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domingo, 7 de agosto de 2011

A realidade do gaysamento

Por Dr. Paul Cameron


Dr. Cameron é Presidente do Family Research Institute de Colorado Springs, Colorado USA. Você pode contactá-lo em: Family Research Institute, PO Box 62640, Colorado Springs, CO 80962 USA. Número do Telefone: (303) 681-3113. (Eles não têm um endereço de e-mail.)


A sociedade tem um interesse garantido legalmente em proibir comportamentos que põem em perigo a saúde ou a segurança da comunidade. Por causa disso, uniões homossexuais têm sido historicamente proibidas pela lei.


Homossexuais sustentam que seus relacionamentos são equivalentes ao casamento entre um homem e uma mulher. Eles pedem que a sociedade dignifique e aprove suas parceiras dando-lhes status legal de 'casamentos'. Eles, além disto, argumentam que homossexuais deveriam ser permitidos se tornar encorajados pais ou adotar crianças.


A melhor evidência científica sugere que colocar o selo social de aprovação às parcerias homossexuais danificaria a sociedade em geral e homossexuais em particular.


Um grande corpo de evidência científica sugere que o casamento homossexual é uma falsificação grosseira do casamento tradicional e que oferece um claro e presente perigo à saúde da comunidade:


O casamento tradicional aprimora a saúde de seus participantes, tem a taxa mais baixa de violência doméstica, prolonga a vida, e é o melhor contexto no qual se educam crianças.


Parcerias homossexuais minam a saúde de seus participantes, têm a taxa de violência doméstica mais alta, e é um ambiente miserável no qual se educam crianças.


Os Fatos a Respeito do Casamento Homossexual

Fato #1: Casamentos homossexuais têm vida curta.

Quando alguém examina os padrões do comportamento homossexual, fica claro que a demanda pelo casamento homossexual legal é menos a respeito do casamento do que a pressão pela legitimidade. A maioria dos gays e lésbicas não está em relacionamentos monógamos, e em verdade freqüentemente vivem sozinhos por preferência.

  • Em um estudo(1) de 2,000 gays norte-americanos e europeus nos anos 60, pesquisadores descobriram que "viver sozinho é provavelmente o padrão residencial chefe para homossexuais masculinos. Isso fornece a liberdade para o propósito qual seja do estilo de vida homossexual que alguém escolha, sejam encontros secretos em estacionamentos ou imersão na subcultura homossexual. Em acréscimo, relacionamentos homossexuais são frágeis o suficiente para fazer seu padrão residencial comum se deliberado ou não."
  • Um estudo de 1970 em San Francisco(2) descobriu que aproximadamente 61% dos gays e 37% das lésbicas estavam vivendo sozinhas.
  • Em 1977, o Spada Report(3) registrou que somente 8% dos gays em sua amostra reivindicaram ter um relacionamento monógamo coabitando com um amante.
  • No mesmo ano(4) mais de 5,000 gays e lésbicas foram perguntados: "Você se considera 'casado' com um outro [homossexual]?" Somente 40% das lésbicas e 25% dos gays disseram "sim". Os autores notaram que com "pares gays masculinos, é difícil mesmo sugerir que haja normas de comportamento. [Alguém] poderia esperar encontrar um padrão claro de 'categorias' emergindo das respostas às questões sobre amantes, namorados e relacionamentos. Em verdade, nenhum padrão emergiu."
  • No começo dos anos 80, uma grande amostra não aleatória (5) de quase 8,000 pares heterossexuais e homossexuais responderam a anúncios em jornais alternativos. O número médio de anos juntos foi de 9.8 para os casados, 1.7, para os heterossexuais coabitantes, 3.5 para os pares gays, e 2.2 para os pares de lésbicas.


Variedade por cima da Monogamia

Embora ativistas gays freqüentemente argumentam que legalizar o casamento homossexual ajudaria a tornar tais relacionamentos mais permanentes, a realidade é que a maioria dos gays desejam variedade em seus parceiros de sexo, não a monogamia do casamento tradicional.

  • Em 1987, somente 23% dos gays de Londres (6) reportaram exclusividade sexual "no mês antes da entrevista".
  • Em 1990, somente 12% dos gays em Toronto, Canada(7) disseram que eles estavam em relacionamentos monógamos.
  • Em 1991, no meio da crise da AIDS, gays australianos(8) foram monitorados a ver se eles tinham mudado seus hábitos sexuais. Não houve essencialmente nenhuma mudança em 5 anos: 23% relataram um relacionamento monógamo, 35% um relacionamento não-monógamo, e 29% só "sexo casual". Os autores relataram que "havia quase tantos homens movendo-se para monogamia como fora dela, e fora das parcerias somente casuais como dentro delas."
  • Em 1993, um estudo(9) de 428 gays em San Francisco descobriu que somente 14% relataram apenas um único parceiro sexual no ano anterior. A vasta maioria teve múltiplos parceiros de sexo.
  • Em 1994, a maior revista nacional gay relatou que somente 17% de suas amostras de 2,500 gays reclamaram viver juntos em um relacionamento monógamo.

Mesmo gays que têm parceiros por longo período não agem por 'regras' típicas. Somente 69% dos gays holandeses" com um 'parceiro' tipo casamento realmente vivem juntos. O número médio de "parceiros externos" por ano de 'casamento' foi 7.1 e subiu de 2.5 no primeiro ano do relacionamento para 11 no 6º ano.


Por que casamentos homossexuais são mais curtos e inferiores aos casamentos tradicionais?

Em qualquer época determinada, menos de um terço dos gays e, aproximadamente, metade das lésbicas estão vivendo com amante. Porque os relacionamentos são tão curtos, a media homossexual pode antecipar muitos, muitos 'divórcios'.


Em qualquer instante, cerca de 10% dos gays vivem juntos em relacionamentos monógamos. Sua monogamia raramente continua além de um ano. Talvez metade das lésbicas vivam juntas em relacionamentos monógamos. Esses tipicamente se dissolvem em um a três anos.


Esses mesmos padrões aparecem na literatura científica por sobre os últimos 50 anos, tanto muito tempo atrás quanto durante a epidemia de AIDS. Essa consistência sugere uma realidade associada com a prática da homossexualidade, uma realidade improvável de ser afetada por mudanças nas leis de casamento.


A Experiência Dinamarquesa

Na Dinamarca, uma forma de casamento homossexual tem sido legal desde 1989. por volta de 1995, menos que 5% dos homossexuais dinamarqueses contraíram casamento, e 28% desses casamentos já terminaram em divórcio ou morte.(12)


A experiência dinamarquesa não fornece qualquer evidência que o 'casamento' gay seja benéfico. Homens que casaram com homens eram três vezes mais aptos a serem viúvos antes da idade dos 55 em relação aos homens que casaram com mulheres! Similarmente, uma mulher que casou com uma mulher era três vezes mais apta de ser uma viúva do que uma mulher que casou com um homem.


Fato #2: Estudos mostram que o casamento homossexual é arriscado a saúde de alguém.

Através do mundo, numerosos pesquisadores relataram que homossexuais 'comprometidos' ou 'emparelhados' são mais aptos de se engajar em práticas sexuais em alto risco e biologicamente anti-higiênicas do que gays 'solteiros'. Como uma conseqüência dessa atividade, eles aumentaram suas chances de contrair AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis ou de origem sangüínea.

  • Em 1983, perto do começo da epidemia da AIDS, gays em San Francisco(13) que reclamaram estar em "relacionamentos monógamos" foram comparados àqueles que não eram. Sem exceção, aqueles em relacionamentos monógamos mais freqüentemente relataram que eles tinham se engajado em atividade biologicamente insalubre durante o ano passado. Como exemplo, 4.5% dos monógamos v. 2.2% dos sem parceiros engajaram-se em beber urina, e 33.3% v. 19.6% reivindicaram praticar sexo oral-anal.
  • Em uma amostra de gays de Londres (6) em 1987, aqueles infectados com HIV eram mais aptos a ter parceiros regulares do que aqueles não assim infectados. Em 1989, pesquisadores italianos (14) investigaram 127 gays presentes em uma clínica de AIDS. Doze por cento daqueles sem parceiros fixos v. 28% daqueles com parceiros fixos eram HIV+. Os investigadores observaram que "para nossa surpresa, prostitutos masculinos não pareciam estar em risco aumentado, enquanto homossexuais que relataram ter um parceiro fixo (p.e., o mesmo homem pelos seis meses anteriores) levaram a cabo o mais alto risco relativo."
  • Durante 1991-92, 677 gays na Inglaterra(15) foram perguntados sobre "sexo anal desprotegido". Aqueles que tiveram parceiros 'regulares' relataram vidas sexuais que eram "cerca de três vezes mais prováveis de se envolver em sexo anal desprotegido do que parcerias descritas como de manter-se 'casual/uma noite"'. Sexo com um parceiro regular "era bem mais importante do que falta de ciência do status de HIV em facilitar comportamento de alto risco."
  • Um estudo de um diário sexual britânico (16) de 385 gays relatou que homens em relacionamentos "monógamos" praticaram mais intercurso anal e mais sexo anal-oral do que aqueles sem um parceiro fixo. Concluiu-se que "homens gays em um relacionamento fechado... exibem... o mais alto risco de transmissão de HIV."
  • Em 1992, uma amostra(17) de 2,593 gays de Tucson, AZ e Portland, OR reforçaram a consistente descoberta que "homens gays em relacionamentos primários são significantemente mais prováveis do que homens solteiros a engajar-se em intercurso anal desprotegido."
  • Similarmente, uma amostra de 1993(18) de gays de Barcelona, Espanha praticou sexo de mais alto risco com seus parceiros regulares do que com casuais apanhados.
  • Até um estudo de 1994(19) de mais de 600 lésbicas demonstrou que "a conexão entre monogamia e sexo desprotegido,... era muito consistente por todas as entrevistas. Sexo protegido era geralmente igualado com encontros casuais; sexo desprotegido era geralmente igualado com relacionamentos com confiança. Não usar barreiras de látex era visto como um caminho no processo de comprometimento relacional. Escolher ter sexo desprotegido indicava aprofundar a confiança e intimidade conforme o relacionamento progredia."


Por que o casamento homossexual é um perigo à saúde?

Enquanto pessoas casadas comprometem-se e geralmente vivem acima de suas promessas de fidelidade sexual, participantes de "casamentos" gays e lésbicos oferecem a cada um algo totalmente diferente. Eles vêem intimidade biológica comum e assumir risco sexual como a marca de confiança e comprometimento. Ser exposto dessa forma às descargas corporais de seu parceiro aumenta o risco de doença, especialmente se aquele parceiro era 'casado' com alguém mais antes ou engajado em sexo com outros fora do relacionamento.


A evidência é forte que tanto gays e lésbicas são mais aptos a assumir riscos biológicos quando tendo sexo com um parceiro do que quando tendo sexo casual. A evidência é também forte que gays desproporcionalmente contraem mais doenças, especialmente a AIDS e as várias formas de hepatite, de sexo com "parceiros" do que de sexo com estranhos. Há também alguma evidência (20) que gays com parceiros são mais aptos a morrer tanto de condições de AIDS e não-AIDS do que aqueles sem parceiros.


Como gays, lésbicas 'casadas' são mais aptas a se engajar em intimidade biológica e assumir riscos. Porém, há insuficiência evidência a concluir se taxas de doença ou morte são mais altas por lésbicas com parceiras ou sem parceiras.


Fato #3: Casamento homossexual tem a taxa mais alta de violência doméstica

A violência doméstica é uma preocupação de saúde pública. Entre heterossexuais, não somente é uma sinalização óbvia de casamento problemático, mas a atenção da mídia e dólares de impostos para ajudar as 'mulheres espancadas' têm tanto crescido tremendamente nos recentes anos. O que não é reportado é a evidência empírica sugerindo que pares homossexuais têm taxas mais altas de violência doméstica do que casais heterossexuais, especialmente entre lésbicas.


Em 1996,(21) Susan Holt, coordenadora da unidade de violência doméstica do Centro de Gay e Lésbica de Los Angeles, disse que "violência doméstica é o terceiro maior problema de saúde encarado pela comunidade gay e lésbica de hoje e atrás somente de AIDS e abuso de substâncias... em termos de números absolutos e letalidade."


A taxa media de violência doméstica no casamento tradicional, estabelecida por uma pesquisa do governo federal por toda a nação (22) de 6,779 casais casados em 1988, é aparentemente menor que 5% por ano. Durante seus anos mais recentes de casamento, 2.0% dos maridos e 3.2% das esposas disseram que eles foram golpeados, empurrados ou tiveram coisas neles atiradas. Heterossexuais não casados, coabitando relatam (23) taxas mais altas de violência numa taxa de cerca de 20% a 25% por ano.



Quando o mesmo padrão é aplicado aos relacionamentos de gays e lésbicas, as seguintes evidências emergem:


  • Em 1987,(24) 48% das 43 lésbicas, e 39% dos 39 pares gays da Geórgia reportaram violência doméstica.
  • Em 1988,(25) 70 estudantes lésbicas e gays participaram em um estudo de resolução de conflito em relacionamentos de gays e lésbicas. Estimados 29% de pares gays e 56% de pares de lésbicas experimentaram violência no ano passado.
  • Em 1989,(26) 284 lésbicas foram entrevistadas que estavam envolvidas "em um relacionamento comprometido, coabitando" durante os últimos 6 meses. Ajustado para reportar por apenas um parceiro, estimados 43% dos relacionamentos foram violentos no ano passado.
  • Em 1990,(27) quase metade dos 90 pares de lésbicas em Los Angeles reportaram violência doméstica anualmente. 21% dessas mulheres disseram que elas eram mães. De forma interessante, daquelas mães que tinham crianças vivendo com elas, 11 viveram em relacionamento "violentos" e 11 em relacionamentos "não-violentos". Assim, diferente do tradicional casamento onde pais freqüentemente abrirão mão de brigar para defender as crianças da hostilidade, não houve qualquer evidência dessa investigação que a presença de jovens reduzia a taxa de violência doméstica.

Geralmente, a evidência está claramente convencendo que a violência doméstica homossexual excede a violência doméstica heterossexual. A limitada literature científica sugere que violência física doméstica ocorre todo ano entre menos de 5% dos casais tradicionalmente casados, 20% a 25% dos coabitantes heterossexuais, e aproximadamente metade dos pares de lésbicas. A evidência é menor certamente para gays, mas sua taxa parece cair em qualquer lugar entre aqueles não casados, coabitantes heterossexuais e lésbicas.


Fato #4: Violência doméstica homossexual é um problema bobo em relação a ataques gays

Ativistas gays e a mídia são rápidos em afirmar que atitudes discriminatórias pela sociedade 'heterossexual' conduz diretamente à violência contra (p.e., 'agressões a gays'). Em verdade, a evidência sugere que violência doméstica homossexual substancialmente excede, em freqüência e letalidade, qualquer e todas as formas de agressões a gays. Isto é, a violência que homossexuais causam um ao outro é muito mais significante que a violência que outros causam a homossexuais.


Em 1995, um consórcio de violência doméstica homossexual conduziu um estudo (28) em seis cidades: Chicago, Columbus, Minneapolis, New York, San Diego, e San Francisco onde relatos de perturbação anti-homossexual ou violência doméstica do mesmo sexo foram tabulados.


Os incidentes de perturbação envolveram chamar pelo nome (p.e., 'faggot,' 'queer') a dano físico real ou dano à propriedade. Violência doméstica homossexual, por outro lado, referiu-se somente a incidentes em que ocorreu dano físico real ou foi seriamente ameaçado (p.e., encontrou o padrão legal para violência doméstica).


Os resultados? Por toda nação,(29) bem como nessas cidades, por volta da metade dos relatos de perturbação anti-homossexual em 1995 envolveram somente difamações ou insultos, assim não elevando-se ao nível de real ou ameaçada violência física.


Em San Francisco, houve 347 chamadas a respeito de violência doméstica do mesmo sexo e 324 chamadas a respeito de perturbação anti-homossexual. Em três das cinco cidades houve também mais chamados relatando violência doméstica do mesmo sexo em relação a perturbação anti-homossexual. A mesma razão foi relatada para o estudo como um todo.


Dado que metade dos relatos de perturbação não elevaram-se ao nível de violência, enquanto violência doméstica significava exatamente que, se os dados colhidos por esse consórcio de homossexuais corresponde à realidade fundamentada, a ameaça física aos homossexuais de violência doméstica do mesmo sexo é mais do que duas vezes maior que a ameaça física que eles experimentam de 'fora'.


Preferencialmente a ser um 'abrigo contra tempestades da vida', como o casamento tradicional é algumas vezes caracterizado, estando homossexualmente emparceirado realmente aumenta os perigos físicos associados com homossexualidade.


Fato #5: Homossexuais são miseráveis pais

Menos de 20 estudos empíricos foram feitos sobre pais homossexuais. Esses estudos foram pequenos, induzidos e geralmente falharam em endereçar muitas das preocupações tradicionais a respeito da paternidade homossexual. Porém, à evidência limitada eles geraram apoio ao que o senso comum esperaria.


O maior estudo,(30) e o único baseado em uma amostra aleatória, estimou que menos da metade de um por cento dos norte-americanos tiveram um pai homossexual. Aqueles que tiveram era mais prováveis a:

  1. reportar ter tido sexo com um pai/mãe,
  2. experiência da homossexualidade como seu primeiro encontro sexual,
  3. ser sexualmente molestado,
  4. se tornar homossexual ou bissexual, e
  5. relatar falta de satisfação com sua infância.

Os vários estudos,(31) adicionados juntos, sugerem que as crianças de homossexuais são pelos menos 3 vezes mais aptas a se tornarem homossexuais do que crianças educadas por casamentos tradicionais.


Além disto, há razoável evidência, tanto na literatura empírica quanto em dúzias de casos da corte concordando com o assunto,(32) que crianças de homossexuais são mais aptas a serem sexualmente expostas ao estilo de vida homossexual e/ou molestadas.


Finalmente, evidência substancial (31) sugere que as crianças de homossexuais são mais aptas a duvidarem de sua própria sexualidade, se sentirem envergonhadas pelos seus pais homossexuais, e serem importunadas e ridicularizadas por seus colegas.


O que nós podemos concluir?

Casamento homossexual é uma má idéia. Enquanto o casamento tradicional cede benefícios a seus participantes bem como à sociedade, casamentos gays causam danos a todos, especialmente os próprios homossexuais. Não somente dá lugar a homossexuais em risco aumentado pelo HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis, mas também os sujeita a uma ameaça aumentada de violência doméstica e morte prematura.


O casamento homossexual não é nada parecido com o casamento tradicional. Uniões homossexuais não são erigidas em volta de comprometimentos por resto da vida, nem são bons ambientes para educar as crianças.


Aqueles que apóiam legalizar casamento homossexual incluem as mesmas pessoas misericordiosas que patrocinaram o direito de solteiros se tornarem pais. Nós conhecemos os resultados dessa campanha: um terço das crianças da nação não têm um pai. Nós também sabemos que crianças sem pais muito mais freqüentemente vão miseravelmente na escola, arrumam problemas com a lei e se tornam pais de função defeituosa.


Seria ridículo ocupar-se com algo tão vital à saúde pessoal e social quanto o casamento tradicional com vistas a aplacar as mesmas almas perturbadas que pressionam por nossa bagunça cultural atual.

Referências

1. Weinberg, M.S. Williams, C.J. Male homoseruals: their problems adaptations. NY: Penguin, 1975.

2. Bell, A. P. Weinberg, M.S. Homosexualaies NY:Simon Schusver, 1978.

3. Spada, J. The Spada repon. NY:Sigmet, 1979

4. Jay, K. Young, A. The gay report. NY:Summit, 1979.

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6. Hunt, A. J., et al. Genitourinary Medicine, 1990, 66, 423427.

7. Orr, K., Morrison, K. Doing it in the 90s. Univ. Toronto Laval Universities, 1993.

8. Kippax, S., et al. AIDS, 1993, 7, 257-263.

9. Osmond, D. H., et al. Amer I Public Health, 1994, 84, 1933-1937.

10. Lever, J. Advocate, Issue 661/662, August, 23, 1994, 15-24.

11. Deenen, A. A., et al. Archives Serual Behavior,1994, 23, 421431.

12. Wockner, R. Advocate, Issue 726, February 4, 1997, 26.

13. McKusick, L., et al. Amer I Public Health, 1985, 75, 493-496.

14. Franceschi, S., et al. Lancet, 1989, 1, 42.

15. Dawson, J. M., et al. AIDS, 1994, 8, 837-841.

16. Coxon A.P.M., et al. AIDS, 1993, 7, 877-882.

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19. Stevens, P. E. Soc Sci Med, 1994, 39,1565-78.

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21. Holt S. Ending the cycle of domestic violence. Gay Lesbian Times, 9126196, p. 39.

22. Sorenson, J, et al.. Amer I Public Health. 1996, 86, 3540.

23. Ellis, D. Violence Victims, 1989, 4, 235-255.

24. Gardner, R. Method of conflict resolution correlates af physical aggression victimization in heterosezual, lesbian, gay male couples. Unpub Doc Dis, U Georgia, 1988.

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27. Coleman, V. Violence in leshian couples: a berween groups comparison. Unpub Doc Dis, CA Sch Prof Psych:LA, 1990.

28. Merrill, G. Press release from National Coalition of Anti-Violence Programs, October 22, 1996 from San Francisco various inteniews in November, 1996 with senior author Memll, Jem Lynn Fields in Chicago, Bea Hanson in New York.

29. Anti-Lesbian/Gay Violence in 1995. Horizons Community Senices. Self published.

30. Cameron, P. Cameron, K. Homosexual parents, Adolescence, 1996, 31, 757-776.

31. Cameron, P. Cameron, K. Did the APA misrepresent the scientific literature to couns in suppon of homosexual custody? I Psychology, 1997, 131, 1-20.

32. Cameron, P. Cameron, K. Homosexual parents: a natural comparison. Psychol Repts, 1997, in press.

Esse panfleto educacional foi produzida pelo Family Research Institute, Inc., Dr. Paul Cameron, Presidente. Um completo relato está disponível para uma doação de $25 nos EUA, $40 no estrangeiro, com a postagem incluída.

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Copyright, 1997, Family Research Institute, Inc.

domingo, 29 de maio de 2011

A diferença entre tendência homossexual e práctica homossexual

♦Fonte♦

Apostolado Spiritus Paraclitus

Qual é a sua opinião sobre o chamado “Casamento” Homossexual?

Responda à nossa pesquisa!

Sr. Cônego, a imprensa tem tratado com muita freqüência do problema da homossexualidade. O Sr. poderia dizer o que ensina a Igreja Católica a respeito, e o que Ela recomenda para a pessoa se afastar desse vício?

Resposta:

Com muito gosto me honrarei de dar aos caros leitores de Catolicismo alguma orientação sobre o problema da homossexualidade e homossexualismo, assunto tão delicado, mas também tão atual quanto sinistro.

A respeito da homossexualidade, a doutrina católica distingue entre a tendência homossexual (homossexualidade) — que pode ser devida a defeitos genéticos, de educação ou a fatores psicológicos e morais — e a prática homossexual (homossexualismo).

Tendência homossexual

A tendência homossexual é uma paixão, isto é, um apetite desordenado, que já denota um desvio da natureza, pois o instinto sexual normalmente só se manifesta em relação a pessoas de outro sexo, uma vez que foi dado ao homem e à mulher com vista à procriação.

A pessoa que sofre essa tentação — contrária à natureza, é preciso realçar — tem obrigação moral de combatê-la a ferro e fogo, e não consentir absolutamente em nada do que ela pede. Nem por pensamentos, nem por palavras, nem por atos. Se a pessoa assim agir, estará isenta de culpa. É tentação vencida, é vitória alcançada. É aumento em graça e virtude!

A paixão pode solicitar até veementemente para um ato mau, mas se a pessoa tentada não consente, lutando para afastar o mau pensamento e fugindo das ocasiões de queda, não só não comete pecado, mas ganha méritos perante Deus, pela batalha vitoriosa que desenvolve contra as más inclinações que tem dentro de si, triste herança do pecado original.

Como combater essa má tendência

Um dos segredos da vitória nessa matéria está na estratégia do combate aos maus pensamentos.

A batalha contra os maus pensamentos deve começar muito antes que eles despontem na imaginação ou na memória, isto é, muito antes que nasçam na cabeça. A resistência deve começar pelo combate à raiz desses maus pensamentos.

Qual é essa raiz?

Geralmente as pessoas com tendência homossexual são tendentes a uma visão acentuadamente egoísta da vida, de cunho sentimental e romântico. No fundo, gostam de admirar-se, “adorar-se”, de se acharem maravilhosas e sublimes, e de se considerarem incompreendidas pelos outros. É com base nessa mentira que, de início até imperceptivelmente, põem-se a procurar uma “alma irmã” que as compreenda. E uma “alma irmã” do mesmo sexo…

Se uma pessoa assim não combate essa auto-contemplação e esse sonho a respeito de sua suposta sublimidade, ela põe o pé na rampa, derrapando depois para todas as desordens monstruosas da vida homossexual. A esse respeito, leia na Sagrada Escritura o que diz São Paulo na Epístola aos Romanos, cap. 1, vers. 21 a 32. É impressionante.

Outro segredo é a fuga das ocasiões próximas de pecado.

Segundo a doutrina católica, há obrigação moral sub-gravi de evitá-las.

Uma ocasião de pecado é próxima quando se percebe que pode levar logo ao pecado. Por exemplo, manter amizade e freqüentar rodas de pessoas do mesmo sexo em relação às quais o indivíduo, por um apelo de seus instintos desviados, sente atração homossexual.

Assim, falar de “amizade” entre homossexuais sem temer que acabe, mais cedo ou mais tarde, desfechando no ato abominável, é o mesmo que achar possível brincar de riscar fósforos a dois milímetros da boca aberta de um tonel de gasolina e não prever a explosão. Não é lícito.

Prática homossexual

Por outro lado, a prática homossexual — ou seja, manter relações sexuais com pessoas do mesmo sexo — constitui um pecado abominável aos olhos de Deus, daqueles que a Igreja classifica como “pecados que clamam a Deus por vingança”.

De fato, na Sagrada Escritura são várias as condenações explícitas a esse pecado, mostrando eloqüentemente a sua ignomínia. Basta citar o proverbial exemplo das cidades de Sodoma e Gomorra, que foram destruídas num apocalíptico dilúvio de fogo vindo do céu, como castigo por esse pecado (Cfr. Gen., cap. 18 e 19). Também no Levítico a condenação ao homossexualismo é clara e radical: “Aquele que pecar com um homem como se fosse mulher, ambos cometem coisa execranda e sejam punidos de morte; o seu sangue caia sobre eles” (20, 13). Existem ainda condenações ao abjeto ato sodomítico em outros livros da Bíblia, que seria supérfluo acrescentar.

Requinte desenfreado de luxúria

Nem sempre a prática homossexual (homossexualismo) deriva de uma tendência (homossexualidade) observada desde a juventude ou mesmo desde a infância. Muitas pessoas se tornam homossexuais por um requinte desenfreado de luxúria. Querem ter novas “experiências” nessa matéria, embora antes fossem perfeitamente normais, ou seja, heterossexuais de tendência e de prática. Isto constitui um pecado ainda mais grave, pois não se trata apenas de uma concessão à tendência desregrada e antinatural que porventura a pessoa já tivesse, mas sim da procura deliberada de um pecado contra a natureza, em busca de novas sensações torpes e vergonhosas, severamente proibidas por Deus.

“Vítima” do homossexualismo

Outras vezes uma pessoa de tendência originária normal, heterossexual, pode ser “forçada” — note bem: forçada — a adotar práticas homossexuais devido a uma permanência prolongada em certos ambientes de baixo nível moral, como penitenciárias, navios em viagens de longo curso, etc. Neste caso o pecado, embora gravíssimo e abominável, pode não ter o mesmo grau de abominação do caso anterior, principalmente se a pessoa for vítima de violência para consentir no ato torpe. Mas deve heroicamente opor toda a resistência possível, sacrificando até a própria vida, a exemplo de uma Santa Inês, de Santa Maria Goretti e de tantos outros heróis da Fé e da Pureza.

As pessoas que adotam práticas homossexuais nestas duas circunstâncias, geralmente ficam sendo taradas bissexuais, ou seja, com tendência e práticas sexuais com pessoas do mesmo sexo e do outro. Neste caso, suas práticas homossexuais constituem pecado gravíssimo contra a natureza, que clamam a Deus por vingança devido ao extremo grau de malícia que lhes é próprio, enquanto as relações heterossexuais, se realizadas fora do casamento, constituem pecado de fornicação ou, mais grave ainda, de adultério.

A importância da oração e dos Sacramentos

Para evitar isso, é preciso pedir a graça de Deus e a especial proteção de Nossa Senhora. O que se consegue rezando e freqüentando assiduamente os Sacramentos. Porque, sem o auxílio sobrenatural da graça, nenhum homem é capaz de cumprir estavelmente os Dez Mandamentos, sobretudo o 6º e o 9º, ainda mais no mundo permissivista em que vivemos.

Sr. Cônego, no último número de Catolicismo o Sr. abordou o problema da homossexualidade. Ficaram, entretanto, algumas questões pendentes sobre o mesmo assunto. Peço ao Sr. o favor de dar uma orientação a respeito de dois problemas que, segundo creio, ainda não foram tratados.

Em primeiro lugar, embora o homossexualismo seja uma aberração, homossexuais existem. Então qual deve ser a atitude de um católico quando no dia-a-dia encontra uma pessoa com tal vício?

Outro problema é a questão da AIDS. O que pensar sobre essa doença? Como evitá-la?

Tendo em vista sobretudo o bem das almas, dou aos caros leitores de Catolicismo alguns conselhos sobre a atitude que o bom católico deve tomar em relação aos homossexuais, e alguns esclarecimentos sobre a AIDS.

Como se portar diante de sodomitas? Aí a reta orientação distingue entre a tendência e as práticas homossexuais.

Uma pessoa — como acentuamos no artigo anterior — pode ter a infelicidade de apresentar uma tendência homossexual, pela qual não é responsável, observada desde a adolescência, ou mesmo desde a infância. Mas aceita esta cruz com humildade, reconhecendo que é uma tendência desordenada e antinatural, contra a qual deve lutar. Procura então resistir aos seus impulsos, e levar uma vida continente e casta, para ser fiel à Lei de Deus. Tal pessoa merece nosso respeito, consideração e ajuda. Se, talvez por fraqueza, teve a desgraça de cair no pecado infamante do homossexualismo, porém mostra verdadeiro arrependimento, reconhecendo que cometeu um pecado gravíssimo, e tem o firme propósito de jamais voltar a ceder, evitando todas as ocasiões para a queda, então poderá ainda merecer nossa serena compaixão e ajuda. Não deve ser discriminada em razão dessa mórbida tendência, mas advertida energicamente para que jamais freqüente ambientes que lhe sirvam de ocasião próxima de pecado.

Repito: quando se trata de matéria grave, o simples expor-se à ocasião próxima já constitui pecado mortal. “Orai e vigiai para não entrardes em tentação”, adverte Nosso Senhor (Mt. 26, 41). “Sede sóbrios e vigiai”, repete São Pedro Apóstolo (I Ped. 5, 8).

O que fazer ante os homossexuais cínicos e agressivos?

Como vimos, há outras pessoas em que a homossexualidade não se reduz a uma simples tendência, mas também se manifesta por prática consciente e contumaz, à qual dão toda a sua adesão interna e externa. E fazem de sua homossexualidade uma bandeira para a qual pedem o reconhecimento da sociedade, de modo arrogante, petulante e agressivo, exigindo que suas práticas obscenas, execráveis e antinaturais sejam reconhecidas como um comportamento normal, sadio e legítimo. Os que assim se conduzem devem merecer dos católicos o repúdio votado a todos os pecadores públicos e insolentes, que se declaram ou se comportam como inimigos de Deus e de Sua Santa Lei.

Em todo ambiente onde se encontram, seja ele familiar, profissional ou social, tais pessoas fazem propaganda do homossexualismo, procurando tornar aceito na sociedade um pecado que brada ao Céu e clama a Deus por vingança, ou, pelo menos, criar uma atmosfera de indiferença respeitosa e cínica em relação a tal pecado. Um homossexual dessa espécie, ocupando um cargo de professor, por exemplo, vai incutir nos alunos uma atitude de aprovação em relação ao comportamento homossexual, como também estimular tendências homossexuais porventura existentes em algum deles, para que se consumem nas práticas sodomíticas.

Homossexuais assim são como células cancerosas e pútridas no corpo social. Devem ser repudiados, com nota de execração.

Que Nossa Senhora livre o Brasil dessa infâmia

Recomendo a todos leitores de Catolicismo que peçam instantemente a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, que livre nossa Pátria dessa lepra do homossexualismo, que vem conspurcando a Terra de Santa Cruz; e muito especialmente, que não permita seja aprovado no Congresso Nacional o torpe projeto de lei que institui o “casamento” entre homossexuais. Isto constituirá uma insolente ofensa feita a Deus e a Nossa Senhora pelos legisladores do País. e que atrairá sobre o Brasil grandes castigos, pois será a legalização e a legitimação oficial de um pecado infame que clama a Deus por vingança, alinhando-nos a Sodoma e Gomorra…

A respeito do problema da AIDS, o que dizer?

É uma peste.

Segundo as autoridades sanitárias, ela é produzida por um vírus, o HIV, que pode ser transmitido diretamente pelo sangue (transfusões, injeções com agulhas ou seringas contaminadas, penetração do vírus por meio de feridas, etc.) ou por meio de relações sexuais, como ocorre freqüentemente.

Quanto às relações sexuais, a que de longe contamina com mais facilidade é o tipo de relação antinatural e infame praticada pelos homossexuais masculinos. É de se observar que este modo antinatural e gravemente pecaminoso de relacionamento sexual também pode ser praticado entre homem e mulher, e até mesmo — oh vergonha! — entre esposo e esposa. Quando dizem que a contaminação pelo HIV está aumentando nas relações heterossexuais, o que na realidade acontece muitas vezes é sua transmissão por meio dessas práticas antinaturais entre homem e mulher.

Cumpre ainda notar que as chamadas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), que se transmitem por meio de relações sexuais, também facilitam a contaminação pelo HIV.

Assim, confirma-se como fato incontestado aquilo que a Igreja sempre afirmou: o melhor meio de evitar tais doenças, inclusive a AIDs, não é o uso de preservativos, terminantemente proibidos pela moral católica e tão propagados pelas autoridades, mas sim a prática da virtude da castidade, a prática da continência sexual.

Numa palavra: a vacina contra a AIDS chama-se 6º e 9º Mandamentos!

Diálogo com Deus Pai – Visão de Santa Catarina sobre a impureza

“(…) esses infelizes, não somente não refreiam tal tendência, mas fazem algo de muito pior e caem no vício contra a natureza. São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. Desagrada-me este último pecado, pois sou a pureza eterna. Ele me é tão abominável, que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cf. Sb 10,6). Minha justiça não mais consegue suportá-lo. Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude; por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido”. (Santa Catarina de Sena, O Diálogo, 2a ed., Paulinas, 1984).

Fonte: Revista Catolicismo.

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