domingo, 10 de agosto de 2014
O movimento homossexual como arma da Nova Ordem Mundial
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Patriarca Kirill lança mais um ataque ao gayzismo
À medida que a discussão aqueceu, o líder do departamento das relações entre a Igreja e a Sociedade do Santo Sínodo sugeriu um referendo nacional em torno da introdução de responsabilidade criminal para os homossexuais (algo que foi abolido da Rússia em 193, pouco depois do colapso da União Soviética).
No entanto, a ideia do clérigo ainda não se materializou. Para além disso, numa entrevista dada recentemente o presidente Vladimir Putin minimizou a questão ao afirmar que a Rússia era um estado secular e que era pouco provável que essa medida obtivesse algum momentum.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Sochi: Ban Ki Moon condena "discriminação" contra homossexuais
O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, condenou hoje qualquer discriminação contra os homossexuais e apelou para que lutem contra os ataques que possam sofrer, num discurso em Sochi, Rússia, na 126ª Sessão do COI (Comité Olímpico Internacional).
Fonte
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domingo, 19 de janeiro de 2014
A homofobia da Coca-Cola
A maior parte das versões do novo anúncio, tal como as versões Holandesas, Norueguesas e Britânicas, terminam mostrando uma dupla homossexual a "casar-se". No entanto, a versão Irlandesa termina mostrando uma casal interracial caminhando pelo corredor duma igreja (em vias de casar) sob a frase: "Para cada demonstração de ódio, há 5,000 celebrações de amor."
Um porta-voz da companhia disse ao TheJournal.ie (jornal Irlandês) que a companhia não incluiu uma imagem da dupla homoerótica na Irlanda porque o "casamento" homossexual ainda não foi legalizado no pais, e cada anúncio publicitário levou em conta as sensibilidades culturais de cada país. Por exemplo, a versão do Reino Unido do comercial mostrou um árbitro com um cartão vermelho num jogo de futebol enquanto que a versão Irlandesa mostrou uma celebração do Dia de São Patrício ["St. Patrick’s Day celebration"].
Falando do incidente, o porta-voz da companhia afirmou:
Como vocês correctamente dizem, as imagens de casamento usadas no Reino Unido e em outras partes da Europa exibem dois homens a casar [sic]. O motivo pelo qual isto foi alterado na Irlanda é que, embora a união civil seja legal, o casamento [sic] gay ainda não é. Isto será alvo de referendo em 2015. Nós queríamos que cada cena de casamento fosse relevante e válido para cada um dos mercados.
A explicação do porta-voz foi considerada razoável por quase todos, mas muitos activistas homossexuais continuaram a exigir que a cena do "casamento" homossexual fosse recolocada no anúncio, embora o "casamento" homossexual não seja ainda legal na Irlanda. Jerry Buttimer, um político e homossexual assumido, pertencente ao partido "Ireland’s Fine Gael", tem sido uma das pessoas a apelar que a Coca Cola volte a colocar a cena dos dois homens a "casar" na versão Irlandesa da campanha:
Alguns activistas homossexuais estenderam as suas críticas à Coca Cola, acusando a companhia de concordar em ser um patrocinador de peso dos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi, Rússia. Apesar da companhia Coca Cola ser presença habitual nos eventos olímpicos passados, e estando sempre presente nos maiores eventos desportivos, os activistas homossexuais afirmaram que a companhia deveria boicotar os Jogos na Rússia visto que o país aprovou recentemente legislação que proíbe os homossexuais de publicitarem o seu estilo de vida junto dos menores.
Entretanto, o Comité Olímpico Internacional expressou total confiança na capacidade da Rússia de receber os Jogos Olímpicos de Inverno, para além de terem dito numa declaração que estavam "totalmente satisfeitos" com as leis Russas em torno do homossexualismo.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Pavel Astakhov e a maldição
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sexta-feira, 25 de outubro de 2013
A hipocrisia da elite cultural ocidental
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Russos dizem "Nyet" à adopção de crianças russas por duplas homeróticas suecas.
Representantes das autoridades Russas e da embaixada Sueca encontraram-se ontem para discutir a situação legal em torno da adopção de crianças Russas. Segundo a reportagem da SVT, a Rússia busca formas de estabelecer acordos com os países em questão de modo a que estes se certifiquem de que as crianças Russas não acabarão nas mãos e pais lgbt.
O Ministro dos Negócios Estrangeiros Sueco já confirmou que ainda não houve início de negociações formais, mas que os encontros tem como propósito esclarecer o alcance práctico da nova lei.
Entretanto, durante uma entrevista emitida na Quinta-Feira, Vitaly Milonov (político Russo) qualificou os homossexuais de "pervertidos", alegando que as crianças estariam melhores ficando nos orfanatos Russos:
No dia 30 de Junho deste ano, o Presidente Russo Vladimir Putin assinou uma proposta de lei que proíbe a propaganda homossexual e "outro tipo de relações sexuais não-tradicionais junto de menores". Os críticos da lei alegam que a terminologia da lei é vaga, e que ela ilegaliza todas as expressões dos "direitos lgbt", incluindo as paradas de Orguluho Homossexual, as mãs dadas e os beijos em público.
Para além disso, esta nova lei está a servir de base para que os grupos afiliados aos "direitos lgbt" desenvolvam esforços tendo em vista o boicote dos Jogos de Inverno que se irão realizar em Sochi. O apelo ao boicote foi já rejeitado por alguns activistas lgbt russos, alegando que o gesto seria contra-produtivo.
A atleta Sueca Emma Green Tregarocaused provocou já algum tumulto no mundo do desporto ao pintar as unhas segundo o padrão do arco-iris como forma de "protesto silencioso" contra a lei Russa. Por outro lado, a atleta Russa Yelena Isinbayeva atacou a Cueca, afirmando que a sua atitude foi uma "falta de respeito para com o nosso país".
Fonte: http://www.thelocal.se/50596/20131004/
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Algumas pessoas podem ficar alarmadas com a frontalidade Russa em relação ao comportamento homossexual, mas há uma coisa que os distingue da Europa Ocidental: os Russos não se vergaram perante o deus com o nome de politicamente correcto, e devido a isso, eles dizem o que realmente pensam. Aqui no Ocidente, a maioria das pessoas não fala da mesma forma, não porque não pensa da mesma forma, mas porque teme represálias por parte da Gaystapo e dos seus lacaios governamentais.
Os Russos não são nem mais nem menos do que o resto da humanidade: o que se passa é que eles são livres para dizer o que pensam do comportamento homossexual.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Serão os Russos livres para proteger as suas crianças?
Se levarmos em conta o que o NYT (New York Times) escreve, ficaremos com a impressão de que os Russos decidiram enviar os homossexuais para os Gulags, mas a lei Russa efectivamente funciona como um imposto sobre as manifestações *públicas* de homoerotismo. Eis a forma como o NYT sumariza a lei:
Dificilmente $155 é uma quantia fora do alcance por parte de homossexuais que se querem beijar em público.
Embora os Russos não queiram de modo algum encorajar o homossexualismo, eles não querem também criminalizá-lo e nem discriminar os homossexuais (como afirmaram algumas fontes de informação). Os homossexuais Russos têm os mesmos privilégios que todos os outros Russos, mas eles não podem promover o homossexualismo (como se este acto sexual auto-destrutivo fosse algo de positivo) junto de crianças, do mesmo modo que o Mayor Bloomberg quer banir as bebidas açucaradas, e do mesmo modo que Michelle Obama quer que comida pouco saudável seja retirada cafeteiras.
Os média têm caracterizado esta lei como uma medida pouco razoável energizada por "grupos religiosos radicais", mas esta forma de pensar não explica o porquê desta lei ter sido aprovada de modo unânime pela câmara inferior do parlamento Russo (só com uma abstenção). Dificilmente a Rússia pode ser caracterizada como uma nação religiosa, mas a lei tem um apoio sobrepujante nas instituições legisladoras.
De modo consistente, a Rússia tem negado licenças aos grupos que tencionam levar a cabo paradas de "orgulho" homossexual, algo que poupa as crianças e o público em geral de presenciar o mesmo tipo de comportamento que é observado nas praças e nas ruas da Europa Ocidental e nas ruas dos Estados Unidos.
Semelhantemente, os órgãos de informação têm ressalvados incidentes onde pessoas LGBT têm sido vítimas de violência sem ressalvar (ao mesmo tempo) que a maior parte dos manifestantes junto ao parlamento Russo eram a favor da lei, e que a violência em nada estava relacionada com os os desejos da maioria dos manifestantes Russos.
A lei que proíbe a promoção do homossexualismo entre as crianças simplesmente codifica o sentimento Russo de proteger os interesses das suas crianças, e não o não-existente interesse em perseguir os homossexuais. A realidade dos factos é que o homossexualismo está associado a uma incidência 20 vezes superior de contágio com o vírus HIV, bem como a outras estatísticas em torno da saúde deficitária, tais como maior incidência de consumo de drogas e álcool, depressão e até suicídio.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Elena Isinbaeva apoia a protecção das crianças russas
domingo, 18 de agosto de 2013
O imperialismo homocultural do Ocidente
Sem surpresa alguma, alguns segmentos do mundo ocidental sugerem que se faça um boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno (que se vão realizar na Rússia) como retaliação contra o que eles entendem ser uma política injusta por parte das autoridades Russas contra a comunidade LGBT. Onde estavam eles quando a NATO estava a metralhar alvos civis na Líbia? E não são as leis Russas feitas para os Russos?
O primeiro ponto da questão é levar em conta o enquadramento legal que cobre todos os Russos. A idade do consentimento na Rússia é de 16 anos, independentemente da orientação sexual; os transsexuais e os transgéneros têm a permissão para modificar o seu género legal; segundo a lei Russa, a homossexualidade não é considerada uma doença mental e não é uma ofensa criminosa; os solteiros podem adoptar crianças, independentemente da sua orientação sexual, e os homossexuais podem servir no exército sem qualquer tipo de restrição.
Segundo: examinemos a lei que foi recentemente aprovada com 436 votos a favor e zero contra pela DUMA Russa (ou parlamento); esta lei proíbe a propagação de actividades sexuais não-tradicionais junto dos menores. Dito de outra forma, é uma lei que proíbe a distribuição ou disseminação de actos homossexuais junto das crianças. Portanto, todos aqueles que estão a levantar um alvoroço em torno dos Jogos Olímpicos de Inverno, e fazem planos de boicotar, perguntem o seguinte: o que é que vocês sentiriam se alguém exibisse imagens eróticas gráficas de duas ou mais pessoas do mesmo sexo? Será que eles dariam um passo atrás e bateriam palmas?
O terceiro ponto da questão aqui são os valores culturais e o respeito pelos mesmos. A sociedade Russa actual encontra-se de modo sólido do lado dos valores familiares tradicionais, e regra geral, os Russos não entendem, ou apoiam, o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo. Ponto final. Não é competência do Ocidente se queixar em relação a isso, do mesmo modo que não é competência do Russo comum lançar uma campanha contra Londres apenas e só porque ainda é ilegal correr ou cantar no "Burlingdon Arcade" entre "Piccadilly" e a "Cork Street".
Se uma mulher afegã deseja usar a burqa de modo a que ela só se revela para o seu marido, isso é uma questão cultural - do mesmo modo que é uma questão cultural o facto das mulheres ocidentais não se vestirem com mini-saias ou calças reveladoras e invadirem as mesquitas da Arábia Saudita. Semelhantemente, é algo aceite de modo geral na Catedrais italianas que as mulheres se cubram mais do que o normal.
Se um homem ou uma mulher entram numa sinagoga, é suposto eles cobrirem as suas cabeças em sinal de respeito. Numa mesa de jantar no ocidente ninguém arrota de modo ruidoso ou diz "shabash" (alegra-te) como forma de mostrar que a rejeição era do seu agrado, mas quando isto é feito no Norte da Índia, o acto é tomado como um elogio ao chefe. Muitas sociedades Africanas não aceitam bispos Anglicanos homossexuais mas isto é considerado aceitável em algumas comunidades no Reino Unido e na América do Norte.
Depois de 500 anos de intrusão, colonialismo e imperialismo, depois de enfiar o seu nariz nos assuntos de sociedades alheias, depois espalhar a sua moral e a sua moralidade por todo o globo, impondo-o do topo para a base, depois duma atitude arrogante, assassina, recheada de massacres, será que Ocidente não pode deixar a vida alheia e dedicar-se à sua própria, aceitando que as coisas não têm que ser todas iguais em todo o mundo?
Portanto, independentemente da posição pessoal em relação a comunidade LGBT, independentemente do que as pessoas pensam dos transgéneros, das lésbicas, dos gays ou dos bissexuais dentro duma sociedade, e quer a pessoa tenha ou não algum tipo de interacção pessoal com estas pessoas na vida social, ou se se relaciona com outros tendo em vista a defesa dos seus direitos, o facto a reter é que a comunidade LGBT não é discriminada segundo a lei federal Russa. Esta lei não só reflecte a posição da sociedade Russa ao não reconhecer as uniões homoeróticas, como reflecte os esforços dos Russos de prevenir os menores de serem expostos a imagens desnecessárias em tão tenra idade.
(...)
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Os marxistas culturais do ocidente encontram-se frustrados com o amplo apoio da lei federal Russa porque temem que isso se possa espalhar para outros países da Europa (especialmente para o Ocidente).
Uma coisa que é preciso reter é que os Russos não são mais morais que o resto da Europa; o que se passa é que na Rússia o Politicamente Correcto (PC) não parece ter muito poder. Devido a isso, os Russos são livres para dizer o que realmente pensam da promoção do homossexualismo junto de crianças, e agir em conformidade.
Se o PC fosse removido da Europa Ocidental, os activistas homossexualistas descobririam, horrorizados, que, para além da elite esquerdista, muito poucas pessoas estão interessadas na sua sexualidade, e menos ainda em deixar que eles manifestem essa "sexualidade" junto de crianças impressionáveis.
domingo, 7 de julho de 2013
A consequência lógica da adopção homoerótica
sábado, 15 de junho de 2013
Rússia aprova lei que pune propaganda homossexual e ofensas religiosas
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Rússia ameaça proibir adopção para países que adoptam "união" gay
quinta-feira, 11 de abril de 2013
“Direitos dos homossexuais não são violados na Rússia”, diz Putin
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domingo, 17 de março de 2013
Esmagadora maioria dos russos é contra o gayzismo
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A verdade dos factos é que é a maioria da humanidade sente algum tipo de repulsa pelo homossexualismo (e NÃO pelos homossexuais). O que se passa é que no ocidente, ao contrário da Rússia e do mundo islâmico, nós temos policias do pensamento que punem severamente quem se atreva a dizer que não acha normal e natural um homem ter atracção sexual pelo ânus de outro homem.
Os gayzistas podem obter "vitórias" políticas e concessões sociais, mas a verdade dos factos é que a humanidade sempre vai olhar para o homossexualismo com desdém.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Gayzismo russo com os dias contados?
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sábado, 18 de agosto de 2012
Rússia sem "orgulho" durante os próximos 100 anos.
Apesar de “ilegal e injusta”, a decisão “não é uma surpresa, os tribunais russos raramente falam dos direito dos gays e lésbicas”, reagiu Alexeyev numa entrevista ao El País, garantindo que vai recorrer da decisão.
O activista tinha solicitado autorização para a realização de 102 manifestações para celebrar o orgulho gay, até 2112. O tribunal respondeu proibindo-as pelos mesmos 100 anos.
Entre 2006 e 2008, as petições do jornalista e advogado já tinham chegado à justiça europeia, depois de a Câmara de Moscovo ter proibido as manifestações, alegando perigo de desordem pública. Em Estrasburgo, Nikolai Alexeyev falou de uma violação ao direito da liberdade de reunião, consagrado no artigo 11 da Convenção Europeia dos Direitos do Homem.
A história terminou com as autoridades russas a indemnizar o activista com 12 mil euros (mais 17.510 de despesas). Mas agora o objectivo é outro, garante Nikolai Alexeyev: “Queremos que se garanta que podemos celebrar o orgulho gay no futuro.”
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Russos livres de gayzismo durante os próximos 100 anos?
A Justiça russa proibiu ontem as marchas de "orgulho gay" durante os próximos 100 anos, decisão de que o lóbi homossexual já disse que vai recorrer para o Tribunal dos Direitos Humanos em Estrasburgo."Em Estrasburgo declaram ilegais essas decisões. O tempo passa e continuaremos a pedir autorização para novas acções, mesmo que sejam rejeitadas", afirmou Nikolái Alexéyev, líder dos homossexuais russos, citado por agências locais.
O tribunal municipal de Moscovo rejeitou o recurso interposto pelo activista confirmando a legalidade de uma disposição anterior da autarquia em que se proibiam as paradas até 2112.
Dezenas de activistas homossexuais foram detidos no final de Maio quando tentavam levar a cabo uma marcha de "orgulho gay".
Várias cidades russas aprovaram este ano leis contra a propaganda homossexual, decisão que esta "minoria" tem tentado provar que é uma violação da "liberdade de expressão".
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Amanda Gigliotti (Christian Post Portuguese) não parece muito convencida
Com essa medida, além de outras leis contra a ‘propaganda homossexual’, a Rússia parece se tornar o país europeu mais hostil com as minorias sexuais.Várias perguntas:
- Porque é que a Amanda colocou propaganda homossexual entre aspas?
- Porque é que ela chama os homossexuais de "minorias sexuais"?
- Estando ela a escrever para um fonte (supostamente) Cristã, não deveria ela usar uma identificação mais Bíblica do homossexualismo?
- Porque é que a Amanda quer dar um estatuto de "minoria oprimida" aos homossexuais qualificando-lhes de "minoria sexual"?
- Se se vai chamar de "minoria sexual" todas as pessoas com gostos sexuais contra-natura, será que se pode chamar um pedófilo de "minoria sexual"? E aqueles que praticam o bestialismo serão eles também uma "minoria sexual"?
Ela continua:
As iniciativas vem sendo tomadas à medida em que activistas tentam realizar manifestações em defesa dos direitos gays.O que são os "direitos dos gays"? Quem é que decidiu que fazer propaganda homossexual (sem aspas) é um "direito?
Os grupos homossexuais encontram também grande resistência dos ortodoxos russos.Esses malignos ortodoxos russos que não deixam que homens semi-nus dancem em frente a criancinhas. Onde já se viu tamanho ódio?
Recentemente, ativistas da Igreja Cristã Ortodoxa Russa entraram em confronto com manifestantes homossexuais durante uma manifestação gay.Manifestação ilegal - algo que a Amanda aparentemente não se lembrou de dizer.
A Igreja Ortodoxa Russa considera um ‘sacrilégio’ as passeatas do orgulho gay e pediu ainda extensão da lei municipal contra a propaganda homossexual, aprovada pelo Governo de São Petersburgo.Sim, a Igreja Ortodoxa Russa acordou um dia, e decidiu que o homossexualismo é pecado. Não, não é a Bíblia que diz isso; é a Igreja Ortodoxa Russa.
Repare-se também que aqui propaganda homossexual já não está entre aspas.
Não é inocente o facto do artigo da Amanda citar as palavras do activista homossexual russo mas não se preocupar em saber o que a Igreja Ortodoxa e os legisladores pensam. Aparentemente só vale à pena saber a opinião de um dos lados.
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O Christian Post Portuguese está infiltrado por pessoas sem aliança nenhuma com a Palavra de Deus, pelos vistos. Já não é a primeira vez que este tipo de atitude se manifesta entre eles. Há alguns meses atrás tiveram a arrogância de afirmar que a Bíblia "sugere" que o homossexualismo é pecado.
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