Mostrar mensagens com a etiqueta Paul Cameron. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Paul Cameron. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Estudo confirma correlação positiva entre aceitação do homossexualismo e o aumento da pedofilia homoerótica

Num novo estudo baseado em reportagens provenientes da Google News, o controverso cruzado que batalha pelos valores familiares, Paul Cameron, afirma que encontrou evidências de que sempre que as atitudes sociais e políticas em relação ao homossexualismo são positivas, os crimes sexuais com elementos homossexuais são mais numerosos.

Cameron, que lidera o Family Research Institute sediado em Colorado Springs e que publicou os seus resultados na semana passado em Roma, esperando com isso influenciar o Sínodo Extraordinário sobre a Família que tem os líderes Católicos de todo o mundo na Cidade Eterna, disse o seguinte ao site LifeSiteNews:

A Igreja Católica está a fazer algo muito importante. Espero que eles levem em consideração esta informação. Creio que serei considerado um Protestante Evangélico, mas o que acontece dentro do Cristianismo no seu todo, é importante para mim.

A equipa de pesquisa de Cameron analisou 3,000 notícias retiradas da Google News em torno de molestações sexuais reportadas em países tais como a China, o Taiwan, a Rússia, a Moldávia, o Reino Unido, a Itália, a totalidade da União Europeia, o Canadá e os Estados Unidos. Cameron afirma que o estudo revelou um correlação clara e positiva entre a aceitação do homossexualismo (através duma gama de países) com a proporção de crimes sexuais de natureza homossexual.

Assim, apenas 5 porcento das molestações na China eram de natureza homossexual, país onde o homossexualismo é menos aceite. Mas na vizinha Taiwan, com uma história cultural e etnia similares, mas que, segundo Cameron, é ao mesmo tempo, o "líder asiático" dos direitos dos homossexuais, "30 porcento das crianças vítimas abuso sexual haviam sido vitimizadas em actos de natureza homossexual."

Entretanto, na Rússia, outro país hostil ao homossexualismo, 20 porcento da violência sexual contra crianças era de cariz homossexual, enquanto que nos países simpatéticos com o homossexualismo essa proporção era maior: no Reino Unido, 59 porcento dos abusos sexuais infantis eram de natureza homossexual, na Itália o número era de 60 porcento, no Canadá 82 porcento. Nos mais conservadores Estados Unidos o número era de 51 porcento.

Embora os activistas homossexuais ainda não tenham reagido ao estudo, eles já declararam no passado a inexistência de algum tipo de correlação entre o homossexualismo e os crimes sexuais, e já rejeitaram as pesquisas passadas de Cameron. O Prof. Gregory Herek, uma celebridade entre os académicos homossexuais, docente na Universidade da Califórnia, e autor de tais livros como "Stigma and Sexual Preference", já comentou pesquisas anteriores de Cameron, afirmando que "os seus dados de pesquisa estão sujeitos a tantas falhas metodológicas que os tornam virtualmente insignificantes. Mesmo assim, as suas declarações são por vezes citadas por organizações anti-homossexuais nas suas tentativas de estabelecer uma ligação entre a homossexualidade e o abuso sexual de crianças."

No seu site, e durante as últimas décadas, Herek tentou desacreditar numerosos estudos que fazem uma ligação entre o homossexualismo e o abuso de crianças, alegando que a violência sexual de homem para homem nem sempre é homossexual [??], e que os predadores sexuais condenados não são necessariamente representativos dos predadores sexuais "não-capturados", e nem da população homossexual adulta generalizada.

Outros cientistas fizeram também críticas a Cameron. Um respeitado pesquisador do comportamento sexual criminoso, o Canadiano Dr. Vernon Quinsey, professor emérito de psicologia na Queen’s University em Kingston, Ontário, colocou vincadamente em causa o actual estudo extraído da Google News. Quinsey disse ao site LifeSiteNews através duma troca de email, que vários factores tornam o estudo problemático. O facto de se colocar no mesmo conjunto todas as vítimas pré-púberes e pós-púberes é algo que ele qualificou de "inescusável". De igual modo, Quinsey alegou que o que Cameron tem em mente com as palavras "abuso" e "molestação" não foi definido, o que faz com que casamentos infantis e prostitutos com 17 anos não sejam distinguidos do incesto convencional ou das vítimas de agressão.

Mais sério, segundo Quinsey, era a dependência de notícias como forma de recolher dados, visto que o processo de atribuição e escrita de notícias é subjectivo:

Se as pessoas têm atitudes negativas em relação à homossexualidade, eles são mais susceptíveis de reportar crimes homossexuais do que crimes heterossexuais, mesmo que tais crimes sejam semelhantes em natureza.

Cameron respondeu às objecções de Quinsey, afirmando que a sua equipa de pesquisa usou a definição legal de criança, que cobre ambos os lados da puberdade. Ele alegou também que muitos predadores "molestaram crianças am ambos os lados desta divisão teórica". Quanto ao que era um crime sexual contra uma criança, a equipa deixou que os “algoritmos da Google determinassem a base de dados", afirmou ele.

Em resposta à queixa final de Quinsey em torno dum viés na redacção de notícias, Cameron afirmou que "pode existir algo dessa natureza." No entanto, Cameron alegou que qualquer viés jornalístico provavelmente iria colocar-se contra as conclusões do seu estudo, "visto que os média dos países Ocidentais são conhecidos pelo seu víes pro-homossexualismo" e podem tender a censurar referências homossexuais.

Cameron tem muitos apoiantes entre as organizações dedicadas a defender os valores familiares tradicionais, um deles sendo Brian Clowes, pesquisador junto da Human Life International:

Eu sou levado a concordar com o Dr. Cameron.

Clowes levantou as mesmas questões no seu estudo de 2005, "Child Molestation by Homosexuals and Heterosexuals", (Homelitic and Pastoral Review, May, 2005). Nele, Clowes e o seu colaborar Brian Sonnier listaram muitos estudos académicos que demonstravam uma ligação entre o abuso sexual e o homossexualismo.

Um desses estudos, feito pelo renomeado pesquisador de sexualidade depravada, o Checo-Canadiano Karl Freund, citou 17 estudos anteriores demonstrando que, embora os agressores sexuais masculinos cometam duas vezes mais crimes "heterossexuais" (contra vítimas femininas menores) do que os crimes "homossexuais" que eles cometem contra machos que ainda são menores, o número de homens heterossexuais adultos na população geral é vinte vezes maior que o número de homens homossexuais.

Isto significa que o homossexualismo está desproporcionalmente representando nos crimes sexuais contra crianças.

Clowes disse ao LifeSiteNews que fez esse estudo porque "grupos homofílicos Católicos tais como Dignity USA estavam a negar a existência de alguma evidência científica conectando o homossexualismo com o abuso sexual. Eu descobri que isso não era de todo verdade."

Mas o que dizer do estudo do John Jay College em torno do escândalo dos abusos do clero? Comissionado pelo U.S. Conference of Catholic Bishops, a equipa de John Jay estudou os registos das dioceses da maior parte do Estados Unidos, e apurou que 80 porcento dos padres sexualmente abusadores eram machos, mas concluiu que o homossexualismo não era a causa. Clowes respondeu:

Os dados do seu relatório claramente mostram a conexão. Só posso concluir que eles foram intimidados a declarar uma conclusão diferente.

A intimidação por parte do lobby homossexual é um factor enorme dentro do mundo académico, afirmou Clowes, acrescentando que ninguém sabe isto melhor que o Dr. Cameron:

Ele viu a sua reputação a ser manchada de forma brutal.

Entre os ataques estavam acusações de que a sua pesquisa era de má qualidade, que a mesma não aparecia em jornais científicos revistos por pares, que ele odiava os homossexuais, e que ele havia sido "expulso" da American Psychological Association devido a estas ofensas. Todas estas alegações são falsas, afirmou Clowes. O que é verdade é que o Southern Poverty Law Center, sediado no Alabama, qualificou a Family Research Institute de Cameron de intolerante, acusação que foi feita a todos os grupos sem fins lucrativos Americanos que defendem os tradicionais valores Cristãos e familiares.

Clowes especulou que a ligação entre o homossexualismo e o abuso de menores seja o facto de ambos procederem dum desenvolvimento sexual incompleto. Cameron afirma que não sabe o porquê desta ligação existir, mas diz que a mesma estende-se para o passado, até ao tempo dos Gregos clássicos. Ele explica também os dados por ele apurados - que países que mais aceitam o homossexualismo testemunham uma maior percentagem de homossexualismo nas taxas dos seus crimes sexuais - com uma palavra: "acesso".

Actualmente, em países mais simpatéticos em relação ao homossexualismo, tais como a Europa Ocidental e a Commonwealth Britânica, os homossexuais podem ser professores, pastores, treinadores, líderes de Escuteiros, pais adoptivos, disse ele, alegando que uma maior oportunidade está a gerar mais casos criminosos.

domingo, 7 de agosto de 2011

A realidade do gaysamento

Por Dr. Paul Cameron


Dr. Cameron é Presidente do Family Research Institute de Colorado Springs, Colorado USA. Você pode contactá-lo em: Family Research Institute, PO Box 62640, Colorado Springs, CO 80962 USA. Número do Telefone: (303) 681-3113. (Eles não têm um endereço de e-mail.)


A sociedade tem um interesse garantido legalmente em proibir comportamentos que põem em perigo a saúde ou a segurança da comunidade. Por causa disso, uniões homossexuais têm sido historicamente proibidas pela lei.


Homossexuais sustentam que seus relacionamentos são equivalentes ao casamento entre um homem e uma mulher. Eles pedem que a sociedade dignifique e aprove suas parceiras dando-lhes status legal de 'casamentos'. Eles, além disto, argumentam que homossexuais deveriam ser permitidos se tornar encorajados pais ou adotar crianças.


A melhor evidência científica sugere que colocar o selo social de aprovação às parcerias homossexuais danificaria a sociedade em geral e homossexuais em particular.


Um grande corpo de evidência científica sugere que o casamento homossexual é uma falsificação grosseira do casamento tradicional e que oferece um claro e presente perigo à saúde da comunidade:


O casamento tradicional aprimora a saúde de seus participantes, tem a taxa mais baixa de violência doméstica, prolonga a vida, e é o melhor contexto no qual se educam crianças.


Parcerias homossexuais minam a saúde de seus participantes, têm a taxa de violência doméstica mais alta, e é um ambiente miserável no qual se educam crianças.


Os Fatos a Respeito do Casamento Homossexual

Fato #1: Casamentos homossexuais têm vida curta.

Quando alguém examina os padrões do comportamento homossexual, fica claro que a demanda pelo casamento homossexual legal é menos a respeito do casamento do que a pressão pela legitimidade. A maioria dos gays e lésbicas não está em relacionamentos monógamos, e em verdade freqüentemente vivem sozinhos por preferência.

  • Em um estudo(1) de 2,000 gays norte-americanos e europeus nos anos 60, pesquisadores descobriram que "viver sozinho é provavelmente o padrão residencial chefe para homossexuais masculinos. Isso fornece a liberdade para o propósito qual seja do estilo de vida homossexual que alguém escolha, sejam encontros secretos em estacionamentos ou imersão na subcultura homossexual. Em acréscimo, relacionamentos homossexuais são frágeis o suficiente para fazer seu padrão residencial comum se deliberado ou não."
  • Um estudo de 1970 em San Francisco(2) descobriu que aproximadamente 61% dos gays e 37% das lésbicas estavam vivendo sozinhas.
  • Em 1977, o Spada Report(3) registrou que somente 8% dos gays em sua amostra reivindicaram ter um relacionamento monógamo coabitando com um amante.
  • No mesmo ano(4) mais de 5,000 gays e lésbicas foram perguntados: "Você se considera 'casado' com um outro [homossexual]?" Somente 40% das lésbicas e 25% dos gays disseram "sim". Os autores notaram que com "pares gays masculinos, é difícil mesmo sugerir que haja normas de comportamento. [Alguém] poderia esperar encontrar um padrão claro de 'categorias' emergindo das respostas às questões sobre amantes, namorados e relacionamentos. Em verdade, nenhum padrão emergiu."
  • No começo dos anos 80, uma grande amostra não aleatória (5) de quase 8,000 pares heterossexuais e homossexuais responderam a anúncios em jornais alternativos. O número médio de anos juntos foi de 9.8 para os casados, 1.7, para os heterossexuais coabitantes, 3.5 para os pares gays, e 2.2 para os pares de lésbicas.


Variedade por cima da Monogamia

Embora ativistas gays freqüentemente argumentam que legalizar o casamento homossexual ajudaria a tornar tais relacionamentos mais permanentes, a realidade é que a maioria dos gays desejam variedade em seus parceiros de sexo, não a monogamia do casamento tradicional.

  • Em 1987, somente 23% dos gays de Londres (6) reportaram exclusividade sexual "no mês antes da entrevista".
  • Em 1990, somente 12% dos gays em Toronto, Canada(7) disseram que eles estavam em relacionamentos monógamos.
  • Em 1991, no meio da crise da AIDS, gays australianos(8) foram monitorados a ver se eles tinham mudado seus hábitos sexuais. Não houve essencialmente nenhuma mudança em 5 anos: 23% relataram um relacionamento monógamo, 35% um relacionamento não-monógamo, e 29% só "sexo casual". Os autores relataram que "havia quase tantos homens movendo-se para monogamia como fora dela, e fora das parcerias somente casuais como dentro delas."
  • Em 1993, um estudo(9) de 428 gays em San Francisco descobriu que somente 14% relataram apenas um único parceiro sexual no ano anterior. A vasta maioria teve múltiplos parceiros de sexo.
  • Em 1994, a maior revista nacional gay relatou que somente 17% de suas amostras de 2,500 gays reclamaram viver juntos em um relacionamento monógamo.

Mesmo gays que têm parceiros por longo período não agem por 'regras' típicas. Somente 69% dos gays holandeses" com um 'parceiro' tipo casamento realmente vivem juntos. O número médio de "parceiros externos" por ano de 'casamento' foi 7.1 e subiu de 2.5 no primeiro ano do relacionamento para 11 no 6º ano.


Por que casamentos homossexuais são mais curtos e inferiores aos casamentos tradicionais?

Em qualquer época determinada, menos de um terço dos gays e, aproximadamente, metade das lésbicas estão vivendo com amante. Porque os relacionamentos são tão curtos, a media homossexual pode antecipar muitos, muitos 'divórcios'.


Em qualquer instante, cerca de 10% dos gays vivem juntos em relacionamentos monógamos. Sua monogamia raramente continua além de um ano. Talvez metade das lésbicas vivam juntas em relacionamentos monógamos. Esses tipicamente se dissolvem em um a três anos.


Esses mesmos padrões aparecem na literatura científica por sobre os últimos 50 anos, tanto muito tempo atrás quanto durante a epidemia de AIDS. Essa consistência sugere uma realidade associada com a prática da homossexualidade, uma realidade improvável de ser afetada por mudanças nas leis de casamento.


A Experiência Dinamarquesa

Na Dinamarca, uma forma de casamento homossexual tem sido legal desde 1989. por volta de 1995, menos que 5% dos homossexuais dinamarqueses contraíram casamento, e 28% desses casamentos já terminaram em divórcio ou morte.(12)


A experiência dinamarquesa não fornece qualquer evidência que o 'casamento' gay seja benéfico. Homens que casaram com homens eram três vezes mais aptos a serem viúvos antes da idade dos 55 em relação aos homens que casaram com mulheres! Similarmente, uma mulher que casou com uma mulher era três vezes mais apta de ser uma viúva do que uma mulher que casou com um homem.


Fato #2: Estudos mostram que o casamento homossexual é arriscado a saúde de alguém.

Através do mundo, numerosos pesquisadores relataram que homossexuais 'comprometidos' ou 'emparelhados' são mais aptos de se engajar em práticas sexuais em alto risco e biologicamente anti-higiênicas do que gays 'solteiros'. Como uma conseqüência dessa atividade, eles aumentaram suas chances de contrair AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis ou de origem sangüínea.

  • Em 1983, perto do começo da epidemia da AIDS, gays em San Francisco(13) que reclamaram estar em "relacionamentos monógamos" foram comparados àqueles que não eram. Sem exceção, aqueles em relacionamentos monógamos mais freqüentemente relataram que eles tinham se engajado em atividade biologicamente insalubre durante o ano passado. Como exemplo, 4.5% dos monógamos v. 2.2% dos sem parceiros engajaram-se em beber urina, e 33.3% v. 19.6% reivindicaram praticar sexo oral-anal.
  • Em uma amostra de gays de Londres (6) em 1987, aqueles infectados com HIV eram mais aptos a ter parceiros regulares do que aqueles não assim infectados. Em 1989, pesquisadores italianos (14) investigaram 127 gays presentes em uma clínica de AIDS. Doze por cento daqueles sem parceiros fixos v. 28% daqueles com parceiros fixos eram HIV+. Os investigadores observaram que "para nossa surpresa, prostitutos masculinos não pareciam estar em risco aumentado, enquanto homossexuais que relataram ter um parceiro fixo (p.e., o mesmo homem pelos seis meses anteriores) levaram a cabo o mais alto risco relativo."
  • Durante 1991-92, 677 gays na Inglaterra(15) foram perguntados sobre "sexo anal desprotegido". Aqueles que tiveram parceiros 'regulares' relataram vidas sexuais que eram "cerca de três vezes mais prováveis de se envolver em sexo anal desprotegido do que parcerias descritas como de manter-se 'casual/uma noite"'. Sexo com um parceiro regular "era bem mais importante do que falta de ciência do status de HIV em facilitar comportamento de alto risco."
  • Um estudo de um diário sexual britânico (16) de 385 gays relatou que homens em relacionamentos "monógamos" praticaram mais intercurso anal e mais sexo anal-oral do que aqueles sem um parceiro fixo. Concluiu-se que "homens gays em um relacionamento fechado... exibem... o mais alto risco de transmissão de HIV."
  • Em 1992, uma amostra(17) de 2,593 gays de Tucson, AZ e Portland, OR reforçaram a consistente descoberta que "homens gays em relacionamentos primários são significantemente mais prováveis do que homens solteiros a engajar-se em intercurso anal desprotegido."
  • Similarmente, uma amostra de 1993(18) de gays de Barcelona, Espanha praticou sexo de mais alto risco com seus parceiros regulares do que com casuais apanhados.
  • Até um estudo de 1994(19) de mais de 600 lésbicas demonstrou que "a conexão entre monogamia e sexo desprotegido,... era muito consistente por todas as entrevistas. Sexo protegido era geralmente igualado com encontros casuais; sexo desprotegido era geralmente igualado com relacionamentos com confiança. Não usar barreiras de látex era visto como um caminho no processo de comprometimento relacional. Escolher ter sexo desprotegido indicava aprofundar a confiança e intimidade conforme o relacionamento progredia."


Por que o casamento homossexual é um perigo à saúde?

Enquanto pessoas casadas comprometem-se e geralmente vivem acima de suas promessas de fidelidade sexual, participantes de "casamentos" gays e lésbicos oferecem a cada um algo totalmente diferente. Eles vêem intimidade biológica comum e assumir risco sexual como a marca de confiança e comprometimento. Ser exposto dessa forma às descargas corporais de seu parceiro aumenta o risco de doença, especialmente se aquele parceiro era 'casado' com alguém mais antes ou engajado em sexo com outros fora do relacionamento.


A evidência é forte que tanto gays e lésbicas são mais aptos a assumir riscos biológicos quando tendo sexo com um parceiro do que quando tendo sexo casual. A evidência é também forte que gays desproporcionalmente contraem mais doenças, especialmente a AIDS e as várias formas de hepatite, de sexo com "parceiros" do que de sexo com estranhos. Há também alguma evidência (20) que gays com parceiros são mais aptos a morrer tanto de condições de AIDS e não-AIDS do que aqueles sem parceiros.


Como gays, lésbicas 'casadas' são mais aptas a se engajar em intimidade biológica e assumir riscos. Porém, há insuficiência evidência a concluir se taxas de doença ou morte são mais altas por lésbicas com parceiras ou sem parceiras.


Fato #3: Casamento homossexual tem a taxa mais alta de violência doméstica

A violência doméstica é uma preocupação de saúde pública. Entre heterossexuais, não somente é uma sinalização óbvia de casamento problemático, mas a atenção da mídia e dólares de impostos para ajudar as 'mulheres espancadas' têm tanto crescido tremendamente nos recentes anos. O que não é reportado é a evidência empírica sugerindo que pares homossexuais têm taxas mais altas de violência doméstica do que casais heterossexuais, especialmente entre lésbicas.


Em 1996,(21) Susan Holt, coordenadora da unidade de violência doméstica do Centro de Gay e Lésbica de Los Angeles, disse que "violência doméstica é o terceiro maior problema de saúde encarado pela comunidade gay e lésbica de hoje e atrás somente de AIDS e abuso de substâncias... em termos de números absolutos e letalidade."


A taxa media de violência doméstica no casamento tradicional, estabelecida por uma pesquisa do governo federal por toda a nação (22) de 6,779 casais casados em 1988, é aparentemente menor que 5% por ano. Durante seus anos mais recentes de casamento, 2.0% dos maridos e 3.2% das esposas disseram que eles foram golpeados, empurrados ou tiveram coisas neles atiradas. Heterossexuais não casados, coabitando relatam (23) taxas mais altas de violência numa taxa de cerca de 20% a 25% por ano.



Quando o mesmo padrão é aplicado aos relacionamentos de gays e lésbicas, as seguintes evidências emergem:


  • Em 1987,(24) 48% das 43 lésbicas, e 39% dos 39 pares gays da Geórgia reportaram violência doméstica.
  • Em 1988,(25) 70 estudantes lésbicas e gays participaram em um estudo de resolução de conflito em relacionamentos de gays e lésbicas. Estimados 29% de pares gays e 56% de pares de lésbicas experimentaram violência no ano passado.
  • Em 1989,(26) 284 lésbicas foram entrevistadas que estavam envolvidas "em um relacionamento comprometido, coabitando" durante os últimos 6 meses. Ajustado para reportar por apenas um parceiro, estimados 43% dos relacionamentos foram violentos no ano passado.
  • Em 1990,(27) quase metade dos 90 pares de lésbicas em Los Angeles reportaram violência doméstica anualmente. 21% dessas mulheres disseram que elas eram mães. De forma interessante, daquelas mães que tinham crianças vivendo com elas, 11 viveram em relacionamento "violentos" e 11 em relacionamentos "não-violentos". Assim, diferente do tradicional casamento onde pais freqüentemente abrirão mão de brigar para defender as crianças da hostilidade, não houve qualquer evidência dessa investigação que a presença de jovens reduzia a taxa de violência doméstica.

Geralmente, a evidência está claramente convencendo que a violência doméstica homossexual excede a violência doméstica heterossexual. A limitada literature científica sugere que violência física doméstica ocorre todo ano entre menos de 5% dos casais tradicionalmente casados, 20% a 25% dos coabitantes heterossexuais, e aproximadamente metade dos pares de lésbicas. A evidência é menor certamente para gays, mas sua taxa parece cair em qualquer lugar entre aqueles não casados, coabitantes heterossexuais e lésbicas.


Fato #4: Violência doméstica homossexual é um problema bobo em relação a ataques gays

Ativistas gays e a mídia são rápidos em afirmar que atitudes discriminatórias pela sociedade 'heterossexual' conduz diretamente à violência contra (p.e., 'agressões a gays'). Em verdade, a evidência sugere que violência doméstica homossexual substancialmente excede, em freqüência e letalidade, qualquer e todas as formas de agressões a gays. Isto é, a violência que homossexuais causam um ao outro é muito mais significante que a violência que outros causam a homossexuais.


Em 1995, um consórcio de violência doméstica homossexual conduziu um estudo (28) em seis cidades: Chicago, Columbus, Minneapolis, New York, San Diego, e San Francisco onde relatos de perturbação anti-homossexual ou violência doméstica do mesmo sexo foram tabulados.


Os incidentes de perturbação envolveram chamar pelo nome (p.e., 'faggot,' 'queer') a dano físico real ou dano à propriedade. Violência doméstica homossexual, por outro lado, referiu-se somente a incidentes em que ocorreu dano físico real ou foi seriamente ameaçado (p.e., encontrou o padrão legal para violência doméstica).


Os resultados? Por toda nação,(29) bem como nessas cidades, por volta da metade dos relatos de perturbação anti-homossexual em 1995 envolveram somente difamações ou insultos, assim não elevando-se ao nível de real ou ameaçada violência física.


Em San Francisco, houve 347 chamadas a respeito de violência doméstica do mesmo sexo e 324 chamadas a respeito de perturbação anti-homossexual. Em três das cinco cidades houve também mais chamados relatando violência doméstica do mesmo sexo em relação a perturbação anti-homossexual. A mesma razão foi relatada para o estudo como um todo.


Dado que metade dos relatos de perturbação não elevaram-se ao nível de violência, enquanto violência doméstica significava exatamente que, se os dados colhidos por esse consórcio de homossexuais corresponde à realidade fundamentada, a ameaça física aos homossexuais de violência doméstica do mesmo sexo é mais do que duas vezes maior que a ameaça física que eles experimentam de 'fora'.


Preferencialmente a ser um 'abrigo contra tempestades da vida', como o casamento tradicional é algumas vezes caracterizado, estando homossexualmente emparceirado realmente aumenta os perigos físicos associados com homossexualidade.


Fato #5: Homossexuais são miseráveis pais

Menos de 20 estudos empíricos foram feitos sobre pais homossexuais. Esses estudos foram pequenos, induzidos e geralmente falharam em endereçar muitas das preocupações tradicionais a respeito da paternidade homossexual. Porém, à evidência limitada eles geraram apoio ao que o senso comum esperaria.


O maior estudo,(30) e o único baseado em uma amostra aleatória, estimou que menos da metade de um por cento dos norte-americanos tiveram um pai homossexual. Aqueles que tiveram era mais prováveis a:

  1. reportar ter tido sexo com um pai/mãe,
  2. experiência da homossexualidade como seu primeiro encontro sexual,
  3. ser sexualmente molestado,
  4. se tornar homossexual ou bissexual, e
  5. relatar falta de satisfação com sua infância.

Os vários estudos,(31) adicionados juntos, sugerem que as crianças de homossexuais são pelos menos 3 vezes mais aptas a se tornarem homossexuais do que crianças educadas por casamentos tradicionais.


Além disto, há razoável evidência, tanto na literatura empírica quanto em dúzias de casos da corte concordando com o assunto,(32) que crianças de homossexuais são mais aptas a serem sexualmente expostas ao estilo de vida homossexual e/ou molestadas.


Finalmente, evidência substancial (31) sugere que as crianças de homossexuais são mais aptas a duvidarem de sua própria sexualidade, se sentirem envergonhadas pelos seus pais homossexuais, e serem importunadas e ridicularizadas por seus colegas.


O que nós podemos concluir?

Casamento homossexual é uma má idéia. Enquanto o casamento tradicional cede benefícios a seus participantes bem como à sociedade, casamentos gays causam danos a todos, especialmente os próprios homossexuais. Não somente dá lugar a homossexuais em risco aumentado pelo HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis, mas também os sujeita a uma ameaça aumentada de violência doméstica e morte prematura.


O casamento homossexual não é nada parecido com o casamento tradicional. Uniões homossexuais não são erigidas em volta de comprometimentos por resto da vida, nem são bons ambientes para educar as crianças.


Aqueles que apóiam legalizar casamento homossexual incluem as mesmas pessoas misericordiosas que patrocinaram o direito de solteiros se tornarem pais. Nós conhecemos os resultados dessa campanha: um terço das crianças da nação não têm um pai. Nós também sabemos que crianças sem pais muito mais freqüentemente vão miseravelmente na escola, arrumam problemas com a lei e se tornam pais de função defeituosa.


Seria ridículo ocupar-se com algo tão vital à saúde pessoal e social quanto o casamento tradicional com vistas a aplacar as mesmas almas perturbadas que pressionam por nossa bagunça cultural atual.

Referências

1. Weinberg, M.S. Williams, C.J. Male homoseruals: their problems adaptations. NY: Penguin, 1975.

2. Bell, A. P. Weinberg, M.S. Homosexualaies NY:Simon Schusver, 1978.

3. Spada, J. The Spada repon. NY:Sigmet, 1979

4. Jay, K. Young, A. The gay report. NY:Summit, 1979.

5. Blumstein, P. Schwartz, P. American couples NY:Morrow, 1983.

6. Hunt, A. J., et al. Genitourinary Medicine, 1990, 66, 423427.

7. Orr, K., Morrison, K. Doing it in the 90s. Univ. Toronto Laval Universities, 1993.

8. Kippax, S., et al. AIDS, 1993, 7, 257-263.

9. Osmond, D. H., et al. Amer I Public Health, 1994, 84, 1933-1937.

10. Lever, J. Advocate, Issue 661/662, August, 23, 1994, 15-24.

11. Deenen, A. A., et al. Archives Serual Behavior,1994, 23, 421431.

12. Wockner, R. Advocate, Issue 726, February 4, 1997, 26.

13. McKusick, L., et al. Amer I Public Health, 1985, 75, 493-496.

14. Franceschi, S., et al. Lancet, 1989, 1, 42.

15. Dawson, J. M., et al. AIDS, 1994, 8, 837-841.

16. Coxon A.P.M., et al. AIDS, 1993, 7, 877-882.

17. Hoff, C.C., et al. I Acquired Immune Deficiency Syndromes, 1997, 14, 72-78.

18. Wang, J. et al. Soc Sci Med, 1997, 44, 469-77.

19. Stevens, P. E. Soc Sci Med, 1994, 39,1565-78.

20. Cameron, P., Playfair, W. L., Wellum, S. The longevity of homosexuals. Omega, 1994, 29, 249 272.

21. Holt S. Ending the cycle of domestic violence. Gay Lesbian Times, 9126196, p. 39.

22. Sorenson, J, et al.. Amer I Public Health. 1996, 86, 3540.

23. Ellis, D. Violence Victims, 1989, 4, 235-255.

24. Gardner, R. Method of conflict resolution correlates af physical aggression victimization in heterosezual, lesbian, gay male couples. Unpub Doc Dis, U Georgia, 1988.

25. Waterman, C.K, et al. J Sel Research 1989, 26, 118 124.

26. Lockhart, L.L., et al. I Interpersanal Vialence, 1994, 9, 469492.

27. Coleman, V. Violence in leshian couples: a berween groups comparison. Unpub Doc Dis, CA Sch Prof Psych:LA, 1990.

28. Merrill, G. Press release from National Coalition of Anti-Violence Programs, October 22, 1996 from San Francisco various inteniews in November, 1996 with senior author Memll, Jem Lynn Fields in Chicago, Bea Hanson in New York.

29. Anti-Lesbian/Gay Violence in 1995. Horizons Community Senices. Self published.

30. Cameron, P. Cameron, K. Homosexual parents, Adolescence, 1996, 31, 757-776.

31. Cameron, P. Cameron, K. Did the APA misrepresent the scientific literature to couns in suppon of homosexual custody? I Psychology, 1997, 131, 1-20.

32. Cameron, P. Cameron, K. Homosexual parents: a natural comparison. Psychol Repts, 1997, in press.

Esse panfleto educacional foi produzida pelo Family Research Institute, Inc., Dr. Paul Cameron, Presidente. Um completo relato está disponível para uma doação de $25 nos EUA, $40 no estrangeiro, com a postagem incluída.

Family Research Institute
PO Box 62640
Colorado Springs, CO 80962
Phone: (303) 681-3113

The Family Research Report newsletter is $25/year ($40 foreign)

Copyright, 1997, Family Research Institute, Inc.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Abundantes casos de pedofilia homossexual no sistema que cuida das crianças órfãs

Mary Rettig

(AgapePress) — Um pesquisador pró-família afirma que um estudo preocupante sobre o abuso de crianças órfãs (sob a supervisão do governo em lares temporários ou não) demonstra uma necessidade real de mais informações.

O foco de sua preocupação imediata é um estudo do Instituto de Pesquisa de Família envolvendo o sistema público que cuida das crianças órfãs. O estudo revelou que uma percentagem desproporcionalmente elevada de casos de abuso sexual era de natureza homossexual.

O Dr. Paul Cameron do Instituto de Pesquisa de Família declara que o estudo mostrou que mais de um terço dos casos de abuso sexual dentro do sistema que cuida de crianças órfãs no Estado de Illinois eram incidentes homossexuais, e ele crê que esses números reflectem o resto dos Estados Unidos.

No entanto, o médico observa que um grande problema na hora de impedir tais abusos [no país inteiro] é que é extremamente difícil de obter informações de outros estados.

Cameron sente que é extremamente importante saber mais sobre essa situação trágica, e ele está suplicando ao público que pressione os que podem ajudar a tratar dessa situação. “O que precisamos”, diz ele, “e o que eu pediria que vocês fizessem é que se um político no estado em que vocês vivem afirma que [suas autoridades estão] preocupadas com isso, então por favor façam com que esse político revele essas informações ao público”.

Embora o estudo de Illinois não tivesse investigado para descobrir se os pais adotivos pedófilos eram homossexuais, o porta-voz do Instituto de Pesquisa da Família sente que suas revelações chocantes deveriam ser consideradas com todo o cuidado e tratadas com a devida seriedade. “Nesse estudo, descobrimos que 34 por cento dos estupros foram cometidos por homossexuais. Isso é totalmente inaceitável”, diz ele.

Cameron mostra que a Associação Americana de Psicologia declarou em 2004 seu apoio aos esforços para permitir que homossexuais adotem crianças ou prestem assistência a crianças órfãs. No entanto, o médico sustenta que tais associações profissionais podem estar tão emaranhadas nas tão chamadas causas de direitos iguais que ninguém se lembre do bem-estar das crianças.

E o pesquisador observa que, lamentavelmente, as crianças órfãs que estão sob os cuidados do governo tendem de modo especial a acabar sendo tratadas como mercadorias. Contudo, avisa ele, embora essas crianças sejam descartadas pela sociedade, essa mesma sociedade sofrerá as consequências mais tarde pelos problemas que essas jovens vítimas causarão quando se tornarem adultas.

Cameron espera que o estudo do Instituto de Pesquisa de Família envolvendo pedofilia no sistema que cuida de órfãos levará a uma mudança nas políticas sobre pais adotivos, apesar das tão chamadas questões de igualdade. E ele espera que mais estudos sejam feitos e mais informações sejam dadas ao público sobre a importante questão envolvendo o bem-estar das crianças em toda a sociedade.

© 2005 AgapePress all rights reserved.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com.br/

Fonte: http://headlines.agapepress.org/archive/3/afa/142005d.asp

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Homossexualismo é mais perigoso que fumar

Dr. Paul Cameron, psiquiatra norte-americano, PHD, publicou estudo sobre a expectativa de vida de homossexuais [1]. Segundo ele, a típica expectativa de vida de homossexuais sugere que suas atividades são mais destrutivas do que fumar e tão perigosas quanto usar drogas.Estudos têm demonstrado que anos de fumo encurtam a expectativa de vida do fumante de 1 a 7 anos. Mas a análise da idade de morte na Noruega e na Dinamarca para gays que estão legalmente casados sugere que se engajar em comportamento homossexual reduz a expectativa de vida em 24 anos.Conforme frisado pelo Dr. Paul Cameron:

“Dada a grandemente reduzida expectativa de vida para homossexuais, crianças na escola deveriam ser fortemente e consistentemente avisadas sobre os perigos do homossexualismo muito mais do que de fumar. Aquelas escolas que estão introduzindo currículos pró-gay necessitam repensar suas prioridades.“[2]

A preocupação da sociedade com riscos de saúde é legítima – eles impactam em nossos impostos e no perigo de todos à doença e ao dano. Porque nós temos cuidado com isso, fumantes são desencorajados de fumar por mais altos incrementos de segurança, com impostos em cigarros e com proibições de fumar em público.

Essas pressões sociais motivam muitos a abandonar tais hábitos. Elas, outrossim, encorajam não-fumantes a permanecer como não-fumantes.

Homossexuais são pessoas sexualmente problemáticas se engajando em atividades perigosas. Porque nós temos cuidado com eles e aqueles que aliciam a se juntar a eles, é importante que nós nem encorajemos nem legitimemos um tal destrutivo estilo de vida.

Enfim, se precisamos de Dia Mundial sem Tabaco, precisamos muito mais de um Dia Mundial sem Homossexualismo.


[1] http://www.lifesite.net/ldn/2007/apr/07040309.html
[2] http://www.lifesite.net/ldn/2007_docs/CameronHomosexualFootpr

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...