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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A violência doméstica que as feministas ignoram

Por David Garrett

No meio do constante ataque contra os homens causado pelas inflamadas estatísticas de violação e violência doméstica, ocorre um silêncio ensurdecedor. Estudos após estudos têm confirmado que as mulheres lésbicas são tão ou mais violentas que os homens que se encontram em relacionamentos heterossexuais. Mesmo assim, os média e as autoridades evitam este assunto por completo. Admitir que as lésbicas, ergo, um sub-conjunto das mulher, parecem cometer tanta ou mais violência doméstica que os homens fragiliza de forma fatal a obsessão feminista com um imaginativo controle patriarcal, bem como as suas noções distorcidas de privilégio masculino.

Muitos destes mesmos estudos afirmam que os relacionamentos homossexuais masculinos incluem tanta violência doméstica como os relacionamentos heterossexuais, mas as amostras de violência doméstica entre lésbicas são uma melhor analogia visto que as vítimas são as mulheres - tal como na maior parte das notícias envolvendo relacionamentos heterossexuais.

Como fingir um argumento anti-homem

A omissão da violência doméstica da equação é ridícula. Isto é como uma situação hipotética de impedir militantes contra o acto de se conduzir bêbado em Maine só porque há muito menos pessoas a viver por lá do que na Califórnia, ou então focar-se apenas no alcoolismo dos Americanos Caucasianos só porque os Brancos são mais do que, por exemplo, os Índios Americanos.

Se a violência é uma praga tal, como as feministas "articulam", qualquer coisa menos que falar de todo o tipo de violência é um estratagema político manipulativo e uma agenda. E a agenda aqui é atacar os homens e descrever a violência doméstica como um desporto que só é jogado pelos homens heterossexuais.

Estas mesmas estatísticas relativas à violência doméstica, que são obtidas a partir de auto-relatos, são usados para perseguir, difamar e facilmente condenar os homens. Na distorcida área das estatísticas de violação, o limiar da "agressão sexual" tem sido reduzido e caricaturado para piropos de rua e actos sexuais depois de se consumir álcool, mesmo que a mulher esteja inteiramente lúcida ou se o homem está igualmente bêbado. Sem surpresa alguma, as lésbicas recebem carta branca quando são levados a cabo estudos envolvendo questões menos amorfas e mais estritamente definidas em relação à violência (como, por exemplo, "Foi você vítima de violência por parte da sua parceira?")

Até a revista The Atlantic, que é com relativa frequência  uma miscelânea esquerdista da mais putrida diarreia mediática, reconhece que a violência entre duplas do mesmo sexo está numa situação "epidémica". Outros dados recolhidos pelas agências e pelas entidades governamentais Americanas citam 3,9 milhões de mulheres a serem vítimas de violência doméstica por parta da sua parceira lésbica. Uma vez que a proporção de lésbicas ou mulheres funcionalmente bissexuais nos Estados Unidos é estimado como sendo 20 vezes inferior que o número de mulheres heterossexuais, estes números são impressionantes.

A relutância das lésbicas em reportar

Uma das características do linguarejar das feministas é o de sempre colocar ênfase na proporção das mulheres heterossexuais que nunca reportam a violência doméstica e a agressão sexual "cometida" pelos homens. Elas assumem, sem qualquer tipo de evidência, que estes "casos" são casos provados de violência doméstica e sexual, e que, como tal, podem ser utilizados como forma de retirar dos homens os seus direitos de receber tratamento judicial adequado.

O problema com esta narrativa é a forma como ela se reflecte sobre a maneira como a violência doméstica entre lésbicas é reportada. Os estudos tais como aqueles citados nos links de cima fazem contínua referência a sub-notificação da violência doméstica dentro das duplas homossexuais, e como tal, o problema é actualmente maior.

O viés de confirmação das feministas permite-lhes usar as metodologias mais corrompidas e ténues, tais como a junção das alegadas vítimas femininas com as mulheres cujo estatuto de vítima foi estabelecido através de processos judiciais (e mesmo as alegações destas são continuamente diluídas para um drama "diz-que-disse"). Mas estas metodologias nunca são apropriadas quando os alegados perpetradores não são homens heterossexuais, e muito menos são convertidas em exigências dentro das arenas políticas e sociais.

Tal como já leram na minha recente pesquisa em torno do slut-shaming de mulheres feito por mulheres e por homens, elas são esvaziadas de capacidade de decisão quando isso envolve elas gozar e intimidar as outras mulheres, mas o homens responsabilizados e tidos como seres autónomos e actores privilegiados. O mesmo aplica-se dentro da violência doméstica lésbica: os homens heterossexuais têm escolhas, mas as mulheres que se encontram dentro de relacionamentos heterossexuais ou lésbicos têm a opressão como forma de explicar a sua violência.

O medo da perda por parte das feministas

Revelar a simetria que existe entre a violência doméstica heterossexual e a que ocorre nos relacionamentos homossexuais ameaça retirar das mãos das feministas a sua galinha dos ovos de ouro política: a fictícia e institucionalizada opressão que as mulheres sofrem causada pelos homens. Ignorar o abuso que ocorre dentro dos relacionamentos homossexuais é, portanto, obrigatório como forma de manter a sua agenda bem oleada e em movimento. As mulheres que são vítimas de violência por parte de outras mulheres salienta as escolhas pessoas que são feitas pelas parceiras que cometem abusos em áreas privadas, e não salienta um sistema público que encoraja tal violência.

Da mesma forma que a sociedade moderna confere um estatuto especial aos "gays", às lésbicas, e em particular às pessoas transsexuais, os estudos em torno da violência doméstica ilustram  forma como as feministas resolveram ignorar a comunidade lgbt como forma de preservar a sua narrativa anti-homem. Se por acaso o movimento feminista começar a receber demasiadas críticas por isso mesmo, as feministas podem sempre culpar o patriarcado por envergonhar e estigmatizar as lésbicas de forma a que elas agridam as suas parceiras. E assim o ciclo continua.

- http://bit.ly/1EIX9Qa

* * * * * * *

O que as idiotas úteis de movimento feminista ainda não sabem é que dentro da escala de vitimismo esquerdista, a comunidade lgbt é mais "vítima" que a mulher. Logo, mal os ataques se tornem demasiado fortes, as mesmas agências oficias que "apoiam" o movimento feminista, rapidamente se retirarão do seu grupo, e colocarão todo o seu peso junto da causa lgbt.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Quando o ódio não é ódio


Há cerca de uma semana atrás um homossexual tentou disparar vários tiros dentro duma instituição que defende os valores familiares devido ao facto dele não gostar do que eles "representam." Segundo o artigo citado mais embaixo, a polícia e os órgãos de informação nada reportaram em torno do facto do homem ser homossexual ou em torno dos motivos que o motivaram a fazer o que tentou fazer.

Durante a onda anual de "Atiradores solitários", o facto mais estranho deste caso é que o mesmo pode não ter sido planeado ou preparado. É como se um bêbado invadisse um palco no momento exacto em que uma peça está a decorrer e ele tivesse sido rapidamente retirado do palco pelos seguranças enquanto os actores se recompunham e retomavam a peça.

Os conservadores - e não os "oprimidos" homossexuais - agem deste modo.

Quando analiso os artigos da grande média em torno deste ataque, fico com a impressão de que quem está a ser julgado é a Family Research Council. O New York Times - que, como se sabe, é totalmente dominada por esquerdistas e pessoas simpatizantes com a agenda homossexualista - disse que "Tiros Provavelmente Foram Politicamente Motivados." Se calhar a Southern Poverty Law Center [esquerdistas] poderá criar a linha divisória entre "tiroteio politicamente motivado" e "tiroteio motivado pelo ódio."


Segundo o FBI, Floyd Lee Corkins II disparou uma Sig Sauer de 9mm no hall de entrada das instalações do grupo pró-família - com sede em Washington - que ajudou a escrever a "Defense of Marriage Act." Corkins tentava fazer-se passar por um estagiário, munido com as suas sanduiches Chic-Fil-A, mas o segurança não acreditou nele.

Corkins entrou em pânico, puxou da sua arma e disparou contra o braço do guarda. O guarda ferido lutou contra Corkins e imobilizou-o antes que ele tivesse a possibilidade de matar alguém.
Corkins disse, "Não atirem sobre mim. Isto não é nada contra ti, mas sim contra o que este lugar representa." O lema da Family Research Council, disposto de forma proeminente sobre a entrada do edifício, é "Fé, Família, e Liberdade" [Faith, Family and Freedom.]. É preciso cavar bem fundo na maioria das reportagens dos média para descobrir que Corkins tinha feito voluntariado no "D.C. Center for LGBT Community", grupo feito para "as lésbicas, gays, bissexuais e transgénero." Isto contrasta de forma vincada com outras reportagens mediáticas tais como o tiroteio levado a cabo por Anders Breivik, onde o atirador foi rapidamente e incorrectamente identificado como um "fundamentalista Cristão." O tiroteio que ocorreu nas instalações da "Family Research Council" chega pouco depois desta organização ter defendido o presidente da Chick-fil-A - Dan Cathy - nas suas palavras em defesa do casamento.

O que se pode concluir deste incidente é que, para os esquerdistas, o termo "ódio" está exclusivamente reservado para os seus adversários políticos. O grupo homossexual com sede em Washington "Human Rights Campaign", por exemplo, recusou-se a parar de identificar o lobby pró-família como "grupo de ódio." (Isto porque para os activistas homossexuais, discordar das suas posições é sinal de "ódio.")

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Eles podem dizer estas piadas

Como ambos são sodomitas, este tipo de piadas não são levadas a mal. No entanto, se um homem com sexualidade normal diz exactamente o mesmo tipo de piada, ele é qualificado de "homofóbico".

A dualidade de critérios é gritante.


sábado, 14 de julho de 2012

Bar homossexual baniu celebrações heterossexuais

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Bar homossexual de São Francisco baniu festas de despedida de solteiro dizendo que "qualquer celebração de casamentos heterossexuais" [o único que existe] se encontram proibidas.

Como se podem lembrar, a "Timber Creek Bed and Breakfast" foi vítima de ataques por parte dos activistas homossexuais por se recusar a disponibilizar as suas instalações para "uniões civil". Devido a essa posição, eles estão a ser investigados por motivos de "discriminação".

Se isso é assim, como é que se explica que um bar homossexual pode fazer o que instalações heterossexuais não podem? Não é isto mais uma evidência de que os activistas homossexuais não querem "igualdade" mas sim supremacia social e cultural?

Fonte

sábado, 14 de abril de 2012

Londres: campanha cristã em favor do casamento censurada

Em resposta a uma campanha visível nos autocarros londrinos que defende o "casamento" gay, um grupo cristão determinou-se a levar a cabo uma campanha sua onde se lê o que já se sabe há muito tempo: é possível sair do homossexualismo.

"Não gay! Pós-gay, ex-gay e orgulhoso. Aceite isso!". Esta era a frase que o grupo cristão Core Issues Trust tencionava colar nos autocarros da capital britânica a partir da próxima semana - em resposta a uma campanha dos activistas homossexuais pertencentes ao grupo Stonewall, organização que usa do poder estatal para avançar com a sua agenda política e sexual.

Na campanha deste último grupo lê-se "Algumas pessoas são gay. Aceite isso!" Claro que nenhum grupo cristão do mundo defende que sodomitas não existem.

As autoridades responsáveis pelos transportes de Londres cederam perante os activistas sodomitas e confirmaram que a campanha do Core Issues Trust foi recusada depois de "terem recebido várias queixas".

O motivo da recusa da campanha cristã deve-se à crença não cientifica de que é impossível alguém deixar de ser homossexual, algo que contradiz os vários testemunhos pessoas de ex-homossexuais espalhados um pouco por todo o mundo. Mas quem disse que a ciência importa alguma coisa quando se tem uma agenda política esquerdista a cumprir?

Desde o dia 1 deste mês, mil autocarros londrinos circulam com a campanha que promove a ideia de que a noção de casamento pode incluir pessoas do mesmo sexo, algo que não faz sentido nenhum visto que casamento é sempre a união entre duas pessoas do sexo oposto.

Fonte

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Revista homossexual brasileira com dificuldades em convencer os seus próprios leitores

Este texto do exilado Júlio Severo demonstra de forma cabal a necessidade que a gaystapo tem de ignorar a vontade da maioria quando se trata de avançar a sua política sexual e esquerdista.

Se nem os seus próprios leitores eles conseguem convencer em favor do homossexualismo, torna-se por demais óbvio que a maioria da população não está minimamente interessada na perversão da lei e dos costumes em favor dum vício sexual perfeitamente alterável.

Se não fossem as elevadas somas de dinheiro que a gaystapo recebe (dinheiro público), e a utilidade do homossexualismo como arma de destruição da civilização ocidental, o movimento gay seria algo proporcional à presença de homossexuais na sociedade: mínimo e largamente ignorado pela maioria.


Julio Severo
O site CongressoEmFoco, uma verdadeira mídia-fachada para as políticas esquerdistas em geral e para as políticas do PT em particular, apontou sua metralhadora ideológica desta vez para seus próprios leitores, acusando-os de “homofobia” — um termo ideológico usado modernamente para rotular de “agressores” e “assassinos” de homossexuais quem apenas critica a agenda gay. O que significa então o que o site pró-PT chamou de “onda de ‘homofobia’”? Os leitores de CongressoEmFoco ficaram tão descontrolados que saíram em turbas às ruas agredindo e matando homossexuais?
Ao escrever e publicar um artigo defendendo descaradamente o comportamento homossexual de dois ex-militares, CongressoEmFoco só queria uma resposta dos leitores: aplausos. O artigo foi o mais lido de sua história, recebendo 105 mil visitas num só dia. Os comentários chegaram a quase 800, batendo recorde no site. Mas CongressoEmFoco não ficou feliz: a maioria esmagadora dos comentários não gostou da propaganda gay. Cãozinho mansinho tem de ficar quietinho na coleira do dono. Se não, o dono fica zangado.
Numa atitude medíocre de denegrir a grande maioria de seus leitores, CongressoEmFoco preferiu pegar uma minoria isolada de comentários realmente agressivos para rotular todas as opiniões opostas ao homossexualismo como “homofóbicas”.
De fato, não vendo os aplausos que esperava, CongressoEmFoco teve um surto, um chilique histérico tipicamente homossexual, publicando, em sua edição de 13 de janeiro de 2012, três manchetes na seguinte ordem:
Primeiros militares a assumirem publicamente uma relação homoafectiva, Fernando e Laci são brindados com centenas de comentários agressivos após anunciarem decisão de deixar o país
As centenas de comentários homofóbicos postados contra casal gay mostram o quanto estamos longe de nos constituirmos em uma sociedade civilizada e democrática
“Não existe ninguém no governo ou no Congresso brasileiros com coragem para frear essa flagrante ilegalidade, sancionada por verbas, dízimos, patrocínios e uma farta hipocrisia”
Não é de admirar a revolta dos leitores. CongressoEmFoco não respeita os sentimentos da maioria da população. Só respeita os sentimentos do PT e da esquerda.
Quando anos atrás refutei um artigo de CongressoEmFoco atacando os evangélicos, o próprio director do CongressoEmFoco escreveu ao Mídia Sem Máscara afirmando (na seção de comentários) que, ao contrário de esquerdista e anti-evangélico, “O Congresso em Foco é um veículo pluralista, que publica textos de colunistas e articulistas com visões de mundo bastante diferentes”.
Textos exclusivamente pró-homossexualismo. Textos sobre cristãos rotineiramente negativos. Essa, na visão esquerdista, é a verdadeira atitude pluralista, democrática e diversa.
O chilique histérico de CongressoEmFoco produziu três manchetes contra os leitores, sendo que a última ficou reservada para os evangélicos, numa linha de matérias anti-evangélicas que já vem de anos, num histórico de hostilidade contra os evangélicos que é bem conhecido. Mas desta vez, CongressoEmFoco não se conteve: de tanta raiva, saiu chutando baldes, os leitores e os evangélicos, colocando no mesmo nível Martinho Lutero, R.R. Soares, Edir Macedo, Silas Malafaia e Valdemiro Santiago, chamando-os de chefões de “seitas”, como se todos, a semelhança de Macedo, apoiassem o aborto e o PT. Para Malafaia, CongressoEmFoco reservou o rótulo de “trovão homofóbico”.
E para Toni Reis, presidente da ABGLT, que já instigou o Ministério Público Federal contra Malafaia e contra mim? Qual é o rótulo que CongressoEmFoco lhe impôs? “Trovão anticristão”? “Trovão homo-nazista”? Não. Para a ABGLT, CongressoEmFoco deu a oportunidade de dizer o que pensa de seus revoltados leitores: “As pessoas não se sentem constrangidas em falar o que pensam contra outras pessoas e ninguém é punido por incitar esses ódios. Tudo isso faz com que seja normal ser homofóbico”.
Na opinião da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais), os leitores revoltados de CongressoEmFoco ficarão impunes de seus “ódios” enquanto o Brasil resistir em criminalizar a “homofobia”. Com o PLC 122 aprovado, a ABGLT ficará aliviada de ver todos os leitores discordantes silenciados à força. A partir daí, tanto CongressoEmFoco quanto o PT quanto a ABGLT terão garantidos todos os aplausos e elogios sociais que exigem para tudo o que escrevem e fazem. Essa é a única liberdade de expressão que eles aceitam: a liberdade de todos dizerem somente o que a ABGLT, o CongressoEmFoco e o PT querem ouvir.
Os esquerdistas parecem pensar que só a “revolta” contra eles tem de ser denunciada e criminalizada. E eu e meu blog, que somos alvos de contínuas ameaças e xingamentos? Nesse caso, não, porque só militantes gays são isentos de criminalizações, certo? Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual, chegou a postar em seu site o que ele achou que era meu nome completo, endereço e telefone, mantendo online durante dois anos, só removendo depois de um aviso legal.
Qual era o propósito de se manter exposto ao público um endereço residencial e telefone? Convidar a população gay e seus simpatizantes a visitarem a mim e minha família com bombons e flores? Levar brinquedos e doces para meus filhos pequenos?
Se Mott fosse cristão conservador e o endereço exposto publicamente pertencesse a um ativista gay, CongressoEmFoco não esbravejaria “Onde estão as autoridades para punir esse Mott?”
Além disso, mesmo depois de minha saída do Brasil, Toni Reis orientou, conforme comunicações internas interceptadas e gravadas, todos os grupos homossexuais do Brasil a ajudarem a descobrir minha localização no exterior. Incrível, não? A bondade deles é tamanha que até no exterior querem me visitar com bombons e flores! Nem líderes evangélicos do Brasil chegaram a esse nível de “bondade”.
CongressoEmFoco nunca denunciou ameaças gays a mim e outros cristãos. Pelo contrário, só tem reservado ataques, zombarias e deboches aos cristãos.
CongressoEmFoco nunca tratou os ativistas gays nem o PT do jeito que há anos trata os líderes evangélicos — e olha que esses líderes são em grande parte pró-PT. Se um site conservador tratasse os ativistas homossexuais do mesmo jeito que CongressoEmFoco trata os evangélicos, o site pró-PT gritaria “homofobia”!
Não vou querer ensinar boas maneiras ao CongressoEmFoco. Já falei demais. Daqui a pouco, eles apontam seu chilique histérico para mim, por ser evangélico e por me juntar às centenas de leitores do CongressoEmFoco que, como eu, veem na homossexualidade um desvio de comportamento prejudicial para seus praticantes e para a sociedade. Vão querer me chamar de “homofóbico” e de líder de “seita”.
A inquisição esquerdista e gay, gorda e estufada de nossos impostos, está sedenta de sangue, pronta para queimar na fogueira estatal quem quer que não fique em silêncio diante de seu avanço.
A reza do CongressoEmFoco, “Seja feita a vontade do PT, assim na terra como no inferno”, se materializa nas suas atitudes anticristãs e em seu amplo acesso a todas as esferas do governo petista: suas matérias contra os leitores trouxeram a citação de várias fontes governamentais esquerdistas que disseram “amém” às agressões ideológicas de CongressoEmFoco aos seus leitores.
O PT e seus aliados têm o poder financeiro (do dinheiro de nossos impostos) para sustentar mídias que lhes apoiem. Mas os leitores têm sempre a opção de boicotar mídias que lhes desrespeitem. Fica aí a sugestão.
Outros artigos de Julio Severo sobre CongressoEmFoco:
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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Governo inglês assegura que nenhuma igreja pode ser forçada a tomar parte em uniões civis . . . por enquanto

Há alguns dias atrás o governo inglês deu novas "garantias" de que as igrejas não podem ser forçadas a levar a cabo uniões civis contra a sua vontade. A promessa veio a lume durante o debate na Câmara dos Lordes em torno das Regulamentos Governamentais que permitem o registo de parcerias civis em premissa religiosas (m Inglaterra e no País de Gales).

O debate em torno dos Regulamentos foi assegurado pela Baronesa O’Cathain. Muitas igrejas expressaram preocupações pelo facto de acreditarem poder sofrer pressão legal para registar uniões civis contra a sua vontade.

A Baronesa O’Cathain trouxe a lume o aconselhamento legal que expôs potenciais falhas no nove esquema. Para além disso, ela afirmou que o propósito para iniciar o debate foi o de "discutir a preocupação geral de que o Regulamento ameaça a liberdade religiosa".

O antigo Lord Chancellor, Lord Mackay de Clashfern, disse que o governo deveria providenciar protecção mais clara contra a lei da igualdade.

Outros Pares afirmaram que mais protecção legal é necessária, e insistiram que nenhuma igreja poderia ou deveria ser forçada a levar a cabo registos de uniões civis.

Respondendo ao debate, o Home Office Minister Lord Henley disse que as igrejas que escolham não tomar parte do esquema, estão totalmente garantidas pela Secção 202 da Equality Act, a provisão legal que permite o registo religioso das uniões civis.

Esta é a primeira vez que o governo afirma que a Secção 202 oferece tal "protecção".

Durante o debate, muitos Pares afirmaram que, caso alguma igreja sofre uma acção legal por se recusar a registar um união covil, a mesma quase de certeza seria bem sucedida na sua defesa.

Fonte

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Obama demonstra que defesa do gayzismo é aliança táctica

Homossexual saudita vê o seu pedido de asilo político rejeitado pela administração de Obama. O Jerusalem Post reportou que Ali Ahmad Asseri alegou que se ele voltasse ao Reino da Arábia Saudita, enfrentaria a hipótese de ser executado devido à forma radical do islão que ordena a execução de homossexuais.

Segundo reportado, a administração de Obama negou o pedido de asilo como forma de "evitar transtornar a relação entre os EUA e a Arábia Saudita". Dito de outra forma, para Obama e os esquerdistas americanos, a politica que eles defendem - e a imaginada "relação" com a Arábia Saudita - está acima da vida dum homossexual proveniente dum país muçulmano.

Mas levando em conta a política pró-sodomia de Obama - sem paralelo na história americana - isto não faz sentido nenhum. Não foi o mesmo governo americano que se determinou em combater a "homofobia" onde quer que ela se manifeste? Porque é que os marxistas culturais do ocidente não combatem a "homofobia" presente nos países islâmicos?

Conferir asilo político a um homossexual dum país muçulmano mostraria ao mundo que Obama leva a sério a sua política de "acabar com o preconceito" contra a sodomia. Pior do que isso é que, ao contrário de muitas outras pessoas que pedem asilo político, Asseri não mentiu: o governo de facto executa os homossexuais.

Portanto, para Asseri, dizer a verdade não lhe serviu de nada uma vez que essa verdade não agrada aos marxistas que controlam a política americana.

Em contraste com isto, o homossexual brasileiro Augusto Pereira de Souza não sentiu qualquer tipo de dificuldade em ver-lhe concedido o pedido de asilo. A diferença é que Augusto veio dum pais de maioria Cristã enquanto que Asseri veio de um país de maioria islâmica.

Tudo o que o sodomita brasileiro teve que fazer foi alegar que "o Brasil é um dos países mais violentos no que toca à violência contra os homossexuais". Nada mais foi necessário para ele ser aceite como refugiado.

Apesar das acusações de Pereira do Brasil ser um país perigoso para os homossexuais, Asseri poderia viver livremente nas ruas daquele país. De facto, a sua dificuldade em obter asilo por parte de Obama foi reportada por um blogueiro e jornalista saudita-americano radicado no Brasil, o tal país "homofóbico".

Asseri e o jornalista que defende o pedido de asilo do primeiro seriam tratados de forma bem distinta por parte das autoridades sauditas. Ao contrário disso, Souza é livre para criticar e entrar no Brasil.

Tal como nos EUA, os órgãos de comunicação brasileiros e as agências governamentais locais são vincadamente pró-sodomia, e as suas críticas aos Cristãos e à sua alegada "homofobia" é bem vinda e fomentada - desde que tal criticismo seja direccionado exclusivamente aos Cristãos e nunca aos muçulmanos.

O que Souza não pode fazer é criticar e entrar na Arábia Saudita. Entrar nesse país não só seria provavelmente o seu fim, como mudaria sua percepção do Brasil como sendo um dos países mais violentos no que toca à vida dos homossexuais.

Se a Arábia Saudita fosse um país Cristão como o Uganda, seria mais fácil para o Obama aceitar o asilo de Asseri e catalogar essa nação de "homofóbica". Mas Obama não se pode dar ao luxo de dar o mesmo tipo de tratamento à Arábia Saudita - mesmo sendo este país radicalmente contra a sodomia, tal como Obama é radicalmente em favor dessa práctica sexual.

Stuart Appelbaum, um homossexual judeu nova-iorquino, disse que se a administração de Obama se recusasse em dar asilo a Ali Ahmad Asseri por receios da Arábia Saudita, então ele (Obama) seria cúmplice do seu destino.

Aparentemente este homossexual realmente acreditava que os esquerdistas genuinamente se preocupam com o destino dos homossexuais. Ele não sabia que a defesa da homossexualidade por parte dos marxistas culturais é apenas uma manobra táctica que visa 1) destruir a influência social do Cristianismo e 2) diminuir o poder a a influência política do povo. Stuar diz:

É precisamente devido à forma como Ahmad pode vir a ser tratado no seu homofóbico e brutal país que os EUA [isto é, os esquerdistas como o Obama] deveriam aceitar o seu pedido de asilo político.

Em relação à Arábia Saudita e à lei islâmica, a administração de Obama nunca irá sacrificar os seus interesses políticos e ideológicos - bem como as suas relações com as nações islâmicas - apenas para defender a sodomia como um "direito humano". É precisamente por isso que é mais seguro conferir asilo a um mentiroso homossexual brasileiro do que a um honesto homossexual saudita.

Entre 1) defender um acto sexual perverso e 2) não ofender os "aliados" muçulmanos, a segunda hipótese é uma espécie de "sexo seguro diplomático" para uma administração esquerdista estrategicamente comprometida em defender a primeira.

Quando a homossexualidade entra em choque com as relações internacionais mantidas com as nações islâmicas, o governo de Obama está comprometido em não ofender os países que executam os homossexuais.

Segundo os esquerdistas, a vida dum homossexual só é digna de ser defendida se isso não chocar com o seu marxismo cultural.

Aprovado por Obama e por todos os marxistas culturais.

sábado, 17 de setembro de 2011

A nojenta "Declaração dos Direitos Sexuais da Criança"

"O que foi, isso é o que há-de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer: de modo que nada há novo debaixo do sol. Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? já foi nos séculos passados, que foram antes de nós."
Eclesiásticos 1:9-10

Se queres prever o futuro, olha para o passado. A "Declaração dos Direitos Sexuais da Criança" (PDF) data do ano de 1970 e foi distribuído num curso de "educação sexual" levado a cabo por um professor pervertido com o nome de John De Cecco.

Antes de leres o que se vê em baixo, leva em consideração o seguinte: no artigo original (em inglês) "co" é usado em referência a "ele/ela" e "cos" é usado em referência a "dele/dela/seu/seus". Por motivos de melhor entendimento, usei os termos certos.

2 O DIREITO DA CRIANÇA EM RELAÇÃO À PERSONALIDADE
Todas as crianças têm o direito à privacidade no que toca os seus pensamentos, ideiais, sonhos e exploração do seu próprio corpo sem qualquer tipo de interferência adulta, expressa directa ou indirectamente.

Presumivelmente isto inclui o "direito" da criança se masturbar onde quer que esteja e quando quiser.

3 INFORMAÇÃO SEXUAL.
Todas as crianças tem o direito de obter acesso à informação sexual correcta (e o direito de ser protegida de falsa informação) mal seja capaz de entender esta informação em termos simples.

A diferença entre informação e falsa informação vai, obviamente, ser determinada pela esquerda política e pelos seus parceiros sexuais ideológicos.

Mas as coisas ficam piores -- bem piores:

6 APRENDENDO A ARTE DO AMOR [i.e., sexo]
Do mesmo modo que a criança tem o direito a aprender qualquer outra arte ou habilidade, todas as crianças tem o direito de aprender a arte do amor em qualquer idade mal ela seja capaz de a entender.

7 ESCOLHA DO PARCEIRO SEXUAL
Todas as crianças possuem o direito a relacionamentos amorosos, incluindo sexuais, com um parente, irmão/irmã ou outro adulto responsável ou criança, e a mesma tem que ser ajudada e protegida nesta actividade ao lhe serem providenciados contraceptivos e outro tipo de ajudas de forma a prevenir doenças venéreas.

O sádico e sujo Professor De Cecco foi louvado pelo San Francisco Chronicle como um "pioneiro queer" pela sua pesquisa homossexual.


Quando os activistas homossexuais sentirem que conseguiram tornar a depravação sodomita em algo "mainstream", então eles voltarão a sua atenção ao próximo item da sua agenda cultural: as crianças alheias.

John De Cecco
Professor De Cecco, homossexual e proponente da pedofilia

O que é "curioso" é que nunca ouvimos os membros do lobby "Deus não existe" a criticar os activistas homossexuais que tentam normalizar a pedofilia. No entanto, quando um pedófilo infiltrado nas igrejas é condenado por abusar de crianças Católicas, os militantes ateus usam essa instância como arma política contra todo o Cristianismo.

Isto demonstra de forma bem visível que quando o mundo secular ataca a Igreja pelos actos dos pedófilos, eles apenas o fazem como forma de denegrir a Igreja Católica e não proteger as crianças dos predadores sexuais.


PS: Antes que algum membro da gaystapo mande comentários a atacar-me por equivaler a homossexualidade com a pedofilia, deixem-me dizer que em lugar algum isso é feito. Dizer que a maioria das pessoas que visam normalizar a pedofilia são homossexuais de forma alguma indica que o proponente defende que TODOS os homossexuais são abusadores de crianças (isto é, pedófilos).

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Governo canadiano ao serviço do destrutivo comportamento homossexual

Um programa televisivo Cristão foi recolocado no ar em Dezembro de 2010 depois de ter sido tirado do ar como castigo pelos seus comentários em torno do auto-destrutivo comportamento homossexual. Apesar do programa estar novamente a ser difundido, o "Canadian Broadcasting Standards Council" (CBSC) está agora a rever e a censurar o seu conteúdo.

O Dr. Charles McVety, presidente do "Canada Christian College" e o apresentador do programa afirma:

Nós falamos contra as novas propostas de currículo que iriam ensinar a identidade de género, seis géneros e a orientação sexual às nossas crianças.
Seis géneros? Onde é que eles foram buscar os outros 4?

McVety falou também contra os $400,000 que o governo canadiano ofereceu a uma parada de orgulho homossexual. No entanto, quando o governo ficou a saber da nudez e da presença de outro tipo de comportamento ilegal durante a dita parada, a oferta dos $400,000 foi cancelada.

O CBSC não permitiu que McVety respondesse, decidindo desde logo que ele havia violado o código de ética.

Não se sabe bem qual é o "código de ética" que oferece dinheiro público para "espectáculos" de nudez mas censura quem fala contra um comportamento sexual claramente inferior e destrutivo.

Em referência às críticas de McVety à parada de orgulho sodomita, o concílio determinou que o pregador havia usado a expressão "parada sexual" (durante um sermão) de um modo derogativo

Durante um sermão? O governo canadiano agora monitoriza e policia o que é dito nos púlpitos? Não é isso uma clara violação da separação entre a Igreja Teísta e o Estado anti-Cristão?

E qual é o mal em qualificar as paradas sodomitas de "parada sexual" se é isso mesmo que elas são? Para além das normais difamações e blasfémias contra Deus e ataques ao Cristianismo, as paradas homossexuais das grandes cidades americanas e canadianas são eventos onde se glorifica a sodomia, chegando-se mesmo a practicá-la em plena luz do dia e à vista de todos.

McVety diz ainda:

O código penal diz que as pessoas que estavam na parada deveriam ser acusadas. No entanto, e de uma forma estranha, eu é que sou acusado por falar contra isso.
Foi dito a McVety que, se ele cometer mais alguma "ofensa", ele vai ser permanentemente retirado do ar.

Ele tem que se censurar a si mesmo para não ofender as sensibilidades frágeis de quem anda nu e envolve-se em actos sexuais pelas ruas.

Faz sentido.

-Fonte-

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Previsivelmente, lobby sodomita é contra Dia de Orgulho Hetero

O autor de um projeto lei que institui o Dia do Orgulho Heterossexual na cidade de São Paulo, Carlos Apolinário, disse ao R7 que recebeu ameaças por telefone em seu gabinete na Câmara Municipal no começo da tarde desta quinta-feira (4). O projeto ainda deve ser sancionado pelo prefeito da cidade, Gilberto Kassab (sem partido) para que entre oficialmente no calendário da cidade.

Além das ameaças, nesta quinta-feira, o site oficial de Apolinário foi invadido por hackers com uma mensagem que diz que ele insiste em “propor leis que contribuem para propagação de ódio e discriminação”. O invasor se identifica por figli tariki shmotov – RedHack Brasil.

Segundo a assessoria de imprensa do vereador, os 3.000 cadastrados no site receberam um informativo que afirma que “um homossexual é morto a cada 36h”. Além disso, o texto fala que este tipo de crime aumentou 113% nos últimos cinco anos e em 2010, foram 260 mortos. E ainda afirma que “nos três primeiros meses deste ano” foram 65 assassinatos.

Segundo Apolinário, quem invadiu o site não “sabe discutir no plano das ideias”.

- “Essas pessoas são violentas na forma de agir. Não aceitam opinião contrária a deles. Apesar das ameaças, não estou com medo de nada. Parece que o ser humano gay tem mais valor que os outros. Bastou que esse projeto seja aprovado para que as pessoas me afrontassem na internet, nos blogs, nos jornais”, comentou o vereador.

Com informações do R7

COMENTÁRIO:

As ameças que vem sofrendo o vereador, serve para mostrar mais uma vez à sociedade que os ativistas dizem que os gays sofrem ameaças, perseguições e discriminação. Todavia, o que temos visto ultimamente é totalmente o contrário. De ‘pobrezinhos’, eles não tem nada. Basta contrariá-los e logo, logo se tem a reação contrária.

Fonte


Não deixa de ser muito reveladora a posição dos activistas sodomitas. Então eles podem ter o dia de "orgulho" sodomita, mas os adeptos da normalidade sexual não podem? Porquê? Talvez porque eles saibam bem os motivos da sua parada sodomita (intimidação) e vejam a manifestação pública da normalidade como intimidação.

Mas se eles são contra o Dia do Orgulho Heterossexual, então podemos concluir que eles não são a favor da não-existente igualdade (de comportamentos) mas sim a favor da supremacia. O que eles querem é ter poder total para decidir sobre o que é e não é normal ao nível sexual.

O lobby sodomita nada mais é que um grupo de ditadores que usa o poder do Estado para impingir à população o seu auto-destrutivo comportamento.


Abaixo tem-se alguns artigos que mostram quem são eles e como agem:

Ativista cristão pró-família foge do Brasil acusado injustamente de ‘homofobia’

Parada gay de São Paulo usou imagens de ‘santos’ católicos em situações ‘homoeróticas’

Ativistas gays promovem ‘beijaço gay’ nas escadarias da Igreja Católica de Florianópolis, na hora da missa

Justiça determina retirada de outdoors com versículo bíblico, após ação movida por entidade gay na Paraíba

Ativistas homossexuais atacam outdoors do pr. Silas Malafaia sobre apologia à família, no Rio

‘Casal’ gay ameaça acionar justiça para fechar igreja evangélica. Motivo? Suposta ‘homofobia’

Homossexual e pedófilo assumido recebe permissão para voltar a trabalhar com crianças

A agenda cultural da marxistas continua a avançar tranquilamente, mesmo que seja preciso colocar um homossexual pedófilo (previamente condenado por abuso de pelo menos um menor) a trabalhar com crianças:

O homem apelou com sucesso pelo direito de voltar a trabalhar com crianças apesar de ter admitido que violou um rapaz de 16 anos enquanto a mãe dormia no quarto ao lado.
O Governo Estadual inicialmente negou a aplicação do homem, mas uma vez que o pedófilo mostrou "vergonha, remorso e empatia com a sua vítima" e havia "aceite a sua identidade sexual" [homossexual e pedófilo], o VCAT [Victorian Civil and Administrative Tribunal] concedeu-lhe a aplicação.

O pervertido, cujo nome foi suprimido como forma de proteger o culpado, entrou no quarto do rapazinho no "bed & breakfast" cujo dono é ele, e "abusou o rapaz indecentemente" (como se houvesse alguma forma "decente" de abusar crianças). Como "castigo" pelo único crime que se sabe ter cometido, ele foi multado em $1,500 e não foi para a prisão.

Leram bem? Ele violou uma criança e não foi preso. Pior, o mesmo estado que não o prendeu como deveria, voltou a libertá-lo para o meio das crianças.

A presidente da VCAT, a Juíza Sandra Davis decidiu que o pervertido, que não conseguiu oferecer qualquer tipo de referência profissional ou pessoal, tem que ver a sua aplicação concedida apesar (senão por causa) do crime sexual, uma vez que "na altura ele se encontrava deprimido, recluso e isolado, sofrendo da separação que ocorreu com o seu primeiro relacionamento homossexual".

Ou seja, como ele havia saído do seu primeiro relacionamento homossexual, o abuso que ele cometeu posteriormente tem que ser minimizado.

Pergunta: se fosse um ex-homossexual que tivesse saído da sua primeira relação heterossexual e tivesse abusado duma rapariga, a juíza Sandra Davis teria este tipo de gesto? Mais; se o rapaz abusado fosse um dos seus filhos, será que ela seria tão magnânima ?

A mesma juíza marxista cultural decidiu que "embora a sua violação tivesse sido 'predatória' , ele não era um predador."

Nem tentem entender a lógica esquerdista. Lembrem-se que estas são as mesmas pessoas que torcem o braço aos governos quando estes tentam construir estradas e casas em locais que (alegadamente) são "santuários" para certos animais que supostamente se encontram em "vias de extinção". Semelhantemente, os esquerdistas são o mesmo tipo de pessoas que são contra a pena de morte do culpado, mas a favor da pena de morte para o inocente (bebés em gestação).

Fonte


Qual é o propósito de se colocarem desviados sexuais em posições a partir das quais eles podem influenciar ou ter mais fácil acesso a crianças indefesas? Ora, porque agir de acordo com a lógica e o senso comum seria "preconceito" e "descriminação".

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