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domingo, 2 de agosto de 2015

Esquerdistas querem prender crianças dentro do homossexualismo

Por Joseph Sciambra

“Esta noite, algures pela América, um jovem, por exemplo, um jovem rapaz, terá dificuldades em adormecer, batalhando sozinho com o segredo que ele tem mantido ao longo da sua vida. Brevemente, talvez, ele tomará a decisão de que chegou a hora de revelar o segredo. O que acontece a seguir depende dele, da sua família, bem como dos seus professores e da sua comunidade. Mas também depende de nós -- do tipo de sociedade que criamos, do tipo de futuro que construímos.”

Esta declaração por parte do Presidente Obama encontra-se incluída numa "Official White House Response" levada cabo para colocar em efeito a Lei Leelah, que irá banir em todo o país todas as assim-chamadas terapias de conversão para menores.

"Leelah" refere-se ao jovem rapaz [Joshua Alcorn] com desordem de identidade sexual, com um histórico de doenças mentais, que se suicidou em 2014.

De maneira vergonhosa, os defensores do homossexualismo, bem como os seus aliados dentro do Partido Democrata, estão a usar a trágica morte deste rapaz adolescente como forma de avançar ainda mais com a sua agenda social: a quase impossibilidade das pessoas que sofrem com uma atracção homossexual buscar ajuda profissional. E porquê? Porque instintivamente, eles sabem que esse tipo de terapia funciona, e isso deixa-os assustados.

Isto assusta-os porque, em primeiro lugar, se as pessoas se aperceberem que não têm que ser homossexuais, o mundo homossexual irá passar a ser irrelevante, retirando muitas pessoas dos seus lugares de poder. Em segundo lugar, este tipo de terapia pede aos homossexuais que regressem até ao lugar para onde eles mais temem regressar, isto é, atè às suas infâncias cheias de mágoas - o momento do trauma.

Parte da mentira inerente dentro do homossexualismo moderno está inadevertidamente evidente na declaração de Obama: por exemplo, porque é que o teórico jovem que ele menciona tem "dificuldades em adormecer"? Como um desses antigos insóminicos, a falta de sono exibida durante a minha adolescência não estava de maneira alguma relacionada com uma admissão ou confissão pública do meu homossexualismo, e nem com preocupações em relação à forma como as outras pessoas poderiam reagir, mas sim.porque eu estava internamente a tentar entender o porquê de que ter acabado da forma como tinha acabado [homossexual] enquanto que todos os meus amigos eram heterossexuais.

Acho que isto está associado ao entendimento fundamental que existe dentro de nós de que o homossexualismo está errado visto que todos nós, pelo menos inicialmente, militamos contra ele. Só através da capitulação (normalmente através de imagens e personalidades mediáticas pró-homossexuais, através de vídeos pornográficos homossexuais, ou através de se tornar sexualmente activo de forma prematura) é que rendição da vontade ocorre.

E é aqui que se encontra o medo: quando passamos a ser homossexuais, abdicamos parcialmente do Eu magoado e traumatizado, fundindo-o com a mentalidade homossexual; agir sexualmente segundo as nossas disfunções - isto é, um desejo irracional por amor e companheirismo masculino - amenizam e quase bloqueiam todo o acesso às memórias infantis.

Quando somos forçados a lidar com os motivos por trás do nosso homossexualismo, essa complacência confortável desaparece, e mais uma vez nós somos o pequeno rapaz amedrontado a tentar entender, sozinho, as coisas. A realização distante, e talvez desconsiderada, de que talvez o homossexualismo é uma ilusão, despe-nos das
nossas mais estimadas crenças, nomeadamente, a de que nascemos assim.

O que a terapia reparativa tenta curar é a pessoa interior dentro dum protector ambiente de terapia. Isto é especialmente eficaz quando a parte psiquiátrica e a espiritual são combinadas porque é então que o doutor pode-se tornar num agente de cura celestial, e o extraordinário pode acontecer

-  http://goo.gl/g7T3F6

* * * * * * *

Obama e os grupos homossexuais querem impedir que os adolescentes (e mais tarde, os adultos) recebam o tipo de ajuda que os pode afastar do auto-destrutivo caminho homossexual. Isto demonstra de forma clara que estes esquerdistas não têm em mente o melhor para os homossexuais, mas sim o melhor para a sua agenda esquerdista.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Se é possível deixar de ser heterossexual, é possível deixar de ser homossexual?

Por Joseph Sciambra

Eu nasci heterossexual; a minha primeira paixão infantil foi por uma pequena menina loira que fazia parte da minha turma da 2ª classe. Um ano depois apaixonei-me por   Lindsay Wagner do filme “The Bionic Woman”. As coisas começaram a mudar com a minha próxima paixão - Dorothy Stratten, Playmate Playboy do Ano de 1980. Por essa altura, eu tinha cerca de 10 anos, e já estava a ler revistas da Playboy há cerca de 2 anos. Isso foi o princípio do meu vício pela pornografia.

Lentamente, comecei a ficar imune a um leque cada vez mais decadente de imagens sexuais. Da Playboy passei para a Hustler, e da Hustler passei para vídeos pornográficos; a pornografia com sexo lésbico, os menage-à-trois, e o Sadomasoquismo tomaram o lugar das mulheres das páginas centrais. 

Por volta da minha adolescência eu era practicamente inexcitável. Durante os anos 80, e sob o estigma da SIDA, a última grande perversão ainda por explorar era o homossexualismo masculino; era depravado, proibido e até mortífero; (infelizmente, hoje em dia, a última fronteira pornográfica ainda por explorar é normalmente a pornografia infantil.) Finalmente, na pornografia homossexual, encontrei algo que nunca tinha visto anteriormente. Com isso, gradualmente sucumbi à ideia de que eu deveria ser homossexual.

A pornografia homossexual também desempenhou um papel no que toca os meus medos, as minhas vergonhas e os sentimentos de inadequação masculina; por alguns momentos, consegui resolvê-los.

O passo lógico seguinte era viver as fantasias mal eu atingisse os meus 18 anos. Dentro do mundo homossexual, encontrei uma lista infindável de homens dispostos a aceitar-me como um deles. E com isso, a pergunta parece respondida e aceitação da orientação consolida-se.

Para mim, rumar em direcção ao homossexualismo começou com a pornografia. Ou não? Durante a maior parte das vezes, a minha atracção imediata pela pornografia era um sintoma e não a doença. Como um rapaz relativamente solitário, a dimensão imaginária da pornografia servia como um escape ideal - mais ainda quando eu atingi a puberdade e fui ficando cada vez menos seguro da minha identidade: eu era inseguro e sensível, admirando frequentemente os rapazes que pareciam ser confiantes, destemidos, fisicamente coordenados.

No mundo da pornografia. pude viver essa fascínio. Logo, na minha opinião, o ponto de maior maleabilidade continua a ser a minha infância; mal a pessoa passa da imaginação para o mundo físico, é por vezes demasiado tarde para reverter o processo. Então, fica a pergunta: pode o homossexualismo ser revertido?

Sem dúvida que as crianças podem ser curadas da mentalidade homossexual. A resposta encontra-se em escavar e curar a causa ou as causas principais. No meu caso, a fixação pela pornografia escondia uma mágoa e um rapaz assustado que encontrou consolo dentro da falsa beleza da pornografia.

Na actual idade da internet, o processo de se descobrir dentro da pornografia é mais rápido e mais facilidado ainda pelos média pró-homossexualismo; as crianças definem-se numa idade mais jovem e daí a tendência alarmante de adolescentes travestidos. Na internet há um palpável sub-conjunto de fetishes criados como forma de mascarar todas as feridas emocionais: pais e filhos, twinks aterrorizados, gag the fag ["amordaça o homossexual"]. A instabilidade psicológica passa a ficar codificada com uma imagem 

Ao remover o acesso à pornografia, é menos provável que a criança que é susceptível a sentimentos de atracção homossexual se fixe; sem a pornografia a nublar e a complicar o o problema, um terapeuta profissional Cristão será capaz de detectar a origem da ferida, e com a ajuda dos pais, curar a criança.

Uma vez que eu já era adulto, e totalmente indoutrinado com as mentiras do homossexualismo, foi muito mais difícil desfazer os estragos que haviam sido feitos em mim. Mas mesmo assim, é possível, e eu sou a prova viva de que,  “A perdida buscarei, e a desgarrada tornarei a trazer, e a quebrada ligarei, e a enferma fortalecerei” (Eze 34:16)


quarta-feira, 30 de abril de 2014

Como James Parker deixou de ser homossexual


Provavelmente pode-se dizer que tornei-me heterossexual acidentalmente. Nunca foi algo planeado de forma relevante; a terapia foi uma tentativa de resolver os problemas que eu tinha nas relações e não uma tentativa de resolver a minha identidade sexual. Eu nunca tive desejo de alterar a minha sexualidade mas foi isso que aconteceu - e de facto, eu mudei tudo. Havendo tido centenas de parceiros sexuais, eventualmente casei-me com uma mulher e tive uma filha e isso mudou por completo a visão que eu tinha da vida. Deixei de ser uma pessoa arrogante que falava alto, tentando desesperadamente mascarar as profundas inseguranças que sentia sempre que me encontrava dentro dum grupo, para um homem forte e assertivo, amante de desportos e filmes de guerra. Com 46 anos, nunca me senti melhor na minha pele.

Mas antes de entrar em detalhes em torno da minha conversão, voltemos ao princípio.

Eu soube que era homossexual quando tinha 10 ou 11 anos. O meu próprio primo tinha-se assumido e eu apercebi-me que as minhas atracções eram as mesmas. Com 10 ou 11 anos, os rapazes começam a interessar-se pelas raparigas, mas eu só estava interessado nos rapazes. Eu claramente fazia parte do grupo 6 da Escala de Kinsey - homem exclusivamente homossexual sem qualquer tipo de desejos heterossexuais.

A minha adolescência foi um inferno. Pensei no suicídio com frequência, e,para além de ter um crescente problema com o álcool e a pornografia, ocasionalmente infligi dano fisico a mim mesmo. Assumi-me perante os meus pais quando tinha 17 anos com a face coberta de lágrimas. Mas o meu pai e a minha mãe foram espectaculares; eles disseram que sempre souberam e afirmaram o seu amor incondicional por mim. Os meus colegas de escola também me disseram que há já algum tempo que sabiam e deram-me o seu apoio. O processo de me "assumir " não foi tortuoso ou traumático.

Quando tinha 18 anos mudei-me para Londres proveniente do norte da Inglaterra, e abracei por completo a minha identidade homossexual. Tornei-me na primeira pessoa a viver abertamente como homossexual na secção da universidade que frequentei, chegando até a estabelecer um grupo lgbt para outros estudantes e falando de modo activo contra aqueles que sugeriam que ser homossexual era, ser alguma forma, uma escolha.

Nunca senti a necessidade de mudar. Nasci homosexual e isso era tudo o que eu precisava de saber. Fim. Embora eu tivesse sido educado como Cristão e tivesse frequentado o Movimento Cristão lgbt em Londres, eu deletava-me no ambiente homossexual da capital e tinha um estilo de vida muito promíscuo. De facto, calculo que eu tenha tido 200 parceiros sexuais.

Eventualmente, estabeleci-me numa relação duradoura com um namorado, um ex-soldado e veterano das Falklands, e consideramos casar no estrangeiro - ou pelo menos estabelecer uma união civil. Mas por volta desta altura eu tomei a decisão de ter um relacionamento com Cristo, o que me permitiu examinar mais profundamente a minha vida. Apercebi-me que havia assuntos por resolver dentro de mim, assuntos esses que se centravam no comprimisso. Descobri que eu tinha um medo enraizado de rejeição, era muito ansioso e usava as pessoas. Tinha um medo inato dos homens - não medo da sua homofobia, mas o que realmente importava: um abismo entre mim e os homens heterosexuais normais (os assim chamados "Números Um" da Escala de Kinsey).

Como forma de começar tudo de novo, terminei o relacionamento que tinha com o meu parceiro de longa data e, sob sugestão dum amigo meu, comecei a ter terapia como forma de resolver os meus problemas com o compromisso. Não havia nada de brutal ou lancinante àcerca da ajuda que recebi; as histórias de horror que são faladas nos documentários em torno da "conversão" homossexual-heterosexual não se aplicam aqui. O que aconteceu foi terapia cognitiva (para colocar em causa as minhas crenças e eliminar todo o tipo de viés), terapia comportamental (para alterar as acções problemáticas treinadas através de anos de consolidação), e EMDR (que usa movimentos oculares rápidos como forma de amortecer o poder das memórias traumática)s.

O meu terapêuta nunca se focou de modo exclusivo no facto de eu ter atracção por homens, mas o facto de eu "ser homossexual" fazia parte do nosso diálogo (se assim não fosse, eu estaria a deixar de lado uma parte da minha vida). A maior parte da minha caminhada centrava-se em eu ser capaz de perdoar as pessoas que eu precisava de perdoar, e entender que em fases da minha vida, eu havia erigido muros contra os outros (especialmente contra os meus pais e os meus irmãos).

Eventualmente eu apercebi-me que enquanto era rapaz, eu havia falhado em interagir de modo importante com outros homens. Eu havia olhado para mim como alguém rejeitado pelos homens, mesmo quando era rapaz, e tinha feito um voto de nunca confiar de modo profundo em homem algum. As pessoas tentaram-me alcançar mas eu  tratei-as com desprezo, incluindo o meu pai e os meus dois irmãos mais velhos. Não é de admirar portanto que durante a minha adolescência os homens se tenham tornado num mistério para mim, precisamente quando eu os comecei a desejar e a alimentar o meu desejo através da pornografia.

Também me apercebi que me havia lançado por completo no mundo feminino sem qualquer contra-balanço masculino, mas eu desprezava as mulheres por terem a habilidade natural de seduzir todos os aspectos dos homens heterossexuais, algo que eu não conseguia. Descobri que o meu lugar não era no meio das mulheres.

Muitas das minhas crenças cardinais foram colocadas em causa - o meu aspecto, o meu corpo, a minha forma de andar - e o meu terapêuta desafiou-me a observar onde é que eu não era como os outros homens, e em que partes eu era. O terapêuta começou a tratar de coisas tais como a minha voz e a minha maneira de andar - ele estava a dar-me autorização para pensar duma forma diferente, e fazer as coisas duma maneira diferente.


Aceitação.


Os meus receios e as minhas ansiedades enventualmente diminuiram e eu comecei a sentir-me mais aceite junto dos homens e das mulheres. Passei de alguém que rejeitava por completo a identidade masculina para alguém que a abraçava; a minha postura mudou, comecei a andar duma forma mais heterossexual e perdi o meu jeito de andar amaneirado. A minha voz ganhou um novo tipo de ressonância de tal modo que as pessoas passaram a comentar isso com regularidade.

Comecei a ver que se calhar, se calhar, eu nunca havia sido verdadeiramente homossexual e que escondido dentro de mim, desejoso de ser liberto e solto, havia um homem tão real e tão nobre como os homens que eu admirava, reverenciava e desejava.

O contacto físico com as mulheres, até tocar no seu cabelo, tornou-se mais agradável. Comecei a gostar de ser homem e a gostar da companhia das mulheres, mas isso não quer dizer que em me sentia atraído a todas as mulheres que eu encontrava (afinal, eu já não era um adolescente). Mas isto foi um processo gradual que eventualmente levou aos encontros românticos e aos relacionamentos.

Actualmente encontro-me casado com a mesma mulher há 8 anos com quem tenho uma filha de 5 anos. Adoro a arte e o teatro, mas gosto de desportos colectivos de uma forma que me assustava quando era uma criança. Um dos meus filmes favoritos é o filme "Saving Private Ryan" porque centra-se na irmandade e na profunda amizade masculina, algo que, no passado, eu nunca gostei-
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Será que hoje em dia sou exclusivamente heterossexual? A maior parte do tempo, sim. Mas para a maior parte das pessoas existem períodos onde a sexualidade pode ser bem fluida. Por vezes isto também se aplica a mim. Não sinto saudades do estilo de vida homossexual que deixei para trás - quando visitei o meu ex-namorado, cinco anos depois da terapia, apercebi-me das desvantagens deste estilo de vida. A sua voz havia-se tornado debilitada e fraca e ele havia contraído o HIV.

Sei mais do que nunca que, a longo prazo, a minha decisão de considerar terapia, e mais tarde a terapia que se dedica a reparar orientação sexual mal-formada, salvou a minha vida. Salvou também bastante dinheiro aos contribuintes visto hoje acredito que se tivesse ficado no homossexualismo eu acabaria por considerar, e invariavelmente a pedir, uma operação de redesignação sexual à custa do dinheiro público.

Mas as mudanças na minha vida (e na vida do meu ex-namorado) não me motivam a querer pregar a alguém ou a tentar converter os outros. A terapia pode ser perigosa e não há motivo algum que justifique que alguém se sinta forçado a "converter". Mas hoje acredito que ninguém nasce homossexual, e que qualquer pessoa pode desenvolver o tipo de identidade oculta que eu encontrei.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Comité da Virgina vota contra proposta de lei que visava limitar a liberdade dos homossexuais

Depois da lei que visava ilegalizar essa práctica ter chumbado no sub-comité da Câmara na passada Quinta-Feira, os pais ficaram a saber que podem continuar a enviar as suas crianças para terapias de conversão homossexual, que buscam formas de alterar a preferência sexual da pessoa - de homossexual para heterossexual.

A proposta gerou testemunhos emocionais de apoiantes da lei, bem como opositores, antes da "House Health", e da "Welfare and Institutions Subcommittee" a terem chumbado.

Enquanto crescia, Gail Dickert, de 35 anos, disse que foi sujeita à terapia de conversão por parte de várias pessoas das mais variadas igrejas que a sua família frequentou em diferentes partes do país. Quando tinha 5 anos de idade, esses congregantes disseram-lhe que ela estava "perdida e confusa" porque tinha sentimentos fortes por uma colega de escola.

Eles disseram-lhe também que ela seria vítima de bullying por não "estar a bem com Deus", e que ela não poderia seguir a sua carreira na igreja se ela não mudasse. Ela demorou mais de 20 anos para recuperar das "cicatrizes emocionais" que ela diz terem sido infligidas pela terapia, cicatrizes que ela diz nenhuma criança deveria suportar.

No entanto, outros ex-homossexuais afirmam que a terapia funcionou para eles. Christopher Doyle, um homem de 32 anos e da Virginia do Norte, disse que batalhou com sentimentos homossexuais indesejados até que buscou ajuda quando tinha 20 e poucos anos.

Para ele, o abuso sexual bem como outras questões foram a causa da atracção por pessoas do mesmo sexo. Actualmente, ele está casado há 7 anos com a mesma mulher, plenamente feliz, para além de trabalhar como conselheiro clínico profissional licenciado ajudando aqueles que lutam contra os sentimentos homossexuais indesejados:

Hoje em dia, eu vivo um sonho, sem qualquer atracção por pessoas do mesmo sexo. Ninguém nasce homossexual.... Esta lei [que visava banir toda a ajuda prestada a quem livremente quisesse abandonar o homossexualismo] não está relacionada a ajuda dada às pessoas; na realidade, ela centra-se na imposição duma agenda política.

Pilotonline

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Ninguém obriga os homossexuais a buscarem ajuda para abandonar o seu vício sexual auto-destrutivo, mas o Estado e os governos não podem proibir quem queira ajudar as pessoas que LIVREMENTE buscam ajuda. Dizer que há casos onde essa ajuda não funciona, e que desde logo toda a terapia deve ser banida, é o mesmo que dizer que, como há pessoas que tentam deixar as drogas e não conseguem, ninguém deve buscar ajuda para abandonar esse vício.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Antigo presidente da APA afirma que a mudança é possível


Fonte

Um antigo presidente da APA (American Psychological Association) afirma que o politicamente correcto e a ideologia homossexualista controlam a organização, e que abandonar o "estilo de vida" homossexual é possível - posição contrária àquela mantida pelas entidades responsáveis pela APA.


Dr. Nicholas Cummings, o homem que esteve à frente do movimento que lutou com sucesso para a remoção do homossexualismo da lista das doenças mentais, afirmou junto da NARTH - organização composta por profissionais de psicologia dedicados a ajudar homossexuais a pôr término ao seu auto-destrutivo comportamento sexual (como forma de levarem a cabo vidas vidas adultas normais) - afirma que é um ávido defensor dos "direitos dos homossexuais."  No entanto, ele afirmou sem reservas que os homossexuais podem mudar, e que a actual posição da APA - que declara que a mudança é impossível - é falsa.

O psicólogo Joseph Nicolosi entrevistou Cummings e este disse que, não só é possível abandonar o estilo de vida homossexual, como é um "absurdo" afirmar que os homossexuais não podem mudar. "Já passei por isso mais do que uma vez", diz ele. Para além disso, Cummings afirmou que 20% dos homossexuais que buscou a sua ajuda para abandonar o homossexualismo foram bem sucedidos.

Cummings disse que ele tinha que se "prender" à determinação do paciente, tal como aquela energizada pela religião. Mas ele afirma que os grupos dos "direitos dos homossexuais", bem como outros grupos, afirmam que estes pacientes deveriam deixar de lado a sua religião e aceitar o seu "estilo de vida." Cummings afirma que aqueles que forçam os pacientes a colocar de lado o seu desejo de parar a erotopatia não respeitam as necessidades psicológicas dos pacientes.

Cummings disse que alguns homossexuais abandonam o seu estilo de vida mas mais tarde regressam, tal como acontece com os alcoólicos e os drogados, mas há relatos de sucesso. Cummings disse também que o comité da APA que considerou a possibilidade do sucesso da terapia reparativa não permitiu que apoiantes dessa terapia fizessem parte do comité. [Ou seja, fizeram um comité para analisar a validade duma hipótese mas não permitiram que um defensor dessa hipótese fizesse parte do comité.]

Por baixo da sua aparência científica, este tipo de viés domina a APA. Ela [APA] tornou-se monolítica . . . politicamente correcta. O politicamente correcto domina, e não a ciência.
Numa segunda entrevista, Cummings descreveu a resolução de remover o homossexualismo da lista das doenças mentais.

Tomei a resolução de que gay não era uma doença mental, mas que era caracteriológico. Não só ela foi aprovada pelo Conselho de Representantes, como foi o primeiro tópico a ser levantado. Eu disse também que, com isto, a APA, caso aprovasse a resolução, votaria para continuar com as pesquisas de modo a revelar o que quer que as pesquisas demonstrassem. Ou seja, pesquisa sem viés e totalmente aberta. Nunca aconteceu.

Por esta altura, o grupo dos psiquiátras adoptou o Princípio Leona Tyler (PLT) que mandatou a disponibilização de evidências científicas para todas as suas posições públicas. Tal princípio era primordial.

Cummings disse que a APA “respeitava o PLT." No entanto "[D]e repente as coisas começaram a mudar à medida que as coisas se tornaram mais políticas que científicas” e o PLT "desapareceu". O Princípio nunca foi retirado, afirma Cummings, mas não se encontra nos anais da APA e por meados da década 90 "foi completamente esquecido". Dentro da APA, disse ele, a política começou a dominar a ciência, e os membros "escolhiam os resultados" de modo a que estes se ajustassem às suas ideias políticas esquerdistas. Uma pesquisa pelos termos "leona tyler" no site da APA não revela qualquer resultado.

Cummings diz que "o movimento gay mais ou menos que capturou a APA." (....)

A mudança aconteceu porque as posições de liderança são alternadas com membros do mesmo grupo de oficiais esquerdistas .

Há anos que cerca de 200/250 membros controlam a APA . . e eles são um grupo muito selecto.

Eles são ultra-liberais. Como tudo o que não era ultra-liberal era anátema, questionar algumas declarações em torno dos "direitos" dos gays e das lésbicas não era aceite. Isto tornou estes assuntos em assuntos relacionados com os direitos civis e não com a ciência.

Cummings ressalvou que ele é a favor dos "direitos gay" e do "casamento" homossexual, mas afirma que cada indivíduo deve decidir o que fazer com a sua orientação, e não a APA ou os activistas homossexuais. Ele afirma que as pessoas têm o direito de discordar com os "direitos dos gays" e com o "casamento homossexual", mas "entre a liderança da APA isso não é permitido. Só se ouve um dos lados do assunto."

Cumming disse que a APA precisa de fazer pesquisas honestas e levar a cabo um diálogo mais aberto em torno da terapia reparativa.

Desconectados com a realidade

Em 2006, Cummings falou numa convenção da APA e ofereceu uma longa lista de posições da APA que demonstravam que esta instituição não só estava completamente desligada do resto da sociedade, como se havia tornado numa anedota. A APA havia até tomado posição em relação ao nome das mascotes das equipas atléticas.
Este não é um assunto primordial que a sitiada profissão e ciência da psicologia enfrente.

Depois disto, ele forneceu alguns dados que demonstram como a APA está totalmente desligada dos americanos:

Embora um enorme corpo de evidências exteriores à psicologia demonstrem que crianças criadas só por um dos pais são mais susceptíveis de se envolver em problemas durante a adolescência e durante a vida adulta, porque é que a psicologia não está a analisar isto? Não será porque é politicamente incorrecto questionar as alternativas ao casamento tradicional? A mulher tem o direito de ser mãe solteira, mas não temos nós a obrigação de a ajudar a tomar uma decisão mais informada?

As raparigas adolescentes que são sexualmente activas são três mais susceptíveis de sofrer de depressão, e de levar a cabo tentativas de suicídio, do que as raparigas que não são sexualmente activas. Onde está a pesquisa psicológica em torno disto? Será porque é politicamente correcto aconselhar as adolescentes a usar latex mas incorrecto encorajá-las a evitar o sexo precoce ?

Cummings queria também saber o porquê dos psicólogos não estudarem o papel da oxitocina, hormona feminino libertado após actividade sexual, que pode "justificar o porquê das jovens mulheres se sentirem mais devastadas que os homens com a casualidade do sexo casual."

Seria de interesse prioritário os psicólogos estudarem que a emissão da oxitocina pode ser condicionada, normalmente com consequências inesperadas - tais como causando que a fêmea seja mais susceptível que os homens a entrar em depressão durante relações superficiais. Ou então confiar demasiado em homens que não mereçam. Onde está a pesquisa psicológica? É politicamente incorrecto afirmar que os homens não são iguais aos homens, neste ponto?

Os médicos não hesitam em avisar as mulheres de que elas são duas vezes mais susceptíveis que o homem de contrair cancro do pulmão. Eles não hesitam em dizer às mulheres que elas são várias vezes mais susceptíveis que os homens de sofrer algum tipo de doença devido a consumo excessivo de álcool. Será que eles têm um compromisso mais forte com a ciência e mais fraco com o politicamente correcto do que nós? 

Outra falta de harmonia entre os psicólogos e os americanos envolve a religião, diz ele: “60% dos físicos e dos químicos nas faculdades professam algum tipo de afiliação religiosa, ao mesmo tempo que só 10% dos psicólogos o faça.”

A religião é vista como não-científica. Serão os físicos menos científicos do que nós, que habitamos dentro das assim-conhecidas ciências inexactas, ou estão eles menos preocupados com o politicamente correcto? Quase 90% dos americanos expressa crença em Deus. Será que esta desarmonia está a causar a que mais e mais americanos religiosos desconfiem da psicoterapia e peçam por mais conselheiros com filiação religiosa, resultando na rápida prolifieração de centros de aconselhamento baseados na fé religiosa?

Os homossexuais podem mudar

Cummings descreveu também de forma detalhada o seu trabalho com homossexuais. Durante os seus 20 anos de exercício junto dos homossexuais de São Francisco, ele e a sua equipa viram cerca de 18,000 pacientes. Segundo Cummings, a maioria deles não queria mudar, mas chegavam ao seu consultório ....

. . devido aos mais variados motivos e insatisfações em torno do seu estilo de vida, que eventualmente expressavam um desejo de mudança. Estes motivos incluiam a natureza transitória dos seus relacionamentos, repugnância ou sentimentos de culpa devido à promiscuidade, medo das doenças, o desejo de ter uma família tradicional, etc..

Não sei exactamente quantos é que expressaram à partida um desejo de mudar, mas era uma minoria - possivelmente menos de 10% dos 18,000 pacientes (...)


* * * * * * *

Assumindo os 18,000 reportados pelo Dr Cummings, e sabendo que 20% dos 10% de homossexuais que pediam ajuda para abandonar o homossexualismo eram bem sucedidos, isto significa que 360* homossexuais foram bem sucedidos em abandonar o homossexualismo. Isto só com um profissional.

Levando em conta os 20 anos de exercício de actividade, podemos também deduzir que cerca de 18 homossexuais abandonavam o homossexualismo todos os anos (mais do que um por mês!). E isto é aquilo que os esquerdistas e os activistas homossexuais afirmam ser "impossível".

* 10% de 18,000 (aqueles que pediam ajuda para abandonar o homossexualismo) = 1800
* 20% dos 1800 (aqueles que eram bem sucedidos) = 360

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Mudança é possível: ex-travesti se torna pastor

Joide Miranda comenta que homossexualidade pode ser desaprendida. Ele se assumiu gay aos 14 anos, mas aos 26 deixou a vida de travesti.

Acompanhado da mulher e do filho de 1 ano, o pastor evangélico Joide Miranda, de 47 anos, que até os 26 era travesti, afirma que é possível deixar de ser homossexual. A partir de sua experiência pessoal, ele decidiu ajudar quem quer voltar a ser normal, por meio da Associação Brasileira de ex-Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABexLGBTTs). “A homossexualidade é um vício que, muitas vezes, vem desde a infância. Achava que era impossível mudar, mas é uma conduta que pode ser desaprendida”, diz o pastor.
Joide e Édna estão casados há 14 anos e tem Pedro, de um ano e 11 meses. (Foto: Pollyana Araújo/ G1)
O trabalho da associação tem a hostilidade do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que optou por uma opinião de mão única: seus profissionais são livres para apoiar a agenda gay e oferecer condicionamento para que homens e mulheres permaneçam no homossexualismo, mas são proibidos de ajudar os que querem voluntariamente deixar esse estilo de vida.
Joide Miranda, que aos 14 anos assumiu a homossexualidade e agora dá testemunho de sua restauração, diz que o trabalho que desenvolve busca a mudança a partir da espiritualidade e da experiência de vida dele, embora avalie que a psicologia seria importante nesse processo. “Aqueles que querem deixar o estado da homossexualidade dizem que me veêm como referência”, afirma o pastor, que depois da mudança retirou as próteses de silicone dos seios e o silicone industrializado dos quadris.
Joide morou em vários países, entre eles na França
(Foto: Arquivo pessoal)
Joide Miranda explica que hoje a entidade, que foi regulamentada em novembro do ano passado, dá suporte emocional a pessoas de vários lugares, inclusive do Japão, Espanha e França. Até hoje, segundo ele, mais de 500 homossexuais já o procuraram, sendo que, segundo ele, os maiores motivos alegados para querer deixar a homossexualidade são a solidão e insatisfação. “Fazemos acompanhamento por telefone, mas pretendemos abrir uma casa de apoio, uma espécie de albergue, para podermos auxiliá-los melhor”, contou o pastor que mora em Cuiabá com a família.
Um dos pilares da associação é a estruturação familiar. Para o pastor, que hoje tem 47 anos, a desordem familiar tem grande parcela de responsabilidade nos casos de homossexualidade, tanto que diz alertar os pais durante as palestras que ministra para que se atentem sobre o comportamento dos filhos de modo que atuem de forma preventiva. “Um dos maiores fatores que contribuem para a homossexualidade é os abusos sexuais e a ausência de limites para as crianças”, enfatizou ao relatar que sofreu abuso aos seis anos por um vizinho.
Além dos próprios homossexuais, Joide disse receber inúmeros telefonemas de mães que encontram-se desesperadas pela opção sexual dos filhos e muitas delas pedem para conversar com a mãe dele, que após muita insistência conseguiu que ele fosse a igreja. Antes disso, ele morou em vários países, entre eles Itália e França, onde se prostituía. Ele conta que a maioria dos travestis se prostitue pela tentação de se ganhar dinheiro fácil.
O casamento de Joide só foi possível graças à obra de restauração do Evangelho em sua vida. (Foto: Arquivo pessoal)
Ele cita dois casos de ex-homossexuais que deixaram o estado da homossexualidade, depois de receberem acompanhamento através da associação. Um deles mora na França, morava com outro homem e hoje já está casado com uma mulher.
Outro é o de um ex-travesti do Maranhão, que colocou até silicone nos lábios, e agora é missionário de uma igreja evangélica. “Quando a pessoa resolve mudar o interior está todo bagunçado e demora algum tempo para mudar completamente, inclusive os trejeitos femininos”, explica.

Casamento

No caso de Joide, a mulher Édna, que hoje o acompanha nas palestras em que dá o seu testemunho, foi quem o ajudou. Ela não tem receio de dizer que se casou com um homem e que nunca duvidou da mudança do marido. “Antes achava que gay era sempre gay, mas depois que o conheci mudei esse conceito. Não me importo em falar sobre o passado dele, pois falo de alguém que não existe mais”, frisou.
Casada há 14 anos com Joide, Édna conta que os dois eram empresários e deixaram os negócios para ajudar as pessoas que pretendem deixar de ser homossexuais. “Só fazemos isso para que a nossa história possa ajudar outras pessoas”.
Os dois afirmaram que o casamento não pode servir de fuga para os que querem deixar a homossexualidade. Antes de conhecer a mulher, o pastor disse não ter sentido atração por nenhuma outra pessoa do sexo oposto. “Tive tudo que um travesti sonha, como glamour e dinheiro, mas não era feliz. Sentia um vazio muito grande dentro de mim. Era uma vida de hipocrisia”, recorda Joide ao testemunhar que hoje está realizado com a mulher e o filho, que foi adotado porque Édna não conseguia engravidar.
Ele conta a homossexualidade está na mente e, por isso, a restauração é sempre possível.”Depois que fui abusado sexualmente, tive a minha heterossexualidade violada”, afirma.
Em Jesus Cristo, ele encontrou restauração para o trauma que o conduziu à homossexualidade.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Testemunho de homem que abandonou o homossexualismo

Uma vez que os activistas homossexuais nos fazem o favor de manter o tópico do homossexualismo bem aceso, fica aqui uma perspectiva diferente desse comportamento sexual.

O testemunho revela como Sy Rogers era um firme praticante do homossexualismo, chegando até a estar perto de se submeter a uma mutilação operação de alteração de sexo, até que algo aconteceu. Graças as orações que foram feitas a Deus em seu favor, Sy teve um encontro com o Criador, o Senhor Jesus Cristo, facto que deu início ao processo de abandono do homossexualismo.

Recomendo vivamente este vídeo uma vez que muitos de nós se pode identificar com a sua história - mais do que se pensa.

Se estiverem com falta de tempo, saltem para o minuto 19 onde ele dá inicio à discussão em torno da sua caminhada.



sexta-feira, 27 de abril de 2012

Juan Antonio Reig Plà está certo: é possível abandonar o homossexualismo

O Bispo de Alcalá de Henares, Juan Antonio Reig Plà, voltou às manchetes depois de afirmar que, com terapia apropriada, pessoas sofrem com atracção homossexual indesejada "podem ser tratados com sucesso" especialmente se não estiverem já com o hábito de levar a cabo actos homossexuais.

Numa entrevista concedida à "Religión en Libertad", Reig Plà respondeu de positivamente quando questionado à cerca da possibilidade de alteração da forma de vida dos homossexuais.

Ela afirmou que se, durante a idade infantil ou durante a adolescência, os pais detectarem estas tendências nos seus filhos, eles devem buscar ajuda:

Com a ajuda da Graça de Deus, desde padres, catequistas e profissionais, pessoas com tendências homossexuais [o texto original diz "homofóbico" mas deve ser um erro] podem viver uma vida de castidade (auto-controlo); não sem batalhas, mas todo o Cristão que quer viver uma vida segundo a Vontade de Deus tem que batalhar contra a sua própria lascívia até o momento da morte.
Reig Plà esclareceu os seus comentários afirmando que ele não está a tentar impor as suas ideias mas apenas a "oferecer liberdade, verdade e esperança para todos aqueles que querem escapar à ditadura do silência."
Sabemos que falar sobre a castidade não é politicamente correcto. De forma geral, de maneira nenhuma os Católicos querem ofender alguém. No entanto, não devemos ter vergonha em falar a verdade.

* * * * * * *

Em outras eras, este tipo de declarações não seriam de forma alguma "polémicas". Se alguém quer deixar de ter atracção homossexual, ele tem que ser livre de buscar ajuda, e as pessoas que o ajudam não podem ser censuradas por isso.

Infelizmente, como o gayzismo é de extrema utilidade para o avanço do esquerdismo, os "Poderes Estabelecidos" censuram de forma violenta os profissionais que se disponibilizam para ajudar homens e mulheres a abandonar o homossexualismo.

Para os activistas homossexuais é preferível alguém viver uma vida triste e com atracção homossexual do que buscar ajuda e ser mais feliz como ex-homossexual.

Glória a Deus pelo facto do Bispo Juan Antonio Reig Plá afirmar publicamente a verdade em torno do homossexualismo.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Ex-lésbica Janet Boynes conta comovente testemunho de conversão.

A ex-lésbica Janet Boynes diz que sua homossexualidade começou como começa para muitas mulheres: como reação a abuso sexual e psicológico que ela sofreu como menina.


A ex-lésbica Janet Boynes diz que sua homossexualidade começou como começa para muitas mulheres: como reação a abuso sexual e psicológico que ela sofreu como menina.
Ela foi criada por um dos namorados de sua mãe, um alcoólatra que abusava de sua mãe, que por sua vez mostrava pouca afeição por Boynes. Aos 12 anos ela foi abusada sexualmente por um parente, que era então coroinha na igreja dela. Ela começou a sofrer aversão a homens, e descobriu que seu próprio sexo era mais atraente. Ela também começou a usar drogas.
“Eu estava começando a me sentir mais atraída às mulheres”, Boynes disse para a rede de televisão evangélica CBN [do Rev. Pat Robertson] numa entrevista recente. “Tantos homens haviam me magoado que essas mulheres, pensava eu, eram muito mais iguais a mim”.
Sua dor estava acobertada numa falsa masculinidade que a transformou numa valentona de escola, diz ela, e já na escola as pessoas começaram a perguntar se ela era lésbica — uma ideia que ela evitou até os 20 anos de idade, quando sua solidão a levou a seu primeiro encontro sexual com uma mulher.
Embora tivesse experimentado uma conversão ao Cristianismo, Boynes diz que suas experiências lésbicas a levaram a rejeitar sua fé e entrar no estilo de vida homossexual, com todas as suas turbulências e sofrimento. Ela mudava de um relacionamento para outro, ficou mais viciada em cocaína e desenvolveu bulimia, diz ela.
“Minha vida era miserável. Estava começando a ficar literalmente em apuros”, diz Boynes. “Mas eu estava recusando voltar a Deus”.
No entanto, sua vida começou a mudar quando ela foi convidada a visitar uma igreja local que ela muitas vezes havia visto em seu caminho ao trabalho.
“E eu, não pensando no meu perfeito juízo, disse, ‘Certamente, Irei’ e fui vestindo calça de esporte, com aparência encardida, não sabendo o que esperar”, Boynes disse para CBN. “Estou numa sala com outras nove mulheres, mulheres simplesmente belas, femininas, e pensei, ‘no que foi que me meti?’ Estou sentada ali com a cabeça baixa, me sentindo muito envergonhada, achando que essas mulheres são tão cruéis que vão me repreender e me expulsar”.
“Todas se apresentaram, e quando olharam para mim, me perguntaram meu nome, e eu disse, ‘meu nome é Janet’ e disse, ‘estou vivendo uma vida homossexual. Mas se vocês me ajudarem, eu viverei minha vida para o Senhor’”.
Boynes diz que lhe mostraram compaixão e compreensão, e os membros da igreja lhe deram apoio na luta dela para se libertar de seu estilo de vida viciante. Um casal acabou se oferecendo para abrigá-la em seu lar, onde ela viveu durante um ano e recebeu o amor que ela jamais havia experimentado como menina. Ela abandonou o lesbianismo permanentemente, e recuperou sua identidade heterossexual.
“Quero que todas as outras pessoas que estão vivendo a vida homossexual que não tiveram uma grande mãe ou que não tiveram um grande pai experimentem que Deus é pai para os que não têm pai ou mãe”, diz Boynes. “É isso o que ele fez por mim; ele fará por eles também”.
Onze anos mais tarde, Boynes dirige um ministério que oferece ajuda para aqueles que estão tentando escapar do estilo de vida homossexual. Ela recentemente testificou na comissão judiciária do Senado de Minnesota contra a criação do “casamento” homossexual.
Comentando que ela e uma de suas parceiras lésbicas queriam “se casar” e adotar crianças, ela disse para a comissão: “Estou tão grata que não prosseguimos com o plano e que não perpetuamos outra família disfuncional. Crianças precisam de uma mãe e de um pai”.
Ela também comentou que “ao legalizar o casamento homossexual você está apoiando e incentivando conduta que as evidências científicas mostram adoece as pessoas, muitas vezes de forma incurável e fatal. Vi isso confirmado nas vidas de muitos dos meus amigos enquanto eu estava vivendo o estilo de vida lésbico”.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Testemunho de Adam Hood

Os activistas homossexuais alegam que "ninguém deixa de ser homossexual" mas as evidências contrárias são esmagadoras. Dada esta situação, em quem é que devemos acreditar: nas evidências ou na ideologia pró-homossexualista?

quinta-feira, 10 de março de 2011

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Ex-militante gay pede perdão a Júlio Severo

A coragem e a sinceridade tornam um homem melhor e mais humano. Recentemente, um jovem se comunicou comigo, abrindo-se e pedindo perdão.
Ele disse:
Sou ex-militante gay, e agora eu me encontro num caminho de recuperação. Percebi que os movimentos identitários não passam de conluios maquiavélicos pelos quais massas de manobra política são movimentadas. Eu não tinha consciência de que não passa de um velho estratagema, “dividir para conquistar” e a partir de então “pilhar uma casa em chamas”.
Hoje, eu entendo graças às lições do professor Olavo que isso é modus operandi característico da mentalidade revolucionária, inversionista, marxista-leninista-trotskista-gramsciana.
Eu não sabia disso. Quando eu entrei no movimento com 16 anos eu achava que era algo sério no qual nós lutávamos por respeito e dignidade. Hoje sei que eles não querem nada disso, mas apenas o Poder, e iludindo a gente que vamos conseguir dignidade e respeito, nós somos introduzidos numa vida diametralmente oposta.
Depois de quatro anos, tumultuados e difíceis, eu saí do movimento. Passei os últimos dois anos pensando no assunto, e apreendendo com o professor Olavo, e refletindo sobre as coisas de que participei. Está sendo e foi muito difícil, doloroso para mim.
Tive depressão, tentei suicídio, tomei remédios e fui a psiquiatras. Bem, nada funcionou melhor do que a Verdade, por mais indigesta que foi. Hoje, mais maduro, mais consciente das responsabilidades que eu tenho, e das conseqüências das minhas decisões, eu retomei o caminho de casa. Eu voltei para à minha tenra criação.
Eu sinto que o Espírito Santo entra no meu quarto desarrumado (assim que eu imagino meu coração) e arruma a bagunça. Eu erro, peco, e rezo. O Espírito Santo vai lá mais uma vez e arruma de novo. Nesse ciclo de construindo em destruindo, estou hoje bem mais assentado.
Com dois ou três deslizes ali e acolá, é razoável dizer que venho me mantendo casto há quase um ano. Bem como, longe das drogas.
Estou num processo de fazer as pazes comigo mesmo, mas para isso, eu preciso antes de me perdoar, pedir o perdão para aqueles que eu um dia fiz mal. Por isso escrevi esse e-mail.
Júlio, no movimento eu desempenhava um papel de olheiro, de auscultador. Entre vários outros, seu blog foi um dos que eu acompanhei com lupa. Além é claro das comunicações entre a comunidade evangélica, para saber as posições e como vocês se articulavam e coordenavam suas iniciativas. Apesar de eu não ter feito nenhum mal diretamente a você, meu trabalho deu uma contribuição, pequena pois haviam e há centenas como eu, aos ataques que o senhor vem sofrendo, desde de 2005 (pelo menos).
A coisa só tomou a dimensão que tomou, porque voluntários cabeças-ocas como eu ajudaram. Inclusive na formulação de estratégias de “contra-ataque”. Como o torpedeamento de mensagens, o assédio no Orkut, e a famigeração do seu nome. Eu fui um porco, um indigno, ímpio, muleque, safado, e fui mal.
Não está sendo fácil pra mim escrever esse e-mail, pois estou tomado de vergonha. E me sinto humilhado de ter que fazer isso, mas eu preciso fazer isso:
Júlio Severo, eu o assediei, eu caçoei de você, eu falei mal de sua pessoa e sua honra. Eu conspirei contra você. Eu fui seu inimigo, como Davi descreveu no Salmo 34.
Júlio, eu errei, eu pequei, cometi ofensas e injúrias contra você. Eu estou arrependido. Não há justificativa para meus crimes. Mesmo assim, confiando na sua moral cristã, eu quero te pedir perdão.
Júlio, eu peço desculpas por todas as vezes que eu lhe fiz mal. Eu quero que saiba que se eu pudesse voltar no tempo, eu não faria de novo. Se ao menos eu soubesse o que eu sei hoje. Julio, por favor me perdoe!
Pode contar minha história, porque eu sei que vai ajudar as demais pessoas a entender que não é respeito e dignidade que os militantes buscam, mas poder e dominação. Tenho consciência de que por meio dos meus erros, as pessoas podem se “vacinar” contra a dissimulação que se vê hoje.
Só reforço que você preserve minha identidade, pelo amor de Deus, porque eu tenho medo deles.
Eu conheço traficantes de drogas e armas, e homens corruptos no Estado, e creia-me Júlio, eu tenho menos medo deles do que do movimento gay politicamente organizado.
Eu inclusive ia pedir que você contasse minha história, como uma forma de reparação pela minha conduta, para que pais atentos impeçam que seus filhos (gays ou não) não sigam pelos mesmos tortuosos caminhos. E ajudar os pais que já tenham filhos vivendo num queer way of life* a diminuir os danos.

*Queer way of life: para mim esse termo não se restringe aos gays. É a adoção de uma conduta laxista, politicamente correta (ou epicurista), pautada por uma liberalidade e uma amoralidade (ou uma relativização da moral) na esfera privada, sem tomar conhecimento, ou simplesmente ignorando, as conseqüências de suas decisões para a esfera pública do bem comum. Por exemplo: fazer sexo no meio em praça pública; há pessoas no movimento que querem descriminalizar isso, e tornar um direito adquirido por uso capeão (eu sei, por que eu participei dessas discussões).
Por motivo segurança, precisei editar alguns trechos do relato do jovem ex-ativista homossexual, e também não posso revelar o nome e outros dados. Mas tenho uma mensagem para esse mais novo e precioso amigo:
Eu perdôo você, em nome de Jesus, pelos seus assédios, zombarias e difamação da minha pessoa e minha honra.
Eu perdôo você, em nome de Jesus, por suas conspirações contra mim e por sua inimizade.
Eu perdôo você, em nome de Jesus, pelas suas ofensas e injúrias cometidas contra mim.
Eu perdôo você, em nome de Jesus, por todas as vezes que você me fez mal.
Quero que saiba que, mesmo que você ainda estivesse no movimento homossexual, eu ainda o amaria. O propósito dos meus artigos é tirar do movimento homossexual tantas vítimas quanto for possível. E fico feliz que você tenha saído desse movimento destrutivo.
EU PERDÔO VOCÊ!
Postei este texto por dois motivos.
1. Porque o jovem ex-ativista precisa de suas orações, para que o Espírito Santo o conduza à plenitude da revelação e experiência com Jesus Cristo, o único Salvador e Senhor.
2. Porque é importante que todos vejam que Jesus Cristo pode todas as coisas, inclusive libertar ativistas gays das garras da mentira e do engano.
Por favor, encaminhe esta mensagem aos grupos de intercessão, para que orem por esse jovem e por muitos outros que se encontram aprisionados no movimento homossexual.
Veja também este artigo em inglês: Former gay militant asks forgiveness from Julio Severo
Para saber como um ativista homossexual pode mudar, leia:

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