sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Pervertendo a lei para agradar 1,5% da população

Apenas 1 em cada 66 britânicos se identifica como homossexual ou bissexual, números que se encontram  em oposição à estimativa amplamente aceite de que 10% da população é homossexual, e aos 6% estimados por Whitehall quando a legislação em favor das uniões civis foi escrita em 2003.

A pesquisa da "Office of National Statistics" [ONS] apurou que 1,5% dos homens define-se como homossexual, 0,7% das mulheres define-se como lésbica, e 0,4% das pessoas identificam-se como bissexuais.

A percentagem da população homossexual - um assunto muito sensível entre os activistas homossexuais e os seus opositores - tem permanecido virtualmente igual desde que a ONS começou a fazer pesquisas em larga escala, há 3 anos atrás.

Os grupos que defendem a preservação do casamento natural não só afirmam que estes dados revelam que a população homossexual é "ínfima", como questionam os planos de David Cameron para mudar a lei. No entanto, os activistas homossexuais membros do grupo Stonewall afirmaram que os métodos de pesquisa da ONS foram "ineficientes" e que os 6% permanecem uma "estimativa ajustada".

A contagem oficial da identidade sexual foi feita pela "Integrated Household Survey", que questionou 350,000 pessoas. Os 1,5% dos homens que se afirmam como homossexuais comparam-se aos 1,3% de 2010, ao mesmo tempo que as 0,7% das mulheres que se declararam lésbicas comparam-se aos 0.6% de 2010. A população heterossexual, registada como 94.2% da população em 2010, é 93.9% este ano.

O número de pessoas que se recusou a responder ou que afirmou não saber subiu de 3,2% em 2010 para 3,6%.  De modo geral, 1,5% da população britânica declarou ser lésbica, gay ou bissexual. A percentagem mais baixa de homossexuais (1,1%) no Este da Inglaterra.

Estes números chegam no momento exacto em que Cameron se encontra determinado em introduzir leis que permitam o "casamento" homossexual no registo civil mas não nas igrejas.

O grupo "Christian Institute" afirmou que os números da ONS significam que o Primeiro Ministro tem planos para revolucionar as leis do casamento como forma de satisfazer um pequeno segmento da sociedade. O porta-voz Mike Judge disse:

É surpreendente que uma alteração desta magnitude esteja a ser feita em favor duma proporção tão pequena da sociedade.

Mas o líder do grupo homossexual Ben Summerskill disse que "as pessoas não estavam a responder as questões de forma verdadeira":

Existem muitas boas razões para se obter números fidedignos. Por exemplo, Brighton não precisa de  tantas escolas primárias como Shrewsbury, porque há muitos homossexuais em Brighton e embora alguns tenham filhos [sic], eles são mais  susceptíveis de ter menos filhos. Este assunto centra-se no acesso às verbas públicas.Nós achamos que os 6%, número que a "Treasury" tem usado há já algum tempo, é uma estimativa ajustada.

Fonte

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Obviamente que quem acompanha a agenda marxista sabe que quem promove o "casamento" homossexual não o faz porque a população homossexual no seu todo realmente quer "casar", mas sim porque o efeito social que a normalização do homossexualismo causará na sociedade é benéfico para o esquerdismo; quanto mais fraca for a instituição do casamento natural, mais forte será a influência do governo na vida do cidadão comum.

Portanto, sempre que um governo introduz legislação para o "casamento" homossexual, o que ele realmente está a fazer é por em práctica um determinado tipo de leis que visam o aumento da área de influência das autoridades governamentais.

Um das coisas que os engenheiros sociais têm que levar a cabo para que o casamento natural seja destruído é alargar a sua definição até que essa instituição perca todo o seu significado. Por enquanto, isso implica a destruição da distinção sexual entre os conjugues. Mais tarde, o número de pessoas no "casamento" vai ser destruído, e por fim, o casamento nem terá mais que ser entre seres humanos.

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