sábado, 15 de junho de 2013
Rússia aprova lei que pune propaganda homossexual e ofensas religiosas
domingo, 28 de abril de 2013
Boas notícias! "O Sexo e a Cidade" volta em versão "gay"
Jonathan Groff, que estreou recentemente em "Glee", Frank Alvarez e Murray Bartlett são os actores escolhidos para protagonizar a nova série, que relata o seu dia-a-dia profissional e a vida amorosa.
Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kim Cattrall e Kristin Davis formaram, de 1998 a 2004, o quarteto feminino mais famoso da ficção, na pele de Carrie, Miranda, Samantha e Charlotte. Formato de sucesso foi exibido em mais de 50 países e deu origem a dois filmes e uma série "spin-off", "The Carrie Diaries".
Fonte
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A série inicial durou 6 longos anos; prevejo que a versão gay dure menos que 6 meses.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Ucrânia em vias de proibir a promoção do homossexualismo
Resumindo, cerca de 4/5 da população ucraniana é contra o comportamento homossexual, mas uma organização esquerdista americana acha que os ucranianos têm que deixar que a propaganda homossexual circule livremente nesse mesmo país.
Seria interessante saber se esta mesma organização tem planos para emitir comunicados condenando as execuções sumárias de homossexuais levadas a cabo nos países islâmicos.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Grupos homossexualistas internacionais enraivecidos com proposta de lei ucraniana que visa banir propaganda homossexual

Um dos homens que apoia a proposta de lei disse que a crescente aceitação do homossexualismo no Ocidente "não é uma evolução mas uma degradação". A proposta visa banir a promoção do homossexualismo nos programas de televisão e nos filmes, bem como proibir os eventos públicos em torno do "orgulho gay." Segundo o que o co-autor Pavlo Ungurian MP (Membro do Parlamento) declarou numa conferência de imprensa, a mesma [a proposta de lei] tem como objectivo preservar "a saúde moral, espiritual e física da nação."
Crê-se que a medida tem o apoio do Presidente Viktor Yanukovych, cujo representante parlamentar, Yuri Meroshnichenko, se encontra a apoiá-la publicamente. Esta medida surge no seguimento do cancelamento do evento "orgulho gay" em Kiev devido a receios de violência.
Os grupos homossexualistas emitiram comunicados de imprensa condenando o gesto - condenação essa que foi amplamente citada pelos órgãos de informação internacionais. O grupo com sede em Bruxelas "ILGA Europe" qualificou a medida de "ataque" e um "regresso à Idade Média." Anastasia Zhivkova, porta-voz da ILGA e activista pelos "direitos" dos homossexuais, disse que a legislação nada mais é que
As sondagens confirmam as alegações dos activistas homossexuais quando estes afirmam que o homossexualismo não é amplamente aceite na Europe do Leste e nem nas antigas repúblicas da URSS. Uma sondagem de 2007 levada a cabo pela Angus Reid Global Monitor apurou que 81.3% dos ucranianos acreditam que as relações homossexuais "nunca são aceitáveis," 13% afirma que "só às vezes são aceitáveis," e apenas 5,7% defende que "são aceitáveis."
Eventos em torno do "orgulho gay", incluindo a parada, têm sido levados a cabo em Kiev desde 2003, embora no ano passado tenha ocorrido uma contra-demonstração que resultou na interrupção da parada. Uma coligação de grupos Cristãos, incluindo a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa bem como grupos mais pequenos como os Adventistas do Sétimo Dia e os Baptistas, apelaram ao governo que proíbisse estas demonstrações.
Entre os apoiantes da proposta de lei encontram-se os MPs Yevhen Tsarkov (Partido Comunista), Yulia Kovalevska ("Party of Regions"), Kateryna Lukyanova (NU-NS), e Taras Chornovil ("Reforms for the Future"). Um dos líderes do grupo "Amor Contra a Homossexualidade", o jornalista de Kiev Ruslan Kukharchuk, afirmou aos média que a proposta de lei não visa restringir a liberdade de expressão dos média.
Cerca de 100,000 assinaturas em apoio da medida foram recolhidas junto do público. Kukharchuk acrescentou ainda que "Hoje, em vésperas de eleições, apelamos às forças políticas que declarem de forma conclusiva a sua posição em torno deste assunto."
Kukharchuk começou a sua oposição à promoção do homossexualismo em 2003 quando impediu a realização dum evento de lésbicas em Kiev. O seu grupo defende que o homossexualismo é uma desordem mental e que aqueles que padecem da mesma deveriam receber ajuda psicológico. Numa entrevista, ele disse que "a depravação é má para a segurança nacional" e que a mesma têm contribuído para a propagação do HIV e da SIDA
Falando para a "Natalia Antonova of Global Comment" em 2009, Kukharchuk lançou avisos contra os avanços do movimento político homossexualista que ele diz estarem a impor "uma ditadura de ideias."
Fonte
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Seria de esperar que os grupos homossexualistas ucranianos e internacionais respeitam os desejos da maioria local, mas pelos vistos, não é isso que vai acontecer.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Uma campanha de bullying homossexual?
«Ela é lésbica e estamos bem com isso» – lê-se num cartaz profusamente difundido nas escolas oficiais, a par de outro análogo, a favor dos «gays». Em ambos, consta também uma séria advertência contra o «bullying homofóbico», expressão que peca, entre outros males de maior monta, pelo uso de uma palavra estrangeira que podia e devia ter sido traduzida, se a tanto chegasse o engenho e a arte dos actuais educadores oficiais da mocidade portuguesa.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Maioria dos russos acredita que a homossexualismo é um vício
Para além disso, 79% dos inquiridos expressou opinião contrária aos "casamentos" unissexuais ao mesmo tempo que 13% expressou opinião favorável.
87% dos russos concorda com a proibição das paradas de "orgulho gay" mas 9% mantém opinião contrária.
82% dos participantes da pesquisa acredita que os homossexuais nunca deveriam ter permissão para trabalhar junto a crianças ou adolescentes. 13% não vê problemas com isso.
Nesta pesquisa levada a cabo via telefone entre pessoas com idades acima dos 18 anos, 1800 pessoas foram questionadas em 149 cidades.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Controle populacional e homossexualismo
Resumo: O homossexualismo é um estilo de vida inteiramente compatível com as metas do controle populacional. Os controlistas querem reduzir drasticamente a “produção” de bebés no mundo inteiro. No homossexualismo, não existe a função natural de gerar bebés. Quanto mais homens adoptarem o comportamento homossexual, menos bebés haverá no mundo.
Até a década de 1960, não havia no Ocidente comentários sobre casamento gay, concessão do direito de adopção para “casais” gays, direitos especiais para gays, etc. As noticias também não davam nenhuma atenção às pretensões dos activistas gays, que eram em número tão reduzido que não representavam preocupação alguma.
Entretanto, alguns diziam que se devia promover o homossexualismo a fim de se reduzir a população mundial. De onde estavam vindo essas ideias? Dos controlistas — indivíduos que seguem a ideologia do controle populacional. Entre eles havia importantes autoridades internacionais, banqueiros, militares, políticos, filósofos, etc.
Aborto, controle da natalidade e homossexualismo
Os controlistas querem salvar o mundo. Eles acreditam que a terra não tem capacidade de sustentar uma população tão grande. Sua solução é criar meios, tecnológicos e educativos em massa, a fim de que haja menos pessoas neste mundo.
Assim é que eles estão por trás de todos os movimentos modernos eliminadores de seres humanos, do aborto até a eutanásia. Sob a liderança e inspiração de Margaret Sanger, que inventou o termo controle da natalidade e fundou a Federação Internacional de Planeamento Familiar em 1952, os controlistas se lançaram numa campanha sistemática para legalizar o uso de “anticoncepcionais” e o aborto.
A Federação Internacional de Planeamento Familiar, que tem o apoio da ONU, propôs as seguintes estratégias para reduzir o tamanho da população mundial e para que os casais tenham menos filhos:
· Aumento do homossexualismo;
· Crise económica;
· Estabelecimento de creches;
· Leis que levem as mulheres a trabalhar fora;
· Aborto compulsório para as gravidezes ilegítimas;
· Esterilização compulsória para todos os casais que já têm dois filhos (menos para alguns que teriam permissão especial de ter três);
· Limitar a maternidade a um número reduzido de mulheres;
· Licenças oficiais para se ter filhos.[1]
Sanger, que era teosofista, estava directamente por trás da criação da pílula anticoncepcional e sua federação teve papel decisivo na legalização do aborto nos EUA. Com a ajuda da ONU, sua federação promove a educação sexual nas escolas, diversidade sexual, contracepção e aborto para adolescentes e jovens do mundo inteiro.
Na década de 1960, os controlistas afirmavam, com o apoio de especialistas médicos envolvidos na mesma causa, que a legalização dos anticoncepcionais reduziria a prática do aborto.
Mas o que houve foi o contrário. A contracepção e o aborto acabaram sendo legalizados e suas práticas tiveram um aumento estratosférico, principalmente na Europa, EUA, Canadá e outros países industrializados. O que é irónico é que Sanger era racista e queria que o controle da natalidade livrasse a raça europeia branca das outras raças, mas o efeito foi inverso.
Seguindo o exemplo de Sanger e sua federação, os controlistas financiam no mundo inteiro a educação sexual nas escolas, os grupos ambientalistas, os grupos feministas, os grupos homossexuais, a pornografia e qualquer outra coisa que os ajude em suas metas. Para eles, o crescimento da população mundial é uma praga, um câncer.
O evangelho da morte
Os controlistas são capazes de qualquer artimanha. Se, a fim de alcançar seus objectivos de reduzir a população mundial, eles precisarem adoptar medidas pioneiras para condicionar as pessoas a aceitarem o sexo entre seres humanos e animais, eles não hesitarão em preparar o terreno social, legal, político e académico.
É claro que a propaganda daria ênfase ao termo amor — sexo com animais é a expressão mais pura de amor entre um animal e seu dono, diriam eles. Quem duvida da capacidade dos controlistas de deturpar a palavra amor, é só ver como o relacionamento homossexual foi adulterado de uma justa classificação de perversão sexual para a actual imagem de amor entre pessoas do mesmo sexo.
Embora pareça haver um respeito e consideração pelas crianças hoje, é só na aparência, pois mais recentemente as pesquisas científicas envolvendo o sacrifício de seres humanos durante as fases do desenvolvimento pré-natal são feitas com a desculpa de se criar novas curas.
Justifica-se assim então a destruição de uma vida para salvar outra. Todas essas medidas, e outras que virão, têm como único objectivo eliminar mais seres humanos e criar nas pessoas uma mentalidade que não considera a vida humana com valor moral absoluto, exactamente como querem os controlistas.
Os controlistas estão experimentando sucesso enorme. O aborto é hoje legalmente permitido para assassinar milhões de bebês inocentes, em todos os países com tradição evangélica. A tradição cristã de países como Alemanha, Inglaterra, Escócia, EUA e Canadá caiu facilmente diante do evangelho controlista.
Os controlistas podem aparentar representar uma ideologia científica, neutra e não religiosa, mas suas raízes religiosas mais importantes só são desconhecidas para os que não estão familiarizados com a história da teosofia.
No século XIX, os teosofistas estavam activamente envolvidos em campanhas pioneiras de controle da natalidade. As sementes brotaram. A partir do século XX, os controlistas entraram em acção, com muitas organizações espalhadas nos EUA e na Europa, cumprindo os próprios objectivos dos teosofistas. Os frutos desse intenso trabalho só começaram a aparecer em grande escala a partir da década de 1970.
Por que, além do aborto e da pílula anticoncepcional (e também muitos outros métodos de controle da natalidade), os controlistas escolheram o homossexualismo para reduzir a população mundial?
É claro que eles não inventaram o homossexualismo, pois esse comportamento — assim como o adultério, o estupro e o roubo — existe há milhares de anos. Tudo o que eles fizeram foi jogar gasolina nos focos onde havia alguma chama, inflamando os indivíduos estratégicos que contribuiriam para propagar o evangelho homossexual.
Assim, o evangelho homossexual juntou-se ao evangelho do aborto, do feminismo e da contracepção. Talvez nem mesmo os teosofistas pioneiros do controle da natalidade imaginassem as repercussões de suas ideias em futuro tão próximo.
Por isso, não se deve estranhar que grupos ambientalistas, feministas, pró-aborto e pró-controle da natalidade apoiem o homossexualismo. O homossexualismo é um estilo de vida inteiramente compatível com as metas do controle populacional. Os controlistas querem reduzir drasticamente a “produção” de bebés no mundo inteiro.
No homossexualismo, não existe a função natural de gerar bebés. Quanto mais homens adoptarem o comportamento homossexual, menos bebês haverá no mundo.
Ameaçando a família natural
O avanço do movimento homossexual ameaça a maior é única instituição humana responsável pela chegada de mais bebês a este mundo: a família natural. Os bebés, ou mais propriamente a sua eliminação (através de meios tecnológicos que impeçam sua chegada ou que provoquem sua destruição directa) são o principal alvo dos controlistas.
Para colaborar com os controlistas, os activistas gays querem que seu relacionamento naturalmente estéril seja reconhecido como casamento. Quanto mais homens e mulheres forem seduzidos e enganados para esse estilo de vida, menos bebês nascerão. Ponto para os controlistas.
O reconhecimento do “casamento” homossexual forçará a redefinição do casamento normal e afectará o modo como o governo protege as verdadeiras famílias.
Os recursos que poderiam ser distribuídos entre as famílias naturais deverão ser distribuídos igualmente entre as famílias pervertidas e naturalmente estéreis (famílias homossexuais). Uma família gay terá direito aos mesmos direitos, benefícios e privilégios de uma família natural responsável pela criação de filhos.
Casais homossexuais, pelo seu próprio estilo de vida antinatural, só podem ter filhos de um modo antinatural e pervertido: inseminação artificial com outro doador e adopção de filhos de outros casais normais. Sendo reconhecidos como famílias, os “casais” gays terão direito de fazer operação para troca de sexo e para ter meios tecnológicos para poderem ter os bebês que a natureza jamais lhes daria.
Não muitos homossexuais escolherão esse caminho difícil, porém tal escolha implica em gastos imensos. Se o governo tiver de arcar com os custos dessas perversões em seu sistema de saúde, quem mais sairá prejudicado serão as verdadeiras famílias que, tendo e criando filhos, deveriam ser alvos de total prioridade de investimentos — sem mencionar que, como sempre, os cidadãos é que pagarão a conta toda através de impostos.
Mas obtendo igualdade legal diante da lei, os “casais” gays receberão tanta atenção e recursos quanto os casais naturais. Os recursos serão igualmente distribuídos tanto para casais naturais, que estão construindo verdadeiras famílias, quanto para casais não naturais, que estão destruindo a importância vital que a família verdadeira tem na manutenção da sociedade através da criação de bebês.
Os recursos da sociedade só deveriam ser investidos em necessidades legítimas, principalmente das famílias. O uso desses recursos para atender às reivindicações dos “casais” gays em busca de inseminação artificial ou outros procedimentos caros saqueará das famílias verdadeiras os recursos tão necessários para sua existência.
Portanto, o casamento homossexual reforçará de modo absoluto as intenções dos controlistas, que querem que o casamento seja visto e considerado inteiramente desvinculado de seu papel como gerador de nova vida.
O papel do sexo gay — com prazer sexual (ainda que anormal), porém sem função de gerar bebês — atende perfeitamente a todas as exigências da ideologia controlista.
Para poder acomodar e proteger o casamento gay que a natureza não dotou para gerar bebês, as leis poderão acabar definindo o casamento como uma instituição sem ligação directa com a criação de bebês. Assim, o papel social vital da verdadeira família se perderá no redemoinho da confusão homossexual reinante nas novas leis e imposições sociais.
Ter filhos, dentro do casamento ou não, será apenas mais uma opção. Sendo assim, se o governo precisar intervir para que os casais gays tenham filhos de um modo antinatural (através do sistema de saúde que deverá garantir “direitos” reprodutivos não reconhecidos pela própria natureza), há probabilidade de que o governo venha a intervir para que todos os casais só tenham filhos com permissão do governo. Tudo deverá ser igual para todos.
Tal época ainda não chegou, mas a reestruturação total da família — começando hoje com as preocupantes tentativas para redefinir o que é casamento e família — já é um projecto em andamento dos engenheiros sociais, inclusive da ONU, que nunca menciona os termos marido e esposa em seus actuais documentos.
Seja com o aborto, com a contracepção ou com o homossexualismo, os controlistas estão avançando em seus objectivos de fazer com que menos bebês nasçam. O preço, porém, tem sido a completa perversão de todas as responsabilidades e funções naturais da família.
O que essas criaturas “inteligentes” não enxergam é que, se a família natural sofrer, toda a sociedade sofrerá. O preço final da morte da família natural é a inevitável extinção da sociedade.
A sociedade pode viver sem o homossexualismo, sem o aborto, sem a contracepção e sem o feminismo, mas não pode sobreviver por muito tempo sem famílias que geram bebês. A sociedade só é sustentada pelas famílias naturais que têm filhos.
Preço elevado para europeus e americanos
Há outro problema grave com os planos dos controlistas. Eles queriam que o mundo inteiro fosse condicionado por suas ideias, e eles não têm medido esforços para usar a ONU nesse sentido. Contudo, quem mais está seguindo suas ideias de aborto, contracepção e homossexualismo são os europeus e americanos.
Para alegria dos controlistas, é imenso o número de europeus e americanos que não querem ter filhos. Quando querem, é apenas um ou no máximo dois.
Para tristeza dos controlistas, os muçulmanos não estão seguindo essas idéias. Suas famílias são grandes. Cada família muçulmana vê a chega de mais bebês como mais muçulmanos para propagar sua religião. Para tristeza dos europeus, o número de muçulmanos na Europa está aumentando sem parar, enquanto o número de europeus só diminui.
Enquanto europeus e americanos e outros estão mergulhados no aborto, contracepção e homossexualismo, para atender aos desejos dos controlistas de menos bebês no mundo, os muçulmanos levam muito a sério a importância de suas famílias e religião.
Cristãos, hindus, budistas, animistas, espíritas e outros religiosos no mundo inteiro estão cedendo em massa às pretensões dos controlistas. Mas os muçulmanos continuam demonstrando uma resistência formidável.
Com a “ajuda” dos grupos pró-aborto, pró-ambientalismo, pró-feminismo e pró-homossexualismo, haverá menos europeus para habitar a Europa. Mas esse espaço vazio não ficará vago por muito tempo. Por causa de seu respeito às suas famílias e à sua religião, os muçulmanos estão tendo muitos bebés, que serão os futuros cidadãos do mundo e alegremente preencherão os lugares vagos deixados pelos europeus e outros.
O jornalista Mark Steyn, do jornal Chicago Sun-Times, comentou: “Os problemas da Europa — seus programas sociais que já estão fora das possibilidades económicas, sua demografia que já está no leito de morte, sua dependência de números de imigrantes que nenhuma nação estável já conseguiu absorver com sucesso — foram todos criados pela própria Europa.
As projecções de alguns especialistas indicam que 40 por cento da população da União Europeia será muçulmana no ano 2025. O que já é realidade é que semanalmente mais pessoas frequentam as orações de sexta nas mesquitas do que os cultos de domingo nas igrejas cristãs”.[2]
Os prognósticos menos pessimistas indicam que em menos de cem anos os muçulmanos serão maioria em grande parte da Europa. Eles só conseguirão dominar a Europa porque nunca se submeteram às políticas de controle populacional. Os europeus de hoje que vivem de acordo com os valores impostos pelos controlistas estão lançando as bases para a futura UEI (União Européia Islâmica).
Por esse e outros motivos, nada temos a agradecer aos controlistas por seus esforços de “salvarem” o mundo do “excesso” de seres humanos. A “salvação” proposta por eles — que trouxe aumento do aborto, do homossexualismo, do sexo livre e do desrespeito ao valor da vida humana — está contribuindo decisivamente para a destruição de muitas famílias e para a redução dos europeus.
Algum dia os muçulmanos serão imensamente gratos por toda a “limpeza” étnica, cultural e religiosa que as idéias de controle populacional estão trabalhando na Europa em nossos dias.
Os homossexuais também sofrerão
As feministas, os ambientalistas e os homossexuais não percebem que são manipulados pelos controlistas.
Hoje, os activistas gays atacam os Cristianismo e a Bíblia, que condena claramente os actos homossexuais. Eles atacam a próprio livro que apresenta a única Pessoa que pode livrar um homem do homossexualismo. Eles colaboram intensamente com os controlistas para livrar o mundo do Cristianismo, redefinir a família tradicional e reduzir a população mundial.
O Evangelho de Jesus Cristo oferece gratuitamente libertação para os prisioneiros do homossexualismo. A religião muçulmana não oferece esperança alguma para eles.
Se algum dia os muçulmanos realmente se tornarem maioria na Europa, as leis muçulmanas se tornarão leis nacionais e os praticantes do homossexualismo sofrerão tudo o que os homossexuais sofrem em países muçulmanos: castigos duros e morte.
Aí a futura minoria europeia na Europa, inclusive os homossexuais, sentirá a diferença entre Cristianismo e islamismo.
A Europa ainda vai sentir saudades dos cristãos e seus valores.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Rússia considera homossexualidade perversão e proíbe sua divulgação
Homoerotismo é considerado perversão por governo russo.
O Primeiro-ministro Vladimir Putin proibiu todo tipo de propaganda homossexual nas grandes cidades da Rússia. As primeiras devem ser São Petersburgo e a capital, Moscovo, onde gays, lésbicas, bissexuais e transgéneros foram impedidos legalmente de demonstrar e transmitir suas mensagens, pois são considerados “uma perversão”.
Algum tempo atrás, o agora ex-prefeito de Moscovo considerou esse tipo de manifestações “satânicas”. Isso causou controvérsia em todo o país, mas teve o apoio da Igreja Ortodoxa Russa.
A Assembleia Legislativa de São Petersburgo anunciou que iria discutir a proposta do partido de Vladimir Putin de proibir a proibição da “propaganda de sodomia, lesbianismo, bissexualidade, transgénero e pedofilia” que poderiam influenciar menores de idade.
O projecto do Rússia Unida, principal partido político no país, busca atrair eleitores mais conservadores nas eleições de Dezembro e proibir a difusão de qualquer informação que defenda a prática homossexual.
As autoridades da região de São Petersburgo devem adoptar em breve um projecto de lei que visa impedir a visibilidade e a obtenção de direitos das chamadas minorias sexuais. O projecto foi aprovado na primeira votação, mas foi pedido que se interrompa o processo para reformar algumas sanções individuais e colectivas.
O All Out, um movimento internacional dedicado à luta pelos direitos das pessoas LGBT, está colectando assinaturas para que pessoas de todo o mundo exijam que a comunidade internacional pressione a Rússia a parar de fazer manobras políticas contra os homossexuais.
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Boa sorte com essa "ajuda" da "comunidade internacional" em "pressionar" a Rússia.
sábado, 10 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
Activista homossexual admite que histerismo em torno do bullying pode causar mais suicídios e não preveni-los
Desde o amplamente publicitado suicídio do estudante universitário de New Jersey (Setembro de 2010) que os activistas homossexuais americanos têm usado questões em torno do bullying como forma de avançar com a sua agenda político-sexual, e como assalto retórico contra todos os que se colocam contra a indoutrinação de crianças em torno dum comportamento sexual tão auto-destrutivo e tão anti-higiénico.Sempre que se fica a saber do suicídio dum jovem que se identificava como "homossexual", e que havia sido vítima de bullying, o dedo é apontado aos Cristãos e a outros grupos socialmente conservadores. É-nos dito que o bullying leva ao suicídio e como tal, a expressão pública de pontos de vista politicamente, religiosamente e socialmente conservadores em torno da homossexualidade causam o bullying.
Devido a isto, os activistas homossexuais oferecem como "solução" a promoção da sodomia como conduta "normal" e moralmente neutra como forma de prevenir os suicídios.
No entanto, desde Outubro de 2010 que os peritos de prevenção de suicídios avisam que o simplismo em torno da análise de que o bullying causa suicídios pode causar mais mal que bem.
Um artigo baseado numa entrevista com Ann Haas, membra da "American Foundation for Suicide Prevention" perguntou:
Será que a forma como falamos destes suicídios pode estar a levar jovens impressionáveis a copiar este comportamento trágico?
Um ano depois, um comentário feito no site "The Advocate" (magazine homossexual de importância nacional) finalmente admitiu que isto é um problema sério. David McFarland é o director executivo do "The Trevor Project"; esta instituição tem uma linha aberta de prevenção de suicídio dirigido à comunidade LGBT.
McFarland citou os "benefícios" políticos e culturais da "revelação dos riscos à saúde das desproporcionais taxas de suicídio e os incidentes que afectam a juventude LGBT." No entanto - e numa admissão surpreendente - ele afirmou que "esta táctica aumentou também o risco de suicídio".
Ou seja, temos aqui um activista homossexual a admitir que "esta táctica" (“revelação . . . suicídio . . . bullying”) “aumentou também o risco de suicídio” (ênfase acrescentado).
Há vários problemas com a crença de que o bullying leva ao suicídio. Primeiro, esta forma de pensar ignora o que se sabe sobre as causas do suicídio. McFarland admite que "os motivos que levam uma pessoa a tentar o suicídio são . . . . . complicadas".
A senhora Hass, no entanto, foi mais directa ao indicar que "questões mentais subjacentes . . . . estão presentes em 90% das pessoas que morrem por suicídio."
Dito de outra forma, a maioria das pessoas que sofre de bullying não tenta o suicídio. São os problemas mentais - e não o bullying - que causam a maior parte dos suicídios.
No entanto, o segundo problema em se estabelecer uma ligação entre o bullying e o suicídio é que isto, como declara McFarland, "pode influenciar outras pessoas em risco a assumir que tirar a própria vida é o que é suposto fazer quando se é LGBT ou se sofre de bullying".
Haas ressalvou este mesmo ponto no ano passado ao avisar publicamente que a identificação do bullying como motivo para o suicídio "pode fazer do suicídio um culminar aceite, se não inevitável, das experiências pessoais."
Ela acrescenta que o suicídio não é um acto racional. McFarland afirmou o mesmo ponto ao declarar que "podemos ser mais eficientes na ajuda se evitarmos tornar o suicídio como uma escolha lógica."
O terceiro problema, que segue do segundo, é o que McFarland identifica como "contágio de suicídios". Ela avisa que:
Quanto mais a história duma vítima particular estiver em público, mais susceptíveis ficam as pessoas em risco de levar a cabo um suicídio.Haas avisou:
Histórias que caracterizam as pessoas que morreram por suicídio de um modo simpatético podem inadvertidamente levar a que jovens vulneráveis se identifiquem com eles.Ou seja, ser visto como um mártir na morte pode parecer mais atractivo do que continuar com as dores da vida.
Conclusão:
Temos sempre que fazer todos os possíveis para ajudar as pessoas com problemas mentais - sejam heterossexuais ou homossexuais - e prevenir o suicídio juvenil. Semelhantemente, todos os possíveis devem ser feitos para acabar com o bullying por qualquer motivo que seja.Ao mesmo tempo, os activistas homossexuais devem parar de explorar as tragédias pessoais como forma de avançarem com a sua agenda política e sexual — especialmente duma forma que pode causar mais tragédias.
Claro que as vidas que se perdem nada importam para os activistas homossexuais. Para eles, a ideologia está acima das vidas humanas.
domingo, 27 de novembro de 2011
Esquerdistas americanos atacam russos por estes proibirem promoção da sodomia entre os jovens de São Petersburgo
Nenhum membro da administração esquerdista americana foi no entanto capaz de identificar um único documento em torno dos direitos humanos que envolva preferências sexuais (um comportamento humano e não um "direito" humano).
Apelamos aos oficiais russos que garantam estas liberdades e promovam um ambiente que promova o respeito pelos direitos de todos os cidadãos.Nenhum direito é violado quando se impede a promoção da sodomia entre jovens e crianças. Dado que a sodomia é um comportamento quase tão (ou mais) auto-destrutivo que fumar, é perfeitamente normal que uma cidade responsável não queira que os seus jovens sejam mal influenciados e caiam nesse vício terrível.
A declaração americana afirma que eles (os esquerdistas que actualmente controlam o governo americano) estão "profundamente preocupados" pela lei proposta pela facção "United Russia" (Rússia Unida). O texto contido foi aprovada na primeira leitura realizada na semana passada no parlamento da cidade e precisa de ser aprovada em mais duas leituras antes de se tornar em lei.
Segundo esta lei, qualquer pessoa que comete "actos públicos" em promoção da homossexualidade, bissexualidade ou identidade transgénera entre menores, poderá pagar até 3,000 rublos (cerca de 71,77 euros). Ao mesmo tempo, qualquer organização que o faça pode pagar entre 10,000 a 50,000 rublos.
A lei não define o que é um "acto público" e isto leva a que os activistas homossexuais afirmem que isto pode ser usado para impedir os eventos de "orgulho" sodomita, que são (felizmente) regularmente banidos na Rússia.
Ao mesmo tempo, a lei impõe as mesmas multas a quem promova a pedofilia, tacitamente equivalendo a pedofilia com a homossexualidade. Esta última foi descriminalizada em 1993 durante a presidência de Boris Yeltsin.
De facto, é "estranho" que as pessoas frequentemente associem a pedofilia à homossexualidade. O facto dos homossexuais estarem desproporcionalmente representados nos casos de abuso de menores certamente que nada teve a ver.
Os esquerdistas americanos dizem ainda que:
Os [esquerdistas dos] EUA colocam grande importância no combate à descriminação contra os membros da comunidade LGBT e todos os grupos minoritários.Excepto se esses grupos forem Cristãos, ou se o país que criminalize a sodomia seja um país islâmico. Nestes casos, os marxistas culturais não vêem "grande importância no comabte à descriminação".
Curioso também que a Hillary Clinton fale com tanta arrogância em defesa de tais "direitos humanos" quando está no ocidente, mas se esqueça dos mesmos quando está de visita a países não-Cristãos. Mas quem disse que os esquerdistas têm alguma aliança com a lógica e a coerência?
Escusado será dizer que os russos não ligam nenhuma ao que Obama diz. Aliás, pelo que se soube em tempos recentes, Obama não é muito popular na Rússia.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Mais temática homossexual nos programas ingleses
A novela da ITV Coronation Street havia já causado controvérsia com os seus personagens homossexuais. As coisas ficaram tão óbvias que algumas das antigas estrelas do programa expressaram já dúvidas àcerca do crescente número de enredos envolvendo homossexuais.
Beijo homossexual.
Ficamos agora a saber que, não só o adolescente Ben Mitchell, filho de Phil, irá fazer parte dum enredo homossexual na novela EastEnders, como a novela Emmerdale irá introduzir uma dupla lésbica. A história da novela EastEnders alegadamente contará a forma como Ben Mitchell é enviado pelo pai para aulas de boxe, onde ele conhece outro adolescente (Duncan) a quem ele mais tarde dá um beijo.
Não há forma de provar isto, mas a escolha dum lugar tão associado à masculinidade como um ginásio de boxe para desenrolar uma história de sodomia não acontece por acaso. Pior do que isso é o uso de adolescentes para a promoção da sodomia. Será que os sodomitas não respeitam nada? (Pergunta retórica)
Propaganda.
Durante o mês passado Brian Sewell afirmou que há um excessivo número de homossexuais, transsexuais e adolescentes lésbicas nas personagens da novela Coronation Street. Sewell, ele mesmo um bissexual, criticou também os enredos da novela EastEnders ao afirmar que ambas estão a ser usadas como "propaganda sexual".
Este não é um lugar feliz para se estar - há uma insatisfação cada vez maior quando se pensa que o programa pode estar a perder o norte.Actualmente a série conta com duas lésbicas, 4 homossexuais e um transsexual. Uma antiga estrela da série, Nick Cochrane, disse:
Ele defende ainda que a novela não era "a plataforma certa para se ressalvar tantos assuntos homossexuais ao mesmo tempo."Isto é totalmente irrealista. Poderia uma rua da classe trabalhadora realmente produzir tal número de homossexuais? Eu tenho amigos homossexuais mas eles não vivem todos numa rua cheia de homossexuais.
Quantas ruas na Grã-Bretanha teriam miúdas em idade escolar lésbicas, duplas homossexuais, um transsexual e crianças de duplas homossexuais? Isto é demasiado artificial e forçado.
Outra antiga lenda da mesma série, Jean Alexander, 85 – que fez o papel de Hilda Ogden durante 23 anos - disse que 3 enredos homossexuais é "excessivo".
Plataforma
Em Janeiro passado um produtor homossexual da série Coronation Street admitiu que ele usa o programa para avançar com agenda homossexual. Phil Collinson disse ao The Sun que a série é uma "plataforma espantosa" que realmente "produz uma diferença na forma como as pessoas pensam". Ele acrescenta:
O que é transmitido às Segundas à noite, leva a que as pessoas falem disso nos pubs, nos clubes e no emprego no dia seguinte. . . . Este programa sempre teve uma sensibilidade gay.
Estas coisas acontecem porque os activistas querem indoutrinar novas gerações em favor do seu decadente e clinicamente perigoso estilo de vida sexual.
Mas como os Cristãos brasileiros já mostraram ao mundo, os sodomitas só avançam com a sua agenda se a maioria Cristã estiver inerte e preguiçosa. O mal só avança quando aqueles do lado do bem deixam de lutar. A questão agora é: até onde é que os Cristãos estão dispostos a levar a luta?
Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas, também, a todos os que amarem a Sua vinda.2 Timóteo 4:7-8
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Fascistas & Homossexuais

Os instrumentalizados da vez, os homossexuais, são tão marionetes da “agenda fascista” quanto os trabalhadores, as mulheres, os negros e os pobres já o foram num passado recente.
É preciso ter isso claro: o “movimento gay” representa tanto os homossexuais quanto uma “CUT” representa os trabalhadores ou quanto um “movimento feminista pró-aborto” representa as mulheres. Ou seja, não existe tal representação! Trata-se de um movimento de usurpação que, fingindo ser porta-voz dos interesses de um grupo serve apenas para pôr em prática uma ideologia que vê os valores da sociedade ocidental, recebidos da tradição judaico-cristã, como impecilho para interesses totalitários.
Os interesses em jogo não visam atender demandas de pessoas homossexuais, mas de uma agenda fascista, totalitária, promovida por diversos movimentos de esquerda em todo mundo. Essa agenda sua palavras light como “homoafetividade” para referir-se, na verdade, à destruição da família, qualificando a compreensão de família tradicional como algo pejorativo.
Tratam “valores” por “preconceito” numa tentativa de ganhar a adesão de pessoas honestas que defendem, obviamente, a valorização de qualquer pessoa, independente de sua realidade homossexual ou heterossexual.
A liberdade humana é uma ameaça à essa agenda fascista que instrumentaliza grupos para servirem a uma militância política que, na realidade, não tem outra obrigação que não a de perseguir a liberdade humana de todos nós, especialmente à liberdade humana daqueles que, muitas vezes enganados, decidem servir aos interesses dessa agenda.
Os homossexuais são os principais prejudicados por essa militância fascista. O que se vê nas ações do “movimento gay” por aí é a humilhação das pessoas homossexuais que são levadas a cometer atos que em nada acrescentam à sua dignidade.
Que homossexual pode-se dizer mais completo em suas inquietações humanas ao terminar de participar de eventos políticos que, pelo que se pode ver pela internet, tem sempre uma conotação de “entretenimento sexual”?
O que esse movimento gay que trata cristãos e assassinos com o mesmo nome de “homofóbicos” entende por tolerância e diversidade? O que esse movimento sabe sobre direitos humanos quando pretende criminalizar (colocar na cadeia!) qualquer pessoa que discorde da agenda fascista que rege tal movimento por meio do PL 122/2006? Esse movimento, definitivamente, não tem nada a ver com os homossexuais reais, como já alertava o falecido deputado Clodovil Hernandes:
É muito triste ver o que estão querendo fazer com a cultura brasileira, reconhecida internacionalmente como uma cultura de gentileza, de respeito às diferenças e convivência pacífica. Os fascistas, que agora escondem-se entre os homossexuais, não têm qualquer limites na sanha de dividir as pessoas, dividir o país, transformar nossa cultura numa cultura de terror onde todos estão sob patrulha permanente até que se curvem à bandeira do totalitarismo, à bandeira fascista, cada vez mais “inculturada” nos ambientes onde se tomam as decisões que mudam nosso país.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Pós-Graduação em Homossexulogia
http://www.iscte-iul.pt/cursos/pos_graduacoes/14706/Apresentacao.aspx
Sobre a instituição onde é ministrado o curso:
O ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), é uma instituição pública de ensino universitário, criada em 1972.Fará esta pós-graduação parte dos objectivos estratégicos do ISCTE?Os seus objectivos estratégicos são a inovação, a qualidade, a internacionalização e o desenvolvimento de uma cultura empreendedora.
Retirado do site institucional do ISCTE
Este é um caso paradigmático de como uma instituição pública é tomada de assalto por um grupo de activistas ideológicos.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Chrome: O browser homossexual
Se os indícios publicitários e a decadência cultural continuar, podemos esperar nos próximos anos segmentos publicitários onde se vejam sodomitas a beijarem-se e a promover o uso de sabonetes ou comida para cão (ou outro produto qualquer sem relação alguma com a homossexualidade).
Ah, e contrariamente ao que o vídeo alega, as coisas não melhoram à medida que uma pessoa se afoga no estilo de vida homossexual: segundo a Medicina, acontece exactamente o contrário.
1. 20% dos gays americanos tem o HIV2. "Se a homossexualidade não é normal, porque é que a natureza não a elimina?"
3. Novas infecções do HIV quase duplicaram nos últimos 10 anos4. Cuidado com os bancos de sangue ingleses
5. É a homossexualidade um estilo de vida saudável?◄►Fonte◄►
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Ricky Martin usa visibilidade para promover promiscuidade
Um cardeal Católico pede a Ricky Martin que pare de promover o estilo de "vida" homossexual durante a sua tournée que tem o nome de Musica Alma Sexo or “MAS”.
Durante uma entrevista à publicação espanhola Primera Hora, o Cardeal Luis Aponte Martinez, o arcebispo de San Juan, no Porto Rico, não só pediu ao Ricky Martin para promover valores que são partilhados por todos, como disse também que "fomentar a homossexualidade e a promiscuidade sexual entre os jovens é sem dúvida imoral, independentemente donde venha".
Ricky Martin, que se assumiu como sodomita recentemente (depois de anos a identificar-se como heterossexual), anunciou que o seu novo musical vai incluir "jogos sexuais" que, segundo afirma o próprio, "fazem parte do seu estilo de vida".
Que a promiscuidade é uma característica da homossexualidade é algo que nem é preciso procurar muito para confirmar. É impressionante que ainda haja pessoas que ainda se deixem levar pela conversa dos activistas sodomitas.
O Cardeal disse ainda:
Eu pessoalmente admiro o Ricky pelos dotes artísticos que o Senhor lhe deu, mas peço, por amor aos seus filhos, a quem eu acho que ele deseje tudo de bom, que tente dar exemplo para os nossos jovens dos enormes valores que todos partilhamos, com a excepção do sexo. . . . [A igreja Católica] não rejeita o homossexual mas sim as acções e as condutas que são contra a moralidade.No bom espírito marxista cultural, o sodomita Ricky Martin rejeitou os pedidos do Cardeal e numa entrevista posterior disse:
Vamos fazer o espectáculo sem medo. Sim, os espectáculos irão ter o seu momento sensual e sexual, mas com classe, uma vez que muitas pessoas gostam de se divertir . . . . Não sou uma moeda de ouro que sempre é bem recebida pelo mundo. Eu estou focado no amor e na afeição que recebo noite após noite nestes espectáculos.
Que sejas muito "feliz" no que te resta da tua vida, Ricky, porque depois de morto, a tua eternidade não vai ser muito feliz.
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