Mostrar mensagens com a etiqueta Emocional. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Emocional. Mostrar todas as mensagens

domingo, 21 de junho de 2015

Mães dominantes e filhos homossexuais

Apesar de enorme publicidade que lhes é conferida, os estudos que supostamente provam que a homossexualismo masculino é causado pelos genes ou por anomalias cerebrais revelaram-se como sendo na sua maioria sem qualquer fundamento.

Estudo publicados recentemente encontraram poucas ou nenhumas evidências genéticas, a mesmo tempo que há um enorme corpo de evidências que sugerem que o homossexualismo  tem um significativo componente ambiental.

Os homens homossexuais são duas vezes mais susceptíveis que os heterossexuais  de virem duma família disfuncional, metade pintando a seguinte imagem da sua adolescência:

* A mãe era o centro da sua atenção, e eles eram anormalmente próximos;

* Ela olha para as brincadeiras mais energéticas como perigosas, e fica excessivamente ansiosa em relação à segurança e saúde dele;

* Isto inibe a sua agressividade, e está muito agarrado e ansioso perante a perspectiva de ficar separado dela.

* Na parte inicial da sua adolescência, ela pode até flirtar com ele

* Ela é uma mãe dominante, poderosa e pouco confortável com a masculinidade; ela chega até a emasculá-lo;

* Ela toma mais decisões familiares que o pai, e é a personalidade forte;

* O pai encontra-se rejeitado, ou retirado, ou é fraco, está ausente - emocionalmente, literalmente ou uma combinação destas

* O relacionamento marital dos pais é um desastre.


Os homens homossexuais tendem a ter um relacionamento negativo com os pais, metade deles (comparados com 1/4 dos heterossexuais) sentido raiva, ressentimento e medo dos pais, que eles consideram ser frio, hostil, desligado e submisso. Eles não olham para os pais como exemplo.

Mais de 70% dos homens homossexuais sentem-se diferentes dos pais enquanto crescem, (contra 1/3 dos heterossexuais), e mais parecidos com as mães. Cerca de metade sente que as suas mães não querem que eles cresçam e fiquem iguais aos pais, e mais de 2/3 sente que as suas mães dominaram os seus pais.

- http://goo.gl/Al2pGq
.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

"Apesar de invisível, a violência nas relações homossexuais é tendencialmente mais elevada"

Apesar de invisível, a violência nas relações homossexuais é “tendencialmente mais elevada”. Esta é a ideia-chave de um estudo que acaba de ser feito na Universidade do Minho (UM): 39,1 por cento dos participantes admitiram ter adoptado algum comportamento violento e 37,7 revelaram ter sido vítimas de, pelo menos, um acto abusivo no ano anterior.

A amostra é pequena e específica”, ressalva Carla Machado, co-autora com Laura Gil Costa e Rute Antunes. Responderam ao inquérito 151 indivíduos dos 15 aos 60 anos ligados a associações de defesa dos direitos dos homossexuais – 37,7 por cento eram estudantes, 19,9 exerciam profissões intelectuais e científicas, e as pessoas “mais escolarizadas tendem a identificar como violentos comportamentos banalizados pelas menos escolarizadas”.

Analisando o que cada um admite já ter praticado, a violência psicológica é mais frequente (30,5) do que a física (24,5). Analisando o que cada um diz já ter sofrido, a tendência mantém-se: 35,1 por cento foram vítimas de, pelo menos, um acto de violência emocional e 24,5 de uma agressão física no último ano.

O mais comum é insultar, difamar, humilhar, partir ou danificar objectos de propósito ou deitar a comida no chão para assustar, gritar ou ameaçar, dar uma bofetada. Foi encontrada uma forma específica de abuso: o “outing” ou ameaça de “outing” (revelação indesejada da orientação sexual do parceiro se este tentar acabar a relação). O que pode causar “perda de emprego, abandono de familiares e amigos ou da custódia de um filho”.

Igual a outros países

Estes resultados vão ao encontro das taxas encontradas noutros países. A tendência para maior violência é clara: numa investigação sobre violência conjugal heterossexual, que teve por base 2391 famílias, 22,2 por cento dos sujeitos assumiram-se como vítimas e 26,22 por cento como agressores.

A professora da UM diz que a violência entre casais [sic] do mesmo sexo tem sido “negada ou ocultada” pela comunidade homossexual, já que reforça estereótipos negativos, e pelos investigadores da área, já que interroga o pressuposto feminista de que a violência é filha da desigualdade de género. As questões de género “são relativas”, já que estão “associadas a diferenças de poder e as diferenças de poder ocorrem independentemente do género”, advoga.

Como nas relações heterossexuais, “a vítima sente-se isolada, vulnerável, presa à relação”. Prende-a o amor. Prende-a o factor financeiro quando a relação implica rendimentos, negócios, aquisições conjuntas. Há, porém, uma “importante diferença”: o preconceito.

Teia de silêncio

Diversos mitos ajudam a construir uma teia de silêncio. A sociedade tende a encarar as “relações homossexuais como igualitárias”, “imunes à violência íntima”. E a acreditar na suposta “facilidade (emocional e financeira) que a vítima teria em abandonar a relação”. Como se as suas relações fossem “meramente sexuais”.

Múltiplos estudos sugerem que os homossexuais são “profundamente discriminados em diversos sectores da sociedade”. Na família, no acesso a trabalho e morada, no emprego, na escola, na polícia, no exército e noutras instituições. Podem “sentir que estão sós contra o mundo – e esse sentimento pode alimentar a relação, mas também torná-la mais tensa”, explica.

A homofobia pode gerar “baixa auto-estima ou sentimento de inadequação sexual, que o sujeito procura compensar através da subjugação do parceiro”. Também pode “funcionar como um legitimador da violência sofrida, uma vez que o indivíduo acredita que é merecedor ou até mesmo culpado da violência”.

As vítimas homossexuais têm em regra menos apoio. Por vezes, os familiares nem sabem que elas têm uma relação íntima. Revelar a violência também pode ser encarado como uma forma de reforçar a imagem negativa que a família tem da homossexualidade. As vítimas chegam a preferir “manter um relacionamento íntimo violento a permitir comentários do tipo: 'Eu bem te avisei.’

E os serviços? Não há casas abrigo para homens. E Carla Machado questiona-se sobre a sensibilidade que terá quem trabalha em casas abrigo destinadas a mulheres e crianças para lidar com lésbicas vítimas de violência doméstica.

A prevalência alerta-nos para a necessidade de maximizarmos a visibilidade deste fenómeno”, conclui o artigo científico, que foi há uns dias para publicação numa revista científica. “Num contexto social preconceituoso, sem campanhas de informação adequadas ou serviços específicos, muitas vítimas de violência íntima não são sequer capazes de reconhecer as suas relações como abusivas”.

As investigadoras julgam importante criar serviços ou, pelo menos, alargar os já existentes aos homossexuais. Acham que “o maior desafio face à violência nas relações homossexuais continua a ser a cegueira inerente à homofobia”.


* * * * * * *
O artigo é claramente tendencioso em favor do homossexualismo, mas o que interessa reter é que as relações homoeróticas são, em média, mais violentas que as relações dentro dum casal.

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...