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domingo, 21 de junho de 2015

Mães dominantes e filhos homossexuais

Apesar de enorme publicidade que lhes é conferida, os estudos que supostamente provam que a homossexualismo masculino é causado pelos genes ou por anomalias cerebrais revelaram-se como sendo na sua maioria sem qualquer fundamento.

Estudo publicados recentemente encontraram poucas ou nenhumas evidências genéticas, a mesmo tempo que há um enorme corpo de evidências que sugerem que o homossexualismo  tem um significativo componente ambiental.

Os homens homossexuais são duas vezes mais susceptíveis que os heterossexuais  de virem duma família disfuncional, metade pintando a seguinte imagem da sua adolescência:

* A mãe era o centro da sua atenção, e eles eram anormalmente próximos;

* Ela olha para as brincadeiras mais energéticas como perigosas, e fica excessivamente ansiosa em relação à segurança e saúde dele;

* Isto inibe a sua agressividade, e está muito agarrado e ansioso perante a perspectiva de ficar separado dela.

* Na parte inicial da sua adolescência, ela pode até flirtar com ele

* Ela é uma mãe dominante, poderosa e pouco confortável com a masculinidade; ela chega até a emasculá-lo;

* Ela toma mais decisões familiares que o pai, e é a personalidade forte;

* O pai encontra-se rejeitado, ou retirado, ou é fraco, está ausente - emocionalmente, literalmente ou uma combinação destas

* O relacionamento marital dos pais é um desastre.


Os homens homossexuais tendem a ter um relacionamento negativo com os pais, metade deles (comparados com 1/4 dos heterossexuais) sentido raiva, ressentimento e medo dos pais, que eles consideram ser frio, hostil, desligado e submisso. Eles não olham para os pais como exemplo.

Mais de 70% dos homens homossexuais sentem-se diferentes dos pais enquanto crescem, (contra 1/3 dos heterossexuais), e mais parecidos com as mães. Cerca de metade sente que as suas mães não querem que eles cresçam e fiquem iguais aos pais, e mais de 2/3 sente que as suas mães dominaram os seus pais.

- http://goo.gl/Al2pGq
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domingo, 7 de junho de 2015

É possível mudar a preferência sexual?

Por Kathleen Gilbert

Os terapeutas que buscam formas de normalizar o homossexualismo dizem que é impossível mudar a "orientação" sexual, e que qualquer tentativa de modificação é inerentemente prejudicial. No entanto, os resultados dum estudo de longo alcance publicados no Journal of Sex and Marital Therapy (revisto por pares) juntaram-se às centenas de outros estudos ao concluir que não só é possível, como é preferível para muitos indivíduos.

Os psicólogos Stanton L. Jones (Wheaton College) e Mark A. Yarhouse (Regent University) são os autores do estudo longitudinal, que acompanhou indivíduos que haviam buscado mudança na "orientação" sexual através do envolvimento numa variedade de ministérios Cristãos afiliados com a Exodus International.

Os autores notaram que este estudo supera uma crítica primária levantada contra os dados terapêuticos da atracção pelo mesmo sexo [ed: em inglês "same-sex atraction" = SSA] - que os resultados não são adequadamente documentados durante um certo período de tempo - ao avaliar os 98 candidatos durante um período de seis a sete anos depois do fim da terapia.

Os resultados de Jones e Yarhouse revelam que a maioria do candidatos foram bem sucedidos no seu objectivo de alterar a "orientação" sexual, e que, em média, as tentativas não foram prejudicais. Dos 98 sujeitos, e aquando da última avaliação, 61 foram categorizados como bem sucedidos na superação geral.

Cinquenta e três porcento dos avaliados foram categorizados como resultados de sucesso; especificamente, 23 porcento reportaram sucesso na forma de mudança essencial para a "orientação" e funcionalidade heterossexual, ao mesmo tempo que uns adicionais 30 porcento reportaram não mais se identificarem como homossexuais ao mesmo tempo que mantinham um estável comportamento de castidade. Na marca dos seis anos, 20 porcento dos avaliados reportou abraçar por completo uma auto-identificação homossexual.

Entretanto, os autores disseram que, em média, a aferição do stress psicológico não reflectia um aumento de stress psicológico associado à tentativa de mudança. Um comunicado de imprensa anunciando o estudo declara:

Estes resultados não provam que uma mudança categórica  de "orientação" sexual é possível para todas as pessoas ou para qualquer pessoa, mas sim que mudanças significativas através dum contínuum, que constitui uma mudança real, é possível para algumas pessoas.

O comunicado também salienta:

Estes resultados não provam que ninguém é alguma vez prejudicado pela tentativa de mudança, mas sim que a tentativa de mudança não parece, em média, ser prejudicial ou inerentemente prejudicial.

O Dr. Jones disso à LifeSiteNews.com que o estudo muito provavelmente estava enviesado em favor do optimismo para com a terapia visto que não foi possível contabilizar os candidatos que abandonaram o processo no início.

Ele disse, no entanto, que o estudo permanece acima do outros devido ao seu valor como uma avaliação a longo-prazo da viabilidade da terapia junto das pessoas com atracção homossexual. Num email enviado na Quinta-Feira, Jones escreveu:

O "padrão prateado" [dos estudos relativos à atracção homossexual] é uma estudo longitudinal que segue as pessoas repetidamente durante um período de múltiplos anos, e também um estudo prospectivo que avalia as pessoas desde o princípio da mudança. Segundo sei, o nosso é o primeiro estudo a fazer isso.

O "padrão dourado" seria um estudo completamente experimental e longitudinal que iria também atribuir aleatoriamente vários participantes a grupos de tratamento distintos, com tratamentos altamente definidos; somos de opinião que tal estudo seria, no entanto, impossível de ser levado a cabo.

Uma meta-análise baseada em mais de 100 anos de pesquisas em torno da terapia à atracção homossexual, e publicada em Junho de 2009, apurou que o homossexualismo não é imutável, e que os indivíduos que buscam mudança podem ser beneficiados com a terapia. O relatório, publicado pela NARTH, incluiu mais de 600 relatórios de clínicos, pesquisadores, antigos clientes, publicados  essencialmente em publicações profissionais e revistas por pares.

Embora a American Psychological Association desencoraje os profissionais de saúde a oferecer terapia de "reorientação" sexual, a posição oficial do grupo em relação a tais terapias é que "há evidências insuficientes" que comprovem ou desacreditem tal práctica.

O homossexualismo foi desclassificado como desordem mental do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM) em 1973 - o padrão universal para a classificação das doenças mentais - depois de anos de forte pressão por parte dos activistas homossexuais. A mudança deu início a uma mudança de política por parte dos profissionais de topo, que hoje em dia são totalmente contra a terapia de mudança de "orientação" sexual.

O Dr. Robert Spitzer, que esteve no comando da mudança do DSM, reverteu a sua posição em relação à terapia para a atracção homossexual indesejada quase 30 anos depois, passando a apoiar tais terapias depois de ter levado a cabo as suas pesquisas.

- http://goo.gl/NVuHcp

* * * * * * *

A palavra "orientação" [sexual] aparece entre aspas porque biologicamente falando, só há uma "orientação" sexual -. a heterossexual. O homossexualismo não é uma "orientação" sexual mas um PREFERÊNCIA sexual (algo que a pessoa escolhe fazer).

Os homoactivistas preferem o termo "orientação sexual" porque ela tem uma conotação mais psicológica, imutável e biológica, e menos sociológica, mas as evidências claramente demonstram que o homossexualismo é comportamento social adquirido (e não algo inerente na pessoa).

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Se é possível deixar de ser heterossexual, é possível deixar de ser homossexual?

Por Joseph Sciambra

Eu nasci heterossexual; a minha primeira paixão infantil foi por uma pequena menina loira que fazia parte da minha turma da 2ª classe. Um ano depois apaixonei-me por   Lindsay Wagner do filme “The Bionic Woman”. As coisas começaram a mudar com a minha próxima paixão - Dorothy Stratten, Playmate Playboy do Ano de 1980. Por essa altura, eu tinha cerca de 10 anos, e já estava a ler revistas da Playboy há cerca de 2 anos. Isso foi o princípio do meu vício pela pornografia.

Lentamente, comecei a ficar imune a um leque cada vez mais decadente de imagens sexuais. Da Playboy passei para a Hustler, e da Hustler passei para vídeos pornográficos; a pornografia com sexo lésbico, os menage-à-trois, e o Sadomasoquismo tomaram o lugar das mulheres das páginas centrais. 

Por volta da minha adolescência eu era practicamente inexcitável. Durante os anos 80, e sob o estigma da SIDA, a última grande perversão ainda por explorar era o homossexualismo masculino; era depravado, proibido e até mortífero; (infelizmente, hoje em dia, a última fronteira pornográfica ainda por explorar é normalmente a pornografia infantil.) Finalmente, na pornografia homossexual, encontrei algo que nunca tinha visto anteriormente. Com isso, gradualmente sucumbi à ideia de que eu deveria ser homossexual.

A pornografia homossexual também desempenhou um papel no que toca os meus medos, as minhas vergonhas e os sentimentos de inadequação masculina; por alguns momentos, consegui resolvê-los.

O passo lógico seguinte era viver as fantasias mal eu atingisse os meus 18 anos. Dentro do mundo homossexual, encontrei uma lista infindável de homens dispostos a aceitar-me como um deles. E com isso, a pergunta parece respondida e aceitação da orientação consolida-se.

Para mim, rumar em direcção ao homossexualismo começou com a pornografia. Ou não? Durante a maior parte das vezes, a minha atracção imediata pela pornografia era um sintoma e não a doença. Como um rapaz relativamente solitário, a dimensão imaginária da pornografia servia como um escape ideal - mais ainda quando eu atingi a puberdade e fui ficando cada vez menos seguro da minha identidade: eu era inseguro e sensível, admirando frequentemente os rapazes que pareciam ser confiantes, destemidos, fisicamente coordenados.

No mundo da pornografia. pude viver essa fascínio. Logo, na minha opinião, o ponto de maior maleabilidade continua a ser a minha infância; mal a pessoa passa da imaginação para o mundo físico, é por vezes demasiado tarde para reverter o processo. Então, fica a pergunta: pode o homossexualismo ser revertido?

Sem dúvida que as crianças podem ser curadas da mentalidade homossexual. A resposta encontra-se em escavar e curar a causa ou as causas principais. No meu caso, a fixação pela pornografia escondia uma mágoa e um rapaz assustado que encontrou consolo dentro da falsa beleza da pornografia.

Na actual idade da internet, o processo de se descobrir dentro da pornografia é mais rápido e mais facilidado ainda pelos média pró-homossexualismo; as crianças definem-se numa idade mais jovem e daí a tendência alarmante de adolescentes travestidos. Na internet há um palpável sub-conjunto de fetishes criados como forma de mascarar todas as feridas emocionais: pais e filhos, twinks aterrorizados, gag the fag ["amordaça o homossexual"]. A instabilidade psicológica passa a ficar codificada com uma imagem 

Ao remover o acesso à pornografia, é menos provável que a criança que é susceptível a sentimentos de atracção homossexual se fixe; sem a pornografia a nublar e a complicar o o problema, um terapeuta profissional Cristão será capaz de detectar a origem da ferida, e com a ajuda dos pais, curar a criança.

Uma vez que eu já era adulto, e totalmente indoutrinado com as mentiras do homossexualismo, foi muito mais difícil desfazer os estragos que haviam sido feitos em mim. Mas mesmo assim, é possível, e eu sou a prova viva de que,  “A perdida buscarei, e a desgarrada tornarei a trazer, e a quebrada ligarei, e a enferma fortalecerei” (Eze 34:16)


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Revisão dos estudos que avaliaram a preferência sexual das crianças educadas por homossexuais

Por Trayce Hansen, Ph.D.

Levei a cabo uma revisão a todos os estudos que consegui localizar que avaliavam a preferência sexual das crianças educadas por duplas homossexuais. Nesta minha avaliação eu estabeleci dois critérios: Primeiro: os autores tinham que ser pesquisadores pró-homossexualismo visto que de outra forma, os críticos poderiam desqualificar os seus resultados. Segundo: eu só busquei estudos que utilizavam sujeitos com 18 anos, ou mais, visto que muitos indivíduos não se auto-identificam como homossexuais até depois dessa idade (Patterson, 1992).

Infelizmente, poucos estudos preencheram o critério dos 18 anos, e devido a isso, e como forma de maximizar o número de estudos presentes na minha pesquisa, inclui estudos com sujeitos com idades que poderiam chegar ao 14 anos. Devido à inclusão de estudos com sujeitos com tão baixa idade, a percentagem reportada de crianças não-heterossexuais pode ser sub-estimativa.

Os pesquisadores pró-homossexualismo alegam com frequência que os estudos levados a cabo "não apuram qualquer diferença" entre as crianças educadas por heterossexuais e crianças educadas por homossexuais. Surpreendentemente, estas alegações são feitas nos resumos de estudos de pesquisa que, na verdade, apuram diferenças entre os dois tipos de crianças (Williams, 2000). A tendência de negar ou minimizar as diferenças já foi reparada por pesquisadores pró-homossexualismo. Depois de rever 21 estudos, Stacey e Biblarz (2001) concluíram que em relação ao género [sic], comportamento sexual, preferência sexual,  as crianças homossexualmente educadas são diferentes das crianças heterossexualmente educadas.

Mas apesar destas diferenças, muitos continuam a alegar que "não existem diferenças" entre os dois tipos de crianças, e isto é feito como forma de galvanizar o apoio para o acesso homossexual às clínicas d fertilidade, à adopção, à custodia, e ao "casamento" homossexual. Encorajar o apoio a uma causa é normal, desde que esse apoio se fundamente na disseminação de informação verdadeira. Mas neste caso, isso não acontece.

Outros pesquisadores reviram os estudos em torno da paternidade homossexual e concluíram que 1) ou eles são demasiado problemáticos para se fazer qualquer tipo de alegação conclusiva (Belcastro, Gramlich, Nicholson, Price, e Wilson, 1993; Baumrind, 1995), 2) ou são metodologicamente tão inadequados que não se podem extrair conclusões a a partir deles (Lerner and Nagai, 2001).

Os pesquisadores pró-homossexualismo, bem como os outros activistas, não podem defender as duas posições: Ou os dados apurados por estes estudos são válidos e as duplas homossexuais são mais susceptíveis de educar crianças não-heterossexuais, ou estes estudos não são válidos e as suas alegações de que "não existem diferenças" não fazem sentido.

Eu sou de opinião de que, embora não se possam fazer conclusões definitivas com base nestes estudos, eles sugerem que os pais homossexuais estão a criar um número desproporcional de crianças não-heterossexuais. Isto não é surpreendente visto que os pais são as influências primárias na vida das crianças. Crianças educadas com pais com um estilo de vida, valores e atributos distintos são mais susceptíveis de se tornarem distintas das outras crianças (Baumrind 1995).

Stacey e Biblarz (2001) escreveram:

É difícil conceber uma teoria de desenvolvimento sexual credível que não espere que as crianças adultas de pais lesbigays não exibam de alguma forma uma maior incidência de identidade, comportamento e desejo homoerótico que as crianças de pais heterossexuais.

Finalmente, e talvez o mais importante, as falhas metodológicas nos estudos existentes em torno da paternidade homossexual (tais como amostras não representativas, falta de grupos de controle, e especificações não longitudinais) ressalvam a necessidade duma pesquisa rigorosa e imparcial, de modo a que conclusões mais rigorosas em relação à identidade sexual e genérica das crianças educadas por duplas homossexuais possam ser extraídas. Até lá, olhemos para os estudos que já existem de modo a apurar as tendências sugestivas.

A Revisão:

Esta revisão é uma pesquisa feita a nove estudos que se enquadra nos critérios acima delineados, e os resultados encontram-se limitados pelas fragilidades, limitações, e problemas já descritos (Belcastro, et. al., 1993; Baumrind, 1995; Lerner e Nagai, 2001). Ela é descritiva na sua natureza, e apenas disponibiliza informação geral.

Com base na média encontrada nos 9 estudos que se seguem, 14% das crianças educadas por pais homossexuas desenvolvem preferências homossexuais ou bissexuais. Estes estudos reportaram que as taxas de não-heterossexualidade variam dos 8% aos 21%. As percentagens mais frequentemente reportadas foram de 14% e 16% (dois estudos cada um). Como termo de comparação, dados das melhores pesquisas nacionais revelam que aproximadamente 2% da população é não-heterossexual (Laumann, Gagnon, Michael, e Michaels,1994).

Logo, se estas percentagens forem confirmadas através de estudos com melhor construção, as crianças educadas por homossexuais parecem ser sete vezes mais susceptíveis de desenvolverem preferências homossexuais ou bissexuais, quando comparadas com as crianças educadas por heterossexuais. E, tal como ja foi explicado previamente, 14% pode ser uma sub-estimativa devido à baixa idade de muitos dos sujeitos destes estudos.

Os nove estudos, ordenados alfabeticamente, são pesquisados a seguir e eles incluem os resumos dos autores ou as descrições disponibilizadas por outros, seguidos pelos meus comentários e/ou análise.

1. Bailey, J. M., Bobrow, D., Wolfe, M, & Mikach, S. (1995). Sexual orientation of adult sons of gay fathers. Developmental Psychology, 31(1), 124-129.

Abstracto do autor:

O desenvolvimento sexual dos pais gays ou lésbicos é interessante, tanto por motivos científicos como por motivos sociais. O presente estudo é, até hoje, o maior a focar-se na orientação sexual dos filhos adultos dos homens gays. Com base na publicidade em publicações gays, foram recrutados 55 homens gays ou bissexuais que reportaram 82 filhos com pelo menos 17 anos de idade. Mais de 90% dos filhos cuja orientação podia ser avaliada reportaram ser heterossexuais. Para além disso, os filhos gays e heterossexuais não se distinguiam em variáveis potencialmente relevantes tais como o tempo de vivência com os seus pais. Os resultados sugerem que qualquer influência ambiental dos pais gays sobre a orientação sexual dos filhos não é grande.

Os meus comentários:

Este estudo usou duas formas para classificar a não-heterossexualidade dos filhos adultos criados por homens homossexuais. Primeiro, perguntaram aos pais para classificar se os seus filhos eram heterossexuais ou não-heterossexuais. Os pais que reportaram estar pelo menos "virtualmente certos" da preferência sexual dos filhos, reportaram que  7 entre 75 dos filhos, ou 9%, era não-heterossexuais. Convém ressalvar que dois filhos cujos pais só estavam "moderadamente certos" da não-heterossexualidade dos seus filhos foram excluídos da análise. Se esses dois filhos tivessem sido incluídos, a percentagem dos não-heterossexuais teria subido para 12%.

O segundo método usado para averiguar o número de filhos não-heterossexuais de pais homossexuais era a auto-classificação por parte dos filhos. Dos 43 filhos que se classificaram a eles mesmos, seis dos 43, ou 14%, auto-identificaram-se como não-heterossexuais. Certamente que a percentagem de filhos não-heterossexuais é apurada de melhor forma pelas próprias palavras dos filhos, e desde logo, a percentagem dos 14% é provavelmente um número mais acertado para esta amostra.

Na sua discussão, os autores reconhecem que com base em várias pesquisas populacionais em larga escala, "pode ser alegado que a taxa de homossexualidade nos filhos (9%) é várias vezes mais elevada que aquela que é sugerida pelas pesquisas populacionais." E a taxa de 14% de auto-identificados filhos não-heterossexuais é ainda mais elevada. Note-se na forma como o resumo dos próprios autores minimiza estes achados.

2. Bozett, F.W. (1988). Social control of identity of children of gay fathers. Western Journal of Nursing Research, 10(5), 550-565.

Descrição demográfica de Bozett:

[O estudo de Bozette incluiu] 19 sujeitos, 13 fêmeas e 6 machos, representando 14 pais homossexuais. A idade das crianças variava dos 14 aos 35; 9 encontravam-se na sua adolescência, 6 na casa dos 20, e 4 estavam entre os 30 e os 35. Todos os filhos eram biológicos, excepto 1 que havia sido adoptado por parte dum homem solteiro quando tinha dois anos. Dois dos seis homens identificaram-se como gays, uma mulher disse que era bissexual, e os restantes reportaram serem heterossexuais.

Os meus comentários:

De forma abrangente, 16% das pessoas presentes na amostra de Bozett auto-identificaram-se como não-heterossexuais, um número 8 vezes mais elevado que a média nacional. Para além disso, muitos teóricos acreditam que podem existir impactos distintos nas crianças educadas por homossexuais dependendo do sexo do parente homossexual e o sexo da criança. Devido a isto, talvez o achado mais dramático feito por Bozett é o facto de 33% das crianças masculinas educadas por homens homossexuais se identificarem como homossexuais, e estes resultados podem ser uma sub-estimativa visto que quase metade dos sujeitos de Bozett eram adolescentes (que mais tarde podem eventualmente se auto-identificar como não-heterossexuais).

3. Goldberg, A. (2007). (How) does it make a difference? Perspectives of adults with lesbian, gay, and bisexual parents. American Journal of Orthopsychiatry, 77(4), 550-562.

O abstracto do autor:

Poucos estudos lidaram com as experiências e as percepções das crianças adultas criadas por pais lésbicos, gay ou bissexuais (lgb). Neste estudo, foram entrevistadas 46 crianças adultas de pais lgb, e foram examinadas as suas percepções sobre como o facto de terem sido educadas por pais lgb os influenciou como adultos. Análises qualitativas revelaram que os adultos eram mais tolerantes, com mente aberta aberta, e tinham ideias mais flexíveis em torno do género e da sexualidade como função do facto de terem crescido com pais lgb. Com frequência, os participantes sentiam-se no papel de protectores dos seus pais e da comunidade gay, e alguns desenvolveram esforços para os defenderem perante os seus pares, membros familiares, e perante a sociedade.

Alguns participantes batalharam com questões de confiança durante a idade adulta, que eles relacionaram com a experiência inesperada dos pais de "saírem do armário"
, bem como com as experiências de serem vítimas de gozo e de intimidação [bullying]. É discutida a importância de se entender estes dados dentro do contexto do heterossexismo social.

Os meus comentários:

As idades dos sujeitos do estudo de Goldberg variavam dos 19 aos 50 anos. Neste estudo, 91% deles acreditava que ter tido pais não-heterossexuais "influenciou as suas ideias em torno do género e dos relacionamentos", e "sentiam que ter tido pais lgb os havia levado a desenvolver noções menos rígidas e mais flexíveis sobre a sexualidade e sobre o género".

Com base nestas crenças, não é de estranhar que 17% dos sujeitos do estudo de Goldberg se tenham identificado como não-heterossexuais (lésbicas, bissexuais, ou "gender-queer"). Goldberg sumarizou os seus achados e os achados de outros declarando que as crianças de pais lgb "haviam sido socializadas para questionar noções rígidas em torno da sexualidade e do género, e para olhar para uma vasta gama de identidades sexuais e de género como apropriadas.....". O estudo de Goldberg apoia de modo directo a crença disponibilizada por outros pesquisadores (Baumrind, 1995; Stacey & Biblarz, 2001) de que as atitudes sexuais e os estilos de vida dos pais influenciam as atitudes e os estilos de vida dos filhos.

4. Golombok, S. & Tasker, F. (1996). Do parents influence the sexual orientation of their children? Findings from a longitudinal study of lesbian families. Developmental Psychology, 32, 3-11.

O abstracto dos autores:

Os dados apresentados são de um estudo longitudinal da orientação sexual de adultos que foram criados por famílias lésbicas. Vinte e cinco crianças de mães lésbicas e um grupo de controle de 21 crianças de mães solteiras heterossexuais foram inicialmente analisadas quando tinham uma média de 9.5 anos, e analisadas outra vez quando tinham uma média de 23.5 anos. Foram usadas entrevistas-padrão como forma de se obterem dados em torno da orientação sexual dos jovens adultos no estudo procedente, e como forma de se apurarem as características familiares e o comportamento de género por parte das mães e das suas crianças que fizeram parte estudo inicial.

Embora aqueles provenientes de famílias lésbicas fossem mais susceptíveis de explorar os relacionamentos homossexuais, particularmente se o seu ambiente familiar se caracterizasse pela abertura e pela aceitação dos relacionamentos lésbicos e gays, a larga maioria das crianças que haviam crescido dentro de famílias lésbicas identificavam-se como heterossexuais.

Os meus comentários:

Devido ao seu design longitudinal, e embora falho, este estudo é considerado um dos melhor arquitectados na avaliando as distinções entre as crianças de lares homossexuais e crianças de lares heterossexuais (Williams, 2000). O estudo apurou que 8% das crianças adultas criadas por mães lésbicas auto-identificavam-se como não-heterossexuais, mas de forma a poderem ser classificadas como não-heterossexuais, as crianças tinham que se identificar como não-heterossexuais no momento presente e comprometerem-se a se auto-identificarem como não-heterossexuais no futuro - um método pouco usual de classificar a não-heterossexualidade.

Com base em tal método, é bem provável que muitas pessoas que actualmente se identificam como não-heterossexuais não tenham sido classificadas como tal. No entanto, esta classificação pouco usual pode explicar outro dado apurado pelo mesmo estudo. Quando se examina Avaliação de Kinsey listada no Quadro 2, um total de 16% dos participantes indicaram níveis de atracção sexual bissexuais ou homossexuais. Se compararmos ambos os grupos (crianças educadas por lésbicas versus crianças educadas por heterossexuais) usando a percentagem de 16%, existem diferenças significativas entre os dois grupos (Throckmorton, 2004).

Os autores não mencionaram este ponto nem disponibilizaram uma explicação ou um comentário em relação ao mesmo. Mesmo assim, 16% daqueles educados por lésbicas tinham níveis de atracção sexual bissexuais ou homossexuais, enquanto que aqueles que haviam sido educados por heterossexuais tinham 0% de nível de atracção bissexual ou homossexual.

Adicionalmente, 67% das crianças de famílias lésbicas disseram que haviam "previamente considerado, ou imaginado uma futura possibilidade, de virem a experimentar uma homo-atracção ou ter um relacionamento homossexual, ou ambos", comparados com apenas 14% das crianças das famílias heterossexuais. Isto são 67% comparados a 14%.

Para além disto, 24% das jovens adultos de lares homossexuais haviam tido, de facto, um ou mais relacionamentos homossexuais, enquanto que nenhum dos adultos de lares heterossexuais havia tido. Isto são 24% comparados a 0%. E finalmente, se subtrairmos os 16% (a percentagem de adultos-crianças deste estudo que se encontram atraídos a membros do próprio sexo) dos 24% (a percentagem de adultos-crianças nesta amostra que realmente se envolveu em relacionamentos homossexuais) ficamos com 8%.

Isto significa que 8% das pessoas desta amostra e adultos-crianças educados por lésbicas haviam tido um relacionamento homossexual embora elas não tivessem algum tipo de atracção por pessoas do mesmo sexo. Claramente, este estudo apurou diferenças enormes entre as crianças educadas por heterossexuais e crianças educadas por homossexuais, e essas diferenças estão de acordo com a crença de que a paternidade homossexual pode e influencia de facto o comportamento sexual das suas crianças.

Mas apesar das intrigantes distinções reveladas entre os dois grupos deste estudo, os autores do abstracto ou minimizam essas distinções, ou omitem-nas de todo. Mais ainda, este estudo é frequentemente citado pelos pesquisadores pró-homossexualismo como um que demonstra que não existem distinções entre as crianças educadas por homossexuais e as crianças educadas por heterossexuais.

5. Hays, D.& Samuels, A. (1989). Heterosexual women's perceptions of their marriages to bisexual or homosexual men. In F. Bozett (Ed.), Homosexuality and the family (pp. 81-100). New York: Harrington Park Press.

O sumário parcial dos autores:

Vinte e uma mulheres heterossexuais que eram ou haviam estado casadas com homens bissexuais ou homossexuais e haviam tido crianças com eles, responderam a um questionário com 28 paginas que explorava as suas experiências como esposas e mães.

Os meus comentários:

Hays e Samuels apuraram que aproximadamente 12% das crianças da sua amostra, que tinham 16 ou mais anos, foram reportadas pelas suas mães como sendo homossexuais. Infelizmente, os autores não reportaram a divisão por sexo das crianças não-heterossexuais, e devido a isto, a avaliação das distinções entre os rapazes e as raparigas dos pais não-heterossexuais não pôde ser calculado. Mais ainda, a percentagem reportada de crianças não-heterossexuais foi apurada com base nas declarações das mães, embora a auto-declaração tivesse sido preferível. Este foi outro estudo que pode ter subestimado o número de crianças não-heterossexuais devido à tenra idade de muitos dos seus sujeitos.

6. Haack-Moller, A. & Mohl, H. (1984). Born af lesbiske modre [Children of lesbian mothers]. Dansk Psykolog Nyt, 38, 316-318.

Descrição do estudo de Haack-Moller & Mohl:

Haack-Moller e Mohl levaram a cabo um estudo-procedente, com a duração de 10 anos, às crianças com mães lésbicas. O estudo original foi levado a cabo por Nini Leick e John Nielsen. Haack-Moller e Mohl foram capazes de entrar em contacto com 13 das 15 crianças originais, e as 13 concordaram em se submeter a outra entrevista. A amostra de crianças era composta por 6 rapazes e 7 raparigas com idades compreendidas entre os 14 aos 31. Deste pequena amostra, foi reportado que uma das crianças com uma mãe lésbica tinha uma preferência homossexual, representando 8% do total.

Haack-Moller e Mohl declararam que o lesbianismo das mães havia sido problemático para as crianças. De forma geral, foi mais difícil para os rapazes embora ambos os sexos tenham reportado reacções negativas e problemas com os seus pares. Mais ainda, todas as crianças haviam, a dada altura, expressado o desejo de ter um pai e uma "família de verdade".

Os meus comentários:

Mais uma pequena amostra que usou crianças com idades que poderiam chegar aos 14 anos, aumentando desde logo as chances dos 8% serem uma sub-estimativa das percentagens genuínas de não-heterossexuais nesta amostra. Infelizmente, o sexo da única criança homossexual não foi indicado, e como tal, a avaliação do impacto distinto sobre os rapazes e sobre as raparigas não pôde ser explorado.

7. Miller, B. (1979). Gay fathers and their children. The Family Coordinator, 28(4), 544-552.

O abstracto do autor:

Entrevistas profundas foram levadas a cabo com uma amostra-bola-de-neve de 40 pais gays e 14 das suas crianças. As questões lidaram com a natureza e a qualidade da paternidade por ambos os homens e pela descendência. Quatro tópicos frequentemente levantados nos casos de custódia gay foram examinados. Os dados indicam que as noções do comportamento compensatório da paternidade gay, o abuso de crianças, a influência negativa no desenvolvimento das crianças, e a instigação de assédio são largamente sem fundamento. Quando o pai "sai do armário" perante os filhos, isso tende a aliviar a tensão familiar e a fortalecer o laço pai-filho.

Os meus comentários:

As crianças de pais homossexuais presentes neste estudo tinham idades compreendidas dos 14 aos 33. Com base nas declarações dos pais, 8% das crianças eram homossexuais. No entanto, 14% destas crianças que foram directamente entrevistadas identificaram-se como homossexuais. Mais uma vez, a auto-identificação tem mais credibilidade que a identificação paternal. E este é mais um estudo que incluiu crianças com idades abaixo dos 18, um grupo mais susceptível de não se identificar como não-heterossexual no futuro. Infelizmente, o autor não dividiu a amostra por idades, e como tal, não se sabe a percentagem de crianças com menos de 18 anos.

8. O'Connell, A. (1993). Voices from the heart: The developmental impact of a mother's lesbianism on her adolescent children. Smith College Studies in Social Work, 63, 281-299.

O abstracto do autor:

Este artigo tem como base um estudo que explora o impacto da orientação sexual das mães lésbicas divorciadas nos seus filhos, à medida que eles atravessam a adolescência dentro duma cultura homofóbica. As questões em torno da identidade sexual, bem como as amizades, são ressalvadas. Os dados apurados indicam uma atitude leal e protectora para com a mãe, abertura à diversidade, e sensibilidade para com os efeitos do preconceito.

Os sujeitos reportaram necessidades fortes de afiliação e sigilo por parte dos seus pares em relação ao lesbianismo da mãe como algo necessário para a preservação da relação. Outras preocupações, que diminuíam com o passar do  tempo, foram medos não-consumados de desvalorização masculina e homossexualidade. Tristeza pervasiva em torno da separação dos pais permaneceram, e os desejos duma reunificação foram colocados de parte quando a mãe "saiu do armário".

Os meus comentários:

A amostra de O'Connell foi bastante pequena, consistindo apenas de 6 mulheres jovens (idades: 16-23) e 5 homens (19-23). Nove porcento da amostra de O'Connell auto-identificou-se como não-heterossexual. As duas maiores preocupações expressas pelas crianças após a revelação da homossexualidade das mães foram "confusão e medo de se tornarem homossexuais". Adicionalmente, muitas das crianças verbalizaram abertamente "sentimentos de raiva, desapontamento, e ressentimento." (...)

9. Paul, J.P. (1986). Growing up with a gay, lesbian, or bisexual parent: an exploratory study of experiences and perceptions. Unpublished doctoral dissertation, University of California at Berkley, Berkeley, CA.

Descrição da dissertação de Paul por parte de Patterson (1992):

Um estudo que envolveu entrevistas com jovens adultos - filhos e filhas de pais lésbicos, gays ou bissexuais - foi reportado por Paul (1986). Durante a entrevista, foi perguntado aos inquiridos (com idades entre os 18 e os 28 anos) qual era a sua orientação sexual. Das 34 pessoas que responderam, 2 identificaram-se como bissexuais, 3 como lésbicas, e 2 como homens gays. Logo, cerca de 15% das pessoas da amostra identificaram-se como gays e lésbicas. Mais uma vez, este número encontra-se dentro do intervalo normal de variabilidade dentro da população.

Os meus comentários:

Embora 15% da amostra de Paul se tenha auto-identificado como gay ou lésbica,, outros 6% auto-identificaram como bissexuais. Parece estranho que embora os pais bissexuais tenham sido incluídos e contabilizados como tal, as criança bissexuais tenham sido excluídas do total citado em cima. O motivo pelo qual Patterson omitiu as crianças bissexuais do total é desconhecido, mas apesar do motivo, 21% da amostra de Paul (de adultos educados por pais não-heterossexuais) identificou-se como não-heterossexual.

Mais ainda, o comentário de Patterson de que o número de 15% está "dentro do intervalo normal de variabilidade dentro da população" não foi explicado. Como dito em cima, os mais acertados dados actuais revelam que aproximadamente 2% da população geral é não-heterossexual. Portanto, mesmo comparando com a mais baixa taxa de 15%, a amostra de Paul de não-heterossexuais é 7.5 vezes mais elevada da que seria de esperar, ao mesmo tempo que a taxa de 21% é 10.5 vezes mais elevada.

Breve sumário à revisão e comentários finais

Os 9 estudos precedentes sugerem que as crianças educadas por pais homossexuais ou bissexuais são sensivelmente 7 vezes mais susceptíveis que a população geral de desenvolver uma preferência sexual não-heterossexual. Estes dados não são surpreendentes. Em referência ao trabalho de Ford e Beach, Amy Butler (2005) da Universidade de Iowa escreveu:

O comportamento sexual, incluindo o género do parceiro sexual preferido, é largamente socialmente aprendido. Desde a mais tenra idade, as crianças são ensinadas em relação à forma como devem expressar os seus impulsos sexuais ao serem recompensadas pelas actividades aprovadas, e castigadas pelos comportamentos socialmente desaprovados.

Obviamente que os pais não-heterossexuais serão mais abertos ao comportamento não-heterossexual por parte dos seus filhos. E, de facto, alguns estudos revelaram que algumas mães lésbicas preferem que as suas filhas sejam lésbicas e muitas filhas alegadamente reportam saber disso (Tasker and Golombok, 1997).

Butler (2005) conclui:

Os dados apurados a partir das pesquisas antropológicas e sociológicas, e a partir de estudos em torno de gémeos, sugerem que existe uma componente ambiental substancial a influenciar a escolha da pessoa de optar ou não por obter um parceiro do mesmo sexo.....

Ser educado por pais que exibem comportamento não-heterossexual certamente que seria considerado uma força ambiental potente, e como tal, o facto dum desproporcional número de crianças educadas por pais homossexuais desenvolverem atracção homossexual não deveria deixar as pessoas surpresas.

Em seguimento da sua revisão a 21 estudos, os pesquisadores pró-homossexualismo Stacey and Biblarz (2001) concluíram:

As crianças de pais lesbigays parecem ser menos tradicionalmente genericamente-tipificados e mais abertos às relações homoeróticas.... As evidências, embora escassas e sub-analisadas, sugerem que a orientação sexual dos pais está positivamente associada com a possibilidade das crianças virem a ter a mesma orientação.

Ann Pelligrini, professora-adjunta na NYU colocou as coisas duma forma mais directa:

As famílias queer irão produzir crianças queer. (Bronski, 2001).

Quando Stacey e Biblarz (2001) revelaram que a pesquisa "não há diferenças" havia na verdade revelado diferenças entre as crianças educadas por pais homossexuais e pais heterossexuais, Paula Ettlebrick do grupo National Gay and Lesbian Task Force disse que eles haviam "arrebentado a bolha dum dos mais bem guardados segredos comunitários." Manter o véu em torno deste segredo tem sido uma estratégia inteligente, e uma que tem servido bem à comunidade homossexual, influenciando tanto as decisões dos tribunais bem como a opinião pública (Clarke, 2002).

O propósito desta revisão é garantir que os dados apurados após pesquisas em torno das consequências nas crianças educadas por duplas homossexuais sejam reveladas de forma honesta e frontal ao público. Embora largamente falhas, os estudos de pesquisa levados a cabo até aos dias de hoje sugerem que a educação não-heterossexual é bem mais susceptível de gerar crianças não-heterossexuais do que a educação heterossexual.

Se as opiniões sócio-políticas de longa data e a restrições legais relativas à paternidade homossexual estão em vias de serem alteradas, é justo que isso seja feito por cidadãos plenamente informados..

- http://goo.gl/msZXbW

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Pode a preferência sexual mudar com a idade?

Por  Dr. Pepper Schwartz

Por vezes a vida das pessoas passa por transformações tão radicais que uma mudança  era tida como inconcebível antes dela ocorrer. Um exemplo dum evento que ocorre de forma inexplicável é quando alguém se apaixona por uma pessoa que nunca havia sido vista como "potencial parceira". Se um pensamento homossexual (ou heterossexual) nunca atravesso o pensamento duma pessoa, então pode ser duplamente surpreendente quando - wham! - essa pessoa subitamente se vê apaixonada por alguém doutro sexo.

Isto pode parecer pouco provável, mas tal como os pesquisadores estão a apurar, a preferência sexual duma pessoa não está esculpida em tábuas de pedra. No seu influente livro Sexual Fluidity, a professora de psicologia Lisa M. Diamond narrou a sua pesquisa em torno de 80 mulheres não-heterossexuais durante um período de 10 anos. Durante esse período de tempo Diamond descobriu que um significante número de mulheres haviam reportado uma alteração na sua orientação sexual. E qual foi o motivo mais comum para a mudança radical? As "mutantes" haviam-se apaixonado por um membro do sexo oposto.

Estas mulheres não se encontravam infelizes como lésbicas, mas aparentemente, o amor pode superar tudo - incluindo a orientação sexual duma vida inteira duma pessoa no preciso momento em que ela se apaixona por alguém do sexo previamente ignorado. A pesquisa junto dos homens revela uma menor flexibilidade, mas Diamond s outros pesquisadores já compilaram numerosos casos de estudo onde homens homossexuais haviam passado anos sentido-se (e agindo) como homossexuais totalmente estabelecidos, só para inesperadamente se apaixonarem por uma mulher heterossexual.

Há pouco tempo entrevistei duas pessoas que passaram por esta convulsão sexual numa fase mais avançada das suas vidas. Ambas disseram que nunca haviam considerado apaixonarem-se por alguém do mesmo sexo - ou do sexo oposto - até que chegaram aos 50 ou aos 60 anos. Só nessa fase adiantada das suas vidas é que elas fizeram a alteração de 180 graus na sua orientação sexual. (Embora os factos de cada um dos casos esteja correcto, a pedido dos sujeitos usei pseudónimos.)

A Violet - uma mulher notável e alta, de 60 anos e com cabelo branco ao estilo da neve - nunca se havia casado, mas havia desfrutado muitos romances com homens. Intensamente dedicada à sua carreira, ela tornou-se executiva televisiva com a idade de 40 anos. Depois do seu último relacionamento com um homem ter acabado (quando ela já se encontrava nos 40), a Violet disse que ela "desistiu do amor".

Foi então que ela sonheceu a Susan.

Perita em marketing, a Susan estava num casamento heterossexual [sic] agradável mas sem paixão. Ela valorizava a sua família - marido, dois filhos e os respectivos conjugues dos filhos e 4 netos - mais do que qualquer coisa. A Susan nunca havia sido infiél, e ele nunca tinha sentido atracção por uma mulher, mas a partir do momento que ela e Violet começaram a trabalhar juntas num projecto, as faíscas apareceram, algo que chocou ambas as mulheres. Seguiu-se uma relação física de 12 anos.

Quando finalmente a Violet admitiu a si própria que as duas mulheres nunca iriam desfrutar duma união totalmente plena, ela deu por fim a relação. (O marido da Susan sabia do envolvimento da sua esposa e tolerou-o, mas nem ele e nem a Susan estavam dispostos a colocar em risco os seus relacionamentos próximos). A Violet amava a Susan com todo o seu coração, mas ele não se classificava como "homossexual" quando o relacionamento começou - e nem voltou a ter qualquer tipo de relacionamento homossexual desde então. A sua "virada sexual" aplicava-se à Susan e só a ela.

Ned havia sido um homossexual durante toda a sua vida. Embora ela tenha tido alguns relacionamentos heterossexuais com mulheres enquanto se encontrava na Escola Secundária, ele nunca olhava para si como heterossexual e nem mesmo como bissexual: Ned gostava de mulheres, mas amava os homens.

Quando Ned tinha 29 anos, apaixonou-se por um homem 10 anos mais velho - Gerry - e ele ficaram juntos durante 23 anos, incluindo pelo meio um casamento [sic] em 2008, ano em que a Califórnia permitiu pela primeira vez as uniões homossexuais. Tal como todas as duplas, Ned e Gerry tiveram os seus momentos altos e momentos baixos, mas eles sempre olhavam para o seu casamento [sic] como algo sólido.

Foi então que chegou o turbulência: Gerry foi falsamente acusado de comportamento impróprio no seu emprego. Eventualmente, Gerry foi exonerado, mas a defesa legal teve consequências pesadas no seu relacionamento - tanto a nível pessoal como financeiro. Como forma de reabastecer os seus cofres, Ned deu início a uma pós-graduação, onde começou a passar muito tempo com colegas estudantes. Passado que estava algum tempo, ele apaixonou-se perdidamente por uma mulher chamada Elsa.

Gerry ficou previsivelmente surpreendido quando Ned pediu o divórcio [sic], e a separação ocorreu duma forma amigável mas Gerry olhou para as acções de Ned como inconcebíveis e inexplicáveis. No espaço dum ano, Ned e Elsa casaram-se e têm agora uma pequena menina; o seu casamento permanece sólido que nem uma rocha.

Estas histórias são incomuns, mas não não únicas e elas ressalvam o quão pouco os cientistas comportamentais entendem o que nos atrai a uma certa pessoa num determinado momento das nossas vidas, mas nos atrai a outro tipo de pessoa noutro momento das nossas vidas. A Violet e o Ned são mais duas evidências do nosso crescente entendimento do facto de nós possuirmos mais flexibilidade sexual do que aquela que sabíamos.


* * * * * * * 

Embora ninguém tenha problemas em aceitar que pessoas podem começar a ter atracções homossexuais embora tenham sido heterossexuais, os activistas homossexuais afirmam que o contrário nunca acontece. Ou seja, pode-se deixar de ser heterossexual mas nunca se pode deixar de ser homossexual (apesar do que os ex-homossexuais dizem das suas próprias vidas). Isto demonstra de forma cabal que o activismo homossexual é um movimento totalitário que luta contra  a liberdade dos homossexuais.

domingo, 13 de julho de 2014

Ninguém nasce homossexual, afirmam psiquiatras

Uma declaração feita pelo "Royal College of Psychiatrists", de que as pessoas não nascem homossexuais, tem sido recebida por uma organização de caridade Cristã que ajuda os homens e as mulheres com atracção homossexual indesejada como uma "enorme admissão".

A organização "Core Issues Trust" (CIT), que está a fazer uma campanha contra a proibição à terapia que é oferecida às pessoas que voluntariamente queiram abandonar o estilo de vida homossexual,, afirma que a declaração mais recente do "Royal College" admite o que havia sido previamente negado. O director da CIT, Mike Davidson, afirma:

Eles afirmam agora que as causas do homossexualismo giram em volta duma combinação de "factores ambientais biológicos e pós-natais". Portanto, se a criança não tiver tais experiências pós-natal, ela irá crescer heterossexual.

Davidson afirma que não acredita que apesar desta admissão, de que ser homossexual não está fixo à nascença, o Royal College continue a apoiar a proibição da terapia de alteração da preferência sexual:

O "Royal College" modificou também a sua visão sobre a orientação sexual [sic] pode ser alterada, afirmando que, 'Não se dá o caso da orientação sexual [sic] ser imutável ou não possa variar ao longa da vida da pessoa'. Portanto, como é que estas declarações podem ser consistentes com uma proibição a pessoas que voluntariamente busquem aconselhamento profissional para alterar os seus indesejados sentimentos homossexuais?

* * * * * * *
Mais um duro golpe para os engenheiros sociais que visam reduzir a natalidade promovendo o auto-destrutivo comportamento homoerótico.



quarta-feira, 30 de abril de 2014

Como James Parker deixou de ser homossexual


Provavelmente pode-se dizer que tornei-me heterossexual acidentalmente. Nunca foi algo planeado de forma relevante; a terapia foi uma tentativa de resolver os problemas que eu tinha nas relações e não uma tentativa de resolver a minha identidade sexual. Eu nunca tive desejo de alterar a minha sexualidade mas foi isso que aconteceu - e de facto, eu mudei tudo. Havendo tido centenas de parceiros sexuais, eventualmente casei-me com uma mulher e tive uma filha e isso mudou por completo a visão que eu tinha da vida. Deixei de ser uma pessoa arrogante que falava alto, tentando desesperadamente mascarar as profundas inseguranças que sentia sempre que me encontrava dentro dum grupo, para um homem forte e assertivo, amante de desportos e filmes de guerra. Com 46 anos, nunca me senti melhor na minha pele.

Mas antes de entrar em detalhes em torno da minha conversão, voltemos ao princípio.

Eu soube que era homossexual quando tinha 10 ou 11 anos. O meu próprio primo tinha-se assumido e eu apercebi-me que as minhas atracções eram as mesmas. Com 10 ou 11 anos, os rapazes começam a interessar-se pelas raparigas, mas eu só estava interessado nos rapazes. Eu claramente fazia parte do grupo 6 da Escala de Kinsey - homem exclusivamente homossexual sem qualquer tipo de desejos heterossexuais.

A minha adolescência foi um inferno. Pensei no suicídio com frequência, e,para além de ter um crescente problema com o álcool e a pornografia, ocasionalmente infligi dano fisico a mim mesmo. Assumi-me perante os meus pais quando tinha 17 anos com a face coberta de lágrimas. Mas o meu pai e a minha mãe foram espectaculares; eles disseram que sempre souberam e afirmaram o seu amor incondicional por mim. Os meus colegas de escola também me disseram que há já algum tempo que sabiam e deram-me o seu apoio. O processo de me "assumir " não foi tortuoso ou traumático.

Quando tinha 18 anos mudei-me para Londres proveniente do norte da Inglaterra, e abracei por completo a minha identidade homossexual. Tornei-me na primeira pessoa a viver abertamente como homossexual na secção da universidade que frequentei, chegando até a estabelecer um grupo lgbt para outros estudantes e falando de modo activo contra aqueles que sugeriam que ser homossexual era, ser alguma forma, uma escolha.

Nunca senti a necessidade de mudar. Nasci homosexual e isso era tudo o que eu precisava de saber. Fim. Embora eu tivesse sido educado como Cristão e tivesse frequentado o Movimento Cristão lgbt em Londres, eu deletava-me no ambiente homossexual da capital e tinha um estilo de vida muito promíscuo. De facto, calculo que eu tenha tido 200 parceiros sexuais.

Eventualmente, estabeleci-me numa relação duradoura com um namorado, um ex-soldado e veterano das Falklands, e consideramos casar no estrangeiro - ou pelo menos estabelecer uma união civil. Mas por volta desta altura eu tomei a decisão de ter um relacionamento com Cristo, o que me permitiu examinar mais profundamente a minha vida. Apercebi-me que havia assuntos por resolver dentro de mim, assuntos esses que se centravam no comprimisso. Descobri que eu tinha um medo enraizado de rejeição, era muito ansioso e usava as pessoas. Tinha um medo inato dos homens - não medo da sua homofobia, mas o que realmente importava: um abismo entre mim e os homens heterosexuais normais (os assim chamados "Números Um" da Escala de Kinsey).

Como forma de começar tudo de novo, terminei o relacionamento que tinha com o meu parceiro de longa data e, sob sugestão dum amigo meu, comecei a ter terapia como forma de resolver os meus problemas com o compromisso. Não havia nada de brutal ou lancinante àcerca da ajuda que recebi; as histórias de horror que são faladas nos documentários em torno da "conversão" homossexual-heterosexual não se aplicam aqui. O que aconteceu foi terapia cognitiva (para colocar em causa as minhas crenças e eliminar todo o tipo de viés), terapia comportamental (para alterar as acções problemáticas treinadas através de anos de consolidação), e EMDR (que usa movimentos oculares rápidos como forma de amortecer o poder das memórias traumática)s.

O meu terapêuta nunca se focou de modo exclusivo no facto de eu ter atracção por homens, mas o facto de eu "ser homossexual" fazia parte do nosso diálogo (se assim não fosse, eu estaria a deixar de lado uma parte da minha vida). A maior parte da minha caminhada centrava-se em eu ser capaz de perdoar as pessoas que eu precisava de perdoar, e entender que em fases da minha vida, eu havia erigido muros contra os outros (especialmente contra os meus pais e os meus irmãos).

Eventualmente eu apercebi-me que enquanto era rapaz, eu havia falhado em interagir de modo importante com outros homens. Eu havia olhado para mim como alguém rejeitado pelos homens, mesmo quando era rapaz, e tinha feito um voto de nunca confiar de modo profundo em homem algum. As pessoas tentaram-me alcançar mas eu  tratei-as com desprezo, incluindo o meu pai e os meus dois irmãos mais velhos. Não é de admirar portanto que durante a minha adolescência os homens se tenham tornado num mistério para mim, precisamente quando eu os comecei a desejar e a alimentar o meu desejo através da pornografia.

Também me apercebi que me havia lançado por completo no mundo feminino sem qualquer contra-balanço masculino, mas eu desprezava as mulheres por terem a habilidade natural de seduzir todos os aspectos dos homens heterossexuais, algo que eu não conseguia. Descobri que o meu lugar não era no meio das mulheres.

Muitas das minhas crenças cardinais foram colocadas em causa - o meu aspecto, o meu corpo, a minha forma de andar - e o meu terapêuta desafiou-me a observar onde é que eu não era como os outros homens, e em que partes eu era. O terapêuta começou a tratar de coisas tais como a minha voz e a minha maneira de andar - ele estava a dar-me autorização para pensar duma forma diferente, e fazer as coisas duma maneira diferente.


Aceitação.


Os meus receios e as minhas ansiedades enventualmente diminuiram e eu comecei a sentir-me mais aceite junto dos homens e das mulheres. Passei de alguém que rejeitava por completo a identidade masculina para alguém que a abraçava; a minha postura mudou, comecei a andar duma forma mais heterossexual e perdi o meu jeito de andar amaneirado. A minha voz ganhou um novo tipo de ressonância de tal modo que as pessoas passaram a comentar isso com regularidade.

Comecei a ver que se calhar, se calhar, eu nunca havia sido verdadeiramente homossexual e que escondido dentro de mim, desejoso de ser liberto e solto, havia um homem tão real e tão nobre como os homens que eu admirava, reverenciava e desejava.

O contacto físico com as mulheres, até tocar no seu cabelo, tornou-se mais agradável. Comecei a gostar de ser homem e a gostar da companhia das mulheres, mas isso não quer dizer que em me sentia atraído a todas as mulheres que eu encontrava (afinal, eu já não era um adolescente). Mas isto foi um processo gradual que eventualmente levou aos encontros românticos e aos relacionamentos.

Actualmente encontro-me casado com a mesma mulher há 8 anos com quem tenho uma filha de 5 anos. Adoro a arte e o teatro, mas gosto de desportos colectivos de uma forma que me assustava quando era uma criança. Um dos meus filmes favoritos é o filme "Saving Private Ryan" porque centra-se na irmandade e na profunda amizade masculina, algo que, no passado, eu nunca gostei-
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Será que hoje em dia sou exclusivamente heterossexual? A maior parte do tempo, sim. Mas para a maior parte das pessoas existem períodos onde a sexualidade pode ser bem fluida. Por vezes isto também se aplica a mim. Não sinto saudades do estilo de vida homossexual que deixei para trás - quando visitei o meu ex-namorado, cinco anos depois da terapia, apercebi-me das desvantagens deste estilo de vida. A sua voz havia-se tornado debilitada e fraca e ele havia contraído o HIV.

Sei mais do que nunca que, a longo prazo, a minha decisão de considerar terapia, e mais tarde a terapia que se dedica a reparar orientação sexual mal-formada, salvou a minha vida. Salvou também bastante dinheiro aos contribuintes visto hoje acredito que se tivesse ficado no homossexualismo eu acabaria por considerar, e invariavelmente a pedir, uma operação de redesignação sexual à custa do dinheiro público.

Mas as mudanças na minha vida (e na vida do meu ex-namorado) não me motivam a querer pregar a alguém ou a tentar converter os outros. A terapia pode ser perigosa e não há motivo algum que justifique que alguém se sinta forçado a "converter". Mas hoje acredito que ninguém nasce homossexual, e que qualquer pessoa pode desenvolver o tipo de identidade oculta que eu encontrei.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Jessie J alterou a sua preferência sexual

A Jessie J, cantora do sucesso mundial "Domino", saiu do armário e admitiu que agora é heterossexual e que busca um homem com quem casar. Para além de ter dito que a sua bissexualidade professada era só "uma fase", e ter falado na sua preferência sexual omnívora no passado, ela agora diz:
Eu agora quero parar de falar nisso por completo e encontrar um marido.
Falando na rede social Twitter, ela disse que tinha que esclarecer as coisas porque, segundo ela, "Sinto que se prosseguir com a minha carreira sem falar nisto, sinto-me quase como uma mentirosa se não o fizer."

A cantora de origem Britânica, cujo nome de nascimento é Jessica Ellen Cornish, disse que não acredita que todos os bissexuais estão a atravessar uma fase e eu "dou ao meu apoio a quem quer ser lésbica/gay/bisexual/transgénero", mas ela não se considera como alguém que pertence a um desses grupos. 

Jessie está longe de ser a única mulher jovem a experimentar uma mudança no seu gosto sexual depois de ter tido sentimentos homoeróticos. Um estudo levado a cabo junto de 13,840 jovens apurou que dois terços daqueles que se descreviam como "inseguros" em relação à sua sexualidade mais tarde descreveram-se como exclusivamente heterossexuais. 

Outro estudo apurou que 75pct das pessoas com idades entre os 17 e os 21, que experimentaram atracção homossexual, mais tarde verificaram que esses sentimentos acabaram e elas eram agora exclusivamente heterossexuais. 


* * * * * * *

Tudo o que é preciso para que se veja que o homossexualismo é um gosto sexual (e não uma característica inata do ser humano) é a existência de pessoas que são bem sucedidas em alterar esse mesmo gosto. E o facto dos activistas lgbt apontarem para pessoas que tentam abandonar o homoerotismo mas não conseguem não anula o facto de ser possível abandonar esse estilo de vida.

Outra coisa a levar em conta é o quão importante é proteger as crianças dos activistas lgbt durante a fase de formação e estabelecimento da sexualidade dos jovens; como se viu em cima, é muito comum um jovem "inseguro" em relação à sua sexualidade mais tarde desenvolver o gosto natural pelo sexo complementar. O que o activismo lgbt faz é capturar a criança nesta fase da sua vida e enganá-la, fazendo-a acreditar que esses sentimentos homoeróticos efémeros que ela tem durante essa fase da sua vida são prova absoluta de ela é, e sempre será, homossexual.

Por isso é que os activistas invadem as escolas públicas e é por isso (ou também por isso) que os activistas lgbt desenvolvem esforços hercúleos para colocar as crianças debaixo da sua nociva influência.


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