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segunda-feira, 29 de junho de 2015

"Os vossos filhos estão a sofrer"

Por Heather Barwick

Caros membros da comunidade homossexual: eu sou vossa filha.  A minha mãe criou-me com a sua parceira lésbica nos anos 80 e 90. Ela e o meu pai estiveram casados durante algum tempo. Ela sabia que era homossexual mesmo de se ter casado, mas por aquela altura as coisas eram diferentes. Foi assim que eu cheguei aqui.

Tal como podem imaginar, foi complicado. Ela deixou-o quando eu tinha 2 ou 3 anos, porque ela queria uma chance de ser feliz com alguém que ela realmente amasse: uma mulher.

O meu pai não era um pessoa espectacular, e depois dela o ter deixado, ele não mais se preocupou em ficar por perto. Lembram-se do livro “Heather Has Two Mommies”? Essa foi a minha vida. A minha mãe, a sua parceira e eu, vivíamos numa pequena casa acolhedora nos subúrbios dum área pequena mas muito liberal e muito de mente aberta.

A parceira da minha mãe tratava-me como se fosse filha dela. Juntamente com ela, eu também herdei a sua lista de amigos próximos dentro da comunidade de gays e lésbicas. Ou será que eles me herdaram?

De qualquer das formas, eu ainda sinto que os homossexuais são o meu povo. Aprendi muito convosco. Aprendi a ser corajosa, especialmente quando é difícil. Vocês ensinaram-me a empatia. Vocês ensinaram-me a ouvir, e ensinaram-me a dançar. Vocês ensinaram-me a não ter medo das coisas que são diferentes. E vocês também me ensinaram como me defender, mesmo que isso significasse ficar sozinha.

Estou a escrever-vos estas coisas porque estou a sair do armário.: eu não apoio o "casamento" homossexual. Mas não é pelas razões qeu vocês pensam.

As Crianças Precisam dum Pai e duma Mãe

Não é porque vocês são homossexuais. Eu amo-vos muito. É devido à própria natureza dos relacionamentos homossexuais.

Enquanto eu crescia, e até aos meus anos 20, eu apoiava e defendia o "casamento" homossexual. Só quando passou a haver algum tempo e distância em relação à minha infância que eu fui capaz de reflectir mais sobre as minhas experiências e reconhecer as consequências a longo prazo que a paternidade homossexual teve sobre mim. E só agora, à medida que eu observo os meus filhos a serem amados pelo seu pai diariamente, que eu posso ver a beleza e a sabedoria da casamento e da paternidade tradicional.

A paternidade e o "casamento" homossexual impede que a criança tenha contacto com a mãe e com o pai, ao mesmo tempo que lhe diz que isso não é importante, que é tudo igual; mas não é. Muitos de nós, muitas crianças, estamos a sofrer. A ausência do meu pai criou um vazio enorme em mim, e eu sofria todos os dias ansiando por um pai. Eu amava a parceira da minha mãe, mas outra mãe nunca poderia substituir o pai que eu havia perdido.

Cresci rodeada de mulheres que diziam que não precisavam de homem algum, mas quando eu era uma menina, eu desesperadamente queria um pai. É estranho e confuso andar um pouco por todo o lado com esta dor profunda por um pai, por um homem, numa comunidade que diz que os homens não são necessários. Houve alturas em que me senti zangada com o meu pai por não estar junto a mim, e houve outras alturas em que me senti zangada comigo mesma por querer um pai. Há partes de mim que até hoje, sentem a perda.

Eu não estou a dizer que vocês não podem ser bons pais; certamente que podem, e eu tive uma das melhores. Não quero também dizer que ser educada por pais heterossexuais é garantia de que tudo vai correr bem. 

Todos nós sabemos que há muitas formas através das quais a unidade familiar pode acabar e causar a que as  crianças sofram: divórcio, abandono, infidelidade, abuso, morte, etc. Mas, de forma geral, a melhor e a mais bem sucedida estrutura familiar é aquele onde as crianças estão a ser criadas tanto pela mãe como pelo pai.

Porque é que as crianças educadas por homossexuais não podem ser honestas?  O "casamento" homossexual não só redefine o casamento, mas também o faz à paternidade. Ele promove e normaliza uma estrutura familiar que necessariamente nega algo tão precioso e fundamental.

Ele nega-nos algo que precisamos e ansiamos, ao mesmo tempo que nos diz que não precisamos aquilo que nós naturalmente tanto ansiamos, que tudo vai ficar bem. Mas não estamos bem. Nós estamos em sofrimento.

Os filhos de pais divorciados são livres para dizer:
Pai, mãe, eu amo-vos mas o divórcio acabou comigo e tem sido difícil. Despedaçou a minha confiança e fez-me sentir como se fosse culpa minha. É tão difícil viver em duas casas diferentes.
As filhos adoptados são livres para dizer:
Pais adoptivos, eu amo-vos, mas isto tem sido difícil para mim. Sofro porque porque o meu relacionamento com os meus primeiros pais foi quebrado. Estou confuso e sinto a falta deles, embora eu nunca os tenha conhecido.
Mas os filhos criados por homossexuais não receberam a mesma liberdade. E não sou só eu a dizer isto. Muitos de nós estamos demasiado assustados para falar e dizer-vos mais sobre o nosso sofrimento e sobre a nossa dor porque, não sei porquê, parece que vocês não estão a prestar atenção, ou que vocês não querem ouvir. Se por acaso nós dissermos que estamos e, sofrimento porque fomos criados por pais homossexuais, somos ignorados ou qualificados de pessoas cheias de ódio.

Isto não tem nada a ver com ódio. Eu sei que vocês entendem a dor dum rótulo que não se ajusta e a dor dum rótulo que é usado para nos atacar ou nos silenciar. E eu sei que vocês realmente foram odiados e que vocês sentiram dor. Eu estava lá, nas marchas, quando eles tinham sinais que diziam "Deus odeia os homossexuais" e "A SIDA cura o homossexualismo!" Eu chorei e fiquei vermelha de raiva naquele momento, na estrada convosco.

Mas essa não sou eu. Nós não somos assim.

Sei que é uma conversa dura, mas nós temos que falar nisso. Se há alguém que pode falar de coisas difíceis, esse alguém sou eu. Vocês ensinaram-me isso.

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domingo, 5 de abril de 2015

A escolha: Deus ou o homossexualismo

Por Joseph Sciambra  (ex-homossexual)

Como Católicos, a nossa escolha é simples; podemos ser obstinados e sermos magoados, ou podemos escolher a humildade e a cura. Quando o estilo de vida homossexual perdeu todo o seu brilho pela última vez, eu não saí dele mas rastejei-me para fora dele. Ou, para ser mais correcto, fui carregado para fora dele por Cristo. Segundo este ponto de vista, Ele tomou a última decisão para mim.

Tal como muitos dos meus compatriotas homossexuais, a minha cabeça havia sido preenchida com demasiadas muitas mentiras: Eu havia nascido homossexual; o sexo homossexual era bom - durante os anos 90, só se fosse sexo seguro; eu estou bem; eu estou feliz; são os outros - os que não me aceitam - que precisam de ajuda.

Os meus 12 anos de educação Católica foram demasiado leves e não-específicos chegando ao ponto de serem etéreos; o Jesus Cristo de Quem eu me lembrava era  supremamente desinteressado e não fazia qualquer tipo de julgamento. Ele parecia ser Histórico mas distante. Durante o tempo em que estive na escola secundária, de modo geral, Ele desapareceu, relegado para um posição honorária de Fundador Estimado, mas agora practicamente inacessível; tudo se tornou numa forma justiça social comunal.

O que a Igreja recomendava era vago e sempre secundário para o indivíduo e para o bem comum. As disciplinas Religiosas tornaram-se filosóficas - baseadas menos no concreto mas mais nas opiniões do professor; um era a favor do aborto, o outro pensava que o sexo antes do casamento era aceitável. Para mim, como adolescente, tudo isto parecia flutuante e sem substância. Busquei respostas e a Igreja só me deu perguntas.

Mal terminei a escola secundária e comecei com o estilo de vida homossexual, a pouca fé que tinha em Cristo e na Igreja rapidamente se dissiparam. Os meus pais, aparentemente preocupados quando eu tinha vinte-e-poucos anos, organizaram um tipo de intervenção espiritual onde me apresentaram um amigo deles, um padre Católico. Ele chamou-me para o lado e disse-me para não causar alarido; eu estava bem sendo como era...."volta para isso!" - este foi o seu conselho.

Mais tarde, um socialite masculino super-sofisticado, que de alguma forma na sua cabeça continuava a ser um "Católico", apesar da sua propensão sexual, empurrou-me para os braços dum Jesuíta USF numa das suas deslumbrantes festanças na Pacific Heights; tanto ele como o meu amigo haviam estado na escola teológica da Nancy Pelosi. O meu amigo acenou quando este clérigo desdenhosamente descreveu a forma como a Igreja estava sob o controle dum medieval autocrata Polaco [Papa João Palo II]; depois da morte do Papa, segundo ele, tudo iria mudar.

Nada disto tinha algum sentido para mim. As minhas suspeitas haviam sido confirmadas: a Igreja estava confusa e torcida. A Madonna fazia mais sentido e as suas exigências eram bem mais simples: “Express Yourself.” A vida como homossexual era repleta de prazer e claramente era uma vida activa; eu nunca estava solitário, mas estava magoado e a actividade constante frequentemente me deixava vazio. No entanto, eu estava sozinho; sozinho por algo mais. O quê? Eu não sabia.

Depois dum bocado, a vida homossexual deixou de ser salvífica; os amigos mudaram-se, ou morreram; as festas passaram a ser como velórios - as mesmas pessoas, as mesmas músicas, e as saídas rápidas com o aquele que supostamente era o homem dos teus sonhos. Será que havia mais? Eu pensei que não até ao momento em que a complacência foi varrida e até ao momento em que o Senhor me ofereceu uma escolha. Por essa altura, a escolha era bastante simples: vive ou morre.

Escolhi viver, mas o que é que isso significava? Eu sou o que sou....e eu era homossexual. Mas foi então que Deus me deu a Sua Mão - eu sabia que era Jesus Cristo através das perfurações nas Suas Mãos. Imediatamente eu entendi o que a Sua Presença significava: a Igreja Católica. Mas o que é que isso implicava? Mas, instintivamente eu soube que Este Cristo não era o Jesus "hippie" da minha adolescência; Ele era Diferente - Ele era Bonito, e Ele era Real - e Ele conhecia-me, e amava-me. Isso, eu conseguia aceitar, mas a igreja era algo totalmente diferente.

O que eu não sabia ou não entendia é que o Papa João Paulo II se encontrava entre a minha má educação Católica, e o abandono da Fé, e o meu eventual regresso. De suprema importância, em 1992, quando eu me encontrava totalmente imerso no sexo homossexual e na pornografia, João Paulo aprovou e promulgou o "O Catecismo da Igreja Católica".

Quando eu era uma criança, o antigo Catecismo de Baltimore havia sido abandonado mas nada havia sido colocado em seu lugar. O vazio deixado para trás foi rapidamente preenchido; o movimento do potencial humano, a Teologia da Libertação, a Nova-Era - o que deixou pouco espaço para Cristo.

Era difícil ter respostas mas não havia falta de opiniões; as discussões eram inevitáveis. Olhando através da prateleira da minha mãe, peguei na "Bíblia" e reparei no "Catecismo". Embora eu não tivesse ideia alguma do que era o Catecismo, rapidamente voltei as páginas para a secção "H", e comecei a ler as passagens que lidavam com o homossexualismo. De modo particular, isto chamou-me a atenção:
As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes do auto-domínio, educadoras da liberdade interior, e, às vezes, pelo apoio duma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem aproximar-se, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.
Este foi o momento decisivo na minha vida. Isto revelou tudo para mim: Deus tinha um plano para mim - o que eu tinha que fazer, e no que eu me poderia tornar - visto que o Senhor me queria - e Ele queria-me pleno e curado. Como é que isto poderia acontecer? Através duma vida de pureza. Se eu dissesse sim a isto, eu estaria livre...Eu poderia ser perfeito. Na minha mente, a liberdade e a perfeição eram a mesma coisa; liberdade do homossexualismo significava a perfeição.

Tal como aconteceu durante toda a minha vida, o homossexualismo provou ser uma ferida que escoa que eu tentava sempre curar através do sexo, da intimidade com outro homem, através da crença numa igualdade em todos os relacionamentos - independentemente de quem eu escolhesse amar. Mas eu não havia escolhido estar ou amar outro homem - a orientação [sic] homossexual havia feito isso por mim; eu nunca havia dado o consentimento; eu apenas acreditei, tal como me disse o tal padre, que era apenas a forma como eu havia sido feito.

O que Cristo fez por mim, através do "Catecismo"  e pela mão da Igreja Católica, foi verdadeiramente dar-me de volta a minha vida; eu já não precisava de ser homossexual. Ao tomar essa decisão, escolhi Deus. Dentro de mim, admiti a minha necessidade e eu precisava Dele.

Eu havia sido humilhado e poderia aceitar os Seus Ensinamentos. Isso exigia que eu finalmente aceitasse coisas dolorosas: que eu havia sido magoado, que eu havia sido enganado, e que embora eu tivesse tentado resolver as coisas, eu havia falhado. Eu precisava Dele.





- http://goo.gl/dBL9TQ


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quinta-feira, 19 de março de 2015

O porquê dos homossexuais buscarem a salvação através do sexo.

Por Joseph Sciambra (ex-homossexual)

"O desejo de Deus é um sentimento inscrito no coração do homem, porque o homem foi criado por Deus e para Deus. Deus não cessa de atrair o homem para Si e só em Deus é que o homem encontra a verdade e a felicidade que procura sem descanso." ( http://goo.gl/Gosjci )

Eu vi constantemente por todo o mundo homossexual uma polaridade entre o belo e o feio; entre a busca pelo céu, e o colapso até ao inferno; entre o sacrifício abnegado e o egoísmo que consome tudo; entre o mais profundo desejo por amor e o inflexível desespero da solidão.Tal como eu, todas as pessoas buscavam a excitação mais elevada, mas sempre acabavam com a ressaca mais profunda.

Desde a fase inicial da nossa infância que vemos a salvação através do sexo; afirmação, protecção e cura nos braços de outro homem - algo que nós sempre sentíamos que nos havia sido negado. No nosso mundo caído, isto automaticamente se transforma em actividade sexual.

No "Catecismo da Igreja Católica" é dito que através do pecado original, "Adão e Eva perderam imediatamente a graça da santidade original. Eles passaram a ter medo de Deus" (CIC #399). E, tal como os nossos primeiros pais fizerem, nós ficamos com vergonha e fugimos; passamos a ficar ocos e cobrimos a nossa dor com coisas terrenas; agarramo-nos a folhas da figueira e a pessoas - quem quer que se encontre por perto.

Desta forma, o estilo de vida homossexual torna-se solitário, auto-absorvido, e co-dependente; nós instintivamente encolhemos para a posição fetal; nós caminhamos lado a lado com aqueles que pensam como nós, somos muito sensíveis e muito desconfiados; passamos a ter medo e repulsa por qualquer coisa que aos nossos olhos seja uma ameaça.


Dentro do homossexualismo encontramos consolo embora temporariamente. Uma vez que temos medo de Deus, visto ser Ele a Fonte Primária da felicidade duradoura, voltamos a nossa atenção para o imediato e para o familiar; encontramos consolo no físico e no que conseguimos entender com os nossos sentidos.

Neste mundo físico nós passamos a estar totalmente estabelecidos, no entanto, o que nós tão desesperadamente queremos agarrar e manter continua a fugir; o corpo envelhece, murcha e morre. A transcendência que tanto perseguimos entra em colapso à nossa frente; no mundo homossexual isto ocorreu catastroficamente e com proporções quase-Bíblicas durante o ponto mais elevado da crise da SIDA.

Só na pornografia é que a imagem do macho perfeito se manteve viva; a pornografia simbolizava a busca eterna de todos os homens homossexuais: atingir proporções angelicais ao mesmo tempo que se mantém agarrado à carne. O problema é que este sonho é uma fantasia que se transforma numa farsa - uma mentira tão antiga como o próprio homem; a mesma mentira que a serpente disse a Eva: "....sereis como Deus, sabendo o bem e o mal."

Só que, para termos este conhecimento, nós temos também que ser enganados, para só vermos o caminho da salvação à nossa frente -a via fácil e rápida, e não o caminho que Deus preparou para nós. E, à medida que vamos andando nessa via, deslizamos com tanta facilidade que nos esquecemos dos problemas e das dores do passado; passamos a ser complacentes, por alguns instantes, pensamos que tudo vai ficar bem.

Mas subitamente, alguém nos trai, alguém vai-se embora, alguém morre, ou então apanhamos uma doença, e então estamos sozinhos outra vez. Aquilo que nós pensávamos que nos agarrava à felicidade perde-se. Ocasionalmente, então, nós apercebemo-nos que nada é eterno a não ser Deus.

- http://goo.gl/aV80yD

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A mensagem de Deus para todo  o homossexual que busca a salvação dum estilo de vida auto-destrutivo é a mesma mensagem para todo o ser humano:

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. - Mateus 11:28

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quinta-feira, 5 de março de 2015

Como Madonna Louise Ciccone selou o destino eterno de muitos homossexuais

Por Joseph Sciambra 

Regressando para a comunidade homossexual passados que estavam 10 anos, a poeira e os detritos deixados para trás pela minha geração acalmou ou então foram recolhidos e colocados no caixote de lixo da história; para mim, a ausência promoveu claridade. No entanto, e às vezes, enquanto ando pelas ruas de Castro em West Hollywood, e bem ao virar da esquina, ainda consigo ouvir as reverberações dos antigos batimentos de musica disco, emanando de algumas localizações de clubes de dança que no passado eram armazéns que desde então foram demolidos ou re-ajustados de modo a que passassem a ser um café.

Muitos daqueles que eu amei, desejei e abusei, estão há muito mortos; aqueles que sobreviveram normalmente narram histórias de excessos e de ódios. Numa dessas histórias, um homem homossexual, hoje com 40 anos, queimado e rejeitado pela cena homossexual, reconta como em 1989 (um ano depois de eu ter chegado à Castro) ele quis sair desta vida.

Havendo chegado à mesma realização a que eu cheguei no final dos anos 90, ele havia descoberto que o estilo de vida homossexual era tudo menos glamoroso. No entanto, depois de ouvir e ver a música, e o clip de vídeo respectivo, “Express Yourself” (de Madonna), ele tomou a decisão de ficar. Ansiosos por um nível de amor e excitação que não se encontram presentes no amante actual, Madonna grita:

"Come on girls, do you believe in love…don’t go for second best baby, put your love to the test…make him express how he feels…”

Então, e durante os anos 80, quando os vídeos de música ainda tinham algum tipo de poder junto do público, o vídeo razoavelmente calmo com o nome de “Like a Prayer” foi o suficiente para selar o seu multimilionário contrato de patrocínio com a Pepsi, e o vídeo “Express Yourself” atingiu um apogeu de propaganda ritualizada com a Madonna a enfeitiçar um grupo de homens musculosos escravizados à medida que ela os liberta através da magia do sexo.


O vídeo é inquestionavelmente extasiante, e tal como a maior parte da arte moderna (inspirada na pornografia), o vídeo é uma mistura bizarra do belo e do feio. Em homenagem ao filme Alemão “Metropolis”, Madonna anda um pouco por todo o lado num sobrecarregado ambiente de Art-Deco; usando verde brilhante, ela é a Bruxa Malvada do Leste e é parcialmente Glinda de “The Wizard of Oz.”

Com o seu familiar por perto, um gato preto perfeito, Madonna envia o seu espírito - olhos brilhantes no meio da escuridão - como forma de dar esperança às massas - isto é, os homens que se encontram escravizados num patamar inferior (metáfora dos afligidos e aprisionados homens homossexuais). Tal como o olho de Hórus, ela vê tudo, sabe tudo, ordena (não pede), gera seguidores junto das pessoas confusas, e dá um propósito e ordem à mistura de rapazes que se encontra perdida. Lentamente, eles ouvem a música, e um deles solta-se da prisão, encontrando consolo e liberdade na cama da Madonna.

Quando ouvi a música pela primeira vez, num balneário homossexual de San Francisco, tal como a música de Gloria Gaynor “I Will Survive”  da década anterior ela tornou-se imediatamente num grito de guerra; depois da destruição da SIDA, o medo resultante e a devastação que levou muitos homens homossexuais para o mundo clandestino, a era pós-SIDA queria a falta de restrições desfrutada por aqueles que haviam vivido antes do flagelo: eles queriam-se expressar.

No entanto, e tal como o próprio vídeo, tudo era que uma ilusão; tal como salientou Santo Agostinho, "as maçãs de Sodoma", lindas e maduras, suculentas para o olhar, evaporando-se em pó mal são tocadas.

A imagem tinha poder para balançar os corações de muitos; alguns ficaram e morreram. Outros, tal como eu, giraram ao som da música da Madonna por mais 10 anos, sobrevivendo não se sabe como para ver mais um amanhecer.

Hoje, uma nova geração continua o que Madonna começou: olhos brilhantes com promessas que escondem a presença genuína do inferno. E, tal como a própria Lady Gaga se refere a eles, os "pequenos monstros" da próxima geração ficarão ainda mais doentes. 


- http://goo.gl/sxrozg.

domingo, 21 de setembro de 2014

Confissões dum homossexual recuperado

Numa das maiores pesquisas levadas a cabo junto dos homossexuais Ingleses, os pesquisadores da Cambridge University apuraram que 12% das lésbicas e quase 19% das mulheres bissexuais reportaram problemas mentais, comparadas com as 6% das mulheres heterossexuais.  Enquanto isso, 11% dos homens homossexuais e 15% dos homens bissexuais reportaram problemas, comparados aos 5% dos homens heterossexuais.

Segundo o estudo que foi publicado no Journal of General Internal Medicine, as lésbicas, os homens homossexuais e os homens e as mulheres bissexuais são 50% mais susceptíveis de reportar experiências negativas junto dos serviços de cuidados primários.

O Professor Martin Roland, director do Cambridge Centre for Health Services Research, e que levou a cabo a pesquisa parcialmente financiada pela NHS juntamente com académicos da Rand Corporation e da Harvard Medical School.

Temos que garantir, ao mesmo tempo, que os médicos reconheçam as necessidades das minorias sexuais, e também que essas minorias tenham a experiência de tratamento que os outros pacientes.

Fonte

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Um homossexual que leu a notícia noutro blogue, comentou com as palavras que se seguem.
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Vivi como um homem homossexual durante 20 anos. Sim, essa vida é extremamente disfuncional. Deixei a sub-cultura homossexual e deixei de buscar homens porque me apercebi que isso não "ajudava" o meu estado mental, mas só o tornava drasticamente pior. Existe de facto uma desordem subjacente que os homossexuais tentam resolver. Os seus esforços, no entanto, estão condenados ao fracasso.

Colocando as coisas e forma simples. eles nunca chegaram a desenvolver a sua personalidade masculina. A atracção sexual é sempre em direcção a alguém do sexo oposto. Os homens homossexuais têm uma auto-identidade feminina porque eles não conseguiram criar uma divisão com as suas mães. Uma identidade distinta é formada muito provavelmente por volta dos dois anos, e um pai ausente, distante ou indiferente é um pai que não permite que o filho forme uma identidade masculina.

As estatísticas confirmam esta ideia uma vez que houve um aumento considerável do número de homossexuais na Alemanha por volta de 20 anos depois da 2ª Guerra Mundial. Os rapazes criados por lésbicas são muito mais  susceptíveis de se identificaram mais tarde como homossexuais do que os rapazes que crescem em lares tradicionais, ao mesmo tempo que a taxa de homossexualismo em rapazes criados por dois homens homossexuais não é diferente do seu número na população geral.

O que a minha experiência no mundo homossexual me diz é que as pessoas mais saudáveis são aqueles que são novas nesse estilo de vida; o estilo de vida homossexual não produz felicidade e nem o prometido bem-estar.

Quanto mais o homem se encontra nele, ou quanto mais activo ele é, maiores são as probabilidades de ter mais problemas mentais. Esses problemas são o alcoolismo, o uso de substâncias, relacionamentos abusivos, comportamento de risco, depressão e pensamentos suicidas.

A degeneração parece aumentar nas vidas dos homens que entram nesse mundo. Eles rapidamente ficam desapontados e ficam em busca de excitações mais arriscadas e mais degeneradas. Dentro homossexualismo masculino não existem relacionamentos monogâmicos; em vez disso, os "parceiros" são parceiros na busca de outros parceiros sexuais, ou de drogas ou na execução de papéis ["role playing"].

Independentemente do que experimentam, nada parece reparar o que se encontra de errado neles; consequentemente, eles forçam ainda mais os limites. A morte e a violência parecem sempre ser o tema no final do caminho. Se a atracção sexual é a atracção para alguém do sexo oposto, e ela sempre é, então a excitação dessa atracção significa a morte do indivíduo.

A união com alguém do sexo oposto implica uma aniquilação. Os homens homossexuais vêem uma masculinidade superficial nos outros homossexuais, mas quando eles ficam a saber o real objecto da sua atracção, ficam revoltados com a natureza feminina - a verdadeira pessoa que eles não haviam visto previamente.

A vida dos homens homossexuais é uma série de desilusões ou, se eles são aqueles que inicialmente têm uma aparência feminina, uma série de rejeições. A desesperança da sua busca começa a pesar-lhes na alma, e o desespero leva a um aumento de problemas mentais. Contrariamente ao que diz a propaganda dos activistas homossexuais, "sair do armário" é o pior erro que um homem homossexual pode fazer.

Poucos homens homossexuais vivem até uma idade avançada. Aqueles que vivem são aqueles que, como Quentin Crisp, escolhem viver uma vida celibatária e deixam de se identificar como homossexuais. Alguns homens homossexuais não tomam esta decisão de um modo consciente, mas apenas abandonam esse estilo de vida. Alguns, devido às dificuldades da vida, e após descobrirem uma masculinidade interior que eles nunca haviam conhecido, uma forma diferente de lidar com o conflicto, as negociações e as amizades masculinas, desenvolvem uma identidade masculina num ponto mais avançado das suas vidas.

Eles descobrem também que não já não têm as antigas fixações e as antigas compulsões. Eles descobrem que, durante a maior parte das suas vidas, eles estiverem dentro dum tipo de stress pós-traumático. A maior parte dos homens homossexuais são homens que vivem num estado de histeria. Eles estão a tentar uma auto-reparação consumindo a masculinidade dos outros. Eles vivem vidas de profunda solidão.

Poucas palavras são partilhadas com os seus parceiros sexuais visto ser entendido, a um nível subconsciente, que eles não querem a ilusão da masculina dos outros destruída. A experiência já lhes ensinou que eles sentirão repulsa ou serão rejeitados, e como tal, as suas vidas têm que ser sempre fantasias solitárias.

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