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domingo, 26 de outubro de 2014

Mais uma evidência de que os governos ocidentais são inimigos da liberdade religiosa dos Cristãos (e só dos Cristãos)

Durante anos, os defensores dos pseudo-casamento homoerótico alegaram que os Americanos deveriam ser livres para viver a sua vida da forma como eles quiserem, no entanto, em muitos casos amplamente documentados, o governo tem coagido aqueles que apenas querem ser livres para viver de acordo com a sua crença de que o casamento é a união entre um homem e uma mulher.

Há bem poucos dias, surgiu um caso em Idaho onde os oficiais governamentais ordenaram os líderes religiosos Cristãos a celebrar "casamentos" homoeróticos ou enfrentar multas ou até penas de prisão. Esta caso envolve Donald e Evelyn Knapp, ambos líderes de congregação da Hitching Post Wedding Chapel.

Os oficiais de Coeur d’Alene, Idaho, disseram ao casal que a cidade tem estatutos anti-descriminação que incluem a "orientação sexual" e a "identidade de género", e devido ao facto do 9th U.S. Circuit Court of Appeals ter eliminado a emenda constitucional que estabelecia o casamento como sendo a união entre um homem e uma mulher, o casal teria que oficializar "casamentos" homoeróticos dentro da sua capela. O estatuto de não-discriminação aplica-se a todas as "acomodações públicas", e a cidade qualifica capela como uma "acomodação pública".

Na Sexta-Feira, a dupla homoerótica pediu para ser "casada" pelos Knapps mas estes declinaram educadamente. Devido a isto, o casal Knapp pode passar 180 dias na prisão e pagar uma multa de $1,000 por cada dia que se recusarem a celebrar um "casamento" homoerótico.

Se por acaso eles ficarem uma semana a honrar a sua fé e a recusarem-se a celebrar uma cerimónia homossexual, isso pode-lhes custar três anos e meio de prisão e uma multa de $7,000.

Coerção Governamental

Os Knapps já estão casados há 47 anos, e ambos são ministros ordenados da International Church of the Foursquare Gospel. Eles são “Cristãos Evangélicos que subscrevem posições Cristãs ortodoxas" de que "Deus criou dois sexos distintos à Sua Imagem" e que "Deus estabeleceu que o casamento fosse entre um homem e uma mulher." 

Mas como consequência do facto dos tribunais terem redefinido o casamento, e da cidade ter estabelecido regulamentos que geram direitos especiais com base na "orientação sexual" e na "identidade de género", os Knapps enfrentam agora a coerção estatal.

O reconhecimento governamental das uniões homoeróticas como "casamentos" não precisa e nem requerer o reconhecimento duma terceira parte (neste caso, das igrejas). O governo não só deveria honrar os direitos dos cidadãos, mas como forma de agir duma forma mais respeitosa perante a livre associação, a liberdade contractual, a liberdade de expressão, e perante ao livre exercício da religião, o governo deveriam proteger o direito dos cidadãos de viver de acordo com as suas crenças em relação ao casamento.

Os Knapps já celebram casamentos na sua capela desde 1989, e o governo não deveria forçá-los a fechar a capela ou a contradizer as suas crenças Cristãs. Afinal de contas, proteger a liberdade religiosa e os direitos de consciência não violam a liberdade sexual de ninguém.

Ninguém tem o direito de ver o governo a forçar um determinado líder religioso a casar alguém visto que algumas pessoas podem determinar, em boa consciência, que não podem tomar parte em cerimónias homoeróticas - quer sejam sacerdotes, pasteleiros ou floristas. Estas pessoas não deveriam ter que escolher entre as suas crenças e a sua subsistência. 

(...)




* * * * * * *

Como já tivemos oportunidade de dizer no passado, a guerra não é entre Cristãos e homossexuais, nem entre "pessoas de fé" e homossexuais (visto que só os Cristãos são vítimas deste tipo de operações) mas sim entre o Cristianismo e o Estado. Como já se sabe, o activismo homossexual não representa os desejos e as intenções dos homossexuais, mas sim os planos e as intenções dos governos ocidentais. Quem resiste à agenda lgbt, não está a resistir aos planos dos homossexuais mas sim aos planos subversivos do governo.

O que os governos fazem no ocidente é criar um grupo "especial" e conferir-lhe "direitos" que entram em rota de colisão com o Cristianismo. Depois disto, o mesmo governo coloca ambos os grupos em guerra como forma dele (o estado) poder usar as leis que ele mesmo criou para fazer o que ele sempre quis fazer, nomeadamente, limitar e acabar com a influência social do Cristianismo.

A ler: "A Estratégia da Escola de Frankfurt"

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Activistas homossexuais Italianos estão cada vez mais violentos

Um lobby homossexual Italiano cada vez mais violento levou a cabo uma séria de ataques violentos contra uma pacífica demonstração pró-família que decorreu no país. Pelo menos uma padre Italiano e uma mulher tiveram que ser levados para um hospital devido aos ferimentos infligidos pela turba homossexual que durante, as últimas semanas, atacou um largo número de demonstradores pró-família silenciosos um pouco por toda a Itália.

Os heterossexuais que fizeram parte da demonstração - e que eram pessoas que faziam parte de todos os quadrantes da vida - formam um movimento cada vez mais popular na Itália, conhecido como "Sentinelas de Pé" (“Sentinelle in Piedi”). Eles receberam este nome porque tudo o que eles fazem é ficar em pé em praças públicas, formando linhas igualmente separadas, e lendo em silêncio. 

O movimento emergiu no ano passado, depois do parlamento Italiano - sob a liderança do extremista partido esquerdista que se encontra no poder - ter dado entrada a uma lei que ilegaliza "a discriminicação com base na homofobia" - isto é, tornando ilegal o acto de escolher não se associar, ou associar o seu negócio, com homossexuais.

[ed: na verdade, não é com homossexuais mas sim com o homossexualismo e com tudo o que promove este comportamento auto-destrutivo]

As demonstrações dos “Sentinelle in Piedi”, que são levadas a cabo em conjugação e com a participação do partido nacionalista Forza Nuova, ocorreram recentemente em Bolonha, Turim, Génova, Aostra, e em pelo menos 100 outras cidades. Estima-se que, há duas semanas, pelo menos 10,000 pessoas tenham participado num só dia - precisamente quando o primeiro ataque homossexual violento ocorreu.

Segundo alguns relatos, na cidade nortenha de Rovereto uma turba de homossexuais enlouquecidos começou por destruir os materiais publicitários dos Sentinelas, gritando ameaças e atirando ovos, mas depois disto esta turba começou a atacar fisicamente os demonstradores, esmurrando, pontapeando e cuspindo nas mulheres e nas crianças de forma igual.

Foi neste encontro que o sacerdote, o Padre Matteo Graziola, e uma jovem mulher, que não foi identificada, ficaram feridos.

A turba de homossexuais voltou-se posteriormente contra a polícia - que demorou a chegar - e atacou-os de igual modo.

Em Bolonha a cena foi caótica à medida que os participantes dos Sentinela se viram forçados a sofrer as atitudes de demonstradores que gritavam, diziam palavrões e dificilmente eram contidos pela polícia local. Os activistas homossexuais haviam sido chamados para se demonstrarem contra o evento pelo lobby homossexual organizado com o nome de "Arcigay".

Um porta-voz dos Sentinelas disse ao Tempi.it que os homossexuais atiravam garrafas, cuspiam e gritavam obscenidades, embora estivessem presentes crianças dentro do grupo dos Sentinelas:

Cerca de 80 pessoas foram incapazes de chegar à praça pública devido ao caos, ao mesmo tempo que famílias com crianças eram forçadas a abandonar o local. Uma mãe que empurrava um carrinho de bebé foi coberta de insultos e cuspida; este foi o facto que mais tristes nos deixou.


* * * * * * *

Se nem os bebés e as mulheres os activistas homossexuais respeitam, a quem é que eles irão respeitar? E se eles não respeitam bebés, porque é que estes activistas pensam que merecem o respeito de alguém?


segunda-feira, 21 de julho de 2014

O verdadeiro propósito do "casamento" homossexual

Por Bill Muehlenberg

Muitos homossexuais - talvez a maioria - não estão interessados no "casamento" e como tal, é importante perguntar o porquê de alguns homossexuais insistirem tanto nos "direitos" matrimoniais. O que causa este impulso para "casar" tão forte por (pelo menos) parte de alguns membros da comunidade homossexual?

Tal como muitos homossexuais admitem, um dos grandes motivos que leva a que eles queiram "casar" não é para serem iguais aos heterossexuais, nem é porque eles querem abandonar o seu estilo de vida livre e promiscuo, mas sim devido ao valor simbólico. O "casamento" dar-lhes-á reconhecimento público, aprovação e aceitação, e este tem sido o propósito final do lobby homossexual: aprovação e avalização pública e social, total e completa. Logo, ao obterem os "direitos" matrimoniais, e por sua vez, todos os direitos de adopção - o último obstáculo para os homossexuais - eles irão atingir o seu grande objectivo: a legitimação do estilo de vida homossexual.

Tal como a revista Time admitiu num artigo relativo ao "casamento" homossexual, o verdadeiro propósito é a aceitação social total e a validação do estilo de vida homossexual:

Claro que por fim, a batalha em torno do casamento [sic] homossexual tem sido muito mais do que apenas obter o desconto de segundo motorista no balcão da Avis. De facto, o indivíduo que mais fez pelo casamento [sic] homossexual - um brilhante advogado activista de 43 anos chamado Evan Wolfson - nem se quer tem um namorado. Ele e outros que durante a última década deram entrada a processos legais, não querem nada menos que a igualdade social plena - a validação total e não só o direito de herdar o Cadillac da sogra. Tal como Andrew Sulllivan, a (persistentemente solteira) força intelectual por trás do casamento [sic] homossexual escreveu, "Incluir os homossexuais dentro do casamento seria um meio de conferir a forma mais elevada de aprovação social que se pode imaginar."

Jonathan Rauch, um dos líderes do movimento homossexual americano, que tem também batalhado em favor do "casamento" homossexual, admite que este será um dos efeitos importantes do "casamento" homossexual:

Isso ["casamento" homossexual] irá dar nobreza e dignidade ao amor e ao sexo homossexual, tal como o fez para o amor e para o sexo heterossexual.

Exactamente; mas tal ameaça à saúde e à segurança pública não deveria ser enobrecida e dignificada, muito menos por parte de governos que têm o dever e a responsabilidade de promover a saúde e o bem estar dos cidadãos.

Os activistas homossexuais australianos já admitiram também que a sua tentativa de se juntarem aos heterossexuais no "casamento" centra-se na legitimidade e na aceitação. Tomemos como exemplo as palavras do activista homossexual de longa data Rodney Croome:

Isto não se centra no sexo mas sim no simbolismo. Apesar do, ou se calhar por causa do, um aumento dos relações de facto e dos divórcios, muitos australianos ainda têm o casamento em elevada consideração. Para o bem ou para o mal, o casamento confere ao relacionamento o selo de aprovação social por excelência. É por isso que os conservadores sociais desprezam profundamente a igualdade matrimonial e, como herdeiros dum estigma milenar, é por isso que muitas duplas homossexuais anseiam por ela.

É isto que Rodney Croome e muitos como ele querem: aprovação social. É precisamente por isso que existe um esforço enorme por parte do lobby homossexual tendo em vista a redefinição do casamento. De facto, a base de todo o activismo homossexual é essencialmente esse: aprovação e aceitação social completa. Tal como Kirk e Madsen afirmaram em 1989,

Obter a tolerância e aceitação por parte dos heterossexuais não é só um propósito legítimo do activismo homossexual; ele tem que ser o objectivo principal.

Muitos outros activistas homossexuais admitiram precisamente isto. Por exemplo, Arthur Leonard, defensor do "casamento" homossexual", coloca as coisas desta forma:

O reconhecimento legal das duplas homossexuais teria o efeito de "normalizar" tais relacionamentos. . . . . Aquelas pessoas que alegam que o movimento dos direitos dos homossexuais tenciona transformar a sociedade fazendo com que as pessoas olhem para os homossexuais como "normais" estão totalmente correctos.

Exactamente. Os activistas sabem que a maioria das pessoas não irá aceitar a "normalidade" do estilo de vida homossexual, e como tal, eles recorrem à táctica de passar por cima da vontade pública e do processo legislativo, usando em seu lugar o contundente instrumento do activismo judicial. São os tribunais activistas que estão a forçar o estilo de vida homossexual no resto da sociedade, quer a sociedade queira ou não. Tal como o Afro-Americano Shelby Steele ressalva num artigo onde ele demonstra como o "casamento" homossexual não é um assunto que se centra nos direitos civis,

Dentro do movimento em favor do "casamento" homossexual, o casamento é mais um meio do que um fim, uma arma contra um estigma. O facto do movimento homossexual falar muito pouco da instituição do casamento em si sugere que esse movimento encontra-se mais motivado por um desejo de normalizar a homossexualidade do que algum desejo que esteja relacionado com o casamento em si.

Stanley Kurtz coloca as coisas desta forma:

Por fim, até pode ser que o que se encontra por trás da exigência pelo "casamento" homossexual - quer seja apresentado duma forma conservadora ou como assunto dos "direitos civis" - seja uma tentativa de apagar por completo o estigma associado à homossexualidade. Esta tentava é utópica; tal como os homossexuais radicais como Michael Bronski reconhecem, o estigma nasce da separação fundamental entre a homossexualidade e a reprodução, que é uma forma de dizer que o mundo é, na sua esmagadora maioria, heterossexual. Mesmo assim, na sua busca por este fim utópico, é-nos pedido que transformemos - sem levar em conta os desconhecidos custos que isso pode ter para nós e para as gerações futuras - a instituição central da nossa sociedade.

Ou tal como disse o pesquisador familiar Peter Sprigg:

A resposta mais lógica parece ser que esta campanha não tem nada a ver com o casamento, mas sim com o desesperado desejo que os homossexuais têm que a sociedade como um todo afirme que a homossexualidade (não só os homossexuais como pessoas mas também os actos homossexuais em si) é, de todas as formas - moralmente, socialmente e legalmente -  um equivalente pleno da heterossexualidade.

É precisamente isto. O movimento homossexual nada mais é que uma campanha gigantesca de convulsão social, criada para alinhar a relutante sociedade com as exigências dum pequeno - mas bastante vocal - grupo activista. Toda esta engenharia social centra-se em forçar o resto da comunidade a aceitar por inteiro a agenda homossexual e o estilo de vida homossexual, quer a sociedade queira ou não.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

“Direitos” homossexuais v. Liberdade Religiosa: casos concretos

Por Filipe d'Avillez

Num artigo recente expliquei que parte da minha oposição à adopção e co-adopção por homossexuais radica na preocupação pelos efeitos que isso poderá vir a ter sobre a liberdade religiosa, o respeito pela liberdade de consciência de cristãos e outros que se oponham a estes casos de engenharia social e um gradual afastamento destas vozes da praça pública.

Alguns comentadores criticaram-me, dizendo que estava a falar de “potenciais possíveis marginalizações e restrições de liberdade de expressão e pensamento que poderão vir a acontecer num futuro mítico, mas que nunca aconteceram nem noutros países nem em temas semelhantes em Portugal”.

Este artigo destina-se a comprovar que esses casos têm, de facto, acontecido noutros países, daí a minha preocupação ser perfeitamente fundada. Neste texto não apresento um único caso que não esteja devidamente fundado através de links para artigos comprovativos da sua veracidade. 

Agências católicas fechadas 

A adopção por homossexuais foi legalizada no Reino Unido em 2002. Nessa altura operavam em Inglaterra, País de Gales e Escócia pelo menos 12 agências de adopção ligadas à Igreja Católica.

Em 2007 foi declarado que as agências católicas discriminavam contra homossexuais ao dar exclusividade ou preferência a casais legalmente casados. As agências contestaram mas em vão. Nesta altura não existia ainda o “casamento” entre homossexuais.

Das 12 agências católicas de adopção que existiam nessa altura, actualmente apenas duas ainda existem. A agência Catholic Care, de Leeds, continua a combater a legislação em tribunal, até agora perdeu todos os recursos. A St. Margaret's Children and Family Care Society, na Escócia, está na mesma situação. 

Todas as outras agências católicas ou fecharam portas, ou dissociaram-se da Igreja para poderem continuar a trabalhar no ramo da adopção, comprovando que o Cristianismo não é bem-vindo nesta área de acção social, apesar de ter sido pioneiro no cuidado pelos órfãos e crianças necessitadas. É perfeitamente expectável que dentro de poucos anos a Igreja tenha sido completamente banida deste sector, em nome da igualdade.

Em 2010 um casal britânico, com longos anos de experiência como casal de acolhimento para crianças necessitadas, foi informado de que não poderiam continuar a prestar esse serviço. Os Owen, que são cristãos, tinham dito a um funcionário da segurança social que os entrevistou que não poderiam dizer a uma criança que o estilo de vida homossexual é aceitável. Note-se que não disseram que fariam questão de dizer às crianças o que achavam da homossexualidade ou da sua prática, mas simplesmente que, se questionados sobre a aceitabilidade desse estilo de vida (e não orientação), não poderiam concordar.

Os Owen, que em anos de acolher crianças nunca tinham tido qualquer problema, recorreram mas perderam. Pode-se concluir, portanto, que no Reino Unido quem defende uma visão sobre a sexualidade humana em linha com a do Cristianismo não é considerada aceitável para acolher crianças necessitadas. Esta é uma informação particularmente interessante à luz das afirmações dos defensores da adopção por parte de homossexuais é crucial para poder tirar mais crianças de instituições. Note-se, ainda, que os Owen não são católicos, mas protestantes.

Ainda no Reino Unido há vários outros casos em que os “direitos” dos homossexuais triunfaram sobre o direito à liberdade de consciência de outros cidadãos. Num desses casos a funcionária do registo Lillian Ladelle foi despedida por dizer que se recusaria a oficiar em uniões de facto de homossexuais. Já Gary McFarlane, funcionário público especializado em aconselhamento sexual, disse que preferia não prestar esse aconselhamento a homossexuais, tendo sido também despedido. Tanto Ladelle como McFarlane recorreram até ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, que decidiu contra eles. 

Temos também o caso do casal Bull, donos de um turismo de habitação, que em 2008 se recusaram a alugar um quarto com cama de casal a um par de homossexuais, baseando a sua decisão nas suas convicções religiosas. Levados a tribunal perderam e foram obrigados a pagar uma indemnização de 3,600 euros. Note-se que num turismo de habitação estamos a falar de um negócio comercial, sim, mas que é ao mesmo tempo a casa do casal que o gere, pelo que não se pode comparar com um hotel, por exemplo.

Por fim, um caso perturbador que teve lugar na Escócia e que mostra até que ponto as autoridades poderão estar dispostas a ir para mostrar a sua tolerância, que todavia tem quase sempre só um sentido.

Uma mulher de 26 anos, toxicodependente em recuperação, perdeu os seus dois filhos que foram colocados à guarda dos seus pais, avós das crianças, pela segurança social. Contudo, e apesar de os avós terem 46 e 59 anos, a segurança social veio mais tarde a retirar-lhes a guarda das crianças e deu-as em adopção a um “casal” homossexual. 

A mãe protestou dizendo que queria pelo menos que os seus filhos ficassem com uma mãe e um pai, mas de nada lhe valeu. Os avós tentaram travar a adopção em tribunal, mas rapidamente perceberam que o processo judicial os levaria à falência muito antes de chegar ao fim, pelo que se viram forçados a desistir.Há ainda outro caso interessante que se passou em Londres em 2012.

Depois de um grupo activista pelos direitos dos homossexuais ter feito uma campanha de publicidade nos autocarros de Londres a dizer "Some people are gay. Get over it" [Algumas pessoas são homossexuais. Habitua-te], uma organização cristã organizou uma contra-campanha com anúncios a dizer: "Not Gay! Ex-Gay, Post-Gay and Proud. Get over it!" [Não gay! Ex-gay, Pós-Gay e Orgulhosos. Habitua-te]. 


A questão, a meu ver, não é de saber se o anúncio é interessante ou não, ou se de facto é possível ser "ex, ou pós-gay". O que é interessante é que qualquer médium de meia-tigela pode publicitar os seus serviços, qualquer terapia new age pode publicitar o seu serviço, uma associação de homossexuais pode meter um cartaz nos transportes públicos a dizer "get over it", mas uma associação cristã já não pode. 

França e Suécia 

Em França o “casamento” entre homossexuais foi aprovado em 2013, no meio de grandes protestos e manifestações. França apresenta um caso interessante, uma vez que lá os presidentes de câmara podem oficiar nos casamentos.

Logo surgiram casos de autarcas que se recusaram a cumprir a lei, mas neste caso também não existe qualquer possibilidade de objecção de consciência, pelo que os casos vão parar aos tribunais e podem, eventualmente, levar a penas efectivas para as pessoas em causa.

Os presidentes de câmara que se opõem a esta legislação estimam representar cerca de 15 mil autarcas cuja liberdade de consciência está a ser violada pelo Estado e já existem pelo menos alguns casos de processos contra objectores.

Há ainda outros casos preocupantes na Europa. Na Suécia é conhecida a história de um pastor pentecostal que foi preso e condenado em primeira instância por ter proferido, dentro da sua própria igreja, uma homilia em que disse que a prática homossexual é pecado. Ake Green acabou por ilibado pelo supremo tribunal. Mas o tribunal não concluiu que Green não tenha violado a lei, simplesmente considerou que a condenação que Green merecia à luz da lei sueca, não resistiria a um recurso ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, pelo que o deixou sair em liberdade.


Na América é mais bolos
Nos Estados Unidos o choque entre “direitos” dos homossexuais e o direito à liberdade de consciência também tem sido duro. Vários Estados permitem o “casamento” gay e a adopção por pares de homossexuais.

Tal como no Reino Unido, pelo menos três agências de adopção católicas foram forçadas a fechar as portas por se recusarem a colocar crianças com homossexuais. Uma quarta, em Washington D.C., foi informada pelas autoridades que deixaria de poder receber financiamento enquanto se recusar a aceitar colocar crianças com homossexuais.

Alguns casos nos Estados Unidos são perfeitamente caricatos. No Estado do Colorado um “casal” homossexual processou Jack Phillips, o dono da Masterpiece Cakeshop, por este se ter recusado a fazer-lhes um bolo de casamento. O juiz não obrigou ao pagamento de qualquer indemnização mas disse que no futuro a empresa não poderia recusar-se casos desses. O dono já disse que preferia fechar a empresa do que violar a sua consciência.

No Estado de Oregon, onde o casamento entre homossexuais não é sequer legal, outra loja de bolos teve de mudar de local depois de ter recusado fazer um bolo de casamento para duas lésbicas. A Sweet Cakes by Melissa foi condenada por uma comissão do trabalho por descriminação, foi inundada de correio e telefonemas agressivos e acabou por ter de fechar portas e mudar de localização. 


Um caso semelhante aconteceu no Novo México, mas com uma fotógrafa que se recusou, por objecção de consciência, a fotografar uma cerimónia de união de facto homossexual. Elane Huguenin foi condenada e obrigada a pagar uma indemnização de 7 mil dólares. Ambos os casos devem acabar por chegar ao Supremo Tribunal, que tem um registo impressionante de defender a liberdade religiosa, mas independentemente do veredicto final, mostram uma tendência preocupante.

Tweets polémicos
 
A censura do politicamente correcto não se fica pelos EUA. Em Maio de 2011 um comentador canadiano de hóquei no gelo foi despedido depois de ter publicado um tweet da sua conta pessoal em que criticava o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.
 
 
Frank Turek, formador e autor de palestras motivacionais e de teambuilding colaborava regularmente com a Bank of America e com a Cisco Corporation. Mas quando as empresas souberam que ele tinha escrito um livro em que explicava porque é que o "casamento" homossexual era uma coisa má para a sociedade, foi despedido. Mais tarde, contudo, ambas as empresas voltaram atrás e confirmaram que não iriam despedir funcionários por defenderem posições conservadoras.
 
Quando Larry Grard, jornalista há 39 anos e há 18 com o Morning Sentinel recebeu um e-mail de um grupo pró-homossexual a acusar todos os que se opunham ao "casamento" entre pessoas do mesmo sexo como sendo movidos por ódio, respondeu da sua conta pessoal, afirmando que considerava o termo ofensivo e que quem estava a ser movido por ódio eram os promotores da campanha. O activista que recebeu o seu e-mail procurou o seu nome no Google e quando percebeu que era jornalista queixou-se ao editor. Grard foi chamado e sumariamente despedido.
 
Há ainda uma outra frente nos EUA que vai dar certamente muito que falar. Com a legalização do “casamento” homossexual em vários estados tem havido uns quantos casos de professores e funcionários despedidos das escolas, universidades e outras instituições religiosas por se terem “casado” com os seus respectivos parceiros homossexuais.
 
À primeira vista isto poderia parecer um caso contrário aos outros apresentados aqui, em que o discriminado é o homossexual, contudo, existe uma diferença muito importante. É que enquanto nestes casos os funcionários trabalham para uma instituição privada, religiosa, com uma posição bem conhecida sobre este assunto, nos outros casos trata-se de o Estado a tomar partido contra os cristãos.
 
Ora o Estado tem uma obrigação de neutralidade que a Igreja não tem e, mais, esses funcionários, pelo menos nos EUA, costumam assinar um documento em que se comprometem a não violar os princípios da instituição em que trabalham. Um caso verdadeiramente semelhante seria uma associação de promoção dos direitos dos homossexuais despedir um funcionário que se opõe, aberta e publicamente, aos seus princípios.
 
A questão aqui não é tanto legal, uma vez que poucos contestam o direito das instituições, mas sim da pressão da opinião pública que se intensifica contra elas, como demonstra este artigo, que enumera vários desses casos.
 
Num outro caso, surgido já depois da publicação inicial deste texto, um homem recebeu uma oferta de emprego para ser o responsável pela alimentação numa escola católica. Mas a oferta foi retirada quando se soube que ele é "casado" com outro homem. Matthew Barrett diz que não tinha assinado qualquer documento no sentido de não violar os princípios da Igreja. Contudo, tendo sido informado que devia respeitar a doutrina católica pensou tratar-se de "participar nas orações". Barrett, com o apoio de uma associação gay, vai processar a escola.
 
Agradeço quaisquer outros comentários e eventuais links para histórias que me tenham escapado. 
 
Filipe d’Avillez
 
Artigo actualizado a 10 de Fevereiro com as histórias de pessoas despedidas por fazer comentários e tweets contra o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo. 
 
Artigo actualizado a 3 de Fevereiro de 2014, com a notícia da "Sweet Cakes by Melissa", no Oregon e da campanha nos autocarros de Londres.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

As ameaças de morte feitas ao Dr Keith Ablow

Kirsten Andersen

O Dr. Keith Ablow tem sido o alvo de ameaças de morte devido à sua posição de que o assim chamado "transgenerismo" é algo sem fundamento científico que coloca crianças vulneráveis em risco devido a procedimentos cirúrgicos desnecessários e uma vida inteira de confusão. Mas o psiquiatra sediado em Massachusetts disse à LifeSiteNews numa entrevista exclusiva que ele continuará a falar a verdade, apesar dos perigos:

Tive que escolher entre dizer o que eu penso e ser empático para com todos, apesar das ameaças e apesar dos apelos provenientes de muitas pessoas exigindo que eu perca as minhas credenciais académicas. É importante continuar a falar deste tópico porque aparentemente, nos EUA existem milhares de crianças que estão a ser preparadas para serem submetidas a cirurgias plásticas extensivas que elas podem ou não precisar delas.

Ablow disse que o que causa a que uma pessoa sinta que está "presa no corpo errado" é uma questão que tem que ser "reaberta" pela comunidade psiquiátrica.

Como psiquiatras, nós não sabemos de onde as crenças fixas e falsas se originam... E se ficarmos a saber que as pessoas que pensam que estão presas no corpo sexual errado podem ser abordadas com algo mais que um bisturi, então nós, como disciplina, seremos responsáveis por não termos sido mais diligentes na busca das respostas em torno de onde isto vem.

No início deste mês, pouco depois da controversa lei da Califórnia permitir que os estudantes das escolas públicas escolham o seu género [sic] - independentemente da biologia -, e de permitir a livre escolha das equipas desportivas na qual se quer competir, para além de dar "liberdade" para escolher o género em qualquer outro tipo de actividade, inclusive as instalações sanitárias que se quer usar, Ablow atraiu atenção nacional com um editorial para a Fox News onde ele chamou a lei de "profundamente destrutiva" para as crianças.

A partir do dia 1 de Janeiro, os estudantes das escolas públicas da Califórnia poderão escolher qual das instalações sanitárias eles querem usar, bem como o balneário feminino ou o masculino que querem usar, tendo como base no que se sente no momento (fémea ou macho), quer se seja anatomicamente macho ou fémea.

Sei que outros psiquiatras podem não concordar, e sei que os activistas lgbt me irão criticar, mas eu acredito que permitir esta "escolha" é psicologicamente profundamente destrutivo, para todos os estudantes, incluindo aqueles que se identificam como transgéneros.

Sei que vou continuar a receber ameaças de morte e apelos para que eu seja despedido da minha posição de ensino por dizer o que disse visto que já suportei ambas.

Eu acredito que as crianças já têm que lidar com o suficiente, à medida que lutam para se sentirem confortáveis com os seus corpos, bem como com a noção da privacidade e as alterações finais em torno da sua puberdade, sem terem que lidar com a noção das suas almas terem nascido no corpo errado. Na
história do mundo não existem evidências suficientes em favor duma alma masculina ou feminina a nascer no género anatómico errado.

A LifeSiteNews entrou em contacto com o Dr. Ablow para lhe perguntar sobre as respostas às suas declarações, bem como para saber do porquê ele achar que foi necessário dar a sua opinião, independentemente das consequências. "A resposta [ao artigo] tem sido tremendamente positiva em várias formas" disse o Dr Ablow à LifeSiteNews, acrescentando que numerosas pessoas "expressaram o seu desalento em torno das implicações da lei."

Mas mesmo assim, disse o Dr Ablow, "uma minoria vocal tem sido extremamente negativa e ameaçadora, o que eu aprendi a esperar sempre que tento falar de questões em torno do comportamento transgénero duma forma que eu considero ser objectiva." Muitas dessas ameaças, disse Ablow, são graficamente violentas, "dizendo o que me fariam e de que forma isso deveria ser feito."

Ele disse à LifeSiteNews que, como psiquiatra, ele acha que tal reacção violenta a qualquer iniciativa que vise questionar a politica da identidade transgénera tem fundamento no medo.

Acho que estamos tão imersos neste assunto que as pessoas são muito avessas a re-examinar as implicações de fazer coisas tais como injectar crianças de 12 anos com doses maciças de hormonas como forma de parar a puberdade. Se viermos a descobrir que este trajecto não era defensível do ponto de vista científico, então isso terá implicações enormes para a medicina, para os pais, que conduziram as crianças para este caminho - e para a psiquiatria, por não ter sido mais vigorosa a exigir evidências científicas de que as pessoas podem nascer nos corpos errados.

Segundo Ablow, as implicações são também perturbadoras "para os próprios transgéneros."

Mal um médico - neste caso, penso eu, um médico equivocado - te diz que todo o teu sofrimento pode ser psicologicamente explicado porque nasceste num corpo que tem o sexo errado, dar essa perspectiva é quase uma questão de vida ou de morte. Logo, o abrigo desta explicação simplista - que estes pensamentos de que te encontras preso ao corpo errado realmente significa que estás no corpo errado - torna-se numa defesa contra questões mais profundas que precisam de mais análise, e as pessoas não querem enveredar por esse nível de auto-examinação.

Questionado se ele sente que está a colocar a sua segurança em risco por falar deste tópico altamente controverso, Ablow respondeu:

Eu levo a sério todas as ameaças à minha vida, e tomo algumas precauções. ... Mas sinto algum conforto em pensar que, estatisticamente, as pessoas que fazem barulho na internet são menos susceptíveis de levar a cabo algum tipo de acção.

Ablow fica preocupado com "as inúmeras crianças americanas a quem está a ser dito que eles devem questionar se o seu género [sic] está para sempre estabelecido, quando na minha opinião está."
Existem muitos psiquiatras bem intencionados, e bem credenciados, que discordam, e eu percebo isso. Mas eu não entendo o porque deles não me entenderem. Dito de outra forma, eles deveriam estar mais abertos a mais diálogo. A noção de que, se tu sugeres isso, algumas pessoas dirão que tu deves morrer, e outras dirão que tu não deverias estar a ensinar numa universidade, e que tu deverias sentir como se tivesses que escolher entre ser ostracizado ou falar o que pensas, é uma tragédia.

A não perder:
1. Psiquiatra afirma: “Transgenerismo" é doença mental" - http://shar.es/1Hc4Ys
2. Psiquiatra: Do ponto de vista científico, não existem "transgéneros" - http://shar.es/1Hc4lF

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Michael Glatze: "O homossexualismo é morte"

Um proeminente ex-homossexual e antigo editor duma revista dedicada aos jovens homossexuais escreveu uma carta aberta acerca do seu recente casamento, dirigida aos "homossexuais raivosos" que lhe criticaram por deixar a sua vida de homossexualismo e por ter encontrado Deus.

Em 2007 Michael Glatze abandonou o seu lugar como co-fundador da revista "XY Magazine" deixando uma nota no seu computador onde se lia "O homossexualismo é morte e eu escolho a vida." A sua transformação de homossexual para heterossexual começou depois dele ter começado a questionar o seu estilo de vida depois de ter apanhado um susto com a sua saúde, e, não tendo ninguém a quem recorrer, ter decidido buscar a Deus.

Hoje, ele vive a sua vida como homem sexualmente natural, e casou-se recentemente com uma mulher de nome Rebekah, que os activistas homossexuais identificam como "adereço". Escrevendo para o WND.com, Glatze afirmou:

Quero dar uma resposta mais "sonora" aos homossexuais zangados do nosso país que actualmente espalham todo o tipo de ódio e palavras agressivas nos blogues pró-homossexualismo. Reparem numa coisa: eu não estou interessado em me defender porque não preciso de o fazer. Entendo o vosso sofrimento e o vosso ponto de vista. Entendo o vosso desejo de quererem que eu esteja maluco, ou mentalmente perdido ou confuso. Entendo que para vocês seria muito mais fácil se eu não existisse ou se rastejasse para um buraco qualquer e morresse, mas eu não vou fazer isso.

Glatze afirma que o seu propósito não é o de esfregar o seu casamento na cara de alguém, mas sim fazer com que os seus críticos entendem o seu ponto de vista e a sua opinião de que o homossexualismo é um estilo de vida errado, e que ele tem o direito de ter o seu ponto de vista de mesma forma que eles têm.

Entendo que este ponto de vista se encontre em oposição às decisões pessoais dos outros, bem como em oposição a algumas políticas bem populares neste mundo. Adicionalmente, estou bem ciente que este ponto de vista me confere o estatuto de "fanático de Direita" que deveria ser "removido". Todos os dias oro a Deus pela minha segurança.

A sua decisão de colocar um fim na sua relação de 10 anos com o seu ex-parceiro, e dedicar a sua vida CRISTO, causou a que Glatze passa-se a temer pela sua vida, e pela vida da sua nova esposa, uma vez que ele afirma que existem pessoas para quem a sua vida e a sua existência são uma ofensa para as suas sensibilidades.

O blogue homossexual Truth Wins Out tem sido um dos mais críticos a Glatze e num dos mais recentes posts, a sua esposa Rebekah foi o alvo dum artigo, bem como a sua decisão de abandonar o homossexualismo. Wayne Besen, o homossexual fundador do site escreveu:

Ninguém pode ser uma estrela de rock "ex-gay" oficial até que soem os sinos de casamento. ... A vítima [sic] é atraente e parece ser bastante doce. Espero que ela saiba no que se está a meter. ... Parece que esta falsa "transformação"  passou a recrutar vítimas inocentes como adereços como forma de dar mais crédito à sua mentira [sic]. O meu coração encontra-se partido por causa da pobre Rebekah.

Besen publicou também fotos dos recém-casados, que Glatze disse terem sido postadas na sua conta pessoal do Google para serem partilhadas apenas com amigos e membros da família. Ele defendeu também o seu casamento e esclareceu equívocos avançados pelos seus críticos que afirmam que o seu casamento faz parte duma agenda oculta.

Não somos um casal interessado em ser peões políticos. Nunca me identifiquei como "ex-gay", embora outras pessoas assim me tenham chamado. Mas, também, as pessoas já me chamaram de muitas coisas devido a facto de eu ter abandonado o homossexualismo há alguns anos, e ter decidido que me sentia mais confortável vivendo a heterossexualidade. Isto aconteceu como consequência da orientação de Deus, e tem sido a melhor escolha que Deus faz na minha vida.

Amo o meu Deus, amo a mina vida. Estou grato por todos os sopros de vida. Estou grato a Deus pela Humanidade. E estou muito grato à Rebekah. ... Não estou aqui para "forçar a minha agenda" ou o meu "estilo de vida" a alguém. Estou aqui para viver uma vida que honre a Deus.

Fonte

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Mais uma vez se confirma que o estilo de vida homossexualista não é genético nem "imutável". Mesmo que amanhã Michael Glatze volte para o homossexualismo, a realidade dos factos é que isso só confirmará que ser homossexual é uma escolha ou preferência pessoal (e nada que esteja embutido na nossa genética).

Curioso também que os activistas vejam "agendas ocultas" junto de todos que resistem ao gayzismo, mas eles mesmos não se apercebam que eles são soldados rasos duma agenda bem maior que eles..

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Índia criminaliza o homossexualismo

O Tribunal Supremo Indiano anulou na 4ª-Feira uma decisão histórica dum tribunal de primeira instância em torno do homossexualismo, tornado o sexo entre homossexuais um crime na democracia mais populosa do mundo. Quem violar a lei pode ser condenado até 10 anos de cadeia.

O tribunal decidiu que a lei colonial Britânica que ilegalizava as "relações carnais contra a ordem natural" era constitucional. Qualquer alteração que se queira fazer, tem que passar pelo Parlamento, e não pelos tribunais, determinaram os juízes.

A decisão legal foi um golpe profundo que revela a forma como o activismo homossexual tem encontrado resistência em algumas partes do mundo, ao mesmo tempo que tem feito alguns avanços nos Estados Unidos, Europa e América Latina.

O Tribunal Superior de Deli tinha legalizado a actividade homossexual consensual em 2009. Essa vitória foi vista como um momento determinante para o activismo homossexual, que tem estado em crescimento apesar de forte oposição por parte de muitos quadrantes desta sociedade ainda tradicional e profundamente religiosa.

Durante a conferência de imprensa, os activistas homossexuais afirmaram que ficaram "chocados" e "desencorajados" pela decisão. "É um dia negro para nós," afirmou Anjali Gopalan, o fundador da Fundação Naz, uma ONG focada no HIV/SIDA e que foi peticionária do caso original de Deli.

Sinto-me tão cansado actualmente, e penso que recuamos 100 anos no tempo,

A decisão de 2009 de descriminalizar o homossexualismo foi controversa. Vários grupos religiosos, políticos e sociais apelaram a decisão. O governo não se juntou aos apelos, mas o Procurador-Geral disse durante a fase de argumentação perante o Tribunal Supremo de que o acto sexual entre duas pessoas do mesmo sexo era "totalmente imoral".

Ejaz Maqbool, um advogado que representava os grupo religiosos, afirmou:

Todas as comunidades religiosas - muçulmanos, Cristãos, Hindus - afirmaram que esta é uma forma antinatural de sexo. Hoje. o Tribunal Supremo manteve que o juízo prévio estava errado. Amanhã, se a nação sentir, e se o Parlamento sentir, que esta provisão tem que ser removida do código pena Indiano, então ela pode ser removida.

Prakash Sharma, um líder ancião e porta-voz do grupo Vishwa Hindu Parishad, um grupo Hindu conservador, enalteceu a decisão do tribunal:

Uns milhares de pessoas que alegam ser homossexuais não podem ditar as regras para a maioria; eles não podem determinar o que está certo e o que está errado.

A lei em torno do homossexualismo não foi estritamente forçada no anos que se seguiram à decisão de 2009, mas os activistas homossexuais afirmaram que tal decisão havia feito uma "diferença enorme nas suas vidas".

(...)

Fonte - http://ow.ly/rIyQq

* * * * * * *
Pressão popular sobre os órgãos legislativos funciona, e a normalização do homossexualismo não é "inevitável".

domingo, 11 de agosto de 2013

Marco Feliciano é atacado por activistas gays durante voo

O deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) foi hostilizado durante voo da Azul com destino a Guarulhos, São Paulo. Após o avião decolar em Brasília cerca de 10 homossexuais passaram a hostilizar o parlamentar.

Feliciano agradeceu através de sua conta no Twitter o apoio dos passageiros e da comissão de bordo. “Os passageiros me defenderam, o piloto ameaçou retornar pra Brasília. Sofri xingamentos o voo todo. Haviam crianças no voo, famílias”, disse.

Envolvido em polêmicas desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) o parlamentar tornou-se principal alvo de activistas de movimentos LGBT.

O parlamentar afirmou que dois activistas chegaram a ir até a poltrona onde ele estava e passaram a provocá-lo. Como ele não reagia às provocações teria sido tocado no rosto.

O cantor Roberto Marinho, que acompanha o pastor em suas agendas disse que não é a primeira vez que o pastor é hostilizado por ativistas gays em um voo. Marinho também afirmou que enquanto um activista tentava esfregar a genitália no pastor, outro filmava tudo.

“Tentaram varias vezes tocar no rosto, nos cabelos e no queixo de Marco Feliciano, eu tentei impedir, mas foi em vão. Ouve tumulto”, escreveu Marinho no Twitter.

Durante o desembarque da aeronave a companhia aérea teria reservado uma van para levar o parlamentar até o posto da Polícia Federal no aeroporto de Guarulhos, mas o parlamentar não quis prestar queixa.

Feliciano lamentou o ocorrido e disse que a atitude foi de desrespeito. “Estes cidadãos colocaram em risco a segurança dos passageiros. Querem respeito mas não respeitam”.

Caso de polícia

O Ministério Público resolveu denunciar os policiais que faziam a segurança de um evento realizado pela Assembleia de Deus em Santarém, no Pará, com a participação do pastor Marco Feliciano.

Militantes homossexuais conseguiram furar a barreira da polícia e passaram a fazer manifestações no local do culto enquanto Feliciano ministrava. O parlamentar interrompeu a pregação e deu voz de prisão contra os activistas.

Imediatamente policiais e seguranças contratados para o evento pediram que os jovens se retirassem do local, mas se negaram e foram retirados a força. Os militantes acusam a polícia de ter agido com truculência.



quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Relatório Médico Canadiano revela os perigos do homossexualismo

Um grupo de médicos apresentou evidências científicas perante os parlamentares Canadianos que demonstram como o pseudo-casamento homoerótico é um risco para saúde dos Canadianos. O seu documento amplamente suportado por referências científicas, e com o título de “Gay Marriage and Homosexuality, Some Medical Comments” [Casamento Gay e o Homossexualismo, Alguns Comentários Médicos], avisa que a nova lei irá normalizar ainda mais o sexo homossexual, e que, devido às escolhas sexual de risco, esta comportamento que já causou o aumento sério dos problemas de saúde bem como o aumento dos custos associados ao homossexualismo.

O documento, assinado por médicos de diferentes disciplinas (desde a medicina familiar, passando pela dermatologia e neurologia), avisa que a práctica do sexo anal, tal como é levada a cabo pela maioria dos homens homossexuais, tem várias doenças médicas associadas a ela - "muitas delas raras ou desconhecidas junto da população heterossexual" - tais como o cancro anal, Chlamydia trachomatis, Cryptosporidium, Giardia lamblia, Herpes simplex vírus, o HIV, o vírus papiloma Humano, Isospora belli, Microsporidia, gonorreia, sífilis, hepatites B e C e outras.

Os médicos que falaram com a LifeSiteNews. alertaram também para o facto desta práctica sexual perigosa se estar a propagar junto da comunidade heterossexual. “Há um aumento significativo no risco de se contrair o HIV quando se participa no sexo anal," avisa o artigo. O mesmo cita estudos que indicam que "quando comparados com os jovens que nunca practicavam o sexo anal, os jovens homossexuais com idades compreendidas entre os 15 e os 22 tinham 5 vezes mais probabilidades de contrair o HIV.”

O documento ressalva também que "Mais de 70% de todos os novos casos de SIDA diagnosticados no Canadá entre os adultos com idade superior as 15 anos, e até 2004, ocorreram entre os homens homossexuais ((13,019 casos entre os 19,238 no total).”

O documento avisa também o seguinte:

Qualquer tentativa de se legalizar o casamento [sic] homsossexual deve levar em conta a ligação que existe entre a pedofilia e o homossexualismo. Embora a maioria dos homossexuais não se envolve na pedofilia, o facto de existir um desproporcional número homossexuais entre os pedófilos, e de existir uma convergência entre o movimento homossexual e o movimento que visa tornar a pedofilia aceitável é um dado a levar em conta.

Os médicos citam o "Journal of Homosexuality" demonstrando uma sobreposição entre o activismo homossexual e os promotores da pedofilia. Mais ainda, o artigo cita estudos profissionais demonstrando que "o número de homossexuais em essencialmente todos os estudos é menos do que 3%," mas "a percentagem de homossexuais entre os pedófilos é de 25%." O artigo conclui:

Portanto, a presença da pedofilia entre os homossexuais é 10 a 25 vezes superior do que seria de esperar se a proporção de pedófilos estivesse uniformemente distribuída dentro da população (heterossexual e homossexual).

Os autores do relatório são John Shea,MD, FRCP (C), Radiologista; John K. Wilson MD, FRCP (C), Cardiologista; Paul Ranalli MD, FRCP (C), Neurologista; Christina Paulaitis MD, CCFP, Médica Familiar; Luigi Castagna.

Fonte

* * * * * * *
Uma vez que quem está envolvido no auto-destrutivo "estilo de vida" homossexual se encontra mais susceptível de contrair DSTs, é perfeitamente lógico afirmar que, quem promove o homossexualismo na sociedade, ignora por completo o que a Medicina diz.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Activistas homossexuais agridem Cristão durante uma marcha homoerótica

Um pregador de rua foi repetidamente esmurrado na cabeça e pontapeado no corpo por dois homens durante a "Seattle’s Pridefest" neste Domingo que passou - e todo o confronto foi gravado.

No vídeo perturbador que se encontra no youtube e reportado pela "Seattle’s KOMO news", dois pregadores de rua Cristãos podem ser vistos sobre a relva. Um dos pregadores tem um placard onde se lê "Jesus Salva e Cura" e "Arrependam-se", enquanto o outro tem na sua mão uma Bíblia.

No princípio do vídeo um homem corpulento aproxima-se raivosamente dos dois pregadores, ao mesmo tempo que uma das mulheres empurra de forma repetida o homem que tem a Bíblia e exige que ele se vá embora.

A situação continua a escalar até ao ponto onde um certo número de pessoas tenta tirar o placard das mãos do Cristão. Quando um dos homens consegue por fim retirar o sinal das mãos do Cristão, uma luta corpo a corpo ocorre e o homem corpulento visto no princípio do vídeo corre e esmurrra várias vezes a cabeça dum dos pregadores ao mesmo tempo que outro homem o pontapeia repetidamente. Outros tentam acabar com a luta.

A polícia prendeu Jason Queree (36 anos) que se crê ter sido o atacante principal. Alegadamente, Jason tem uma longa história de prisões e condenações por uma variedade de comportamento criminoso. Um segundo suspeito foi também preso.

AVISO: O vídeo contém profanidades e violência perturbadora por partes dos activistas homossexuais. A violência levada a cabo pelos activistas gays pode ser vista a partir do minuto 2:35.


Este incidente é parecido com outro que ocorreu na parada de "orgulho" gay de Toronto do ano passado (também grava em vídeo) onde um pregador Cristão foi rodeado por uma turba enraivecida de homossexuais. No entanto, nesse caso, a polícia tomou o lado dos participantes da marcha homossexual e disse ao pregador que "Vocês estão a promover o ódio." Por fim, a polícia forçou David Lynn e a sua equipa do ministério com o nome "Christ’s Forgiveness Ministries" a abandonar a área e a acabar com a pregação.

O ataque levado a cabo em Seattle é mais um exemplo da crescente onda de violência levada a cabo pelos activistas homossexuais. Em Agosto último um activista homossexual quase que foi bem sucedido na sua tentativa de matar funcionários da "Family Research Council"; o que impediu o sucesso dos seus propósitos anti-Cristãos foi o gesto heróico de um dos guardas.

Em Janeiro deste ano um grupo de Católicos brasileiros que se organizou e se manifestou publicamente ara marchar contra o aborto e contra a normalização do homossexualismo, foi vítima de ataques por parte de activistas homossexuais. Os Católicos foram cuspidos, assediados, e agredidos fisicamente pela turba de gays,  lésbicas e simpatizantes com a agenda homossexual.

Em Abril deste ano o líder da Igreja Católica na Bélgica, o arcebispo Andre-Joseph Leonard, permaneceu calmo e sentado, com os olhos fechados e em oração, à medida que 4 activistas lésbicas o atacavam com gritos e profanidades, e atiravam água contra ele.

No ano passado, um grupo homossexual auto-intitulado “Angry Queers” assumiu a responsabilidade por ter atirado pedras do tamnho duma bola de basebal para 9 janelas da  "Portland’s Mars Hill Churc", conhecida por ser a favor do casamento natural.


* * * * * * *

Não há forma alguma de existir algum tipo de paz ou acordo entre os defensores do homoerotismo e os Cristãos. A guerra aproxima-se e ela vai deixar marcas e casualidades em ambos os lados.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Será que os activistas homossexuais levaram Roger Crouch ao suicídio?

O filho de Roger Crouch, Dominic Crouch (15 anos), cometeu suicídio no dia 18 de Maio de 2010. Pouco depois deste trágico evento, activistas homossexuais membros do grupo radical "Stonewall" entraram em contacto com Roger Crouch requisitando permissão para usar a morte de Dominic como exemplo de "bullying anti-homossexual".

O problema é que Dominic não era homossexual e o sr. Crouch eventualmente cometeu suicídio porque sentia que estava a ser vítima de bullying por parte do grupo Stonewall visto que eles queriam instrumentalizar a morte do filho em favor da sua agenda política.

Esta história trágica teve início quando um grupo dos estudantes "Year 9" da escola de Dominic - St Edward’s, escola Católica - foram para uma viagem residencial a "Forest of Dean". Os adolescentes ficaram no "St Briavels Castle" – um edifício do século 13 que actualmente opera como um albergue de juventude – e numa noite reuniram-se para jogar um jogo conhecido como "roda a garrafa" (inglês: “spin the bottle”). Este é um jogo de festas onde os jogadores sentam-se em círculo e giram uma garrafa vazia. Quando ela para, o jogador que a rodou tem que beijar a pessoa para quem a garrafa está a apontar.

Dominic tomou parte no jogo inocente e alguns participantes tiraram fotos com os seus telemóveis. Quando voltaram da viagem escolar, as imagens foram circuladas. Mesmo numa escola Católica, alguns alunos haviam adoptado algumas ideias erradas em torno do homossexualismo, e pensaram que seria engraçado provocar o Dominic chamando-o de "gay".

Dominic tinha já um complexo de inferioridade por ser disléxico, e como tal, ele achou este novo fardo difícil de suportar. A sua mãe lembra:

Ele sentia-se envergonhado e deslocado do grupo. Fizeram com que ele se sentisse como um idiota.

As piadas continaram, e como ele as achou demasiado difíceis de suportar, cometeu suicídio saltando do telhado dum prédio com seis andares.

Dominic escreveu três cartas de suicídio onde ele deixou bem claro o bullying que sofria e o facto dele não estar interessado no homossexualismo:

Querida Família,
Sinto muita pena pelo que estou em vias de fazer. Recentemente, tenho sido vítima de intimidação (inglês: "bullied") de forma maciça e tenho sofrido muito com a m---a inventada sobre mim, que não é verdade. 

Ben Summerskill, Director-Executivo do grupo activista homossexual Stonewall, leu a notícia nos jornais e rapidamente alistou Roger Crouch para as visitas escolares que são feitas como forma de falar contra a intimidação "homofóbica". Existia no entanto um fosso enorme estre as ideias deBen Summerskill e as de Roger Crouch, tanto assim, que apesar das cartas de Dominic, Summerskill estava determinado em sugerir que Dominic provavelmente era homossexual, e que os seus pais se encontravam em "negação". Summerskill escreveu no jornal "The Guardian", jornal agressivamente esquerdista:

Não sabemos se Dominc era ou não homossexual, mas uma das tristes verdades em casos similares é que os pais tendem a entrar num estado de negação completa, mesmo quando estão na presença de evidências suficientes para saber o porquê do seu filho ter cometido suicídio. Em casos como este, os pais atravessam todas as emoções de descobrir que o filho pode ser homossexual, bem como enfrentar o trauma de perder um filho.

Isto é exactamente a visão oposta àquela mantida pelo pai de Dominic, que era de opinião de que, se estes adolescentes não tivessem recebido ideias precoces e prejudicias sobre o homossexualismo, eles não teriam feito este tipo de piadas. Ele mantinha a crença de que a obsessão com o homossexualismo, promovido por grupos tais como Stonewall (com verbas públicas), era a causa do problema. A ideia do homossexualismo está tão presente nos média que as mentes dos adolescentes estão saturadas com elas. Até nas aulas de educação sexual é ensinado o homossexualismo (!). Agora, o grupo Stonewall quer explorar a morte de Dominic Crouch para piorar ainda mais o problema.

Em Novembro de 2011, na "Cerimónia de Prémios Stonewall", levada a cabo no "Victoria and Albert Museum" no centro de Londres, Roger Crouch recebeu a maior honra por parte do grupo Stonewall, "Hero of the Year" (Herói do Ano). Durante a cerimónia ele cruzou-se com a fina flor da comunidade homossexual de Londres, políticos, produtores e personalidades do "showbiz". Será que ele se sentiu honrado? Não; ele sentia-se frustrado e zangado.

Na verdade, ele sentia-se como vítima de intimidação (bullying) por parte dos activistas homossexuais.

No dia 28 de Novembro de 2011, apenas algumas semanas depois de receber o prémio do grupo Stonewall, Roger Crouch enforcou-se na garagem  da casa familiar. Ele tinha 55 anos. O director funerário que veio remover o corpo era o mesmo que havia tratado do enterro de Dominic.

Roger Crouch: vítima da intimidação homossexual?


Fontes:
...

sábado, 8 de dezembro de 2012

David Cameron apoia a perversão da doutrina Cristã como forma de satisfazer Bruxelas e o minoritário lobby gay

As igrejas e organizações religiosas vão poder realizar "casamentos" entre pessoas do mesmo sexo de acordo com a legislação que o Governo britânico vai apresentar para a semana para legalizar os "casamentos" gay. Sim, porque como se sabe, esse sempre foi o sonho das igrejas e das organizações religiosas: organizar eventos que contradizem as suas doutrinas. elas agora vão poder fazer isso.

O primeiro-ministro, David Cameron, apoia esta proposta de legalização e de a "cerimónia" se estender ao religioso, o que o pode vai colocar em rota de colisão com os deputados mais tradicionalistas do seu Partido Conservador, bem como com a Igreja de Inglaterra e a hierarquia católica.

“Sou um fervoroso apoiante do casamento [sic] e não quero que os homossexuais sejam excluídos dessa grande instituição”, disse Cameron, citado pelo jornal The Guardian. Curioso que Cameron diga isto quando se sabe que a grandeza do casamento prende-se com o facto do mesmo estar estabelecido (também mas não só) para a perpetuação da espécie, coisa que só a heterossexualidade pode fazer.

“Mas deixem-me ser cem por cento claro, se houver uma igreja, sinagoga, ou mesquita, que não queira celebrar casamentos [sic] entre pessoas do mesmo sexo, não serão, de forma alguma, forçados a fazê-lo”.

Essa ressalva, sublinhou o primeiro-ministro “está absolutamente clara na legislação”. “E também quero deixar absolutamente claro que o voto da próxima semana é livre para os deputados, mas eu, pessoalmente, vou apoiar esta nova lei”, disse Cameron.


* * * * * * *
Frase chave: "não quero que os homossexuais sejam excluídos dessa grande instituição". Isto significa que vamos passar do "vocês têm a liberdade para não "casar" os homossexuais" para "vocês não podem descriminar os homossexuais ao se recusarem a "casar" uma dupla deles nas vossas igrejas".

E assim avança a agenda gayzista, esmagando pelo caminho toda a oposição.



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