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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Homossexual é agredido em casa gay nocturna de São Paulo

Neste fim de semana, o maquilhador Guilherme Nutti, de 28 anos, afirma ter sido espancado por dois atendentes durante uma festa gay em São Paulo. A confusão começou depois de uma discussão no bar.
Segundo declarações de Nutti, a briga começou quando ele reclamou da dose de uma bebida servida pelo barman. 

“Ele pegou o copo e bateu no balcão e quando bateu respingou em mim. Eu o xinguei porque aquilo foi uma atitude muito desrespeitosa”, contou o Nutti.

O maquiador diz que foi puxado para outro local pelo barman que começou a agredi-lo. O outro atendente que estava no balcão também teria ajudado a espancar o cliente. 

A violência só terminou quando o segurança apareceu, trazido por um dos amigos de Guilherme. O proprietário disse que vai demitir funcionários envolvidos na confusão.


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Estranho que a notícia coloque o homossexual como vítima (que realmente foi) mas esquece-se de dizer que os agressores também eram homossexuais. 

Este é o tipo de "jornalismo" gayzista que temos hoje em dia, onde os homossexuais, por serem homossexuais, só podem ser vítimas (e muitas vezes são vítimas de outros homossexuais), mas nunca podem ser agressores.



sábado, 14 de julho de 2012

Bar homossexual baniu celebrações heterossexuais

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Bar homossexual de São Francisco baniu festas de despedida de solteiro dizendo que "qualquer celebração de casamentos heterossexuais" [o único que existe] se encontram proibidas.

Como se podem lembrar, a "Timber Creek Bed and Breakfast" foi vítima de ataques por parte dos activistas homossexuais por se recusar a disponibilizar as suas instalações para "uniões civil". Devido a essa posição, eles estão a ser investigados por motivos de "discriminação".

Se isso é assim, como é que se explica que um bar homossexual pode fazer o que instalações heterossexuais não podem? Não é isto mais uma evidência de que os activistas homossexuais não querem "igualdade" mas sim supremacia social e cultural?

Fonte

sábado, 5 de maio de 2012

Bar gay proíbe casal de se beijar

A decisão de um bar gay dinamarquês de proibir um casal de se beijar dentro de suas instalações está a causar polémica mesmo entre a comunidade gay. O assunto ganhou destaque depois duma mulher contar à imprensa que foi impedida por seguranças de beijar o seu namorado no local.

O dono do bar Never Mind, Christian Carlsen, defende que a regra não é discriminatória, mas sim uma forma de proteger os seus clientes gays visto que Copenhaga é rica em bares heterossexuais, enquanto que as opções para homossexuais é mais restrita. Para ele, os bares gays na região atraem muitos heterossexuais e isso limita a quantidade da comunidade GLS nesses locais.

“É importante para a comunidade gay que o Never Mind continue como um lugar gay”, disse Carlsen.

Porém nem mesmo a comunidade gay apoia o dono do bar. O fundador da organização LGBT Homosocialt Fællesskab, Jobbe Joller, afirma que a atitude é equivalente a expulsar clientes pela cor da sua pele.

“Em um primeiro momento, achei que fosse uma piada. Disse-lhe [ao dono do bar] em tom muito sério que isso era doentio e a comunidade LGBT considera que todos devem ter direitos iguais", disse Joller à agência de notícias Pink News.

Fonte

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Tal é o domínio cultural que o lobby sodomita tem na Dinamarca que eles sentem-se razoavelmente à vontade para discriminar os casais.

Corrigindo o activista homossexual Jobbe Joller, expulsar uma pessoa com base no seu comportamento sexual não é o mesmo que expulsar uma pessoa com base na sua composição genética.

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