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domingo, 10 de agosto de 2014

O movimento homossexual como arma da Nova Ordem Mundial

Por Servando Gonzalez

Actualmente, os líderes homossexualistas Americanos, com todo o apoio dos "presstitutes" [prostitutes + press] dentro dos média controlados pelo "Council of Foreign Relations" (CFR) estão a tentar convencer o povo Americano de que Cuba, o país mais repressivo do hemisfério Ocidental, tornou-se subitamente num céu para os homossexuais.

Mas é preciso ser-se muito ingénuo para se pensar que Cuba de Castro, país onde as mulheres, os negros, os trabalhadores, os homossexuais efeminados e practicamente todas as pessoas que não apoiam por inteiro o governo não têm direitos, os homossexuais repentinamente se tornaram nos únicos com direitos.

As paradas. na verdade, mostram que, tal como em todo o mundo, os homossexuais apoiam os opressores, incluindo os opressores de homossexuais, que, apesar das  alegações em contrário, ainda existem em Cuba de Castro. Apesar das alegações do movimento homossexual Americano em contrário, não há orgulho nenhum em ignorar o assédio que os homossexuais sofrem em Cuba, e em vez disso apoiar os seus opressores.

O movimento homossexual Americano pinta-se de liberal, progressista e socialmente consciente, mas na verdade, esse movimento tornou-se numa arma secreta do CFR, que muito provavelmente é a organização mais reaccionária dos Estados Unidos, onde magnatas do petróleo, banqueiros de Wall Street, e CEOs de empresas trans-internacionais conspiram para instalar a sociedade comunisto-fascista que eles eufemisticamente chamam de "Nova Ordem Mundial". Isto explica o porquê de não haver qualquer tipo de literatura homossexual a condenar a tirania que os conspiradores da NOM estão a forçar aos Americanos bem como aos povos de todo o mundo - incluindo os homossexuais. Isto também explica o porquê de não haver qualquer bandeira-arco-iris com as pessoas que protestam junto dos encontros Bilderberg.

Desde que o governo Russo declarou que não iria tolerar propaganda pró-homossexual durante os Jogos Olímpios de Inverno que uma enchente de propaganda anti-Rússia explodiu junto da impressa controlada pelo CRF em torno do assédio dos homossexuais na Rússia. O que o autor pró-homossexualismo que escreveu sobre o tal assédio não diz, no entanto, é que os militantes homossexuais são conhecidos por levarem a cabo ataques falsos como forma de passarem a imagem de vítimas e demonizar os seus adversários.

Mal Ronald Reagan chegou à Casa Branca, começou a trabalhar duramente para dar seguimento ao seu sonho de colocar um fim ao império Soviético. Reagan não odiava o povo Russo, e nem queria destruir a Rússia. O que ele queria era que eles fossem livres do opressivo regime Soviético. Não é de admirar que Reagan tenha sido alvo do ódio dos conspiradores do CFR que haviam criado e mantinham artificialmente vivo o império maligno que estava a escravizar o povo Russo.

Num daqueles paradoxos da História, em apenas alguns anos a Rússia tornou-se no país que Reagan tinha em mente, enquanto que os Estados Unidos, sob o controle de alguns psicopatas, está a caminho de se tornar no império maligno que ele tanto odiava. Alguns Republicanos "conservadores" não aceitam a possibilidade da Rússia se estar a transformar num país Cristão. Bem, não os posso culpar visto que se há vinte anos atrás alguém me tivesse dito que os Estados Unidos se tornariam numa ditadura  comunisto-fascista anti-Cristã, eu não teria acreditado, mas isso está a acontecer bem à nossa frente.


VLADIMIR PUTIN


Sem dúvida alguma, que Putin, tal como a família Bush, os Clintons e Obama, pode ser um político corrupto e sedento de poder. Mas há uma grande diferença que faz com que ele seja um inimigo feroz dos comspiradores da NOM: ao contrário dos seus pares Americanos, Putin ama o seu país, e o seu sonho é o de tornar a Rússia num país industrializado e de primeira classe, com uma ampla classe média.

Mais ainda, Putin não está associado ao CRF, nem ao Grupo Bilderberg, nem ao "World Economic Forum" e nem a qualquer outra organização globalista. Ele não está a conspirar na sombra para eliminar a soberania da Rússia e criar a Nova Ordem Mundial - um governo global controlado por magnatas do petróleo, banqueiros internacionais, e CEOs de empresas trans-internacionais.

Ao contrario dos seus inimigos dentro do CFR, o objectivo de Putin não é o de recuar no tempo, e voltar a colocar a Rússia como a sociedade medieval  .... que os conspiradores do CFR impuseram ao povo Russo durante mais de meio século, e têm planos de fazer o mesmo em todo o mundo - incluindo os Estados Unidos. E isso faz toda a diferença. Os conspiradores globalistas do CFR odeiam Putin pelos mesmos motivos que odiavam Kennedy e Reagan, os últimos presidentes que realmente amavam a América. No entanto, não será assim tão fácil para eles verem-se livres de Putin da mesma forma que se viram livres de Kennedy e tentaram eliminar Reagan.

Apesar de toda a propaganda anti-Rússia em torno dos Jogos Olímpicos de Sochi, os líderes Russos não odeiam os homossexuais; eles pura e simplesmente não querem que o movimento homossexual transforme o evento numa plataforma de promoção da agenda da Nova Ordem Mundial que faz parte do movimento homossexual. 

Uma evidência para isto é o facto do Presidente Putin ter congratulado e abraçado a abertamente homossexual atleta Ireen Wust devido à sua medalha de ouro.

Uma evidência de que a crítica dos conspiradores do CRF às políticas anti-homossexualismo por parte de Putin são politicamente motivadas é o facto de aliados dos Estados Unidos tais como o Afeganistão, o Bangladesh, o Paquistão, o Qatar, os Emiratos Árabes Unidos, a Arábia Saudita, Singapura, o Iémen, o Uganda e o Quénia terem leis anti-homossexualismo mais severas que as leis Russas, mas isso nunca ser mencionado pelos média sob o controle do CFR.

O facto da maioria dos Russos hoje sabe quem foi que impôs o Comunismo no seu país, e o facto de alguns Cristãos dos EUA actualmente olharem para a Rússia como um aliado só prova que as pessoas estão a acordar da letargia induzida pelos média. Não é possível enganar todas as pessoas para sempre.

Aquelas pessoas que actualmente nos querem convencer de que o comunismo ainda se encontra a controlar a Rússia são os mesmos que nos disseram que Saddam Hussein era uma ameaça para os EUA porque ele tinha armas de destruição maciça. [ed: Saddam provavelmente não era uma ameaça para os Americanos mas era um tirano genocida que usava armas químicas contra o seu próprio povo.] Aparentemente, a colaboração entre o governo Americano e os mesmos grupos terroristas que foram inicialmente culpados pelos eventos do 11 de Setembro tornou-se tão óbvia que a "Guerra ao Terror" era insustentável e deixou de ser útil. Logo, eles voltaram a usar o mesmo antigo e fiável pseudo-inimigo: o comunismo Soviético.

Mas apesar dos seus melhores desejos, o comunismo morreu na Rússia.

Por outro lado, tal como um morto-vivo, o comunismo está a reencarnar nos Estados Unidos. Portanto, se aqueles super-patriotas estão assim tão desejosos de combater o comunismo, eles não precisam de procurar muito - e muito menos aprender Russo. O simples olhar em seu redor é suficiente para que eles se deparem com comunismo em quantidades suficientes contra o qual eles podem lutar, aqui, na América temente a Deus.

O ponto principal é que a Rússia se tornou no obstáculo principal dos planos dos conspiradores globalistas de imposição da sua Nova Ordem Mundial homossexual; é por isso que eles têm estado a rodear a Rússia, tentando colocá-la de joelhos. Actualmente, qualquer ataque à Rússia é um ataque aos amantes da liberdade do mundo, particularmente aos amantes da liberdade Americanos. Não devemos sucumbir perante a propaganda dos nossos verdadeiros inimigos.

Como uma ferramenta activa e útil da Nova Ordem Mundial, o movimento homossexual tornou-se num inimigo dos Americanos amantes da liberdade. Temos de desmascarar o movimento homossexual, e mostrar às pessoas o que ele realmente é: um movimento político reaccionário disfarçado de movimento social progressista.


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Tal como dito aqui, o aqui, o "neo-conservadorismo" e "Cristianismo" de Putin são suspeitos; para além disso, afirmar que o "comunismo morreu na Rússia" muito provavelmente é um exagero, mas o que não é exagero é que Putin é sem dúvida um dos maiores inimigos da agenda globalista.

O que interessa ressalvar do texto é que a agenda homossexual em nada está relacionada com os desejos e as ambições dos homossexuais (facto que é bem óbvio, se levarmos em conta que este movimento pouco ou nada diz do tragédia dos homossexuais nos países islâmicos) mas sim relacionada com a agenda globalista.

O ódio a Putin, portanto, centra-se na sua oposição à agenda globalista e não no facto dele e os Russos não quererem que propaganda homossexual seja exibida às crianças.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Patriarca Kirill lança mais um ataque ao gayzismo

O líder da Igreja Ortodoxa Russa pediu uma proibição nacional aos movimentos legais que visam legalizar o"casamento" homossexual, ressalvando que essa posição fundamentava-se na prória natureza do Cristianismo. Falando perante os membros da Câmara Alta, o Patriarca Kirill disse que o gesto iria proteger a família como uma instituição pública.

Em resposta à alargada discussão internacional em torno deste assunto, gostaríamos de fazer uma declaração resoluta - o casamento é a união entre um homem e uma mulher, fundamentado no amor e no entendimento mútuo, e feito de modo a permitir o nascimento de crianças.

O Patriarca Kirill prometeu que a igreja tudo fará para disponibilizar apoio a todos os estados e a todas as instituições públicas que busquem formas de proteger os valores Cristãos tradicionais. Ele ressalvou, no entanto, que tal gesto não tem como base uma tentativa de influenciar a politica, mas sim na própria natureza do Cristianismo. Quando o estado ajusta os seus gestos para estarem de acordo com as "normais morais naturais", ele não se torna religioso, mas sim num "guardão do bem comum".

Para além disso, o Patriarca afirmou que uma maior promoção da educação religiosa poderia ajudar as autoridades a lidar com o extremismo e com o terrorismo. Os cidadãos informados poderiam disponibilizar "resistência intelectual" tanto aos islamitas extremistas, bem como à cultura em massa com o seu culto ao hedonismo e à agressividade. Impulsos simples como a amizade e a coexistência pacífica, afirmou o Patriarca, não eram suficientes e a atitude correcta em relação a outras religiões só se pode basear nas suas próprias obrigações religiosas.

A Igreja Ortodoxa Russa nunca aceitou o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo mas declarações dos seus representantes tornaram-se especialmente duras à medida que tópicos relacionados com o homossexualismo passaram a estar no topo da agenda pública deste pais. Isto aconteceu no ano passado quando uma lei federal baniu a promoção das relações homoeróticas junto de menores.

A lei enfrentou com uma imensa crítica internacional, no entanto os arquitectos da lei, bem como as autoridades Russas, afirmaram que a legislação não é discriminatória, e que ela só foi aprovada como forma de proteger as crianças.

À medida que a discussão aqueceu, o líder do departamento das relações entre a Igreja e a Sociedade do Santo Sínodo sugeriu um referendo nacional em torno da introdução de responsabilidade criminal para os homossexuais (algo que foi abolido da Rússia em 193, pouco depois do colapso da União Soviética).

No entanto, a ideia do clérigo ainda não se materializou. Para além disso, numa entrevista dada recentemente o presidente Vladimir Putin minimizou a questão ao afirmar que a Rússia era um estado secular e que era pouco provável que essa medida obtivesse algum momentum.

Pravmir.Com.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Sochi: Ban Ki Moon condena "discriminação" contra homossexuais

O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, condenou hoje qualquer discriminação contra os homossexuais e apelou para que lutem contra os ataques que possam sofrer, num discurso em Sochi, Rússia, na 126ª Sessão do COI (Comité Olímpico Internacional).
Ban abordou de forma directa um dos assuntos que mais gerou polémica durante a preparação para os Jogos Olímpicos de Inverno que começam amanhã em Sochi, devido a aprovação na Rússia de leis consideradas discriminatórias para os homossexuais.

No seu discurso perante a assembleia olímpica, o secretário geral disse que estava ciente de que «o artigo 6 da Carta Olímpica salienta a oposição do COI a toda a forma de discriminação».
«Devemos levantar as nossas vozes contra os ataques a lésbicas, gays, bissexuais, transexuais ou intersexuais», enfatizou. «Devemos ser contra as prisões e restrições discriminatórias», sublinhou Ban.

Trata-se da primeira vez que um secretário geral das Nações Unidas discursa numa sessão do COI.
«Hoje estou em Sochi para testemunhar a união dos países, num espírito de boa vontade e competição amigável», disse.

Referindo-se às iniciativas conjuntas empreendidas pelo COI e pela ONU para transformar o desporto numa ferramenta de mudança social, Ban salientou que ambas as organizações partilham os mesmos ideais de «sustentabilidade, universalidade, solidariedade e não discriminação».

O presidente do COI, o alemão Thomas Bach, respondeu com um discurso onde destacou igualmente que o desporto «é a favor do respeito e contra toda a discriminação».

«Os princípios olímpicos são os princípios das Nações Unidas», frisou ainda.

Ban Ki-moon participará sexta-feira da cerimónia de abertura dos Jogos de Sochi, um acto que não contará com a presença de outros dirigentes mundiais, como forma de expressar o desacordo com a legislação russa em relação aos homossexuais.

Fonte

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Obviamente que 1) Ki-moon nunca diria este tipo de coisas num país islâmico e 2) não há "discriminação" nenhuma na Rússia.

domingo, 19 de janeiro de 2014

A homofobia da Coca-Cola

A companhia Coca-Cola encontra-se a defender as suas acções depois de receber críticas por parte dos activistas homossexuais por ter cortado uma cena dum comercial de televisão que foi emitido na Irlanda. A companhia de bebida está actualmente a publicitar o seu produto na Europa correndo um comercial que faz parte da sua mais recente campanha "Reasons to Believe" [Razões para Acreditar].

A dita campanha tem como propósito inspirar o público mostrando que para cada situação negativa na vida há uma experiência positiva. A anúncio comercial inclui uma sequência de experiências negativas, tais como perder um combate ou vandalismo público, contraposto com uma situação positiva, tal como uma mãe a preparar um bolo ou pessoas a dançar ao som de música pública.

A maior parte das versões do novo anúncio, tal como as versões Holandesas, Norueguesas e Britânicas, terminam mostrando uma dupla homossexual a "casar-se". No entanto, a versão Irlandesa termina mostrando uma casal interracial caminhando pelo corredor duma igreja (em vias de casar) sob a frase: "Para cada demonstração de ódio, há 5,000 celebrações de amor."


A decisão de substituir a cena do pseudo-casamento homoerótico com um casal interracial fez com que os activistas homossexuais rapidamente passassem a lançar críticas à companhia através da internet. A Coca-Cola tornou-se num termo em voga na Irlanda à medida que as pessoas de ambos os lados partilhavam a sua opinião em relação à crítica.

Um porta-voz da companhia disse ao TheJournal.ie (jornal Irlandês) que a companhia não incluiu uma imagem da dupla homoerótica na Irlanda porque o "casamento" homossexual ainda não foi legalizado no pais, e cada anúncio publicitário levou em conta as sensibilidades culturais de cada país. Por exemplo, a versão do Reino Unido do comercial mostrou um árbitro com um cartão vermelho num jogo de futebol enquanto que a versão Irlandesa mostrou uma celebração do Dia de São Patrício ["St. Patrick’s Day celebration"].

Falando do incidente, o porta-voz da companhia afirmou:

O objectivo principal é o de que as vinhetas nos anúncios ressoem com as pessoas de cada país e que elas sejam realmente representativas dos tópicos culturais com os quais eles estão acostumados e que eles valorizam. Observarão, por exemplo, que a cena do Dia de São Patrício só está presente na versão Irlandesa da campanha uma vez que, em termos culturais, é só lá que isso é relevante.

Como vocês correctamente dizem, as imagens de casamento usadas no Reino Unido e em outras partes da Europa exibem dois homens a casar [sic]. O motivo pelo qual isto foi alterado na Irlanda é que, embora a união civil seja legal, o casamento [sic] gay ainda não é. Isto será alvo de referendo em 2015. Nós queríamos que cada cena de casamento fosse relevante e válido para cada um dos mercados.


A explicação do porta-voz foi considerada razoável por quase todos, mas muitos activistas homossexuais continuaram a exigir que a cena do "casamento" homossexual fosse recolocada no anúncio, embora o "casamento" homossexual não seja ainda legal na Irlanda. Jerry Buttimer, um político e homossexual assumido, pertencente ao partido "Ireland’s Fine Gael", tem sido uma das pessoas a apelar que a Coca Cola volte a colocar a cena dos dois homens a "casar" na versão Irlandesa da campanha:

Eu proporia que eles reinstalassem essa parte do anúncio. A Coca Cola já fez grandes campanhas no passado, e como tal, eles não deveriam marginalizar ou alienar ou discriminar nenhuma pessoa da ilha.

Alguns activistas homossexuais estenderam as suas críticas à Coca Cola, acusando a companhia de concordar em ser um patrocinador de peso dos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi, Rússia. Apesar da companhia Coca Cola ser presença habitual nos eventos olímpicos passados, e estando sempre presente nos maiores eventos desportivos, os activistas homossexuais afirmaram que a companhia deveria boicotar os Jogos na Rússia visto que o país aprovou recentemente legislação que proíbe os homossexuais de publicitarem o seu estilo de vida junto dos menores.

Os activistas homossexuais usaram a aprovação da nova legislação como forma de criticar o país, embora muitos tenham vindo a público afirmar que os activistas de outras nações deveriam respeitar a escolha dos Russos de se governarem segundo as suas leis.

Entretanto, o Comité Olímpico Internacional expressou total confiança na capacidade da Rússia de receber os Jogos Olímpicos de Inverno, para além de terem dito numa declaração que estavam "totalmente satisfeitos" com as leis Russas em torno do homossexualismo.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Pavel Astakhov e a maldição

O Procurador Geral para os Direitos das Crianças da Rússia, Pavel Astakhov, declarou que os políticos do país que apoiam os casamentos [sic] homossexuais devem ser amaldiçoados. 

Em entrevista à agência de notícias Interfax, ele afirmou que a chamada liberdade de relacionamentos não concede à mísera minoria o direito de destruir a humanidade.

Descrevendo a contemporaneidade como uma situação em que o entendimento da família é alterado para incluir noções como “qualquer união”, “quaisquer cidadãos” e “qualquer sexo”, Astakhov revelou temer que num futuro próximo os casamentos possam ser realizados também entre “qualquer quantidade” de pessoas.

Encarregado pelo Presidente russo, Vladimir Putin, para defender os direitos das crianças na Rússia, ele destacou que aqueles que apoiam a desestruturação da família devem ser banidos e amaldiçoados pelos séculos como destruidores da raça humana.

Fonte

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Sempre bom colocar a guerra entre o lobby homossexualista e a sociedade como uma guerra pela preservação da família e não uma forma de controlar o que as pessoas fazem na sua privacidade.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A hipocrisia da elite cultural ocidental

Oficial ligado ao governo do Kuwait anunciou que este país, bem como outros estados locais, irão levar a cabo testes médicos para tentar "detectar" homossexuais que tentam entrar nos estados do Golfo Pérsico.

Segundo Yousouf Mindkar, serão introduzidas novas propostas que levarão a cabo monitorizações clínicas de rotina junto dos estrangeiros que tentam entrar nos países que fazem parte do grupo "Gulf Cooperation Countries" (GCC). A entrada de pessoas que sejam identificadas como pertecendo ao grupo lgbt será então recusada. Um comité central encarregado de analisar o estatuto dos expatriados irá levar a cabo uma análise à proposta no dia 11 de Novembro.

Falando para o jornal diário local com o nome de Al Rai, o director da saúde pública da Ministério da Saúde do Kuwait afirmou que, embora os centros médicos já levem a cabo testes para apurar a saúde daqueles que entram no país, eles irão ao mesmo tempo "levar a cabo medidas mais rigorosas que nos ajudarão a detectar os homossexuais, e impedi-los de entrar no Kuwait ou em qualquer outro membro dos estados da GCC.”

Mindkar não disse no entanto como é que essa averiguação seria feita.


Actualmente, aqueles que se encontram a viver no Kuwait com idades inferiores a 21 anos, e que sejam apanhados envolvidos em actos homossexuais, enfrentam uma pena de prisão que pode chegar aos 10 anos. Os actos homossexuais são banidos em todos os países-membros da GCC (Arábia Saudita, Omã, e os Emiratos Árabes Unidos).

Há alguns dias atrás, no Omã, o jornal "The Week" foi suspenso alegadamente por ter impresso um artigo considerado simpatético em relação aos homossexuais.

O homossexualismo é ilegal em 78 países do mundo, e é ainda punível com a morte em cinco países, que incluem o Irão, o Iémen e a Arábia Saudita.


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Note-se a hipocrisia das organizações lgbt: quando a Rússia proíbe a propaganda  de "relações sexuais não-tradicionais", eles colocam a hipótese de banir os Jogos de Inverno que se aproxima (bem como deixar de visitar esse país) mas quando os países maometanos consideram impedir a presença (e não a promoção) de homossexuais, esses mesmos grupos lgbt permanecessem num silêncio sepulcral. Isto demonstra de forma cabal que o movimento homossexual em nada está relacionado com os direitos os homossexuais, mas sim com um ataque organizado à civilização Ocidental, e em especial ao Cristianismo e a tudo o que essa ideologia religiosa defende.

Se por acaso tu és homossexual, pergunta aos líderes do movimento homossexual o porquê deles não fazerem manifestações e eventos de condenação aos países islâmicos que executam quem é apanhado em actos homossexuais.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Russos dizem "Nyet" à adopção de crianças russas por duplas homeróticas suecas.

A Federação Russa colocou um fim a todas as adopções feitas por pais Suecos seguindo uma decisão legal que proíbe a adopção internacional para países que legalizaram o pseudo-casamento homorético. Jonas Friberg da agência "Adoptioncentrum" na Suécia disse o seguinte à "Sveriges Television" (SVT):

Isto é terrível. Temos 13 crianças em orfanatos Russos que já foram oferecidos a pais Suecos e com quem até já se encontraram.

Representantes das autoridades Russas e da embaixada Sueca encontraram-se ontem para discutir a situação legal em torno da adopção de crianças Russas. Segundo a reportagem da SVT, a Rússia busca formas de estabelecer acordos com os países em questão de modo a que estes se certifiquem de que as crianças Russas não acabarão  nas mãos e pais lgbt.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros Sueco já confirmou que ainda não houve início de negociações formais, mas que os encontros tem como propósito esclarecer o alcance práctico da nova lei.

Entretanto, durante uma entrevista emitida na Quinta-Feira, Vitaly Milonov (político Russo) qualificou os homossexuais de "pervertidos", alegando que as crianças estariam melhores ficando nos orfanatos Russos:

Os pervertidos? Não, isso não é aceitável. Os homossexuais são uns pervertidos e nunca deveriam ter permissão para adoptar crianças. . . . As crianças que crescem nesse tipo de ambiente ficam psicologicamente destruídas.

No dia 30 de Junho deste ano, o Presidente Russo Vladimir Putin assinou uma proposta de lei que proíbe a propaganda homossexual e "outro tipo de relações sexuais não-tradicionais junto de menores".  Os críticos da lei alegam que a terminologia da lei é vaga, e que ela ilegaliza todas as expressões dos "direitos lgbt", incluindo as paradas de Orguluho Homossexual, as mãs dadas e os beijos em público.

Para além disso, esta nova lei  está a servir de base para que os grupos afiliados aos "direitos lgbt" desenvolvam esforços tendo em vista o boicote dos Jogos de Inverno que se irão realizar em Sochi. O apelo ao boicote foi já rejeitado por alguns activistas lgbt russos, alegando que o gesto seria contra-produtivo.

A atleta Sueca Emma Green Tregarocaused provocou já algum tumulto no mundo do desporto ao pintar as unhas segundo o padrão do arco-iris como forma de "protesto silencioso" contra a lei Russa. Por outro lado, a atleta Russa Yelena Isinbayeva atacou a Cueca, afirmando que a sua atitude foi uma "falta de respeito para com o nosso país".

Fonte: http://www.thelocal.se/50596/20131004/

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Algumas pessoas podem ficar alarmadas com a frontalidade Russa em relação ao comportamento homossexual, mas há uma coisa que os distingue da Europa Ocidental: os Russos não se vergaram perante o deus com o nome de politicamente correcto, e devido a isso, eles dizem o que realmente pensam. Aqui no Ocidente, a maioria das pessoas não fala da mesma forma, não porque não pensa da mesma forma, mas porque teme represálias por parte da Gaystapo e dos seus lacaios governamentais.

Os Russos não são nem mais nem menos do que o resto da humanidade: o que se passa é que eles são livres para dizer o que pensam do comportamento homossexual.

Quando o politicamente correcto for finalmente destruído no Ocidente, muitos homossexuais ficarão genuinamente surpreendidos ao se aperceberem que a opinião que os Russos têm do comportamento homossexual é a opinião consensual entre toda a humanidade.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Serão os Russos livres para proteger as suas crianças?


O "establishment" mediático mundial encontra-se num estado de revolta devido à mais recente lei russa que proíbe a promoção do homossexualismo, e de outros comportamentos sexuais depravados, entre menores. A Reuters, a AP, o New York Times e a BBC queixaram-se da nova lei, afirmando que a mesma é uma forma de discriminação contra os homossexuais, mas as suas palavras têm a aparência de hipérbole e não de qualquer outra coisa.

Se levarmos em conta o que o NYT (New York Times) escreve, ficaremos com a impressão de que os Russos decidiram enviar os homossexuais para os Gulags, mas a lei Russa efectivamente funciona como um imposto sobre as manifestações *públicas* de homoerotismo. Eis a forma como o NYT sumariza a lei:

Sem definir o que é "não-tradicional", a nova lei proíbe a disseminação de informação "com o propósito de formar, junto das crianças, um fundamento sexual não-tradicional." A lei proíbe também caracterizar "a atractividade" de tais relações e proíbe que se afirme "a equivalência social entre as relações tradicionais e as relações não-tradicionais." As multas variam de $155 por cada indivíduo para $31,000 por cada fonte de informação mediática.

Dificilmente $155 é uma quantia fora do alcance por parte de homossexuais que se querem beijar em público.

Embora os Russos não queiram de modo algum encorajar o homossexualismo, eles não querem também criminalizá-lo e nem discriminar os homossexuais (como afirmaram algumas fontes de informação). Os homossexuais Russos têm os mesmos privilégios que todos os outros Russos, mas eles não podem promover o homossexualismo (como se este acto sexual auto-destrutivo fosse algo de positivo) junto de crianças, do mesmo modo que o Mayor Bloomberg quer banir as bebidas açucaradas, e do mesmo modo que Michelle Obama quer que comida pouco saudável seja retirada cafeteiras.

Os média têm caracterizado esta lei como uma medida pouco razoável energizada por "grupos religiosos radicais", mas esta forma de pensar não explica o porquê desta lei ter sido aprovada de modo unânime pela câmara inferior do parlamento Russo (só com uma abstenção). Dificilmente a Rússia pode ser caracterizada como uma nação religiosa, mas a lei tem um apoio sobrepujante nas instituições legisladoras.

De modo consistente, a Rússia tem negado licenças aos grupos que tencionam levar a cabo paradas de "orgulho" homossexual, algo que poupa as crianças e o público em geral de presenciar o mesmo tipo de comportamento que é observado nas praças e nas ruas da Europa Ocidental e nas ruas dos Estados Unidos.

Semelhantemente, os órgãos de informação têm ressalvados incidentes onde pessoas LGBT têm sido vítimas de violência sem ressalvar (ao mesmo tempo) que a maior parte dos manifestantes junto ao parlamento Russo eram a favor da lei, e que a violência em nada estava relacionada com os os desejos da maioria dos manifestantes Russos.

A lei que proíbe a promoção do homossexualismo entre as crianças simplesmente codifica o sentimento Russo de proteger os interesses das suas crianças, e não o não-existente interesse em perseguir os homossexuais. A realidade dos factos é que o homossexualismo está associado a uma incidência 20 vezes superior de contágio com o vírus HIV, bem como a outras estatísticas em torno da saúde deficitária, tais como maior incidência de consumo de drogas e álcool, depressão e até suicídio. 

Com dados médicos como estes, não é de admirar que os Russos queiram proteger as suas crianças de enveredar por um estilo de vida com tais consequências médicas nefastas. O que ainda permanece por averiguar é o motivo que leva os média do Ocidente a ficar em tal estado de revolta.



quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Elena Isinbaeva apoia a protecção das crianças russas

Musa e idolatrada em quase toda a parte do mundo, Elena Isinbaeva surpreendeu o mundo nesta Quinta-feira. A campeã mundial do salto com vara veio à público para defender a lei contra o homossexualismo que foi criada na Rússia e reclamou dos atletas que protestaram contra o preconceito no Mundial de Atletismo, que está sendo realizado em Moscovo.

"Se permitirmos esse tipo de coisas, tememos muito por nossa nação porque nos consideramos normais, com um padrão. Nós apenas vivemos com homens ao lado de mulheres e mulheres ao lado de homens. Tudo deve ser assim. Isso vem da história. Nós nunca tivemos problemas assim na Rússia e não queremos ter problemas assim no futuro", disse Isinbaeva.

"É desrespeitoso para com nosso país, com nossos cidadãos. Nós temos nossas leis e todos tem que respeitar. Quando vamos a outros países nós tentamos seguir suas regras", completou.
A Rússia aprovou em Julho deste ano uma lei que proíbe qualquer acto de propaganda do homossexualismo. A regra causou diversas manifestações contrárias ao redor do mundo e gerou até a possibilidade de boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014, que serão realizados na cidade de Sochi, também na Rússia.


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domingo, 18 de agosto de 2013

O imperialismo homocultural do Ocidente

Por Timothy Bancroft-Hinchey

Sem surpresa alguma, alguns segmentos do mundo ocidental sugerem que se faça um boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno (que se vão realizar na Rússia) como retaliação contra o que eles entendem ser uma política injusta por parte das autoridades Russas contra a comunidade LGBT. Onde estavam eles quando a NATO estava a metralhar alvos civis na Líbia? E não são as leis Russas feitas para os Russos?

O primeiro ponto da questão é levar em conta o enquadramento legal que cobre todos os Russos. A idade do consentimento na Rússia é de 16 anos, independentemente da orientação sexual; os transsexuais e os transgéneros têm a permissão para modificar o seu género legal; segundo a lei Russa, a homossexualidade não é considerada uma doença mental e não é uma ofensa criminosa; os solteiros podem adoptar crianças, independentemente da sua orientação sexual, e os homossexuais podem servir no exército sem qualquer tipo de restrição.

Segundo: examinemos a lei que foi recentemente aprovada com 436 votos a favor e zero contra pela DUMA Russa (ou parlamento); esta lei proíbe a propagação de actividades sexuais não-tradicionais junto dos menores. Dito de outra forma, é uma lei que proíbe a distribuição ou disseminação de actos homossexuais junto das crianças. Portanto, todos aqueles que estão a levantar um alvoroço em torno dos Jogos Olímpicos de Inverno, e fazem planos de boicotar, perguntem o seguinte: o que é que vocês sentiriam se alguém exibisse imagens eróticas gráficas de duas ou mais pessoas do mesmo sexo? Será que eles dariam um passo atrás e bateriam palmas?

O terceiro ponto da questão aqui são os valores culturais e o respeito pelos mesmos. A sociedade Russa actual encontra-se de modo sólido do lado dos valores familiares tradicionais, e regra geral, os Russos não entendem, ou apoiam, o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo. Ponto final. Não é competência do Ocidente se queixar em relação a isso, do mesmo modo que não é competência do Russo comum lançar uma campanha contra Londres apenas e só porque ainda é ilegal correr ou cantar no "Burlingdon Arcade" entre "Piccadilly" e a "Cork Street".

Se uma mulher afegã deseja usar a burqa de modo a que ela só se revela para o seu marido, isso é uma questão cultural - do mesmo modo que é uma questão cultural o facto das mulheres ocidentais não se vestirem com mini-saias ou calças reveladoras e invadirem as mesquitas da Arábia Saudita. Semelhantemente, é algo aceite de modo geral na Catedrais italianas que as mulheres se cubram mais do que o normal.

Se um homem ou uma mulher entram numa sinagoga, é suposto eles cobrirem as suas cabeças em sinal de respeito. Numa mesa de jantar no ocidente ninguém arrota de modo ruidoso ou diz "shabash" (alegra-te) como forma de mostrar que a rejeição era do seu agrado, mas quando isto é feito no Norte da Índia, o acto é tomado como um elogio ao chefe. Muitas sociedades Africanas não aceitam bispos Anglicanos homossexuais mas isto é considerado aceitável em algumas comunidades no Reino Unido e na América do Norte.

Depois de 500 anos de intrusão, colonialismo e imperialismo, depois de enfiar o seu nariz nos assuntos de sociedades alheias, depois espalhar a sua moral e a sua moralidade por todo o globo, impondo-o do topo para a base, depois duma atitude arrogante, assassina, recheada de massacres, será que Ocidente não pode deixar a vida alheia e dedicar-se à sua própria, aceitando que as coisas não têm que ser todas iguais em todo o mundo?

Portanto, independentemente da posição pessoal em relação a comunidade LGBT, independentemente do que as pessoas pensam dos transgéneros, das lésbicas, dos gays ou dos bissexuais dentro duma sociedade, e quer a pessoa tenha ou não algum tipo de interacção pessoal com estas pessoas na vida social, ou se se relaciona com outros tendo em vista a defesa dos seus direitos, o facto a reter é que a comunidade LGBT não é discriminada segundo a lei federal Russa. Esta lei não só reflecte a posição da sociedade Russa ao não reconhecer as uniões homoeróticas, como reflecte os esforços dos Russos de prevenir os menores de serem expostos a imagens desnecessárias em tão tenra idade.

(...)

* * * * * * *
Os marxistas culturais do ocidente encontram-se frustrados com o amplo apoio da lei federal Russa porque temem que isso se possa espalhar para outros países da Europa (especialmente para o Ocidente).

Uma coisa que é preciso reter é que os Russos não são mais morais que o resto da Europa; o que se passa é que na Rússia o Politicamente Correcto (PC) não parece ter muito poder. Devido a isso, os Russos são livres para dizer o que realmente pensam da promoção do homossexualismo junto de crianças, e agir em conformidade.

Se o PC fosse removido da Europa Ocidental, os activistas homossexualistas descobririam, horrorizados, que, para além da elite esquerdista, muito poucas pessoas estão interessadas na sua sexualidade, e menos ainda em deixar que eles manifestem essa "sexualidade" junto de crianças impressionáveis.

domingo, 7 de julho de 2013

A consequência lógica da adopção homoerótica

Fonte

A Polícia australiana qualificou de "depravado" o caso dum rapaz de 6 anos que foi abusado sexualmente pelos seus "pais" homossexuais, e por outros homens que faziam parte dum sindicato de pornografia infantil conhecido como Boy Lovers. 

As autoridades da Austrália e dos EUA trabalharam juntas para prender os homens depois de ter emergido o facto do rapaz ter sido oferecido desde a mais tenra idade aos homossexuais pedófilos na Austrália, nos EUA, na França e na Alemanha para exploração sexual e produção de pornografia infantil.

Durante a semana passada, um homossexual americano com o nome de Mark J. Newton, de 42 anos, foi preso por 40 anos nos EUA e condenado a pagar $400,000 à criança, enquanto outro, Peter Truong, de 36 anos (da Nova Zelândia), aguarda sentença no seu país.

"Nenhum destes casos é bom," afirmou o  Detective-Inspector Jon Rouse, que lidera a "Queensland Police Taskforce Argos" da Austrália, e que investiga a exploração infantil online.

O que é extremamente triste neste caso é a forma como a criança entrou nas suas vidas. É realmente uma tragédia, e algo extremamente depravado.

Segundo relatórios, Newton e Truong, que viviam em Cairns, Austrália na altura, começaram a procurar por uma barriga de aluguer por volta de 2002. A dupla homoerótica finalmente encontrou uma mulher na Rússia que deu à luz uma criança por um preço de $8,000. Crê-se que Mark Newton seja o pai do rapaz, identificado como "Adam" como forma de proteger a sua identidade. Adam foi posteriormente entregue a Newton e Truong cinco dias depois do seu nascimento, em 2005. 

Os órgãos de comunicação australianos cobriram a chegada de Adam, descrevendo os dois homossexuais como pais amorosos. No dia 14 de Julho de 2010, quando Adam tinha cinco anos, a "ABC Far North Queensland" emitiu um programa com o título de "Dois pais [sic] são melhores que só um" onde foi dito que "ser um pai era trabalho árduo para a dupla homossexual Peter e Mark mas que eles fariam tudo de novo.”


Newton e Truong afirmaram à ABC o seguinte:

Decidimos que teríamos uma criança que era a altura ideal para termos uma família . . . Queríamos experimentar a alegria da paternidade

A ABC por sua vez disse que eles eram "uma família feliz e relaxada" mas que "não foi um caminho fácil chegar onde chegaram. Depois de muitas complicações, Adam nasceu duma barriga de aluguer duma mulher russa." 

A agência noticiosa russa RT Novosti reportou que Adam começou a ser sexualmente molestado pela dupla homoerótica quando ele tinha apenas 22 meses de idade. A RT Novosti disse ainda:

Mais tarde, eles [a dupla homoerótica] colocaram o Adam disponível para outros membros dum círculo de pedofilia que se encontrava presente na Austrália, na França, na Alemanha e nos EUA, para onde Newton e Truong tinham viajado com bastante frequência.

As investigações policiais apuraram que pelo menos oito homossexuais destes países tiveram contacto com Adam quando ele tinha entre 2 a seis anos. Segundo a Channel 7 News da Autrália, dois outros homossexuais, os americanos John R Powell, advogado de Flórida (de 41 anos) e Jason Bettuo, um professor de ténis de Michigan, foram também acusados.

A policia deu início às investigações que levaram à prisão depois de ter descoberto por acaso imagens suspeitas durante um raid à casa dum pedófilo residente em Wellington, Nova Zelândia. A polícia australiana disse que as imagens não eram ilegais, mas que foram reconhecidas como "fotografias de modelagem." 

Investigações posteriores descobriram logs de conversas entre Newton e Truong e outros membros da rede Boy Lovers. Quando a polícia fez um raid à casa da dupla homossexual em Cairns, foram encontradas evidências suficientes nos computadores e nos dispositivos de vídeo que garantiam a sua prisão. Adam foi retirado da tutela da dupla homossexual e colocado num abrigo. 

Durante a audiência feita no momento em que era determinada a sentença, em "District Court" (Indianapolis), Newton disse ao tribunal que "ser um pai era uma honra e um previlégio que resultaram nos melhores seis anos da sua vida." 

A Juiza Sarah Evans Barker respondeu e disse que, "As palavras não ajudam . . . O que mais pode ser dito? O que pode ser feito para remover algum do horror em torno disto?". A Juíza Barker acrescentou ainda que era de opinião de que Newton merecia uma pena mais severa mas que ele havia sido julgado num tribunal distrital de modo a poupar o júri de ver as imagens produzidas pelos réus.

Depois da audiência, Joe Hogsett, Procurador dos EUA (Indiana), afirmou que estes homossexuais haviam submetido a criança a alguns dos actos mais hediondos que a sua agência havia alguma vez visto. 

O Provedor da Justiça russo pelos Direitos das Crianças, Pavel Astakhov, afirmou à RT Novosti que o governo russo está a apertar as leis da adopção de modo a que o caso de Adam não volte a acontecer.

Os órfãos russos sempre atraíram os pervertidos estrangeiros devido à sua acessibilidade. Os estrangeiros simplesmente vinham e levavam as crianças a troco de dinheiro.

Em Dezembro de 2012, a Rússia aprovou a ‘Dima Yakovlev Law’ que baniu os cidadãos americanos de adoptar crianças russas. Em Junho de 2013 a Duma estatal aprovou uma emenda que 1) baniu a adopção de crianças russas por parte de duplas homossexuais provenientes do estrangeiro, e que 2) proibiu pessoas solteiras cidadãs ou residentes permanentes de países que permitem o pseudo-casamento homoerótico de se tornarem pais adoptivos ou guardiões legais de crianças russas. 

A própria Rússia não permite o "casamento" homossexualista e as autoridades locais aprovaram recentemente um certo número de leis regionais e federais que proíbem a promoção do homossexualismo ou de outras aberrações sexuais às crianças.



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Para se entender o motivo do uso do pintainho na imagem de cima, basta saber que o termo "chickenhawk" é usado como referência aos homossexuais que têm preferência por parceiros sexuais mais novos. Com esta imagem, esta dupla homossexual revela bem a sua mentalidade depravada e pervertida.

sábado, 15 de junho de 2013

Rússia aprova lei que pune propaganda homossexual e ofensas religiosas

A lei contra a propaganda homossexual, um diploma fortemente criticado  pelos activistas dos direitos humanos, foi aprovada com os votos de 436 deputados  da Duma (câmara baixa do Parlamento russo). 
O texto já tinha sido discutido pelos parlamentares russos emJ aneiro  passado, tendo sofrido várias alterações durante os últimos meses. Uma das  modificações foi a substituição do termo "homossexualidade" por "relações  sexuais não tradicionais".  

"Qualquer que seja o termo utilizado na lei, não restam dúvidas que  se trata de discriminação e de uma violação dos direitos" dos LGBT (lésbicas,  gays, bissexuais e transgénero), denunciou a organização não-governamental  Human Rights Watch, num comunicado.  

"As relações sexuais tradicionais são as relações entre o homem e uma  mulher", afirmou hoje Elena Mizoulina, deputada do partido Rússia Justa  (centro-esquerda) e coautora da lei, durante o debate parlamentar.  

"Estas relações precisam de ser protegidas pelo Governo", reforçou a  mesma deputada.  

Segundo a nova lei, uma pessoa individual que infringir as normas estabelecidas pode incorrer numa coima entre 4.000 rublos e 5.000 rublos (100 e 125 euros),  enquanto uma pessoa titular de um cargo público arrisca uma multa entre  40.000 e 50.000 rublos (1.000 e 1.250 euros). Se o infractor for uma entidade jurídica a coima pode oscilar entre os 800.000 e um milhão de rublos (19.000  e 23.500 euros).  

As sanções são mais severas quando a propaganda é divulgada através  da Internet, com a lei a prever uma pena de prisão até 90 dias.  

Os cidadãos estrangeiros também são abrangidos pela nova lei, podendo enfrentar uma multa até 100.000 rublos (2.300 euros), mas também uma pena  de prisão de 15 dias ou a expulsão do país.  

Vários militantes homossexuais estrangeiros deslocam-se regularmente à Rússia para dar o seu apoio a manifestações promovidas pelos movimentos e ativistas da comunidade 'gay' russa, protestos normalmente interditos  e reprimidos pelas autoridades locais.  

Várias assembleias legislativas locais já adotaram textos similares,  como é o caso de São Petersburgo, a segunda maior cidade da Rússia.  

Em Agosto do ano passado, quando a cantora norte-americana Madonna actuou  naquela cidade, um deputado da assembleia legislativa de São Petersburgo  acusou a artista de violar uma lei local que proíbe a propaganda da homossexualidade e da pedofilia para públicos menores de idade.  

Durante a actuação em São Petersburgo, a cidade natal do actual Presidente  russo, Vladimir Putin, a cantora fez uma inflamada defesa dos direitos dos  homossexuais russos, cujas associações estão proibidas de celebrar marchas  de orgulho gay.  

Na Rússia, a homossexualidade foi considerada crime até 1993 e uma doença  mental até 1999.  

Os deputados da Duma também aprovaram hoje uma lei que proíbe "ofensas  aos sentimentos religiosos de crentes" e que prevê uma pena máxima até três  anos para os infractores. O diploma foi aprovado com 308 votos a favor e  dois contra.  

A lei pune "os actos públicos que expressam um desrespeito para com a sociedade, com o objectivo de ofender os sentimentos religiosos de crentes". 

A par da pena de prisão, a lei prevê igualmente coimas que podem atingir os 300.000 rublos (7.500 euros) ou 240 horas de trabalho comunitário.  

A aprovação desta lei ocorre depois do caso das três jovens do grupo  'punk' russo Pussy Riot.  

As jovens entraram encapuzadas em Fevereiro de 2012 na catedral do Cristo Redentor (ortodoxa) em Moscovo e cantaram uma canção de protesto na qual  pediam à Virgem para "perseguir" o Presidente russo Vladimir Putin.  

As três mulheres foram condenadas em Agosto passado a dois anos de prisão  por um tribunal de Moscovo por "vandalismo" e "incitamento ao ódio religioso". 

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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Rússia ameaça proibir adopção para países que adoptam "união" gay

A Rússia ameaça modificar os acordos de adopção com os países que autorizam o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo, afirmou o presidente russo Vladimir Putin, três dias depois da França legalizar o matrimónio [sic] homossexual.

"Considero que temos o direito de fazer modificações. Devemos reagir ao que está acontecendo ao nosso redor", declarou Putin, durante um encontro com deputados em que destacou as "tradições culturais e as normas éticas" da Rússia.

O Parlamento russo provocou polêmica recentemente ao proibir a adopção de crianças russas por famílias americanas. A lei foi aprovada, em parte, como represália por uma legislação relativa aos direitos humanos adotada pelo Congresso americano.

A Rússia descriminalizou o homossexualismo em 1993 e oficialmente o eliminou da lista de transtornos psiquiátricos em 1999. Mas a homofobia ainda é muito forte no país e quase nenhuma personalidade pública admitiu ser gay.

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Tempos terríveis os nossos onde um dos países que mais luta contra a ditadura gay (no seu país) seja o mesmo país que deu apoio a essa ideologia nos outros países.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

“Direitos dos homossexuais não são violados na Rússia”, diz Putin

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que as minorias sexuais em seu país gozam dos mesmos direitos e liberdades que os outros cidadãos e apelou a um consenso com a comunidade gay. "Temos que chegar a um acordo, compreender e desenvolver certas regras civilizadas. Acho que é algo possível", disse o líder russo em uma conferência de imprensa conjunta com o Primeiro-Ministro holandês Mark Rutte, na segunda-feira, 8.

Referindo-se às controversas leis que proíbem a chamada propaganda homossexual em muitas regiões da Rússia, Putin explicou que a iniciativa era das administrações regionais e locais e não do governo federal. "É indicativo do sentimento geral da sociedade russa”, disse ele, salientando que as autoridades federais não podem ignorar a opinião pública. 

No entanto, o presidente russo lembrou que um dos maiores problemas que a Rússia enfrenta actualmente é a questão demográfica e observou a esse respeito que, "dos casamentos homossexuais [sic], não nascem filhos". Ele também argumentou que as uniões entre pessoas do mesmo sexo são "difíceis de imaginar" em algumas regiões do país com populações mais tradicionais, especialmente nas áreas de maioria muçulmana, como a Chechênia.

A visita de Putin à Holanda, primeiro país a legalizar o casamento homossexual, foi acompanhada por um protesto da comunidade LGBT contra a polémica lei russa que proíbe a propaganda entre menores de idade. Aproximadamente, 1.000 activistas se reuniram na Segunda-feira, 8, em frente ao Museu da Navegação de Amsterdão, onde o presidente russo se reunia com o primeiro-ministro holandês. 

Muitas regiões da Rússia, incluindo Novosibirsk, São Petersburgo e Kaliningrado, entre outras, já adoptaram um sistema de multas para quem for acusado de fazer propaganda da homossexualidade entre menores. Além disso, a Duma, câmara baixa do Parlamento russo, aprovou em janeiro, em primeira leitura, uma regra semelhante a nível nacional. O projecto, promovido por uma das assembleias legislativas regionais, recebeu 388 votos a favor e apenas um contra.

A comunidade gay da Rússia está há anos tentando fazer sua marcha na capital da nação. Até agora, o Conselho Municipal de Moscovo negou todos os pedidos neste sentido e, em Outubro, passado a recusa foi aprovada pelo Tribunal de Moscovo.



Fonte
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domingo, 17 de março de 2013

Esmagadora maioria dos russos é contra o gayzismo

A organização russa de sondagens Levada Center realizou uma pesquisa para descobrir a atitude dos cidadãos da Rússia para com reformas e inovações. Descobriu-se que a maioria dos russos são conservadores. 

Por exemplo, 85% dos cidadãos votaram contra a legalização de casamentos homossexuais [sic] no país, e 87%, contra paradas de orgulho gay. Os russos também desaprovam de mudanças de nomes de cidades, da extensão do prazo do serviço militar e dos aumentos de impostos.
Além disso, 70% dos russos apoiam a reintrodução de um uniforme escolar único, cujo uso foi abolido em 1992.

Fonte
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A verdade dos factos é que é a maioria da humanidade sente algum tipo de repulsa pelo homossexualismo (e NÃO pelos homossexuais). O que se passa é que no ocidente, ao contrário da Rússia e do mundo islâmico, nós temos policias do pensamento que punem severamente quem se atreva a dizer que não acha normal e natural um homem ter atracção sexual pelo ânus de outro homem.

Os gayzistas podem obter "vitórias" políticas e concessões sociais, mas a verdade dos factos é que a humanidade sempre vai olhar para o homossexualismo com desdém.


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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Gayzismo russo com os dias contados?

Nove regiões russas já aprovaram legislação a proibir a propaganda homossexual entre menores. O Parlamento russo quer aprovar agora uma lei à escala nacional.

O Parlamento russo está a considerar a aprovação de uma lei nacional para banir a propaganda homossexual entre menores. A Duma está a considerar a aplicação da nova lei, a nível nacional, a partir de 19 de Dezembro.

Segundo avança o jornal britânico "The Guardian", Igor Kochetkov, presidente da estação televisiva russa LGBT, afirma que "esta é uma politica ilegal de repressão", adiantando que "é uma estranha coincidência que esta lei esteja "congelada" até 19 de dezembro, quando a 17 de Dezembro de 1933, as autoridades soviéticas declararam ilegais as relações sexuais entre homens". Para Kochetkov, os homossexuais ainda são "como extraterrestres para a sociedade russa e, de vez em quando, ainda ouvimos a mesma retórica", diz.

Kochetkov afirma que a lei federal "segue uma lógica fascista", dividindo as pessoas entre "válidas e não válidas". A LGBT já recordara o aumento do número de ataques contra homossexuais no país desde que foram aprovadas as leis regionais e Kochetkov afirma que agora as coisas irão agravar-se com uma lei á escala nacional.

Os proponentes da lei argumentam que esta visa proteger os menores e as crianças, promovendo os valores familiares.



Fonte

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Na Rússia o activismo gay não é  necessário, e como tal, o mesmo é controlado como forma de manter a ordem social. Se por acaso o governo russo quisesse desestabilizar a sociedade, eles seguiriam os mesmos passos que os governos europeus seguem, financiando o lobby gay.

Aparentemente, os activistas homossexuais não sabem que o seu movimento tem um prazo de validade.




sábado, 18 de agosto de 2012

Rússia sem "orgulho" durante os próximos 100 anos.

O Tribunal Supremo de Moscovo não volta atrás. A celebração do orgulho gay na capital russa está proibido nos próximos 100 anos, repetiu o tribunal municipal nesta sexta-feira, após o recurso interposto pelo defensor dos direitos dos homossexuais, Nikolai Alexeyev.

Apesar de “ilegal e injusta”, a decisão “não é uma surpresa, os tribunais russos raramente falam dos direito dos gays e lésbicas”, reagiu Alexeyev numa entrevista ao El País, garantindo que vai recorrer da decisão.

O activista tinha solicitado autorização para a realização de 102 manifestações para celebrar o orgulho gay, até 2112. O tribunal respondeu proibindo-as pelos mesmos 100 anos.

Entre 2006 e 2008, as petições do jornalista e advogado já tinham chegado à justiça europeia, depois de a Câmara de Moscovo ter proibido as manifestações, alegando perigo de desordem pública. Em Estrasburgo, Nikolai Alexeyev falou de uma violação ao direito da liberdade de reunião, consagrado no artigo 11 da Convenção Europeia dos Direitos do Homem.

A história terminou com as autoridades russas a indemnizar o activista com 12 mil euros (mais 17.510 de despesas). Mas agora o objectivo é outro, garante Nikolai Alexeyev: “Queremos que se garanta que podemos celebrar o orgulho gay no futuro.”

Fonte

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Russos livres de gayzismo durante os próximos 100 anos?

A Justiça russa proibiu ontem as marchas de "orgulho gay" durante os próximos 100 anos, decisão de que o lóbi homossexual já disse que vai recorrer para o Tribunal dos Direitos Humanos em Estrasburgo.

"Em Estrasburgo declaram ilegais essas decisões. O tempo passa e continuaremos a pedir autorização para novas acções, mesmo que sejam rejeitadas", afirmou Nikolái Alexéyev, líder dos homossexuais russos, citado por agências locais.

O tribunal municipal de Moscovo rejeitou o recurso interposto pelo activista confirmando a legalidade de uma disposição anterior da autarquia em que se proibiam as paradas até 2112.

Dezenas de activistas homossexuais foram detidos no final de Maio quando tentavam levar a cabo uma marcha de "orgulho gay".

Várias cidades russas aprovaram este ano leis contra a propaganda homossexual, decisão que esta "minoria" tem tentado provar que é uma violação da "liberdade de expressão".

Fonte

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Amanda Gigliotti (Christian Post Portuguese) não parece muito convencida

A Rússia proíbe as marchas de orgulho gay pelos próximos 100 anos mas a escritora do Christian Post Portuguese não parece contente com este desfecho. Para além de ter uma foto onde se fala nos "cristãos" homossexuais que criaram a sua "igreja", Amanda Gigliotti fala do homossexualismo de forma um tanto suspeita.
Com essa medida, além de outras leis contra a ‘propaganda homossexual’, a Rússia parece se tornar o país europeu mais hostil com as minorias sexuais.
Várias perguntas:
  • Porque é que a Amanda colocou propaganda homossexual entre aspas?
  • Porque é que ela chama os homossexuais de "minorias sexuais"?
  • Estando ela a escrever para um fonte (supostamente) Cristã, não deveria ela usar uma identificação mais Bíblica do homossexualismo?
  • Porque é que a Amanda quer dar um estatuto de "minoria oprimida" aos homossexuais qualificando-lhes de "minoria sexual"?
  • Se se vai chamar de "minoria sexual" todas as pessoas com gostos sexuais contra-natura, será que se pode chamar um pedófilo de "minoria sexual"? E aqueles que praticam o bestialismo serão eles também uma "minoria sexual"?

Ela continua:

As iniciativas vem sendo tomadas à medida em que activistas tentam realizar manifestações em defesa dos direitos gays.
O que são os "direitos dos gays"? Quem é que decidiu que fazer propaganda homossexual (sem aspas) é um "direito?
Os grupos homossexuais encontram também grande resistência dos ortodoxos russos.
Esses malignos ortodoxos russos que não deixam que homens semi-nus dancem em frente a criancinhas. Onde já se viu tamanho ódio?
Recentemente, ativistas da Igreja Cristã Ortodoxa Russa entraram em confronto com manifestantes homossexuais durante uma manifestação gay.
Manifestação ilegal - algo que a Amanda aparentemente não se lembrou de dizer.
A Igreja Ortodoxa Russa considera um ‘sacrilégio’ as passeatas do orgulho gay e pediu ainda extensão da lei municipal contra a propaganda homossexual, aprovada pelo Governo de São Petersburgo.
Sim, a Igreja Ortodoxa Russa acordou um dia, e decidiu que o homossexualismo é pecado. Não, não é a Bíblia que diz isso; é a Igreja Ortodoxa Russa.

Repare-se também que aqui propaganda homossexual já não está entre aspas.

Não é inocente o facto do artigo da Amanda citar as palavras do activista homossexual russo mas não se preocupar em saber o que a Igreja Ortodoxa e os legisladores pensam. Aparentemente só vale à pena saber a opinião de um dos lados.

* * * * * * *

O Christian Post Portuguese está infiltrado por pessoas sem aliança nenhuma com a Palavra de Deus, pelos vistos. Já não é a primeira vez que este tipo de atitude se manifesta entre eles. Há alguns meses atrás tiveram a arrogância de afirmar que a Bíblia "sugere" que o homossexualismo é pecado.

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