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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Mais um horrível crime de ódio.

Perdão. Eu quis dizer "Mais uma horrível FALSA alegação de crime de ódio"

Polícia alega que lésbica fingiu ser vítima de crime de ódio e gravou uma cruz no próprio peito

A história de Charlie Rogers em torno da forma como rastejou para a casa da sua vizinha às 4 da manhã - ensanguentada - depois de ter sido brutalmente atacada por 3 homens parecia ser demasiado horrível para ser verdade. Segundo a polícia de Lincoln, Nebraska, é isso mesmo que a história é: uma história. Aparentemente a lésbica nunca chegou a ser atacada.

No dia 22 de Julho a lésbica de 33 anos, antiga estrela de basquetebol da University of Nebraska, chegou à porta de entrada da sua vizinha Linda Rappl com uma história digna dum filme de horror. Três homens mascarados entraram na sua casa, amarraram-na, gravaram uma cruz no seu peito e outras expressões anti-homossexualismo nos seus braços e estômago, pintaram palavras carregadas de ódio nas paredes da sua casa e, por fim, tentaram incendiar a sua casa.

Tudo o que conseguia ver era uma cruz gravada na sua testa e sangue a escorrer,” afirmou Rappl.

Rogers disse que os homens agarraram-na sobre a cama, fizeram golpes na sua carne - desde as coxas até ao queixo - viraram-na ao contrário, e fizeram golpes desde as suas nádegas até à omoplata direita. Linda Rappl descreveu as feridas como "superficiais" mas sinal de "tortura."

A polícia de Lincoln encontrou as paredes da casa de Rogers cobertas com mensagens que incluíam coisas como "Encontramos-te, fufa," e "Deixa as crianças em paz." Para além de terem encontrado vestígios de gasolina, a sua porta havia sido arrombada.

A vizinha Rappl disse:

Quando ela se encontrava à minha porta, eu acreditei em tudo. Não tinha motivo para questionar o que ela afirmava ter ocorrido.
À medida que a sua história fazia ricochete pela internet, a vizinhança e as pessoas das áreas circundantes acreditaram também na sua história.

A "Heartland Pride" (com sede em Omaha) levou a cabo uma manifestação junto da capital de Lincoln, atraindo 1,000 participantes e angariando cerca de $1,800, - verbas que a presidente de Heartland Beth Rigatuso depositou na conta bancária de Rogers. A "First Plymouth Congregational Church" levou a cabo um segundo evento em sua honra.

O Mayor de Lincoln, Chris Beutler - Democrata [=esquerdista] - emitiu uma declaração afirmando que, "Estamos em sintonia com os nossos cidadãos gays ou lésbicas em denunciar a violência dirigida a qualquer grupo."

Mas a história de Rogers rapidamente começou a desmoronar, especialmente quando a polícia afirmou que as suas declarações variaram de forma marcada nas 4 vezes que ela foi questionada.

A investigadora do Departamento Policial de Lincoln (LPD), Lynette Russell disse que encontrou a colcha - onde ela alegadamente foi imobilizada e torturada - "colocada de forma normal sobre a cama, sem sinal algum de luta" e sem qualquer vestígio de sangue.

Havia também a questão das feridas. Russell disse que elas "pareciam ser superficiais e simétricas, evitando áreas sensíveis do corpo." Elas pareciam consistentes com alguém a escrevê-las em si mesmo, alegou Russell

No local do evento, a polícia encontrou um par de luvas de malha brancas. O Chefe de Polícia Jim Peschong disse:
Inicialmente, ela disse aos investigadores que as luvas haviam sido as únicas coisas deixadas para trás pelos agressores, e que as mesmas não eram dela.
Mas o único ADN que o Centro Médico da Universidade do Nebraska encontrou "estava de acordo com o da Miss Rogers."

Mais tarde a polícia descobriu que, no dia 17 de Julho, ela havia comprado - na loja Ace Hardware - um par de luvas de malha brancas, laços zip, uma faca utilitária e lâminas. Compararam-se os códigos de barra com aqueles vendidos na loja, e um dos empregados identificou Rogers como tendo feito compras lá.

Um dia depois de ter feito compras na Ace - 4 dias antes do alegado "crime de ódio" - Rogers postou no Facebook:
Talvez seja muito idealista, mas dentro de mim tenho a firme convicção que podemos tornar as coisas melhores para todos. Eu serei um catalisador. Farei o que for preciso. Fiquem de olho em mim.
O chocante incidente aconteceu no preciso momento que a cidade debate medidas em torno dos "direitos gay", a “Fairness Ordinance.” A polícia de Lincoln defende que Rogeres simulou o ataque como forma de ganhar apoio para a agenda política homossexual.

Quando as investigações começaram a implicá-la, Rogers apareceu numa entrevista na KETV. A sua advogada na altura, Megan Mikolajczyk, tinha-se preparado para falar com os órgãos de comunicação, mas cancelou tudo afirmando "As coisas sofreram algumas alterações." Pouco depois ela abandonou o caso.

Durante a sua entrevista, Rogers afirmou, entre as lágrimas:
Comecei a sentir-me como um peão num jogo que não é o meu. O que realmente interessa é a historia.
Ela disse que o chocante evento "dá início a atitude mais acesa - e isso é uma coisa boa. No entanto, também pode ser uma coisa má."

Há medo mas também resistência," afirmou ela. Naquilo que pode ser uma referência ao slogan da campanha de reeleição do Presidente Obama, ela conclui afirmando "Há também o Avanço [Forward].

A polícia levou-a ao juiz de Lancaster County, acusando-a de reportar um evento que "ela sabia ser falso," como parte do seu plano de causar a polícia a "instigar uma investigação em torno dum alegado assunto criminoso."

A patologista do FBI, Michelle Elieff, que foi chamada para investigar o presumido crime de ódio, escreveu que as feridas foram auto-infligidas ou causadas após permissão da Rogers.

O Chefe de Policie Peschong afirmou:
O FBI, o "Bureau of Fire Prevention" e o Departamento Policial de Lincoln investiram uma exorbitante porção do seu tempo e dos recursos do seu pessoal a investigar este incidente.
Após ser acusada dum crime do qual pode resultar uma condenação até 1 ano de prisão, Rogers declarou-se como inocente.

O facto da sua história ser mais uma numa série de falsos "crimes de ódio" não causou a que o lobby LGBT olhasse de outro modo as suas actividades de lobbying político. Nancy Erickson, a pastora [??!!] assistente da First Plymouth Congregational Church afirmou que mesmo que o que ela disse seja falso, "nós ainda vivemos numa cultura de homofobia."

A "Star City Pride", a "PFLAG Cornhusker", e duas outras organizações LGBT emitiram uma declaração conjunta em reacção à prisão de Rogers afirmando que "As falsas alegações recebidas pelas autoridades todos os anos não invalidam os crimes actuais que são cometidos."

Isto é facilmente refutado com uma simples pergunta: se nós vivemos numa cultura "homofóbica", porque é que há necessidade de inventar "crimes de ódio"?

Uma das organizadoras do evento de apoio realizado em Lincoln, Beth Rigatuso, disse que "Se - de facto - ela fez isto a ela mesma, isto apenas levanta o assunto ainda mais importante do auto-ódio."

Não. Se, como afirmou a polícia, ela fez isto a ela mesma, isto só ressalva como o activismo homossexual é liderado por pessoas que precisam desesperadamente de apoio psicológico - e não de microfones e plataforma política para destilar o seu ódio aos Cristãos.

Linda Rappl, a vizinha que ajudou a Rogers, disse: "Todo este incidente abanou a minha fé na humanidade." Ela e a polícia de Lincoln sugeriram que ela se submeta a aconselhamento.

Não é a primeira vez, nem vai ser a última

O alegado crime de ódio chega-nos depois dum homem do Montana, Joseph Baken, ter alegado que foi espancado no dia do seu 22º aniversário apenas e só por ser homossexual. Depois da sua história se ter tornado popular, a polícia descobriu que os seus ferimentos foram o resultado duma manobra física mal executada.

No início deste ano, a "Central Connecticut State University" levou a cabo um "comício de solidariedade" em favor da lésbica de 19 anos com o nome de Alexandra Pennell, depois dela ter (também) alegado ter sido vítima de "cartas de ódio." A polícia descobriu mais tarde que quem colocava essas cartas no seu dormitório era ela mesma.

Em Maio último a polícia do Colorado acusou duas lésbicas de ter escrito na sua própria garagem "Matem os gays."

Um substancial número de falsas alegações de crimes de ódio ocorrem todos os anos, quer sejam baseados na etnia ou no comportamento homossexual.

Jeff Laszloffy, presidente da "Montana Family Foundation", afirmou à LifeSiteNews.com que há uma seca de crimes de ódio contra os homossexuais, e como tal "eles vêem-se na obrigação de inventar desculpas para forçar a aprovação destas leis."

Fonte: LifeSiteNews.com

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Esta notícia revela mais uma vez que o activismo homossexualista nada mais é que um jogo político baseado num comportamento sexual.

Uma pergunta que convém fazer: será que alguém pediu desculpas aos Cristãos durante o tempo em que se pensava que eles estavam por trás deste "crime de ódio"?



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sábado, 11 de agosto de 2012

Mais um activista homossexual que mente e diz ter sido vítima de "crime de ódio"

Jovem homossexualista que alegou ter sido espancado no que seria qualificado de "crime de ódio" apareceu no tribunal e admitiu ter inventado todo o incidente.

A história de Joseph Baken propagou-se de Missoula, Montana, por todo o país quando uma foto do seu rosto ensanguentado causou comoção pela internet.

Agora, e depois de ter emergido um vídeo onde se vê ele a tentar um salto mortal, e a falhar, ele declarou ter inventado a história toda.

Scott Brodie, oficial da polícia, disse que a decisão de apresentar queixas foi parcialmente motivada pelo clima de medo e ressentimento gerado pelas suas alegações.

Segundo se sabe, as mesmas organizações e sites "anti-homofobia" estão a criticar Baken, alegando que ele minimizou um assunto que é extremamente sério para muitos que são vítimas genuínas de crimes de ódio.

Fonte

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Os culpados por incidentes como este são os restantes membros da sociedade uma vez que estes recusam-se a viver segundo as expectativas "homofóbicas" dos activistas homossexualistas. Se o resto da sociedade começasse a levar a cabo o tipo de incidentes dos quais depende a retórica homossexualista, eles, coitados, não se veriam na necessidade de mentir e inventar actos de "crimes de ódio" que manifestamente tardam em se materializar.

domingo, 8 de julho de 2012

Lésbica finge ser vítima de campanha de ódio

Estudante universitária que se queixou de receber recados anti-homossexualismo admitiu à polícia que ela mesmo é que os escreveu.

Muitas pessoas da CCSU [Central Connecticut State University] estão perplexas com a prisão duma estudante lésbica - Lexi Pennell - depois dela ter dito à polícia que era alvo de ódio.

Tudo começou em Março último quando Lexi disse que "alguém" tinha o hábito de enfiar por baixo da porta do seu dormitório recados ameaçadores contra ela precisamente por ela ser homossexual.

Ela disse:

Recebemos alguns recados com mensagens derrogatórias centrados na nossa orientação sexual.
Para tornar as coisas ainda mais ridículas e falsas, Pennell conseguiu reunir centenas de otários estudantes da mesma universidade numa manifestação feita em seu apoio devido aos seus esforços contra o alegado ódio. Infelizmente, e como é normal no activismo homossexual, o espectáculo baseava-se em mentiras e dados falsos:
A polícia afirmou que colocou câmaras ocultas no corredor do dormitório e capturou a Lexi a colocar os recados no seu próprio dormitório. A polícia afirmou que tudo não passou duma grande mentira.
Num mundo controlado pelo esquerdismo militante tu avanças na vida não através do teu esforço e dedicação mas sim se sentires pena de ti mesmo. No entanto, se os activistas homossexuais são genuínas vítimas de "homofobia", há algum motivo para inventar ódio onde ele manifestamente não existe?

Fonte

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