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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

A verdade sobre a mudança impossível

Por Michael Brown 

A história que nos chega da Bélgica é verdadeiramente trágica: uma mulher de 44 anos, desapontada com a operação de "mudança de sexo" (de mulher para "homem"), tomou a decisão de se submeter a uma eutanásia sentido que a operação lhe havia transformado num monstro. Mas a história por trás da história é ainda mais trágica.

Obviamente que se nós acreditássemos nas reportagens que os média propagam incessantemente, seríamos levados a pensar que todas as pessoas que alguma vez fizeram uma operação de "mudança de sexo" se encontram felizes com o resultado. Levando em conta essa forma de ver as coisas, existe agora um novo termo que é suposto nós usarmos: cirurgia de realinhamento do género. Esta nova terminologia veio para substituir a anterior - cirurgia de reatribuição sexual - que por sua vez substituiu o termo mais gráfico prévio: operação de mudança de sexo.

E é importante não sermos ingénuos em relação a isto: Esta é inquestionavelmente uma cirurgia radical que envolve a remoção e a alteração de órgãos perfeitamente funcionais apenas e só porque uma pessoa fica convencida (na sua mente) de que esses órgãos não deveriam estar por lá.

No caso da mulher Belga que cresceu com o nome Nancy Verhelst (mais tarde adoptou o nome Nathan Verhelst), ela recebeu permissão para se submeter a uma injecção letal com base na sua declaração de que se encontrava em "sofrimento psicológico insuportável". (Convém ressalvar que uma em cada 50 mortes que ocorrem actualmente na Bélgica são o resultado da eutanásia, mas essa é outra história trágica.)

Como reportado na Bélgica, Verhelst afirmou que, depois da cirurgia, "Eu encontrava-me pronta para celebrar o meu renascimento mas quando me olhei no espelho, fiquei com nojo de mim mesma. O meu novo peito não estavam de acordo com as minhas expectativas e o meu novo pénis tinha sintomas de rejeição. Eu não queria ser  . . . . um monstro."

Tudo isto é suficientemente triste em si, mas a história por trás de história é ainda pior - apontando para questões profundas que envolvem a vida de Verhelst. A sua mãe havia-lhe rejeitado desde o momento de nascença, havendo dito o seguintes depois que soube da morte da filha:

Quando vi a Nancy pela primeira vez, o meu sonho foi destruído. Ela era tão feia. Eu tive um nascimento fantasma. A sua morte não me perturba.

Alguma vez ouvimos uma mãe a dizer uma coisa tão cruel sobre a sua filha? Ela continua:

Para mim, este capítulo terminou. A sua morte não me perturba. Não sinto nenhuma dor, nenhuma dúvida ou remorso. Nunca tivemos algum tipo de conexão portanto, nada foi quebrado.

E a Nancy lutou com a dor da rejeição até ao momento da sua morte, tal como o artigo revela:

Horas antes da sua morte,Verhelst falou da forma como, quando era criança, sempre se sentiu rejeitada e como "era a menina que ninguém queria", descrevendo a forma como a sua mãe se queixou quando teve uma menina quando, na verdade, desejava que ela tivesse nascido um rapaz.

Não é preciso qualquer qualificação em Psicologia para ver que esta era a causa dos problemas da Nancy. Ser rejeitada desde a nascença pela sua própria mãe por ser "feia" e ser "um nascimento fantasma", e também por não ter sido o rapaz que a sua mãe desejava, eram as verdadeiras causas da sua confusão sexual. (Não estou a dizer que isto é o que acontece em todas as situações, mas esta parece ser a melhor explicação para este caso.

Walt Heyer é um homem que passou uma situação semelhante na sua vida. Quando era criança, a sua avó vestia-o com roupas de menina (afirmando o quão "bonita" ele ficava com roupas de menina), e mais tarde foivárias vezes abusado sexualmente por outro homem.

Como um homem casado, Heyer concluiu que ele era, na verdade, uma "mulher", o que o motivou a submeter-se a terapia hormonal e a passar por uma operação de mudança de sexo e assumir a identidade feminina de "Laura" - identidade essa que ele manteve durante alguns anos. Mas tarde, apercebeu-se que os seus problemas profundos não foram resolvidos. Sem surpresa alguma, o médico que executou a operação nele falhou ao não explorar as outras questões que perturbavam Heyer.

Eventualmente, Heyer parou de tomar os hormonas, reverteu o que foi possível  reverter da sua cirurgia, casou-se com outra mulher, e fez o site SexChangeRegret.com. Um relatório present no site declara:

O "Belgrade Center for Genital Reconstructive Surgery" afirma que eles receberam mais de 1,500 pedidos de reversão da cirurgia.

Porque será?

O site de Heyer também tem uma ligação para uma história reportada em Outubro, na Inglaterra, onde se lê

"Eu nasci um rapaz, tornei-me numa rapariga, e agora quero voltar a ser um rapaz outra vez": O mais novo paciente submetido à troca de sexo vai reverter a operação.

É por motivos como este que, há alguns anos atrás, o hospital da Universidade John Hopkins, debaixo da liderança do psiquiatra Paul McHugh colocou um fim a cirurgia da mudança de sexo. 

Tal como ressalvou McHugh (falando da cirurgia "homem-para-mulher"), "Não é óbvio como os sentimentos do paciente de que ele é uma mulher presa no corpo dum homem não são diferentes dos sentimentos dum paciente com anorexia nervosa de que está está gorda apesar do seu estado emagrecido e caquético? Nós não executamos uma liposucção aos anoréticos. Porque é que amputamos os genitais destes homens infelizes? De certeza que o problema está na mente e não no membro."

No entanto, sempre que eu e outros sugerimos que deveríamos investir as nossas energias na análise mais profunda das questões que perturbam estes indivíduos - qualquer que seja a sua idade - somos qualificados de pessoas odiosas e insensíveis.

Em relação a McHugh, o distinto professor de psiquiatria na Universidade Johns Hopkins, e que também fez parte do concílio bioético do Presidente George W. Bush, ele foi atacado nos sites transgénero como sendo alguém retrógrado.

Se por acaso alguém se questiona para onde caminham as coisas, leiam esta que nos chega da Argentina:

Uma menina [sic] de seis anos, que nasceu rapaz, tornou-se na primeira criança transgénero da Argentina a ver o seu nome oficialmente alterado nos documentos.

Seis anos?!! Esta é a altura da vida em que as crianças mal conseguem fazer distinção entre a realidade e a fantasia, no entanto este rapaz, que se identificava como rapariga desde que começou a falar, é, agora legalmente (mas não biologicamente) uma "rapariga".O que virá a seguir?

Para os Cristãos, a mensagem é clara: Ao mesmo tempo que temos compaixão por aqueles que buscam as estratégias divinas para a sua plenitude, temos que celebrar as distinições sexuais entre os homens e as mulheres, reconhecendo a beleza e a sabedoria de Génesis 1:27:

E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.

Fonte: http://ow.ly/pwMGK..

sábado, 13 de agosto de 2011

Europa Anti-Cristã Piora Condição dos Homossexuais

No dia 12 de Junho de 2011, um homossexual foi atacado por norte-africanos (muçulmanos) em Bruxelas. Os jovens agrediram-no e tentaram sufocá-lo.

De acordo com Bruno De Lille, (esquerdista), "a maior parte dos ataques homofóbicos são feitos por parte de membros da comunidade muçulmana, mas esses ataques não têm ligações com a religião mas sim com a cultura macho".

Ele disse que há também alguns ataques por parte de homens do Leste Europeu e que aqueles que expressam sentimentos contra as mulheres também os expressam contra os sodomitas.

O facto de haver ataques por parte de homens do leste não significa que os ataques feitos por muçulmanos nada tenham a ver com o islão, especialmente quando muitos deles enforcam homossexuais PRECISAMENTE por motivos islâmicos.

De acordo com Carim Bouzian, um imigrante sodomita de Antuérpia, a situação nesta cidade não é muito melhor que a situação de Bruxelas. Os sodomitas são reprimidos pela "polícia da moralidade" islâmica (mas eu pensava que o islão nada tinha a ver com os ataques?), um grupo composto por de homens mais velhos e jovens radicais que sentem ser seu dever avisar os homossexuais àcerca do seus comportamento erróneo.

Tudo começa com ofensas verbais e coisas como "Não sabes o que os islão diz? Tu vais o inferno!", e se tu não respondes de imediato, arriscas-te a ser esmurrado.

Bouzian diz que não há lugar seguro na cidade longe da polícia da moralidade. As duplas de sodomitas que vivem em vizinhanças de imigrantes recebem com regularidade cartas contendo versos do Alcorão juntamente com um rato morto. Mas nem mesmo aqueles que vivem em zonas mais abastadas escapam dos ataques. Um amigo de Bouzinan foi atacado em pleno dia na zona rica do sul de Anturérpia.

Mas os sodomitas não são as únicas vítimas. A polícia de Antuérpia diz que as raparigas imigrantes com saias curtas são também amaldiçoadas, na maior parte das vezes, por parte de muçulmanos radicais mais velhos.

O fenómeno é bastante diverso o que dificulta o trabalho da polícia. A polícia raramente recebe queixas oficiais a acusar a tal polícia da moralidade.

Não se sabe quantos homossexuais são ameaçados em Antuérpia. Há cerca de um ano atrás a comunidade sodomita avisou para esta situação no parque Middenvijver park, onde os homossexuais se reúnem para terem relações sexuais com jovens imigrantes. Esta situação foi demais para a polícia da moralidade, e um grupo de imigrantes atacou os homossexuais.

Fonte


Nem sei o que dizer desta situação. Dum lado temos os sodomitas que esperavam que com a destruição da moralidade sexual Cristã, o caminho estava aberto para viver a sua sexualidade de forma aberta e sem críticas.

Do outro lado temos uma ideologia política mascarada de religião que normalmente enforca os homossexuais.

Olhando para as taxas de natalidade (e a importância do voto para os esquerdistas), parece que os sodomitas estão à beira de descobrir que uma cultura pós-Cristã não é o passeio que eles tanto esperavam.

Outra coisa "engraçada" é a forma como o dirigente esquerdista sente-se na obrigação de separar a violência feita por muçulmanos da crença islâmica. Obviamente que estas tentativas são infrutíferas quando os próprios muçulmanos têm o cuidado de conectar a sua ideologia com as suas prácticas.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Novas infecções do HIV quase duplicaram nos últimos 10 anos

Inglaterra: O número das novas infecções do HIV atingiram quase o dobro durante os últimos 10 anos, segundo dados da "Health Protection Agency" (HPA). Os peritos avisam que os números estão a aumentar "especialmente entre homens que tem relações sexuais com outros homens" (HSH).

No total foram diagnosticadas 1,950 novas infecções do HIV em 2001 e 3,780 em 2010. O número de infecções entre HSH aumentou 70% - de 1,810 para 3,080.

Há aproximadamente 30,800 HSH a viver com o HIV no Reino Unido (RU) e estima-se que haja cerca de 9,000 que ainda não sabem estarem contaminados.

O peritos médicos afirmam que o sexo anal, devido a natureza do acto, é uma das actividades sexuais mais arriscadas que existe. Os peritos em saúde sexual Dr John Dean e Dr David Delvin avisaram que esta práctica (o uso do ânus como fonte de prazer) acarreta riscos maiores de disseminação de doenças sexualmente transmissíveis (DST) que qualquer outra actividade sexual.

Claro que para socialistas como o José "Vai-te Embora e Não Voltes" Sócrates, e para o Francisco "Crianças de 16 anos deveriam votar" Loiçã e para o PT brasileiro, o que Medicina diz sobre o sexo anal não interessa. O que interessa é avançar com estratégias como o "Brasil Sem Homofobia" ou coisas como esta como forma de destruir a civilização Judaico-Cristã.

A natureza pouco saudável da homossexualidade em nenhuma outra área é feita manifesta de forma mais conclusiva que na recusa dos bancos de sangue em aceitar sangue doado por HSH. Os Serviços de Transfusões de Sangue e de Transplantação de Tecidos em Inglaterra não aceitam donativos de sangue provenientes de homens que tenham relações sexuais com outros homens, independentemente deles usarem preservativos ou não. Esta política não só é baseada na avaliação imparcial das evidências disponíveis como também é feita para garantir um reservatório de sangue seguro e livre de contaminação.

Comentado os dados mencionados em cima, o Dr Paul Cosford, director executivo da Health Protection Services na HPA, disse:

Infelizmente, apesar de um pequeno decréscimo nos casos durante os últimos anos no Reino Unido, novas contaminações estão em sentido crescente, especialmente entre os homens que tem relações sexuais com outros homens. . . . Isto tanto é o resultado de novos casos virem à tona para serem diagnosticados, como também o elevado número de contaminações em curso especialmente entre os homens.
Em Setembro último um estudo mostrou que as taxas de contaminação em França eram 200 vezes mais elevadas entre os homens homossexuais do que entre homens heterossexuais.

Cientistas do Instituto Nacional Francês para a Monitorização Saúde Pública verificaram que cerca de metade dos 7,000 novos infectados com o HIV em 2008 eram homens homossexuais. Stephane le Vu, que liderou a pesquisa, disse que a transmissão do HIV "parece estar fora de controle" entre os HSH.

Também em Setembro passado uma pesquisa distinta revelou que os HSH estavam a "abastecer" as infecções na Europa. Pesquisadores belgas examinaram 500 pacientes que haviam sido recentemente diagnosticados com o HIV e descobriram que a maioria das infecções era entre homens jovens e caucasianos que tinham sexo com outros homens.

A pesquisa levada a cabo por cientistas da Universidade em Ghent revelou também que estes homens eram também mais susceptíveis de haver contraído outras infecções sexualmente transmissíveis como a sífilis.

Contaminados, Promíscuos e Perigosos.

Os resultados do estudo belga recebeu o apoio do Terrence Higgins Trust. Nick Partridge, chefe executivo do Trust, disse na altura
Os homens homossexuais são o grupo mais em risco de infecção no Reino Unido. . . . Nós sabemos também que mais de um quarto das pessoas com HIV no Reino Unido ainda está sem diagnóstico e eles são mais susceptíveis de transmitir o virus do que aqueles que sabem estarem contaminados.

Apesar da montanha de evidências que claramente aponta para a natureza anormal do comportamento homossexual, ainda há pessoas que querem usar o aparelho do Estado para avançar com a agenda de pessoas que acreditam que desejos sexuais são base suficiente para se criarem "direitos humanos".

Reparem também que as mesmas pessoas que entram pelas escolas adentro com o intuito de "promover a diversidade" nunca nos falam de coisas incómodas, como por exemplo, o facto dos bancos de sangue de países civilizados rejeitarem de todo qualquer doação sanguínea proveniente de homossexuais activos.

Se homens que tem sexo com outros homens estão a executar uma práctica tão normal como aquele que os homens levam a cabo com as mulheres, como é que se explica que os bancos de sangue descriminem o sangue dos homens homossexuais activos? Serão os bancos de sangue organizações "fanáticas religiosas" cheias de "homofóbicos"? Ou é apenas a Medicina a não querer tomar parte da "nova sexualidade"?

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