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sexta-feira, 7 de março de 2014

A rapariga transsexual e o "crime de ódio" que nunca foi

A polícia da pequena cidade no norte da Califórnia com o nome de Hercules havia dado início a uma investigação em torno de abuso sexual e crime de ódio depois duma rapariga que se identifica como "rapaz" alegadamente ter sido atacada por três rapazes adolescentes enquanto usava a casa de banho que está de acordo com a sua identidade de género (isto é, a casa de banhos dos rapazes).

Segundo o Departamento Policial de Hercules, a estudante de 15 anos afirmou que estava a sair da casa de banho dos rapazes quando foi confrontada por "três jovens não identificados do sexo masculino". A estudante disse às autoridades que os três rapazes, que se acreditam ter cerca de 16,17 anos, empurraram-na para zona dos deficientes da casa de banho, onde ela foi "agredida fisicamente e sexualmente".
Só que ela mentiu.

Segundo Van Putten, detective policial de Hercules, a adolescente transgénero retratou-se da história que havia contado, "admitindo que a havia fabricado totalmente" durante uma entrevista com um detective. A estudante admitiu finalmente que havia inventado a história durante a entrevista que se seguiu com um detective (na Terça-Feira) mas a detective Van Putten não especulou em torno das razões que levaram a rapariga a mentir.

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A detective não especulou, mas nós podemos especular. Fingir ser uma vítima é a forma através da qual os pervertidos adquirem o poder sobre os outros. Uma vez que não existe opressão genuína na nossa sociedade (algo que contradiz a ideologia esquerdista), a opressão tem que ser fingida de modo a que os pervertidos possam justificar o seu estatuto elevado aos olhos dos idiotas liberais que insistem em estimular a desilusão mórbida dos pervertidos ao identificarem os transgéneros com pronomes que não estão de acordo com a sua composição cromossómica.

Mas não se preocupem, esquerdistas. O pequeno anjo não sofrerá qualquer represália por colocar a polícia em trabalhos dispendiosos numa investigação corpulenta em torno da profanação da Pessoa com Perversidade Privilegiada:
Mario Trujillo, porta-voz da "West Contra Costa Unified School District", dise que os oficiais da escola estão menos preocupados em punir a estudante do que garantir que ela obtenha todo o apoio que precisa para se sentir segura e confortável na escola. “Reconhecemos que a vida é complicada, e que no final do dia isto foi um pedido de ajuda,” disse Trujillo.
Tal com com o logro da Tawana Brawley, para os esquerdistas não interessa se o incidente ocorreu ou não, mas sim que teoreticamente poderia ter ocorrido na pseudo-realidade ideológica na qual eles vivem. As mentiras da estudante anónima são, portanto, essencialmente, verídicas:
"Existe ainda uma peça importante desta história, que é o nível elevado de intimidação ["bullying"] e violência, incluindo agressões física que os jovens trans sofrem nas escolas, afirmou Carolyn Laub, directora-executiva da "Gay-Straight Alliance Network."
Tal como com o racismo e a "islamofobia", os elevados níveis de intimidação e violência são, na sua maioria, fraudes. Eis aqui uma lista parcial:


Da próxima vez que algum membro das castas mais elevadas da hierarquia vitimista esquerdista alegar estar a ser "oprimida", riam-se dela sem vergonha visto que eles não nos deixam com outra escolha.
Fonte.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

"Apesar de invisível, a violência nas relações homossexuais é tendencialmente mais elevada"

Apesar de invisível, a violência nas relações homossexuais é “tendencialmente mais elevada”. Esta é a ideia-chave de um estudo que acaba de ser feito na Universidade do Minho (UM): 39,1 por cento dos participantes admitiram ter adoptado algum comportamento violento e 37,7 revelaram ter sido vítimas de, pelo menos, um acto abusivo no ano anterior.

“A amostra é pequena e específica”, ressalva Carla Machado, co-autora com Laura Gil Costa e Rute Antunes. Responderam ao inquérito 151 indivíduos dos 15 aos 60 anos ligados a associações de defesa dos direitos dos homossexuais – 37,7 por cento eram estudantes, 19,9 exerciam profissões intelectuais e científicas, e as pessoas “mais escolarizadas tendem a identificar como violentos comportamentos banalizados pelas menos escolarizadas”.

Analisando o que cada um admite já ter praticado, a violência psicológica é mais frequente (30,5) do que a física (24,5). Analisando o que cada um diz já ter sofrido, a tendência mantém-se: 35,1 por cento foram vítimas de, pelo menos, um acto de violência emocional e 24,5 de uma agressão física no último ano.

O mais comum é insultar, difamar, humilhar, partir ou danificar objectos de propósito ou deitar a comida no chão para assustar, gritar ou ameaçar, dar uma bofetada. Foi encontrada uma forma específica de abuso: o “outing” ou ameaça de “outing” (revelação indesejada da orientação sexual do parceiro se este tentar acabar a relação). O que pode causar “perda de emprego, abandono de familiares e amigos ou da custódia de um filho”.

Igual a outros países

Estes resultados vão ao encontro das taxas encontradas noutros países. A tendência para maior violência é clara: numa investigação sobre violência conjugal heterossexual, que teve por base 2391 famílias, 22,2 por cento dos sujeitos assumiram-se como vítimas e 26,22 por cento como agressores.

A professora da UM diz que a violência entre casais [sic] do mesmo sexo tem sido “negada ou ocultada” pela comunidade homossexual, já que reforça estereótipos negativos, e pelos investigadores da área, já que interroga o pressuposto feminista de que a violência é filha da desigualdade de género. As questões de género “são relativas”, já que estão “associadas a diferenças de poder e as diferenças de poder ocorrem independentemente do género”, advoga.

Como nas relações heterossexuais, “a vítima sente-se isolada, vulnerável, presa à relação”. Prende-a o amor. Prende-a o factor financeiro quando a relação implica rendimentos, negócios, aquisições conjuntas. Há, porém, uma “importante diferença”: o preconceito.

Teia de silêncio

Diversos mitos ajudam a construir uma teia de silêncio. A sociedade tende a encarar as “relações homossexuais como igualitárias”, “imunes à violência íntima”. E a acreditar na suposta “facilidade (emocional e financeira) que a vítima teria em abandonar a relação”. Como se as suas relações fossem “meramente sexuais”.

Múltiplos estudos sugerem que os homossexuais são “profundamente discriminados em diversos sectores da sociedade”. Na família, no acesso a trabalho e morada, no emprego, na escola, na polícia, no exército e noutras instituições. Podem “sentir que estão sós contra o mundo – e esse sentimento pode alimentar a relação, mas também torná-la mais tensa”, explica.

A homofobia pode gerar “baixa auto-estima ou sentimento de inadequação sexual, que o sujeito procura compensar através da subjugação do parceiro”. Também pode “funcionar como um legitimador da violência sofrida, uma vez que o indivíduo acredita que é merecedor ou até mesmo culpado da violência”.

As vítimas homossexuais têm em regra menos apoio. Por vezes, os familiares nem sabem que elas têm uma relação íntima. Revelar a violência também pode ser encarado como uma forma de reforçar a imagem negativa que a família tem da homossexualidade. As vítimas chegam a preferir “manter um relacionamento íntimo violento a permitir comentários do tipo: 'Eu bem te avisei.’”

E os serviços? Não há casas abrigo para homens. E Carla Machado questiona-se sobre a sensibilidade que terá quem trabalha em casas abrigo destinadas a mulheres e crianças para lidar com lésbicas vítimas de violência doméstica.

“A prevalência alerta-nos para a necessidade de maximizarmos a visibilidade deste fenómeno”, conclui o artigo científico, que foi há uns dias para publicação numa revista científica. “Num contexto social preconceituoso, sem campanhas de informação adequadas ou serviços específicos, muitas vítimas de violência íntima não são sequer capazes de reconhecer as suas relações como abusivas”.

As investigadoras julgam importante criar serviços ou, pelo menos, alargar os já existentes aos homossexuais. Acham que “o maior desafio face à violência nas relações homossexuais continua a ser a cegueira inerente à homofobia”.


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O artigo é claramente tendencioso em favor do homossexualismo, mas o que interessa reter é que as relações homoeróticas são, em média, mais violentas que as relações dentro dum casal.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Professora é espancada por travestis após 'esbarrão' dentro de Rodoviária

Uma professora universitária foi espancada, dentro da Rodoviária de Santos, no litoral de São Paulo, após esbarrar em dois travestis que estavam no local. Júlia Fernandes estava acompanhada do pai, de 63 anos, quando ambos foram atacados pela dupla no momento em que aguardavam um ônibus que iria para a cidade de São Paulo. Ninguém foi preso.

Segundo Júlia, ela e o pai tinham acabado de fazer um saque em um dos caixas eletrônicos da rodoviária de Santos e buscavam uma cadeira para aguardar o ônibus. “Estávamos aguardando o ônibus, já que estávamos uns 20 minutos adiantados. Fizemos um saque e fomos procurar um banco para sentarmos”, conta.

Quando procurava um lugar para sentar, dois travestis trombaram nela e no pai. “Ambos passaram pela gente dando um esbarrão. Logo em seguida eu perguntei se eles não enxergavam. Isso foi suficiente para um deles partir para cima de mim e do meu pai”, explica.

Após as agressões, Júlia conta que não teve ajuda dos seguranças da rodoviária. Segundo ela, não houve nenhum movimento para separar a briga. “Após caírmos no chão e nos levantarmos, os dois ainda estavam no local. Eu pedi para os seguranças não deixarem eles fugir. Não nos estenderam nem o braço para nos ajudar a sair do chão. Nossos pertences ficaram espalhados pela rodoviária”, conta.

A professora registrou boletim de ocorrência contra os travestis e fez o exame de corpo de delito em São Paulo, cidade onde mora. Ela diz que entrará na Justiça contra a rodoviária de Santos e também fará uma queixa na ouvidoria da cidade.

A Prefeitura de Santos afirmou, por meio de nota, que a vigilância na rodoviária de Santos é feita por uma empresa contratada pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que é responsável pela administração do serviço e que, conforme o relatório da empresa, um dos vigilantes percebeu o desentendimento e agiu de imediato para separar os envolvidos.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Mulher é presa ao agredir namorada com vibrador durante acto sexual

A americana Mia McCarthy foi presa em Palm Beach, na Flórida (EUA), depois que sua namorada a acusou de agredi-la com um vibrador durante um acto sexual e por usá-lo por tempo demais, tornando o sexo “muito agressivo”.

De acordo com o site “The Smoking Gun”, McCarthy, de 23 anos, definida por ela mesma como “sadomasoquista”, estava com a parceira de 52 anos em casa, após voltar de uma boate na qual festejavam o aniversário da mulher mais velha.

Quando iniciaram o acto sexual, utilizando o brinquedo erótico, a vítima alegou que foi agredida com o vibrador, e que teria dito que estava sentindo dor. McCarthy, no entanto, não deu ouvidos às reclamações, e alegou que ambas as mulheres estavam fazendo “sexo consensual” e que ambas gostavam de “actos sexuais agressivos”.

Após ser detida, Mia pediu desculpas à parceira pelo comportamento envolvendo o vibrador. McCarthy acabou acusada de agressão e levada para a cadeia do condado de Palm Beach, com fiança estabelecida em R$ 112 mil.


quarta-feira, 10 de julho de 2013

Activistas homossexuais agridem Cristão durante uma marcha homoerótica

Um pregador de rua foi repetidamente esmurrado na cabeça e pontapeado no corpo por dois homens durante a "Seattle’s Pridefest" neste Domingo que passou - e todo o confronto foi gravado.

No vídeo perturbador que se encontra no youtube e reportado pela "Seattle’s KOMO news", dois pregadores de rua Cristãos podem ser vistos sobre a relva. Um dos pregadores tem um placard onde se lê "Jesus Salva e Cura" e "Arrependam-se", enquanto o outro tem na sua mão uma Bíblia.

No princípio do vídeo um homem corpulento aproxima-se raivosamente dos dois pregadores, ao mesmo tempo que uma das mulheres empurra de forma repetida o homem que tem a Bíblia e exige que ele se vá embora.

A situação continua a escalar até ao ponto onde um certo número de pessoas tenta tirar o placard das mãos do Cristão. Quando um dos homens consegue por fim retirar o sinal das mãos do Cristão, uma luta corpo a corpo ocorre e o homem corpulento visto no princípio do vídeo corre e esmurrra várias vezes a cabeça dum dos pregadores ao mesmo tempo que outro homem o pontapeia repetidamente. Outros tentam acabar com a luta.

A polícia prendeu Jason Queree (36 anos) que se crê ter sido o atacante principal. Alegadamente, Jason tem uma longa história de prisões e condenações por uma variedade de comportamento criminoso. Um segundo suspeito foi também preso.

AVISO: O vídeo contém profanidades e violência perturbadora por partes dos activistas homossexuais. A violência levada a cabo pelos activistas gays pode ser vista a partir do minuto 2:35.


Este incidente é parecido com outro que ocorreu na parada de "orgulho" gay de Toronto do ano passado (também grava em vídeo) onde um pregador Cristão foi rodeado por uma turba enraivecida de homossexuais. No entanto, nesse caso, a polícia tomou o lado dos participantes da marcha homossexual e disse ao pregador que "Vocês estão a promover o ódio." Por fim, a polícia forçou David Lynn e a sua equipa do ministério com o nome "Christ’s Forgiveness Ministries" a abandonar a área e a acabar com a pregação.

O ataque levado a cabo em Seattle é mais um exemplo da crescente onda de violência levada a cabo pelos activistas homossexuais. Em Agosto último um activista homossexual quase que foi bem sucedido na sua tentativa de matar funcionários da "Family Research Council"; o que impediu o sucesso dos seus propósitos anti-Cristãos foi o gesto heróico de um dos guardas.

Em Janeiro deste ano um grupo de Católicos brasileiros que se organizou e se manifestou publicamente ara marchar contra o aborto e contra a normalização do homossexualismo, foi vítima de ataques por parte de activistas homossexuais. Os Católicos foram cuspidos, assediados, e agredidos fisicamente pela turba de gays,  lésbicas e simpatizantes com a agenda homossexual.

Em Abril deste ano o líder da Igreja Católica na Bélgica, o arcebispo Andre-Joseph Leonard, permaneceu calmo e sentado, com os olhos fechados e em oração, à medida que 4 activistas lésbicas o atacavam com gritos e profanidades, e atiravam água contra ele.

No ano passado, um grupo homossexual auto-intitulado “Angry Queers” assumiu a responsabilidade por ter atirado pedras do tamnho duma bola de basebal para 9 janelas da  "Portland’s Mars Hill Churc", conhecida por ser a favor do casamento natural.


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Não há forma alguma de existir algum tipo de paz ou acordo entre os defensores do homoerotismo e os Cristãos. A guerra aproxima-se e ela vai deixar marcas e casualidades em ambos os lados.

sexta-feira, 22 de março de 2013

O choque dos grupos-vítima



Uma cena chocante (e inusitada) está repercutindo nas redes sociais. Um vídeo amador registrado por alunos da Escola Estadual Ignácio Shevinski Filho, localizada no município de Sorriso (396 km de Cuiabá) mostra a surra levada por uma estudante.

A adolescente teria sido espancada por um jovem homossexual da mesma escola porque o namorado dela teria ameaçado o agressor por causa de sua orientação sexual. O ato covarde do rapaz teria sido uma espécie de vingança.

O vídeo, que ao que tudo indica foi gravado com a intenção de mostrar o feito, mostra o rapaz cruzando o caminho da garota num corredor da escola e após uma breve discussão, partindo para agressão.

O adolescente desfere um soco no rosto da garota e continua a bater nela enquanto a mesma desce rolando um barranco. Outros colegas do agressor incentivam-no a bater mais.

Após o ocorrido, pixações foram feitas no muro da escola com dizeres ‘vai morrer’ e outras ameaças.

Em entrevista a uma TV local, a directora da escola, Shirlei Mello, disse que vai levar o caso ao Conselho Tutelar.




Fonte

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O único homem que pode agredir uma mulher sem que o lobby feminista se manifeste é o homem homossexual.


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Espancado por recusar avanços sexuais de um homossexual

Um soldador de 42 anos foi vítima de espancamento na madrugada de Domingo passado, 19 de Agosto, depois de rejeitar uma proposta para um programa homossexual. Ele contou à Polícia Militar que estava alcoolizado quando encontrou o homem que lhe ofereceu R$150 para que mantivesse relações sexuais com ele. O soldador até chegou a aceitar, mas depois desistiu. Indignado, o homossexual que fez a proposta deu socos e chutes na vítima.

O caso aconteceu na avenida Cristina Gazire, altura do bairro Juca Rosa. O soldador contou que o agressor, de porte avantajado, parecia ter cerca de 35 anos. Segundo ele, o autor aproveitou de seu estado alcoolizado para seduzi-lo para o programa. O soldador chegou a ir a um matagal antes de desistir no meio do caminho.

O homossexual ficou irritado e desferiu socos e chutes no peito e no rosto do soldador. A vítima sofreu cortes no nariz e nos lábios, além de ter um dente quebrado. Ele foi atendido pelo Samu e levado ao Pronto Socorro Municipal de Itabira, onde permaneceu sob cuidados médicos por causa de uma suspeita de fratura na face.

Após as agressões, o autor fugiu a pé. Policiais militares de Itabira fizeram rastreamento pelas imediações do local do crime, mas não encontraram suspeitos com as características descritas pela vítima.

sábado, 11 de agosto de 2012

Mais um activista homossexual que mente e diz ter sido vítima de "crime de ódio"

Jovem homossexualista que alegou ter sido espancado no que seria qualificado de "crime de ódio" apareceu no tribunal e admitiu ter inventado todo o incidente.

A história de Joseph Baken propagou-se de Missoula, Montana, por todo o país quando uma foto do seu rosto ensanguentado causou comoção pela internet.

Agora, e depois de ter emergido um vídeo onde se vê ele a tentar um salto mortal, e a falhar, ele declarou ter inventado a história toda.

Scott Brodie, oficial da polícia, disse que a decisão de apresentar queixas foi parcialmente motivada pelo clima de medo e ressentimento gerado pelas suas alegações.

Segundo se sabe, as mesmas organizações e sites "anti-homofobia" estão a criticar Baken, alegando que ele minimizou um assunto que é extremamente sério para muitos que são vítimas genuínas de crimes de ódio.

Fonte

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Os culpados por incidentes como este são os restantes membros da sociedade uma vez que estes recusam-se a viver segundo as expectativas "homofóbicas" dos activistas homossexualistas. Se o resto da sociedade começasse a levar a cabo o tipo de incidentes dos quais depende a retórica homossexualista, eles, coitados, não se veriam na necessidade de mentir e inventar actos de "crimes de ódio" que manifestamente tardam em se materializar.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Demonstração Católica atacada por militante pró-sodomia

No dia 2 de Junho de 2011, em Fairport, New York, voluntários da "American Society for the Defense of Tradition, Family, and Property" (TFP) foram atacados enquanto se demonstravam de forma pacífica em suporte do casamento.

Eis o vídeo do ataque .

O grupo Católico encontrava-se a manifestar estandartes de apoio ao casamento e distribuindo boletins de propaganda com o título de "10 Reasons Why Homosexual ‘Marriage’ Is Harmful and Must Be Opposed." O panfleto apela aos nova-iorquinos para resistirem com firmeza e pacificamente a agenda dos activistas homossexuais.

Os jovens Católicos foram alvo de ataques por parte de um homem pró-sodomia que derrubou e rasgou um dos estandartes que dizia "Casamento de Deus: 1 Homem & 1 Mulher". Quase imediatamente o homem ameaçou destruir a câmara que o grupo trazia. "Vou dar cabo da vossa câmara!" disse ele.

A seguir, o homem aproximou-se de outro Católico que exibia um estandarte onde se lia "Buzine se for a favor do casamento tradicional" e disse:

Vais-me dar o teu sinal vai ser preciso eu rasgá-lo também?

Durante a mesma demonstração Católica, um homem, de dentro dum veículo que passava pela rua, atirou uma garrafa de cerveja que atingiu o voluntário Michael Shibler. A garrafa atingiu-o na testa causando um inchaço e sangue. A polícia local está a investigar ambos os incidentes.O voluntário Shibler disse:

Estas tácticas de intimidação não vão de forma alguma desencorajar a minha determinação em promover a verdade àcerca do casamento e da caridade. A nossa causa é nobre e nós vamos vencer.

Alguns dizem que o "casamento" homossexual não prejudicam nem afectam ninguém. Bem, a pancada na minha testa é um exemplo em como prejudica os outros.

Os proponentes anti-família gostariam de silenciar por completo o meu direito à liberdade de expressão (manifesto na 1ª Emenda). Enquanto eles exigem tolerância por aquilo que eles chamam de "diversidade", eles são totalmente intolerantes de pontos de vista que contradigam os seus.

A TFP é uma organização Católica fundamentada na missão de combater o que eles chamam de "A Guerra Cultural". Eles colocam-se nas nas linhas da frente a partir de defesas pacíficas de valores como a tradição, a família e a propriedade privada - tudo coisas que os esquerdistas querem destruir como forma de concentrar o poder político nas suas mãos.

○Fonte○

terça-feira, 17 de maio de 2011

Bolsonaro contra uma histérica socialista

Este vídeo engloba em si quase tudo o que move o lobby homossexual - e a esquerda em si. Havia tanta coisa para dizer, mas vamos ser breves.

Primeiro o vídeo.

  • 0:04 - A histérica chama o Bolsonaro de homofóbico e criminoso. Sim, leram bem. Homofóbico e criminoso.

Portanto, de acordo com o lobby sodomita e os idiotas que a suportam, defender que o ânus não é um órgão sexual é "crime". Daí se infere que num futuro próximo, não vai ser possível falar contra esse comportamento sem que a lei se abata sobre os brasileiros conservadores.

  • 0:11 - A histérica diz "Tire isso daqui; me respeita!"

Espera lá. Falar contra os planos do lobby homossexual de indoutrinar crianças de 5 anos em favor do comportamento homossexual é uma "falta de respeito"? E onde estava o respeito dela pela liberdade de expressão de Bolsonaro?

Durante a altura em que a histérica gritava, um dos presentes perguntou-lhe sobre a liberdade de expressão. Ela nada disse porque, para ela, liberdade de expressão é uma coisa que o governo dá (e não algo que a pessoa nasce com).

  • 0:27' - A lunática grita "Homofobia com dinheiro público!"

Isto é ridículo porque ela (tal como todos os socialistas) querem usar dinheiro público para promover o homossexualismo. Portanto, para ela, o dinheiro público só pode ser usado em favor de ideologias que estejam de acordo com a esquerda.

  • 0:53 - "Eu vou-te denunciar!" diz a histérica.

Mas qual vai ser a acusação? Só se for o crime de suportar o bafo mal cheiroso da feminista-homossexualista em questão.

  • 1:02 - "Tem que ser é caçado"

Sim, porque quem se opõem à agenda socialista tem que ser removido do caminho.

  • 1:25 - O VERDADEIRO propósito do PL-122: "Nós queremos criminalizar pessoas como tu!"

Ai está o verdadeiro motivo das leis "anti-homofobia". Não é "proteger" os homossexuais mas sim tornar ilegal TODA a crítica ao comportamento dum dos grupos que a esquerdalha classifica de "vítimas".

Repito, o propósito é tornar CRIME falar contra o COMPORTAMENTO de quem os socialistas catalogaram como "grupo vitimado".


Este é sem dúvida um dos mais reveladores vídeos no que se refere as verdadeiras intenções da esquerdalha internacional. Toda a conversa de "direitos humanos", e "crimes contra homossexuais" ou coisa que se pareça são totalmente irrelevantes.

A senadora ou deputada ou seja lá o que ela fôr, revelou de forma clara, concreta e concisa o que o PL-122 vai fazer aos brasileiros que não concordem com o homossexualismo: torná-los a todos criminosos apenas e só por não considerarem o ânus um órgão sexual.

PS: Eu não consegui vêr a agressão que a baleia socialista levou a cabo contra Bolsonaro, mas eis uma sugestão em como lidar com histéricas defensoras do "igualdade de direitos":

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