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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Ex-homossexual confessa que o abuso de crianças faz parte do "estilo de vida homossexual"

Depois de ter confessado que abusou de várias crianças enquanto era homossexual, homem residente na Flórida alegou que o abuso de menores é um efeito do estilo de vida homossexual.

Durante um fórum público perante um concílio local em Jacksonville, centrado na discussão de propostas de lei lgbt contra a discriminação, um homem que se identificou como Roy Bay subiu ao pódio, admitiu ter abusado de várias crianças enquanto era homossexual, e acrescentou que nunca foi preso pelos seus crimes:

Vivi a maior parte da minha vida a abusar de rapazes mas nunca fui para a prisão. E porque? Os rapazes acreditavam em mim quando eu lhes dizia que estava tudo bem, que isto não era um problema. Dentro do estilo de vida homossexual, isto acontece vez após vez.


Bsy confessou ter abusado crianças durante um período de tempo extenso, ocasionalmente em casas de banho públicas. Ele diz que este comportamento foi induzido pelo facto dele ter sido também vítima de abuso entre os seus 10 e os 12 anos.

Entrei no estilo de vida homossexual e diz a mesma coisa porque eu pensava que a vida se resumia a isso: ir para as casas de banhos e abusar de rapazes.

Bay declarou que desde então que ele foi curado do seu homossexualismo.

~ http://bit.ly/1JObgtb
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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Joseph Sciambra: "O porquê de eu ter sido homossexual"

Por Joseph Sciambra

Todas as pessoas que conheci dentro do mundo homossexual chegaram a um ponto das suas vidas onde elas "saíram do armário" com uma história. E não era um história qualquer, mas uma história pessoal de tragédia, mágoa, solidão, luta interna e a eventual auto-afirmação. Algumas poucas tornaram-se adeptas em recontar a história, lembrando-se de quase tudo em relação a um intimidador ["bully"] do recreio infantil, das emoções que sentiram quando, depois de todos terem sido escolhidos, tu passas a ser a última pessoa de pé e ninguém te querer na equipa deles, ou da forma como o teu pai se zangou contigo porque tu estas a dançar de forma inocente como - nas palavras dele - um maricas.

Mais frequentemente, estas narrativas centram-se em redor do pai, que ou estava ausente, ou era desligado, ou era demasiado crítico, violento ou abusivo. Concomitantemente, havia também uma anormal relação de proximidade com a mãe, especialmente aqueles cujas mães vinham frequentemente a São Francisco para lhes visitar, nunca acompanhadas pelos pais mas que mesmo assim falavam de forma suspeitosamente positiva dos seus pais sem no entanto revelarem muitos detalhes.

Por essa altura, não pensei muito nisso porque eu tinha um bom número de memórias do meu passado. Algumas destas histórias eram semelhantes às histórias dos meus amigos, mas outras nem tanto, mas todos nós tínhamos a determinação comum de seguir em frente, superando aquelas dificuldades iniciais, vivendo segundo as nossas regras e tomando conta dos nossos destinos. Só que nós não nos apercebemos que esta falsa sensação de poder nos seria retirada para sempre através do desespero, das doenças, e da morte.

Quando eu era um pequeno rapaz, eu não queria ser gay. Gay era o estranho alter-ego de Jack Tripper em “Three’s Company;” era o primo demasiadamente-feminino do filme “Zorro - The Gay Blade,” e era o que os outros rapazes me chamavam quando eu deixava a bola cair de forma interminável durante as aulas de Educação Física. Eu não queria ser isso.

Mas quando as coisas estavam fora do meu controle - e quando eu não sabia mais do que sabia na altura - uma rapariga mais velha aproveitou-se de mim. Imediatamente fiquei assustado mas ao mesmo tempo fiquei fascinado. Muito provavelmente no mesmo ano, quando tinha cerca de 8 anos, fui exposto à pornografia. Aquelas mulheres estáticas das revistas eram objectos de desejo e evitação. Basta eu olhar para elas para ficar excitado, mas algo dentro de mim não gostava desse sentimento. 

Foi então, sendo já um rapaz circunspecto e tímido, que me tornei ainda mais recluso. Ainda me lembro de passar quase um dia inteiro sem dizer uma única palavra; eu tinha alguns poucos amigos, mas gradualmente comecei a acreditar que eu era tolerado por parte de um grupo similar de miúdos gordos e desajeitados hiper-activos. Quando eu me separava deles, vulnerável e sozinho, ocasionalmente ouvia a palavra "fag" a ser gritada na minha direcção.

Na maior parte das vezes, as raparigas assustavam-me, mas quando atingi a adolescência, por vezes senti-me mais à vontade junto delas do que junto de rapazes. Isto acontecia porque entre a minha primeira e aterradora experiência sexual e a puberdade, comecei a ficar cada vez mais incerto em relação às mulheres: as modelos sem vida da Playboy eram de modo franco do outro mundo no que toca à sua beleza, mas também distantes e icónicas - quase atingido proporções divinas; elas eram de alguma forma seres superiores. 

O feminino em osso e carne quente era aterrador; tal como as imgens pornográficas que ganhavam vida, elas eram controladoras e eu senti que poderia desabar rumo a feminilidade - que seria devorado por ela.  Por outro lado, os rapazes ofereciam algo. Primeiro, eles não eram mulheres, e eles eram mais familiares e menos ameaçadores.

Mas também eles se tornavam estranhos e de alguma forma distantes de mim e da minha percepção de quem eu era visto que eles eram masculinos, e isso era algo que eu admirava e precisava. Eu queria ser como eles, mas não sabia como. Durante o caminho as coisas ficaram confusas e, pensei eu, a masculinidade era algo que eles me poderiam dar, e eu acreditei que isso só poderia ocorrer através do sexo homossexual.

Com o passar dos anos, comecei a acreditar que o homossexualismo ocorre nos rapazes porque há um medo dos homens e uma adulação deles, simbolizado pelo desejo de ser amado pelo pai ausente ou pai que o rejeitou, mas também é medo das mulheres. Regressando para as as histórias dos homens homossexuais, uma amigo meu, que morreu de overdose de drogas, disse-me (alguns anos antes de morrer) que o seu pai abusava dele repetidamente quando ele era criança, e a sua mãe estava por perto, totalmente abstraída e a passando o seu tempo a orar.

Outro amigo meu, um homem que estava sempre a batalhar com o peso, falou da mãe sufocadora que o sobre-alimentou como se ele fosse o marido adulto que lhe abandonou (a ela e aos filhos). E [outro amigo meu], um homossexual rebelde punker, que foi expulso de casa no dia em que veio para casa com um mohawk e um anel no nariz, mas só depois de passar anos a ser depreciativamente comparado o seu colegialmente atlético irmão macho. Este último amigo meu morreu de SIDA.

Devido aos nossos panos-de-fundo igualmente difíceis, cada um de nós chegou a um ponto de auto-aceitação homossexual com experiências diferentes mas também espantosamente semelhantes de rejeição masculina e a inevitável busca por afeição masculina. Todos os nossos pais falharam das mais variadas maneiras, mas as nossas mães ou ficaram por perto sem emoção, e observaram tudo, ou protegeram-nos demasiadamente, e, consequentemente, transformaram-nos em rapazes perpétuos ou rapazes temerosos duma assumida hegemonia feminina.

Portanto, como grupo. nós estávamos tão focados na nossa atracção pelo mesmo sexo, numa tentativa de afirmar a nossa masculinidade, que nós nunca a poderíamos dar a outro. Descobrir que, à medida que fui envelhecendo e me tornei mais sexualmente agressivo e mais dominante com os meus parceiros sexuais, ao colocar a minha personalidade hyper-masculina, eu era elogiado pelos outros homens. Mas ao sobrepujá-los sexualmente eu nada mais estava a fazer do que a tentar provar o meu pervertido  sentido de masculinidade perdida.

Os homens homossexuais, com a nossa masculinidade nunca realizada na plenitude, instintivamente unimo-nos em bandos, quer seja a submetermo-nos perante aqueles que nós entendemos que exibem qualidades mais masculinas, ou a elevar as apostas e a tentar forçosamente provar a nossa superioridade tomando outros homens.

Neste cíclo sem fim de sempre buscar atingir a nossa masculinidade, acabando por perdê-la sempre, não há espaço para o feminino. De forma geral, os homens homossexuais relacionam-se melhor com a mulher quando ela está parcialmente masculinizada na forma de drag queen, ou através da adoração de mulheres agressivas e altamente determinadas, especialmente artistas facilmente caricaturadas - desde Joan Crawford e Beyonce.

Segundo esta ordem de ideias, os homens homossexuais frequentemente têm relacionamentos anormalmente próximos com mulheres, muitas vezes mulheres da família, ao mesmo tempo que ficam totalmente indiferentes aos homens da família. Numa recente Folsom Street Fair conheci um homem jovem, que só estava a usar um jock-strap e que frequentava pela primeira vez, acompanhado pela mãe e pela irmã. No entanto, isto não é anormal visto que as mulheres que têm homens homossexuais na família ou no círculo de amizades, tratam os homossexuais não como homens mas como amigas.

Semelhantemente, os homens homossexuais acham isto incrivelmente confortável, tal como eu fiz quando era adolescente e frequentemente andava perto das raparigas, porque estas mulheres tornam-se não-ameaçadoras tal como quem imita as mulheres. Na escola secundária, embora eu ainda não o tivesse aceite, todas as minhas amigas pensavam que eu era homossexual.

Então, o homossexualismo dos homens torna-se num escudo para com o feminino porque os homens homossexuais têm medo das mulheres; porque os homens heterossexuais são capazes de dar a sua masculinidade às mulheres e vice-versa, mas os homens homossexuais sabem que eles não têm masculinidade para oferecer; porque a busca pela masculinidade é sempre um trabalho em progresso; é o Santo Graal que nunca é atingido; e, consequentemente, nunca dado.

No fim de tudo, tudo o que os homens homossexuais fazem e agarrarem-se às suas histórias porque isto é tudo o que eles têm e é tudo o que lhes define. Consequentemente, os homossexuais nunca se podem mudar para fora deles mesmos, e eles não podem sair para fora do seu sexo visto que tudo aponta para dentro deles, tentando acalmar a criança magoada que se encontra lá escondida.

- http://goo.gl/5oNf4Y

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Como Dennis Jernigan deixou de ser homossexual

Por Dennis Jernigan


Antes de dar início à minha história, vocês têm que saber que eu tenciono honrar o meu pai terreno e a minha mãe terrena, bem como o meu Pai Celestial. O motivo que me leva a partilhar estas coisas prende-se com o facto de eu acreditar que muitas pessoas serão capazes de se identificar pelo que "eu passei".

O meu maior desejo é que vocês venham a conhecer o Pai de uma forma ainda mais íntima do que eu conheço. Porque todos nascemos pecadores e temos algumas necessidades básicas. Sim, também temos necessidades físicas, mas eu estou a falar das muitas necessidades emocionais e espirituais com as quais todos nós nascemos.

As crianças pequenas obtêm a sua identidade através do seu pai. Lembro-me de ser uma criança pequena e desejar a aprovação e a aceitação do meu pai em todas as áreas da minha vida. Sendo pai tanto de rapazes como de raparigas, consigo ver a forma como os meus filhos precisam de mim para os ajudar a aperceberem-se de quem são, mas também como as minhas filhas igualmente precisam de mim. Uma das minhas pode "fazer" o seu cabelo, mostrá-lo à minha esposa e perguntar como é que ele está. Mas é preciso o selo de aprovação do pai antes de ela acreditar que o seu cabelo realmente está aceitável.

E não é esta a forma como deveria ser com o nosso Pai Celestial? Será que eu tenho o desejo de obter o meu valor e aceitação por parte do meu Pai Celestial? Eu tenho o desejo de obter o meu valor e a minha aceitação por parte do meu Pai Celestial e o que Ele diz que eu sou. Como pai, tenho o desejo de nutrir os meus filhos de tal modo que eles não fiquem dependentes de mim, mas consigam transferir as suas necessidades profundas para o seu Pai Celestial. Sei que nunca serei um pai perfeito, um marido perfeito, um líder de louvor perfeito, ou uma pessoa perfeita. Mas o meu Pai é Perfeito de todas s formas! A minha cura veio e continuará a vir à medida que eu buscar um relacionamento íntimo e tonificante com Ele.

História

Eu nasci em Sapulpa, Oklahoma. Pouco depois do meu nascimento, os meus pais mudaram-se para a quinta que os meus avós (Samuel Washington e Myrtle Mae Snyder) haviam construído, a quinta onde o meu pai havia sido criado. Vivíamos a três milhas da pequena povoação de Boynton, Oklahoma (População: aproximadamente 400) onde os meus irmãos iam à escola.

Desde a mais tenra idade, o Senhor deu-me o dom de tocar o piano. Por volta dos 9 anos, eu tocava com regularidade nos momentos de adoração na "First Baptist Church". Esta foi também a igreja que o meu avô Herman Everett Johnson pastoreou. Esta foi a igreja onde os meus pais - Samuel Robert Jernigan e Peggy Yvonne Johnson - se conheceram. O meu pai havia também estado a cantar aqui desde que me posso lembrar.

Quando eu tinha cerca de seis ou sete anos, a minha avó Jernigan mudou-se de volta para a quinta num reboque junto a antiga casa de fazenda onde nós vivíamos, e cada dia que passava eu poderia ser encontrado na casa da minha avó a tocar piano e convenientemente a esquecer-me de fazer os meus deveres.

Foi através da minha avó Jernigan que o Senhor me ensinou a tocar o piano. Uma vez que vivíamos longe duma povoação com um professor de música, tu tive que aprender a tocar piano de ouvido. A minha avó era muito paciente comigo, e ensinou-me a fazer "acordes" para "tocar na igreja". Foi também a minha avó que me disse que, no relacionamento com o Senhor Jesus, havia mais que apenas ser salvo.

A minha avó disse-me uma vez que haveria de conhecer o meu avô Jernigan mal ela chegasse ao céu porque o Senhor lhe havia dito o Seu "Novo Nome na Glória!" Eu fiquei pasmado! Deus falou com a minha avó...mas eu nunca O ouvia a falar comigo. Escusado será dizer isto, mas eu cresci muito próximo desta senhora devota. Haveriam de passar muitos mas muitos anos antes de me aperceber do impacto total que ela teve, e ainda tem, na minha vida.

Uma memória antiga (e importante) que ajudou a que eu me colocasse no caminho da identidade homossexual ocorreu num Domingo quando eu tinha cerca de 10 anos. O meu irmão e os meus primos estavam a brincar na escadaria da igreja antes do culto começar, totalmente alheios aos homens que se encontravam bem à nossa frente. No entanto, os meus ouvidos ficaram aguçados quando o tópico da conversa passou a usar termos tais como ‘fagging’ e ‘queering’ porque que sabia que eles falavam de MIM, embora eles não o soubessem.

Estes eram os homens que me haviam ensinado sobre Deus. Estes eram os homens cujas imagens Deus havia gravado na minha mente.  Adivinhem, então, o que eu achava que Deus pensava de mim? Eu pensava que Deus me odiava e este pensamento torturou a minha alma durante muitos anos.

Embora eu equivalesse as minhas habilidades musicais/artísticas e as minhas sensibilidades emocionais com o facto de ser efeminado, Deus usou essas habilidades para me salvar do tormento e, na verdade, para preservar a minha vida e a minha sanidade. Quando os rapazes da minha escola me gozavam e me provocavam, eu podia sempre perder-me no piano mal chegasse à casa da minha avó (depois das aulas), e aí ninguém me poderia magoar.

Eu tinha também a capacidade de sonhar o mesmo sonho todas as noites. Nos meus sonhos, eu vivia no USS Enterprise e o meu pai era o Capitão James Tiberius Kirk. Todos os sonhos tinham o mesmo tema recorrente de eu ser capturado pelos aliens, e o meu pai, o Capitão Kirk, a aparecer no último instante e a destruir os meus raptores.

No final do sonho, a minha mãe (Doris Day!) cantava ‘Que sera, sera! Whatever will be, will be. The future’s not ours, you see! Que sera, sera!’ Mesmo dentro do meu desespero, o Senhor usava os meus dons e as minhas sensibilidades que Ele tinha colado em mim (que eu pensava que faziam parte da minha natureza efeminada)( como forma de me preservar e me proteger!

A minha relação com os meus pais, e levando em conta o que fiquei a saber falando com outras pessoas, era bastante típica da minha geração. Nós não éramos uma família afectuosa. Embora eu sentisse o carinho da minha mãe, eu não me lembro de alguma vez receber afecto físico do meu pai, ou entre os meus irmãos e eu.

O meu pai era um homem bastante trabalhador. Nós não éramos financeiramente pobres, mas também não éramos ricos. Para além de trabalhar na quinta, o meu pai trabalhava numa empresa de serviços públicos, e eventualmente trabalhou como mecânico durante muitos anos.

Desde que envelheci, Deus tem-me lembrado as muitas formas através das quais o meu pai expressava afeição e amor por mim enquanto eu crescia. O meu problema não era o meu pai, mas sim o facto de eu ter acreditado numa mentira. Mal Satanás colocou o seu pé na porta no meu coração, qualquer rejeição - independentemente do quão grande ou pequena ela fosse - era vista como falta de amor por parte do meu pai (ou por parte de quem eu sentisse que me tivesse rejeitado o tempo todo).

Um incidente em particular foi usado para me colocar em marcha para me identificar como homossexual.

Um dia, quando eu tinha cerca de 5 anos e me encontrava a brincar com os meus irmãos e com os meus primos num local onde os meus familiares tinham um negócio, senti a necessidade de usar a casa de banho. Corri para umas instalações públicas que estavam por perto, e não reparei na presença do homem velho atrás de mim até que acabei de fazer o que tinha que fazer. No preciso momento em que eu me voltava para trás, ele baixou as suas calças, expondo-se totalmente perante mim. Eu fiquei, ao mesmo tempo, aterrorizado e cativado pelo que vi.

Eu nunca tinha visto um adulto desta forma, e como tal, a curiosidade natural tomou contra de mim, mas o medo sobrepôs-se quando ele me perguntou se eu queria tocá-lo "ali". Corri dali para fora o mais rápido que pude, mas nunca cheguei a dizer a alguém o que tinha acontecido. Nesse preciso momento comecei a ouvir uma pequena voz na minha cabeça a dizer, "Porque é que aquele homem te haveria de pedir para fazeres aquilo? Deve haver algo de errado contigo, Dennis." E sim, um rapaz pequeno pode pensar desta forma porque foi assim mesmo que pensei.

Isto colocou em marcha o processo de eu olhar para mim como "diferente" dos outros rapazes e, de alguma forma, "menos que um rapaz". Por essa altura, eu nem era capaz de me convencer a colocar as minhas mãos nos meus bolsos (como era comum junto dos homens) porque eu pensava que eu não merecia ser identificado como um rapaz, e certamente que eu não me via como masculino. Por essa altura, comecei a focar-me exclusivamente em mim e tentei desesperadamente manipular a forma como os outros olhavam para mim.

Em retrospectiva, apercebo-me agora que eu era uma criança muito egoísta. Daquilo que me posso lembrar, eu sempre achei muito difícil acreditar que alguém me amava. Eu sentia-me um inútil. Visto que eu acreditava que ninguém me amava, era difícil eu receber amor. O que eu descobri, no entanto, foi que se eu fizesse bem as coisas, as pessoas iriam gostar de mim. Consequentemente, tentei ser o melhor em todas as coisas: trabalhos de casa, basquetebol, música, etc...... Mas fui ficando frustrado porque, independentemente do quanto que eu me esforçasse, nunca era o suficiente.

Eu estava triste e sentia-me sozinho (embora eu não estivesse sozinho). O desporto e as notas não me estavam a dar muita esperança, e nem a música. Devido às escolhas que eu fiz baseadas na forma . . que eu pensava que as pessoas me viam, tornei-me numa pessoa muito egoísta, muitas vezes à custa dos outros, e frequentemente à custa dos meus irmãos mais novos. O que as pessoas olhavam como algo bom - a minha performance exterior - rapidamente começou a esconder a mais profunda das dores e dos falhanços do meu coração.

Eu devo ressalvar que nem a minha mãezinha e nem o meu paizinho faltaram a um único evento enquanto eu crescia; isto deveria ter sido bem significativo para mim, mas mesmo assim, resolvi acreditar numa mentira.

Tenho que vos falar daquela que eu considero ser a parte mais dolorosa da minha vida, a parte que tentei esconder. Uma vez que me sentia rejeitado, permiti que isso permeasse todas as partes da minha vida. O que eu não me apercebi na altura é que Satanás me estava a mentir ao mesmo tempo que ele tentava me manter afastado do plano que Deus tem para mim. Isto incluía a parte sexual da minha vida. Nesta área eu sentia-me tão envergonhado e assustado com a rejeição que me tornei ainda mais egoísta e pervertido na minha forma de pensar.

Quando eu era um rapaz, eu precisei dum exemplo que me mostrasse como ser um homem, mas como me sentia rejeitado pelo principal homem da minha vida, eu, em vez disso, rejeitei-o e comecei a ansiar por intimidade com um homem mas duma forma pervertida. Devido a esta forma de pensar, comecei a acreditar que era homossexual. Isto deve ter sido bem cedo na minha vida porque lembro-me de ter sentimentos por pessoas do mesmo sexo desde a mais tenra idade.

Escondi isto das outras pessoas durante a minha presença na escola secundária e durante os meus 4 anos no "Oklahoma Baptist University" embora isso não estivesse oculto junto das pessoas com quem tinha relações. Devo acrescentar que, embora eu tenha estado envolvido no homossexualismo durante os meus anos universitários, ainda olho para esse período com ternura. É olhando para trás que posso ver a Poderosa e Espantosa Mão de Deus a ministrar-me o Seu amor no meio do meu pecado e da minha confusão.

Devido à minha falta de treino musical durante o meu crescimento, os meus estudos musicas na OBU foram quase como aprender uma nova língua. Poder ser capaz de ler e escrever a música que eu conseguia ver ou ouvir era como se um novo mundo se abrisse para mim. Isto foi-me muito útil mais tarde na minha vida quando comecei a expressar o meu coração e os meus sentimentos com a canção.

Um ponto de viragem importante na minha ocorreu no meu último no na OBU. Desesperado por me esconder dos outros, vivi sozinho durante o meu primeiro semestre como aluno do último ano. Durante esse tempo, eu olhava para mim como uma pessoa gasta e sem valor, indigna do tempo de alguém que me tentasse conhecer. Imaginem, portanto, a minha surpresa e a minha satisfação quando um homem mais velho - um marido, pai e líder Cristão junto da comunidade - todas as semanas me perguntava pelos estudos, e me levava para beber uma Coca-Cola e a orar por mim, pelos meus problemas e pelas minhas preocupações, e ser a meu amigo.

Eu nunca senti que podia confiar em alguém como eu confiava nele visto que ele investia tempo e energia para me conhecer; eu voltei a sentir que tinha valor. Nunca irei esquecer o momento da minha confissão honesta quando eu partilhei com ele o meu segredo mais profundo e sombrio. Foi como se todo o peso do mundo, que se tinha acumulado sobre mim durante os meus 21 anos de vida, tivesse sido subitamente erradicado. Sentia-me livre e leve e afirmado mais uma vez. Este sentimento durou alguns momentos........até que o meu amigo, o meu mentor, fez um avanço sexual sobre mim.

Depois desse encontro, fui para o meu apartamento, liguei o meu fogão de gás mas não acendi a chama. Enquanto me encontrava no chão, lembro-me de pensar que isto seria para o bem de todos (isto era eu a focar-me em mim, e decidir o que era bom para mim; egoísta até o último segundo!). Passados que estavam alguns minutos, comecei a ter pensamentos do tipo:

Estás pronto para a eternidade? Sabes mesmo o que te espera do outro lado? Será que estás realmente pronto para isto?

Fiquei com tanto medo que desliguei rapidamente o fogão, e fiz a seguinte declaração para mim mesmo:

Esta é a forma como nasci. Vou parar de lutar e simplesmente SER quem eu sou.

Vivi dessa forma desde essa noite em 1980, até bem depois da minha licenciatura em 1981.

Depois da minha graduação da OBU em 1981, Deus começou a mover-Se de formas sobrenaturais que eu nem conseguia ver! Uma dessas instâncias foi um simples concerto musical. Um grupo com o nome de "O Segundo Capítulo de Actos" estaria em concerto em Norman, Oklahoma, e eu sabia que era suposto eu assistir. Por essa altura da minha vida eu buscava por alguém que fosse real, alguém que realmente caminhasse com o Senhor. Entre os músicos Cristãos, eu buscava mais que entertainers. Portanto, fui ao concerto.

Pude saber pelas palavras que eles diziam, e pela música que eles cantavam, que estas pessoas eram genuínas, e que a mensagem era fruto do desespero das suas próprias vidas. Eu precisava de esperança. À medida que ouvia a Annie Herring a falar e a cantar, fiquei sobrepujado com o amor do qual ela falava. Este era o amor com o qual eu sonhava mas que ainda não acreditava estar disponível para mim. Portanto, ouvi atentamente e com grande expectativa - até que ela chegou à canção "Mansion Builder".  Esta canção cativou a minha atenção profunda devido à uma frase simples:

"Why should I worry? Why should I fret? I've got a Mansion Builder Who ain't through with me yet?"(18)

De repente ela parou no meio da canção e disse:

Existem pessoas aqui presentes que estão a lidar com coisas que nunca disseram a ninguém, e estão a suportar esses fardos; isso está errado, e isso é pecado. Vocês têm que deixar essas mágoas de parte e entregar tudo ao Senhor. Nós vamos cantar esta canção mais uma vez e quero que vocês levantem as vossas mãos para o Senhor - juntamente com todos os fardos que carregam - e quero que os coloquem sobre as vossas mãos e entreguem tudo ao Senhor.

Tudo isto era novo para mim - adoração e louvor. Eu sempre pensei que isto era uma resposta emocional que não tinha valor algum, mas querem saber o que isso fez por mim?  À medida que levantava as minhas mãos, Deus tornou-Se mais Real do que alguma vez havia imaginado! O levantar de mãos foi mais que um acção física; as minhas mãos eram uma extensão do meu coração.

Apercebi-me que que o Senhor Jesus havia levantado as Suas Mãos por mim - na cruz. Apercebi-me que Ele realmente estava ao meu lado e que Ele estava Disposto a caminhar comigo, levantar-me e ser Honesto comigo. E eu poderia ser honesto com Ele. Nesse momento, clamei a Deus entreguei esses fardos ao Senhor, e disse:

Senhor Jesus, eu não consigo mudar quem eu sou e nem consigo mudar confusão na qual eu me meti - mas Tu podes!

E querem saber? Ele realmente me mudou!

No momento em que eu reconheci o facto de eu estar totalmente indefeso, entreguei tudo na minha vida ao Senhor Jesus - os meus pensamentos, as minhas emoções, o meu corpo físico e o meu passado. Basicamente, assumi a responsabilidade pelos meus pecados e entreguei todos os direitos ao Senhor - o direito de ser amado e até o meu direito pela vida. Devido à minha escolha em favor do pecado, eu merecia a morte e o inferno - e foi nesse momento que o Senhor Jesus chegou.

Por essa altura, começou a acontecer uma coisa maravilhosa: comecei a ouvir o Senhor a falar comigo:

Dennis, Eu amo-te. Eu sempre te amei. Dennis, tu és o meu filho - Eu amo-te independentemente do que aconteça. Dennis, Eu sempre te vou amar!

Foi nesse momento que perdi a necessidade de ser aceite ou amado pelos outros porque me apercebi que o Senhor Jesus me amava e me aceitava independentemente do que acontecesse - mesmo quando eu era rejeitado pelos outros. Foi também nesse momento que todos aqueles pensamentos e desejos sexualmente perversos foram mudados e Ele começou  substituí-los com pensamentos santos e puros em torno do que deveria ser a sexualidade. O impulso sexual é um impulso criativo, e Satanás sabe que se ele conseguir pervertê-lo, ele pode matar e perverter a criatividade de Deus em nós.

Hoje, tudo isto parece estar no seu lugar. Quando eu tinha 9 anos, senti o Senhor a falar comigo e a dizer-me que um dia eu teria a minha família grande, e com 9 filhos. Pensei:

Senhor, deves estar Maluco! Como é que eu posso ter filhos se tenho desesos (anti-naturais) homossexuais?

Repararam no que Satanás estava a tentar fazer? Não só Deus me está a abençoar com um maravilhoso casamento e com muitos filhos, como Ele continua a derramar a Sua música no meu coração. É devido à gratidão do meu coração para com o Senhor que irei todas as crianças com as quais Ele me vai abençoar, e irei continuar cantar louvores ao Seu Nome. O segredo-chave para mim é saber que o Senhor Jesus me ama, e que eu preciso desesperadamente Dele todos os dias e cada vez mais, e aperceber-me que Ele me quer mudar - mudar o meu coração - todos os dias. O meu desejo é chegar até à sua Presença (deitar-me no altar) de modo a que Ele me possa moldar à Sua Imagem.

Quando eu tinha 9 anos, o Senhor Jesus começou a chamar-me para Ele. Em Setembro de 1968, perguntei à minha mãe como é que eu poderia ser salvo. Ela explicou-me qual era o Divino da salvação - que todos nós somos pecadores e que todos nós merecemos o inferno. Fui salvo nesse Domingo à tarde, e fui baptizado na mesma noite. Eu acreditei que estava salvo quando tinha 9 anos, mas devido ao facto de ter olhado para o meu Pai Celestial segundo a minha imagem pervertida do pai terreno, eu não pude receber tudo o que Ele tinha reservado para mim - como a aceitação e o perdão.

É realmente espantoso que Ele me tenha amado o suficiente para me preservar com vida da forma como Ele me preservou numa altura de promiscuidade, perversão, e doenças sexualmente transmitidas tais como a SIDA. Uma coisa que me manteve em marcha durante os primeiros anos da vida em que pensei em abandonar tudo e viver a minha vida de pecado, foi o facto do Senhor Jesus estar sempre a chamar-me. Se Ele era Deus, então certamente que havia esperança para mim.

A coisa mais preciosa no meio disto tudo é que Ele ama-me com todo o Seu Coração, e é dessa forma que eu O quero amar. Devido ao meu relacionamento com o Senhor Jesus, a minha ura tem sido e vai continuar a ser um processo contínuo até ao dia da minha morte, e até ao dia em que eu O posso ver Cara a cara

Outro ponto de viragem na minha vida chegou por essa altura - em 1981 - e com mais uma armação Divina. Um amigo próximo ficou a saber do meu passado, e eu tinha a certeza que cairia em desgraça e seria rejeitado. Quando ele me confrontou, corri para fora da casa e continuei a correr até quando já não conseguia correr mais.

Por essa altura, eu simplesmente clamei a Deus de modo a que Ele falasse comigo. Ao mesmo tempo, os meus olhos foram direccionados directamente para dentro da escuridão que era o céu nocturno onde eu vi o esboço duma nuvem a voar lá em cima. Esta nuvem tinha a aparência duma homem velho barbudo com os seus braços esticados. Perto dessa nuvem estava outra nuvem mais pequena com a aparência dum cordeiro.

À medida que eu olhava, o homem barbudo absorveu o pequeno cordeiro nos seus braços. Soube imediatamente que Deus estava a falar comigo, e que isto era o que Ele me queria fazer neste momento de necessidade. Depois disso tive a graça de regressar e "enfrentar a música". Mas não foi isso que aconteceu. Este amigo realmente era meu amigo. Ele disse que me amava e que estava disposto a ficar do meu lado à medida que eu caminhava através deste processo de libertação na minha vida. E sabem o que aconteceu? Deus começou a trazer até mim pessoas que estavam dispostas a amar-me de forma incondicional e a caminhar comigo através das provações da minha vida - independentemente do que acontecesse - até eu estar totalmente curado.

Em 1983, Deus chamou-me para me casar com a minha esposa Melinda. Assumi que, como eu me considerava curado, não havia necessidade de partilhar o meu passado com ela, mas rapidamente me apercebi o que eu estava a tentar fazer era esconder o passado - o que significava que eu ainda carregava comigo os fardos, e que eu ainda estava mais preocupado com o que os homens pensavam de mim do que o que Deus pensava de mim.

Pouco depois de nos termos casado, os bebés começaram a chegar, e com os bebés, a pressão adicional da responsabilidade de lidar com a questões genuínas da cura total na minha vida. Esconder a verdade iria afastar de mim a cura que Deus queria para a minha vida. Uma vez que eu escondia estas coisas dos outros, os meus relacionamentos nunca seriam o que Deus realmente queria que eles fossem - porque no amor verdadeiro, não há temor. Eu tinha sempre medo de contar aos outros porque pensava que ninguém me iria amar.

Porque é que estou a contar isto agora? Bem, no dia 3 de Julho de 1988 apercebi-me que Deus queria pegar num dos maiores falhanços e das maiores fraquezas da minha vida, e fazer disso a minha maior força - e que Satanás queria manter isso em segredo de modo a que ele pudesse usar isso contra mim. Mas tal como a prostituta Maria Madalena, apercebi-me que esconder essas coisas mantinham-me fora da comunhão e fora de amar genuinamente Aquele a Quem eu mais amava - o Senhor Jesus. Não só, mas se eu abertamente confessa o meu passado, Satanás não teria qualquer tipo de munição contra mim.

Eis então o que eu fiz: em Julho de 1988, partilhei o que acabei de relatar com a minha igreja (embora duma forma mais resumida), e uma coisa linda aconteceu. As pessoas que haviam sido feridas como eu, ou até mais, começaram a revelar o seu passado - homens que haviam estado envolvidos no homossexualismo (sodomia), mulheres que haviam sido abusadas pelos pais, aqueles que haviam sido sexualmente abusados e nunca haviam dito nada a ninguém, e até aquelas que haviam feito abortos.

À medida que as pessoas iam confessando os seus pecados e as suas dores, o Senhor Jesus foi capaz de dar início à cura dos seus passados. Nesse dia, eu coloquei de parte a minha reputação e a minha vida como forma de servir ao Senhor Jesus duma forma impressionante. No entanto, eu quero que a minha vida seja uma vida quebrada e despejada tal como o perfume que Maria Madalena usou para lavar os Pés do Senhor Jesus, embora eles tenham dito que era uma coisa sem nexo. Quero colocar de parte a minha vida e a minha reputação pelos outros, tal com o Senhor Jesus fez por mim. Imaginem só - o Perfeito Senhor do Universo humilhou-Se e abandonou todo o Seu Poder e a Sua Glória porque me amava! Eu não posso fazer menos que isso.

Desde o dia em que partilhei publicamente o meu passado que Deus me chamou para contar  aos outros o que Ele havia feito por mim - para liderar e chamar os outros para terem um relacionamento íntimo com o Senhor Jesus através da avenida da música e da adoração. Foi depois de um tal tempo de partilha na minha cidade natal de Boynton em 1989 que comecei a aperceber-me da genuína profundidade e da extensão do grande amor de Deus por mim, e do chamado na minha vida e do papel que a visão e a oração da minha avó Jernigan tiveram sobre o meu ministério.

Depois de liderar a adoração no "Boynton Community Center", uma das parceiras de oração da minha avó veio ter comigo e disse:

Não é maravilhoso que as orações da tua avó tenha sido respondidas?

Entre sentimentos de choque e lágrimas de alegria, respondi, "Que orações?" Ela respondeu,

Não sabias?!! A tua avó contou-me da forma como ela costumava ficar por trás de ti, enquanto practicavas o piano na sua casa todos os dias, e pedia a Deus que Ele te usasse de forma poderosa no Seu Reino de modo a que viesses a liderar com a música e com a adoração. E Ele respondeu às suas orações!

As tuas circunstâncias, os teus pecados, as tuas feridas, etc, podem ser diferentes do que aconteceu comigo, mas a resposta é ainda a mesma - Jesus. Pode acontecer que alguém tenha pecado contra ti, e te ferido de forma profunda. Em situações como estas tu não és culpado. Se por acaso foste usado de alguma forma, tu podes receber a cura. Não aceites a falsa culpa que Satanás tentará colocar sobre ti visto que as circunstâncias estavam fora do teu controle.

Faço um apelo para que tu lides com o teu coração e com as coisas pelas quais tu és responsável - tal como a atitude, as acções, e os sentimentos. Há esperança para quem se encontra ferido. Se por acaso és como eu, é bem provável que estejas a precisar duma cirurgia radical, e esta cirurgia pode levar mais tempo do que colocar um penso rápido sobre uma ferida. Mas a cirurgia normalmente foca-se na causa e não se limita apenas a cobrir ou apaziguar os sintomas da ferida. Se estiveres disposto, podes chegar à raiz do(s) teu(s) pecados(s).

Faço um apelo para que chegues à raiz e comeces a lidar com o que quer que estejas a enfrentar. Eu já estive nessa posição e encontrei uma saída - e eu tenho que contar a minha história, a história de Jesus com aqueles que estão a sofrer. Será que, duma forma ou outra, não estamos todos a sofrer?

O ponto a reter é este: eu não consigo sobreviver um só dia sem o Senhor. Eu peço-Lhe que me encha diariamente e a cada momento com o Seu Espírito, e me oriente. Todos nós estamos perdidos e necessitados dum Pai que cuide de nós. E Ele é o Pai que nunca nos irá deixar ou abandonar. Ele é o Pau que gosta da nossa presença mais do que nós gostamos da Dele.

Já não tenho medo do que os outros pensam de mim (pelo menos estou a pedir ao Senhor que me ajude nessa área). Por favor, orem por mim e pela família à medida que buscamos a orientação de Deus na nossa vida.

Amo-vos.

No Seu Amor e na Sua Graça.

Dennis

domingo, 5 de abril de 2015

A escolha: Deus ou o homossexualismo

Por Joseph Sciambra  (ex-homossexual)

Como Católicos, a nossa escolha é simples; podemos ser obstinados e sermos magoados, ou podemos escolher a humildade e a cura. Quando o estilo de vida homossexual perdeu todo o seu brilho pela última vez, eu não saí dele mas rastejei-me para fora dele. Ou, para ser mais correcto, fui carregado para fora dele por Cristo. Segundo este ponto de vista, Ele tomou a última decisão para mim.

Tal como muitos dos meus compatriotas homossexuais, a minha cabeça havia sido preenchida com demasiadas muitas mentiras: Eu havia nascido homossexual; o sexo homossexual era bom - durante os anos 90, só se fosse sexo seguro; eu estou bem; eu estou feliz; são os outros - os que não me aceitam - que precisam de ajuda.

Os meus 12 anos de educação Católica foram demasiado leves e não-específicos chegando ao ponto de serem etéreos; o Jesus Cristo de Quem eu me lembrava era  supremamente desinteressado e não fazia qualquer tipo de julgamento. Ele parecia ser Histórico mas distante. Durante o tempo em que estive na escola secundária, de modo geral, Ele desapareceu, relegado para um posição honorária de Fundador Estimado, mas agora practicamente inacessível; tudo se tornou numa forma justiça social comunal.

O que a Igreja recomendava era vago e sempre secundário para o indivíduo e para o bem comum. As disciplinas Religiosas tornaram-se filosóficas - baseadas menos no concreto mas mais nas opiniões do professor; um era a favor do aborto, o outro pensava que o sexo antes do casamento era aceitável. Para mim, como adolescente, tudo isto parecia flutuante e sem substância. Busquei respostas e a Igreja só me deu perguntas.

Mal terminei a escola secundária e comecei com o estilo de vida homossexual, a pouca fé que tinha em Cristo e na Igreja rapidamente se dissiparam. Os meus pais, aparentemente preocupados quando eu tinha vinte-e-poucos anos, organizaram um tipo de intervenção espiritual onde me apresentaram um amigo deles, um padre Católico. Ele chamou-me para o lado e disse-me para não causar alarido; eu estava bem sendo como era...."volta para isso!" - este foi o seu conselho.

Mais tarde, um socialite masculino super-sofisticado, que de alguma forma na sua cabeça continuava a ser um "Católico", apesar da sua propensão sexual, empurrou-me para os braços dum Jesuíta USF numa das suas deslumbrantes festanças na Pacific Heights; tanto ele como o meu amigo haviam estado na escola teológica da Nancy Pelosi. O meu amigo acenou quando este clérigo desdenhosamente descreveu a forma como a Igreja estava sob o controle dum medieval autocrata Polaco [Papa João Palo II]; depois da morte do Papa, segundo ele, tudo iria mudar.

Nada disto tinha algum sentido para mim. As minhas suspeitas haviam sido confirmadas: a Igreja estava confusa e torcida. A Madonna fazia mais sentido e as suas exigências eram bem mais simples: “Express Yourself.” A vida como homossexual era repleta de prazer e claramente era uma vida activa; eu nunca estava solitário, mas estava magoado e a actividade constante frequentemente me deixava vazio. No entanto, eu estava sozinho; sozinho por algo mais. O quê? Eu não sabia.

Depois dum bocado, a vida homossexual deixou de ser salvífica; os amigos mudaram-se, ou morreram; as festas passaram a ser como velórios - as mesmas pessoas, as mesmas músicas, e as saídas rápidas com o aquele que supostamente era o homem dos teus sonhos. Será que havia mais? Eu pensei que não até ao momento em que a complacência foi varrida e até ao momento em que o Senhor me ofereceu uma escolha. Por essa altura, a escolha era bastante simples: vive ou morre.

Escolhi viver, mas o que é que isso significava? Eu sou o que sou....e eu era homossexual. Mas foi então que Deus me deu a Sua Mão - eu sabia que era Jesus Cristo através das perfurações nas Suas Mãos. Imediatamente eu entendi o que a Sua Presença significava: a Igreja Católica. Mas o que é que isso implicava? Mas, instintivamente eu soube que Este Cristo não era o Jesus "hippie" da minha adolescência; Ele era Diferente - Ele era Bonito, e Ele era Real - e Ele conhecia-me, e amava-me. Isso, eu conseguia aceitar, mas a igreja era algo totalmente diferente.

O que eu não sabia ou não entendia é que o Papa João Paulo II se encontrava entre a minha má educação Católica, e o abandono da Fé, e o meu eventual regresso. De suprema importância, em 1992, quando eu me encontrava totalmente imerso no sexo homossexual e na pornografia, João Paulo aprovou e promulgou o "O Catecismo da Igreja Católica".

Quando eu era uma criança, o antigo Catecismo de Baltimore havia sido abandonado mas nada havia sido colocado em seu lugar. O vazio deixado para trás foi rapidamente preenchido; o movimento do potencial humano, a Teologia da Libertação, a Nova-Era - o que deixou pouco espaço para Cristo.

Era difícil ter respostas mas não havia falta de opiniões; as discussões eram inevitáveis. Olhando através da prateleira da minha mãe, peguei na "Bíblia" e reparei no "Catecismo". Embora eu não tivesse ideia alguma do que era o Catecismo, rapidamente voltei as páginas para a secção "H", e comecei a ler as passagens que lidavam com o homossexualismo. De modo particular, isto chamou-me a atenção:
As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes do auto-domínio, educadoras da liberdade interior, e, às vezes, pelo apoio duma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem aproximar-se, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.
Este foi o momento decisivo na minha vida. Isto revelou tudo para mim: Deus tinha um plano para mim - o que eu tinha que fazer, e no que eu me poderia tornar - visto que o Senhor me queria - e Ele queria-me pleno e curado. Como é que isto poderia acontecer? Através duma vida de pureza. Se eu dissesse sim a isto, eu estaria livre...Eu poderia ser perfeito. Na minha mente, a liberdade e a perfeição eram a mesma coisa; liberdade do homossexualismo significava a perfeição.

Tal como aconteceu durante toda a minha vida, o homossexualismo provou ser uma ferida que escoa que eu tentava sempre curar através do sexo, da intimidade com outro homem, através da crença numa igualdade em todos os relacionamentos - independentemente de quem eu escolhesse amar. Mas eu não havia escolhido estar ou amar outro homem - a orientação [sic] homossexual havia feito isso por mim; eu nunca havia dado o consentimento; eu apenas acreditei, tal como me disse o tal padre, que era apenas a forma como eu havia sido feito.

O que Cristo fez por mim, através do "Catecismo"  e pela mão da Igreja Católica, foi verdadeiramente dar-me de volta a minha vida; eu já não precisava de ser homossexual. Ao tomar essa decisão, escolhi Deus. Dentro de mim, admiti a minha necessidade e eu precisava Dele.

Eu havia sido humilhado e poderia aceitar os Seus Ensinamentos. Isso exigia que eu finalmente aceitasse coisas dolorosas: que eu havia sido magoado, que eu havia sido enganado, e que embora eu tivesse tentado resolver as coisas, eu havia falhado. Eu precisava Dele.





- http://goo.gl/dBL9TQ


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domingo, 18 de janeiro de 2015

Robin Teresa Beck: Não existe um estilo de vida homossexual 'saudável'

Por Pete Baklinski

Robin Teresa Beck, de 59 anos, não tem medo de dizer aos outros, até ao Papa Francisco, que o homossexualismo transformou a sua vida num inferno diário de sofrimento, escuridão, sonhos desfeitos, e arrependimento duradouro. Depois de 35 anos de comportamento homossexual e 12 relacionamentos, Robin sabe exactamente do que está a falar:

Segundo a minha experiência, é impossível ter uma vida homossexual saudável visto que ela está em oposição à forma como Deus nos criou.

Robin qualificou de "cruel" o facto de haver líderes religiosos que olham de forma favorável para tais relacionamentos.

Foi só há 5 anos atrás que tudo mudou para Robin, que era um Protestante fervorosa que perverteu as Escrituras como forma dela se adaptar ao seu estilo de vida, quando um dia - seguindo uma vontade repentina - ele tomou a decisão de entrar uma Igreja Católica como forma de receber cinzas durante o culto de Cinzas da Quaresma. Ela só veio para as cinzas mas Deus tinha outros planos.

Robin conta a história dramática da sua vida no seu livro de 2012 com o título de I just came for Ashes. Ela cresceu num lar desunido onde ambos os pais eram alcoólicos. O seu pai era fisicamente abusivo para com a sua mãe, para além de ter problemas com o seu temperamento raivoso. 

Enquanto ainda era jovem, Robin testemunhou a forma como o seu pai batia, empurrava e "fazia coisas degradantes" à sua mãe. Ela lembra-se de estar por perto e observar a sua mãe a chorar enquanto sofria abuso. Robin vivia com medo do pai, acreditando que ele poderia matá-la à mínima provocação. 

Ela só tem uma memória de ternura por parte da sua mãe. Tinha ela cerca de 3 anos quando a sua mãe, de forma inesperada, pegou nela e confortou-a nos seus braços. Essa foi a única altura durante toda a vida infantil de Robin que ela se sentiu "segura e feliz".

A religião era uma via escapatória para Robin; ir aos cultos com a sua irmã mais velha passou a ser a sua vida. Ela ansiava que Deus a viesse salvar do abuso verbal, emocional e físico diário que ela sofria em casa. Robin ficará para sempre assombrada com o dia em que ela ficou a saber que o seu pai havia saído de casa de vez; tinha ela 7 anos. Ela lembra-se de sair de casa, olhar para o céu e gritar:

Porquê, Deus?!! Com tantas crianças no mundo, porque é que deixaste que isto acontecesse com a minha família?

Desesperada por Amor

Robin encontrava-se agora na escola secundária; o seu pai estava fisicamente ausente e a sua mãe batalhava contra uma doença debilitante. Olhando para trás no tempo, Robin entende agora que não só sentia um enorme vazio no seu coração, como encontrava-se desesperada que alguém - quem quer que fosse - lhe amasse.

Um professor de música da escola secundária reconheceu nela um dom para cantar. Ele começou a tratá-la como a filha que ele nunca havia tido. Ela deliciava-se com a atenção dele, chegando a passar muitos momentos felizes com a família dele, saboreando uma vida de amor e riso que era tão ausente na sua vida, mas que era ao mesmo tempo refrescante e tonificante. Mas depois dela acabar o ensino secundário, o relacionamento esfumou-se e Robin sentiu-se traída. Ela determinou-se a nunca mais deixar que um homem entrasse no seu coração.

Quando ela se encontrava na universidade, Robin conheceu uma mulher que a convidou para um encontro de oração carismático, onde ela sentiu o derramamento do amor de Deus e passou a estar totalmente incendiada pela fé Cristã. Robin foi ficando mais próxima da sua nova amiga. Uma relação íntima teve início, e esta rapidamente se tornou sexual. Esta relação durou sete meses, e Robin ficou devastada e de coração partido quando ela acabou.

Robin tentou fugir dos seus problemas trocando para uma universidade Bíblica. Ela ficou furiosa por descobrir um dia que a sua antiga parceira havia começado a namorar com um homem. Ela buscou aconselhamento junto das suas professoras, só para dar início a uma amizade que se tornou íntima e depois sexual no espaço de alguns meses. Robin lembra-se de estar "totalmente desorientada" durante esse período, e ter concluído que havia "algo terrivelmente errado comigo".

A relação homossexual das duas mulheres eventualmente chegou aos ouvidos da administração da universidade, que queriam despedir a professora e mandar embora Robin; no entanto, eles permitiram que ela terminasse o semestre.

Robin e a professora viveram juntas um certo número de anos, e começaram a tomar parte numa congregação onde os homossexuais congregam. Logo cedo, elas decidiram colocar um ponto final na sua actividade homossexual. Robin tinha a esperança que o relacionamento durasse para sempre, mas não durou. Robin acredita que as suas batalhas coma raiva, insegurança, possessibilidade e inveja, eventualmente afastaram a mulher de si.

"Em busca da mãe que nunca tive"

A vida de Robin continua numa espiral descendente. Na igreja homossexual [sic] que ela frequentava, Robin conheceu outra mulher que lhe convenceu que ela era verdadeiramente e realmente lésbica, mas esta relação também não durou. Mulher após mulher, relação após relação, Robin buscou desesperadamente amor que durasse, amor que realmente lhe preenchesse o desejo do seu coração.

As coisas começavam bem, e eu estava sempre segura que desta vez eu havia encontrado a parceira certa. Mas em menos de um ano, eu sentia-me miserável, questionando o que é que eu estava a fazer, a abandonar a relação.

Ela saltou de um relacionamento lésbico para outro, frequentemente sobrepondo-os, assegurando-se que ele nunca passasse um momento onde ela se encontrasse sozinha e mal-amada. Olhando em retrospectiva, Robin apercebe-se agora que ela continuamente escolheu parceiras que, como ela, tinham problemas psicológicos.

Eu tinha a esperança de encontrar uma mulher estável, amorosa e carinhosa que curasse o meu coração (ou seja, eu estava em busca da mãe que nunca tive).

Robin disse à LifeSiteNews que hoje ela acredita que "a maior parte das lésbicas que anseiam ter um relacionamento com outras mulheres têm uma deficiência no seu relacionamento com as suas mães"

Sei que isto é verdade para mim. Eu nunca obtive o carinho que precisava da parte da minha mãe. Eu tinha estas feridas com a minha mãe, e tentei curá-las voltando-me para outras mulheres, pedindo-lhes que me dessem o que a minha mãe foi incapaz.

Robin tinha agora 46 anos e estava no seu décimo-primeiro relacionamento com uma mulher casada e com filhos.

Eu deveria ter fugido dali o mais rapidamente possível, mas eu, pessoa lamentável e com pouca força de vontade, cedi às minhas necessidades emocionais e envolvi-me com ela.

Uma doença séria levou-a ao hospital durante duas semanas. Ela recuperou parcialmente a sua saúde apenas para descobrir que a sua parceira já havia tomado a decisão de acabar com o relacionamento.

Foi um dos dias mais dolorosos e de cortar o coração da minha vida.

O desgosto deu à Robin a oportunidade de examinar a sua vida.

Analisei os 11 relacionamentos conturbados e soube que Deus queria que eu organizasse os destroços, mas durante a maior parte dos dias eu não conseguia lidar com isso. Eu deitava-me n chão, com a cara para baixo, e clamava "Oh, Deus, por favor, diz-me que isto não é a minha vida!" Eu mantinha a esperança de que iria acordar e que tudo isto mais não era que um pesadelo. Mas isto era a minha vida, e eu tinha que a assumir por completo.

‘Arrependam-se e acreditem no Evangelho’

Foi por volta desta altura que, seguindo um capricho, ela entrou numa Igreja Católica numa Quarta-Feira de Cinzas, e foi à frente para receber as cinzas abençoadas. Estas cinzas foram traçadas na sua testa segundo o sinal da cruz e com as palavras: "Arrependam-se e acreditem no Evangelho." Robin sentiu que Deus estava a agitar o seu coração.

Ela fez-se presente na Missa do Domingo seguinte, e sentiu-se inexplicavelmente atraída à hóstia branca que o sacerdote deu o nome de o "Corpo de Cristo". Ela continuou a participar nas missas de Domingo.

Mas Robin não se convenceu de que o homossexualismo estava errado, continuando a acreditar que o seu problema era que ela não sabia como estabelecer "um relacionamento homossexual saudável". Outra mulher entrou na sua vida, mas desta vez Robin avançou devagar, esperando que a amizade se desenvolvesse num relacionamento para a vida toda.

As más e tristes notícias é que aquilo que havia começado como uma amizade surpreendente, que havida demorado 2 anos a ser construída, acabou em ruínas quando começamos a atravessar os limites e a avançar para áreas sobre as quais Deus havia dito "Não Avancem Mais!" E tal como havia sido a realidade com os 11 relacionamentos anteriores, este também se tornou doido e disfuncional literalmente do dia para a noite. Todas as esperanças duma união abençoada evaporaram-se (ou, melhor ainda, explodiram na minha cara).

Robin havia agora batido no fundo da sua vida, aceitando que "nunca poderia existir um relacionamento 'certo' com outra mulher". Durante a sua angustia e o seu quebrantamento, ela clamou a Deus para que Ele a ajudasse. Ele recebeu ajuda para entregar a sua sexualidade a Deus, comprometendo-se a seguir a Sua Palavra daí para a frente, independentemente das consequências. Isto aconteceu há cinco anos atrás, no fim de semana do seu 54º aniversário.

Por mais doloroso que o fim de semana do meu aniversário tenha sido, estou imensamente grata que ele tenha sido suficientemente doloroso para me acordar, e me devolver a sanidade (para além de me colocar de joelhos). Abandonei o meu estilo de vida homossexual e nem por um momento voltei a pensar em regressar.

Robin começou a receber instrução na fé Católica Romana, e recebida pela Igreja Católica durante a Páscoa de 2010. Ela acaba de celebrar o que ela chama de "caminhar em vitória". Ela acredita que este é um "milagre enorme".

E o milagre é que durante os últimos cinco anos eu tenho estado muito bem, sabendo que eu sou "alguém" especial para Deus. Tenho estado BEM com o facto de acordar por mim mesma e acordar alegrando-me com o facto de ter o relacionamento certo com Deus. É a sua graça espantosa que me sustém devido ao facto de estar sozinha. Isto é um milagre.

Se alguém lhe perguntar, Robin dirá que os últimos cinco anos da sua vida apanharam-lhe de surpresa. Ela conclui o seu livro dizendo:

Vocês têm que acreditar no que vos digo: eu nunca planeei nada disto. Fui apanhada totalmente despreparada, tomada de surpresa, ludibriada, e emboscada pela misericórdia Soberana. Estou a falar a sério! É a verdade - eu renasci das cinzas.


* * * * * * *

Para os activistas homoeróticos, pessoas com força de vontade suficiente para abandonar o seu auto-destrutivo "estilo de vida" homossexual não existem visto que se elas existirem, ficamos a saber que ser homossexual é uma escolha e um gosto - e não algo genético.

Claramente, o homossexualismo é uma escolha, e uma escolha clinicamente auto-destrutiva. A melhor coisa que se pode dizer a um homossexual é que, se ele ou ela quiser, ela ou ela pode abandonar esse "estilo de vida", e encontrar liberdade e plenitude nos Braços de Deus.



domingo, 30 de novembro de 2014

Luis Pabon: "Já não quero ser homossexual"

Por Luis Pabon

Já não quero ser homossexual. Sei que superficialmente esta declaração tresanda a negação, auto-aversão, e homofobia internalizada, coisas tipicamente associadas à aceitação e à integração da sua própria homossexualidade, mas a verdade é que eu já não quero ser homossexual. Este estilo de vida durou para além do seu prazo de utilidade. Vivi todos os aspectos dessa vida e posso afirmar com segurança que ela já não está de acordo com a pessoa que sou ou quero vir a ser.

Nem sempre me senti assim. Inicialmente vim para esta comunidade em busca de amor, intimidade, e irmandade. Em vez disso, obtive trevas, infidelidade, solidão e desunião. A auto-aversão que existe dentro da comunidade homossexual leva-nos a encontrar uma série de homens emocionalmente desequilibrados que são auto-destrutivos, nocivos, cruéis e vingativos uns para com os outros.

Lutei para modificar o meu código moral de modo a que se ajustasse aos comportamentos concomitantes inerentes ao estilo de vida, mas parece que esse estilo de vida está a forçar-me para longe de tudo o que amo e valorizo. Por mais que eu tente purgar a minha percepção das suas crenças estabelecidas e preconceitos distorcidos, os mesmos estereótipos clássicos dos homens homossexuais continuam a aparecer na minha mente. O sexo indiscriminado, a superficialidade, os relacionamentos instáveis, o auto-ódio, o síndrome Peter-Pan, as uniões ocultas, o preconceito com a idade ["ageism"], os momentos sombrios, a solidão, a preocupação com o sexo, o preconceito, e a aversão à intimidade são coisas que parecem surgir do chão onde eu pensava que elas estavam enterradas.

Parece que os homens homossexuais têm dificuldade em transcender os estereótipos e os clichés associados ao seu estilo de vida, e isso está tornar-se desanimador.

Já se passaram 7 anos desde que tomei a decisão de abertamente viver a minha vida como um homem homossexual, e a caminhada não tem sido fácil. A mesma tem estado  cheia de dor e angústia, que inicialmente eu tentei esconder com o álcool, com as drogas, com o sexo e com as festas. Inicialmente, foi difícil admitir que eu gostava de outros homens, mas gostava de homens e isso era uma experiência libertadora. Ela deu-me a oportunidade de afirmar a minha identidade depois de ter passado anos a batalhar com isto. Ela deu-me também a oportunidade de ser o meu próprio activista e enfrentar a oposição da minha família, dos meus amigos, e da sociedade como um todo.

Eu sentia orgulho no meu orgulho homossexual, e sentia como se isso fizesse parte de algo maior do que a minha vida - um movimento de homens que amava outros homens e que não tinha receios em exibi-lo. Era suposto o nosso amor ser um acto revolucionário, mas a realidade dos factos é que nós não nutríamos amor uns pelos outros; nós apenas estávamos apaixonados com a ideia de pertencermos a algo, e com a ideia de estarmos na contra-mão.

Nós gostávamos da liberdade e do tabu de nos revoltarmos contra os costumes sociais. O amor que nós pensávamos que fazia parte da afirmação da nossa revolução nada mais era que uma faca que nós viramos contra nós próprios sob a máscara de entretenimento e de momentos de diversão.

Pessoalmente, eu acho que amor é sacrifício, e actualmente não há muitos homens homossexuais que estejam dispostos a se sacrificar pelos seus irmãos. Inicialmente, o espírito de auto-sacrifício esteve saliente durante a crise da SIDA, no princípio dos anos 80, quando os recursos eram poucos e as pessoas estavam assustadas. Mas hoje, parece existir uma preocupação com a sedução do risco à medida que os homens homossexuais vão brincando com o fogo, tentando dar início a uniões com significado na sua perpétua auto-descoberta.

O prémio maior da intimidade é normalmente deixado de lado em favor da gratificação imediata dum encontro casual na craigslist ou num encontro geo-social no Grindr. Os carros passaram a ser os novos quartos, e o sexo não precede conversas de almofada mas sim conversas do tipo, "Blo and Go", “Pump and Dump” e “Skeet and Leave”. Esta vida começa a parecer (e muito) como uma morte lenta a ferver sobre fogo brando, e para mim, ela já não tem o mesmo apelo que no passado chegou a ter. Esta é uma vida a precisar desesperadamente de renovações.

Antigamente os homens eram homens, e aproximavam-se de ti com uma pitada de coragem cavalheiresca. Hoje em dia, eles escondem-se por trás de máscaras electrónicas ou posicionam-se na tua vizinhança dentro dos clubes, esperando que tu dês início ao contacto apenas e só para arrogantemente recusar os teus avanços numa tentativa de projectar o seu desconforto. Eles querem homens que não os querem, homens que se assemelham à distância emocional ou ausência dos seus pais.

Sou demasiado novo para ter saudades dos bons dias do passado, mas esta vida faz com que tenhas saudades do que significava ser homossexual. Faz com que tenhas saudades dos tempos em que um homem te saudaria e te ofereceria uma bebida, em oposição a ele dizer-te o tamanho do seu pénis e as suas estatísticas sexuais. O meio termo da cortesia foi eliminado e em seu lugar foi colocado um diabo imoral que diariamente te assiste na tua destruição.

Embora eu reconheça a minha atracção por homens, escolho não mais me associar com uma vida que existe fora da moralidade e da bondade. O estilo de vida homossexual é como o amor dum bad boy cuja atenção e amor tu inicialmente buscas, mas eventualmente avanças para além desse estado. Já não é aí que eu me revejo.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Como o Diabo me manteve preso na pornografia homossexual durante 10 anos

Por Joseph Sciambra

"Os demónios sabem o que acontece no exterior dos homens..." ~ São Tomás de Aquinas

"O que quer que existe e acontece no mundo, pode ser observado pelo Diabo, embora ele possa não prestar atenção a todas as coisas. No entanto, o que quer que ele tenha observado, ele pode comunicar sem atraso.... O Diabo pode observar com mais profundidade. Devido à sua longa experiência, ele conhece a humanidade, pode antecipar mais facilmente a forma como os homens e as mulheres são mais prováveis de reagir sob condições normais, e sabe que os pode influenciar de uma maneira mais eficaz.." ~ Padre. Adolf Rodewyk

“…um demónio pode estar ao nosso lado um longo período de tempo, analisando e vindo a saber mais sobre as nossas fraquezas particulares. Ele irá, posteriormente, tentar-nos quando nós nos encontrarmos mais fracos..” ~ Padre Jose Antonio Fortea

Quando eu tinha 19 anos, e durante o momento em que eu entrei no Distrito Castro de São Francisco [conclave homossexual], não tinha ideia do sítio onde eu estava entrar. Até essa altura, eu havia sido um rapaz embriagado na pornografia - era o meu vício, a minha escapatória, e a minha recompensa. Vivia uma fantasia que eu pensava que estava à beira de se materializar. Inicialmente, nada era como eu havia imaginado: as lojas de vídeos pornográficos eram sujas e mal-cheirosas, os clubes de strip eram sombrios, e os balneários [homoeróticos] encontravam-se cheios de duma mistura de homens adoentados e homens de idade. Mas eu permaneci e segui em frente visto que isto era tudo o que eu tinha.

Depois de ter visto pornografia durante cerca de 10 anos, eu era um homem totalmente confuso. Tudo e nada me deixava excitado. Eu achava as mulheres cada vez mais convencionais. Na verdade, eu já nem precisava de ver pornografia; eu pura e simplesmente poderia ligar a televisão e ver a MTV ou abrir a "Swimsuit Issue" da “Sports Illustrated”. Os homens, por outro lado, representavam o desconhecido sexual: a praga da SIDA aumentavam a sensação de perigo e do proibido.

No final da década 80, a pornografia homossexual não era facilmente acessível. As lojas de conveniência ou lojas de bebidas poderiam vender a Playboy ou a Penthouse, mas certamente nada explicitamente para os gostos homossexuais. Devido a isto, para satisfazer a minha luxúria por algo invisível, mergulhei no desagradável mundo dos teatros e das livrarias para adultos. Num desses locais, fui rapidamente abordado por um homem mais velho que parecia ter-se materializado do vazio sombrio. Com a pornografia homossexual a passar no fundo, eu cedi meio indeciso. Mais tarde dei por mim estranhamente resoluto. Gostei mas senti também que eu havia sido finalmente iniciado.

Uma impressão sobrepujante de destino inescapável abateu-se sobre mim. Eu havia descoberto o que eu era no entanto, bem lá no fundo, eu sentia alguma vergonha; sentia como se eu tivesse sido fraco e tivesse cedido algo. Quase imediatamente dentro da minha cabeça teve início uma conversa - com quem, não sei. A voz era uma ordem, marcando uma demarcação entre o que eu havia sido e o que eu agora era. Eu era homossexual! Não havia forma de escapar. Os questionamentos e as buscas haviam chegado ao fim.

De modo estranho, no entanto, esta realização de quem eu era passou a ser algo como uma escravidão imposta por uma força invisível. Eu não me sentia nem livre nem emancipado. Era uma sensação estranha de ser constantemente impulsionado para frente por parte duma força invisível, e eu não ter qualquer mecanismo para parar. Inicialmente era desconfortável, mas mais tarde habituei-me. De modo rápido, passei a estar com um homem a seguir a outro, experimentado uma cena sexual bizarrra a seguir a outra. Por esta altura, o outrora nauseabundo cheiro das cavernas de sexo homossexual passaram a ser a minha casa. Pensei que havia encontrado um refúgio, um lar visto que a soar no meu cérebro estava a voz que dizia: Eu pertenço aqui.

Mas será que pertencia mesmo?

Desde que eu era um rapaz que olhava de modo fugaz para as revistas pornográficas do meu irmão, ou um adolescente que roubava olhares para dentro duma Penthouse que se encontrava numa loja "7-11", sempre tive esta sensação peculiar de estar a ser observado. Era um tipo horrível de hiper-paranóia: alguém me vai apanhar a olhar para estas revistas porcas. Isto acontecia também quando me encontrava na casa dum amigo, quando a sua mãe se encontrava fora de casa, e eu havia rejeitado quantidades abundantes de doces ou reprises da série “Batman” em favor de mergulhos no cacifo de pornografia que o seu pai mantinha no quarto extra. Isso chamava por mim. A horda era maciça. Eu rapidamente passava pelas revistas todas até encontrar as que gostava. Mal sabia eu que estava a ser subtilmente observado.

As forças do inferno haviam estado a recolher e a reunir informação sobre mim há anos. Quando cheguei à idade adulta, o arquivo do Joseph Sciambra na posse do Diabo era bem espesso; ele sabia o que me excitava, o que eu não gostava, e o que me assustava. Devido a isto, e durante algum tempo, a maior parte do que eu sexualmente desejava foi realizado dentro do estilo de vida homossexual. Mas isso estava a ter efeitos sobre mim. Isso desgastava-me: com uma doença [sexual] após outra, com uma dor de coração a seguir a outra, e com amigos meus a caírem para dentro dos impiedosos buracos da morte. Inconscientemente, eu queria sair, mas não tinha para onde ir.

O que o diabo sabia sobre mim era muito, e ele manteve-me subjugado por baixo do seu casco porque ele usou esse conhecimento contra mim, dizendo que o mundo homossexual era o único lugar na Terra onde eu seria bem recebido e amado; que eu nunca poderia ser feliz em qualquer outro lugar; que eu havia feito demasiado coisas más para ser aceite em qualquer outro lugar; que todas as pessoas de fora me rejeitariam; que ser homossexual era o que eu era. Eu acreditei nele, e fiquei no mundo homossexual - até ao ponto de morrer por isso, se fosse preciso.

Quando o inferno parecia certo, foi-me dada outra oportunidade: O SENHOR Jesus Cristo materializou-Se a minha frente, na cama da sala de urgência, estendeu-me a Sua Mão - e eu agarrei Nela. Ele devolveu-me a vida e a identidade como criança de Deus.

Fonte: http://bit.ly/1pf5mEL

* * * * * * *
Uma coisa que se torna clara, à medida que vamos lendo os testemunhos de ex-homossexuais, é que a esmagadora maioria dos homossexuais (senão todos) está perfeitamente consciente de que o tipo de gostos sexuais por eles nutridos não são normais, nem naturais (e nem aconselháveis). Talvez um dos motivos que cause o elevado índice de problemas mentais e psicológicos junto da comunidade homossexual se prenda também com esta discrepância entre o que eles dizem e o que eles realmente sentem no fundo das suas almas.

Levar em conta que quando se fala com alguém que vive no pecado se está a falar com alguém que sabe que vive no pecado pode ser um conhecimento útil para quando se lida com um homossexual (ou com qualquer outra pessoa que vive outro pecado igualmente merecedor do juízo Divino).

É importante também deixar bem claro ao homossexual (não ao activista homossexual) que existe uma saída para a vida que ele sabe ser auto-destrutiva, e que não são os humanos que julgam outros humanos, mas sim Deus Quem nos julga a todos. Mas ao mesmo tempo que Ele julga, Ele oferece uma via de salvação para todas as pessoas que queiram abandonar a sua vida de pecado (qualquer que seja o pecado).

Eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a Minha Voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele Comigo.
Revelação 3:20



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