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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

SIDA: Mais infecções em jovens gays e bissexuais

Dados provisórios divulgados pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge mostram uma elevada percentagem de infecções em pessoas heterossexuais de meia-idade, mas um aumento de novos diagnósticos de infecção por VIH em jovens do sexo masculino que tiveram relações sexuais com outros homens.

Metade destes homens tinha 32 anos ou menos na data do diagnóstico, alertaram hoje, Dia Mundial de Luta Contra a Sida, as associações Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgénero (ILGA) e a associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e simpatizantes (rede ex aequo). 

Estes dados, notam as organizações, alertam para a especial vulnerabilidade de jovens gays ou bissexuais, sendo que, consideram, “a própria experiência da discriminação em função da orientação sexual continua a limitar a força da sua construção identitária e a ser um obstáculo a uma eficaz educação para a saúde”

Portugal é o terceiro país da União Europeia (UE) com maior taxa de casos de SIDA, quer em termos de prevalência, quer em termos de incidência. Quase três casos por dia de infecção por VIH/SIDA foram diagnosticados no ano passado no país, num total de 1.089 novas situações.

Por outro lado, segundo o Núcleo de Estudos da Infecção ao VIH da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, mais de 60% dos diagnósticos são realizados tardiamente, o que põe em causa a eficácia dos tratamentos, o bem-estar de doentes, a sua qualidade de vida e a própria incidência da infecção. 

A redução do número de pessoas não diagnosticadas só acontecerá quando o rastreio da infecção pelo VIH se tornar parte integrada dos cuidados de saúde”, consideram ainda a ILGA e a ex aequo.


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Eu tenho outra sugestão: que tal se a ilga militasse contra um comportamento que claramente aumenta o risco de contágio?

O que causa o aumento das taxas de contágio entre os homoeróticos não é “a própria experiência da discriminação em função da orientação sexual" mas sim o facto desse estilo de comportamento sexual ser clinicamente auto-destrutivo.







sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Pervertendo a lei para agradar 1,5% da população

Apenas 1 em cada 66 britânicos se identifica como homossexual ou bissexual, números que se encontram  em oposição à estimativa amplamente aceite de que 10% da população é homossexual, e aos 6% estimados por Whitehall quando a legislação em favor das uniões civis foi escrita em 2003.

A pesquisa da "Office of National Statistics" [ONS] apurou que 1,5% dos homens define-se como homossexual, 0,7% das mulheres define-se como lésbica, e 0,4% das pessoas identificam-se como bissexuais.

A percentagem da população homossexual - um assunto muito sensível entre os activistas homossexuais e os seus opositores - tem permanecido virtualmente igual desde que a ONS começou a fazer pesquisas em larga escala, há 3 anos atrás.

Os grupos que defendem a preservação do casamento natural não só afirmam que estes dados revelam que a população homossexual é "ínfima", como questionam os planos de David Cameron para mudar a lei. No entanto, os activistas homossexuais membros do grupo Stonewall afirmaram que os métodos de pesquisa da ONS foram "ineficientes" e que os 6% permanecem uma "estimativa ajustada".

A contagem oficial da identidade sexual foi feita pela "Integrated Household Survey", que questionou 350,000 pessoas. Os 1,5% dos homens que se afirmam como homossexuais comparam-se aos 1,3% de 2010, ao mesmo tempo que as 0,7% das mulheres que se declararam lésbicas comparam-se aos 0.6% de 2010. A população heterossexual, registada como 94.2% da população em 2010, é 93.9% este ano.

O número de pessoas que se recusou a responder ou que afirmou não saber subiu de 3,2% em 2010 para 3,6%.  De modo geral, 1,5% da população britânica declarou ser lésbica, gay ou bissexual. A percentagem mais baixa de homossexuais (1,1%) no Este da Inglaterra.

Estes números chegam no momento exacto em que Cameron se encontra determinado em introduzir leis que permitam o "casamento" homossexual no registo civil mas não nas igrejas.

O grupo "Christian Institute" afirmou que os números da ONS significam que o Primeiro Ministro tem planos para revolucionar as leis do casamento como forma de satisfazer um pequeno segmento da sociedade. O porta-voz Mike Judge disse:

É surpreendente que uma alteração desta magnitude esteja a ser feita em favor duma proporção tão pequena da sociedade.

Mas o líder do grupo homossexual Ben Summerskill disse que "as pessoas não estavam a responder as questões de forma verdadeira":

Existem muitas boas razões para se obter números fidedignos. Por exemplo, Brighton não precisa de  tantas escolas primárias como Shrewsbury, porque há muitos homossexuais em Brighton e embora alguns tenham filhos [sic], eles são mais  susceptíveis de ter menos filhos. Este assunto centra-se no acesso às verbas públicas.Nós achamos que os 6%, número que a "Treasury" tem usado há já algum tempo, é uma estimativa ajustada.

Fonte

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Obviamente que quem acompanha a agenda marxista sabe que quem promove o "casamento" homossexual não o faz porque a população homossexual no seu todo realmente quer "casar", mas sim porque o efeito social que a normalização do homossexualismo causará na sociedade é benéfico para o esquerdismo; quanto mais fraca for a instituição do casamento natural, mais forte será a influência do governo na vida do cidadão comum.

Portanto, sempre que um governo introduz legislação para o "casamento" homossexual, o que ele realmente está a fazer é por em práctica um determinado tipo de leis que visam o aumento da área de influência das autoridades governamentais.

Um das coisas que os engenheiros sociais têm que levar a cabo para que o casamento natural seja destruído é alargar a sua definição até que essa instituição perca todo o seu significado. Por enquanto, isso implica a destruição da distinção sexual entre os conjugues. Mais tarde, o número de pessoas no "casamento" vai ser destruído, e por fim, o casamento nem terá mais que ser entre seres humanos.

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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Parlamento da UE nega que homossexualidade seja doença

O Parlamento europeu aprovou nesta Quarta-Feira uma resolução que defende o respeito dos direitos dos gays, lésbicas, bissexuais e transgénero e argumentou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) deveria deixar de considerar a homossexualidade como uma doença mental.

"O Parlamento pede para que a OMS tire os transtornos de identidade sexual da sua lista de transtornos mentais e de comportamento", afirmou o texto, aprovado com ampla maioria.

Os eurodeputados condenaram o fato de a homossexualidade, bissexualidade e transsexualidade sejam consideradas como doenças mentais que necessitam tratamento psiquiátrico em alguns países, inclusive membros da UE.

A resolução também indica que países da União Europeia devem oferecer asilo aos cidadãos de outros países que são vítimas de perseguições por causa da sua orientação sexual.

-Fonte-


Sem sombra de dúvida que a homossexualidade é um desvio da normalidade sexual. Agora, de que ordem é esse desvio, isso é mais complexo.

Do ponto de vista da preservação da espécie, a homossexualidade não é um comportamento que uma sociedade normal deve promover uma vez que quanto maior for a propagação da homossexualidade, menos pessoas há dispostas a gerar nova vida através do normal acto sexual.

Para além disso, seria importante saber que novas evidências é que o Parlamento da UE descobriu que lhe conferem o direito de exigir que outros países deixem de prestar ajuda psicológica a quem voluntariamente a buscar. Este parece ser mais uma jogada política tendo em vista a satisfação dos propósitos da gaystapo.

Por fim, o que são os "direitos dos gays, lésbicas, bissexuais e transgénero" ?

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