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sábado, 26 de abril de 2014

Homossexuais contra o "casamento" homossexual

Dois comentadores homossexuais afirmaram que o "casamento" homossexual altera de um modo fundamental a definição da instituição de casamento, e apenas alguns poucos "protestantes" homossexuais é que queriam essa alteração.

O crítico de arte Brian Sewell e o colunista Andrew Pierce fizeram os seus comentários no momento em que os "casamentos" homossexuais começavam a ocorrer no Reino Unido. Escrevendo para o The Telegraph, Sewell disse que as uniões civis "pareciam ser a reforma final necessária":

Mas dentro de todas as minorias há um cerne de políticos e protestantes focados num só tópico que nunca estão satisfeitos e exigem sempre mais; entre os homossexuais, tanto homens como mulheres, isso não é excepção. Foi este núcleo barulhento que exigiu o casamento [sic] homossexual e, vendo um punhado de votos nisso, que levou David Cameron a dar o seu apoio.

Sewell comentou que, embora ele tenha "calmamente feito a minha parte na campanha pela igualdade", o "casamento" homossexual é "um direito que eu deploro". Ele disse ainda que a sociedade Britânica encontra-se "enraizada" no Cristianismo, e que a maior parte dos homossexuais "estão satisfeitos em respeitar a crença sincera e profunda mantida por Cristãos sérios e informados" que dão o seu apoio ao casamento entre um homem e uma mulher.

Sewell concluiu que foram "desperdiçados" recursos na "campanha errada".

Escrevendo para o Daily Mail, Andrew Pierce disse que o "casamento" homossexual teve o apoio do "políticos heterossexuais casados tais como David Cameron, que viram uma oportunidade cínica para polir as suas melosas credenciais liberais ao forçar o casamento [sic] homossexuals".

No entanto, disse Pierce, a introdução do "casamento" homossexual foi "politicamente, um erro de cálculo desastroso". Ele acrescentou que os políticos "ofenderam milhões de pessoas ao redefinirem arrogantemente o significado da relação entre um homem e uma mulher que há milhares de anos tem sido o pilar da sociedade":

Eles colocaram a Igreja numa posição desagradável ao sugerirem que ela tinha o dever moral de executar cerimónias homossexuais quando a larga maioria do clero e dos membros das congregações são contra elas. Pior ainda, os casamentos [sic] homossexuais que foram instalados não tornaram as duplas homossexuais mais "iguais" de qualquer forma significativa.

Fonte

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Estes homossexuais revelam o que já se sabia: a maior parte dos homossexuais não está interessada no "casamento" homossexual; só uma minoria de homossexuais politicamente motivada é que desenvolve esforços para perverter a definição de casamento.

Mas esta minoria de homossexuais não seria bem sucedida se não fosse a existência de políticos que olham com bons olhos a destruição da instituição do casamento. É essa elite política que é responsável pelo sucesso aparente da agenda homoerótica nos países Ocidentais. 

Resumindo: "Casamento" homossexual é uma manobra política que visa destruir o casamento natural, e não algo feito para beneficiar os homossexuais. Quem se opõe ao "casamento" homossexual não o faz motivado por ódio aos homossexuais, mas sim por amor à sociedade.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A consequência lógica do pseudo-casamento homoerótico.

Em mais um gesto rumo a destruição da instituição do casamento, dupla homossexual usada pelo Governo Britânico como forma de "vender" a ideia da legislação em favor do pseudo-casamento homoerótico, alegou agora que esta medida não vai suficientemente longe, e que estão a planear processar a Igreja.

Barrie Drewitt-Barlow afirmou que ele e o seu parceiro civil Tony levarão o assunto para os tribunais como forma de forçar as igrejas a albergar "casamentos" homossexuais. Ele afirmou ao Essex Chronicle que ele tomará as acções legais necessárias porque "Ainda não estou a obter o que quero".


Quando o governo Britânico deu os primeiros passos rumo à legalização do pseudo-casamento homoerótico, os críticos alegaram que os activistas não ficariam satisfeitos com a sua nova "igualdade", e que forçariam as instituições Cristãs a executar cerimónias homossexuais. Este novo desenvolvimento veio dar razão aos críticos.

A lei governamental legalizando o "casamento" homossexual foi aprovada recentemente pelo parlamento, mas a mesma incluia medidas que visavam proteger as igrejas de serem forçadas a realizar "casamentos" homossexuais. Drewitt-Barlow disse: 
Para nós, a única forma de avançar e desafiarmos a Igreja nos tribunais.
A dupla homoerótica ganhou fama em 1999 quando se tornou na primeira dupla homossexual britânica a ser nomeada nos certificados de nascimento dos filhos [sic]. Eles deram início à sua união civil em 2006 e alegadamente Barrie Drewitt-Barlow doou cerca de £500,000 para grupos de lobby que fazem activismo em favor da destruição do casamento.

Durante o ano passado, a Igreja de Inglaterra avisou que os planos do Governo de redefinir o casamento pode gerar problemas legais e acabar com a união de 500 anos entre a Igreja e o Estado.

Em Janeiro último um jurista eminente lançou um aviso premonitório, afirmando que os planos do governo colocavam a Igreja de Inglaterra aberta a ataques legais; o PM Britânico David Cameron recebeu uma cópia da opinião de Lord Carey, um antigo Arcebispo de Canterbury. Em Junho de 2012, Crispin Blunt MP, que era na altura o Ministro da Justiça, admitiu que os planos do Governo poderiam gerar questões legais. Blunt afirmou que o Governo busca formas de "proteger, e na verdade, evitar que as instituições religiosas tomem parte nos casamentos [sic] homossexuais", mas que "legalmente, isso pode ser problemático".


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Notaram que os activistas homossexuais só estão a processar os Cristãos embora exista outra confissão religiosa numerosa em Inglaterra que não "casa" os homoeróticos. Porque será que o foco dos activistas homossexuais se centra no Cristianismo?

"Casamento" entre dois homens?!!
Eles não se focam nos não-Cristãos porque a agenda homossexual foi especialmente criada para atacar o Cristianismo (e não para ajudar os homossexuais). Os homossexuais muçulmanos não têm qualquer tipo de protecção por parte dos gayzistas porque a agenda gay não foi feita para outra coisa que não seja reduzir a influência Cristã na cultura.

Devido a isto é seguro afirmar que o avanço da agenda homossexual depende sempre dum ataque à liberdade religiosa dos Cristãos. Se amanhã de manhã todas as denominações Cristãs se afirmarem em favor do gaysamento, o activismo homossexual deixa de existir (mesmo que os homossexuais continuem a ser vítima de violência física).

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Nigéria não cede a pressões gayzistas.

O governo Nigériano colocou os países ocidentais sob aviso ao declarar que se o preço a pagar pela ajuda humanitária é a normalização da homossexualismo através da legalização do "casamento" homossexual, então esse é um preço que o país não está disposto a pagar.

A Câmaras dos Representantes da Nigéria aprovou de forma unânime  uma lei que visa banir as uniões entre pessoas do mesmo sexo, apesar das ameaças da administração de Obama e do Primeiro Ministro inglês de considerar a suspensão da ajuda humanitária se o pais não reconhecesse os "direitos dos homossexuais" e o código moral da esquerda Ocidental.

A lei impõe uma prisão de 14 anos para qualquer pessoa que tome parte ou facilte a realização dum "contrato de casamento ou união civil" entre pessoas do mesmo sexo. Demonstrações públicas de "afecto" entre pessoas do mesmo sexo podem resultar numa sentença de 10 anos de prisão. A lei proíbe também clubes e organizações homossexuais.

Mulikat Adeola-Akande, líder maioritário da Câmara, disse:

[O "casamento" homossexual] é algo estranho para a nossa sociedade e cultura, como tal o mesmo não pode ser importado. . . . Esta práctica [homossexualismo] não tem lugar na nossa cultura, nem na nossa religião, nem na Nigéria nem em qualquer outra parte de África. É algo imoral e uma degeneração da nossa cultura; condenamos isso de forma firme.

O Representante Adams Jagaba disse que os Nigerianos devem rejeitar as atitudes Ocidentais em relação às uniões entre pessoas do mesmo sexo.

Nós somos um povo culturado; não podemos aceitar tudo que nos chega de outras culturas.

A Represente Nkeiruka Onyejeocha espera que a votação envie um sinal forte às nações Ocidentais de que a moral e a ética nigeriana não se encontra à venda.

A Nigeria é um país fortemente religioso onde a população se encontra igualmente dividida entre Muçulmanos e Cristãos. A legislação em torno dos relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo disfruta de um vasto apoio popular. A esmagadora maioria das críticas que a Nigéria recebeu vieram de fora do país, e de fora do continente africano.

Quando a lei ainda se encontrava em debate no Senado Nigeriano (no ano passado) David Cameron  afirmou que deveriam existir "condições" no esquema de ajuda humanitária, e afirmou considerar cortar a ajuda a países que não sigam a visão esquerdista Ocidental em torno do homossexualismo.

Depois da lei ter sido aprovada no Senado, a administração de Obama ordenou que as organizações de ajuda humanitária lideradas pelos EUA usassem os seus recursos para promover o homossexualismo no estrangeiro.

Por essa altura, estas ameaças e manipulações desencadearam ultraje entre os Nigerianos e entre outras nações Africanas que olharam para o ultimato como um abuso de poder remanescente da era colonial. Até o Presidente do Gana, John Atta Mills, forte aliado do Ocidente, afirmou que o seu país rejeitaria os termos se eles exigissem que os Ganeses violassem a sua moralidade:

Nunca iniciarei ou darei o meu apoio à legalização do homossexualismo no Gana. . .  Como um governo que somos, iremos agir segundo os princípios contidos na nossa Constituição, que está acima de tudo.

Agora que a lei Nigeriana foi aprovada na Câmara, ela irá ser revista ponto-a-ponto antes da lei final ser enviada ao presidente Nigeriano Goodluck Jonathan para aprovação.

Os activistas homossexualistas americanos deram início a uma petição online apelando Jonathan que use o veto para impedir o avanço da legislação.

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Mensagem para os gayzistas americanos: boa sorte em tentar convencer os africanos a normalizar o homossexualismo!


Se existe um grupo étnico ou religioso que é fortemente contra o comportamento homossexual, esse grupo são os africanos. Poderia-se colocar como grupo religioso também totalmente averso ao homossexualismo os muçulmanos, mas é difícil defender isso quando se lê coisas como esta ou esta.

Num tom mais sério, não é curioso que nunca ouvimos o Gaybama ou do Gayvid Cameron a usar a mesma metodologia com os páises islâmicos? A Administração de Obama canaliza milhões para os países islâmicos,  mas nunca ouvimo-lo a forçar esses países a aceitar o gaysamento.

Porque será?

Será que ele acha que os homossexuais negros são mais valiosos que os homossexuais árabes? Será que ele não se importa com o que acontece com os homossexuais árabes e muçulmanos? Porque será que a ONU força os países do Ocidente a normalizar o homossexualismo, mas está absolutamente silenciosa com o tratamento que os mesmos homossexuais recebem nos países islâmicos?

Onde está a lógica por trás deste comportamento? Qual é a teoria que une este factos de forma coerente e lógica?

Irão
Infelizmente, o homossexual comum vê estas coisas mas não soma 2 + 2 para se aperceber que ele está a ser manipulado; os activistas homossexuais não se preocupam com o bem estar dos homossexuais (por isso é que não dizem nada, ou pouco dizem, dos enforcamentos de homossexuais que ocorrem nos países islâmicos). O activismo homossexual não é um movimento que visa melhorar a condição dos homossexuais, mas sim um movimento que usa as aspirações de alguns homossexuais como forma de avançar com uma ideologia política esquerdista.

A teoria política/cultural que une estes factos de forma coerente é o Marxismo Cultural - a subversão da cultura ocidental tendo em vista a alteração das normas sociais de modo a que a sociedade ocidental fique "pronta" para ser dominada pela elite esquerdista.

Esta agenda Marxista Cultural não avança de igual modo no mundo islâmico porque essa áreas estão "entregues" à Irmandade Muçulmana - grupo que, segundo alguns, faz parte da Nova Ordem Mundial.

No Ocidente, o activismo homossexual é uma das armas que essa Nova Ordem usa para destruir a ordem social; quando este propósito estiver realizado, o activismo homossexual, tal como o activismo feminista, será literalmente esmagado pelas mesmas pessoas que o financiavam.

Por isso é que Obama pode "defender" os "direitos" homossexuais no Ocidente, mas ficar em silêncio total com o que ocorre aos homossexuais árabes/muçulmanos. Também por isso, David Cameron critica os países africanos por estes criminalizarem o comportamento homossexual, mas nada diz dos homossexuais que são mortos por muçulmanos no seu próprio país.

No meio disto tudo, quem fica a perder com o avanço da agenda homossexual são os próprios homossexuais; se a NOM for bem sucedida, a sociedade perderá a cultura Cristã, e o valor da vida humana passa a ser aquele que a NOM quiser. E uma vez que a NOM quer perdurar no tempo, eles vão promover a reprodução, ao mesmo tempo que eliminam quem quer que se levante para perturbar a "ordem" social que estiver, então, em vigência.

Portanto, os homossexuais que dão o seu apoio ao activismo gay estão, literalmente, a cavar a própria cova.
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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

60 deputados britânicos contra "casamento" homossexual

Quase 60 deputados britânicos assinaram hoje uma carta contra o " casamento" entre homossexuais, na qual criticam o governo de David Cameron por pretender legislar sobre o assunto "sem mandato"

Na carta, publicada pelo jornal conservador The Daily Telegraph, os deputados, de todos os partidos, anunciam o início de uma campanha parlamentar para evitar que o projeto de lei do governo avance.

Segundo os deputados, que incluem 35 conservadores -- do mesmo partido do primeiro-ministro -- o governo de coligação entre conservadores e democratas-liberais "não tem mandato para redefinir o casamento".

"Nas últimas eleições, nenhum dos partidos defendeu a redefinição do casamento", afirmam os signatários, que não se opõem às "relações com amor e compromisso".

A iniciativa do primeiro-ministro, David Cameron, de legalizar os "casamentos" entre casais [sic] do mesmo sexo em 2013 provocou uma grande divisão entre os conservadores e a subida nas sondagens de formações minoritárias como a formação eurocética e de direita UKIP.

O governo anunciou, na semana passada, que submetia a consulta uma nova legislação para legalizar "casamentos" homossexuais e permitir a celebração destes em templos de outras confissões, com excepção da Igreja de Inglaterra.


Fonte



sábado, 8 de dezembro de 2012

David Cameron apoia a perversão da doutrina Cristã como forma de satisfazer Bruxelas e o minoritário lobby gay

As igrejas e organizações religiosas vão poder realizar "casamentos" entre pessoas do mesmo sexo de acordo com a legislação que o Governo britânico vai apresentar para a semana para legalizar os "casamentos" gay. Sim, porque como se sabe, esse sempre foi o sonho das igrejas e das organizações religiosas: organizar eventos que contradizem as suas doutrinas. elas agora vão poder fazer isso.

O primeiro-ministro, David Cameron, apoia esta proposta de legalização e de a "cerimónia" se estender ao religioso, o que o pode vai colocar em rota de colisão com os deputados mais tradicionalistas do seu Partido Conservador, bem como com a Igreja de Inglaterra e a hierarquia católica.

“Sou um fervoroso apoiante do casamento [sic] e não quero que os homossexuais sejam excluídos dessa grande instituição”, disse Cameron, citado pelo jornal The Guardian. Curioso que Cameron diga isto quando se sabe que a grandeza do casamento prende-se com o facto do mesmo estar estabelecido (também mas não só) para a perpetuação da espécie, coisa que só a heterossexualidade pode fazer.

“Mas deixem-me ser cem por cento claro, se houver uma igreja, sinagoga, ou mesquita, que não queira celebrar casamentos [sic] entre pessoas do mesmo sexo, não serão, de forma alguma, forçados a fazê-lo”.

Essa ressalva, sublinhou o primeiro-ministro “está absolutamente clara na legislação”. “E também quero deixar absolutamente claro que o voto da próxima semana é livre para os deputados, mas eu, pessoalmente, vou apoiar esta nova lei”, disse Cameron.


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Frase chave: "não quero que os homossexuais sejam excluídos dessa grande instituição". Isto significa que vamos passar do "vocês têm a liberdade para não "casar" os homossexuais" para "vocês não podem descriminar os homossexuais ao se recusarem a "casar" uma dupla deles nas vossas igrejas".

E assim avança a agenda gayzista, esmagando pelo caminho toda a oposição.



quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Cuidado com os presentes de Natal

É-nos dito:
A "National Union of Students" da Grã-Bretanha está a preparar cartões de Natal onde se lê  "Vi o Papá a Beijar o Pai Natal" para enviá-los ao Primeiro Ministro como forma de o encorajar a avançar com a legislação em torno da igualdade no casamento.
Já existe igualdade no casamento visto que nenhum ser humano está legalmente impedido de casar com alguém do sexo oposto.
A campanha está a disponibilizar os e-cards aos estudantes que queiram mostrar o seu apoio ao casamento [sic] homossexual perante David Cameron de uma forma divertida e festiva.
Porque nada revela melhor o espirito de Natal do que dois homens a beijarem-se.
"Estamos muito contentes em ver estudantes a envolverem-se e a afirmar ao governo que estamos cansados de esperar pela igualdade no casamento," afirmou Finn McGoldrick. (NUS LGBT).
"Isto é importante porque estar separado não é igualdade, e os estudantes lgbt sabem que eles têm o direito à igualdade. Esta campanha é diferente porque parte de baixo para cima," acrescentou Finn.
"Chega de empatar, sr Cameron. Tudo o que queremos para o Natal é o voto em torno da igualdade matrimonial!"
Como nós já sabemos, aquilo que os activistas homossexuais querem nem sempre é o que os homossexuais querem.




domingo, 18 de novembro de 2012

Avanço da agenda homossexual envolve *sempre* um ataque à liberdade dos Cristãos


Capelães militares que não concordem com o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo podem ser dispensados das funções, segundo afirmou um antigo Ministro de Defesa inglês. Sir Gerald Howarth, que serviu como ministro até Setembro último, expressou as suas preocupações numa carta dirigida a o Secretário de Defesa, Philip Hammond. 

Sir Gerald  advertiu para a situação onde um padre da Igreja de Inglaterra pode ser "disciplinado ou dispensado" por pregar em favor do casamento tradicional.

Depois de receber a carta, Hammond "pediu aconselhamento", afirmou um porta-voz do Ministério da Defesa.

Respondendo à carta de Sir Gerald, Colin Hart, director da "Coalition for Marriage" (C4M), disse:

Nós temos alertado de modo consistente que o rasgar de definição de casamento em uso há séculos é uma politica muito mal pensada que terá inúmeras consequências sérias.  Estes planos são profundamente anti-democráticos. O "Human Rights Act" e as leias da igualdade criaram a tempestade perfeita que significará que muitos capelães honrados enfrentarão actos punitivos ou serão dispensados apenas por acreditarem que o casamento é entre um homem e uma mulher.

Tanto o Sir Gerald como Mr Hammond haviam previamente expressado reservas aos planos do Governo de instalar o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.

Na sua carta, Sir Gerald  adaptou um exemplo retirado duma opinião legal que ressalvava as inúmeras implicações que a redefinição governamental do casamento terá . Na opinião, Aidan O’Neill QC avisou os capelães da NHS que pregam em favor do casamento tradicional nas suas igrejas que eles podem ser disciplinados segundo as leis da diversidade - mesmo que eles estejam fora de serviço no momento.
Sir Gerald avisou que uma situação semelhante pode ocorrer com os capelães militares.

No princípio deste mês, e em relação à redefinição do casamento, Maria Miller, a Ministra da Igualdade, disse que o Governo publicaria os seus resultados retirados da consulta levada a cabo antes do Natal. O Governo disse que recebeu o surpreendente número de 228,000 respostas, - o mais elevado de sempre da história Governamental Britânica.

Mas esse número não  parece incluir os nomes e as moradas de adicionais 500,000 pessoas submetidas pela Coalition for Marriage (C4M). A C4M oficialmen te submeteu os nomes junto da Home Office como parte do processo de consulta, mas parece que eles foram ignorados.

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Naturalmente, algumas pessoas podem, inocentemente, afirmar que este choque entre a agenda gay e o Cristianismo é apenas um aspecto marginal do activismo homossexual, mas quem afirma isso desconhece a realidade dos factos.

Antes de mais, é preciso separar o activismo homossexual, dos homossexuais comuns que não querem usar os seus gostos sexuais como fonte de direitos adicionais. Enquanto o último grupo está no seu direito de viver a sua sexualidade como ele bem entender (embora não seja clinicamente aconselhável), o primeiro grupo vai mais além ao afirmar que as instituições sociais devem-se submeter ao que ELES acham que é moralmente certo ou errado.

Portanto, resistência ao activismo homossexual de maneira nenhuma é um ataque aos homossexuais como seres humanos dotados dos mesmos direitos e obrigações que o resto da sociedade, mas sim resistência a uma agenda política totalitária mascarada de "direitos humanos".

Segundo: o activismo homossexual em si nada mais é que uma arma de subversão social - e não um fim - uma vez que quem financia a agenda gay não o faz porque tem preocupação genuina com os homossexuais, mas sim porque vê utilidade política nesta agenda. Quanto mais dessiminada estiver a visão dos activistas homossexuais na sociedade, mais fracos serão os valores morais tradicionais que servem de impedimento a um maior controle estatal na vida dos cidadãos: família, casamento, castidade, fidelidade, Cristianismo, etc. 

Devido a isto, quando Colin Hart diz que a destruição da definição de casamento terá consequências sérias, aparentemente ele não sabe que é com vista nessas consequências que a redefinição do casamento está a ser feita um pouco por todo o mundo ocidental. Os ideólogos por trás nesta nova moral sexual sabem que este tipo de medidas levará a sociedade ao colapso, e precisamente por isso é que eles a forçam.

Relacionado: Apenas 1/4 dos homossexuais ingleses se casaria se o "casamento" homossexual fosse legalizado.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Evidência da natureza política do "casamento" homossexual

Os homossexuais encontram-se indiferentes aos esforços de David Cameron em favor do "casamento" homossexual, com apenas 4 em cada 10 homossexuais a acreditar que tal questão é prioritária para a sua comunidade.

Para além disto, existe um grande cepticismo em torno dos motivos do Primeiro Ministro, com metade deles a afirmar que ele apenas quer prolongar a definição de casamento de modo a que esta englobe o homossexualismo como forma de "dar uma imagem mais compassiva ao seu partido, e não porque ele tem convicções alinhadas com as suas propostas".

A esmagadora apatia em torno do "casamento" homossexual foi revelada na primeira votação online junto da comunidade LGBT em torno deste assunto. Pouco mais de 1/4 - 27% - afirmou que se "casaria" se a lei permitisse, 1% mais que o número de votantes que afirmou enveredar pela via da união civil - introduzida pelo partido Labour quando este se encontrava no poder.

Os resultados desta votação são uma desilusão enorme para o Primeiro Ministro, que está a defender o "casamento" homossexual de forma agressiva.

A pesquisa apurou que menos de metade dos inquiridos acredita no argumento do grupo activista homossexual Stonewall quando este afirma que a distinção legal entre a união civil e o casamento "perpetua a discriminação". Mais de um quarto - 26% - acredita que não há necessidade de alterar a lei porque a união civil já dá aos homossexuais os mesmos direitos. 

Cerca de 72% acredita que "o casamento centra-se mais no amor entre duas pessoas do que em educar crianças".

Estes dados espelham os comentários feitos pelo ex-Secretário da Cultura do partido Labour, Ben Bradshaw, quando este afirmou que o "casamento" homossexual não é uma prioridade para a maior parte das pessoas. Bradshaw, que se encontra numa parceria civil, disse que David Cameron estava apenas a "fazer jogos politicos" em torno do assunto à medida que ele tenta "arrastar os Conservadores para o mundo moderno pontapeando e gritando".

O Dr Austen Ivereigh, director do grupo Catholic Voices, que comissionou a sondagem, afirmou:

Pedimos à ComRes que levasse a cabo esta pesquisa importante porque sabiamos que as pessoas estavam descontentes com os planos do Governo de redefinir o casamento. O que ela (a pesquisa) mostra é que, para os homossexuais, este assunto está muito longe de ser algo que envolva os direitos humanos, igualdade ou discriminação. 

Os homossexuais não olham para o "casamento" como uma prioridade, colocando, no seu lugar, mais entusiasmo nas uniões civis que dão as mesmas vantagens legais
.
Ele disse que os números mostram como poucas pessoas seriam beneficiadas caso esta lei fosse oficializada. 

Não só o Governo não tem o mandato para esta medida pouco popular, como parece haver muito pouco entusiasmo junto daqueles que supostamente seriam beneficiados. Os números não mentem. 

Esta iniciativa é puramente política, sem qualquer apoio popular, mas mesmo assim terá consequências de longo alcance no estatuto legal do casamento.

Colin Hart, da Coalition for Marriage (C4M), que representa MPs (Membros do Parlamento), activistas e grupos religiosos, disse:

Esta sondagem confirma mais uma vez que apenas um pequeno grupo de pessoas está a forçar o governo a redefinir o casamento. Mesmo junto da comunidade gay, não existe maioria em torno de quem pensa que isto é uma prioridade. O cepticismo da comunidade homossexual em torno dos motivos do PM (Cameron) ecoa o ponto de vista da população no geral. 

Ben Bradshaw estava coberto de razão quando descreveu estes planos como nada mais que "jogos políticos". O Governo deveria colocar de parte estas propostas, que são profundamente pouco democráticas, e que nunca foram sujeitas à vontade do povo Britânico.
 
Mais de 543,000 pessoas assinaram uma petição da C4M que se opõe a qualquer tipo de redefinição do casamento.  


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Fica mais uma vez confirmado o que é por demais aparente: o avanço da agenda gay em nada está relacionada com os anseios e desejos da dita comunidade, mas sim com o que uma elite pensa que é o caminho a seguir. Como diz o homossexual Bradshaw, o "casamento" homossexual é puro jogo político.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Pervertendo a lei para agradar 1,5% da população

Apenas 1 em cada 66 britânicos se identifica como homossexual ou bissexual, números que se encontram  em oposição à estimativa amplamente aceite de que 10% da população é homossexual, e aos 6% estimados por Whitehall quando a legislação em favor das uniões civis foi escrita em 2003.

A pesquisa da "Office of National Statistics" [ONS] apurou que 1,5% dos homens define-se como homossexual, 0,7% das mulheres define-se como lésbica, e 0,4% das pessoas identificam-se como bissexuais.

A percentagem da população homossexual - um assunto muito sensível entre os activistas homossexuais e os seus opositores - tem permanecido virtualmente igual desde que a ONS começou a fazer pesquisas em larga escala, há 3 anos atrás.

Os grupos que defendem a preservação do casamento natural não só afirmam que estes dados revelam que a população homossexual é "ínfima", como questionam os planos de David Cameron para mudar a lei. No entanto, os activistas homossexuais membros do grupo Stonewall afirmaram que os métodos de pesquisa da ONS foram "ineficientes" e que os 6% permanecem uma "estimativa ajustada".

A contagem oficial da identidade sexual foi feita pela "Integrated Household Survey", que questionou 350,000 pessoas. Os 1,5% dos homens que se afirmam como homossexuais comparam-se aos 1,3% de 2010, ao mesmo tempo que as 0,7% das mulheres que se declararam lésbicas comparam-se aos 0.6% de 2010. A população heterossexual, registada como 94.2% da população em 2010, é 93.9% este ano.

O número de pessoas que se recusou a responder ou que afirmou não saber subiu de 3,2% em 2010 para 3,6%.  De modo geral, 1,5% da população britânica declarou ser lésbica, gay ou bissexual. A percentagem mais baixa de homossexuais (1,1%) no Este da Inglaterra.

Estes números chegam no momento exacto em que Cameron se encontra determinado em introduzir leis que permitam o "casamento" homossexual no registo civil mas não nas igrejas.

O grupo "Christian Institute" afirmou que os números da ONS significam que o Primeiro Ministro tem planos para revolucionar as leis do casamento como forma de satisfazer um pequeno segmento da sociedade. O porta-voz Mike Judge disse:

É surpreendente que uma alteração desta magnitude esteja a ser feita em favor duma proporção tão pequena da sociedade.

Mas o líder do grupo homossexual Ben Summerskill disse que "as pessoas não estavam a responder as questões de forma verdadeira":

Existem muitas boas razões para se obter números fidedignos. Por exemplo, Brighton não precisa de  tantas escolas primárias como Shrewsbury, porque há muitos homossexuais em Brighton e embora alguns tenham filhos [sic], eles são mais  susceptíveis de ter menos filhos. Este assunto centra-se no acesso às verbas públicas.Nós achamos que os 6%, número que a "Treasury" tem usado há já algum tempo, é uma estimativa ajustada.

Fonte

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Obviamente que quem acompanha a agenda marxista sabe que quem promove o "casamento" homossexual não o faz porque a população homossexual no seu todo realmente quer "casar", mas sim porque o efeito social que a normalização do homossexualismo causará na sociedade é benéfico para o esquerdismo; quanto mais fraca for a instituição do casamento natural, mais forte será a influência do governo na vida do cidadão comum.

Portanto, sempre que um governo introduz legislação para o "casamento" homossexual, o que ele realmente está a fazer é por em práctica um determinado tipo de leis que visam o aumento da área de influência das autoridades governamentais.

Um das coisas que os engenheiros sociais têm que levar a cabo para que o casamento natural seja destruído é alargar a sua definição até que essa instituição perca todo o seu significado. Por enquanto, isso implica a destruição da distinção sexual entre os conjugues. Mais tarde, o número de pessoas no "casamento" vai ser destruído, e por fim, o casamento nem terá mais que ser entre seres humanos.

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domingo, 29 de abril de 2012

Presidente gambiano: Preferimos comer erva do que aceitar o comportamento homossexual

Perante as ameaças do governo de Obama de suspender as ajudas humanitárias, o Presidente Yahya Jammeh defendeu que as leis da Gâmbia proíbem o comportamento homossexual.
Se querem que sejamos ímpio como condição para recebermos ajudas, então podem levá-la. Nós havemos de sobreviver.

Preferimos comer erva do que aceitar esta atitude ímpia anti-Deus, anti-humanos e anti--criação.

A posição do país contra a homossexualidade tem sido alvo de escrutínio crescente desde que o esquerdista Obama anunciou em Dezembro último que os EUA iriam monitorizar o grau de aceitação da homossexualidade por parte dum país antes de considerar o envio ajuda humanitária.

Ou seja: ou abrem os "pacotes" ou não recebem os pacotes [de comida].

No mesmo dia em que a nova política gayzista obamista foi anunciada, Hillary Clinton declarou que os direitos homossexuais e os direitos humanos são "os mesmos". Para não ficar atrás no gayzismo, o "conservador" David Cameron fez declarações similares em Outubro último, ameaçando reduzir ou cortar com a ajuda humanitária a países que condenem os actos homossexuais ou não permitam o "casamento" homossexual (gaysamento).

As reacções às ameaças variaram de país para país. No Malawi, onde uma dupla homossexual foi condenada a 14 anos de trabalhos forçados depois de levar a cabo uma "cerimónia" de noivado, as autoridades comprometeram-se a reconsiderar a proibição poucos dias depois de Obama ter feito a sua declaração. No entanto, os líderes religiosos e políticos dos outros países africanos repudiaram a decisão.

O presidente da Gâmbia afirmou que o seu país perdeu já algumas das suas prácticas tradicionais muito devido à influência ocidental, mas que no entanto este era um ponto onde o país se iria manter firme.

Trocamos o nosso tradicional lenço de cabeça pela gravata mas não perderemos a nossa humanidade pelos alegados direitos humanos. Nós respeitamos os direitos humanos enquanto os humanos se comportam como seres humanos.

Deixem-me deixar bem claro: se vocês querem que eu ofenda a Deus de modo a que possa receber ajuda humanitária, estão a fazer um enorme erro. Vocês nunca me irão subornar de modo a que eu faça o que é maligno e ímpio.

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Esperamos ansiosamente que o Obama e a esquerdalha internacional levem a cabo este tipo de imperialismo homossexualista nos países islâmicos.

Yahya Jammeh: prefere comer erva do que aceitar a mal cheirosa agenda sodomita.



segunda-feira, 26 de março de 2012

Inglaterra: O verdadeiro motivo por trás do "casamento" homossexual

Sendo já o alvo de várias críticas internas por ter cedido às pressões da anti-democrática União Europeia, o Primeiro Ministro (PM) inglês David Cameron surpreendeu tudo e todos quando subitamente deu início a movimentações que visam legalizar o "casamento" homossexual, num gesto que visa antecipar uma decisão legal da Comissão Europeia que pode declarar a actual definição de casamento existente no país como "discriminatória".

Nigel Farage, líder do popular partido inglês UKIP não só é desta opinião como acrescenta:

Nos 12 anos que tenho sido um MEP, recebi uma quantidade enorme de mensagens provenientes dos constituintes - pedindo-me que desse apoio a uma coisa ou que me opusesse a outra causa. Nunca durante este tempo todo alguém me pediu que me opusesse ou desse apoio ao "casamento" homossexual.
Farage descreveu um encontro não esperado em Bruxelas que contou com a presença do activista homossexual Peter Tatchell, cujo caso contra a definição legal britânica de casamento está em vias de ser analisada pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH).

Farage diz:

Mas é claro! Fui tão estúpido. Porque é que não pensei nisso antes? Tinha que existir um ponto de vista europeu por trás disto.
Os conselheiros legais do partido de Farage, UKIP, afirmam que o caso trazido por Tatchell ao TEDH quase de certeza que será vitorioso, o que colocaria Cameron na posição de ter que se submeter à mais uma decisão dum tribunal estrangeiro, sobejamente odiado pela população britânica.

Isto revelaria Cameron como fraco e ineficiente.

O comboio Tatchell foi visto a aproximar-se e como tal, Cameron está a fazer os possíveis para se afastar do seu caminho.

O facto de Cameron subitamente ter dado início a esta causa, que nem estava nos horizontes, sugere que o caso [de Tatchell] dirige-se a uma audição eminente e os seus conselhos jurídicos são os mesmos que os meus.

Cameron foi já alvo de fortes críticas devido à sua decisão de ignorar uma promessa eleitoral tendo em vista um referendo a papel da Grã-Bretanha na União Europeia.

A relação entre a Grã-Bretanha e a União Europeia estão já a ser alvo de escrutínio crescente, numa altura em que 80% das leis que são aprovadas em Westminster são cópias de directrizes da União Europeia.

A última coisa que Cameron precisa agora é ter os tribunais Europeus declararem a nossa lei discriminatória e exigir que ele a altere.
O esforço de Cameron em torno do "casamento" homossexual é oposto por virtualmente todas as forças religiosas do país, e 70% da opinião pública.

Fonte

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Portanto, o avanço do "casamento" homossexual na Inglaterra é só uma forma de David Cameron não ser mais uma vez humilhado pela União Europeia quando estes exigirem que ele altere a vigente definição de casamento de modo a que o homossexualismo seja artificialmente elevado para a posição única da sexualidade normal.

Impressionante como bastou um activista homossexual (Peter Tatchell) para que o PM britânico desse início a um processo que visa destruir uma instituição como forma de satisfazer o lobby homossexual e os desejos imperialistas da União Europeia.

O facto de 70% da população se opor a alteração da definição de casamento é irrelevante. O que interessa é o que a elite quer.

Como é normal em virtualmente todos os movimentos esquerdistas, o gayzismo é um movimento duma elite, e não algo que parte do grupo que essa elite diz representar. Os próprios homossexuais não parecem muito interessados no "casamento" homossexual. Veja-se este e este texto.

A celebridade homossexual Christopher Biggins afirma que está feliz com a união civil mas não quer redefinir o casamento uma vez que "nós não podemos ver-mo-nos livre de tudo".

Falando no programa diurno da ITV "Loose Women", ele disse: "Sou muito contra o casamento [homossexual] porque penso que isso é para os heterossexuais."

Biggins, que tomou parte numa união civil no ano de 2006, disse ainda:

Não podemos remover tudo; temos que nos agarrar a alguma coisa.
As suas palavras ecoam comentários seus feitos em 2005, quando as uniões civis forma introduzidas. Na altura ele disse:
Na minha opinião, o casamento deve sempre estar reservado para a união entre um homem e uma mulher primariamente com o propósito de gerar uma família.

Dar mais um passo e elevar as uniões civis para o estatuto de casamento seria gozar com a instituição [do casamento] que, apesar das suas falhas, há muitos séculos que tem sido positiva para a sociedade.

Mas como já foi dito em cima, a opinião da população não é relevante para o lobby gay.

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