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quinta-feira, 19 de julho de 2018

Homossexual esfaqueado no Porto foi morto pelo ex-namorado


A Polícia Judiciária confirmou, esta quinta-feira, que o jovem esfaqueado esta quarta-feira no Porto foi morto pelo ex-namorado. 

A confirmação foi feita através de comunicado enviado à comunicação social. O homem de 28 anos foi detido por homicídio qualificado.

O detido é um logista sem antecedentes criminais e vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas. Miguel Ribeiro foi esfaqueado múltiplas vezes no interior da sua própria casa pelo ex-companheiro.


Fonte: http://bit.ly/2uK9iFO
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terça-feira, 9 de janeiro de 2018

O assassinato de Carlos Castro por parte do seu parceiro homoerótico

Foi a sete de Janeiro de 2011 que Portugal e o Mundo ficaram com o nome Renato Seabra gravado na mente. O jovem, na altura com 21 anos, sonhava ser modelo e, acompanhado por Carlos Castro, de 65 anos, tentava vingar no mundo da moda. 

Foi há sete anos que Renato, que chegou a ser acólito em Cantanhede, de onde é natural, matou o cronista social, apontado como seu amante, tendo mutilado o corpo em seguida, com recurso a um saca-rolhas. 

Os amigos recordam que Carlos Castro estava apaixonado pelo jovem e fazia de tudo para lhe agradar, tentando que os seus contactos o ajudassem a lançar a carreira internacional de Renato Seabra no mundo da moda. 

Um ‘amor’ não correspondido 

O ‘casal’ aterrou em Nova Iorque a 29 de Dezembro de 2010, para celebrarem o Réveillon na ‘Big Apple’. 

Wanda Pires, amiga de longa data de Carlos Castro, recordou ao CM e à CMTV a visita dos dois e os primeiros contactos com Renato. "Eu achei que não era amor. A viagem dele com o Carlos foi para tirar proveito. Não vi o Renato como a pessoa ideal para estar ao lado do Carlos. Mas ele dizia-me ‘I’m in love’, gostava mesmo muito dele", relata Wanda, que foi a última pessoa a falar com Carlos Castro.

Os dois tinham-se conhecido através do Facebook e foi o jornalista e cronista social que pôs o jovem a desfilar nas passerelles nacionais. Mas Renato Seabra queria mais e ansiava por uma carreira internacional e uma vida de luxos, como demonstrou em Nova Iorque. 

"Quando o Carlos cá chegou disse-me que tinham reservado um quarto noutro hotel, mas que o Renato queria uma suite luxuosa, com vista para Times Square", conta Luís Pires, jornalista que deu a notícia do crime em primeira-mão. Os dois acabaram por ficar hospedados no exclusivo Intercontinental, localizado em plena Broadway, no quarto n.º 16 do 34.º andar.

Os amigos de Carlos Castro que viviam em nova Iorque olhavam com desconfiança para o jovem, que fazia muitos pedidos ao cronista, "Íamos às compras e ele pedia ao Carlos para lhe comprar coisas. Até fui eu que fui escolher a roupa para o bebé da irmã do Renato, que estava grávida. E dizia-lhe que achava que o Renato se estava a aproveitar dele. Mas ele disse que a viagem era para ver o que acontecia e que depois tomava uma decisão", relata Wanda.

Discussões durante a viagem 

Carlos Castro já não chegou a  voltar para Portugal. Depois da Passagem de Ano, já em 2011, o jornalista e o modelo discutiam regularmente. Num jantar no dia antes do crime os amigos notaram que Renato "estava excitado e inquieto". O jovem, que nunca bebia, pediu uma garrafa de vinho "porque queria celebrar", mas não revelou o motivo. 

Wanda Pires com Carlos Castro e Renato Seabra
"O Renato andava a contactar com raparigas e empregadas do hotel e saia muito do quarto. Havia muita fricção por causa disso", afirma Wanda Pires.

No dia seguinte ainda falou com o amigo logo de manhã. Quando voltou a fazer uma chamada, Carlos Castro já não atendeu. Tentou uma e outra vez e nunca obteve resposta. Pediu ajuda à filha, Mónica, e as duas foram para o hotel à procura do cronista. 

Na recepção do Intercontinental recusaram dar informações, alegando que eram precisas mais horas de ‘desaparecimento’ para poderem revelar o número do quarto, por questões de confidencialidade. 

Foi nessa altura que viram Renato Seabra a sair do elevador. Vinha arranjado e bem vestido, mas nervoso. As amigas de Carlos Castro abordaram-no e perguntaram onde estava o cronista. Renato disse-lhes que estava no quarto 3416 e que já tinha comido. Quando lhe perguntaram onde ia, o jovem baixou olhar e seguiu caminho, saindo pela porta principal. Wanda e Mónica bateram à porta do quarto mas nunca obtiveram resposta. 

Ao mesmo tempo, Renato tinha apanhado um táxi e pediu para ir ao hospital. Tinha a mão enfaixada e escondida, ensanguentada. Eram 19h00 quando entrou no Hospital de St. Luke’s, tendo sido acompanhado por um segurança e por um enfermeiro. Tinha os pulsos cortados numa aparente tentativa de suicídio.

No Intercontinental, a polícia já tinha sido chamada. Os bombeiros que entraram no quarto encontraram um cenário macabro, digno de um filme de terror. "Estava tudo cheio de sangue. Os paramédicos ficaram chocados, boquiabertos com a quantidade de sangue que havia", recorda o jornalista Luís Pires ao CM/CMTV. 

A anatomia de um crime 

Segundo a médica legista que fez a autópsia ao corpo de Carlos Castro, primeiro o cronista foi agredido com um computador, que Renato Seabra lhe arremessou contra a cabeça. Em seguida o modelo apertou-lhe o pescoço e saltou-lhe várias vezes sobre a cabeça e rosto. Só em seguida recorreu a um saca rolha para mutilar Carlos Castro. Castrou o cronista e depois arrancou-lhe um olho.

Segundo a médica as lesões que causaram a morte foi a pancada violenta na cabeça e o estrangulamento, pelo que Carlos Castro estaria ainda vivo quando foi novamente agredido e depois mutilado. A hora da morte foi às 17h00. Foi depois que Renato Seabra tentou cortar os pulsos com um copo partido. 

"Ele esteve horas dentro do quarto. Esteve várias horas a brincar com o corpo, a mutilá-lo. Não passa pela cabeça de ninguém arrancar os testículos e ficar ali a brincar com eles, e depois uma vista. Não há hipótese de poder analisar isto. Só uma pessoa louca ou momentaneamente transtornada é que é capaz de o fazer", afirma Luís Pires, que acompanhou todo o desenrolar do caso 

O corpo ficou completamente desfigurado. Wanda diz que não foi capaz de reconhecer o corpo, pelo que pediu à filha. Mónica diz que só conseguiu Perceber que era Carlos Castro por causa do cabelo. 

A condenação

Depois de um polémico julgamento e de ter saltado para a fama em Portugal pelos piores motivos, Renato Seabra, que tinha estado internado num hospital psiquiátrico, foi condenado a uma pena de 25 anos de prisão e prisão perpétua. Só pode sair em 2036 mas o juiz pode decidir mantê-lo na prisão mais alguns anos ou para o resto da vida, com revalidações periódicas. "Cometeu um erro. Que não foi apenas matar o Carlos, mas também ter mutilado o corpo. Um crime passional acontece muitas vezes nos EUA, mas não com esta pena tão severa", adianta Luís Pires, lembrando os contornos do caso. 

"O juiz disse e tribunal que o que ele fez nem a um animal se fazia e que por isso o condenou a  tal pena. E o Renato pediu desculpa e que não sabia o que tinha entrado nele nesse dia", recorda Mónica. Renato está preso na Clinton Correctional Facility, localizada no norte do estado de Nova Iorque, perto da fronteira com o Canadá. É conhecida como a ‘Sibéria de Nova Iorque’, devido às temperaturas frias

É uma prisão de alta segurança onde estão alguns dois piores criminosos condenados naquele estado, culpados dos mais horrendos crimes. Só daqui a 18 anos é que Renato Seabra pode ser sujeito a reavaliação de pena. Com 46 anos, em 1036, poderá sair em liberdade. Caso o juiz decida que não quer Renato em liberdade condicional, o jovem português continuará preso, sujeito a revalidações de dois em dois anos, para o resto da sua vida. Renato sem apoio e com menos visitas da mãe.

Na altura do crime e antes da condenação, com todo o mediatismo à volta do caso, houve quem saísse em defesa do modelo e acreditasse que havia contornos da história não revelados. Várias páginas de Facebook, como ‘Renato Seabra Deus é grande e vai haver justiça’, contam com milhares de seguidores, amigos e apoiantes do jovem de Cantanhede. 

Mas, com o passar do tempo e com a condenação, os apoios de Renato foram-se silenciando e tais páginas já não contam com publicações há vários anos. Também a família, pilar e suporte do modelo, tem ‘cortado’ no relacionamento. A mãe, Odília Pererinha, enfermeira, continua a apoiar o filho, mas as viagens a Nova Iorque, que outrora ocorriam com grande frequência, passaram agora a acontecer de três em três meses, uma vez que a família não tem dinheiro para mais. 

Odília chegou a mudar-se para os Estados Unidos, mas acabou por ter que voltar ao trabalho, em Cantanhede, para apoiar a família em Portugal, em especial a filha e a neta. Com o pai, Renato fala apenas por telefone. A mãe continua a ser a única pessoa que o visita.

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sábado, 6 de fevereiro de 2016

Lésbicas acusadas de espancar um rapaz

Por Warner Todd Huston

Dupla lésbica de Oklahoma foi presa pela polícia por alegadamente espancar e torturar um rapaz de 5 anos de tal forma, que ele passou por dois problemas vasculares cerebrais desde que foi admitido no hospital.

A polícia de Muskogee, OK, prendeu a mãe do rapaz, Rachel Stevens, de 28 anos, e a sua "madrasta" Kayla Jones, de 25 anos, por aquilo que os médicos dizem parecer serem meses de abuso infantil perverso.

O caso acabou por chegar à polícia depois da criança ter sido transsferida duma clínica em Muskogee para o St. John Medical Center em Tulsa devido a lesões na sua cara e devido também a convulsões. Mas quando o rapaz chegou a Tulsa, os médicas suspeitaram das suas lesões e determinaram que ele havia sido abusado, e que não estava só a sofrer de algum tipo de doença, como afirmou a dupla lésbica.

Os médicos rapidamente disseram à polícia que o abuso que o rapaz havia sofrido era tão sério que ele havia tido duas complicações desde que havia sido hospitalizado em Dezembro. As autoridades afirmaram que, desde que as duas lesbicas haviam dado início à sua relação, há 18 meses atrás, que o abuso ao rapaz havia sido constante. Os médicos disseram que o rapaz tinha vários ossos quebrados em várias fases de cura, e que se encontrava mal nutrido quando a polícia o retirou da dupla.

Segundo documentos legais, o rapaz afirmou que ele havia sido repetidamente amarrado, silenciado com fita na boca, fechado num quarto pequeno durante longos períodos de tempo, e que ambas as mulheres o haviam espancado periodicamente, por vezes com um cinto. O rapaz disse que a sua própria mãe havia esmagado a sua mão com um martelo, e que a sua "madrasta" o havia pontapead nos testículos com tanta força que ele havia sangrado.

O Promotor-Público de Muskogee, Orvil Loge, disse o seguinte em relação ao caso chocante:

Sempre que temos um caso de abuso de menores, ou abuso sexual, é sempre complicado visto que estamos a lidar com uma vítima muito inocente.

No entanto, as lésbicas afirmaram que o abuso era, de algum forma, auto-infligido, que o rapaz estava constantemente "a cair" e a aleijar-se. Segundo a News On 6, a dupla havia até iniciado uma página GoFundMe dedicada a angariar fundos de modo a que a dupla lésbica pudesse pagar as despesas hospitalares devido ao facto dele estar a ter "convulsões" com causas desconhecidas.

A página foi entretanto apagada, e ambas as mulheres foram acusadas de abuso infantil criminoso com lesões, e negligência infantil, e estão retidas na Prisão de Muskogee. Stevens tem mais duas crianças que também foram mantidas pelas autoridades.

- http://bit.ly/1Om8slV

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Este é o tipo de violência doméstica que as feministas normalmente ignoram visto que não podem instrumentalizá-la e obter mais benesses sociais e financeiras. Tanto os homens como as mulheres são igualmente capazes de levar a cabo actos de violência e barbárie, mas a nossa cultura tem passado a mensagem de que a violência tem sempre o homem como agente causador, e as mulheres como vítimas eternas.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Estilo de vida homossexual repleto de violência doméstica

Pe. Mark Hodges

O "National Intimate Partner and Sexual Violence Survey" (NISVS) feito pelo "Centers for Disease Control" apurou que, de maneira desproporcional, os homossexuais sofrem e infligem violência uns aos outros. A pesquisa da CDC é a primeira deste tipo a apresentar uma comparação da vitimização separada pela preferência sexual dos homens e das mulheres. Os dados indicam que os homossexuais sofrem taxas de violência doméstica muito mais elevadas do que os homens e as mulheres heterossexuais.

Vinte e seis porcento dos homens homossexuais e 37% dos homens bissexuais sofrem violação sexual, violência física, e/ou perseguição ["stalking"] por parte dum parceiro íntimo a dada altura da sua vida.

Quarenta e oito porcento das lésbicas e 61% das mulheres bissexuais sofrem violação sexual, violência física e/ou perseguição por parte da parceira íntima no decorrer das suas vidas. Metade (48%) das mulheres bissexuais que foram violadas, sofreram a sua primeira violação completa entre os 11 e os 17 anos de idade.

O relatório do CDC apurou que, para muitos transsexuais homossexuais e para muitas mulheres bissexuais, a violência sexual teve início durante a infância. No entanto, o CDC não extraiu qualquer tipo de conclusão em relação à violência sexual durante a infância ter sido a causa dos homens se tornarem homossexuais ou das mulheres se tornarem bissexuais.

O grupo activista homossexual com o nome de "Human Rights Campaign" cita a "pobreza, a estigmatização e a marginalização" como causas da violência, mas os críticos da agenda homoerótica afirmam que a violência é intrínseca dos conflictos internos da preferência homossexual.

"Nós enfrentamos também taxas mais elevadas de violência motivadas pelo ódio" alegou a "Human Rights Campaign" e "as formas através das quais a sociedade.....estigmatiza os nossos relacionamentos podem levar à violência entre os parceiros íntimos que emana da homofobia internalizada e da vergonha." Mas os críticos afirmam que a sodomia em si é um violento acto de ódio, e não de amor, e que as elevadas taxas de violência entre os homossexuais não são surpreendentes.

Lauren Paulk, do grupo "National Center for Lesbian Rights'", afirma que a comunidade homossexual tem ignorado a violência sexual:

Até a bem pouco tempo, a violência sexual intra-comunitária [entre as pessoas lgbtq] era, em larga escala, ignorada, especialmente entre as mulheres que têm sexo com outras mulheres.

Paulk admite que:

Uma dinâmica particularmente perturbadora aparece quando a violência é levada a cabo por outro membro da comunidade lgbt. Negação, desconhecimento e a rejeição da preocupação oriunda de pessoas que estão fora da comunidade lgbt, qualificando-a de homofobia latente, são exemplos de respostas que são dadas à violência que ocorre entre membros da comunidade lgbt.

Os sobreviventes de violência podem não saber a quem recorrer, quer seja por pensarem que ninguém irá acreditar neles ou dar-lhes algum tipo de apoio, ou quer seja porque eles não querem caluniar outro membro da comunidade ou reforçar os estereótipos negativos.

A taxa de perseguição entre os as mulheres bissexuais (37%) é mais do dobro daquela que ocorre entre as mulheres heterossexuais. Quase uma em cada 3 mulheres bissexuais (37%) foi ferida como resultado duma violação, violência física, e/ou perseguição por parte duma parceira íntima.

- http://bit.ly/1R2eOJp

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A violência doméstica que as feministas ignoram

Por David Garrett

No meio do constante ataque contra os homens causado pelas inflamadas estatísticas de violação e violência doméstica, ocorre um silêncio ensurdecedor. Estudos após estudos têm confirmado que as mulheres lésbicas são tão ou mais violentas que os homens que se encontram em relacionamentos heterossexuais. Mesmo assim, os média e as autoridades evitam este assunto por completo. Admitir que as lésbicas, ergo, um sub-conjunto das mulher, parecem cometer tanta ou mais violência doméstica que os homens fragiliza de forma fatal a obsessão feminista com um imaginativo controle patriarcal, bem como as suas noções distorcidas de privilégio masculino.

Muitos destes mesmos estudos afirmam que os relacionamentos homossexuais masculinos incluem tanta violência doméstica como os relacionamentos heterossexuais, mas as amostras de violência doméstica entre lésbicas são uma melhor analogia visto que as vítimas são as mulheres - tal como na maior parte das notícias envolvendo relacionamentos heterossexuais.

Como fingir um argumento anti-homem

A omissão da violência doméstica da equação é ridícula. Isto é como uma situação hipotética de impedir militantes contra o acto de se conduzir bêbado em Maine só porque há muito menos pessoas a viver por lá do que na Califórnia, ou então focar-se apenas no alcoolismo dos Americanos Caucasianos só porque os Brancos são mais do que, por exemplo, os Índios Americanos.

Se a violência é uma praga tal, como as feministas "articulam", qualquer coisa menos que falar de todo o tipo de violência é um estratagema político manipulativo e uma agenda. E a agenda aqui é atacar os homens e descrever a violência doméstica como um desporto que só é jogado pelos homens heterossexuais.

Estas mesmas estatísticas relativas à violência doméstica, que são obtidas a partir de auto-relatos, são usados para perseguir, difamar e facilmente condenar os homens. Na distorcida área das estatísticas de violação, o limiar da "agressão sexual" tem sido reduzido e caricaturado para piropos de rua e actos sexuais depois de se consumir álcool, mesmo que a mulher esteja inteiramente lúcida ou se o homem está igualmente bêbado. Sem surpresa alguma, as lésbicas recebem carta branca quando são levados a cabo estudos envolvendo questões menos amorfas e mais estritamente definidas em relação à violência (como, por exemplo, "Foi você vítima de violência por parte da sua parceira?")

Até a revista The Atlantic, que é com relativa frequência  uma miscelânea esquerdista da mais putrida diarreia mediática, reconhece que a violência entre duplas do mesmo sexo está numa situação "epidémica". Outros dados recolhidos pelas agências e pelas entidades governamentais Americanas citam 3,9 milhões de mulheres a serem vítimas de violência doméstica por parta da sua parceira lésbica. Uma vez que a proporção de lésbicas ou mulheres funcionalmente bissexuais nos Estados Unidos é estimado como sendo 20 vezes inferior que o número de mulheres heterossexuais, estes números são impressionantes.

A relutância das lésbicas em reportar

Uma das características do linguarejar das feministas é o de sempre colocar ênfase na proporção das mulheres heterossexuais que nunca reportam a violência doméstica e a agressão sexual "cometida" pelos homens. Elas assumem, sem qualquer tipo de evidência, que estes "casos" são casos provados de violência doméstica e sexual, e que, como tal, podem ser utilizados como forma de retirar dos homens os seus direitos de receber tratamento judicial adequado.

O problema com esta narrativa é a forma como ela se reflecte sobre a maneira como a violência doméstica entre lésbicas é reportada. Os estudos tais como aqueles citados nos links de cima fazem contínua referência a sub-notificação da violência doméstica dentro das duplas homossexuais, e como tal, o problema é actualmente maior.

O viés de confirmação das feministas permite-lhes usar as metodologias mais corrompidas e ténues, tais como a junção das alegadas vítimas femininas com as mulheres cujo estatuto de vítima foi estabelecido através de processos judiciais (e mesmo as alegações destas são continuamente diluídas para um drama "diz-que-disse"). Mas estas metodologias nunca são apropriadas quando os alegados perpetradores não são homens heterossexuais, e muito menos são convertidas em exigências dentro das arenas políticas e sociais.

Tal como já leram na minha recente pesquisa em torno do slut-shaming de mulheres feito por mulheres e por homens, elas são esvaziadas de capacidade de decisão quando isso envolve elas gozar e intimidar as outras mulheres, mas o homens responsabilizados e tidos como seres autónomos e actores privilegiados. O mesmo aplica-se dentro da violência doméstica lésbica: os homens heterossexuais têm escolhas, mas as mulheres que se encontram dentro de relacionamentos heterossexuais ou lésbicos têm a opressão como forma de explicar a sua violência.

O medo da perda por parte das feministas

Revelar a simetria que existe entre a violência doméstica heterossexual e a que ocorre nos relacionamentos homossexuais ameaça retirar das mãos das feministas a sua galinha dos ovos de ouro política: a fictícia e institucionalizada opressão que as mulheres sofrem causada pelos homens. Ignorar o abuso que ocorre dentro dos relacionamentos homossexuais é, portanto, obrigatório como forma de manter a sua agenda bem oleada e em movimento. As mulheres que são vítimas de violência por parte de outras mulheres salienta as escolhas pessoas que são feitas pelas parceiras que cometem abusos em áreas privadas, e não salienta um sistema público que encoraja tal violência.

Da mesma forma que a sociedade moderna confere um estatuto especial aos "gays", às lésbicas, e em particular às pessoas transsexuais, os estudos em torno da violência doméstica ilustram  forma como as feministas resolveram ignorar a comunidade lgbt como forma de preservar a sua narrativa anti-homem. Se por acaso o movimento feminista começar a receber demasiadas críticas por isso mesmo, as feministas podem sempre culpar o patriarcado por envergonhar e estigmatizar as lésbicas de forma a que elas agridam as suas parceiras. E assim o ciclo continua.

- http://bit.ly/1EIX9Qa

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O que as idiotas úteis de movimento feminista ainda não sabem é que dentro da escala de vitimismo esquerdista, a comunidade lgbt é mais "vítima" que a mulher. Logo, mal os ataques se tornem demasiado fortes, as mesmas agências oficias que "apoiam" o movimento feminista, rapidamente se retirarão do seu grupo, e colocarão todo o seu peso junto da causa lgbt.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

A violência doméstica entre as lésbicas

Os relacionamentos lésbicos têm os níveis mais elevados de violência doméstica (12.4pct), que é muito mais elevado do que a violência doméstica que ocorre nos casais. (4.3pct).

Um relatório por parte da "National Coalition of Anti-Violence Programs" reportou um aumento na ordem dos 125pct nas fatalidades resultantes de violência doméstica entre duplas lésbicas ou entre dois homens homossexuais em todo o país, e só no ano passado. 

Segundo Beth Leventhal da "The Network/La Red of Boston", "a violência física dentro da comunidade lgbt pode ser tão letal como nas comunidades heterossexuais.

Durante o ano passado, o "UCLA Center for Health Policy Research" publicou os resultados da pesquisa levada a cabo junto de 51,000 adultos da Califórnia. O UCLA apurou que 28pct das pessoas envolvidas num relacionamento homoerótico havia experimentado violência por parte do parceiro/a, comparados com os 17pct das pessoas em relacionamentos heterossexuais.

As taxas podem ser bem mais elevadas visto que uma dupla parede quase impenetrável é usada para manter as lésbicas agressoras afastadas e recolhidas no proverbial armário.

A primeira parede é a estigmatização invocada pelas próprias lésbicas que acreditam numa espécie de utopia homossexual, a crença feminista que defende que os relacionamentos mulher-mulher são inerentemente mais pacíficos, gentis e "puros", comparados com os relacionamentos homem-mulher. 

Fonte

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

"Apesar de invisível, a violência nas relações homossexuais é tendencialmente mais elevada"

Apesar de invisível, a violência nas relações homossexuais é “tendencialmente mais elevada”. Esta é a ideia-chave de um estudo que acaba de ser feito na Universidade do Minho (UM): 39,1 por cento dos participantes admitiram ter adoptado algum comportamento violento e 37,7 revelaram ter sido vítimas de, pelo menos, um acto abusivo no ano anterior.

A amostra é pequena e específica”, ressalva Carla Machado, co-autora com Laura Gil Costa e Rute Antunes. Responderam ao inquérito 151 indivíduos dos 15 aos 60 anos ligados a associações de defesa dos direitos dos homossexuais – 37,7 por cento eram estudantes, 19,9 exerciam profissões intelectuais e científicas, e as pessoas “mais escolarizadas tendem a identificar como violentos comportamentos banalizados pelas menos escolarizadas”.

Analisando o que cada um admite já ter praticado, a violência psicológica é mais frequente (30,5) do que a física (24,5). Analisando o que cada um diz já ter sofrido, a tendência mantém-se: 35,1 por cento foram vítimas de, pelo menos, um acto de violência emocional e 24,5 de uma agressão física no último ano.

O mais comum é insultar, difamar, humilhar, partir ou danificar objectos de propósito ou deitar a comida no chão para assustar, gritar ou ameaçar, dar uma bofetada. Foi encontrada uma forma específica de abuso: o “outing” ou ameaça de “outing” (revelação indesejada da orientação sexual do parceiro se este tentar acabar a relação). O que pode causar “perda de emprego, abandono de familiares e amigos ou da custódia de um filho”.

Igual a outros países

Estes resultados vão ao encontro das taxas encontradas noutros países. A tendência para maior violência é clara: numa investigação sobre violência conjugal heterossexual, que teve por base 2391 famílias, 22,2 por cento dos sujeitos assumiram-se como vítimas e 26,22 por cento como agressores.

A professora da UM diz que a violência entre casais [sic] do mesmo sexo tem sido “negada ou ocultada” pela comunidade homossexual, já que reforça estereótipos negativos, e pelos investigadores da área, já que interroga o pressuposto feminista de que a violência é filha da desigualdade de género. As questões de género “são relativas”, já que estão “associadas a diferenças de poder e as diferenças de poder ocorrem independentemente do género”, advoga.

Como nas relações heterossexuais, “a vítima sente-se isolada, vulnerável, presa à relação”. Prende-a o amor. Prende-a o factor financeiro quando a relação implica rendimentos, negócios, aquisições conjuntas. Há, porém, uma “importante diferença”: o preconceito.

Teia de silêncio

Diversos mitos ajudam a construir uma teia de silêncio. A sociedade tende a encarar as “relações homossexuais como igualitárias”, “imunes à violência íntima”. E a acreditar na suposta “facilidade (emocional e financeira) que a vítima teria em abandonar a relação”. Como se as suas relações fossem “meramente sexuais”.

Múltiplos estudos sugerem que os homossexuais são “profundamente discriminados em diversos sectores da sociedade”. Na família, no acesso a trabalho e morada, no emprego, na escola, na polícia, no exército e noutras instituições. Podem “sentir que estão sós contra o mundo – e esse sentimento pode alimentar a relação, mas também torná-la mais tensa”, explica.

A homofobia pode gerar “baixa auto-estima ou sentimento de inadequação sexual, que o sujeito procura compensar através da subjugação do parceiro”. Também pode “funcionar como um legitimador da violência sofrida, uma vez que o indivíduo acredita que é merecedor ou até mesmo culpado da violência”.

As vítimas homossexuais têm em regra menos apoio. Por vezes, os familiares nem sabem que elas têm uma relação íntima. Revelar a violência também pode ser encarado como uma forma de reforçar a imagem negativa que a família tem da homossexualidade. As vítimas chegam a preferir “manter um relacionamento íntimo violento a permitir comentários do tipo: 'Eu bem te avisei.’

E os serviços? Não há casas abrigo para homens. E Carla Machado questiona-se sobre a sensibilidade que terá quem trabalha em casas abrigo destinadas a mulheres e crianças para lidar com lésbicas vítimas de violência doméstica.

A prevalência alerta-nos para a necessidade de maximizarmos a visibilidade deste fenómeno”, conclui o artigo científico, que foi há uns dias para publicação numa revista científica. “Num contexto social preconceituoso, sem campanhas de informação adequadas ou serviços específicos, muitas vítimas de violência íntima não são sequer capazes de reconhecer as suas relações como abusivas”.

As investigadoras julgam importante criar serviços ou, pelo menos, alargar os já existentes aos homossexuais. Acham que “o maior desafio face à violência nas relações homossexuais continua a ser a cegueira inerente à homofobia”.


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O artigo é claramente tendencioso em favor do homossexualismo, mas o que interessa reter é que as relações homoeróticas são, em média, mais violentas que as relações dentro dum casal.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A violência doméstica escocesa

O governo escocês publicou os números policiais mais recentes em torno da violência doméstica através do país, onde se verificou que a violência doméstica entre os homoeróticos subiu mais do que a violências doméstica entre os casais.

Uma análise aos 60,080 incidentes de violência doméstica ocorridos na Escócia revelam um aumento do número de vítimas masculinas com uma mulher como agressora bem como um aumento de violência doméstica entre as lésbicas e os homens homossexuais.

Foram reportados à polícia 6.9% mais incidentes de abuso doméstico entre as duplas lésbicas, e um aumento de 1.21% entre os homens homossexuais. De modo geral, houve um aumento de 0.5%.

Os casais são 2.3% de todos os relatórios em torno da violência doméstica. Uma estatística recente da Office of National Statistics apurou que 1.5% da população do Reino Unido identifica-se como sodomita, lésbica ou bissexual. Shona Robison, a ministra escocesa para a Igualdade disse:

Ninguém pode colocar em causa o nosso compromisso de acabar com a violência doméstica. Estes incidentes de violência doméstica continuam bastante elevados e os avanços na tecnologia criaram novos meios através dos quais algumas pessoas podem abusar e explorar os outros. 

É precisamente por isso que estamos a desenvolver esforços para ajudar as vítimas de tais ataques, e estamos a disponibilizar apoio financeiro considerável para ajudar as vítimas e impedir que o abuso ocorra.

Estamos a desenvolver uma nova estratégia para lidar com a Violência contra a Mulher na Escócia, e saúdo a resposta pro-activa e decidida contra a violência doméstica por parte da Polícia Escocesa, que têm feito da violência doméstica e da violação duas das suas três prioridades.


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Estranho que a "ministra da igualdade" (tacho) tenha falado na violência contra a mulher sem dizer que 1) a violência contra os homens aumentou e 2) a violência contra a mulher feita por outras mulheres também aumentou. Mas essa narrativa não se enquadra na lógica esquerdista, e como tal, esses dados têm que ser colocados de lado.
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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Mulher é presa ao agredir namorada com vibrador durante acto sexual

A americana Mia McCarthy foi presa em Palm Beach, na Flórida (EUA), depois que sua namorada a acusou de agredi-la com um vibrador durante um acto sexual e por usá-lo por tempo demais, tornando o sexo “muito agressivo”.

De acordo com o site “The Smoking Gun”, McCarthy, de 23 anos, definida por ela mesma como “sadomasoquista”, estava com a parceira de 52 anos em casa, após voltar de uma boate na qual festejavam o aniversário da mulher mais velha.

Quando iniciaram o acto sexual, utilizando o brinquedo erótico, a vítima alegou que foi agredida com o vibrador, e que teria dito que estava sentindo dor. McCarthy, no entanto, não deu ouvidos às reclamações, e alegou que ambas as mulheres estavam fazendo “sexo consensual” e que ambas gostavam de “actos sexuais agressivos”.

Após ser detida, Mia pediu desculpas à parceira pelo comportamento envolvendo o vibrador. McCarthy acabou acusada de agressão e levada para a cadeia do condado de Palm Beach, com fiança estabelecida em R$ 112 mil.


terça-feira, 30 de julho de 2013

Lésbica mata amante

Estudante universitária, de 25 anos, atirou contra a cabeça da namorada, artista plástica de 52 anos..após rompimento da relação. 

Uma artista plástica foi morta com dois tiros na cabeça. O crime ocorreu na tarde de Domingo, em uma chácara na zona sul de Marília. A namorada da vítima foi presa em flagrante, autora do crime passional.

De acordo com informações da PM (Polícia Militar), por volta das 18h, policiais foram accionados para atender uma ocorrência na rua Luis Carlos Dias do Prado, no Recanto dos Nobres, lugar onde uma mulher havia sido atingida na cabeça por disparos de arma de fogo.


No local, policiais visualizaram uma viatura do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que já faziam os primeiros socorros em Sílvia Helena Saraiva Avelino, 52 anos. Posteriormente a vítima foi encaminhada para o HC (Hospital das Clínicas).


Policiais militares entraram em contacto com a namorada de Sílvia, a estudante universitária Alessandra Magro Bacelar, 25 anos. Ela disse que saiu para comparar salgados e quando retornou encontrou a namorada sentada numa cadeira e com ferimentos na cabeça. Ela teria ligado para o Samu relatando o crime ocorrido.


Policiais continuaram perguntando sobre os factos, e Alessandra acabou contando toda a verdade. A estudante relatou que Sílvia queria terminar o relacionamento amoroso entre as duas e por isso efetuou o disparo.


Após o crime, ela escondeu a arma de fogo, mas levou os policiais até o local e entregou um revólver calibre 32, com uma munição deflagrada e duas picotadas.


A autora do assassinato relatou ainda aos policiais militares, que após efetuar os disparos contra a cabeça da namorada, ela tentou tirar a própria vida, mas não conseguiu porque a arma falhou.


Alessandra foi apresentada no Plantão Policial, onde foi elaborado registro do boletim de ocorrência, sendo encaminhada na manhã desta segunda-feira (29) para a Penitenciária de Pirajuí.


A vítima, Silva Helena não resistiu aos ferimentos e morreu no HC, na manhã desta segunda-feira (29).

Este foi o 12º homicídio ocorrido em Marília, de janeiro até o momento. O último registrado foi no último dia 20, quando o jovem Maycon dos Santos de Oliveira, 20 anos, foi encontrado morto na zona sul da cidade, com ferimentos provocados por pedras, na cabeça.

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Fonte: http://alturl.com/wangk
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Homossexual é agredido em casa gay nocturna de São Paulo

Neste fim de semana, o maquilhador Guilherme Nutti, de 28 anos, afirma ter sido espancado por dois atendentes durante uma festa gay em São Paulo. A confusão começou depois de uma discussão no bar.
Segundo declarações de Nutti, a briga começou quando ele reclamou da dose de uma bebida servida pelo barman. 

Ele pegou o copo e bateu no balcão e quando bateu respingou em mim. Eu o xinguei porque aquilo foi uma atitude muito desrespeitosa”, contou o Nutti.

O maquiador diz que foi puxado para outro local pelo barman que começou a agredi-lo. O outro atendente que estava no balcão também teria ajudado a espancar o cliente. 

A violência só terminou quando o segurança apareceu, trazido por um dos amigos de Guilherme. O proprietário disse que vai demitir funcionários envolvidos na confusão.


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Estranho que a notícia coloque o homossexual como vítima (que realmente foi) mas esquece-se de dizer que os agressores também eram homossexuais. 

Este é o tipo de "jornalismo" gayzista que temos hoje em dia, onde os homossexuais, por serem homossexuais, só podem ser vítimas (e muitas vezes são vítimas de outros homossexuais), mas nunca podem ser agressores.



sábado, 12 de janeiro de 2013

Lésbica manda matar homem

A Polícia Civil da Paraíba prendeu quatro pessoas acusadas de participar do assassinato do modelo Dalmi Barbosa Filho, 24 anos. O crime aconteceu no dia 22 deDezembro do ano passado, na cidade de Santa Rita. 

O crime foi planeado por Ana Paula Carvalho, conhecida por Paulinha, era apaixonada por Raquel Teófilo, noiva do modelo. Os acusados foram presos numa residência da capital. A arma usada no crime também foi apreendida.

O plano

A polícia esclareceu que Ana Paula Carvalho, conhecida por Paulinha, era apaixonada por Raquel Teófilo, noiva do modelo. Ela, inclusive, presenteou a jovem com um Iphone.

Ana Paula era amiga do casal, mas a relação mudou quando Dalmi começou a namorar com Raquel. A partir daí começaram os desentendimentos. Certa vez, Ana Paula foi até a casa da noiva do modelo a fim de procurar o seu gato que teria fugido. Raquel estranhou e registrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência no dia 29 de Agosto relatando a invasão de Ana Paula ao apartamento.

Visivelmente abalada com o romance de Dalmi e Raquel, Ana Paula Carvalho procurou Mateus Alves da Silva que devia R$ 400 reais e disse que se ele matasse Dalmi, ela perdoaria a dívida. Ele então procurou Júlio Cézar Xavier do Nascimento, conhecido por Adauto, que actuava como traficante de drogas em Mangabeira. Mateus deu a Júlio César a quantia de R$ 100 para assassinar o modelo.

A arma usada foi emprestada por André Pedro da Silva. No dia do crime, Ana Paula marcou consulta ao dentista e avisou aos familiares. No entanto ela estava em Santa Rita articulando o crime.

A execução

Ana Paula foi buscar Júlio Cesar e Mateus e se dirigiram até Santa Rita Mateus foi até a academia verificar se o modelo estava no local. Depois, Ana Paula pegou um táxi e foi para o dentista, enquanto Júlio César e Mateus ficaram para executar a vítima.

Eles abordaram o jovem quando ele saía da academia, na rua José Vitelino da Rocha, e o mataram. Na fuga, levaram o celular, para caracterizar como latrocínio, roubo seguido de morte.

Feito isso, a dupla foi até o bairro de Mangabeira devolver o veículo a Ana Paula.

Segundo a polícia, antes de cometer o homicídio os acusados já tinham tentando por duas vezes, sem êxito, por que não encontraram a vítima.



domingo, 23 de dezembro de 2012

Vereador é morto a facadas pelo companheiro homossexual


O vereador Elias Maciel (PSD), de 31 anos, foi morto a facadas na madrugada desta Sexta-Feira (21) na residência onde morava sozinho em Sorriso, a 420 quilômetros de Cuiabá. A Polícia Militar, que atendeu a ocorrência, informou que testemunhas viram o suspeito do crime, que estaria mantendo relacionamento homossexual com a vítima, correndo nu pela rua logo depois do assassinato.

"Ele estava com o rapaz na casa dele. Os dois estavam nus", disse o tenente da PM, Vitor Hugo. Depois de ser atingido por um golpe de faca, de acordo com ele, testemunhas relataram que, mesmo ferida, a vítima saiu correndo até o portão para pedir socorro, mas não resistiu e caiu já morto. "Em seguida, o suspeito fugiu correndo pela rua também nu e deixou a roupa e a carteira para trás", afirmou o policial, ao pontuar que o parlamentar era homossexual assumido.

Como o suspeito deixou os documentos na casa da vítima, a polícia informou que já o identificou. No entanto, até as 7h30 [horário de Mato Grosso] desta sexta-feira ele ainda não havia detido. Segundo a PM, ainda não se tem informações sobre a motivação do crime. O corpo do vereador foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necrópsia.

De acordo com o cabo Cláudio Marques, da PM, há indícios de que a vítima e o suspeito teriam entrado em luta corporal antes do crime. "Ele levou vários golpes de faca nas costas e no pescoço, causando o óbito da vítima", disse. Ele disse ainda que o caso será investigado pela Polícia Civil.

A presidente da Câmara de Vereadores de Sorriso, Marisa Netto (PSD), disse, por meio de nota, que, assim que o corpo for liberado pelo IML, será levado ao plenário da Casa de Leis, onde será velado. Já o local do sepultamento deve ser definido pela família da vítima. 

Conforme a instituição, Elias era suplente e assumiu o cargo efectivamente em novembro de 2011. Antes disso, ele trabalhava como servidor da Casa de Leis.

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Violência ocorre tanto entre casais e como entre homossexuais, mas um padrão já notado por várias pessoas é a maior incidência de violência doméstica entre homens homossexuais e entre lésbicas.


domingo, 9 de dezembro de 2012

Homossexual agride homem a paulada por este conversar com o seu ex-amante

Camapuã: Homem de 30 anos agrediu outro de 33 anos com um pedaço de pau por não aceitar fim de relacionamento de sete anos com um homossexual de 29 anos.

Segundo o registo policial, o homossexual que testemunhou a agressão, disse que estava conversando com a vitima, quando o agressor chegou, pegou um pedaço de madeira e desferiu golpes causando ferimento na boca, escoriações no joelho, cotovelo e na altura da cintura lado direito na vitima.

O homossexual contou que manteve relacionamento amoroso com o autor durante sete anos e que estão separados e ele não aceita a separação.

Quando os policiais militares chegaram ao local da agressão, encontraram a vitima ferida, sendo encaminhada para o Hospital São João Batista. O autor já havia fugido, mas aproximadamente uma hora depois, a testemunha ligou para a Policia Militar e informou a localização do agressor estaria, onde o mesmo foi detido.

O caso foi encaminhado para Delegacia de Policia Civil para providências, e registrado como lesão corporal dolosa. (fonte)

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Segundo alguns dados, a violência doméstica entre homossexuais é superior que a violência doméstica entre casais:
Este estudo pioneiro determinou que a taxa de espancamento vitimização entre os homens homossexuais do grupo-alvo é "substancialmente superior que entre os homens heterossexuais", e provavelmente também mais elevada que a taxa entre as mulheres heterossexuais.
Seria de esperar que as pessoas que se "preocupam" com o bem estar dos homossexuais desenvolvessem  esforços para apurar as causas da maior incidência de violência doméstica entre os homens homossexuais. Eles não fazem isso porque o lobby gay não se preocupa com o bem estar dos homossexuais, mas apenas os usa tendo em vista um fim político.

De modo literal, os homossexuais que se alinham com o activismo gay, estão alinhados com um movimento que tem outras prioridades acima da saúde e felicidade dos homossexuais.

Não deixa de ser curioso que uma grande parte da comunidade homossexual olhe com desconfiança para os Cristãos quando este último grupo é o único grupo social que genuinamente deseja uma vida melhor para todas as pessoas viciadas no homossexualismo.



sexta-feira, 31 de agosto de 2012

A exploração sexual de mulheres nos abrigos de refúgio


Poucas pessoas sabem como é que os abrigos para mulheres vítimas de abuso tiveram o seu início. Há cerca de 4 anos atrás a activista lésbica Bonnie Tinker fez esta admissão chocante no "The Oregonian":

"De facto, foi um pequeno grupo de lésbicas de Portland que esteve na linha da frente do movimento nacional em torno da criação de lugares seguros para as mulheres. Nós sabíamos que as fundações não financiariam um estabelecimento com o propósito de albergar um grupo de fufas sem abrigo. Apercebemo-nos que a linguagem que eles entenderiam seria a linguagem da mulher vítima de abuso."

Isto, obviamente, levanta questões perturbadoras: o que é que realmente ocorre nos abrigos? Como a minha investigação apurou, muitos abrigos mais não são que lugares de caça para lésbicas sedentas de atacar mulheres vulneráveis.

Maria, atendedora de balcão de 35 anos, foi a Bethany House em Falls Church, Va, em busca de aconselhamento legal. O abrigo referenciou-a a um advogado com o nome de Robert Machen para assistência pro bono. Segundo a reportagem, "Num desses dias, ele chegou à sua porta e exigiu sexo ou ser pago pelo serviço legal." Eles começaram logo com os beijos e com as carícias. (Deixo o resto para a vossa imaginação.)

Mas não era só o advogado que se aproveitava das mulheres abusadas. Duas gestoras de abrigos, srª Veronica e a srª Liang, viram-se forçadas a demitir depois de terem sido acusadas de terem feito avanços sexuais a residentes dos abrigos.

Num outro abrigo uma antiga funcionária disse-me como uma residente lésbica frequentemente acompanhava as raparigas menores para os seus quartos. Quando a gerência do abrigo foi notificada da actividade suspeita, ela acusou-os de terem "preconceito." Noutra ocasião, uma enojada residente queixou-se à mesma gerência da actividade sexual inapropriada que ocorria em frente aos seus filhos. A gerência disse-lhe para se animar e buscar alguém que lhe "fizesse sentir melhor".

Em Charleston, W.Va., Elizabeth Crawford foi apanhada numa relação fisicamente abusiva. Desesperada por ajuda, ela começou a frequentar semanalmente o grupo de apoio dirigido pelo "YWCA Resolve Family Abuse Program" local. Por diversas vezes, Crawford viu-se forçada a ter conversas com a directora da "West Virginia Coalition Against Domestic Violence."

Inicialmente, os seus avanços consistiam apenas em elogios efusivos, seguidos depois por abraços demorados. Foi então que um dia Crawford reparou que a directora estava a acariciar as suas costas. Avisada para "ter cuidado" com a mulher, Crawford explicou que não tinha qualquer tipo de interesse nos seus avanços [sexuais]. Pouco depois disto, Crawford passou a ser evitada.

Anos mais tarde, quando Crawford fundou o seu próprio projecto de aconselhamento, ela continuou a ser banida.

Em Houston, a "Bay Area Turning Point" patrocina festas para residentes de abrigos como forma de as ajudar a encontrar um novo namorado. Médicos locais e advogados são convidados para tais eventos. Uma mulher engravidou durante o tempo em que esteve num desses abrigos, alegadamente depois duma dessas festas.

Bobbi Bacha da "Blue Moon Investigations" levanta a questão se tais eventos são apropriados para mulheres que se encontram em recuperação de relacionamentos abusivos, e teme que as mulheres estejam a ser "preparadas" para a prostituição.

Uma mulher que passou algum tempo em dois abrigos revela de forma corajosa que "muitas funcionárias dos abrigos são lésbicas." Uma táctica de engate levada a cabo pelas funcionárias dos abrigos é acariciar gentilmente a palma da mão das residentes, como se estivesse a acalmar a sua dor. A mulher afirma claramente que "Se tu te tornas namorada dela, serás bem tratada. Eu estava 100% certa disso."

Convém ressalvar que muitas mulheres que trabalham nestes abrigos acreditam que o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo deveria ser legal, e como tal, quem é que pode criticar estas mulheres por praticarem o que pregam?

Existe também a violação digital duma menina de 4 anos (por parte duma rapariga mais velha) em "Another Way" - Lake City, Fla. Segundo uma antiga funcionária do abrigo, quando as duas meninas foram apanhadas, "a menina de 5 anos disse que a menina de 9 anos tinha inserido o(s) seu(s) dedo(s) dentro das suas áreas privadas (vagina) e 'bricando' com ela."

Eu reportei este incidente na minha coluna do dia 22 de Julho, notando que a "Florida Coalition Against Domestic Violence" não tinha ainda dito nada se tinha planos para investigar o incidente. Passadas que estão seis semanas, não temos qualquer resposta por parte da "Florida Coalition.". Isto é inconcebível.. Talvez se alguém contactar a directora da FCAD, Tiffany Carr, para o número de telefone 1-850-425-2749, e exibir alguma acção, começaremos a dar fim à exploração sexual de mulheres e meninas nos abrigos para as mulheres vítimas de abuso.

© Carey Roberts.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Homossexual mata namorado com água quente

A Polícia Militar prendeu no bairro Santa Terezinha, em Alagoinhas, o homossexual assumido Edvanio Pereira Pinho de 46 anos. Segundo a polícia, ele é acusado de matar com água quente o próprio amante, Erick Patrick Vila Flor de 36 anos.

A vítima teve 70% do corpo queimado e morreu logo após ter sido socorrido pelo SAMU.

Edvanio também é acusado de outro homicídio que ocorreu há 21 anos. Em 1991, ele flagrou o amante Edmundo Marcelo com a namorada e desferiu vários golpes de faca nas costas do rapaz, que morreu no local.

Fonte

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Sem dúvidas que este triste incidente vai ser contabilizado como mais um "crime homofóbico".

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Ciúme homossexual assassino

Encontram-se em observação no Hospital D. Antonio Monteiro, em Senhor do Bonfim, os homossexuais, JACKSON SANTOS DE JESUS, 21 anos e RODRIGO BATISTA VILAS BOAS, 22 anos, ambos residentes em Itiúba.

De acordo com informações provenientes de Jackson, que há três meses reside em Itiúba e que vem mantendo um relacionamento homossexual com Rodrigo, na noite do dia 26 de Abril, Jackson terá saído à procura de Rodrigo, presenciando mais tarde o seu companheiro abraçado a outra pessoa.

Motivado pelos ciúmes, Jackson esperou que Rodrigo adormecesse para investir por duas vezes contra o seu amante, atingindo o pescoço do mesmo. De seguida, Jackson enfiou a mesma arma contra seu próprio peito lado esquerdo, tentado o suicídio.

Ambos foram socorridos pelo SAMU até o Hospital Regional em Bonfim, onde se encontram passando por exames de Raios-X, e deverão permanecer em observação durante amanhã dessa sexta-feira.

Fonte

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Inquestionavelmente, se um dos homossexuais morre dos ferimentos, os activistas homossexuais usarão este incidente como mais um caso de "homofobia".

Segundo os activistas homossexuais, sempre que um homossexual é morto, isso deve-se apenas e só à sua (des)orientação sexual. O facto de muitos transsexuais e homossexuais serem mortos em locais perigosos e violentos é irrelevante.

Curiosamente, quando um homossexual age de forma violenta e discriminatória contra heterossexuais, o seu vício sexual já é irrelevante.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Cantora Joanna é acusada de agressão por sua ex-companheira


Segundo informações do jornal "O Dia" desta quinta-feira (15), a cantora Joanna está sendo acusada de agressão pela sua ex-companheira e empresária Maria Marta Vieira.

Maria confirmou ao jornal que entrou com um processo contra a ex em agosto deste ano e apresentou diversas fotos de marcas de espancamento à publicação. De acordo com o jornal, a briga teria ocorrido no dia 11 de janeiro de 2010.

"Ela me pegou pelas mãos e começou a me chutar. Me bateu de quase me matar. Fiquei cheia de marcas nos pulsos e de esganamento no pescoço. Não sei como, mas ela ainda foi cantar em Volta Redonda no dia seguinte", disse Maria ao "O Dia".

Procurada pelo jornal, Joanna teria se negado a comentar as declarações de Marta. Já na delegacia, a cantora teria declarado que agiu em legítima defesa, e descreve a empresária, com quem viveu durante 20 anos, como ciumenta e possessiva.

Já Maria Marta conta que descobriu que estava sendo traída por Joanna em 2007. “Eu a flagrei, em Portugal, com a namorada de sua melhor amiga na época, uma pessoa muito rica e influente e que abriu muitas portas para ela lá. Hoje, não suporta a Joanna”, lembra.

Mesmo sabendo da traição, as duas viajaram juntas algumas vezes como se nada tivesse acontecido. Em 2008, na volta de um dos passeios, Joanna e Maria Marta discutiram de novo. "Discutimos novamente e ela me ameaçou, dizendo que se eu não saísse de casa, aconteceria uma tragédia. Em março de 2009, terminamos a relação, mas continuamos morando na mesma casa. Hoje, estou quase passando fome, e a Joanna está bancando essa portuguesa, que é uma professora de História, uma pobre coitada”, descreve.

Recentemente, Joanna lançou o CD "Em Nome de Deus — Joanna Canta Padre Zezinho", comemorando seus 30 anos de carreira e 45 anos de vida musical do padre. Porém, a cantora está meio sumida da mídia desde 2009.

De acordo com o jornal, Joanna estaria refugiada em uma fazenda em Pernambuco, por conta dos problemas com a ex Maria Marta.

Procurada, a assessoria de imprensa da gravadora Sony, pela qual Joanna lançou o último disco, confirma que a cantora não tem nenhum trabalho agendado para promover o novo CD. Atualmente, quem responde por sua agenda é o pernambucano Mario Luiz.

-Fonte-

sábado, 3 de setembro de 2011

Quando a orientação sexual do assassino não interessa

Julio Severo
Nesta semana, dois homens foram encontrados mortos a facadas num apartamento de São Paulo. Não, não foi um crime “homofóbico”. Aliás, a imprensa diz que a motivação do crime é “incerta”.
Quando um homossexual é assassinado às altas horas da madrugada numa zona de drogas, prostituição e violência, salve-se quem puder: ninguém está a salvo de ataques da imprensa, que não tem nenhuma incerteza sobre a “motivação” do crime. Pastores, padres e membros de igrejas cristãs viram automaticamente alvos de acusações impiedosas de jornalistas que sem nenhum escrúpulo os chamam de “homofóbicos” e incitadores de ódio e violência.
Mas quando o homossexual é autor de crimes, a imprensa varre sua identidade homossexual para debaixo do tapete.
Quando o praticante de sodomia é vitima, a imprensa faz questão de destacá-lo abundantemente como “homossexual”. Quando ele é o criminoso, a imprensa faz questão de apresentá-lo apenas como homem ou mulher.
A imprensa dá ampla cobertura aos seus favorecidos homossexuais em seus crimes, protegendo-os de constrangimentos provocados por seu estilo de vida. Mas não há proteção alguma para quem está fora dos favores da mídia descaradamente parcial.
Os homossexuais, pois, não podem reclamar de que não têm nenhuma proteção, que é por eles recebida em excesso por uma mídia tão disposta a favorecê-los que acoberta seus pecados e crimes. Os exemplos são abundantes, mas vou citar apenas o caso desta semana:
SUSPEITO DOPOU VÍTIMAS ANTES DE MATÁ-LAS NA RUA OSCAR FREIRE
O suspeito de assassinar duas pessoas em um apartamento da rua Oscar Freire, área nobre da zona oeste de São Paulo, dopou as vítimas antes de cometer o crime.
Segundo a polícia, Lucas Cintra Zanetti Rosseti, 21, misturou medicamentos tarja preta (de uso controlado) nas bebidas do analista de sistemas Eugênio Bozola, 52, e do modelo Murilo Rezende da Silva.
"O suspeito era mais fraco que os dois. Para matá-los a facadas tinha que fazer com que eles, de alguma forma, ficassem mais vulneráveis", disse o delegado Mauro Dias, do DHPP (departamento de homicídios).
Rosseti, segundo a polícia, matou Bozola e Rezende a facadas. Antes de fugir do prédio com o carro do analista de sistemas, deixou suas roupas, seu tênis e as facas usados no crime espalhadas pela casa.
Nas paredes do apartamento, deixou inscrições como CV, ZO e viado. Todas feitas com o sangue das vítimas.
"Ele tentou dissimular o crime. Queria passar a falsa impressão de que o crime teria sido cometido pelo Comando Vermelho ou por alguém da zona oeste de São Paulo", afirmou Dias.
Natural de Igarapava (446 km de São Paulo) Rossetti estava hospedado na casa de Bozola desde o dia 14 de agosto.
"Eles se conheciam de Igarapava. O Eugênio [Bozola] costumava trazer amigos de lá para passar uma temporada em São Paulo", contou o delegado.
Confesso que quando li essa “reportagem”, não vi nada homossexual, pois o texto não faz a mínima referência à homossexual ou homossexualidade. Tudo o que deu para pensar foi: que crime hediondo e inexplicável!
Depois, acabei lendo outro jornal:
HÓSPEDE É APONTADO COMO SUSPEITO POR ASSASSINATOS NA OSCAR FREIRE
SÃO PAULO — Um jovem de 21 anos é apontado pela polícia como principal suspeito pela morte do analista de sistemas Eugênio Bozola, de 52, e do modelo Murilo Rezende da Silva, de 21, em um apartamento na Rua Oscar Freire, na zona oeste da capital paulista. Segundo os investigadores, o suspeito é Lucas Zannetti. Natural de Igarapava, no interior de São Paulo, mesma cidade de Eugênio, ele estaria como hóspede no apartamento do analista desde o Dia dos Pais.
A polícia chegou ao rapaz por relatos de amigos das vítimas. No fim de semana anterior ao assassinato, Lucas teria ido com Eugênio e outro colega a uma boate gay na zona oeste da cidade, e depois a uma pizzaria. A identificação foi feita através de imagens de câmeras de segurança dos locais. De acordo com a polícia, um tênis encontrado no apartamento era o mesmo que ele usava naquele dia. Havia marcas de sangue, que chegaram a ser lavadas.
Ainda segundo a polícia, o carro do analista com que Lucas fugiu foi visto pela última vez no pedágio do município de São Simão, no interior paulista. A motivação do crime, ocorrido na madrugada da última terça-feira, continua incerta
É verdade que o Estadão também não disse que o assassino é homossexual, mas sem querer ou não, deixou uma pista de fora:
No fim de semana anterior ao assassinato, [o assassino] Lucas teria ido com Eugênio e outro colega a uma boate gay na zona oeste da cidade.
Apesar disso, ambos os jornais não ousam identificar o assassino como homossexual. A Folha de S. Paulo nem quis citar que eles estiveram numa boate gay — uma informação altamente comprometedora. Qualquer identificação homossexual foi varrida directamente para debaixo do tapete. Quanto mais clara é a motivação homossexual de um crime, mais a imprensa esquerdista trabalha para maquiá-la e acobertá-la.
O grande problema é que acobertar o pecado gera injustiças e crimes. Por isso, se as leis começarem a proteger os homossexuais do jeito que a imprensa esquerdista já faz há muito tempo, a sociedade verá mais injustiças e crimes violentos. Só não verá a motivação deles, pois tudo estará escondido debaixo do tapete. Com a ajuda da Folha de S. Paulo e outros jornais, tudo o que a sociedade verá são crimes com “motivação incerta”.
Fonte: www.juliosevero.com
[Meu Comentário] Por quanto tempo mais a imprensa esquerdista mundial vai tentar esconder a realidade de que alguns dos crimes mais violentos contra os homossexuais são feitos por outros homossexuais? A violência entre homossexuais é superior que a violência entre heterossexuais. Porque é que muito poucos falam nisso?

Estas agências noticiosas, que deveriam reportar a verdade, hoje em dia são soldados do esquerdismo ao proteger um dos grupos sociais que mais rapidamente faz avançar o socialismo: os homossexuais.

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