Mostrar mensagens com a etiqueta Sexo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sexo. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 19 de março de 2015

O porquê dos homossexuais buscarem a salvação através do sexo.

Por Joseph Sciambra (ex-homossexual)

"O desejo de Deus é um sentimento inscrito no coração do homem, porque o homem foi criado por Deus e para Deus. Deus não cessa de atrair o homem para Si e só em Deus é que o homem encontra a verdade e a felicidade que procura sem descanso." ( http://goo.gl/Gosjci )

Eu vi constantemente por todo o mundo homossexual uma polaridade entre o belo e o feio; entre a busca pelo céu, e o colapso até ao inferno; entre o sacrifício abnegado e o egoísmo que consome tudo; entre o mais profundo desejo por amor e o inflexível desespero da solidão.Tal como eu, todas as pessoas buscavam a excitação mais elevada, mas sempre acabavam com a ressaca mais profunda.

Desde a fase inicial da nossa infância que vemos a salvação através do sexo; afirmação, protecção e cura nos braços de outro homem - algo que nós sempre sentíamos que nos havia sido negado. No nosso mundo caído, isto automaticamente se transforma em actividade sexual.

No "Catecismo da Igreja Católica" é dito que através do pecado original, "Adão e Eva perderam imediatamente a graça da santidade original. Eles passaram a ter medo de Deus" (CIC #399). E, tal como os nossos primeiros pais fizerem, nós ficamos com vergonha e fugimos; passamos a ficar ocos e cobrimos a nossa dor com coisas terrenas; agarramo-nos a folhas da figueira e a pessoas - quem quer que se encontre por perto.

Desta forma, o estilo de vida homossexual torna-se solitário, auto-absorvido, e co-dependente; nós instintivamente encolhemos para a posição fetal; nós caminhamos lado a lado com aqueles que pensam como nós, somos muito sensíveis e muito desconfiados; passamos a ter medo e repulsa por qualquer coisa que aos nossos olhos seja uma ameaça.


Dentro do homossexualismo encontramos consolo embora temporariamente. Uma vez que temos medo de Deus, visto ser Ele a Fonte Primária da felicidade duradoura, voltamos a nossa atenção para o imediato e para o familiar; encontramos consolo no físico e no que conseguimos entender com os nossos sentidos.

Neste mundo físico nós passamos a estar totalmente estabelecidos, no entanto, o que nós tão desesperadamente queremos agarrar e manter continua a fugir; o corpo envelhece, murcha e morre. A transcendência que tanto perseguimos entra em colapso à nossa frente; no mundo homossexual isto ocorreu catastroficamente e com proporções quase-Bíblicas durante o ponto mais elevado da crise da SIDA.

Só na pornografia é que a imagem do macho perfeito se manteve viva; a pornografia simbolizava a busca eterna de todos os homens homossexuais: atingir proporções angelicais ao mesmo tempo que se mantém agarrado à carne. O problema é que este sonho é uma fantasia que se transforma numa farsa - uma mentira tão antiga como o próprio homem; a mesma mentira que a serpente disse a Eva: "....sereis como Deus, sabendo o bem e o mal."

Só que, para termos este conhecimento, nós temos também que ser enganados, para só vermos o caminho da salvação à nossa frente -a via fácil e rápida, e não o caminho que Deus preparou para nós. E, à medida que vamos andando nessa via, deslizamos com tanta facilidade que nos esquecemos dos problemas e das dores do passado; passamos a ser complacentes, por alguns instantes, pensamos que tudo vai ficar bem.

Mas subitamente, alguém nos trai, alguém vai-se embora, alguém morre, ou então apanhamos uma doença, e então estamos sozinhos outra vez. Aquilo que nós pensávamos que nos agarrava à felicidade perde-se. Ocasionalmente, então, nós apercebemo-nos que nada é eterno a não ser Deus.

- http://goo.gl/aV80yD

* * * * * * *

A mensagem de Deus para todo  o homossexual que busca a salvação dum estilo de vida auto-destrutivo é a mesma mensagem para todo o ser humano:

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. - Mateus 11:28

.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Qual é o propósito do acto sexual?

No seu mais recente livro, Making Gay Okay: How Rationalizing Homosexual Behavior Is Changing Everything, Robert Reilly colocar a questão: "É a sodomia razoável?"  Ele defende que esta pergunta só pode ser respondida fazendo uma averiguação à Natureza do actos sexuais. Ele enquadra o seu argumento rejeitando o comportamento homossexual, não as pessoas, e o "casamento" homossexual em termos da razão, da Natureza e da teleologia do sexo.

A tese de Reilly defende que existem "duas visões da realidade fundamentais." Uma dessas visões olha para as coisas como tendo uma Natureza que é teleológica ou organizada para "fins inerentes à sua essência e que os fazem da forma que são", e na posse dum "propósito embutido".

A outra visão olha para as coisas como não tendo uma Natureza ou um fim nelas mesmas, "mas só o que nós queremos que elas sejam, segundo os nossos desejos e as nossas vontades." 

A primeira visão leva à "primazia da razão" enquanto que a outra leva-nos à "primazia da vontade" que nos permite fazer tudo.

É sobre isto que se centra o debate em torno do "casamento" homossexual. Uma vez que o significa das nossas vidas depende da realidade da Natureza, também isso está em jogo.

Robert Reilly, que trabalhou na Defesa dentro da Casa Branca, foi director da Voice of America e crítico musical ao mesmo tempo. Ele é também o autor do livro The Closing of the Muslim Mind: How Intellectual Suicide Created the Modern Islamist Crisis (2010) onde ele cita o abandono da razão como a causa primária das muitas distorções que se encontram actualmente em tantos ramos islâmicos. No seu novo livro, ele revisita este tópico no contexto da confusão Ocidental em torno do propósito da sexualidade humana.

Para Reilly, um Aristotélico assumido,

O movimento homossexual partilha da racionalização generalizada proveniente da revolução sexual e está determinado na sua propagação. A aceitação de cada variação do comportamento sexual reforça a aceitação das outras variações.

O desejo de racionalizar estes comportamentos torna-se no motor da mudança revolucionária por toda a sociedade.

Como acto moral, a sodomia deveria ser normativa. Se é normativa, deveria ser ensinada nas escolas como um padrão. Se é um padrão, ela deve ser imposta.

Franklin Kameny, um líder "gay" . . .  que foi honrado pelo Presidente Obama na Casa Branca em 2009. acredita que

.... a moralidade é uma questão de opinião pessoal e a crença pessoal sobre a qual qualquer cidadão Americano pode ter o ponto de vista que ele bem entender, e sobre o qual o governo não tem poder ou autoridade para ter um ponto de vista.... A homossexualidade não só não é imoral, como é afirmativamente moral.

Antes da sua visita à Casa Branca Kameny havia publicado uma carta onde ele dizia:

Se o bestialismo com animais que consentem providenciar felicidade a algumas pessoas, então deixem-nas buscara sua felicidade. Isto é o Americanismo em acção. 

Negando o propósito

Portanto, alega Reilly, qualquer propósito racional pré-existente é uma limitação da liberdade humana e implica a negação daquele propósito que efectivamente é inerente nas coisas. "Coisas sem propósito próprio só têm o propósito que nós escolhemos que eles tenham". Dar um nome errado às coisas leva à desordem moral e política, e isto é assim porque, com a negação da Natureza,  a justiça é reduzida o que quer que é desejado e não o que é razoável.

Aqueles que tencionam fundamentar a sua liberdade na suposta falta de propósito das coisas, que é consequência da negação da Natureza, devem enfrentar as consequências deste ponto de vista. O que parece ser liberdade plena, é de facto, o fundamento para a tirania.

A racionalização do comportamento homossexual estende-se para a campanha contra a SIDA -  uma causa justa no seu próprio mérito. É frequentemente passada a mensagem de que "todos estão em risco".  Embora isto esteja literalmente correcto, tal como nota Reilly, o acto homossexual é o maior factor individual de risco no que toca  a probabilidade de contrair a doença. Citando o Centers for Disease Control and Prevention, Riley escreve que 94,9 porcento dos diagnósticos de HIV entre os adolescentes com idades entre os 13 e 19 estava associado ao sexo entre homens; 94.1 porcento dos casos entre os homens jovens com idades entre os 29 e 24 provinham do sexo "gay".

Reilly invoca Aristóteles para a proposição de que "Os homens dão início a mudanças revolucionárias devido a motivos associados à sua vida privada." A necessidade de auto-justificação "requer a cumplicidade de toda a cultura, redutos de resistência não podem ser tolerados porque eles são repreensões potenciais... Estes últimos são classificados de homofóbicos, embora sejam eles que se tornam objecto de ódio." Consideremos os abusos que os variados fotógrafos e donos de pastelarias têm sofrido por não aceitarem tomar parte de "casamento" homossexuais.

O livro Making Gay Okay disponibiliza uma discussão extensa sobre estas posições filosóficas opostas, Aristóteles e Jean-Jacques Rousseau, este último a justificar o comportamento libertino mas dependência absoluta do Estado. Para Aristóteles, o estatuto e o significado da Natureza é decisivo, inteligível e um guia para a ordenação do comportamento humano. Para Rousseau, o homem não é um animal político racional, e a sociedade, independentemente da forma, é estranha e alienante. Rousseau olha para ela como algo artificial e escravizante.

Aristóteles olha para a felicidade como "uma actividade da alma que está de acordo com a virtude". Rousseau é profundamente anti-teleológico e acredita que o indivíduo "basta-se a si mesmo, tal como Deus". Reillly acredita que estas duas filosofias encorparam em si o antigo debate da natureza da Natureza, dos seres humanos e da sua sexualidade.

Reilly refuta o ponto de vista de que os antigos Gregos aceitavam por completo os relacionamentos homossexuais entre adultos maduros. Ele era practicado, especialmente no contexto de certos relacionamentos orientadores (uso esse termo cautelosamente) entre homens adultos e adolescentes masculinos da classe superior. No entanto, mesmo nestes casos, esperava-se que os jovens homens se casassem e dessem início às suas famílias mal atingissem a idade adulta. Nunca foi sancionado algo remotamente parecido com o "casamento" homossexual.

"Sócrates e Platão eram claros na sua condenação dos actos homossexuais como actos anti-naturais"; declara Reilly, citando várias passagens do seus trabalhos. Mais ainda, Aristóteles descreveu o "sexo entre machos adultos" como uma das "coisas doentias" mencionadas no seu  "Ética a Nicômaco". A família, instituição pré-política, é o centro da política; e a castidade é um princípio político crucial necessário para a sua preservação.

A extensão da injustiça da redefinição do casamento é feito notória no seu impacto junto das crianças. "O que se deve às crianças por direito ou por Natureza torna-se opcional por convenção," escreve Robert Reiilly. Efectivamente, os "casamentos" homossexuais resultam em casamentos propositadamente destruídos, especialmente nos casos onde as crianças são geradas com a assistência externa de outra pessoa de outro sexo para o benefício dos "pais" do mesmo sexo.

Em relação aos efeitos físicos do "comportamento sodomita" (coito anal), Reilly apresenta evidências clínicas sobrepujantes. Ele disponibiliza também um anexo bastante útil com o nome de “Disease and Mortality.” Ele acredita que a ignorância ou a negação das evidências "é um dos barómetros mais notáveis da força da racionalização que insiste que este comportamento é normal ou normativo."

Não é só o acto isolado da sodomia que é problemático, mas também a sua frequência. Tais episódios são 13 vezes mais frequentes entre os homossexuais em comparação com os heterossexuais, e com 12 vezes mais parceiros. Um estudo levado a cabo em 1987 junto de quase 5,000 homens homossexuais apurou que "uma significativa maioria destes homens - entre 69 a 83 porcento - reportaram terem tido 50 ou mais parceiros sexuais no decurso das suas vidas, e mais de 80 destes homens envolveram-se em coito anal com pelo menos alguns dos parceiros nos dois anos anteriores."

Um estudo apresentado ao National Institutes of Health (NIH) em 2000 indiciou um aumento de 37 vezes na incidência de cancro anal entre os homossexuais com HIV quando comparados com a população geral. Acresce-se à lista o prolapso rectal, várias e diversas doenças sexualmente transmitidas, uso de drogas e expectativa de vida substancialmente mais reduzida para os homossexuais activos.

Embora seja verdade que a taxa de morte do HIV era nove vezes maior em 1990 do que em 2010, o coito anal ainda acarreta um risco de transmissão mais elevado do que as outras actividades sexuais. Mais recentemente, dados do US Centers for Disease Control and Prevention (CDC) confirmou que os homossexuais, os bissexuais e os outros homens que fazem sexo com homens são 44 vezes mais susceptíveis de contrair o HIV do que os outros homens, e 40 vezes mais susceptíveis de contrair o HIV que as mulheres. Eles são também 46 porcento mais susceptíveis de contrair sífilis que os homens heterossexuais, e 71 porcento mais susceptíveis que as mulheres.

Reilly questiona-se se algum tipo de "casamento" homossexual, ou parceria, pode ser genuinamente esponsal e não promíscuo. Ele teme que o seu reconhecimento, legal e moral, transforme o conceito de casamento para longe da monogamia e da fidelidade para algo tâo flexível que chega a ser irreconhecível.

"Qual é o propósito de insistir no casamento [sic] homossexual quando a promiscuidade é dominante?" Reilly responde à sua própria pergunta:

Para completar a racionalização do seu mão comportamento, eles têm que sacramentalizá-lo.

Making Gay Okay disponibiliza também um relato da lenta  devolução do sistema legal Americano dum orientado pela lei natural e por Blackstone, para um orientado pelo irracionalismo secular. Do aborto ao "casamento" homossexual, e até um caso recente dando permissão a poligamia no Utah, os tribunais levaram a cabo a mudança decisiva de Aristóteles e da Natureza para a pós-moderna desconstrução de tudo que envolva a moral pública.

A "ironia suprema" é que este abandono da Natureza, da razão e da moralidade sexual objectiva, contradiz as "Leis da Natureza e a Natureza de Deus," aquelas verdades auto-evidentes estabelecidas na Declaração de Independência. Tudo isto, alega Reilly, leva-nos à "perda da realidade objectiva - uma perda que está a transformar o direito à vida na morte (aborto), a liberdade em permissão, e a busca pela liberdade em hedonismo."

Espalhar a palavra.

A segunda parte do livro de Reilly analisa o avanço da ideologia homossexual nas instituições Americanas - psiquiatria, escola primária e escola secundária - as forças militares, os Escuteiros, e, pasme-se, a diplomacia e a política externa. A maior parte dos Americanos podem até nem se aperceber que as suas embaixadas espalhadas pelo mundo são postos avançados do neo-colonialismo onde é pregado o "evangelho" dos "direitos dos homossexuais" às grandes massas plebeias das terras muçulmanas e para além. No Paquistão, no Quénia, em EL Salvador e em outros locais, as populações locais expressaram ultraje na presunção Americana de atropelar o que têm sido as normas sociais universalmente reconhecidas pelas religiões mais importantes.

"Se nos queremos tornar não só irrelevantes, mas também alvos de escárnio no mundo islâmico e em outras partes do globo, tudo o que temos que fazer é promover abertamente a racionalização do comportamento homossexual, que é explicitamente ensinado como imoral dentro do islão, e, de facto, por todas as religiões minoritárias em países com maioria muçulmana, incluindo o Cristianismo e o Judaísmo", afirma o antigo director da  Voice of America. “Se queremos fazer disto parte integral da diplomacia Americana pública, tal como temos estado a fazer, podemos deixar de lado a ideia de que os Estados Unidos estão a promover a democracia nesses países, visto que eles jã estão a responder, 'Se isto é a democracia, então muito obrigado, mas não queremos. Preferimos manter a nossa fé e o nosso código moral'”

Robert Reilly escreveu um livro esclarecedor, um ataque frontal à opinão da elite que espera ditar os resultados sociais ao povo Americano, deixando de lado a Constituição, a cultura, e as sensibiilidades morais. Ele destilou os tópicos fundamentais que se encontram no centro do actual debate em torno da moralidade sexual.

Fonte: http://bit.ly/ZYLexS

.

sábado, 9 de novembro de 2013

Como a agenda homossexual prejudica as mulheres

Durante o ano que passou, a boa gente do Colorado teve que enfrentar desastres naturais, fogos descontrolados, chuvas e enchentes. Para além disso, podemos também acrescentar à lista desastres não-naturais trazidos sobre a sociedade por parte de calamidades sociais destrutivas resultantes do Marxismo Cultural.

O assunto criado pelos oficiais da "Florence High School" em Colorado Springs, teve como causa o facto dum único estudante (macho) se identificar como "transgénero". O aluno, cujo nome não foi disponibilizado mas que será identificado como "Matt", gosta de ir para as casas-de-banho das raparigas bem como às casas-de-banho dos rapazes. Aparentemente ele estão tão confuso em relação à sua sexualidade que, duma hora para a outra, ele não consegue dizer qual é o seu sexo.

Não só o Matt gosta de usar as casas-de-banho das raparigas sempre que lhe dá vontade, como tem uma reputação de alegado assédio sexual sempre que se encontra numa casa-de-banho feminina. Os pais já se queixara às autoridades escolares - as mesmas autoridades que criaram o problema - e não obtiveram qualquer tipo de resposta satisfatória.

Pior que isso, esses pais que se preocuparam com a presença dum homem sexualmente confuso numa casa da banho para meninas foram os receptáculos de repreensão por parte da liderança administrativa da escola, que ameaçou retaliações contras as estudantes que continuem com as queixas. O conselho escolar disse aos pais e aos alunos que levantaram problemas que estes poderão sofrer dispensas por parte das equipas desportivas e acusações de "crime de ódio" se continuarem a não concordar com o que está a acontecer nas casas-de-banho para meninas, e prosseguirem na sua defesa de valores e princípios normais, tradicionais e fundamentados na biologia.

A "Pacific Justice Institute" (PJI), uma agência sem fins lucrativos que defende os valores tradicionais, enviou uma carta à escola listando uma série de preocupações que eles e os pais exigem que sejam levadas em conta o mais rapidamente possível. Um porta-voz da PJI afirmou:

A carta enviada hoje pela PJI explica que os alunos não-transgéneros ainda possuem direito à sua privacidade e esse direito está a ser ignorado pela escola. A carta aponta também que a escola Florence High não tomou as preocupações mínimas tais como requerer que o estudante [Matt]  se identifique de modo conclusivo com um dos géneros [sic]. Segundo o testemunhos de alguns alunos, ele às vezes usa a casa-de-banho das raparigas mas por outras vezes usa a dos rapazes.


A carta enviada pela PJI lembra os oficiais da Florence High "das suas obrigações legais de proteger a privacidade e os direitos expressivos de todos os alunos - não só dum grupo selecto."

A carta declara também que, depois de se reunirem com as raparigas que se queixaram de partilhar a casa de banho com o Matt, os oficiais escolares recomendaram-lhes que "evitassem usar o balneário das raparigas", mas que usassem outro balneário mais distante.

Esse tal balneário mais distante não se encontra disponível aos alunos que fazem actividades depois do horário escolar, e como tal, essa "solução" não tem qualquer tipo de utilidade.

O instituto deu 5 dias à escola para responder por escrito aos pontos listados na carta.

Fonte

* * * * * * *
Seria interessante saber de que lado o lobby feminista se encontra - do lado das mulheres, defendendo o seu direito de não partilhar a casa de banho com um homem, ou do lado do jovem sexualmente confuso. As mulheres que se identificam com o feminismo deveriam tomar este incidente como exemplo, e questionar a sua liderança da posição oficial do feminismo em relação ao facto de, segundo o movimento homossexual, homens poderem usar a casa de banho das meninas desde que se identifiquem como "trans".


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

A verdade sobre a mudança impossível

Por Michael Brown 

A história que nos chega da Bélgica é verdadeiramente trágica: uma mulher de 44 anos, desapontada com a operação de "mudança de sexo" (de mulher para "homem"), tomou a decisão de se submeter a uma eutanásia sentido que a operação lhe havia transformado num monstro. Mas a história por trás da história é ainda mais trágica.

Obviamente que se nós acreditássemos nas reportagens que os média propagam incessantemente, seríamos levados a pensar que todas as pessoas que alguma vez fizeram uma operação de "mudança de sexo" se encontram felizes com o resultado. Levando em conta essa forma de ver as coisas, existe agora um novo termo que é suposto nós usarmos: cirurgia de realinhamento do género. Esta nova terminologia veio para substituir a anterior - cirurgia de reatribuição sexual - que por sua vez substituiu o termo mais gráfico prévio: operação de mudança de sexo.

E é importante não sermos ingénuos em relação a isto: Esta é inquestionavelmente uma cirurgia radical que envolve a remoção e a alteração de órgãos perfeitamente funcionais apenas e só porque uma pessoa fica convencida (na sua mente) de que esses órgãos não deveriam estar por lá.

No caso da mulher Belga que cresceu com o nome Nancy Verhelst (mais tarde adoptou o nome Nathan Verhelst), ela recebeu permissão para se submeter a uma injecção letal com base na sua declaração de que se encontrava em "sofrimento psicológico insuportável". (Convém ressalvar que uma em cada 50 mortes que ocorrem actualmente na Bélgica são o resultado da eutanásia, mas essa é outra história trágica.)

Como reportado na Bélgica, Verhelst afirmou que, depois da cirurgia, "Eu encontrava-me pronta para celebrar o meu renascimento mas quando me olhei no espelho, fiquei com nojo de mim mesma. O meu novo peito não estavam de acordo com as minhas expectativas e o meu novo pénis tinha sintomas de rejeição. Eu não queria ser  . . . . um monstro."

Tudo isto é suficientemente triste em si, mas a história por trás de história é ainda pior - apontando para questões profundas que envolvem a vida de Verhelst. A sua mãe havia-lhe rejeitado desde o momento de nascença, havendo dito o seguintes depois que soube da morte da filha:

Quando vi a Nancy pela primeira vez, o meu sonho foi destruído. Ela era tão feia. Eu tive um nascimento fantasma. A sua morte não me perturba.

Alguma vez ouvimos uma mãe a dizer uma coisa tão cruel sobre a sua filha? Ela continua:

Para mim, este capítulo terminou. A sua morte não me perturba. Não sinto nenhuma dor, nenhuma dúvida ou remorso. Nunca tivemos algum tipo de conexão portanto, nada foi quebrado.

E a Nancy lutou com a dor da rejeição até ao momento da sua morte, tal como o artigo revela:

Horas antes da sua morte,Verhelst falou da forma como, quando era criança, sempre se sentiu rejeitada e como "era a menina que ninguém queria", descrevendo a forma como a sua mãe se queixou quando teve uma menina quando, na verdade, desejava que ela tivesse nascido um rapaz.

Não é preciso qualquer qualificação em Psicologia para ver que esta era a causa dos problemas da Nancy. Ser rejeitada desde a nascença pela sua própria mãe por ser "feia" e ser "um nascimento fantasma", e também por não ter sido o rapaz que a sua mãe desejava, eram as verdadeiras causas da sua confusão sexual. (Não estou a dizer que isto é o que acontece em todas as situações, mas esta parece ser a melhor explicação para este caso.

Walt Heyer é um homem que passou uma situação semelhante na sua vida. Quando era criança, a sua avó vestia-o com roupas de menina (afirmando o quão "bonita" ele ficava com roupas de menina), e mais tarde foivárias vezes abusado sexualmente por outro homem.

Como um homem casado, Heyer concluiu que ele era, na verdade, uma "mulher", o que o motivou a submeter-se a terapia hormonal e a passar por uma operação de mudança de sexo e assumir a identidade feminina de "Laura" - identidade essa que ele manteve durante alguns anos. Mas tarde, apercebeu-se que os seus problemas profundos não foram resolvidos. Sem surpresa alguma, o médico que executou a operação nele falhou ao não explorar as outras questões que perturbavam Heyer.

Eventualmente, Heyer parou de tomar os hormonas, reverteu o que foi possível  reverter da sua cirurgia, casou-se com outra mulher, e fez o site SexChangeRegret.com. Um relatório present no site declara:

O "Belgrade Center for Genital Reconstructive Surgery" afirma que eles receberam mais de 1,500 pedidos de reversão da cirurgia.

Porque será?

O site de Heyer também tem uma ligação para uma história reportada em Outubro, na Inglaterra, onde se lê

"Eu nasci um rapaz, tornei-me numa rapariga, e agora quero voltar a ser um rapaz outra vez": O mais novo paciente submetido à troca de sexo vai reverter a operação.

É por motivos como este que, há alguns anos atrás, o hospital da Universidade John Hopkins, debaixo da liderança do psiquiatra Paul McHugh colocou um fim a cirurgia da mudança de sexo. 

Tal como ressalvou McHugh (falando da cirurgia "homem-para-mulher"), "Não é óbvio como os sentimentos do paciente de que ele é uma mulher presa no corpo dum homem não são diferentes dos sentimentos dum paciente com anorexia nervosa de que está está gorda apesar do seu estado emagrecido e caquético? Nós não executamos uma liposucção aos anoréticos. Porque é que amputamos os genitais destes homens infelizes? De certeza que o problema está na mente e não no membro."

No entanto, sempre que eu e outros sugerimos que deveríamos investir as nossas energias na análise mais profunda das questões que perturbam estes indivíduos - qualquer que seja a sua idade - somos qualificados de pessoas odiosas e insensíveis.

Em relação a McHugh, o distinto professor de psiquiatria na Universidade Johns Hopkins, e que também fez parte do concílio bioético do Presidente George W. Bush, ele foi atacado nos sites transgénero como sendo alguém retrógrado.

Se por acaso alguém se questiona para onde caminham as coisas, leiam esta que nos chega da Argentina:

Uma menina [sic] de seis anos, que nasceu rapaz, tornou-se na primeira criança transgénero da Argentina a ver o seu nome oficialmente alterado nos documentos.

Seis anos?!! Esta é a altura da vida em que as crianças mal conseguem fazer distinção entre a realidade e a fantasia, no entanto este rapaz, que se identificava como rapariga desde que começou a falar, é, agora legalmente (mas não biologicamente) uma "rapariga".O que virá a seguir?

Para os Cristãos, a mensagem é clara: Ao mesmo tempo que temos compaixão por aqueles que buscam as estratégias divinas para a sua plenitude, temos que celebrar as distinições sexuais entre os homens e as mulheres, reconhecendo a beleza e a sabedoria de Génesis 1:27:

E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.

Fonte: http://ow.ly/pwMGK..

terça-feira, 14 de maio de 2013

A normalização do homossexualismo prepara o caminho para o incesto?

O advogado que representa o professor universitário acusado de ter prácticas incestuosas com a sua filha de 24 anos questionou o porquê do alegado affair ter sido tornado público.

David Epstein foi acusado de incesto por alegadamente ter tido uma relação consensual com a sua filha durante 3 anos. O professor de ciência politica da Universidade de Columbia, e de 46 anos, alegadamente dormiu com a sua filha entre 2006 a 2009. Epstein, especialista em política americana e direito de voto, é também acusado de trocar mensagens de texto suspeitas com a filha durante o seu relacionamento.

Matthew Galluzzo, advogado de defesa de Epstein, disse que, embora a sua filha tenha sido qualificada de "vítima", ela pode muito bem "ser descrita como cúmplice". Galluzzo acrescentou ainda:

Academicamente falando, nós somos moralmente e justificadamente contra o incesto. Mas ao mesmo tempo, existe um argumento que pode ser feito no caso Suíço onde se deixa de parte aquilo que ocorre dentro da privacidade dos quartos. É perfeitamente aceitável os homossexuais fazerem oque bem entenderem nas suas casas. Como é que este caso difere?

Temos que arranjar uma forma de determinar o porquê dum comportamento [homossexualismo] ser tolerado, mas o outro [incesto] não.

Fonte

* * * * * * *

A lógica do advogado é perfeita: se o que ocorre consentidamente entre adultos é algo fora da jurisdição da lei e, desde logo, tolerável, porque não tolerar o incesto entre adultos? Que métrica é usada para qualificar uma de "normal" e a outra de "imoral"?

Notícias como esta revelam para onde caminha a nossa "moral" sexual, dominada que está pelo relativismo ético.
...

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A inconstitucionalidade das leis contra o bestialismo

Um homem da Flórida, acusado de ter tido intimidade sexual com um burro pequeno que se encontrava ao seu cuidado, alega que as leis estaduais que o proibem de ter sexo com animais são uma "violação" dos seus "direitos constitucionais".

Carlos R. Romero, de 32 anos, foi preso no dia 14 de Setembro do ano passado e acusado de se engajar em actividade sexual envolvendo um animal, e de crueldade animal. A polícia alega que ele teve "relações sexuais" com um burro miniatura de 2 anos com o nome de Doodle, que se encontrava ao seu cuidado.

Mas antes do seu julgamento, os advogados de Romero deram entrada a uma moção que visava declarar as leis que proibem o sexo com animais como inconstitucionais.

Romero foi colocado sob custódia policial depois dele ter sido preso numa quinta em Ocala, onde ele trabalha, e depois de ter admitido que ele fica sexualmente excitado sempre que vê animais com cio e a acasalar.

* * * * * * *
Podem ler o resto da história nojenta aqui, mas aviso já que é horrível.

As perguntas problemáticas agora são: qual é o argumento contra o que ele alega? Se é permissível um homem "casar" com outro homem - porque o que conta é a "afectividade" e mais nada - porque não sexo com animais? Porque não o incesto?

A Caixa de Pandora que foi aberta com a normalização do homossexalismo é uma que vai ter efeitos devastadores no mundo ocidental - tal como era suposto. Devido a isto, quem se alinha contra o activismo homossexual, não o faz por ódio aos homossexuais, mas sim pelo amor à civilização e à ordem social.

Carlos Romero - Pioneiro sexual

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Detido por fazer sexo com cão do vizinho


Um homem, de 69 anos, foi preso na quarta-feira em Salina, no estado norte-americano do Kansas, acusado de fazer sexo com o cão de um vizinho.

Denis Gress foi detido após a denúncia de um vizinho, que revelou tê-lo visto a realizar actividades sexuais com o animal no quintal da casa do proprietário.

Segundo a polícia, o homem já tinha mantido relações sexuais com o cão em Setembro, mas o caso só agora foi denunciado.

Denis Gress foi detido e acusado dos crimes de sodomia e lascívia, mas já foi libertado.

Fonte

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...