Mostrar mensagens com a etiqueta Mudança. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mudança. Mostrar todas as mensagens

sábado, 1 de outubro de 2016

Pesquisadora lésbica afirma que ninguém nasce homossexual

Pe. Mark Hodges

Pesquisadora renomeada que trabalhou com a American Psychological Association (APA), e activista lésbica, reconheceu que os homossexuais não "nasceram assim". A Dra. Lisa Diamond, co-editora-chefe do "APA Handbook of Sexuality and Psychology" e uma das "mais respeitadas associadas" da APA, afirmou que a orientação sexual é "fluída" e não imutável.

Como psicóloga clínica, a Dra. Laura A. Haynes resumiu os capítulos de Diamond no "APA Handbook", no seu livro e nas palestras do YouTube, afirmando, "A batalha para refutar a crença 'Nascidos assim e não dá para mudar' terminou, e (Diamond) está a dizer aos activistas LGBT para pararem de promover o mito."

Ao contrário do argumento típico de que os homossexuais "nascem homossexuais", e "é assim que eles são", e que não conseguem mudar, a APA reconheceu oficialmente (em 2011) que a orientação sexual pode mudar. Diamond resumiu achados importantes na sua palestra na "Cornell University" (2013),  declarando que pesquisas abundantes têm agora confirmado que a orientação sexual - incluindo a atracção, o comportamento e a auto-identidade - são fluídas tanto para os adolescentes como para os adultos de ambos os sexos.

Estas novas alegações chocam de frente com as leis recentes, promovidas pelos activistas homossexuais e aprovadas por vários estados, banindo a "terapia reparativa", que visa ajudar os pacientes que sofrem de atracção homossexual indesejada.

A justificação usada para as leis banindo a "terapia reparativa" é que todas as pessoas que sentem atracção homossexual não só são homossexuais nascidas homossexuais, mas também que isso é um facto imutável, e a a "terapia reparativa" (dizem eles) não só é infrutífera como é também cruel. O argumento é mais ou menos assim: "Tu não consegues mudar quem tu és".

Para além disso, muitos activistas homossexuais qualificam a sua orientação sexual de "o assunto actual mais importante em relação aos direitos civis", análogo à raça.  No entanto, a APA e Diamond refutam este argumento.

O Padre Johannes Jacobse, fundador do "The American Orthodox Institute", qualificou o "correcção de curso" de Diamond de "reversão surpreendente" em relação às frequentemente repetidas justificações dos homoeróticos:

O desejo sexual é fluido, o desejo homossexual não está "fixo"; o slogan "nasci assim e não posso mudar" é um mito; os sentimentos não superam a vontade (o comportamento é uma escolha, e as pessoas não precisam de agir segundo todos os sentimentos - especialmente no que toca aos sentimentos sexuais); o argumento "nasci assim" é um argumento político e não científico; a orientação sexual encontra-se sujeita à mudança, tal como outros sentimentos.

A ideia de que o que a pessoa sente é o que ela é - o que Deus lhe criou para ser - é falsa. Se a pessoa sente desejos homossexuais, isso não significa que Deus lhe tenha criado homossexual. Se pessoa decide enveredar pelo comportamento homossexual, essa é uma decisão tomada livremente, mesmo que o desejo não o seja. Se a pessoa sente o desejo homossexual mas deseja mudar para uma heterossexualidade mas normativa, existem evidências abundantes que revelam que tal mudança é de facto possível.


O comentador Hieromonk Mark salientou que esta revelação "tem implicações profundas nas acções políticas dos anos recentes, basicamente invalidando quaisquer apelos feitos à ciência para justificar a legislação recente em áreas relacionadas com a sexualidade, tais como o reconhecimento do "casamento" homossexual, a imposição de acesso aos lavabos com base nos "sentimentos" ou na "auto-identificação" dos indivíduos em torno do seu sexo, e a restrição de liberdade de escolha em torno das opções terapêuticas, especialmente em relação aos menores, nas áreas da atracção sexual indesejada, confusão sexual ou disforia."

O Padre Jacobse disse à LifeSiteNews que a admissão de Diamond e da APA "assola as bases dos activistas homossexuais que alegam que o homossexualismo está embutido na pessoa, da mesma forma que a heterossexualidade o está. O 'nascido assim' já não vai voltar a funcionar"

Em vez disso, a APA descobriu que o desejo sexual é fluído, pode mudar, e frequentemente é isso que acontece. Dito isto, pode-se dizer então que o desejo sexual está fundamentado em algo mais que a genética, e que as questões em torno do que são as divisórias válidas e necessárias no que toca à sexualidade humana - as áreas da lei natural, moralidade, e religião - são muito importantes em moldar as nossas ideias em torno do florescimento pessoal e social.
 
O Padre Jacobse disse que as implicações da pesquisa de Diamond significa que os terapeutas podem ajudar aqueles que se querem ver livres de atracção homossexual não-desejada.

Têm que ser dadas mais considerações às pessoas que podem estar a sentir desejo homossexual indesejado. Antigamente, os conselheiros eram desaconselhados a ajudar os clientes nas suas tentativas de mudar duma orientação homossexual rumo à heterossexualidade natural sob a rubrica da ideologia "nascido assim". Até os estados foram envolvidos ao banirem a "terapia reparativa" (entre outras abordagens) em resposta ao activismo homossexual.

A realidade dos factos é que as pessoas mudam o tempo todo, e os conselheiros que têm uma pré-disposição ideológica em favor do homossexualismo deveriam ser excluídos do aconselhamento a clientes que não têm essa pré-disposição, em vez de dissuadirem o cliente de que mudar é algo de anti-natural.

~ http://bit.ly/2dcF5V

domingo, 2 de agosto de 2015

Esquerdistas querem prender crianças dentro do homossexualismo

Por Joseph Sciambra

“Esta noite, algures pela América, um jovem, por exemplo, um jovem rapaz, terá dificuldades em adormecer, batalhando sozinho com o segredo que ele tem mantido ao longo da sua vida. Brevemente, talvez, ele tomará a decisão de que chegou a hora de revelar o segredo. O que acontece a seguir depende dele, da sua família, bem como dos seus professores e da sua comunidade. Mas também depende de nós -- do tipo de sociedade que criamos, do tipo de futuro que construímos.”

Esta declaração por parte do Presidente Obama encontra-se incluída numa "Official White House Response" levada cabo para colocar em efeito a Lei Leelah, que irá banir em todo o país todas as assim-chamadas terapias de conversão para menores.

"Leelah" refere-se ao jovem rapaz [Joshua Alcorn] com desordem de identidade sexual, com um histórico de doenças mentais, que se suicidou em 2014.

De maneira vergonhosa, os defensores do homossexualismo, bem como os seus aliados dentro do Partido Democrata, estão a usar a trágica morte deste rapaz adolescente como forma de avançar ainda mais com a sua agenda social: a quase impossibilidade das pessoas que sofrem com uma atracção homossexual buscar ajuda profissional. E porquê? Porque instintivamente, eles sabem que esse tipo de terapia funciona, e isso deixa-os assustados.

Isto assusta-os porque, em primeiro lugar, se as pessoas se aperceberem que não têm que ser homossexuais, o mundo homossexual irá passar a ser irrelevante, retirando muitas pessoas dos seus lugares de poder. Em segundo lugar, este tipo de terapia pede aos homossexuais que regressem até ao lugar para onde eles mais temem regressar, isto é, atè às suas infâncias cheias de mágoas - o momento do trauma.

Parte da mentira inerente dentro do homossexualismo moderno está inadevertidamente evidente na declaração de Obama: por exemplo, porque é que o teórico jovem que ele menciona tem "dificuldades em adormecer"? Como um desses antigos insóminicos, a falta de sono exibida durante a minha adolescência não estava de maneira alguma relacionada com uma admissão ou confissão pública do meu homossexualismo, e nem com preocupações em relação à forma como as outras pessoas poderiam reagir, mas sim.porque eu estava internamente a tentar entender o porquê de que ter acabado da forma como tinha acabado [homossexual] enquanto que todos os meus amigos eram heterossexuais.

Acho que isto está associado ao entendimento fundamental que existe dentro de nós de que o homossexualismo está errado visto que todos nós, pelo menos inicialmente, militamos contra ele. Só através da capitulação (normalmente através de imagens e personalidades mediáticas pró-homossexuais, através de vídeos pornográficos homossexuais, ou através de se tornar sexualmente activo de forma prematura) é que rendição da vontade ocorre.

E é aqui que se encontra o medo: quando passamos a ser homossexuais, abdicamos parcialmente do Eu magoado e traumatizado, fundindo-o com a mentalidade homossexual; agir sexualmente segundo as nossas disfunções - isto é, um desejo irracional por amor e companheirismo masculino - amenizam e quase bloqueiam todo o acesso às memórias infantis.

Quando somos forçados a lidar com os motivos por trás do nosso homossexualismo, essa complacência confortável desaparece, e mais uma vez nós somos o pequeno rapaz amedrontado a tentar entender, sozinho, as coisas. A realização distante, e talvez desconsiderada, de que talvez o homossexualismo é uma ilusão, despe-nos das
nossas mais estimadas crenças, nomeadamente, a de que nascemos assim.

O que a terapia reparativa tenta curar é a pessoa interior dentro dum protector ambiente de terapia. Isto é especialmente eficaz quando a parte psiquiátrica e a espiritual são combinadas porque é então que o doutor pode-se tornar num agente de cura celestial, e o extraordinário pode acontecer

-  http://goo.gl/g7T3F6

* * * * * * *

Obama e os grupos homossexuais querem impedir que os adolescentes (e mais tarde, os adultos) recebam o tipo de ajuda que os pode afastar do auto-destrutivo caminho homossexual. Isto demonstra de forma clara que estes esquerdistas não têm em mente o melhor para os homossexuais, mas sim o melhor para a sua agenda esquerdista.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Como o pseudo-casamento homoerótico mudou o Canadá

Por Diane Robertson

Em 2005, o Canadá sorrateiramente legalizou o "casamento" homossexual. Ao contrário dos Estados Unidos, não houve batalhas legais e, basicamente, polémica alguma em relação a isso; apenas aconteceu. E desde então, não ouvimos alguém dizer que o "casamento" homossexual havia mudado alguma coisa no Canada.

Até agora.

A cidadã Canadiana e filha dum homem homossexual, Dawn Stefanowicz deu início a uma discussão não só sobre a sua vida como criança dum homem homossexual, mas também do que o "casamento" homossexual tem feito ao Canadá. Estas são as 3 formas através das quais o "casamento" homossexual tem mudado a sociedade Canadiana:

1. Paternidade.

As leis relativas à paternidade e às leis paternas mudaram imediatamente. A lei que legalizou o "casamento" homossexual ("Bill C-38") incluía uma provisão para redefinir a paternidade de "pais naturais" para "pais legais". As crianças já não têm o direito legal aos pais biológicos, e os pais biológicos jã não têm o direito legal aos seus filhos.

Para além disso, o "casamento" homossexual infringiu direitos paternais de todos os pais. A Human Rights Commission começou a regular a habilidade paterna de ensinar às crianças as sus crenças, as suas opiniões, e a sua fé, se por acaso as crenças dos pais fossem diferentes das crenças que a escola ensina e promove. Stefanowicz explica:

Se por acaso vocês ensinam aos vossos filhos que os relacionamentos homoeróticos estão errados, e que todas as crianças merece um pai e uma mãe, e que o único sexo que é permitido é o que ocorre dentro do casamento entre um homem e a sua esposa, vocês podem correr o risco de ver a polícia a vir-vos fazer perguntas em relação às crenças, especialmente se os vossos filhos as discutem dentro das salas de aulas.

Consequentemente, os pais sentem a interferência Estatal quando falam de assuntos centrados em questões morais e em questões de valores e ensinamentos relativos à família, à paternidade, e à educação sexual nas escolas.

2. Liberdade de Expressão

O discurso de ódio passou a ser um crime em 2004, e ele pode ser definido como qualquer pessoa que discorde com o comportamento sexual. Embora a secção focada no discurso de ódio que se encontrava na lei tenha sido repelida em 2014, a maior parte das províncias têm leis de discurso de ódio adicionais que têm o mesmo efeito. Antes da revogação, a Human Rights Commissions do Canadá tinha uma taxa de condenação na ordem dos 100%. Se por acaso alguém fosse acusado de "discurso de ódio" por outra pessoa, a primeira teria que pagar milhares de dólares em custos legais.

A Human Rights Commission [ed: isto é, o governo] ainda tem o poder de entrar dentro das residências particulares e retirar qualquer coisa pertinente a uma investigação envolvendo o discurso. De modo efectivo, isto anulou a habilidade dos Canadianos falar e escrever livremente, incluindo na internet. A Canadian Radio-television e a  Telecommunications Commission censurou todos os média. As licenças de emissão podem ser anuladas se as estações televisivas ou radiofónicas  emitirem algo que pode ser considerado anti-lgbt

3. Liberdade Religiosa

Donos de empresas, quer sejam empresas grandes ou pequenas, domésticas ou na posse de famílias, não têm a liberdade de negar prestar serviços que violam as suas convicções religiosas, se esses serviços forem pedidos por membros do grupos lgbt. Não houve nenhuma batalha a envolver bolos para cerimónias homossexuais; isso é puramente ilegal.

De facto, aquilo que é pregado nas igrejas pode ser levado para junto da Human Rights Commission. Mais uma vez, Stefanowicz explica:

A liberdade de associação e liberdade de expressão em relação a tópicos centrados no casamento homem-mulher, na família e na sexualidade encontra-se restritos. Os activistas muitas vezes tomam parte de cultos e serviços religiosos, prestando atenção a qualquer coisa que eles consideram discriminador contra os lgbt, para depois reportarem à Human Rights Commission. A maior parte dos líderes comunitários passou a ser politicamente correcta como forma de evitar multas e perda do estatuto de instituição de caridade

Já se passaram dez anos desde que o "casamento" passou a ser legal no Canadá. Desde então, leis que garantiam a liberdade de expressão, liberdade de imprensa, e liberdade religiosa, foram essencialmente revogadas em favor da protecção dos sentimentos duma pequena minoria da população Canadiana. Os direitos dos pais e das crianças foram lançados fora.

Conclusão: A mudança das leis em torno do casamento afecta toda a nação. Nenhuma nação pode redefinir a família, a unidade básica da sociedade, sem que ocorram consequências que afectam todos.

- http://goo.gl/HjYjQo

* * * * * * *

Como sempre acontece, os conservadores ainda não se aperceberam que a agenda lgbt é uma fachada que o governo usa para aumentar os seus (do governo) poder. A elite esquerdista que controla o Canadá não colocou em práctica as leis pró-lgbt para proteger os homossexuais mas sim para atacar os Cristãos. Pensem assim: será que os mesmos activistas que entram nas igrejas e escutam as pregações que lá ocorrem fazem o mesmo dentro das mesquitas do Canadá? A resposta é óbvia.

Como já foi dito, a guerra não é lgbt vs Cristãos, nem homossexuais vs Cristãos, mas sim governo vs Cristãos. O texto diz que "os pais sentem a interferência Estatal quando falam de assuntos centrados em questões morais" e esse é o foco da questão; o governo que ensinar uma nova moralidade à sociedade mas isso não pode acontecer enquanto existirem pessoas que pregam a moralidade Bíblica. Mas como o governo não pode declarar uma guerra aberta aos Cristãos (como o fizeram os Comunistas e a Nacional Socialista), o que ele faz é usar a agenda homossexual como arma bélica.

Aquilo que as pessoas vêem é um governo a "defender" os homossexuais mas o que as pessoas têm que ver é um governo a aumentar o seu poder e a usar esse poder para silenciar as pessoas que não concordam com a sua agenda cultural e moral. Por enquanto, os governos ocidentais estão ocupados a atacar os Cristãos, mas mal a oposição Cristã esteja vencida, eles vão-se virar para outros "inimigos" (tal como Estaline começou a atacar os membros do seu próprio partido mal viu o seu poder consolidado).

domingo, 7 de junho de 2015

É possível mudar a preferência sexual?

Por Kathleen Gilbert

Os terapeutas que buscam formas de normalizar o homossexualismo dizem que é impossível mudar a "orientação" sexual, e que qualquer tentativa de modificação é inerentemente prejudicial. No entanto, os resultados dum estudo de longo alcance publicados no Journal of Sex and Marital Therapy (revisto por pares) juntaram-se às centenas de outros estudos ao concluir que não só é possível, como é preferível para muitos indivíduos.

Os psicólogos Stanton L. Jones (Wheaton College) e Mark A. Yarhouse (Regent University) são os autores do estudo longitudinal, que acompanhou indivíduos que haviam buscado mudança na "orientação" sexual através do envolvimento numa variedade de ministérios Cristãos afiliados com a Exodus International.

Os autores notaram que este estudo supera uma crítica primária levantada contra os dados terapêuticos da atracção pelo mesmo sexo [ed: em inglês "same-sex atraction" = SSA] - que os resultados não são adequadamente documentados durante um certo período de tempo - ao avaliar os 98 candidatos durante um período de seis a sete anos depois do fim da terapia.

Os resultados de Jones e Yarhouse revelam que a maioria do candidatos foram bem sucedidos no seu objectivo de alterar a "orientação" sexual, e que, em média, as tentativas não foram prejudicais. Dos 98 sujeitos, e aquando da última avaliação, 61 foram categorizados como bem sucedidos na superação geral.

Cinquenta e três porcento dos avaliados foram categorizados como resultados de sucesso; especificamente, 23 porcento reportaram sucesso na forma de mudança essencial para a "orientação" e funcionalidade heterossexual, ao mesmo tempo que uns adicionais 30 porcento reportaram não mais se identificarem como homossexuais ao mesmo tempo que mantinham um estável comportamento de castidade. Na marca dos seis anos, 20 porcento dos avaliados reportou abraçar por completo uma auto-identificação homossexual.

Entretanto, os autores disseram que, em média, a aferição do stress psicológico não reflectia um aumento de stress psicológico associado à tentativa de mudança. Um comunicado de imprensa anunciando o estudo declara:

Estes resultados não provam que uma mudança categórica  de "orientação" sexual é possível para todas as pessoas ou para qualquer pessoa, mas sim que mudanças significativas através dum contínuum, que constitui uma mudança real, é possível para algumas pessoas.

O comunicado também salienta:

Estes resultados não provam que ninguém é alguma vez prejudicado pela tentativa de mudança, mas sim que a tentativa de mudança não parece, em média, ser prejudicial ou inerentemente prejudicial.

O Dr. Jones disso à LifeSiteNews.com que o estudo muito provavelmente estava enviesado em favor do optimismo para com a terapia visto que não foi possível contabilizar os candidatos que abandonaram o processo no início.

Ele disse, no entanto, que o estudo permanece acima do outros devido ao seu valor como uma avaliação a longo-prazo da viabilidade da terapia junto das pessoas com atracção homossexual. Num email enviado na Quinta-Feira, Jones escreveu:

O "padrão prateado" [dos estudos relativos à atracção homossexual] é uma estudo longitudinal que segue as pessoas repetidamente durante um período de múltiplos anos, e também um estudo prospectivo que avalia as pessoas desde o princípio da mudança. Segundo sei, o nosso é o primeiro estudo a fazer isso.

O "padrão dourado" seria um estudo completamente experimental e longitudinal que iria também atribuir aleatoriamente vários participantes a grupos de tratamento distintos, com tratamentos altamente definidos; somos de opinião que tal estudo seria, no entanto, impossível de ser levado a cabo.

Uma meta-análise baseada em mais de 100 anos de pesquisas em torno da terapia à atracção homossexual, e publicada em Junho de 2009, apurou que o homossexualismo não é imutável, e que os indivíduos que buscam mudança podem ser beneficiados com a terapia. O relatório, publicado pela NARTH, incluiu mais de 600 relatórios de clínicos, pesquisadores, antigos clientes, publicados  essencialmente em publicações profissionais e revistas por pares.

Embora a American Psychological Association desencoraje os profissionais de saúde a oferecer terapia de "reorientação" sexual, a posição oficial do grupo em relação a tais terapias é que "há evidências insuficientes" que comprovem ou desacreditem tal práctica.

O homossexualismo foi desclassificado como desordem mental do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM) em 1973 - o padrão universal para a classificação das doenças mentais - depois de anos de forte pressão por parte dos activistas homossexuais. A mudança deu início a uma mudança de política por parte dos profissionais de topo, que hoje em dia são totalmente contra a terapia de mudança de "orientação" sexual.

O Dr. Robert Spitzer, que esteve no comando da mudança do DSM, reverteu a sua posição em relação à terapia para a atracção homossexual indesejada quase 30 anos depois, passando a apoiar tais terapias depois de ter levado a cabo as suas pesquisas.

- http://goo.gl/NVuHcp

* * * * * * *

A palavra "orientação" [sexual] aparece entre aspas porque biologicamente falando, só há uma "orientação" sexual -. a heterossexual. O homossexualismo não é uma "orientação" sexual mas um PREFERÊNCIA sexual (algo que a pessoa escolhe fazer).

Os homoactivistas preferem o termo "orientação sexual" porque ela tem uma conotação mais psicológica, imutável e biológica, e menos sociológica, mas as evidências claramente demonstram que o homossexualismo é comportamento social adquirido (e não algo inerente na pessoa).

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Se é possível deixar de ser heterossexual, é possível deixar de ser homossexual?

Por Joseph Sciambra

Eu nasci heterossexual; a minha primeira paixão infantil foi por uma pequena menina loira que fazia parte da minha turma da 2ª classe. Um ano depois apaixonei-me por   Lindsay Wagner do filme “The Bionic Woman”. As coisas começaram a mudar com a minha próxima paixão - Dorothy Stratten, Playmate Playboy do Ano de 1980. Por essa altura, eu tinha cerca de 10 anos, e já estava a ler revistas da Playboy há cerca de 2 anos. Isso foi o princípio do meu vício pela pornografia.

Lentamente, comecei a ficar imune a um leque cada vez mais decadente de imagens sexuais. Da Playboy passei para a Hustler, e da Hustler passei para vídeos pornográficos; a pornografia com sexo lésbico, os menage-à-trois, e o Sadomasoquismo tomaram o lugar das mulheres das páginas centrais. 

Por volta da minha adolescência eu era practicamente inexcitável. Durante os anos 80, e sob o estigma da SIDA, a última grande perversão ainda por explorar era o homossexualismo masculino; era depravado, proibido e até mortífero; (infelizmente, hoje em dia, a última fronteira pornográfica ainda por explorar é normalmente a pornografia infantil.) Finalmente, na pornografia homossexual, encontrei algo que nunca tinha visto anteriormente. Com isso, gradualmente sucumbi à ideia de que eu deveria ser homossexual.

A pornografia homossexual também desempenhou um papel no que toca os meus medos, as minhas vergonhas e os sentimentos de inadequação masculina; por alguns momentos, consegui resolvê-los.

O passo lógico seguinte era viver as fantasias mal eu atingisse os meus 18 anos. Dentro do mundo homossexual, encontrei uma lista infindável de homens dispostos a aceitar-me como um deles. E com isso, a pergunta parece respondida e aceitação da orientação consolida-se.

Para mim, rumar em direcção ao homossexualismo começou com a pornografia. Ou não? Durante a maior parte das vezes, a minha atracção imediata pela pornografia era um sintoma e não a doença. Como um rapaz relativamente solitário, a dimensão imaginária da pornografia servia como um escape ideal - mais ainda quando eu atingi a puberdade e fui ficando cada vez menos seguro da minha identidade: eu era inseguro e sensível, admirando frequentemente os rapazes que pareciam ser confiantes, destemidos, fisicamente coordenados.

No mundo da pornografia. pude viver essa fascínio. Logo, na minha opinião, o ponto de maior maleabilidade continua a ser a minha infância; mal a pessoa passa da imaginação para o mundo físico, é por vezes demasiado tarde para reverter o processo. Então, fica a pergunta: pode o homossexualismo ser revertido?

Sem dúvida que as crianças podem ser curadas da mentalidade homossexual. A resposta encontra-se em escavar e curar a causa ou as causas principais. No meu caso, a fixação pela pornografia escondia uma mágoa e um rapaz assustado que encontrou consolo dentro da falsa beleza da pornografia.

Na actual idade da internet, o processo de se descobrir dentro da pornografia é mais rápido e mais facilidado ainda pelos média pró-homossexualismo; as crianças definem-se numa idade mais jovem e daí a tendência alarmante de adolescentes travestidos. Na internet há um palpável sub-conjunto de fetishes criados como forma de mascarar todas as feridas emocionais: pais e filhos, twinks aterrorizados, gag the fag ["amordaça o homossexual"]. A instabilidade psicológica passa a ficar codificada com uma imagem 

Ao remover o acesso à pornografia, é menos provável que a criança que é susceptível a sentimentos de atracção homossexual se fixe; sem a pornografia a nublar e a complicar o o problema, um terapeuta profissional Cristão será capaz de detectar a origem da ferida, e com a ajuda dos pais, curar a criança.

Uma vez que eu já era adulto, e totalmente indoutrinado com as mentiras do homossexualismo, foi muito mais difícil desfazer os estragos que haviam sido feitos em mim. Mas mesmo assim, é possível, e eu sou a prova viva de que,  “A perdida buscarei, e a desgarrada tornarei a trazer, e a quebrada ligarei, e a enferma fortalecerei” (Eze 34:16)


domingo, 13 de julho de 2014

Ninguém nasce homossexual, afirmam psiquiatras

Uma declaração feita pelo "Royal College of Psychiatrists", de que as pessoas não nascem homossexuais, tem sido recebida por uma organização de caridade Cristã que ajuda os homens e as mulheres com atracção homossexual indesejada como uma "enorme admissão".

A organização "Core Issues Trust" (CIT), que está a fazer uma campanha contra a proibição à terapia que é oferecida às pessoas que voluntariamente queiram abandonar o estilo de vida homossexual,, afirma que a declaração mais recente do "Royal College" admite o que havia sido previamente negado. O director da CIT, Mike Davidson, afirma:

Eles afirmam agora que as causas do homossexualismo giram em volta duma combinação de "factores ambientais biológicos e pós-natais". Portanto, se a criança não tiver tais experiências pós-natal, ela irá crescer heterossexual.

Davidson afirma que não acredita que apesar desta admissão, de que ser homossexual não está fixo à nascença, o Royal College continue a apoiar a proibição da terapia de alteração da preferência sexual:

O "Royal College" modificou também a sua visão sobre a orientação sexual [sic] pode ser alterada, afirmando que, 'Não se dá o caso da orientação sexual [sic] ser imutável ou não possa variar ao longa da vida da pessoa'. Portanto, como é que estas declarações podem ser consistentes com uma proibição a pessoas que voluntariamente busquem aconselhamento profissional para alterar os seus indesejados sentimentos homossexuais?

* * * * * * *
Mais um duro golpe para os engenheiros sociais que visam reduzir a natalidade promovendo o auto-destrutivo comportamento homoerótico.



quarta-feira, 30 de abril de 2014

Como James Parker deixou de ser homossexual


Provavelmente pode-se dizer que tornei-me heterossexual acidentalmente. Nunca foi algo planeado de forma relevante; a terapia foi uma tentativa de resolver os problemas que eu tinha nas relações e não uma tentativa de resolver a minha identidade sexual. Eu nunca tive desejo de alterar a minha sexualidade mas foi isso que aconteceu - e de facto, eu mudei tudo. Havendo tido centenas de parceiros sexuais, eventualmente casei-me com uma mulher e tive uma filha e isso mudou por completo a visão que eu tinha da vida. Deixei de ser uma pessoa arrogante que falava alto, tentando desesperadamente mascarar as profundas inseguranças que sentia sempre que me encontrava dentro dum grupo, para um homem forte e assertivo, amante de desportos e filmes de guerra. Com 46 anos, nunca me senti melhor na minha pele.

Mas antes de entrar em detalhes em torno da minha conversão, voltemos ao princípio.

Eu soube que era homossexual quando tinha 10 ou 11 anos. O meu próprio primo tinha-se assumido e eu apercebi-me que as minhas atracções eram as mesmas. Com 10 ou 11 anos, os rapazes começam a interessar-se pelas raparigas, mas eu só estava interessado nos rapazes. Eu claramente fazia parte do grupo 6 da Escala de Kinsey - homem exclusivamente homossexual sem qualquer tipo de desejos heterossexuais.

A minha adolescência foi um inferno. Pensei no suicídio com frequência, e,para além de ter um crescente problema com o álcool e a pornografia, ocasionalmente infligi dano fisico a mim mesmo. Assumi-me perante os meus pais quando tinha 17 anos com a face coberta de lágrimas. Mas o meu pai e a minha mãe foram espectaculares; eles disseram que sempre souberam e afirmaram o seu amor incondicional por mim. Os meus colegas de escola também me disseram que há já algum tempo que sabiam e deram-me o seu apoio. O processo de me "assumir " não foi tortuoso ou traumático.

Quando tinha 18 anos mudei-me para Londres proveniente do norte da Inglaterra, e abracei por completo a minha identidade homossexual. Tornei-me na primeira pessoa a viver abertamente como homossexual na secção da universidade que frequentei, chegando até a estabelecer um grupo lgbt para outros estudantes e falando de modo activo contra aqueles que sugeriam que ser homossexual era, ser alguma forma, uma escolha.

Nunca senti a necessidade de mudar. Nasci homosexual e isso era tudo o que eu precisava de saber. Fim. Embora eu tivesse sido educado como Cristão e tivesse frequentado o Movimento Cristão lgbt em Londres, eu deletava-me no ambiente homossexual da capital e tinha um estilo de vida muito promíscuo. De facto, calculo que eu tenha tido 200 parceiros sexuais.

Eventualmente, estabeleci-me numa relação duradoura com um namorado, um ex-soldado e veterano das Falklands, e consideramos casar no estrangeiro - ou pelo menos estabelecer uma união civil. Mas por volta desta altura eu tomei a decisão de ter um relacionamento com Cristo, o que me permitiu examinar mais profundamente a minha vida. Apercebi-me que havia assuntos por resolver dentro de mim, assuntos esses que se centravam no comprimisso. Descobri que eu tinha um medo enraizado de rejeição, era muito ansioso e usava as pessoas. Tinha um medo inato dos homens - não medo da sua homofobia, mas o que realmente importava: um abismo entre mim e os homens heterosexuais normais (os assim chamados "Números Um" da Escala de Kinsey).

Como forma de começar tudo de novo, terminei o relacionamento que tinha com o meu parceiro de longa data e, sob sugestão dum amigo meu, comecei a ter terapia como forma de resolver os meus problemas com o compromisso. Não havia nada de brutal ou lancinante àcerca da ajuda que recebi; as histórias de horror que são faladas nos documentários em torno da "conversão" homossexual-heterosexual não se aplicam aqui. O que aconteceu foi terapia cognitiva (para colocar em causa as minhas crenças e eliminar todo o tipo de viés), terapia comportamental (para alterar as acções problemáticas treinadas através de anos de consolidação), e EMDR (que usa movimentos oculares rápidos como forma de amortecer o poder das memórias traumática)s.

O meu terapêuta nunca se focou de modo exclusivo no facto de eu ter atracção por homens, mas o facto de eu "ser homossexual" fazia parte do nosso diálogo (se assim não fosse, eu estaria a deixar de lado uma parte da minha vida). A maior parte da minha caminhada centrava-se em eu ser capaz de perdoar as pessoas que eu precisava de perdoar, e entender que em fases da minha vida, eu havia erigido muros contra os outros (especialmente contra os meus pais e os meus irmãos).

Eventualmente eu apercebi-me que enquanto era rapaz, eu havia falhado em interagir de modo importante com outros homens. Eu havia olhado para mim como alguém rejeitado pelos homens, mesmo quando era rapaz, e tinha feito um voto de nunca confiar de modo profundo em homem algum. As pessoas tentaram-me alcançar mas eu  tratei-as com desprezo, incluindo o meu pai e os meus dois irmãos mais velhos. Não é de admirar portanto que durante a minha adolescência os homens se tenham tornado num mistério para mim, precisamente quando eu os comecei a desejar e a alimentar o meu desejo através da pornografia.

Também me apercebi que me havia lançado por completo no mundo feminino sem qualquer contra-balanço masculino, mas eu desprezava as mulheres por terem a habilidade natural de seduzir todos os aspectos dos homens heterossexuais, algo que eu não conseguia. Descobri que o meu lugar não era no meio das mulheres.

Muitas das minhas crenças cardinais foram colocadas em causa - o meu aspecto, o meu corpo, a minha forma de andar - e o meu terapêuta desafiou-me a observar onde é que eu não era como os outros homens, e em que partes eu era. O terapêuta começou a tratar de coisas tais como a minha voz e a minha maneira de andar - ele estava a dar-me autorização para pensar duma forma diferente, e fazer as coisas duma maneira diferente.


Aceitação.


Os meus receios e as minhas ansiedades enventualmente diminuiram e eu comecei a sentir-me mais aceite junto dos homens e das mulheres. Passei de alguém que rejeitava por completo a identidade masculina para alguém que a abraçava; a minha postura mudou, comecei a andar duma forma mais heterossexual e perdi o meu jeito de andar amaneirado. A minha voz ganhou um novo tipo de ressonância de tal modo que as pessoas passaram a comentar isso com regularidade.

Comecei a ver que se calhar, se calhar, eu nunca havia sido verdadeiramente homossexual e que escondido dentro de mim, desejoso de ser liberto e solto, havia um homem tão real e tão nobre como os homens que eu admirava, reverenciava e desejava.

O contacto físico com as mulheres, até tocar no seu cabelo, tornou-se mais agradável. Comecei a gostar de ser homem e a gostar da companhia das mulheres, mas isso não quer dizer que em me sentia atraído a todas as mulheres que eu encontrava (afinal, eu já não era um adolescente). Mas isto foi um processo gradual que eventualmente levou aos encontros românticos e aos relacionamentos.

Actualmente encontro-me casado com a mesma mulher há 8 anos com quem tenho uma filha de 5 anos. Adoro a arte e o teatro, mas gosto de desportos colectivos de uma forma que me assustava quando era uma criança. Um dos meus filmes favoritos é o filme "Saving Private Ryan" porque centra-se na irmandade e na profunda amizade masculina, algo que, no passado, eu nunca gostei-
-
Será que hoje em dia sou exclusivamente heterossexual? A maior parte do tempo, sim. Mas para a maior parte das pessoas existem períodos onde a sexualidade pode ser bem fluida. Por vezes isto também se aplica a mim. Não sinto saudades do estilo de vida homossexual que deixei para trás - quando visitei o meu ex-namorado, cinco anos depois da terapia, apercebi-me das desvantagens deste estilo de vida. A sua voz havia-se tornado debilitada e fraca e ele havia contraído o HIV.

Sei mais do que nunca que, a longo prazo, a minha decisão de considerar terapia, e mais tarde a terapia que se dedica a reparar orientação sexual mal-formada, salvou a minha vida. Salvou também bastante dinheiro aos contribuintes visto hoje acredito que se tivesse ficado no homossexualismo eu acabaria por considerar, e invariavelmente a pedir, uma operação de redesignação sexual à custa do dinheiro público.

Mas as mudanças na minha vida (e na vida do meu ex-namorado) não me motivam a querer pregar a alguém ou a tentar converter os outros. A terapia pode ser perigosa e não há motivo algum que justifique que alguém se sinta forçado a "converter". Mas hoje acredito que ninguém nasce homossexual, e que qualquer pessoa pode desenvolver o tipo de identidade oculta que eu encontrei.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Antigo presidente da APA afirma que a mudança é possível


Fonte

Um antigo presidente da APA (American Psychological Association) afirma que o politicamente correcto e a ideologia homossexualista controlam a organização, e que abandonar o "estilo de vida" homossexual é possível - posição contrária àquela mantida pelas entidades responsáveis pela APA.


Dr. Nicholas Cummings, o homem que esteve à frente do movimento que lutou com sucesso para a remoção do homossexualismo da lista das doenças mentais, afirmou junto da NARTH - organização composta por profissionais de psicologia dedicados a ajudar homossexuais a pôr término ao seu auto-destrutivo comportamento sexual (como forma de levarem a cabo vidas vidas adultas normais) - afirma que é um ávido defensor dos "direitos dos homossexuais."  No entanto, ele afirmou sem reservas que os homossexuais podem mudar, e que a actual posição da APA - que declara que a mudança é impossível - é falsa.

O psicólogo Joseph Nicolosi entrevistou Cummings e este disse que, não só é possível abandonar o estilo de vida homossexual, como é um "absurdo" afirmar que os homossexuais não podem mudar. "Já passei por isso mais do que uma vez", diz ele. Para além disso, Cummings afirmou que 20% dos homossexuais que buscou a sua ajuda para abandonar o homossexualismo foram bem sucedidos.

Cummings disse que ele tinha que se "prender" à determinação do paciente, tal como aquela energizada pela religião. Mas ele afirma que os grupos dos "direitos dos homossexuais", bem como outros grupos, afirmam que estes pacientes deveriam deixar de lado a sua religião e aceitar o seu "estilo de vida." Cummings afirma que aqueles que forçam os pacientes a colocar de lado o seu desejo de parar a erotopatia não respeitam as necessidades psicológicas dos pacientes.

Cummings disse que alguns homossexuais abandonam o seu estilo de vida mas mais tarde regressam, tal como acontece com os alcoólicos e os drogados, mas há relatos de sucesso. Cummings disse também que o comité da APA que considerou a possibilidade do sucesso da terapia reparativa não permitiu que apoiantes dessa terapia fizessem parte do comité. [Ou seja, fizeram um comité para analisar a validade duma hipótese mas não permitiram que um defensor dessa hipótese fizesse parte do comité.]

Por baixo da sua aparência científica, este tipo de viés domina a APA. Ela [APA] tornou-se monolítica . . . politicamente correcta. O politicamente correcto domina, e não a ciência.
Numa segunda entrevista, Cummings descreveu a resolução de remover o homossexualismo da lista das doenças mentais.

Tomei a resolução de que gay não era uma doença mental, mas que era caracteriológico. Não só ela foi aprovada pelo Conselho de Representantes, como foi o primeiro tópico a ser levantado. Eu disse também que, com isto, a APA, caso aprovasse a resolução, votaria para continuar com as pesquisas de modo a revelar o que quer que as pesquisas demonstrassem. Ou seja, pesquisa sem viés e totalmente aberta. Nunca aconteceu.

Por esta altura, o grupo dos psiquiátras adoptou o Princípio Leona Tyler (PLT) que mandatou a disponibilização de evidências científicas para todas as suas posições públicas. Tal princípio era primordial.

Cummings disse que a APA “respeitava o PLT." No entanto "[D]e repente as coisas começaram a mudar à medida que as coisas se tornaram mais políticas que científicas” e o PLT "desapareceu". O Princípio nunca foi retirado, afirma Cummings, mas não se encontra nos anais da APA e por meados da década 90 "foi completamente esquecido". Dentro da APA, disse ele, a política começou a dominar a ciência, e os membros "escolhiam os resultados" de modo a que estes se ajustassem às suas ideias políticas esquerdistas. Uma pesquisa pelos termos "leona tyler" no site da APA não revela qualquer resultado.

Cummings diz que "o movimento gay mais ou menos que capturou a APA." (....)

A mudança aconteceu porque as posições de liderança são alternadas com membros do mesmo grupo de oficiais esquerdistas .

Há anos que cerca de 200/250 membros controlam a APA . . e eles são um grupo muito selecto.

Eles são ultra-liberais. Como tudo o que não era ultra-liberal era anátema, questionar algumas declarações em torno dos "direitos" dos gays e das lésbicas não era aceite. Isto tornou estes assuntos em assuntos relacionados com os direitos civis e não com a ciência.

Cummings ressalvou que ele é a favor dos "direitos gay" e do "casamento" homossexual, mas afirma que cada indivíduo deve decidir o que fazer com a sua orientação, e não a APA ou os activistas homossexuais. Ele afirma que as pessoas têm o direito de discordar com os "direitos dos gays" e com o "casamento homossexual", mas "entre a liderança da APA isso não é permitido. Só se ouve um dos lados do assunto."

Cumming disse que a APA precisa de fazer pesquisas honestas e levar a cabo um diálogo mais aberto em torno da terapia reparativa.

Desconectados com a realidade

Em 2006, Cummings falou numa convenção da APA e ofereceu uma longa lista de posições da APA que demonstravam que esta instituição não só estava completamente desligada do resto da sociedade, como se havia tornado numa anedota. A APA havia até tomado posição em relação ao nome das mascotes das equipas atléticas.
Este não é um assunto primordial que a sitiada profissão e ciência da psicologia enfrente.

Depois disto, ele forneceu alguns dados que demonstram como a APA está totalmente desligada dos americanos:

Embora um enorme corpo de evidências exteriores à psicologia demonstrem que crianças criadas só por um dos pais são mais susceptíveis de se envolver em problemas durante a adolescência e durante a vida adulta, porque é que a psicologia não está a analisar isto? Não será porque é politicamente incorrecto questionar as alternativas ao casamento tradicional? A mulher tem o direito de ser mãe solteira, mas não temos nós a obrigação de a ajudar a tomar uma decisão mais informada?

As raparigas adolescentes que são sexualmente activas são três mais susceptíveis de sofrer de depressão, e de levar a cabo tentativas de suicídio, do que as raparigas que não são sexualmente activas. Onde está a pesquisa psicológica em torno disto? Será porque é politicamente correcto aconselhar as adolescentes a usar latex mas incorrecto encorajá-las a evitar o sexo precoce ?

Cummings queria também saber o porquê dos psicólogos não estudarem o papel da oxitocina, hormona feminino libertado após actividade sexual, que pode "justificar o porquê das jovens mulheres se sentirem mais devastadas que os homens com a casualidade do sexo casual."

Seria de interesse prioritário os psicólogos estudarem que a emissão da oxitocina pode ser condicionada, normalmente com consequências inesperadas - tais como causando que a fêmea seja mais susceptível que os homens a entrar em depressão durante relações superficiais. Ou então confiar demasiado em homens que não mereçam. Onde está a pesquisa psicológica? É politicamente incorrecto afirmar que os homens não são iguais aos homens, neste ponto?

Os médicos não hesitam em avisar as mulheres de que elas são duas vezes mais susceptíveis que o homem de contrair cancro do pulmão. Eles não hesitam em dizer às mulheres que elas são várias vezes mais susceptíveis que os homens de sofrer algum tipo de doença devido a consumo excessivo de álcool. Será que eles têm um compromisso mais forte com a ciência e mais fraco com o politicamente correcto do que nós? 

Outra falta de harmonia entre os psicólogos e os americanos envolve a religião, diz ele: “60% dos físicos e dos químicos nas faculdades professam algum tipo de afiliação religiosa, ao mesmo tempo que só 10% dos psicólogos o faça.”

A religião é vista como não-científica. Serão os físicos menos científicos do que nós, que habitamos dentro das assim-conhecidas ciências inexactas, ou estão eles menos preocupados com o politicamente correcto? Quase 90% dos americanos expressa crença em Deus. Será que esta desarmonia está a causar a que mais e mais americanos religiosos desconfiem da psicoterapia e peçam por mais conselheiros com filiação religiosa, resultando na rápida prolifieração de centros de aconselhamento baseados na fé religiosa?

Os homossexuais podem mudar

Cummings descreveu também de forma detalhada o seu trabalho com homossexuais. Durante os seus 20 anos de exercício junto dos homossexuais de São Francisco, ele e a sua equipa viram cerca de 18,000 pacientes. Segundo Cummings, a maioria deles não queria mudar, mas chegavam ao seu consultório ....

. . devido aos mais variados motivos e insatisfações em torno do seu estilo de vida, que eventualmente expressavam um desejo de mudança. Estes motivos incluiam a natureza transitória dos seus relacionamentos, repugnância ou sentimentos de culpa devido à promiscuidade, medo das doenças, o desejo de ter uma família tradicional, etc..

Não sei exactamente quantos é que expressaram à partida um desejo de mudar, mas era uma minoria - possivelmente menos de 10% dos 18,000 pacientes (...)


* * * * * * *

Assumindo os 18,000 reportados pelo Dr Cummings, e sabendo que 20% dos 10% de homossexuais que pediam ajuda para abandonar o homossexualismo eram bem sucedidos, isto significa que 360* homossexuais foram bem sucedidos em abandonar o homossexualismo. Isto só com um profissional.

Levando em conta os 20 anos de exercício de actividade, podemos também deduzir que cerca de 18 homossexuais abandonavam o homossexualismo todos os anos (mais do que um por mês!). E isto é aquilo que os esquerdistas e os activistas homossexuais afirmam ser "impossível".

* 10% de 18,000 (aqueles que pediam ajuda para abandonar o homossexualismo) = 1800
* 20% dos 1800 (aqueles que eram bem sucedidos) = 360

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...