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domingo, 5 de abril de 2015

A escolha: Deus ou o homossexualismo

Por Joseph Sciambra  (ex-homossexual)

Como Católicos, a nossa escolha é simples; podemos ser obstinados e sermos magoados, ou podemos escolher a humildade e a cura. Quando o estilo de vida homossexual perdeu todo o seu brilho pela última vez, eu não saí dele mas rastejei-me para fora dele. Ou, para ser mais correcto, fui carregado para fora dele por Cristo. Segundo este ponto de vista, Ele tomou a última decisão para mim.

Tal como muitos dos meus compatriotas homossexuais, a minha cabeça havia sido preenchida com demasiadas muitas mentiras: Eu havia nascido homossexual; o sexo homossexual era bom - durante os anos 90, só se fosse sexo seguro; eu estou bem; eu estou feliz; são os outros - os que não me aceitam - que precisam de ajuda.

Os meus 12 anos de educação Católica foram demasiado leves e não-específicos chegando ao ponto de serem etéreos; o Jesus Cristo de Quem eu me lembrava era  supremamente desinteressado e não fazia qualquer tipo de julgamento. Ele parecia ser Histórico mas distante. Durante o tempo em que estive na escola secundária, de modo geral, Ele desapareceu, relegado para um posição honorária de Fundador Estimado, mas agora practicamente inacessível; tudo se tornou numa forma justiça social comunal.

O que a Igreja recomendava era vago e sempre secundário para o indivíduo e para o bem comum. As disciplinas Religiosas tornaram-se filosóficas - baseadas menos no concreto mas mais nas opiniões do professor; um era a favor do aborto, o outro pensava que o sexo antes do casamento era aceitável. Para mim, como adolescente, tudo isto parecia flutuante e sem substância. Busquei respostas e a Igreja só me deu perguntas.

Mal terminei a escola secundária e comecei com o estilo de vida homossexual, a pouca fé que tinha em Cristo e na Igreja rapidamente se dissiparam. Os meus pais, aparentemente preocupados quando eu tinha vinte-e-poucos anos, organizaram um tipo de intervenção espiritual onde me apresentaram um amigo deles, um padre Católico. Ele chamou-me para o lado e disse-me para não causar alarido; eu estava bem sendo como era...."volta para isso!" - este foi o seu conselho.

Mais tarde, um socialite masculino super-sofisticado, que de alguma forma na sua cabeça continuava a ser um "Católico", apesar da sua propensão sexual, empurrou-me para os braços dum Jesuíta USF numa das suas deslumbrantes festanças na Pacific Heights; tanto ele como o meu amigo haviam estado na escola teológica da Nancy Pelosi. O meu amigo acenou quando este clérigo desdenhosamente descreveu a forma como a Igreja estava sob o controle dum medieval autocrata Polaco [Papa João Palo II]; depois da morte do Papa, segundo ele, tudo iria mudar.

Nada disto tinha algum sentido para mim. As minhas suspeitas haviam sido confirmadas: a Igreja estava confusa e torcida. A Madonna fazia mais sentido e as suas exigências eram bem mais simples: “Express Yourself.” A vida como homossexual era repleta de prazer e claramente era uma vida activa; eu nunca estava solitário, mas estava magoado e a actividade constante frequentemente me deixava vazio. No entanto, eu estava sozinho; sozinho por algo mais. O quê? Eu não sabia.

Depois dum bocado, a vida homossexual deixou de ser salvífica; os amigos mudaram-se, ou morreram; as festas passaram a ser como velórios - as mesmas pessoas, as mesmas músicas, e as saídas rápidas com o aquele que supostamente era o homem dos teus sonhos. Será que havia mais? Eu pensei que não até ao momento em que a complacência foi varrida e até ao momento em que o Senhor me ofereceu uma escolha. Por essa altura, a escolha era bastante simples: vive ou morre.

Escolhi viver, mas o que é que isso significava? Eu sou o que sou....e eu era homossexual. Mas foi então que Deus me deu a Sua Mão - eu sabia que era Jesus Cristo através das perfurações nas Suas Mãos. Imediatamente eu entendi o que a Sua Presença significava: a Igreja Católica. Mas o que é que isso implicava? Mas, instintivamente eu soube que Este Cristo não era o Jesus "hippie" da minha adolescência; Ele era Diferente - Ele era Bonito, e Ele era Real - e Ele conhecia-me, e amava-me. Isso, eu conseguia aceitar, mas a igreja era algo totalmente diferente.

O que eu não sabia ou não entendia é que o Papa João Paulo II se encontrava entre a minha má educação Católica, e o abandono da Fé, e o meu eventual regresso. De suprema importância, em 1992, quando eu me encontrava totalmente imerso no sexo homossexual e na pornografia, João Paulo aprovou e promulgou o "O Catecismo da Igreja Católica".

Quando eu era uma criança, o antigo Catecismo de Baltimore havia sido abandonado mas nada havia sido colocado em seu lugar. O vazio deixado para trás foi rapidamente preenchido; o movimento do potencial humano, a Teologia da Libertação, a Nova-Era - o que deixou pouco espaço para Cristo.

Era difícil ter respostas mas não havia falta de opiniões; as discussões eram inevitáveis. Olhando através da prateleira da minha mãe, peguei na "Bíblia" e reparei no "Catecismo". Embora eu não tivesse ideia alguma do que era o Catecismo, rapidamente voltei as páginas para a secção "H", e comecei a ler as passagens que lidavam com o homossexualismo. De modo particular, isto chamou-me a atenção:
As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes do auto-domínio, educadoras da liberdade interior, e, às vezes, pelo apoio duma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem aproximar-se, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.
Este foi o momento decisivo na minha vida. Isto revelou tudo para mim: Deus tinha um plano para mim - o que eu tinha que fazer, e no que eu me poderia tornar - visto que o Senhor me queria - e Ele queria-me pleno e curado. Como é que isto poderia acontecer? Através duma vida de pureza. Se eu dissesse sim a isto, eu estaria livre...Eu poderia ser perfeito. Na minha mente, a liberdade e a perfeição eram a mesma coisa; liberdade do homossexualismo significava a perfeição.

Tal como aconteceu durante toda a minha vida, o homossexualismo provou ser uma ferida que escoa que eu tentava sempre curar através do sexo, da intimidade com outro homem, através da crença numa igualdade em todos os relacionamentos - independentemente de quem eu escolhesse amar. Mas eu não havia escolhido estar ou amar outro homem - a orientação [sic] homossexual havia feito isso por mim; eu nunca havia dado o consentimento; eu apenas acreditei, tal como me disse o tal padre, que era apenas a forma como eu havia sido feito.

O que Cristo fez por mim, através do "Catecismo"  e pela mão da Igreja Católica, foi verdadeiramente dar-me de volta a minha vida; eu já não precisava de ser homossexual. Ao tomar essa decisão, escolhi Deus. Dentro de mim, admiti a minha necessidade e eu precisava Dele.

Eu havia sido humilhado e poderia aceitar os Seus Ensinamentos. Isso exigia que eu finalmente aceitasse coisas dolorosas: que eu havia sido magoado, que eu havia sido enganado, e que embora eu tivesse tentado resolver as coisas, eu havia falhado. Eu precisava Dele.





- http://goo.gl/dBL9TQ


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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O Exército da Salvação ao serviço do gayzismo?

Há poucos dias atrás o Exército da Salvação retirou dois links do seu site dirigidos a organizações que advogam a terapia ex-gay ou Terapia Reparativa,  depois da organização lgbt "Truth Wins Out" ter entrado em contacto com o grupo de caridade e ter falado do seu apoio à práctica que visa ajudar homens e mulheres que se encontrem viciados no homossexualismo a sair desse inferior estilo de vida.

O director-executivo do grupo gayzista "Truth Wins Out" Wayne Besen afirmou:

Agradecemos o Exército da Salvação por ter agido de forma rápida e decisiva em torno dos links para organizações "ex-gays". Este é um passo na direcção certa e de acordo com a sua campanha anti-discriminação. Esperamos que esta acção avance ainda mais o estado das coisas e que isto gere confiança total por parte da comunidade lgbt.

Numa carta enviada à "Truth Wins Out" na Terça-Feira, a directora de comunicação do Exército da Salvação alegou que os links para organizações ex-gay faziam parte duma página arquivada que foi "inadvertidamente" republicada quando a organização relançou o seu site no mês passado. Jennifer Byrd, numa carta publicada na "Truth Wins Out" disse:

Pedimos desculpas pelo nosso descuido e pela confusão que ela pode ter causado. O Exército da Salvação não qualifica a orientação homossexual como um pecado. Fiquem certos que aceitamos indiscriminadamente qualquer pessoa que se dirija a nós.

O links "ofensivos", postados sob a lista de recursos do site que lida com vícios sexuais, incluía a Harvest USA, que é um "ministério dedicado a oferecer esperança no Senhor Jesus aos homens e às mulheres que batalham com o quebrantamento sexual e com o pecado."

O segundo link, Pure Life Ministries, tem 35 "conselheiros Bíblicos e equipa de apoio" a tempo inteiro que, segundo o site, dedicam-se a "trazer esperança, cura e restauração encontrados apenas em Cristo a todos aqueles que foram tocados com a lepra e com o pecado sexual".

Ambas as organizações defendem a práctica da Terapia Reparativa, que tem como propósito ajudar os homossexuais que voluntariamente busquem formas de abandonar o seu homossexualismo.

Sem surpresa alguma, a organização gayzista "Truth Wins Out" não pode aceitar que existam organizações a ajudar os homossexuais, e como tal, eles dizem:

A "Harvest USA" e a "Pure Life Ministries" são duas organizações destrutivas [sic] dedicadas a demonizar as pessoas lgbt. O Exercito da Salvação fez o correcto ao remover estes grupos "ex-gays" do seu site antes que ele pudessem prejudicar mais vítimas inocentes.

A declaração da passada Terça-Feira por parte do Exército da Salvação indica o seu abandono total das raízes Bíblicas e a acomodação ao status quo sexual da era actual. Será interessante saber se quando a pedofilia for normalizada (e já esteve mais longe de ser normalizada) o suposto Exército da "Salvação" também se irá acomodar.

Uma coisa que os Cristãos podem fazer imediatamente é alertar os líderes religiosos das suas congregações para pararem de dar qualquer apoio financeiro a uma organização que se diz "Cristã" mas que chama a Deus de Mentiroso ao afirmar que o homossexualismo não é um pecado.

Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros,
nem os efeminados, nem os sodomitas,
nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados,
nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus.
1 Cor 6:10

(Com informação deste site.)

terça-feira, 23 de agosto de 2011

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