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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

O argumento da infertilidade para o "casamento" homossexual

Por  Bill Vallicella

Imaginemos que um casal de 70 anos resolve casar. Eles podem fazê-lo e o seu casamento será reconhecido como válido pela lei. E isso apesar de casais com essa idade não poderem procriar. Mas em muitos locais, a lei não reconhece o "casamento" entre duplas do mesmo sexo que, obviamente, também não podem procriar. Qual é a diferença entre os casais heterossexuais e as duplas homossexuais? Qual é a diferença que justifica a diferença no reconhecimento legal? (É preciso levar em conta que estamos a falar do reconhecimento legal do casamento; o ponto aqui não é a assim-chamada união civil.).

Vamos assumir que ambos os tipos de união - a heterossexual e a homossexual - são orientados pelas normas seguintes: monogamia, permanência, e exclusividade. Para pouparmos tempo nesta discussão, vamos assumir que a união heterossexual infértil e a união homossexual são monogâmicas, exclusivas e não-procriativas. Qual é então a distinção entre estes dois casos que justifica a diferença de tratamento?

Se a única diferença é que um tipo de união é entre duas pessoas do sexo oposto e a outra entre duas pessoas do mesmo sexo, então essa é a diferença e ela não justifica a diferença de tratamento. Dizer que uma é entre duas pessoas do sexo oposto e a outra entre duas pessoas do mesmo sexo é dizer o que ja sabemos, e isso não justifica a diferença de tratamento.

Eis aqui a diferença relevante; é biologicamente impossível que uma união homossexual produza descendência. É biologicamente possível, e, de facto, biologicamente provável, que as uniões heterossexuais produzam descendência. Esta é uma diferença profunda fundamentada num facto biológico e não na lei ou em algo convencional. Este é o facto subjacente que justifica, ao mesmo tempo, o interesse estatal na regulação do casamento, e na restrição estatal do casamento para as duplas com sexos opostos.

Temos aqui dois pontos, e ambos têm que ser discutidos. O primeiro centra-se na justificação do envolvimento estatal no casamento. É óbvio, espero eu, que o estado não se deva envolver em todas as formas de associação humana. O envolvimento do estado num tipo particular de associação humana tem que ser, desde logo, justificada. Nós queremos o envolvimento do estado o quanto for necessário, mas não mais do que isso.

Por natureza, o estado é coercivo (e tem mesmo que ser assim se por acaso ele quer ser capaz de aplicar os seus mandatos e exercer as suas funções legítimas) e como tal, está em oposição à liberdade e à autonomia dos cidadãos. É óbvio que o governo nunca se deveria envolver no negócio so casamento; ele é que justificar a sua intervenção e a sua regulação.

Mas há um motivo que justifica o envolvimento do estado. O estado tem um interesse legítimo na sua perpetuação e na sua manutenção através da produção de crianças, a sua socialização, a sua protecção, e a sua transformação em cidadãos produtivos que irão contribuir para o bem comum.  (O meu uso de "o estado" não tem que envolver uma hipostatização ilícita.) Este é o interesse que justifica o reconhecimento e a regulamentação estatal do casamento como a união entre um homem e uma mulher.

Acabei de especificar um motivo para o envolvimento estatal no casamento, mas esta justificação está ausente no caso das duplas homossexuais visto que elas não são, e nem pode ser, produtoras de crianças. Temos aqui portanto o porquê do estado não dever reconhecer o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo. O mesmo facto biológico justifica, ao mesmo tempo, a regulamentação e o reconhecimento estatal do casamento, e justifica a restrição de tal reconhecimento para as duplas homossexuais. Mais uma vez, o facto é que só os heterossexuais é que podem procriar.

Os defensores do "casamento" homossexual não ficarão satisfeitos com o que foi mencionado em cima, e continuarão a sentir que há algo de injusto "discriminador", isto é, injustamente discriminador, em torno do reconhecimento estatal da união entre heterossexuais como casamento válido, mas não das uniões homossexuais. (Obviamente que nem toda a discriminação é injusta).

Levemos em conta o argumento que se segue, sugerido num artigo recente por William Saletan, com o título de "Homossexualidade como Infertilidade".  Saletan escreve:

As pessoas que são contra o casamento [sic] homossexual podem vir aceitá-lo como moralmente válido mal eles entendam que a homossexualidade é um tipo de infertilidade.

O ponto aqui não é se o "casamento" homossexual é moralmente válido, mas som se ele deve ser legalmente reconhecido como casamento. Deixando de parte este jogo de palavras, o artigo de Saletan avança com o seguinte argumento:
1. As duplas homossexuais são inférteis tal como as duplas heterossexuais inférteis são inférteis; não há diferença no que toca à infertilidade.
2. As duplas heterossexuais têm permissão legal para casar.
3. Casos parecidos têm que ser tratados da mesma forma.
... Logo
4. As duplas homossexuais deveriam ter permissão legal para casar.
Pode-se ver o porquê de algumas pessoas sentirem-se tentadas a usar este argumento, mas o mesmo é infundados visto que a premissa é falsa.

Para demonstrar isto, irei inicialmente conceder alo que talvez não deva ser concedido, nomeadamente, que o predicado "infértil" pode ser correctamente aplicado às duplas homossexuais. A justificação para esta concessão seria a proposição de que qualquer coisa que não seja F, mesmo que não possa ser F, é não-F. Logo, qualquer coisa que não seja fértil, mesmo que não possa ser fértil, é infértil. Portanto, as duplas homossexuais são inférteis tal como os números, os rolamentos de esferas, e os pensamentos são inférteis.

Mesmo com esta concessão, existe uma diferença importante entre as duplas homossexuais e as duplas heterossexuais. As primeiras são essencialmente inférteis enquanro que as duplas heterossexuais são acidentalmente inférteis. Com estas últimas isto significa que não há nada na natureza que impeça que as uniões heterossexuais de procriar, mas no caso das uniões homossexuais, a própria natureza da união invalida a possibilidade da procriação.

Portanto, o ponto (1) mencionado em cima é falso. As duplas homossexuais não são inférteis da mesma forma que as duplas heterossexuais o são; as primeiras são inférteis por natureza enquanto que as últimas não o são. Esta é a diferença que justifica a diferença de tratamento. Obviamente que temos que tratar casos iguais da mesma maneira, mas o que mostrei em cima é que os dois casos não são iguais.

O ponto fica ainda mais claro se adoptarmos o ponto de vista de que "fértil" "infértil" são predicados que só podem ser aplicados de forma coerente àqueles cuja natureza inclui o poder e procriar. Consequentemente, as duplas homossexuais são tão inférteis tal como os martelos e os pregos são sem vida.

Nós temos aqui duas opções interpretativas, e ambas disponibilizam uma distinção que justifica a diferença no tratamento.

Opção A: Aquilo que não é fértil é infértil; logo, as uniões homossexuais são inférteis. Mas elas não são inférteis da mesma forma que as uniões heterossexuais o são. As uniões homossexuais são essencialmente inférteis devido à sua própria natureza, enquanto que as uniões heterossexuais, quando são inférteis, são-no acidentalmente. (É por isto que as duplas heterossexuais inférteis podem às vezes ficar férteis através da intervenção médica).

Opção B: Se x ou é fértil ou infértil, então x tem uma natureza que inclui o poder de procriar. Logo, as duplas homossexuais não são nem férteis e nem inférteis

Em qualquer uma das opções a posição de Saletan de que "a homossexualidade é um tipo de infertilidade" é falsa. Isto fica ainda mais claro se levarmos em conta que uma dupla é chamada de "infértil" porque um dos dois da dupla ou é infértil ou é impotente. Mas a união de dois homossexuais na sua maioria dos casos inclui duas mulheres férteis ou dois homens potentes.

Desde logo, chamar de "infértil" a uma dupla homossexual é usar esse termo duma forma diferente daquela que é usada quando se chama a duma dupla heterossexual de "infértil". As duplas homossexuais são inférteis porque, falando de forma directa, os dildos e os dedos dentro duma vagina ou o pénis no ânus não levam à procriação - e não devido a algum defeito ou anormalidade ou impedimento etário por parte dos parceiros.

Acabei de mostrar que o argumento (1)-(4) que visa ampliar o reconhecimento legal de casamento às duplas homossexuais não é convincente. Mesmo assim, ainda existirão pessoas que irão sentir que há algo de injusto com o facto de, por exemplo, duas pessoas com 70 anos terem permissão para casar mas as duplas homossexuais não. Pode parecer irrelevante o facto da natureza das uniões heterossexuais não colocar de parte a procriação da mesma forma que as uniões homossexuais o fazem. Porque é que um homem e uma mulher com 70 anos podem ver a sua união reconhecida como casamento embora ela seja incapaz de gerar filhos?

Neste ponto, gostaria de lembrar o leitor que a lei não pode satisfazer a vontade de casos individuais e nem a uma classe pouco usual de casos. Tomemos como exemplo as leis que regulam a idade acima da qual se pode conduzir; se a idade legal para conduzir são 16 anos, isto é injusto para todas as pessoas com idades que vão dos 13 aos 16 anos que são condutores competentes. (Por exemplo, rapazes e raparigas do campo que aprenderam a trabalhar com maquinaria pesada antes dos 16 anos.)

Se por acaso a lei fosse satisfazer todos estes casos, ela tornar-se-ia excessivamente complexa e a sua aplicação e a sua execução seriam bem mais complicadas. Uma legislação práctica tem que estabelecer uma demarcação que é clara e facilmente reconhecida, e desde logo, "injusta" para alguns.

Uma melhor analogia é a capacidade de voto. Para se poder votar é preciso que a pessoa satisfaça alguns requerimentos mínimos tais como a idade, a residência, etc. Desde logo, a lei em torno do voto sanciona uma situação onde os votos informados e maduros provenientes de pessoas maduras, bem sucedidas e membros produtivos da sociedade têm o mesmo peso os votos de pessoas que, por vários motivos, não têm que ter lugar num ponto de voto.

Por exemplo, nós não impedimos que um idoso senil vote embora essas pessoas vivam no passado, totalmente desconhecedoras dos tópicos do dia, e incapazes de pensar de forma coerente em relação aos mesmos. Nós não os excluímos, e nem excluímos outros grupos, por motivo muito bom: isso iria complicar em muito a lei em relação do voto, e duma forma bem complicada. (Mentalizem a imagem de panteras grisalhas a deambular pelos corredores do Congresso, armados com focados.)

Claro que há uma certa dose de injustiça nesta permissividade: é injusto que votantes bem-pensantes e competentes vejam os seus votos cancelados por parte dos descuidados e dos incompetentes. Mas nós que fazemos parte da tribo dos competentes e bem-pensantes simplesmente temos que "comer" (isto é, aceitar) a injustiça como uma consequência inevitável de estarmos perante uma lei de voto operacional.

Semelhantemente, qualquer que seja a injustiça residual para com os homossexuais que exista com o facto de se dar o estatuto de casamento aos idosos que se casem embora estejam para além da idade fértil (e depois dos meus argumentos anteriores terem sido totalmente digeridos), essa é uma injustiça que nós simplesmente temos aceitar se por acaso quisermos termos leis matrimoniais operacionais.

Resumindo. O lugar certo para se começar este debate é com a questão lógica antecedente: o que é que justifica o envolvimento do estado no casamento? A única boa resposta para isto é que o envolvimento do estado justifica-se porque é do interesse do estado a sua própria perpetuação através da produção de crianças e do seu desenvolvimento em cidadãos produtivos. (Temos também, em segunda instância, a protecção daquelas sobre quem recai o peso da procriação, isto é, as mulheres.)

É a possibilidade da procriação que justifica o reconhecimento e a regulamentação estatal do casamento, mas não há possibilidade de procriação dentro das uniões homossexuais. Logo, estas uniões não merecem ser reconhecidas pelo estado como "casamento". Isto não é para levantar oposição às uniões civis que tornam possível a transferência de benefícios sociais, etc..

O argumento da infertilidade que tenta ampliar o reconhecimento estatal do casamento para as uniões homossexuais foi neutralizado com as palavras prévias.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Matt Barber: "'Casamento' homossexual é satânico"

Por Matt Barber 

A lógica é o caminho cognitivo para a verdade. Embora errar seja humano, quando nós aplicamos a lógica de forma objectiva à questão que se encontra em discussão, pelo menos tentamos, quando feito em boa fé, chegar à verdade da questão.

O Senhor Jesus é caminho Espiritual, e muito Estrito, para a Verdade, que é Ele mesmo; Ele inventou a lógica, e ela é uma ferramenta com a qual nós observamos, estudamos e revelamos os muitos mistérios que se encontram presentes na Sua maravilhosa ordem natural.

A verdade é universal, e ela aplica-se a todos, incluindo aos relativistas que possam preferir divagar sem propósito para longe da caminho estreito da lógica - o vazio da morte espiritual. É verdade que, por exemplo, se alguém saltar da Sears Tower, e se não houver intervenção salvadora, esse alguém irá cair no solo como um tomate maduro. Quer gostemos ou não, esta é ordem natural das coisas.

O ponto de discussão é: O que é, verdadeiramente, o "casamento homossexual"? Façamos um exercício de lógica.

Como forma de determinar o que algo é, pode ser benéfico explorar o que essa coisa não é. Logo, podemos delinear o que é o "casamento homossexual" começando por entender o casamento em si. O Senhor Jesus definiu o casamento para nós, e Ele a Sua definição encontra-se reflectida na ordem espiritual, biológica, auto-evidente pela experiência diária do Seu design Divinamente definido. O Senhor Jesus declarou:

Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que Aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.  Mateus 19:4-6

De forma conspicua, tal como já salientei anteriormente, o Senhor Jesus não disse, "No princípio, o Criador fê-los lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros (lgbt) Por este motivo o homem, a mulher o homem-mulher deixará a sua pai e mãe, pai e pai, ou mãe e mão, se unirá aos seu esposa/esposa - e/ou marido - e os dois, ou mais, se tornarão nunca só carne. Não há nada de mal com isso."

Aqui, e tal como também já expliquei, vê-se o que o casamento é:

O casamento é uma aliança, para toda a vida, e estabelecida por Deus, entre um homem e uma mulher, criada como forma de disponibilizar (para os homens, para as mulheres e para as crianças) uma estabilidade óptima, e um bem-estar geral. O casamento é aquela instituição biologicamente, espiritualmente, e moralmente focada, calculada para garantir uma procriação responsável e perpetuar a raça humana. O casamento, o verdadeiro casamento, representa o pilar fundamental de qualquer sociedade saudável (pelo menos de qualquer sociedade que tenha planos de sobreviver).

Eis o que o casamento não é: tudo o resto.

E portanto, a noção do "casamento homossexual" é auto-refutante visto que o "casamento homossexual" nem chega a ser um casamento. No entanto, é outra coisa. Mas o quê? Do outro lado do lago [ed: Oceano Atlântico], o DailyMail disponibiliza algumas pistas:

Dois bruxos homens levaram a cabo o primeiro casamento [sic] homossexual d Reino Unido. Tom Lanting, de 34 anos, e Ian Robertson, de 39, que já estão juntos há 12 anos, casaram-se [sic] nas caves abobadadas do século 16 em Marlin's Wynd - Edinburgo. (...) Os dois, que vivem na capital Escocesa, são descritos como sendo hedge witches, que usam remédios herbais para lidar com doenças médicas e espirituais.


A cerimónia englobou um certo número de tradições pagãs, incluindo handfasting, onde as mãos são amarradas uma a outra, a partilha de hidromel e o salto da vassoura..

'A nova lei em torno da igualdade no casamento significa que finalmente teremos reconhecimento total e aceitação do nossa relacionamento, e isto abre a porta a todas as duplas lgbti que tomem o mesmo passo', disseram os homens...Louise Park, a oficial presidente por parte do Pagan Federation (Escócia), levou a cabo a cerimónia.

'Sentimos que, se alguma dupla o assim quiser, eles devem ser livres para fazer os votos de casamento perante o(s) seu(s) deus(es), amigos e família, numa cerimónia religiosa feita à medida das suas crenças', disse ela ao DailyMail

O paganismo é o contrário do Cristianismo Bíblico, mas ele não deve ser entendido de forma leviana ou estrita. O paganismo é caracterizado duma forma muito mais abrangente do que os hocus pocus practicado pelo Tom e pelo Ian. Na verdade, qualquer tradição religiosa, ou mesmo que não seja religiosa, que se encontre para além da Bíblia Judaico-Cristã é, por definição, pagã.

O oposto da verdade é a mentira. Se o Cristianismo incorpora a verdade absoluta, então o paganismo incorpora a mentira absoluta. Se o Cristianismo é de Deus, que é a Verdade, então o paganismo é de Satanás, que é o pai da mentira. Satanás é o "deus pessoal" do paganismo em todas as suas enganadoras manifestações anti-Cristãs.

Portanto, para deixarmos as coisas bem claras, quando é comparado com o óbvio e biologicamente afirmado entendimento de casamento, todos os "casamentos homossexuais" são "casamentos pagãos". Eles são "casamentos simulados" se levarmos em conta que eles zombam do verdadeiro casamento tal como o Senhor Jesus Cristo o criou.

Mais ainda aquilo que define o "casamento homossexual", o biologicamente e espiritualmente perverso acto de sodomia entre pessoas do mesmo sexo, também goza com o design de Deus para o acto sexo natural. A Bíblia, desde o Antigo até ao Novo Testamento, claramente condena (ao ponto de chamar de "abominação") toda a conduta homossexual, seja ela "amorosa, monogâmica e comprometida" ou não.

O homossexualismo é um ataque à verdadeira sexualidade, e o "casamento homossexual" é um casamento falso.

Portanto, e mais uma vez, de modo que não haja qualquer dúvida,  "casamento homossexual" é maligno - sempre e sem excepção. Ele encontra-se centralmente definido como o pecado de Sodoma, que é expressamente uma conduta maligna.

Todas as coisas boas chegam-nos de Deus o Pai, e toda a maldade chega.nos do pai da mentira. Se Deus criou o casamento Bíblico e a natural sexualidade humana, e Ele de facto criou, então não temos dúvidas sobre quem criou a imitação - bem como quem fabricou o "casamento homossexual" pagão e outras perversões dos propósitos perfeitos que Deus fez para a sexualidade humana.

O "casamento homossexual" é satânico; é a conclusão lógica.

- http://bit.ly/1HQqbzD.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Como o pseudo-casamento homossexual afecta negativamente toda a sociedade

I. Redefine a Pessoalidade

O "casamento" homossexual (tal como avançando pelo movimento lgbt) tornou-se numa ponte para que se deixe que pessoas com uma multitude de "identidades" não-biológicas vejam essa condição reconhecida e legalmente legitimada em todos os níveis da sociedade, e, de modo importante, dentro da instituição do casamento.

Logo, uma vez que a pessoalidade já não tem a biologia como o seu cerne fundamental, então o que significa ser uma pessoa muda de algo cimentado e concreto e imutável como a biologia, para algo subjectivo, mutável e com uma base instável nos sentimentos e na forma de pensar: http://wapo.st/1DBI4At , http://bit.ly/1IXSrP3

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II. Redefine a Paternidade (Corta a ligação e entre a Biologia e a Paternidade)


* a) Neutraliza toda a terminologia que existe na lei familiar que é um reflexo das distinções paternais biológicas: http://bit.ly/1DXi6tl

* b) Cria múltiplos pais, equivalentes perante a lei: http://bit.ly/1JE7LkL , http://bit.ly/1JE7LkL , http://bit.ly/1anA4XV , http://bit.ly/1ar9f5l

* c) Muda a presunção de paternidade para a presunção genericamente neutra de paternidade, e/ou deixa uma parente lésbica não-biológica assumir a presunção de paternidad:  http://wapo.st/1GGMokr , http://bit.ly/1GGMybC

* d) Cria e abre a porta a novas categorias de "pas" visto que a biologia é ainda mais separada da paternidade - parente de facto, parente psicológico, parente intencional, mãe-biológica, parente gestacional: http://bit.ly/1DDU70d , http://bit.ly/1H3jiu7

* e) Promove ainda mais a remoção do nome dum parente biológico do certificado de nascimento da criança, substituindo-o com o nome do "parente" não-biológico gay/lésbico/trans: http://usat.ly/1aOrQc6 , http://bit.ly/1aOrX7x

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III. Redefine o Casamento


* a) Muda o foco [do casamento] das crianças para o amor entre duas pessoas: http://herit.ag/1HnWlCg

* b) Altera a lei familiar em torno do casamento para se ajustas as normas lgbtq, que por sua vez faz com que a lei familiar fique desajustada em relação às famílias heterossexuais (o modelo único não funciona) e, em última análise, prejudica as crianças: http://bit.ly/1DZ8bDD , http://bit.ly/1CF3H , http://bit.ly/1DXi6tl

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IV. Perturna a Ordem Social Sexual


* a) O advento dos Direitos dos Trans e dos Direitos dos Não-Genericamente Binários deformou a sociedade de modo a deixar que os indivíduos que são do  sexo oposto àquele do qual se identificam, obtenham o "direito" de serem incluídos em:

1. Instalações do Sexo Oposto: http://bit.ly/1ari13k , http://bit.ly/1PHKYc0 , 

2. Estatísticas de Saúde do sexo do oposto: http://bit.ly/1CF6dCh

3. Equipas atléticas do sexo oposto: http://bit.ly/1yqO3bk

4. Abrigos para o sexo oposto: http://bit.ly/1FFqngh

5. Grupos Só-Para-Mulheres ou Só-Para-Homens (grupos de apoio, festivais, reuniões, encontros): http://bit.ly/1CF83mE


7. Situações onde se louvam homens que imitam mulheres: http://ti.me/1IIqQ7K

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V. Promove e Reforça métodos abusivos de obter crianças


* a) Barrigas de aluguer: http://bit.ly/1JGZKvl , http://bit.ly/1DE54yH

* b) Doação de Esperma / Fertilização in Vitro:  http://bit.ly/1FQzLjM

* c) Adopção (quando há melhores alternativas para a mãe da criança): http://bit.ly/1DeHHKH

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VI. Promove crianças que se identificam como "transgéneras"


O "casamento" homossexual abriu todas as questões em torno dos lgbtq e causou a que elas viessem para a linha da frente da sociedade como forma de receberem legitimidade e serem promovidas; o transgenerismo de crianças é um bom exemplo disso mesmo: http://bit.ly/1OalL6t , http://bit.ly/1GH1arf , 


terça-feira, 19 de maio de 2015

Activistas em favor do "casamento" homossexual atacam menina de 10 anos

Por Fernando Sanchez

Uma menina de 10 anos foi hospitalizada depois de ter sofrido um ataque não-provocado num evento levado a cabo pelos manifestantes em favor do "Não" à redefinição do casamento. Muireann DeClár, com 10 anos, encontrava-se sentada junto a um camião publicitário que tinha um placard com um "Não", quando o evento foi perturbado por um gangue de jovens que atirava mísseis, incluindo ovos.

Muireann é alérgica aos ovos, e consequentemente sofreu uma reacção alérgica e imediatamente sofreu um grave ataque alérgico. A vida de Muireann foi salva pela acção pronta da sua mãe, que lhe administrou adrenalina no local. Desde então, a criança foi hospitalizada, e a sua condição está qualificada como estável.

O incidente ocorreu por volta das 16:30 desta tarde [ed: no dia em que o texto foi publicado] perto do centro comercial Navan, onde os militantes em favor do Não liderados por Paddy Manning estavam a falar com as pessoas que iam passando. Falando do incidente, Manning disse:

Em todos os meus anos de activismo político, nunca testemunhei um acto tão negligente, ou uma cena tão deprimente.Embora os atacantes não tivessem forma de saber que Muireann tinha uma alergia, eles tinham todas as formas de saber que havia uma criança com cerca de 10 anos por perto. A atmosfera tóxica criada pelos activistas em favor do SIM é parcialmente responsável por este incidente, e disso não podem existir dúvidas.

O evento em questão era um encontro onde os activistas em favor do "Não" estavam a tentar falar com as pessoas de forma amigável em torno da decisão perante o país no espaço duma semana. Que a resposta a este envolvimento por parte de quem não concorda connosco tenha sido mandar uma criança para o hospital é algo que está para além dos limites.

Apelo de forma firme a uma condenação absoluta e o distanciamento em relação a este incidente por parte dos líderes da campanha do "Sim", incluindo aqueles que se encontram à frente de partidos políticos.

Gostaria de endereçar as minhas simpatias, e as simpatias de todos dentro da campanha do "Não" à Muireann e à sua família. Eles tornaram-se em vítimas infelizes duma campanha que perdeu todo o sentido de perspectiva.

- http://bit.ly/1PlgKhd

* * * * * * * *

Não é de admirar que os esquerdistas que usam o activismo homossexual como forma de atacar a família natural não tenham qualquer tipo de consideração pela vida de crianças, visto que são estes mesmos esquerdistas que defendem que crianças sejam entregues a uniões que, com base na ciência, não são boas para as crianças.



domingo, 29 de março de 2015

Homossexual Irlandês é contra o "casamento" homossexual

Por Keith Mills

"O casamento tem que permanecer como a pedra angular da unidade familiar, e não precisa de ser redefinido."

Quando o debate público em torno do vindouro referendo relativo ao casamento [sic] homossexual começou a avançar durante a semana passada, poderia-se pensar que os dois lados em guerra resumiam-se a toda a comunidade homossexual e todos os partidos políticos em favor da redefinição do casamento, com a oposição a vir apenas da Igreja Católica e organizações Católicas tais como o Iona Institute. A verdade, no entanto, é mais complexa e eu sei muito bem o quão complexa ela é, sendo eu um homossexual agnóstico em favor do voto no "Não" em Maio próximo. [ed: "Não" à redefinição do casamento]

Embora eu não tenha dúvidas de que a maior parte das pessoas da comunidade homossexual "fora do armário" seja em favor do voto "Sim", sei que não sou a única voz a apelar por uma rejeição, mas sou um dos poucos dispostos a elevar a minha cabeça acima do parapeito. É bem sabido que vários políticos tiveram algumas reservas em relação à mudança da legislação, mas não estão preparados para falar em público visto temerem o chicote partidário.

As minhas objecções ao casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo baseiam em dois princípios: o Estado, as suas agências e os outros responsáveis pelo bem estar das crianças, deveriam ser capazes de favorecer a unidade familiar que disponibiliza uma mãe e um pai, e, em segundo lugar, acredito também que as parcerias civis são uma melhor forma de reconhecer legalmente os relacionamentos homossexuais, e também de conferir todos os direitos e benesses associadas ao casamento civil (para além de serem também uma melhor forma de expressar a diversidade).

Infelizmente para muitos daqueles que apoiam a sua redefinição, não se pode discutir o casamento na Irlanda sem discutir a família. Para além das limitações em torno dos divórcios, a única vez que o casamento é mencionado na Constituição é na secção 41, onde o Estado se compromete a proteger o casamento como a instituição sobre a qual se baseia a família. Vários Procuradores-Gerais já disseram aos seus colegas do governo que o casamento [sic] homossexual encontra-se em conflicto com isto.

Claro que existem outras unidades familiares, e as crianças podem ser muito bem educadas fora do casamento tradicional, e embora todas as crianças devam ser igualmente protegidas perante a lei, o casamento permanece como a pedra angular da unidade familiar, e a melhor forma de fazer isso é não o redefinindo-o.

A consequência de se permitir que as duplas homossexuais se casem [sic] é que as agências a quem se confiou a tarefa de encontrar pais para adopção e para a manutenção de crianças não podem legalmente favorecer famílias que fornecem uma mãe e um pai, que todas as evidências sugerem ser o melhor ambiente para as crianças.

Vale a pena lembrar que outros países tais como Portugal separaram a introdução do casamento [sic] homossexual do direito [sic] de adopção homossexual e embora as duplas homossexuais se possam casar [sic], elas não podem adoptar. Na Irlanda, os assuntos em torno à família e aos direitos de adopção devem ser resolvidos na vindoura "Children & Family Relationships Bill", que foi prometida há mais de um ano. Quando esta projecto de lei se tornar numa lei, as crianças que vivem com duplas homossexuais, ou pais solteiros, etc, terão os mesmos direitos que todas as outras crianças. Se esta lei não tivesse sido atrasada, ela poderia ter permitido um debate mais claro sobre os perigos e os méritos da redefinição do casamento.

Mesmo que não se veja mérito algum no favorecimento do Estado, e das suas agências, das famílias que podem dar às crianças um pai e uma mãe, existem outros motivos para se votar no "Não" no referendo de Maio próximo. 

Há cinco anos atrás nós demos entrada às parcerias civis com o apoio de todos os partidos do Dail, e estas têm sido muito bem sucedidas, permitindo que as duplas homossexuais vejam os seus relacionamentos reconhecidos pela lei. A taxa de adopção desta medida demonstrou que os homossexuais claramente olham para a união civil como uma instituição com mérito próprio no apoio aos direitos de herança, estatuto de parente-próximo, e benefícios laborais, etc.

Em quase todas as áreas onde a união civil é distinta do casamento civil essas áreas encontram-se relacionadas com crianças e a sua educação, e quaisquer que sejam as deficiências, elas serão removidas pela "Children & Family Relationships Bill". Consequentemente, fico irritado quando aqueles que promovem o casamento [sic] homossexual tentam caracterizar a união civil como um "casamento de segunda classe". Certamente que essa não é a forma como eu e a maioria das pessoas olha para ela.

As uniões civis são distintas dos casamentos civis porque as uniões são dissolvidas sem forçar as duplas homossexuais a passar por um processo de divórcio difícil e por vezes dispendioso, e o adultério não é considerado motivo para se dissolver a união civil, embora o seja para o casamento civil. Esta diferença centra-se no facto das uniões civis não serem consumadas da mesma forma que os casamentos, e os casamentos não-consumados podem também ser dissolvidos.

Se as duplas homossexuais querem alterar as uniões civis, permitindo que o adultério possa ser base para se colocar um ponto final na união, forçando todas as duplas a enfrentar processos de divórcio em nome da "igualdade", em acho bem que tenhamos esse debate em vez de se redefinir o casamento - instituição que foi criada para apoiar as crianças e que não reflecte a realidade da maioria dos relacionamentos homossexuais.

Pessoalmente, acho que as uniões civis são uma forma mais adequada de reflectir a realidade da maioria das uniões homossexuais e a ideia de que o método dum casamento civil "de tamanho único e para todos",  como forma de reconhecer todas as uniões, falha ao não levar em conta o facto do relacionamento que um homem forma com um homem sr intrinsecamente diferente do relacionamento que um homem forma com outra mulher. A diferença é tão fundamental como o homem o é da mulher.

Na Irlanda temos a sorte das pessoas terem o direito de decidir se o casamento deve ser protegido da forma como está, ou se deve ser redefinido segundo as intenções duma pequena e vocal minoria. O pequeno número de países que legalizou o casamento [sic] homossexual fê-lo sem um voto e muitas vezes contra os desejos da opinião pública, causando doses elevadas de ressentimento.

Como um homossexual, penso em formas melhores de gastar os €20m que este referendo irá custar, como forma de beneficiar a comunidade homossexual e a sociedade como um todo. Este referendo é desnecessário e deveria ser rejeitado como forma de manter como especial a posição única das mães e dos pais, e para reconhecer legalmente a diversidade dos relacionamentos homossexuais.

  - http://goo.gl/Tl9MK6


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Em Portugal, a Esquerda política (a verdadeira força por trás do "casamento" homoerótico) já tentou por 4 vezes em 4 anos legalizar a adopção homoerótica mas o seu projecto de lei, graças a Deus, chumbou sempre.


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terça-feira, 24 de março de 2015

Adopção homoerótica é violência psicológica contra as crianças

Por Lindsey Bruce

A pergunta mais comum que oiço da parte dos defensores do "casamento" homossexual é "Quem é que será prejudicado?", e esta é uma boa questão. Se dois homens ou duas mulheres se querem "casar", isso não me afecta de maneira alguma visto que o meu dia-a-dia não sofrerá qualquer tipo de alteração. Logo, porque é que esse assunto deveria ser da minha conta? O problema é que crianças são trazidas para dentro da questão, e a pergunta citada em cima torna-se perigosa.

Recentemente 4 adultos educados por duplas homossexuais - conhecidos como o "quarteto da verdade" - submeteu um depoimento ao "5th U.S. Circuit Court of Appeals" em oposição aos "casamentos" homossexuais. O tribunal, que está a deliderar se deve ou não manter as leis que defendem o casamento homem-mulher intactas no Texas, na  Louisiana  e no Mississippi, irá ouvir os argumentos em New Orleans na 6ª-Feira.

Uma mulher, Dawn Stefanowicz, disse que o seu pai estava tão obcecado no sexo que quando ela trouxe para casa um colega de escola, tanto o pai como o seu parceiro sexual propuseram sexo ao rapaz.

B.N. Klein, outra mulher criada por uma dupla homossexual, disse que a sua mãe e a sua parceira lésbica desdenhavam por completo as famílias heterossexuais. Ela não teve  pista alguma sobre a interacção diária entre um marido e a sua esposa até que foi para um orfanato.

Robert Oscar Lopez cresceu emocionalmente tão confuso relativo ao relacionamento lésbico da sua mãe que quando era adolescente envolveu-se em prostituição homossexual e em relacionamentos homossexuais e bissexuais já na idade adulta.

Claro que não é isto que acontece em todos os casos de adopção homossexual; Will Miller, de 28 anos, foi educado por duas amorosas parceiras lésbicas, e disso ao tribunal que, enquanto crescia no Mississippi com as suas duas mães, elas "deixaram bem claro" que ele não tinha nada que mentir ou esconder a sua vida perante elas. Miller escreveu:

Elas amavam-me e isso é o que importa. A minha infância foi extraordinária porque ela foi normal.

Will destacou-se na vida académica e está agora a viver uma vida bem sucedida, tal como as duas mães biólogas que o educaram.

Infelizmente não foi isso que aconteceu no caso da senhora Stefanowicz, que afirmou que a sua vida era tudo menos normal. "Tu acabas por não ter um lar de verdade. Os nossos ambientes familiares têm características únicas e instáveis" devido à presença ou ausência dos pais biológicos, pais legais ou guardiões ou vários parceiros sexuais dos pais, escreveu Stefanowicz, que passou os primeiros 30 anos da sua vida associada à subcultura gay, lésbica, bissexual e transsexual, e alguém que já falou com dezenas de adultos que foram educados por duplas homossexuais.

"Passas a tua infância a tentar agradar os adultos", escreveu ela, explicando que muitos adultos - até os antigos parceiros sexuais dos pais - sentem que podem falar sobre "o local onde vives, a quem é que visitas, em que escola tu andas, quais os médicos que visitas, quais os procedimentos médicos que executas, qual é a fé/religião que prácticas. Fui exposta a actividades sexuais evidentes tais como a sodomia, a nudez, a pornografia, o sexo em grupo, o sadomasoquismo, e todas essas coisas,"  escreveu a senhora Stefanowicz, adicionando que às vezes acontecia o seu pai levá-la para as suas visitas de "cruzeiro" a galerias de arte homossexual, praias de nudismo e parques públicos.

Tal como outras filhas de homens homossexuais com quem ela falou, a senhora Stefanowicz disse que sentia que ela, e a sua feminidade, não foram valorizadas e afirmadas. Isto não quer dizer que ser educado num ambiente homossexual é garantia de infância doentia. Deus sabe que existem famílias heterossexuais que negligenciam as suas crianças e educam-nas em ambientes desastroso. Quer apoiemos ou não o acto de duplas homossexuais educarem crianças, o facto permanece que a criança está a ver-lhe negada a possibilidade de ter um pai e uma mãe.

Em alguns casos esse facto não importa, mas noutros é devastador.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

"O meu marido pediu o divórcio, pegou nos nossos 2 filhos e foi viver com o seu amante homossexual"

Por Janna Darnelle

Cada vez que um estado redefine o que é um casamento, as agências noticiosas ficam repletas de histórias felizes em torno de duplas de gays e de lésbicas, bem como das suas famílias. Mas por trás desses sorrisos enormes e fotografias ensolaradas encontram-se histórias dolorosas que são deixadas em locais secretos e sombrios. Essas histórias são suprimidas e aqueles que as contam são silenciados em nome da "igualdade no casamento". Mas eu recuso-me a permanecer calada. Eu represento uma das histórias da vida real que são mantidas nas sombras e eu senti de forma pessoal a dor e a devastação trazidas pela propaganda que destrói as famílias naturais.

O Divórcio

No Outono de 2007, o meu marido com quem eu já me encontrava casada há 10 anos disse-me que era homossexual e que queria o divórcio. Num instante, o mundo que eu havia conhecido e amado - a vida que eu havia construído - foi destruído. Tentei convencê-lo a ficar, a dispor-se para salvar o nosso casamento, mas a minha voz, os meus desejos, as minhas necessidades - bem como as vozes, os desejos e  as necessidades dos nossos dois jovens filhos - já não importavam para ele. 

Nós havíamos obtido o estatuto de descartáveis uma vez que ele havia abraçado uma pequena palavra que se havia tornado na totalidade da sua identidade. Ser homossexual estava acima do compromisso, da responsabilidade, da fé, de ser pai, do casamento, das amizades e da comunidade. Tudo isto foi deixado de lado em favor da sua nova identidade.

Por mais que eu tentasse salvar o nosso casamento, nada fazia diferença para o meu marido. O nosso divórcio não foi decidido através da mediação ou com os advogados. Não, ele foi até ao fim, até ao julgamento. O meu marido queria a guarda primária dos nossos filhos. A plenitude do seu caso pode ser resumido com uma frase:

Sou homossexual e mereço os meus direitos.

Esta táctica funcionou com o juiz uma vez que ele deu ao meu ex-marido virtualmente tudo o que ele queria. A dada altura, ele chegou a dizer ao meu marido o seguinte:

Se você tivesse pedido mais, eu ter-lhe-ia dado.

Eu acredito fortemente que o juiz estava a legislar a partir do seu assento, ignorando os factos do nosso caso particular, e pura e simplesmente a usar-nos - a usar os nossos filhos - como forma de influenciar casos futuros. Na nossa sociedade, os cidadãos lgbt são vistos como vítimas marginalizadas que têm que ser protegidas a todo o custo, mesmo que isso envolva remover os direitos dos demais. Ao ignorar a injustiça cometida contra mim e contra as minhas crianças, o juiz parecia pensar que estava a corrigir uma injustiça maior.

O meu marido havia-nos trocado pelo seu amante homossexual. Eles ganham mais dinheiro que eu. Eles são dois e eu só sou uma. Mesmo assim, o juiz acreditou que eles eram as vítimas. Independentemente do que eu dizia ou fazia, não tive a chance de salvar as nossas crianças de serem lançadas para frente e para trás como pedaços de bagagem.

Uma nova família homossexual - Construída sobre as ruínas da minha

O meu ex-marido e o seu parceiro seguiram o seu caminho e casaram-se [sic]. A sua primeira cerimónia ocorreu antes do nosso estado ter redefinido o casamento. Depois do estado ter criado o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo, eles escolheram repetir a sua performance. Em ambos os casos os meus filhos foram forçados - contra a sua vontade - a participar. 

Na segunda cerimónia, que incluiu mais de 20 duplas, as estações noticiosas locais, bem como os jornais, fizerem-se presentes como forma de documentar a oficialização dos primeiros casamentos [sic] homossexuais do nosso estado. A USA Today tirou uma foto do meu ex-marido com o seu parceiro, com os meus filhos, e até com os avós. Eu não fui notificada de que isto estava para ocorrer, e nem fui consultada para ver se tinha alguma objecção ao facto dos meus filhos terem sido usados nos média como adereços de promoção do casamento [sic] homossexual.

Por alturas da primeira cerimónia, o casamento [homossexual] não era reconhecido no nosso estado, nem na nossa nação e nem na nossa igreja. O novo casamento [sic] do meu ex-marido, tal como a maioria dos relacionamentos entre homens, é um relacionamento "aberto" e não-exclusivo. Isto envia uma mensagem clara aos nossos filhos: os teus sentimentos estão acima das leis, das promessas e das autoridades supremas; podes fazer o que bem quiseres, quando o quiseres - não importa as pessoas que podes prejudicar durante o percurso.

Depois das fotos dos nossos filhos terem sido publicitadas, apareceram enchentes de comentários e de posts em torno delas. Os comentadores exclamaram o quão bonita esta família [sic] homossexual era, e parabenizaram o meu ex-marido e o seu novo parceiro pela família que "criaram". Mas há uma pessoa significante em falta nessas fotos: a mãe e a esposa abandonada. Essa "família homossexual" nunca poderia existir sem mim.

Não existe uma única família [sic] homossexual que tenha sido criada de um modo natural. As famílias [sic] homossexuais só podem existir através da manipulação da natureza. Por trás de toda a feliz fachada de muitas famílias [sic] lideradas por duplas homossexuais, estão relacionamentos que são construídos a partir da divisão. Elas representam pactos que foram quebrados, amores abandonados, e responsabilidades esmagadas. Essas tais "famílias" são construídas sobre traições, mentiras e feridas profundas.

Isto é também verdade das uniões homossexuais que usam tecnologias reprodutivas tais como as barrigas de aluguer ou a doação de esperma como forma de poderem ter filhos. Tais processos exploram os homens e as mulheres devido ao seu potencial reprodutor, tratam as crianças como produtos a serem comprados e vendidos, e propositadamente negam à criança um relacionamento com um dos pais biológicos. A plenitude e o equilíbrio não podem ser encontrados em tais famílias [sic] porque há sempre alguma coisa em falta. Mas eu sou real, e eu represento centenas de milhares de esposas que foram traídas e rejeitadas.

Se o meu marido tivesse escolhido ficar, sei que as coisas não teriam sido fáceis, mas isso é o que o casamento significa: fazer um voto e escolher viver segundo o mesmo, dia após dia. Na doença e na morte, nos momentos bons e nos momentos maus, os cônjuges têm que escolher colocar a outra pessoa em primeiro lugar, amá-los mesmo quando isso é difícil.

Um bom casamento não depende só do desejo sexual, que vem e vai e que normalmente está fora do nosso controle. Um bom casamento depende sim em escolher amar, honrar, e ser fiel a uma pessoa, abandonando todas as outras. É comum os cônjuges sentirem atracção por outras pessoas - normalmente do sexo oposto, mas às vezes do mesmo sexo. Cônjuges que valorizam o seu casamento não operam segundo esses impulsos.

Para as pessoas que dão por si atraídas por pessoas do mesmo sexo, permanecer fiel ao cônjuge do sexo oposto não é uma traição à sua verdadeira identidade, mas sim uma decisão de não se deixarem controlar pelas suas paixões. Permanecer fiel aos votos, lutando de forma consciente para lembrar, honrar e reavivar o amor que tinham pelo cônjuge no momento em que se casaram, mostra profundidade e uma força de carácter.

Os meus filhos mereciam melhor

Os nossos dois jovens filhos foram deliberadamente e intencionalmente inseridos num mundo de conflito e de crenças combativas, de estilos de vida, e de valores, todos em nome dos "direitos dos homossexuais". O seu pai mudou-se para o condomínio do seu novo parceiro, que se encontra localizado num complexo habitado por 16 homens homossexuais. Um dos homens tem um prostituto de 19 anos que ocasionalmente lhe vem servir. Outro homem, que opera como a figura paterna desta comunidade, encontra-se nos anos 60 e tem um namorado na casa dos 20. Os meus filhos são levados para festas homossexuais onde eles são as únicas crianças presentes e onde álcool é servido. Eles são também levados para jogos de basebol transgéneros, festas de beneficência homossexuais, e festivais cinematográficos lgbt.

Ambos os meus filhos enfrentam questões em torno da sua identidade, tal como todas as crianças, mas parece que eles irão enfrentar problemas profundos e únicos devido às acções do meu antigo marido. O meu filho é actualmente um adolescente em amadurecimento e tem um interesse forte por meninas. Mas como é que ele irá aprender como lidar com tal interesse quando ele se encontra rodeado de homens que buscam gratificação sexual junto de outros homens? Como é que ele irá aprender a tratar as raparigas com respeito e com cuidado quando o seu pai as rejeita e as desvaloriza? Como é que ele irá abraçar a sua masculinidade sem o seu pai a viver uma masculinidade autêntica, tratando a esposa e a família com amor, honrando os seus votos matrimoniais mesmo em tempos difíceis?

A minha filha também sofre com esta situação visto que ela precisa dum pai que lhe encoraje a abraçar a sua essência e sua beleza feminina. Mas estas qualidades são alvo de paródia e são distorcidas no mundo em que o seu pai vive. Ele usa maquilhagem e correias de bondage para o Dia das Bruxas e ela é regularmente colocada na presença de  homens vestidos como mulheres. As paredes do condomínio dele estão adornadas com imagens enormes de molduras com mulheres em posições provocadoras. O que é que a minha irá acreditar sobre a sua feminilidade e a sua beleza? O pai dela deveria proteger a sua sexualidade, mas em vez disso, ele está a pervertê-la.

Sem a orientação da mãe e do pai, como é que os meus filhos irão construir as suas identidades e as suas sexualidades que se encontram em desenvolvimento? Sofro em ver os meus filhos a batalhar desesperadamente, tentando fazer sentido do seu mundo.

Os meus filhos e eu sofremos uma perda enorme devido à decisão do meu marido de se identificar como um homem homossexual, lançando para longe a vida que ele tinha connosco. O tempo está a revelar a profundidade dessas feridas, mas não irei permitir que elas me destruam e nem que destruam os meus filhos. Recuso-me a perder a minha fé e a minha esperança. Acredito de forma mais apaixonada no poder do pacto matrimonial entre um homem e uma mulher hoje, do que no dia em que me casei. Há uma outro caminho para aqueles que têm atracção homossexual, e a destruição não é a única opção - nem pode ser. As nossas crianças merecem algo muito melhor da nossa parte.

Este tipo de devastação não deveria acontecer com nenhum outro cônjuge ou com nenhuma outra criança. Eu imploro-vos: defendam o casamento entre um homem e uma mulher. Temos que nos colocar do lado do casmento e do lado das vidas preciosas que o casamento gera.

Fonte: http://bit.ly/1BGsdvF

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Finalmente as mulheres apercebem-se que o movimento homossexual (liderado na sua esmagadora maioria por homens) é um ataque ao papel da mulher na sociedade. Numa guerra entre o movimento homossexual e os direitos das mulheres, estas últimas claramente estão em desvantagem, mas pelos vistos elas ainda não sabiam disso.

Pode ser que agora que elas se apercebem disso, elas deixem de apoiar a causa do movimento homossexual, e se coloquem do lado das pessoas que sabem que o lugar o apêndice reprodutor masculino é dentro na órgão sexual da mulher, e não dentro no ânus de outro homem.

sábado, 11 de outubro de 2014

12 citações que revelam o verdadeiro propósito do "casamento" homoerótico

Morte do casamento = "Progresso"
1. "Evitar por completo o casamento irá disponibilizar um caminho mais rápido para o progresso visto que só a morte do casamento pode materializar a aurora da igualdade para todos." -- Dr. Meagan Tyler, - Palestrante de Sociologia na Universidade Victoria

Quem é que precisa do casamento?
2. "A verdadeira questão que deveria ser debatida não é se o casamento homossexual [sic] deveria ser legalizado, mas, será que ainda precisamos do casamento?" -- David Vakalis

Redefinir a instituição
3. "Um meio termo pode ser o combate em favor do casamento homossexual [sic] e todos os seus benefícios, e mal isso tenha sid conquistado, redefinir por completo a instituição do casamento, exigir o direito para casar não como uma forma de se aderir aos códigos morais da sociedade, mas sim como forma de desacreditar o mito e alterar radicalmente uma instituição arcaica. [Legalizar o "casamento" homossexual ] é também uma oportunidade de transformar por completo a definição de família na cultura Americana..” - Michelangelo Signorile, OUT magazine, December/January 1994

Estamos a defender uma destruição
4.  "E, afinal de contas, nós estamos a defender a destruição da centralidade do casamento e da unidade da família nuclear...." -- Ryan Conrad

Próximo passo: Abolição
5.  "Mas muito provavelmente o próximo passo não é, mais uma vez, expandir a definição restrita de casamento mas abolir por completo a falsa distinção entre as famílias casadas e as outras parcerias também válidas mas ainda sem reconhecimento ." - Sally Kohn,  Prop 8: Let’s Get Rid of Marriage Instead!

A morte do casamento
6. "Não seria a morte do casamento como instituição estatal, inclusive para os heterossexuais, a melhor solução? ... Apaguem o registo civil; não façam qualquer tipo de distinção entre os cidadãos casados e os não-casados." - Alex Gabriel, Politics.co.uk

Aticem as chamas
7. "O casamento é o proverbial edifício em chamas. Em vez de bater na porta como forma de tentar entrar, os queers deveriam estar a atiçar as chamas!" - National Conference on Organized Resistance

O casamento corrói a "liberdade"
8. "O casamento não deveria ser o objectivo mas sim uma escolha. Uma escolha disponível entre as muitas reconhecidas como válidas pela sociedade. Mas não é. Actualmente, no que toca a sociedade, tu ou estás casado ou não estás. E à medida que a noção vai ficando cada vez mais codificada, a nossa liberdade de fazer outras escolhas vai-se corroendo gradualmente." - David McGee

Revolução moral
9. "O movimento gay, quer isso seja reconhecido por nós ou não, não é um movimento que luta em favor dos direitos civis, e nem mesmo um movimento de emancipação sexual, mas sim uma revolução moral que tem como propósito alterar a forma como as pessoas olham para a homossexualidade." - Paul Varnell, Chicago Free Press

bolindo a família
10. "Temos que ter como propósito a abolição da família de modo a que o sistema supremacista masculino e sexista não possa ser fomentado dentro dela." - Gay Liberation Front: Manifesto, Londres 1971, revisto em 1978

Transformar a sociedade
11. “Ser queer significa forçar os parâmetros do sexo e da família, e durante o processo, transformar a sociedade. .. Temos que manter os nossos olhos fixos no nosso objectivo ... de reordenar radicalmente a visão social da realidade." [source] -- Paula Ettelbrick, National Gay and Lesbian Task Force

O casamento não deveria existir
12. "... lutar pelo casamento homossexual [sic] normalmente significa que se tenha que mentir sobre o que queremos fazer com o casamento mal nós cheguemos lá - porque nós mentimos quando afirmamos que a instituição do casamento não irá mudar. A instituição do casamento irá mudar, e ele tem que mudar. E eu acho que ela nem deveria existir." - Masha Gessen, journalists - Durante um painel de discussão na Austrália

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Estas citações, combinadas com o nosso popular post com o nome de 10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido, irão disponibilizar informação ampla que nos irão permitir defender de um modo mais corajoso a instituição do casamento.

Pelo futuro do casamento e da família, partilhem e tuitem estas citações o mais que puderem



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Activistas homossexuais contra "casamento" entre dois homens

Activistas homossexuais da Nova Zelândia estão furiosos com o facto de dois homens estarem à beira de se "casar". Sim, leram correctamente. E porquê? Porque os dois homens são heterossexuais, e devido a isso, a Polícia Arco-Íris está ficar possessa.

Quando se pensava que todo esta loucura não poderia ficar pior, agora temos os homossexualistas zangados a discriminar contra pessoas que têm um outro estilo de vida.

Travis Mcintosh e Matt McCormick escreveram os seus votos de casamento ontem, transbordando de "excitação nervosa" devido ao grande dia. Os dois homens de Dunedin irão "casar" amanhã, mas o seu gesto horrorizou os grupos homossexuais. Os dois melhores amigos são heterossexuais.

Travis, um estudante de engenharia com 23 anos, e Matt, professor de 24 anos, irão dar o nó como forma de vencer a competição levada a cabo pela estação de rádio The Edge. e ganhar uma viagem atè à final do Campeonato do Mundo de Rugby que se irá realizar na Inglaterra em 2015.

Matt McCorminck disse que a oposição que se realizou ontem contra o "casamento" era compreensível mas que o par nunca teve intenção de ofender ninguém. "Nós não estamos aqui para insultar ninguém. Estamos aqui a levar a cabo o que queremos e para seguir o nosso caminho."

McIntosh disse que o casamento deles não é uma forma de troçar da instituição do casamento, mas sim "uma forma de ver o quão longe dois amigos estão dispostos a ir como forma de ganhar uma viagem até ao Campeonato do Mundo de Rugby. Já fomos buscar o nosso certificado de casamento e os nossos nervos já estão agitados."
Eles irão "casar" em frente a 60 familiares e amigos em Eden Park, Auckland. McIntosh disse que a maioria dos convidados irá viajar de Dunedin até Central Otago, pagando do seu bolso a viagem. Um celebrante irá dar legalidade vinculativa à união e James McOnie, apresentador da rede de televisão Crowd Goes Wild, será o MC 
O par afirmou que os seus votos de casamento irão falar da sua amizade e lembrar o tempo em que jogavam rugby juntos na "King’s High School" em Dunedin. Eles estavam indecisos se iriam adoptar nomes hifenizados e se iriam caminhar juntos até ao altar. A música de casamento da dupla é "Cruisin", por Huey Lewis e Gwyneth Paltrow. 
McIntosh disse que na sua opinão, o casamento irá durar pelo menos dois anos. McCormick, professor na Musselburgh School, disse que a amizade teve início depois dos dois se terem conhecido no Pirates Rugby Club em Dunedin quando ele tinha 6 anos. A sua família, tal como a familia de McIntosh, estão excitados com o casamento. "Temos 100% do seu apoio", disse McCormick.
Será que os activistas homossexuais estão a celebrar mais um caso de diversidade e amor igual? Será que eles estão entusiasmados com mais um caso de igualdade no casamento? Será que eles se farão presentes, juntando-se às festividades? Hmmm, não. Na verdade, eles estão totalmente raivosos, qualificando o que está em vias de acontecer de terrível.
No entanto, os activistas dos direitos dos homossexuais condenaram a união. Neill Ballantyne, coordenador da Students’ Association Queer Support da Universidade de Otago (Dunedin), disse que o casamento é um "insulto" porque a igualdade no casamento foi "duramente batalhada" por parte dos homossexuais. 
"Coisas como esta trivializam aquilo por qual batalhamos. A competição promoveu o casamento entre dois homens como algo negativo, como algo tão escandaloso que nunca seria levado em consideração", disse Neill Ballantyne. 
Joseph Habgood, co-presidente da LegaliseLove Aotearoa Wellington, disse que estsa competição trivializa a legitimidade dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo.
Temos que gostar desta notícia! Os militantes homossexuais, que têm feito tudo ao seu alcance para destruir, ridiculariar e sabotar a instituição do casamento, estão, agora, a chorar que nem bebés com o facto da sua instituição estar a ser.......destruída, ridicularizada. e sabotada.

Isto é totalmente hilariante. A guerra ao casamento e à família voltou agora para os morder - e eles não gostam. Habituem-se. Vocês começaram com isto, e agora estão-se a queixar com o facto dos vossos métodos terem progredido para a sua conclusão lógica.

Porque é que vocês homossexualistas estão a discriminar esta dupla? Vocês afirmam com frequência que o amor não discrimina, e que nós temos que ser tolerantes e acolhedores. Vocês dizem com frequência que temos que celebrar a diversidade. Vocês dizem com frequência que temos que manter o Estado fora dos quartos. Agora que as pessoas seguem o vosso conselho, vocês ficam zangadinhos.

Cresçam!

Se dois sodomitas se podem casar, então porque é que dois homens heterossexuais não se podem casar um com o outro? Porque é que vocês são contra ao que estes dois estão a planear fazer? Eles estão "apaixonados" e isso é tudo o que conta, certo? Como é que vocês podem ser tão discriminadores e e tão intolerantes por causa dà orientação sexual deles? Porque é que vocês nos querem arrastar de volta para a Idade da Pedra? Porque é que vocês são tão críticos e de mente tão fechada?

Actualizem-se, seus bebés. Estamos no século 21. Parem com a vossa intolerância, o vosso ódio e a vossa discriminação. O amor tem sempre que ser afirmado, celebrado e promovido, independente da forma que ele tome.
Fointe: http://bit.ly/1wq92Ir


segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Porque é que as duplas homoeróticas se "divorciam" mais que os casais?

Por Jason Richwine

No blogue Power Line blog, o meu antigo colega na AEI, Steve Hayward, ressalva que o primeiro "divórcio" homossexual do estado do Indiana ocorreu há algumas semanas atrás. Será que as duplas homossexuais acabarão por se "divorciar" mais que os casais?

Steve justificadamente pondera que os cientistas sociais Americanos estarão dispostos a estudar a durabilidade dos relacionamentos homoeróticos, dada à caça às bruxas levada a cabo contra Mark Regnerus e contra outros que publicaram dados que colocam sob péssima luz tais relacionamentos.

Uma vez que Steve cita também a comoção em torno da minha pesquisa politicamente incorrecta (em torno da imigração), posso também apontar para alguns estudos em relação aos "divórcios" homossexuais que ocorrem no norte da Europa, onde as uniões homossexuais foram legalmente reconhecidas há mais tempo que nos Estados Unidos. Embora a pesquisa seja preliminar, os dados gerais demonstram que, sim, as duplas homoeróticas são mais susceptíveis de se "divorciarem" que os casais.

O melhor estudo que já vi focava-se na Escandinávia, onde as uniões civis homossexuais - essencialmente, são casamentos em tudo menos no nome - já são legais há cerca de 20 anos. Os autores tiveram acesso a dados administrativos ao nível da população que geraram uma amostra com mais de 1500 uniões homossexuais.

Depois de se controlar a idade, a região, o país, o local de nascimento, a educação, e a duração da parceira, as duplas homossexuais masculinas na Suécia eram 35% mais prováveis de se "divorciarem" do que os casais, e as duplas lésbicas eram 200% mais prováveis de se divorciarem. O facto de terem ou não terem filhos não fazia qualquer tipo de diferença nos dados relativos.

Estudos em torno das duplas coabitantes são menos informativas - não estou convencido de que os colegas de quarto platónicos tenham sido adequadamente excluídos da categoria de "duplas" - mas os resultados apontam na mesma direcção.

Na Holanda, por exemplo, os pesquisadores examinaram os registos fiscais bem como os registos populacionais como forma de localizar o estatuto da relação das pessoas que davam entrada a declarações fiscais, incluindo 731 duplas homossexuais. A taxa de dissolução para as duplas homossexuais não-casadas era mais de o dobro da taxa dos casais em regime de coabitação.

Um pequeno estudo levado a cabo junto dos coabitantes Britânicos apurou que, quando comparados com os heterossexuais casados, os coabitantes heterossexuais eram 2.7 vezes mais susceptíveis de se separarem no espaço de 5 anos, enquanto que os coabitantes homossexuais eram 5.25 vezes mas susceptíveis de terminar o relacionamento no mesmo espaço de tempo.

Na literatura Americana, normalmente por baixo das manchetes de estudos levados a cabo junto de amostras pequenas, existem alguns indícios de resultados semelhantes. Mas, de modo geral, será que os pesquisadores irão produzir estudos em larga escala aqui nos EUA?

E será que eles irão sugerir que os seus estudos podem ter implicações nas políticas levadas a cabo? Infelizmente, neste clima politico, tudo pode depender do tipo de resultados que forem apurados.

Fonte.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

"O meu marido decidiu que era uma 'mulher', e isso acabou com o nosso casamento e com os meus relacionamentos futuros"

O que é que acontece quando uma boa rapariga Católica casa-se com o homens dos seus sonhos e um dia ele diz que ele pensa que é uma mulher? Segundo um artigo autobiográfico presente no Sydney Morning Herald, isso destroça um coração e pavimenta o caminho para uma vida de relacionamentos emocionalmente atrofiados; o mesmo artigo pede à sociedade que leve em consideração "o outro lado" do debate em torno dos transgénero.

A mulher, cujo nome foi mantido secreto, tinha 18 anos quando conheceu "Ryan", um músico que lentamente foi entrando no seu coração. O seu sentido de humor fez com que a auto-definida "boa rapariga Católica" se apaixonasse pelo jovem, que estava a tentar ter sucesso dentro da cena musical Australiana nos anos 80. Quando ele lhe pediu que ambos se mudassem para Melbourne, ela pensou duas vezes. "Eu não queria viver em pecado", escreveu ela, e como tal, ele pediu-lhe em casamento.

Embora ela fosse de opinião que a sua vida era idílica, ele passou a ser taciturno e recluso. Pouco depois, ele abandonou-a, deixando-lhe uma carta onde ele afirma que se sente uma mulher presa dentro do corpo dum homem. Ela diz:

Nessa noite não houve qualquer tipo de conversa, mas só algo do tipo "Amo-te, e vou continuar a amar-te mesmo depois de passar a ser uma mulher". A minha atitude foi algo do tipo "Podes ser um lobisomem ou uma mulher, mas não me abandones".... Acho que o Ryan pensou que tudo continuaria na mesma mesmo depois dele se tornar numa mulher.

Mas um dia ela chegou a casa e ficou chocada por vê-lo a assistir televisão usando uma das roupas dela.

Passei um longo tempo a pensar se quando se ama alguém, o género dessa pessoa realmente importa. Não consegui ter outra resposta que, sim, importa.

Apesar dos seus esforços de manter um casamento saudável, o impulso de Ryan de ter auto-realização e satisfação matou o seu relacionamento e deixou a mulher com o coração partido. Ele saiu de casa e submeteu-se a uma cirurgia de implante mamário, chegando a ligar para a sua esposa a perguntar se ela lhe poderia trazer um sutiã Playtex Cross-Your-Heart tamanho 16.

O nosso divórcio foi mútuo e ele foi finalizado em 1990. Ryan estava tão consumido pela sua mudança que o nosso casamento tornou-se secundário.

Ela disse que o seu ex-marido "avançou rapidamente com a sua vida, encontrando outro transsexual homem-para-mulher num dos encontros entre transgéneros. Eu estava fora do país quando o seu novo parceiro me ligou para dizer que o pénis de Ryan havia sido removido com sucesso."

Ela disse que ficou sem reacção antes de responder que o novo parceiro do ex-marido provavelmente acreditava que isso eram "boas notícias". Mas isso terminou com aquele que foi o capítulo mais feliz da minha vida. "O homem que eu havia amado deixou de existir."

O fim de casamento de cortar o coração deixou-a emocionalmente marcada e incapaz de se comprometer com outra pessoa.

Tive relacionamentos, a maioria deles breves, e não permiti que eu voltasse a apaixonar-me. Não me arrependo do meu casamento, visto que ele me deu alegria durante muitos anos. Certamente que não culpo o Ryan nem a mim mesma pelo que aconteceu, mas lamento as repercussões da sua decisão de alterar a sua anatomia.

A sua história, um conto raro sobre a forma como a transição dum transgénero prejudica aqueles que lhe são próximos e que lhe amam, foi disponibilizada como forma de alargar o debate em torno da práctica (que é mais aceite na Austrália culturalmente liberal).

A maior parte das histórias dos transgénero são contadas do ponto de vista da pessoa que muda, e não do ponto de vista da família. Acho que é importante que se conte o outro lado da história visto que os efeitos têm um alcance bem amplo junto daqueles a quem isto afecta.

Fonte

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