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domingo, 17 de março de 2013

Esmagadora maioria dos russos é contra o gayzismo

A organização russa de sondagens Levada Center realizou uma pesquisa para descobrir a atitude dos cidadãos da Rússia para com reformas e inovações. Descobriu-se que a maioria dos russos são conservadores. 

Por exemplo, 85% dos cidadãos votaram contra a legalização de casamentos homossexuais [sic] no país, e 87%, contra paradas de orgulho gay. Os russos também desaprovam de mudanças de nomes de cidades, da extensão do prazo do serviço militar e dos aumentos de impostos.
Além disso, 70% dos russos apoiam a reintrodução de um uniforme escolar único, cujo uso foi abolido em 1992.

Fonte
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A verdade dos factos é que é a maioria da humanidade sente algum tipo de repulsa pelo homossexualismo (e NÃO pelos homossexuais). O que se passa é que no ocidente, ao contrário da Rússia e do mundo islâmico, nós temos policias do pensamento que punem severamente quem se atreva a dizer que não acha normal e natural um homem ter atracção sexual pelo ânus de outro homem.

Os gayzistas podem obter "vitórias" políticas e concessões sociais, mas a verdade dos factos é que a humanidade sempre vai olhar para o homossexualismo com desdém.


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domingo, 14 de outubro de 2012

Equivalendo entidades distintas

O gayzista  Miguel Coli deixou um comentário na página do blogue que merece alguma consideração.

É importante ressaltar que a quase totalidade das argumentações contrárias aos relacionamentos homoafetivos (união entre pessoas do mesmo sexo) se fundamentam no discurso religioso (“Deus fez macho e fêmea”, etc).

Mesmo que isto fosse verdade, é irrelevante. A questão não é "o argumento é religioso" mas sim "o argumento é falso" ou "o argumento é verdadeiro". O que o gayzista quer fazer é alegar que os argumentos que os Cristãos usam contra a sodomia e o lesbianismo não se podem basear em argumentos que tenham fundamento na Teologia. Porquê disto ser assim, o Coli não diz.

Que me desculpem alguns religiosos, mas questões que dizem respeito à vida da população em geral não podem ser resolvidas somente por este tipo de argumentação.

Quem acompanha os blogues que fornecem argumentos contra o sexo anal e contra o lesbianismo está perfeitamente ciente do quão raro o argumento "é contra a Bíblia" é usado. E isto é feito por motivos óbvios: como os practicantes do sexo anal não acreditam que a Bíblia é a Palavra de Deus, seria ineficiente citar a Biblia contra eles.

Este blogue disponibiliza uma vasta gama de evidências médicas,  sociais e psicológicas contra essa práctica, mas pelos vistos o M.Coli não as viu. 

Se a sua religião é contrária à união homoafectiva, ok, mas existem outras que não são, e existem pessoas que não tem religião.

Irrelevante. Ninguém disse que todas as pessoas partilham do Cristianismo.

Se os indivíduos heterossexuais têm direito a uma união civil (com todos os seus privilégios), por que os homossexuais não têm?

Os homossexuais podem ter uma união civil tal como todas as outras pessoas. Para tal, basta que o homossexual cumpra a definição de "casamento" vigente na maioria dos paises do mundo: um homem + uma mulher. Se tu te apresentares num cartório com uma lésbica, e disseres que te queres casar com ela, vais receber permissão para tal uma vez que casamento é 1 homem + 1 mulher. O teu vício sexual será irrelevante uma vez que estarias a agir de acordo com o que é um casamento.

“Porque a família é uma instituição sagrada entre um homem e uma mulher com a possibilidade de perpetuar a espécie.” Ora, se a sua religião defende isso, ótimo, mas a minha não defende.

Muito bem. Cria o teu próprio pais gayzista, cria as tuas leis e sê muito feliz. "Casa-te" com quantos homens quiseres, e que tenhas muitos filhos.

Para ser justa, a legislação deve defender direitos iguais para os cidadãos.

Mas a legislação já defende direitos iguais para os cidadãos. O que a legislação não faz é defender direitos iguais para prácticas sexuais diferentes. Um homem que tem relações sexuais com a sua esposa não está a levar a cabo uma práctica sexual igual à que dois homens fazem, ou a que duas mulheres fazem.

Dado isto, antes de vocês quererem que a vossa práctica/vicio sexual tenha as mesmas regalias da normal união entre um homem e uma mulher, primeiro têm que mostrar como é que ambas são iguais.  Não faz sentido nenhum dar direitos iguais  a prácticas diferentes.

Se um homem e uma mulher podem ter sua união afectiva oficializada juridicamente, por que dois homens ou duas mulheres não podem?

Dois homens podem ter a sua união afectiva oficializada juridicamente. Por exemplo, se um homem adopta um rapaz, ele pode oficializar essa união afectiva de modo a que esse jovem passe a ser legalmente seu filho. O mesmo entre uma mulher e uma menina.

Agora, o que tu queres não é só a legalização da afectividade entre pessoas do mesmo sexo, mas sim conferir ao homossexualismo os mesmos direitos que o casamento. Mas porque é que se faria isto se estamos a falar de coisas diferentes?

Porque um casal heterossexual pode ter tantos benefícios jurídicos que um casal homossexual não pode ter?

Não existem "casais homossexuais". Esse neologismo é auto-contraditório uma vez que "casal" implica duas pessoas de sexos distintos. Para tu veres isso, toma este exemplo: imagina que eu me encontro com um amigo e digo-lhe que tenho dois filhos. um casal. Sem que eu precisa de acrescentar mais alguma coisa, ele apercebe-se instantaneamente que os meus filhos são de sexos distintos (1 rapaz e 1 rapariga).

Do mesmo modo, quando falamos em "casal homossexual" estamos a falar num "solteiro casado" ou num "quadrado redondo"; não faz sentido nenhum.

Portanto, o que tu queres dizer é: "se os casais podem ter tantos benefícios jurídicos, porque é que uma dupla de homossexuais não pode ter os MESMOS benefícios jurídicos que os casais?". A resposta é óbvia e feita com outra pergunta: porque é que o homossexualismo haveria de ter os mesmos direitos que o casamento natural? Porque é que a sodomia e o lesbianismo deveriam ser artificialmente elevados para o patamar da heterossexualidade?

Antes de tu queres igualdade de prácticas sexuais, primeiro tens que demonstrar como é que são iguais. Tu achas mesmo que o acto sexual do qual depende a continuação da espécie humana deve ser colocada ao mesmo nível duma práctica sexual que não fornece ganho nenhum a quem o practica e nem à sociedade no geral? O que é que há no homossexualismo que justifique que ele seja colocado num nível que - por motivos óbvios - só pertence à heterossexualidade?

Isso é usar a razão, é algo perfeitamente lógico. Agora, o que não é lógico é utilizar-se de discurso religioso para defender questões que não tem nada a ver com religião.

Boa sorte em explicar a origem do casamento fora do "discurso religioso" e fora do propósito central da procriação.

Você pode não concordar, mas não pode EXIGIR que dois homens que se amem não possam casar juridicamente porque o “Deus” que você acredita não permite isso.

Tu podes não concordar com a definição de casamento mas não podes EXIGIR que a mesma seja alterada para acomodar uma práctica sexual auto-destrutiva como o homossexualismo. Queres ter sexo com outros homens? O problema é teu e a escolha é tua. No entanto, não queiras forçar a sociedade a aceitar como normal o que TU aceitas como normal.

Casamento é, foi e sempre vai ser, 1 homem + 1 mulher. Se por acaso um dia dois homens ou duas lésbicas conseguirem gerar filhos um com o outro ou uma com a outra, então o homossexualismo pode ser colocado ao mesmo nível da heterossexualidade.

“Família = pai e mãe.” “As coisas são o que são independentemente do que eu penso ou deixo de pensar.” Esta argumentação é completamente incoerente, veja, você diz: família é pai e mãe. Isto é o que VOCÊ pensa, o que VOCÊ acredita.

Veja, você diz "família pode ser homem com homem ou mulher com mulher". Isto é o que VOCÊ pensa, e o que VOCÊ acredita.

Quem disse que família é isso?

Quem disse que a família é isso foi a realidade dos factos uma vez que só um homem e uma mulher podem gerar filhos e filhas. Só a heterossexualidade gera filhos e gera famílias. A geração de família depende da procriação (directa ou indirecta) portanto, qualquer união entre duas pessoas férteis que não seja uma cópia da original, não pode ser considerado "casamento". Duas mulheres e uma criança não são uma família porque duas mulheres não conseguem gerar filhos entre si. O que elas são é uma parelha a quem foi oferecida uma inocente criança.

Outros podem ter outras definições, mas acima de todas as definições está a igualdade de direitos entre os seres humanos.

Se outros podem ter outras definições, então isso significa o quê? Que são todas válidas? Por exemplo, uma família pode ser três mulheres e um criança? E um homem, uma cabra e uma criança? É istouma família? Porque não? Quem és tu para dizer que os seres humanos não podem formar "famílias" com membros femininos de outras espécies? Não achas que estás a ser preconceituoso ao limitar os casamentos entre os seres humanos?

Além disso, não é preciso colocar a sodomia e o lesbianismo ao mesmo nível da heterossexualidade para que existam direitos iguais para todo o ser humano. Quer tu tenhas o péssimo hábito de inserir o teu apêndice genital no ânus de outro homem ou não, tu tens os mesmos direitos humanos que outro ser humano qualquer. Agora, os mesmos direitos HUMANOS não implica que os comportamentos de todos os seres humanos tenham exactamente o mesmo valor.

Percebes a diferença?

Não interessa a sua definição de família, não interessa o que o movimento gay define por família, interessa o direito de duas pessoas que se amem, independentemente da orientação sexual, poderem viver juntas usufruindo dos mesmos direitos. “Preservação da espécie.” Somos em 7 biliões! Chega a ser hilário.

Ou seja, "vamos legalizar o gaysamento porque já somos 7 biliões". O que isso implica é que o homossexualismo é um comportamento que trabalha para o LIMITAR da procriação e da continuação do ser humano. Sem querer, revelaste um excelente motivo para não seres a favor do gaysamento: enquanto o casamento gera um ambiente óptimo para a continuação do ser humano, o gaysamento faz exactamente o contrário.

Isto também significa que se por acaso a população mundial atingir números demasiado baixos, vai ser preciso erradicar o homossexualismo da existência humana. É isso que defendes?

Agora pergunta-te o seguinte: ainda achas que o homossexualismo deveria ter os mesmos direitos que o casamento natural?

Outra coisa que tens que levar em conta é o seguinte: preservação da espécie não implica o aumento do número de seres humanos. Preservação significa apenas continuação do que já existia (seres humanos). Sem a heterossexualidade, a espécie humana deixa de existir. Sem o homossexualismo, a espécie humana continua a existir normalmente (e até melhor).

Dado isto, porque é que queres equivaler comportamentos totalmente distintos, e com propósitos distintos?

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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Ucrânia em vias de proibir a promoção do homossexualismo


Em primeira votação, o parlamento da Ucrânia foi favorável à proibição da disseminação de informações sobre homossexualidade, justificando que o avanço da homossexualidade é ameaça à segurança nacional

Na passada Terça-Feira dia 2 de Outubro, o parlamento ucraniano deu o primeiro passo para a aprovação duma lei que tornará ilegal promover o homossexualismo. O projecto de lei, que passou na primeira de duas votações constata que a promoção desse comportamento é uma ameaça à segurança nacional.

O autor do projeto afirmou em nota que, ao promover uma atitude tolerante perante as relações entre pessoas do mesmo sexo, os média contrariam os interesses da sociedade e do estado. “O avanço da homossexualidade constitui uma ameaça à segurança nacional, pois leva à epidemia de HIV/AIDS, destrói a instituição da família e pode iniciar uma crise demográfica”, escreveu o redactor.

A lei depende da assinatura do presidente Viktor Yanukovich para entrar em vigor. Se for aprovada, o código penal da Ucrânia será alterado para punir pessoas condenadas por importar, produzir ou divulgar produtos que promovam o homossexualismo. A pena pode ir até cinco anos de encarceramento.

Uma pesquisa de opinião de 2011 revelou que 78% dos ucranianos vê o homossexualismo como algo negativo. Com eleições parlamentares marcadas dia 28 de Outubro, o projecto de lei pode ser uma tentativa dos parlamentares para agradar eleitores.

A organização de defesa de direitos humanos Human Rights Watch, baseada nos EUA, emitiu um comunicado afirmando que "a proibição da disseminação de produtos e publicações relacionadas à orientação sexual e identidade de género irá restringir o acesso a informações sobre saúde, redes de apoio e actividades sociais para um número incontável de cidadãos da Ucrânia".

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Resumindo, cerca de 4/5 da população ucraniana é contra o comportamento homossexual, mas uma organização esquerdista americana acha que os ucranianos têm que deixar que a propaganda homossexual circule livremente nesse mesmo país.

Seria interessante saber se esta mesma organização tem planos para emitir comunicados condenando as execuções sumárias de homossexuais levadas a cabo nos países islâmicos.

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