logo, na minha opinião, o ponto de maior maleabilidade continua a ser a minha infância; mal a pessoa passa da imaginação para o mundo físico, é por vezes demasiado tarde para reverter o processo. Então, fica a pergunta: pode o homossexualismo ser revertido?

Sem dúvida que as crianças podem ser curadas da mentalidade homossexual. A resposta encontra-se em escavar e curar a causa ou as causas principais. No meu caso, a fixação pela pornografia escondia uma mágoa e um rapaz assustado que encontrou consolo dentro da falsa beleza da pornografia.

Na actual idade da internet, o processo de se descobrir dentro da pornografia é mais rápido e mais facilidado ainda pelos média pró-homossexualismo; as crianças definem-se numa idade mais jovem e daí a tendência alarmante de adolescentes travestidos. Na internet há um palpável sub-conjunto de fetishes criados como forma de mascarar todas as feridas emocionais: pais e filhos, twinks aterrorizados, gag the fag ["amordaça o homossexual"]. A instabilidade psicológica passa a ficar codificada com uma imagem 

Ao remover o acesso à pornografia, é menos provável que a criança que é susceptível a sentimentos de atracção homossexual se fixe; sem a pornografia a nublar e a complicar o o problema, um terapeuta profissional Cristão será capaz de detectar a origem da ferida, e com a ajuda dos pais, curar a criança.

Uma vez que eu já era adulto, e totalmente indoutrinado com as mentiras do homossexualismo, foi muito mais difícil desfazer os estragos que haviam sido feitos em mim. Mas mesmo assim, é possível, e eu sou a prova viva de que,  “A perdida buscarei, e a desgarrada tornarei a trazer, e a quebrada ligarei, e a enferma fortalecerei” (Eze 34:16)


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A verdade, as mentiras e o homossexualismo

Por Bill Muehlenberg

Para além da Bíblia ser clara como cristal em torno da condição pecaminosa e anormal do homossexualismo, ela diz-nos também o porquê das pessoas que se encontram dentro deste estilo de vida se rodearem de mentiras e de decepções. Os estilos de vida iníquos e rebeldes resultam numa rejeição da verdade e este ponto generalizador encontra-se bem expresso em Hebreus 3:13 onde lemos sobre "o engano do pecado". Para além disso, Romanos 1 claramente salienta este ponto, deixando-nos sem qualquer dúvida em relação ao porquê do pecado e da mentira encontrarem-se tão fortemente associadas. Em Romanos 1:18 lemos o seguinte:

Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça.

Nos versículos 24-27 o Apóstolo Paulo dá-nos o seu exemplo primário disto mesmo - o pecado do homossexualismo - e no versículo 25, Paulo declara que eles "Trocaram a verdade de Deus pela mentira". Mais uma vez observamos uma ligação clara entre a imoralidade e a supressão da verdade. É por isso que sempre que lidamos com pessoas que fazem publicidade do seus estilos de vida pecaminosos no geral - o homossexualismo em particular - ficamos a saber que as mentiras e a decepção caracterizam o que eles dizem.

Eles odeiam a verdade, suprimem a verdade, e trocam a verdade de Deus pelas mentiras do inimigo. Os ataques selvagens e pervertidos aos meus dois últimos livros (dos três que escrevi em torno deste assunto) são um exemplo claro disso mesmo.

Esses dois volumes têm mais de 1200 referências, e muitas centenas deles são citações directas presentes em livros, revistas e outras fontes homossexuais. No entanto, os activistas [homossexuais] ainda assim rejeitam tudo o que por lá se encontra. Ou seja, eu cito os próprios homossexuais, eles perdem a cabeça e tentam atacar-me. Isto ocorre não só devido ao facto deles terem sido endurecidos contra a verdade, mas também porque eles preferem viver uma mentira, envolvendo-se mais ainda no seu estilo de vida imoral.

Devido a isto, quando um deles aparece em público, e tenta ser mais honesto, eles ficam loucos. Um artigo recente escrito por um homossexual Americano prova isto mesmo. No artigo "O Porquê de Já Não Querer Ser Homossexual", Luis Pabon atreve-se a dizer as coisas tal como elas são, e devido a isso, os seus amigos [homossexuais] voltaram-se contra ele. Deixem-me partilhar partes do seu texto:

Já não quero ser homossexual. Sei que superficialmente esta declaração tresanda a negação, auto-aversão, e homofobia internalizada, coisas tipicamente associadas à aceitação e à integração da sua própria homossexualidade, mas a verdade é que eu já não quero ser homossexual. Este estilo de vida durou para além do seu prazo de utilidade. Vivi todos os aspectos dessa vida e posso afirmar com segurança que ela já não está de acordo com a pessoa que sou ou quero vir a ser.

Nem sempre me senti assim. Inicialmente vim para esta comunidade em busca de amor, intimidade, e irmandade. Em vez disso, obtive trevas, infidelidade, solidão e desunião. A auto-aversão que existe dentro da comunidade homossexual leva-nos a encontrar uma série de homens emocionalmente desequilibrados que são auto-destrutivos, nocivos, cruéis e vingativos uns para com os outros.

Lutei para modificar o meu código moral de modo a que se ajustasse aos comportamentos concomitantes inerentes ao estilo de vida, mas parece que esse estilo de vida está a forçar-me para longe de tudo o que amo e valorizo. Por mais que eu tente purgar a minha percepção das suas crenças estabelecidas e preconceitos distorcidos, os mesmos estereótipos clássicos dos homens homossexuais continuam a aparecer na minha mente.

O sexo indiscriminado, a superficialidade, os relacionamentos instáveis, o auto-ódio, o síndrome Peter-Pan, as uniões ocultas, o preconceito com a idade ["ageism"], os momentos sombrios, a solidão, a preocupação com o sexo, o preconceito, e a aversão à intimidade são coisas que parecem surgir do chão onde eu pensava que elas estavam enterradas.

Parece que os homens homossexuais têm dificuldade em transcender os estereótipos e os clichés associados ao seu estilo de vida, e isso está tornar-se desanimador.
(...)
Sou demasiado novo para ter saudades dos bons dias do passado, mas esta vida faz com que tenhas saudades do que significava ser homossexual. Faz com que tenhas saudades dos tempos em que um homem te saudaria e te ofereceria uma bebida, em oposição a ele dizer-te o tamanho do seu pénis e as suas estatísticas sexuais. O meio termo da cortesia foi eliminado e em seu lugar foi colocado um diabo imoral que diariamente te assiste na tua destruição.

Embora eu reconheça a minha atracção por homens, escolho não mais me associar com uma vida que existe fora da moralidade e da bondade. O estilo de vida homossexual é como o amor dum bad boy cuja atenção e amor tu inicialmente buscas, mas eventualmente avanças para além desse estado. Já não é aí que eu me revejo.

Este é um testemunho importante, e tudo o que temos que fazer é ler os comentários odiosos e totalmente diabólicos presentes na secção de comentários desse artigo para termos uma ideia do que eu estava a falar. Ele cometeu uma heresia gigantesca: ele admitiu que o estilo de vida homossexual é sórdido, perverso, e decadente.

As pessoas que os militantes homossexuais mais odeiam são aqueles que abandonaram por completo o estilo de vida homossexual. Um ex-homossexual desse tipo é Andrew Comiskey, que não só teve a sua vida totalmente voltada do avesso por parte do Senhor Jesus Cristo, mas que também se encontra preocupado com a mentira e com a decepção - até aquelas que se encontram dentro das igrejas actuais. No seu artigo com o título de “The Lie of ‘Gay’ Love” ele diz:
Nos dias de hoje o cidadão Ocidental é considerado "culto" se aceitar a noção de que o homossexualismo é inato e imutável, e que a sua expressão é digna de todos os privilégios atribuídos ao casamento e à família. Por defender o casamento e discordar com o bem ético da práctica "gay", o mesmo cidadão é considerado, na melhor da hipóteses, como um ignorante, e na pior das hipóteses, como uma pessoa intolerante, intimidadora, e cheia de "ódio" 
Acusações criminosas podem ser feitas contra ele; quem quer que se encontre fora da carruagem "gay", perderá a sua reputação, chegando até a poder perder o seu negócio se por acaso se recusar a cooperar com casamentos [sic] "gay". 
Buscando relevância, a Igreja foi reduzida ao silêncio e depois do silêncio, à lenta concessão do que é uma feroz mas bem camuflada "agenda gay". (Eu mesmo testemunhei esta "agenda" visto que eu saí do homossexualismo no final dos anos 70, e mesmo por essa altura era aparente que os abastados políticos homossexuais tinham como objectivo o anel dourado do "casamento gay"). 
A táctica é bem simples e ela procede desta forma: 'As pessoas "gays" são amorosas e encontram-se feridas. Porque é que nós os haveríamos de ferir mais ainda recusando-lhes aquilo que eles pedem? Afinal de contas, nós acreditamos na busca pela felicidade, certo?' Tentando ser "amorosa", a Igreja verga-se a tais questões superficiais com respostas superficiais.
Ele conclui:
O mais novo inimigo da Igreja no entendimento claro da sexualidade humana é "agradável". Sem dúvida que muitas pessoas com atracção homossexual (eu não uso a palavra "gay" visto que a mesma é uma identificação socio-política que impede as pessoas de resolver a atracção) são simpáticas, amorosas e capazes de compromissos sérios. 
Não é essa não é a questão.  
A questão é: qual é o propósito da sexualidade humana? Se nós como Cristãos não formos claros em afirmar que o propósito do eu, que se encontra em perigo, é amadurecer de forma suficiente para sermos dádivas para outros, de modo a que possamos, juntos, criar nova vida, então já perdemos o nosso rumo. Não fazemos favores a ninguém quando alteramos as linhas divisórias de modo a que elas aceitem amizades sexualizadas entre pessoas do mesmo sexo, da mesma forma que fizemos uma desserviço ao acomodar o sexo fora do casamento com base no argumento de que "os Cristãos também o fazem". 
Os nosso jovens estagiários e eu estudamos recentemente o livro ‘The Bible and Homosexual Practice’ (Abingdon Press, Dr. Robert Gagnon), o melhor e a mais sábia abordagem ao assunto. Sem sombra de dúvida que, do princípio até ao final, as Escrituras proíbem todos os actos homossexuais com base na tese de que a "discomplementaridade" sexual é um acto de traição contra Deus e contra o nosso próximo. Ponto final. 
Os nossos corações "amorosos" enganam-nos. A "agenda" enganou-nos. Um inimigo comum enganou-nos. Pode ser demasiado tarde para a nossa nação trazer de volta o casamento das garras dessa agenda, mas o Próprio Senhor Jesus não deixará que a Sua noiva seja enganada. Temos que acordar e arrepender-mo-nos. Ainda não é tarde para colocarmos de parte as nossa concessões "simpáticas" em favor "dum inimigo que veio para roubar, matar e destruir" as nossas vidas (João 10:10). 
Conjuntamente com Aquele que veio ao mundo de modo a que "todas possam ter vida e vida em abundância" (João 10:10), que nós possamos abrir de forma escancarada as portas dos nossos corações e das nossas igrejas e disponibilizar um seio misericordioso onde todos se podem arrepender da decepção que os está a destruir.
Temos aqui, portanto, dois indivíduos, um atrevendo-se a ser honesto relativamente ao seu estilo de vida, e outro sendo corajoso e confrontando as mentiras que existem dentro das nossas igrejas. Em ambos os casos, a verdade é suprema, e é essa verdade que tem que ser promovida se por acaso queremos ajudar as pessoas.

O Senhor Jesus deixou as coisas bem claras quando disse:

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” ( João 8:32)

Independentemente do assunto ser o homossexualismo ou outra coisa qualquer, nós estamos desesperadamente necessitados de ouvir a verdade.

- http://ow.ly/ER4sA

domingo, 18 de janeiro de 2015

Robin Teresa Beck: Não existe um estilo de vida homossexual 'saudável'

Por Pete Baklinski

Robin Teresa Beck, de 59 anos, não tem medo de dizer aos outros, até ao Papa Francisco, que o homossexualismo transformou a sua vida num inferno diário de sofrimento, escuridão, sonhos desfeitos, e arrependimento duradouro. Depois de 35 anos de comportamento homossexual e 12 relacionamentos, Robin sabe exactamente do que está a falar:

Segundo a minha experiência, é impossível ter uma vida homossexual saudável visto que ela está em oposição à forma como Deus nos criou.

Robin qualificou de "cruel" o facto de haver líderes religiosos que olham de forma favorável para tais relacionamentos.

Foi só há 5 anos atrás que tudo mudou para Robin, que era um Protestante fervorosa que perverteu as Escrituras como forma dela se adaptar ao seu estilo de vida, quando um dia - seguindo uma vontade repentina - ele tomou a decisão de entrar uma Igreja Católica como forma de receber cinzas durante o culto de Cinzas da Quaresma. Ela só veio para as cinzas mas Deus tinha outros planos.

Robin conta a história dramática da sua vida no seu livro de 2012 com o título de I just came for Ashes. Ela cresceu num lar desunido onde ambos os pais eram alcoólicos. O seu pai era fisicamente abusivo para com a sua mãe, para além de ter problemas com o seu temperamento raivoso. 

Enquanto ainda era jovem, Robin testemunhou a forma como o seu pai batia, empurrava e "fazia coisas degradantes" à sua mãe. Ela lembra-se de estar por perto e observar a sua mãe a chorar enquanto sofria abuso. Robin vivia com medo do pai, acreditando que ele poderia matá-la à mínima provocação. 

Ela só tem uma memória de ternura por parte da sua mãe. Tinha ela cerca de 3 anos quando a sua mãe, de forma inesperada, pegou nela e confortou-a nos seus braços. Essa foi a única altura durante toda a vida infantil de Robin que ela se sentiu "segura e feliz".

A religião era uma via escapatória para Robin; ir aos cultos com a sua irmã mais velha passou a ser a sua vida. Ela ansiava que Deus a viesse salvar do abuso verbal, emocional e físico diário que ela sofria em casa. Robin ficará para sempre assombrada com o dia em que ela ficou a saber que o seu pai havia saído de casa de vez; tinha ela 7 anos. Ela lembra-se de sair de casa, olhar para o céu e gritar:

Porquê, Deus?!! Com tantas crianças no mundo, porque é que deixaste que isto acontecesse com a minha família?

Desesperada por Amor

Robin encontrava-se agora na escola secundária; o seu pai estava fisicamente ausente e a sua mãe batalhava contra uma doença debilitante. Olhando para trás no tempo, Robin entende agora que não só sentia um enorme vazio no seu coração, como encontrava-se desesperada que alguém - quem quer que fosse - lhe amasse.

Um professor de música da escola secundária reconheceu nela um dom para cantar. Ele começou a tratá-la como a filha que ele nunca havia tido. Ela deliciava-se com a atenção dele, chegando a passar muitos momentos felizes com a família dele, saboreando uma vida de amor e riso que era tão ausente na sua vida, mas que era ao mesmo tempo refrescante e tonificante. Mas depois dela acabar o ensino secundário, o relacionamento esfumou-se e Robin sentiu-se traída. Ela determinou-se a nunca mais deixar que um homem entrasse no seu coração.

Quando ela se encontrava na universidade, Robin conheceu uma mulher que a convidou para um encontro de oração carismático, onde ela sentiu o derramamento do amor de Deus e passou a estar totalmente incendiada pela fé Cristã. Robin foi ficando mais próxima da sua nova amiga. Uma relação íntima teve início, e esta rapidamente se tornou sexual. Esta relação durou sete meses, e Robin ficou devastada e de coração partido quando ela acabou.

Robin tentou fugir dos seus problemas trocando para uma universidade Bíblica. Ela ficou furiosa por descobrir um dia que a sua antiga parceira havia começado a namorar com um homem. Ela buscou aconselhamento junto das suas professoras, só para dar início a uma amizade que se tornou íntima e depois sexual no espaço de alguns meses. Robin lembra-se de estar "totalmente desorientada" durante esse período, e ter concluído que havia "algo terrivelmente errado comigo".

A relação homossexual das duas mulheres eventualmente chegou aos ouvidos da administração da universidade, que queriam despedir a professora e mandar embora Robin; no entanto, eles permitiram que ela terminasse o semestre.

Robin e a professora viveram juntas um certo número de anos, e começaram a tomar parte numa congregação onde os homossexuais congregam. Logo cedo, elas decidiram colocar um ponto final na sua actividade homossexual. Robin tinha a esperança que o relacionamento durasse para sempre, mas não durou. Robin acredita que as suas batalhas coma raiva, insegurança, possessibilidade e inveja, eventualmente afastaram a mulher de si.

"Em busca da mãe que nunca tive"

A vida de Robin continua numa espiral descendente. Na igreja homossexual [sic] que ela frequentava, Robin conheceu outra mulher que lhe convenceu que ela era verdadeiramente e realmente lésbica, mas esta relação também não durou. Mulher após mulher, relação após relação, Robin buscou desesperadamente amor que durasse, amor que realmente lhe preenchesse o desejo do seu coração.

As coisas começavam bem, e eu estava sempre segura que desta vez eu havia encontrado a parceira certa. Mas em menos de um ano, eu sentia-me miserável, questionando o que é que eu estava a fazer, a abandonar a relação.

Ela saltou de um relacionamento lésbico para outro, frequentemente sobrepondo-os, assegurando-se que ele nunca passasse um momento onde ela se encontrasse sozinha e mal-amada. Olhando em retrospectiva, Robin apercebe-se agora que ela continuamente escolheu parceiras que, como ela, tinham problemas psicológicos.

Eu tinha a esperança de encontrar uma mulher estável, amorosa e carinhosa que curasse o meu coração (ou seja, eu estava em busca da mãe que nunca tive).

Robin disse à LifeSiteNews que hoje ela acredita que "a maior parte das lésbicas que anseiam ter um relacionamento com outras mulheres têm uma deficiência no seu relacionamento com as suas mães". 

Sei que isto é verdade para mim. Eu nunca obtive o carinho que precisava da parte da minha mãe. Eu tinha estas feridas com a minha mãe, e tentei curá-las voltando-me para outras mulheres, pedindo-lhes que me dessem o que a minha mãe foi incapaz.

Robin tinha agora 46 anos e estava no seu décimo-primeiro relacionamento com uma mulher casada e com filhos.

Eu deveria ter fugido dali o mais rapidamente possível, mas eu, pessoa lamentável e com pouca força de vontade, cedi às minhas necessidades emocionais e envolvi-me com ela.

Uma doença séria levou-a ao hospital durante duas semanas. Ela recuperou parcialmente a sua saúde apenas para descobrir que a sua parceira já havia tomado a decisão de acabar com o relacionamento.

Foi um dos dias mais dolorosos e de cortar o coração da minha vida.

O desgosto deu à Robin a oportunidade de examinar a sua vida.

Analisei os 11 relacionamentos conturbados e soube que Deus queria que eu organizasse os destroços, mas durante a maior parte dos dias eu não conseguia lidar com isso. Eu deitava-me n chão, com a cara para baixo, e clamava "Oh, Deus, por favor, diz-me que isto não é a minha vida!" Eu mantinha a esperança de que iria acordar e que tudo isto mais não era que um pesadelo. Mas isto era a minha vida, e eu tinha que a assumir por completo.

‘Arrependam-se e acreditem no Evangelho’

Foi por volta desta altura que, seguindo um capricho, ela entrou numa Igreja Católica numa Quarta-Feira de Cinzas, e foi à frente para receber as cinzas abençoadas. Estas cinzas foram traçadas na sua testa segundo o sinal da cruz e com as palavras: "Arrependam-se e acreditem no Evangelho." Robin sentiu que Deus estava a agitar o seu coração.

Ela fez-se presente na Missa do Domingo seguinte, e sentiu-se inexplicavelmente atraída à hóstia branca que o sacerdote deu o nome de o "Corpo de Cristo". Ela continuou a participar nas missas de Domingo.

Mas Robin não se convenceu de que o homossexualismo estava errado, continuando a acreditar que o seu problema era que ela não sabia como estabelecer "um relacionamento homossexual saudável". Outra mulher entrou na sua vida, mas desta vez Robin avançou devagar, esperando que a amizade se desenvolvesse num relacionamento para a vida toda.

As más e tristes notícias é que aquilo que havia começado como uma amizade surpreendente, que havida demorado 2 anos a ser construída, acabou em ruínas quando começamos a atravessar os limites e a avançar para áreas sobre as quais Deus havia dito "Não Avancem Mais!" E tal como havia sido a realidade com os 11 relacionamentos anteriores, este também se tornou doido e disfuncional literalmente do dia para a noite. Todas as esperanças duma união abençoada evaporaram-se (ou, melhor ainda, explodiram na minha cara).

Robin havia agora batido no fundo da sua vida, aceitando que "nunca poderia existir um relacionamento 'certo' com outra mulher". Durante a sua angustia e o seu quebrantamento, ela clamou a Deus para que Ele a ajudasse. Ele recebeu ajuda para entregar a sua sexualidade a Deus, comprometendo-se a seguir a Sua Palavra daí para a frente, independentemente das consequências. Isto aconteceu há cinco anos atrás, no fim de semana do seu 54º aniversário.

Por mais doloroso que o fim de semana do meu aniversário tenha sido, estou imensamente grata que ele tenha sido suficientemente doloroso para me acordar, e me devolver a sanidade (para além de me colocar de joelhos). Abandonei o meu estilo de vida homossexual e nem por um momento voltei a pensar em regressar.

Robin começou a receber instrução na fé Católica Romana, e recebida pela Igreja Católica durante a Páscoa de 2010. Ela acaba de celebrar o que ela chama de "caminhar em vitória". Ela acredita que este é um "milagre enorme".

E o milagre é que durante os últimos cinco anos eu tenho estado muito bem, sabendo que eu sou "alguém" especial para Deus. Tenho estado BEM com o facto de acordar por mim mesma e acordar alegrando-me com o facto de ter o relacionamento certo com Deus. É a sua graça espantosa que me sustém devido ao facto de estar sozinha. Isto é um milagre.

Se alguém lhe perguntar, Robin dirá que os últimos cinco anos da sua vida apanharam-lhe de surpresa. Ela conclui o seu livro dizendo:

Vocês têm que acreditar no que vos digo: eu nunca planeei nada disto. Fui apanhada totalmente despreparada, tomada de surpresa, ludibriada, e emboscada pela misericórdia Soberana. Estou a falar a sério! É a verdade - eu renasci das cinzas.


* * * * * * *

Para os activistas homoeróticos, pessoas com força de vontade suficiente para abandonar o seu auto-destrutivo "estilo de vida" homossexual não existem visto que se elas existirem, ficamos a saber que ser homossexual é uma escolha e um gosto - e não algo genético.

Claramente, o homossexualismo é uma escolha, e uma escolha clinicamente auto-destrutiva. A melhor coisa que se pode dizer a um homossexual é que, se ele ou ela quiser, ela ou ela pode abandonar esse "estilo de vida", e encontrar liberdade e plenitude nos Braços de Deus.



quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Pode a preferência sexual mudar com a idade?

Por  Dr. Pepper Schwartz

Por vezes a vida das pessoas passa por transformações tão radicais que uma mudança  era tida como inconcebível antes dela ocorrer. Um exemplo dum evento que ocorre de forma inexplicável é quando alguém se apaixona por uma pessoa que nunca havia sido vista como "potencial parceira". Se um pensamento homossexual (ou heterossexual) nunca atravesso o pensamento duma pessoa, então pode ser duplamente surpreendente quando - wham! - essa pessoa subitamente se vê apaixonada por alguém doutro sexo.

Isto pode parecer pouco provável, mas tal como os pesquisadores estão a apurar, a preferência sexual duma pessoa não está esculpida em tábuas de pedra. No seu influente livro Sexual Fluidity, a professora de psicologia Lisa M. Diamond narrou a sua pesquisa em torno de 80 mulheres não-heterossexuais durante um período de 10 anos. Durante esse período de tempo Diamond descobriu que um significante número de mulheres haviam reportado uma alteração na sua orientação sexual. E qual foi o motivo mais comum para a mudança radical? As "mutantes" haviam-se apaixonado por um membro do sexo oposto.

Estas mulheres não se encontravam infelizes como lésbicas, mas aparentemente, o amor pode superar tudo - incluindo a orientação sexual duma vida inteira duma pessoa no preciso momento em que ela se apaixona por alguém do sexo previamente ignorado. A pesquisa junto dos homens revela uma menor flexibilidade, mas Diamond s outros pesquisadores já compilaram numerosos casos de estudo onde homens homossexuais haviam passado anos sentido-se (e agindo) como homossexuais totalmente estabelecidos, só para inesperadamente se apaixonarem por uma mulher heterossexual.

Há pouco tempo entrevistei duas pessoas que passaram por esta convulsão sexual numa fase mais avançada das suas vidas. Ambas disseram que nunca haviam considerado apaixonarem-se por alguém do mesmo sexo - ou do sexo oposto - até que chegaram aos 50 ou aos 60 anos. Só nessa fase adiantada das suas vidas é que elas fizeram a alteração de 180 graus na sua orientação sexual. (Embora os factos de cada um dos casos esteja correcto, a pedido dos sujeitos usei pseudónimos.)

A Violet - uma mulher notável e alta, de 60 anos e com cabelo branco ao estilo da neve - nunca se havia casado, mas havia desfrutado muitos romances com homens. Intensamente dedicada à sua carreira, ela tornou-se executiva televisiva com a idade de 40 anos. Depois do seu último relacionamento com um homem ter acabado (quando ela já se encontrava nos 40), a Violet disse que ela "desistiu do amor".

Foi então que ela sonheceu a Susan.

Perita em marketing, a Susan estava num casamento heterossexual [sic] agradável mas sem paixão. Ela valorizava a sua família - marido, dois filhos e os respectivos conjugues dos filhos e 4 netos - mais do que qualquer coisa. A Susan nunca havia sido infiél, e ele nunca tinha sentido atracção por uma mulher, mas a partir do momento que ela e Violet começaram a trabalhar juntas num projecto, as faíscas apareceram, algo que chocou ambas as mulheres. Seguiu-se uma relação física de 12 anos.

Quando finalmente a Violet admitiu a si própria que as duas mulheres nunca iriam desfrutar duma união totalmente plena, ela deu por fim a relação. (O marido da Susan sabia do envolvimento da sua esposa e tolerou-o, mas nem ele e nem a Susan estavam dispostos a colocar em risco os seus relacionamentos próximos). A Violet amava a Susan com todo o seu coração, mas ele não se classificava como "homossexual" quando o relacionamento começou - e nem voltou a ter qualquer tipo de relacionamento homossexual desde então. A sua "virada sexual" aplicava-se à Susan e só a ela.

Ned havia sido um homossexual durante toda a sua vida. Embora ela tenha tido alguns relacionamentos heterossexuais com mulheres enquanto se encontrava na Escola Secundária, ele nunca olhava para si como heterossexual e nem mesmo como bissexual: Ned gostava de mulheres, mas amava os homens.

Quando Ned tinha 29 anos, apaixonou-se por um homem 10 anos mais velho - Gerry - e ele ficaram juntos durante 23 anos, incluindo pelo meio um casamento [sic] em 2008, ano em que a Califórnia permitiu pela primeira vez as uniões homossexuais. Tal como todas as duplas, Ned e Gerry tiveram os seus momentos altos e momentos baixos, mas eles sempre olhavam para o seu casamento [sic] como algo sólido.

Foi então que chegou o turbulência: Gerry foi falsamente acusado de comportamento impróprio no seu emprego. Eventualmente, Gerry foi exonerado, mas a defesa legal teve consequências pesadas no seu relacionamento - tanto a nível pessoal como financeiro. Como forma de reabastecer os seus cofres, Ned deu início a uma pós-graduação, onde começou a passar muito tempo com colegas estudantes. Passado que estava algum tempo, ele apaixonou-se perdidamente por uma mulher chamada Elsa.

Gerry ficou previsivelmente surpreendido quando Ned pediu o divórcio [sic], e a separação ocorreu duma forma amigável mas Gerry olhou para as acções de Ned como inconcebíveis e inexplicáveis. No espaço dum ano, Ned e Elsa casaram-se e têm agora uma pequena menina; o seu casamento permanece sólido que nem uma rocha.

Estas histórias são incomuns, mas não não únicas e elas ressalvam o quão pouco os cientistas comportamentais entendem o que nos atrai a uma certa pessoa num determinado momento das nossas vidas, mas nos atrai a outro tipo de pessoa noutro momento das nossas vidas. A Violet e o Ned são mais duas evidências do nosso crescente entendimento do facto de nós possuirmos mais flexibilidade sexual do que aquela que sabíamos.


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Embora ninguém tenha problemas em aceitar que pessoas podem começar a ter atracções homossexuais embora tenham sido heterossexuais, os activistas homossexuais afirmam que o contrário nunca acontece. Ou seja, pode-se deixar de ser heterossexual mas nunca se pode deixar de ser homossexual (apesar do que os ex-homossexuais dizem das suas próprias vidas). Isto demonstra de forma cabal que o activismo homossexual é um movimento totalitário que luta contra  a liberdade dos homossexuais.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Como o Diabo me manteve preso na pornografia homossexual durante 10 anos

Por Joseph Sciambra

"Os demónios sabem o que acontece no exterior dos homens..." ~ São Tomás de Aquinas

"O que quer que existe e acontece no mundo, pode ser observado pelo Diabo, embora ele possa não prestar atenção a todas as coisas. No entanto, o que quer que ele tenha observado, ele pode comunicar sem atraso.... O Diabo pode observar com mais profundidade. Devido à sua longa experiência, ele conhece a humanidade, pode antecipar mais facilmente a forma como os homens e as mulheres são mais prováveis de reagir sob condições normais, e sabe que os pode influenciar de uma maneira mais eficaz.." ~ Padre. Adolf Rodewyk

“…um demónio pode estar ao nosso lado um longo período de tempo, analisando e vindo a saber mais sobre as nossas fraquezas particulares. Ele irá, posteriormente, tentar-nos quando nós nos encontrarmos mais fracos..” ~ Padre Jose Antonio Fortea

Quando eu tinha 19 anos, e durante o momento em que eu entrei no Distrito Castro de São Francisco [conclave homossexual], não tinha ideia do sítio onde eu estava entrar. Até essa altura, eu havia sido um rapaz embriagado na pornografia - era o meu vício, a minha escapatória, e a minha recompensa. Vivia uma fantasia que eu pensava que estava à beira de se materializar. Inicialmente, nada era como eu havia imaginado: as lojas de vídeos pornográficos eram sujas e mal-cheirosas, os clubes de strip eram sombrios, e os balneários [homoeróticos] encontravam-se cheios de duma mistura de homens adoentados e homens de idade. Mas eu permaneci e segui em frente visto que isto era tudo o que eu tinha.

Depois de ter visto pornografia durante cerca de 10 anos, eu era um homem totalmente confuso. Tudo e nada me deixava excitado. Eu achava as mulheres cada vez mais convencionais. Na verdade, eu já nem precisava de ver pornografia; eu pura e simplesmente poderia ligar a televisão e ver a MTV ou abrir a "Swimsuit Issue" da “Sports Illustrated”. Os homens, por outro lado, representavam o desconhecido sexual: a praga da SIDA aumentavam a sensação de perigo e do proibido.

No final da década 80, a pornografia homossexual não era facilmente acessível. As lojas de conveniência ou lojas de bebidas poderiam vender a Playboy ou a Penthouse, mas certamente nada explicitamente para os gostos homossexuais. Devido a isto, para satisfazer a minha luxúria por algo invisível, mergulhei no desagradável mundo dos teatros e das livrarias para adultos. Num desses locais, fui rapidamente abordado por um homem mais velho que parecia ter-se materializado do vazio sombrio. Com a pornografia homossexual a passar no fundo, eu cedi meio indeciso. Mais tarde dei por mim estranhamente resoluto. Gostei mas senti também que eu havia sido finalmente iniciado.

Uma impressão sobrepujante de destino inescapável abateu-se sobre mim. Eu havia descoberto o que eu era no entanto, bem lá no fundo, eu sentia alguma vergonha; sentia como se eu tivesse sido fraco e tivesse cedido algo. Quase imediatamente dentro da minha cabeça teve início uma conversa - com quem, não sei. A voz era uma ordem, marcando uma demarcação entre o que eu havia sido e o que eu agora era. Eu era homossexual! Não havia forma de escapar. Os questionamentos e as buscas haviam chegado ao fim.

De modo estranho, no entanto, esta realização de quem eu era passou a ser algo como uma escravidão imposta por uma força invisível. Eu não me sentia nem livre nem emancipado. Era uma sensação estranha de ser constantemente impulsionado para frente por parte duma força invisível, e eu não ter qualquer mecanismo para parar. Inicialmente era desconfortável, mas mais tarde habituei-me. De modo rápido, passei a estar com um homem a seguir a outro, experimentado uma cena sexual bizarrra a seguir a outra. Por esta altura, o outrora nauseabundo cheiro das cavernas de sexo homossexual passaram a ser a minha casa. Pensei que havia encontrado um refúgio, um lar visto que a soar no meu cérebro estava a voz que dizia: Eu pertenço aqui.

Mas será que pertencia mesmo?

Desde que eu era um rapaz que olhava de modo fugaz para as revistas pornográficas do meu irmão, ou um adolescente que roubava olhares para dentro duma Penthouse que se encontrava numa loja "7-11", sempre tive esta sensação peculiar de estar a ser observado. Era um tipo horrível de hiper-paranóia: alguém me vai apanhar a olhar para estas revistas porcas. Isto acontecia também quando me encontrava na casa dum amigo, quando a sua mãe se encontrava fora de casa, e eu havia rejeitado quantidades abundantes de doces ou reprises da série “Batman” em favor de mergulhos no cacifo de pornografia que o seu pai mantinha no quarto extra. Isso chamava por mim. A horda era maciça. Eu rapidamente passava pelas revistas todas até encontrar as que gostava. Mal sabia eu que estava a ser subtilmente observado.

As forças do inferno haviam estado a recolher e a reunir informação sobre mim há anos. Quando cheguei à idade adulta, o arquivo do Joseph Sciambra na posse do Diabo era bem espesso; ele sabia o que me excitava, o que eu não gostava, e o que me assustava. Devido a isto, e durante algum tempo, a maior parte do que eu sexualmente desejava foi realizado dentro do estilo de vida homossexual. Mas isso estava a ter efeitos sobre mim. Isso desgastava-me: com uma doença [sexual] após outra, com uma dor de coração a seguir a outra, e com amigos meus a caírem para dentro dos impiedosos buracos da morte. Inconscientemente, eu queria sair, mas não tinha para onde ir.

O que o diabo sabia sobre mim era muito, e ele manteve-me subjugado por baixo do seu casco porque ele usou esse conhecimento contra mim, dizendo que o mundo homossexual era o único lugar na Terra onde eu seria bem recebido e amado; que eu nunca poderia ser feliz em qualquer outro lugar; que eu havia feito demasiado coisas más para ser aceite em qualquer outro lugar; que todas as pessoas de fora me rejeitariam; que ser homossexual era o que eu era. Eu acreditei nele, e fiquei no mundo homossexual - até ao ponto de morrer por isso, se fosse preciso.

Quando o inferno parecia certo, foi-me dada outra oportunidade: O SENHOR Jesus Cristo materializou-Se a minha frente, na cama da sala de urgência, estendeu-me a Sua Mão - e eu agarrei Nela. Ele devolveu-me a vida e a identidade como criança de Deus.

Fonte: http://bit.ly/1pf5mEL

* * * * * * *
Uma coisa que se torna clara, à medida que vamos lendo os testemunhos de ex-homossexuais, é que a esmagadora maioria dos homossexuais (senão todos) está perfeitamente consciente de que o tipo de gostos sexuais por eles nutridos não são normais, nem naturais (e nem aconselháveis). Talvez um dos motivos que cause o elevado índice de problemas mentais e psicológicos junto da comunidade homossexual se prenda também com esta discrepância entre o que eles dizem e o que eles realmente sentem no fundo das suas almas.

Levar em conta que quando se fala com alguém que vive no pecado se está a falar com alguém que sabe que vive no pecado pode ser um conhecimento útil para quando se lida com um homossexual (ou com qualquer outra pessoa que vive outro pecado igualmente merecedor do juízo Divino).

É importante também deixar bem claro ao homossexual (não ao activista homossexual) que existe uma saída para a vida que ele sabe ser auto-destrutiva, e que não são os humanos que julgam outros humanos, mas sim Deus Quem nos julga a todos. Mas ao mesmo tempo que Ele julga, Ele oferece uma via de salvação para todas as pessoas que queiram abandonar a sua vida de pecado (qualquer que seja o pecado).

Eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a Minha Voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele Comigo.
Revelação 3:20



quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

As principais vítimas dos militantes homossexuais

Por Bill Muehlenberg

Que os militantes homossexuais são peritos na propagação de ódio e de palavras ofensivas contra quem quer que não se alinhe com a sua opinião é algo sobejamente conhecido, amplamente documentado por diversas vezes. Mas o foco maior do seu ódio é contra aqueles que se atrevem a abandonar o estilo de vida homoerótico. Para os activistas homossexuais, este é o grande tabu.

Eles odeiam quando um homossexual é liberto deste estilo de vida mortífero e sem saída, e o motivo é claramente óbvio: o homossexual que é liberto do homossexualismo refuta a falsa premissa de que esse comportamento é inato e imutável. O facto de tantas pessoas terem abandonado por completo esse estilo de vida destrói o mito de que os homossexuais não podem mudar. Eu conheço muitas destas pessoas pessoalmente; elas estavam bem imersas no estilo de vida homossexual mas foram gloriosamente libertas deste estilo de vida pouco saudável e arriscado.

Muito provavelmente só existem mais duas áreas onde o abandono é considerado hediondo. No islamismo o "pecado" da apostasia é lidado de uma forma: a execução. E  quando um ateu se atreve a abandonar o mundo do ateísmo ideológico, todo o inferno se abate sobre ele, tal como ocorreu com Anthony Flew. Todas as ideologias rígidas e destrutivas odeiam quando alguém se atreve a sair delas visto que isso é um pecado imperdoável que tem que ser denunciado com ferocidade.

No passado, nós enfrentamos tais tipos de guerra. Durante o auge da Guerra Fria existiam muitas pessoas que valorizavam a liberdade, o Estado de direito e a democracia, e sabiam que o Comunismo era totalmente incompatível com estas coisas. Mas muitas pessoas não gostavam destas pessoas, e como tal, passamos a ter um fenómeno com o nome de anti-anti-Comunismo.

Aparentemente, é isso que temos nos dias de hoje: a realidade dos anti-anti-homossexualismo. Ou, melhor dizendo, anti-ex-homossexualismo. Os militantes declararam uma guerra própria e qualquer pessoa que tenha a coragem e a sensatez de abandonar este estilo de vida perigoso é catalogado de traidor, e caluniado de um modo horrível. Exemplos que confirmam isto encontram-se um pouco por todo o lado. Eu sei dos ataques demoníacos que os meus amigos ex-homossexuais sofrem por parte da brigada do ódio, e não é nada bonito de se ver.

Seguem-se algumas histórias de alguns ex-homossexuais - aquelas pessoas que supostamente não existem. Tal como acontecia no passado com os negros, os ex-homossexuais são actualmente "invisíveis".

Consideremos o caso do auto-intitulado "Drag Queen Satânico" Trace McNutt. Ele recebeu o "First Annual Courage Award for Former Homosexuals" como parte do "Ex-Gay Awareness Dinner" de 2013, em Washington. A "Parents and Friends of Ex-Gays and Gays" (PFOX), uma organização sem fins lucrativos que advoga e apoia os ex-homossexuais e as suas famílias, hospedou o evento.


Tal como disse Christopher Doyle, Co-Fundador e Presidente da organização "Voice of the Voiceless" (VoV),

Quando os homossexuais saem do armário são bem recebidos, mas os antigos homossexuais são forçados a permanecer ocultos devido à difamação de extremistas anti-ex-gay, e devido à marginalização que ocorre na sociedade Americana. É preciso muita coragem para que os ex-homossexuais como Trace McNutt revelem a sua história, especialmente se levarmos em conta que fazer isso traz sobre eles desprezo e punição, tal como ocorreu com o vencedor de Grammy e cantor gospel Donnie McClurklin, que tinha sido convidado para ser cabeça de cartaz das celebrações em torno do 50º Aniversário da Marcha em Washington, mas que viu o seu convite rescindido porque ele é um ex-homossexual.

Os indivíduos que abandonam o homossexualismo superam muito mais que o seu desejo sexual indesejado por pessoas do mesmo sexo. Trace McNutt foi rejeitado pela família, foi vítima de bullying por parte dos colegas de escola, e foi vitimizado pela comunidade homossexual (que o usou como fonte de entretenimento e, posteriormente, o rejeitou quando ele se tornou viciado em drogas e contraiu o HIV).

As coisas chegaram a um ponto em que Trace estava tão doente e tão destituído que se tornou num sem-abrigo e foi forçado a viver numa lixeira na rua. A mesma comunidade drag queen que o recebeu de braços abertos, lançou-o fora como se ele fosse o lixo do dia anterior mal ele passou a ser incapaz de representar. (Podem ver a história de Trace clicando aqui).

Só depois dele abandonar o homossexualismo, tornar-se num Cristão, e deixar de representar sob o título de "Drag Queen Satânico" (com o nome de "Coma") é que a sua antiga comunidade passou a prestar atenção a ele. Ele recebeu difamação, correio cheio de ódio, e ameaças de morte por parte da assim conhecida comunidade homossexual "tolerante". A experiência de Trace é a evidência de que, quando os ex-homossexuais abandonam o homossexualismo, eles são atacados e enfrentam uma quantidade incrível de hostilidade.

No clima anti-ex-homossexual actual, falar abertamente sobre abandonar o homossexualismo é realmente um acto de coragem. O Trace McNutt é um verdadeiro herói.

Existe outro ex-homossexual que se encontra preocupado com a forma como os outros estão a tentar arrastar de volta para a escravidão estas pessoas. Ele refere-se especialmente a Alan Chambers da Exodus, grupo que ele efectivamente destruiu ao deixar-se "vender" para o outro lado. Escrevi sobre isso aqui.

Mattie Walk diz o seguinte:

Hoje em dia  estou um bocado preocupado. Estou ciente da veracidade da história em torno do meu abandono do homossexualismo, e celebro a liberdade que encontrei no Senhor Jesus Cristo. Mas mesmo assim, estou preocupado porque muitos ainda estão a ser enganados pelos ecos assombradores do discurso de abertura de Alan Chamber durante a "38th Annual Exodus Conference."

Como resultado dessas palavras, e como nunca dantes, dou por mim a ter que defender as minhas crenças e o meu testemunho perante um segmento demográfico maior. Nunca imaginaria debater com Cristãos, ou pessoas que se qualificam de "Cristãos", sobre a aceitação do homossexualismo nas igrejas.

Eu estava lá nessa noite fatídica. Só posso dizer que aprecio a distância que o tempo me deu. A organização Exodus, tal como o Titanic, foi grandiosa, mas de repente, a sua estabilidade foi colocada em causa e ela afundou-se. Aqueles que entre nós se encontravam no proverbial barco-salva-vidas, ou pior, na água, fomos deixados para sucumbir perante os elementos, ou libertos à deriva à medida que Chambers e os seus colegas avançaram para dar início a um novo ministério. O que é espantoso, visto que o próprio Chambers disse, "acreditamos que a Exodus tem que deixar de existir de modo a que a igreja possa fazer o seu trabalho. E isto deixará um vazio, um que espero que seja preenchido com nada mais que a igreja". Ele disse que o seu novo ministério irá ajudar a igreja alcançar a nova geração.

Deixa-me ver se entendi: foi melhor fechar uma organização já estabelecida que actuava lado a lado com as igrejas há 37 anos, de modo a que a igreja possa fazer o seu trabalho. E o vazio não deve ser preenchido com nada mais que a igreja, a menos que seja preenchido pelo novo ministério dirigido pela antiga equipa executiva da Exodus que planeia trabalhar lado a lado com a igreja para a ajudar ministrar as pessoas.

Mas não era isso que a Exodus estava a fazer?

Ele conclui:

Obviamente que eu não escrevo neste blogue para obter popularidade. De maneira nenhuma estou a tentar fazer com que as pessoas se decidam entre a Equipa Alan e a Equipa Matthew. No entanto, eu honestamente penso que é extremamente necessário falar a verdade sempre que o mal levanta a sua cabeça feia. Alan pode estar a descansar de modo confortável como líder da sua nova, e por mais desnecessária que ela seja, organização; mas ele deixou mil pontas soltas e muitos corações quebrados no acordar do seu reinado,segundo a sua percepção, bem sucedido.

Por mais que aquele discurso seja referenciado, partilharei a minha "Verdadeira História" do que foi estar lá. Foi como acordar no meio duma batalha, rodeado de corpos mortos e numa guerra que nem sabíamos que estava a ser combatida. Para alguns, essa foi a primeira vez que entraram em contacto com a Exodus, mas para outros foi como testemunhar a morte dum amigo de longa data.

Onde quer que tu te enquadres nesta história, por favor lembra-te que o Alan Chambers é só um homem, e eu sou só um homem. As opiniões em cada um dos lados não se comparam com a Palavra de Deus, que foi o catalisador da mudança poderosa na minha vida. A mudança é de facto possível.

Não construam o fundamento para a vossa eternidade nas opiniões dos homens. Busquem as vossas respostas através da oração, na Bíblia e através do Poder do Espírito Santo.

Sim, eu sei tudo sobre esses "Cristãos" que traíram o Senhor e traíram muitos homossexuais corajosos. Mas é assim que as coisas são. Temos que continuar a lutar pelo que está certo, e ignorar as pessoas odiosas e os enganadoras. O Senhor Jesus enfrentou muito mais, e como tal, nós também devemos.

Fontes: Voice of the Voiceless -  Mattiewalk -  Culture Watch

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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O Exército da Salvação ao serviço do gayzismo?

Há poucos dias atrás o Exército da Salvação retirou dois links do seu site dirigidos a organizações que advogam a terapia ex-gay ou Terapia Reparativa,  depois da organização lgbt "Truth Wins Out" ter entrado em contacto com o grupo de caridade e ter falado do seu apoio à práctica que visa ajudar homens e mulheres que se encontrem viciados no homossexualismo a sair desse inferior estilo de vida.

O director-executivo do grupo gayzista "Truth Wins Out" Wayne Besen afirmou:

Agradecemos o Exército da Salvação por ter agido de forma rápida e decisiva em torno dos links para organizações "ex-gays". Este é um passo na direcção certa e de acordo com a sua campanha anti-discriminação. Esperamos que esta acção avance ainda mais o estado das coisas e que isto gere confiança total por parte da comunidade lgbt.

Numa carta enviada à "Truth Wins Out" na Terça-Feira, a directora de comunicação do Exército da Salvação alegou que os links para organizações ex-gay faziam parte duma página arquivada que foi "inadvertidamente" republicada quando a organização relançou o seu site no mês passado. Jennifer Byrd, numa carta publicada na "Truth Wins Out" disse:

Pedimos desculpas pelo nosso descuido e pela confusão que ela pode ter causado. O Exército da Salvação não qualifica a orientação homossexual como um pecado. Fiquem certos que aceitamos indiscriminadamente qualquer pessoa que se dirija a nós.

O links "ofensivos", postados sob a lista de recursos do site que lida com vícios sexuais, incluía a Harvest USA, que é um "ministério dedicado a oferecer esperança no Senhor Jesus aos homens e às mulheres que batalham com o quebrantamento sexual e com o pecado."

O segundo link, Pure Life Ministries, tem 35 "conselheiros Bíblicos e equipa de apoio" a tempo inteiro que, segundo o site, dedicam-se a "trazer esperança, cura e restauração encontrados apenas em Cristo a todos aqueles que foram tocados com a lepra e com o pecado sexual".

Ambas as organizações defendem a práctica da Terapia Reparativa, que tem como propósito ajudar os homossexuais que voluntariamente busquem formas de abandonar o seu homossexualismo.

Sem surpresa alguma, a organização gayzista "Truth Wins Out" não pode aceitar que existam organizações a ajudar os homossexuais, e como tal, eles dizem:

A "Harvest USA" e a "Pure Life Ministries" são duas organizações destrutivas [sic] dedicadas a demonizar as pessoas lgbt. O Exercito da Salvação fez o correcto ao remover estes grupos "ex-gays" do seu site antes que ele pudessem prejudicar mais vítimas inocentes.

A declaração da passada Terça-Feira por parte do Exército da Salvação indica o seu abandono total das raízes Bíblicas e a acomodação ao status quo sexual da era actual. Será interessante saber se quando a pedofilia for normalizada (e já esteve mais longe de ser normalizada) o suposto Exército da "Salvação" também se irá acomodar.

Uma coisa que os Cristãos podem fazer imediatamente é alertar os líderes religiosos das suas congregações para pararem de dar qualquer apoio financeiro a uma organização que se diz "Cristã" mas que chama a Deus de Mentiroso ao afirmar que o homossexualismo não é um pecado.

Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros,
nem os efeminados, nem os sodomitas,
nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados,
nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus.
1 Cor 6:10

(Com informação deste site.)

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Antigo presidente da APA afirma que a mudança é possível


Fonte

Um antigo presidente da APA (American Psychological Association) afirma que o politicamente correcto e a ideologia homossexualista controlam a organização, e que abandonar o "estilo de vida" homossexual é possível - posição contrária àquela mantida pelas entidades responsáveis pela APA.


Dr. Nicholas Cummings, o homem que esteve à frente do movimento que lutou com sucesso para a remoção do homossexualismo da lista das doenças mentais, afirmou junto da NARTH - organização composta por profissionais de psicologia dedicados a ajudar homossexuais a pôr término ao seu auto-destrutivo comportamento sexual (como forma de levarem a cabo vidas vidas adultas normais) - afirma que é um ávido defensor dos "direitos dos homossexuais."  No entanto, ele afirmou sem reservas que os homossexuais podem mudar, e que a actual posição da APA - que declara que a mudança é impossível - é falsa.

O psicólogo Joseph Nicolosi entrevistou Cummings e este disse que, não só é possível abandonar o estilo de vida homossexual, como é um "absurdo" afirmar que os homossexuais não podem mudar. "Já passei por isso mais do que uma vez", diz ele. Para além disso, Cummings afirmou que 20% dos homossexuais que buscou a sua ajuda para abandonar o homossexualismo foram bem sucedidos.

Cummings disse que ele tinha que se "prender" à determinação do paciente, tal como aquela energizada pela religião. Mas ele afirma que os grupos dos "direitos dos homossexuais", bem como outros grupos, afirmam que estes pacientes deveriam deixar de lado a sua religião e aceitar o seu "estilo de vida." Cummings afirma que aqueles que forçam os pacientes a colocar de lado o seu desejo de parar a erotopatia não respeitam as necessidades psicológicas dos pacientes.

Cummings disse que alguns homossexuais abandonam o seu estilo de vida mas mais tarde regressam, tal como acontece com os alcoólicos e os drogados, mas há relatos de sucesso. Cummings disse também que o comité da APA que considerou a possibilidade do sucesso da terapia reparativa não permitiu que apoiantes dessa terapia fizessem parte do comité. [Ou seja, fizeram um comité para analisar a validade duma hipótese mas não permitiram que um defensor dessa hipótese fizesse parte do comité.]

Por baixo da sua aparência científica, este tipo de viés domina a APA. Ela [APA] tornou-se monolítica . . . politicamente correcta. O politicamente correcto domina, e não a ciência.
Numa segunda entrevista, Cummings descreveu a resolução de remover o homossexualismo da lista das doenças mentais.

Tomei a resolução de que gay não era uma doença mental, mas que era caracteriológico. Não só ela foi aprovada pelo Conselho de Representantes, como foi o primeiro tópico a ser levantado. Eu disse também que, com isto, a APA, caso aprovasse a resolução, votaria para continuar com as pesquisas de modo a revelar o que quer que as pesquisas demonstrassem. Ou seja, pesquisa sem viés e totalmente aberta. Nunca aconteceu.

Por esta altura, o grupo dos psiquiátras adoptou o Princípio Leona Tyler (PLT) que mandatou a disponibilização de evidências científicas para todas as suas posições públicas. Tal princípio era primordial.

Cummings disse que a APA “respeitava o PLT." No entanto "[D]e repente as coisas começaram a mudar à medida que as coisas se tornaram mais políticas que científicas” e o PLT "desapareceu". O Princípio nunca foi retirado, afirma Cummings, mas não se encontra nos anais da APA e por meados da década 90 "foi completamente esquecido". Dentro da APA, disse ele, a política começou a dominar a ciência, e os membros "escolhiam os resultados" de modo a que estes se ajustassem às suas ideias políticas esquerdistas. Uma pesquisa pelos termos "leona tyler" no site da APA não revela qualquer resultado.

Cummings diz que "o movimento gay mais ou menos que capturou a APA." (....)

A mudança aconteceu porque as posições de liderança são alternadas com membros do mesmo grupo de oficiais esquerdistas .

Há anos que cerca de 200/250 membros controlam a APA . . e eles são um grupo muito selecto.

Eles são ultra-liberais. Como tudo o que não era ultra-liberal era anátema, questionar algumas declarações em torno dos "direitos" dos gays e das lésbicas não era aceite. Isto tornou estes assuntos em assuntos relacionados com os direitos civis e não com a ciência.

Cummings ressalvou que ele é a favor dos "direitos gay" e do "casamento" homossexual, mas afirma que cada indivíduo deve decidir o que fazer com a sua orientação, e não a APA ou os activistas homossexuais. Ele afirma que as pessoas têm o direito de discordar com os "direitos dos gays" e com o "casamento homossexual", mas "entre a liderança da APA isso não é permitido. Só se ouve um dos lados do assunto."

Cumming disse que a APA precisa de fazer pesquisas honestas e levar a cabo um diálogo mais aberto em torno da terapia reparativa.

Desconectados com a realidade

Em 2006, Cummings falou numa convenção da APA e ofereceu uma longa lista de posições da APA que demonstravam que esta instituição não só estava completamente desligada do resto da sociedade, como se havia tornado numa anedota. A APA havia até tomado posição em relação ao nome das mascotes das equipas atléticas.
Este não é um assunto primordial que a sitiada profissão e ciência da psicologia enfrente.

Depois disto, ele forneceu alguns dados que demonstram como a APA está totalmente desligada dos americanos:

Embora um enorme corpo de evidências exteriores à psicologia demonstrem que crianças criadas só por um dos pais são mais susceptíveis de se envolver em problemas durante a adolescência e durante a vida adulta, porque é que a psicologia não está a analisar isto? Não será porque é politicamente incorrecto questionar as alternativas ao casamento tradicional? A mulher tem o direito de ser mãe solteira, mas não temos nós a obrigação de a ajudar a tomar uma decisão mais informada?

As raparigas adolescentes que são sexualmente activas são três mais susceptíveis de sofrer de depressão, e de levar a cabo tentativas de suicídio, do que as raparigas que não são sexualmente activas. Onde está a pesquisa psicológica em torno disto? Será porque é politicamente correcto aconselhar as adolescentes a usar latex mas incorrecto encorajá-las a evitar o sexo precoce ?

Cummings queria também saber o porquê dos psicólogos não estudarem o papel da oxitocina, hormona feminino libertado após actividade sexual, que pode "justificar o porquê das jovens mulheres se sentirem mais devastadas que os homens com a casualidade do sexo casual."

Seria de interesse prioritário os psicólogos estudarem que a emissão da oxitocina pode ser condicionada, normalmente com consequências inesperadas - tais como causando que a fêmea seja mais susceptível que os homens a entrar em depressão durante relações superficiais. Ou então confiar demasiado em homens que não mereçam. Onde está a pesquisa psicológica? É politicamente incorrecto afirmar que os homens não são iguais aos homens, neste ponto?

Os médicos não hesitam em avisar as mulheres de que elas são duas vezes mais susceptíveis que o homem de contrair cancro do pulmão. Eles não hesitam em dizer às mulheres que elas são várias vezes mais susceptíveis que os homens de sofrer algum tipo de doença devido a consumo excessivo de álcool. Será que eles têm um compromisso mais forte com a ciência e mais fraco com o politicamente correcto do que nós? 

Outra falta de harmonia entre os psicólogos e os americanos envolve a religião, diz ele: “60% dos físicos e dos químicos nas faculdades professam algum tipo de afiliação religiosa, ao mesmo tempo que só 10% dos psicólogos o faça.”

A religião é vista como não-científica. Serão os físicos menos científicos do que nós, que habitamos dentro das assim-conhecidas ciências inexactas, ou estão eles menos preocupados com o politicamente correcto? Quase 90% dos americanos expressa crença em Deus. Será que esta desarmonia está a causar a que mais e mais americanos religiosos desconfiem da psicoterapia e peçam por mais conselheiros com filiação religiosa, resultando na rápida prolifieração de centros de aconselhamento baseados na fé religiosa?

Os homossexuais podem mudar

Cummings descreveu também de forma detalhada o seu trabalho com homossexuais. Durante os seus 20 anos de exercício junto dos homossexuais de São Francisco, ele e a sua equipa viram cerca de 18,000 pacientes. Segundo Cummings, a maioria deles não queria mudar, mas chegavam ao seu consultório ....

. . devido aos mais variados motivos e insatisfações em torno do seu estilo de vida, que eventualmente expressavam um desejo de mudança. Estes motivos incluiam a natureza transitória dos seus relacionamentos, repugnância ou sentimentos de culpa devido à promiscuidade, medo das doenças, o desejo de ter uma família tradicional, etc..

Não sei exactamente quantos é que expressaram à partida um desejo de mudar, mas era uma minoria - possivelmente menos de 10% dos 18,000 pacientes (...)


* * * * * * *

Assumindo os 18,000 reportados pelo Dr Cummings, e sabendo que 20% dos 10% de homossexuais que pediam ajuda para abandonar o homossexualismo eram bem sucedidos, isto significa que 360* homossexuais foram bem sucedidos em abandonar o homossexualismo. Isto só com um profissional.

Levando em conta os 20 anos de exercício de actividade, podemos também deduzir que cerca de 18 homossexuais abandonavam o homossexualismo todos os anos (mais do que um por mês!). E isto é aquilo que os esquerdistas e os activistas homossexuais afirmam ser "impossível".

* 10% de 18,000 (aqueles que pediam ajuda para abandonar o homossexualismo) = 1800
* 20% dos 1800 (aqueles que eram bem sucedidos) = 360

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