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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Mais um activista homossexual acusado de abusar um adolescente

O fundador da maior organização de activismo homossexual dos Estados Unidos foi preso e acusado de sexualmente abusar (pelo menos) um rapaz adolescente. Terrance Bean, de 66 anos e que fazia parte da organização Human Rights Campaign foi levado da sua casa para custódia pela Unidade de Crimes Sexuais da Polícia de Portland, Oregon, depois de ter sido indiciado por um Lane County Grand Jury. Ele foi preso na Multnomah County Jail e libertado depois de ter pago 10% da sua fiança de $50,000.

Bean enfrenta agora duas acusações de sodomia de terceiro-grau, um crime, e uma acusação de abuso sexual de terceiro-grau, um delito. As acusações ganharam forma através duma investigação em curso que envolve um encontro sexual com um rapaz de 15 anos. A polícia declara que podem existir mais vítimas e que mais ordens de prisão podem ser emitidas como parte da investigação.

O porta-voz da polícia, o Sargento Pete Simpson, disse o seguinte ao The Oregonian:

A investigação teve início em Portland mas o episódio criminoso ocorreu em Lane County.

Detalhes adicionais relativos ao assunto são escassos, mas o vizinho Jeff Warila disse à televisão local KOIN que viu Bean a trazer jovens homens para a sua casa, e que conseguia vê-lo envolvido em actos sexuais através da janela.

Em Junho último, a publicação Williamette Week reportou que Bean e um dos seus jovens amantes homossexuais, Kiah Lawson, de 24 anos, entraram numa disputa depois do homem ter reparado que Bean havia colocado uma câmara por cima da cama como forma de registar os actos sexuais que ele tinha com os homens. A reportagem prossegue:

Bean diz que durante o ano passado apaixonou-se por Lawson. Bean pagava-lhe $400 por semana em mesada, colocou-o numa das suas casas, e levou-lhe para as suas viagens internacionais. Durante o ano passado, Bean trouxe Lawson para a Casa Branca e apresentou-lhe o presidente Obama.

No mês de Janeiro, diz Lawson, ele descobriu que Bean tinha uma câmara oculta no detector de fumo que se encontrava por cima da cama, na casa que Bean tinha em West Hills. Lawson usou esta informação para tentar extrair dinheiro de Bean, alegando que a câmera havia registado vídeos "de pelo menos meia dúzia de indivíduos envolvidos em actos íntimos contigo". Lawson alega que ele encontra-se presente em mais do que um vídeo.

Registos revistos pelo WW mostram Bean a tentar resolver o assunto dando $40,000 em troca das imagens que Lawson tinha na sua posse, e em troca do compromisso deste último de nunca revelar os "alegados encontros sexuais ilícitos" de Bean, mas o acordo foi colocado de parte, e mais tarde Bean tentou acusar Lawson de roubo e extorsão. 


A Human Rights Campaign, que Bean fundou no ano de 1980, é tida como o maior grupo de defesa homossexual na nação, tendo mais de 1,5 de milhões de apoiantes. Para além disso, Bean fundou também o Gay and Lesbian Victory Fund, e era um dos maiores doadores do Partido Democrata [esquerdistas] de Oregon, especialmente em torno das contribuições financeiras para os esforços de eleição de Barack Obama, cujos valores, segundo se sabe, passaram o milhão de dólares.

Kristen Winemiller, advogada de Bean, declara que as acusações criminais que ele enfrenta fazem parte duma armadilha: 

Terry Bean é um líder comunitário altamente respeitado que dedicou a sua vida no melhoramento da nossa comunidade. Durante o decorrer de vários meses em 2013-2014, Terry foi vítima duma extorsão liderada por vários homens conhecidos pelos agentes policiais. Esta prisão recente está associada à investigação em curso dum caso onde o senhor Bean colaborou por inteiro. Nenhum acusação feita contra Terry Bean deve ser levada a sério. Estamos ansiosos pela oportunidade de ilibar o seu nome.

Mas Scott Lively, do grupo Defend the Family, afirmou que não está surpreendido com a acusação feita a Bean:

Terry Bean era o fundador da Human Rights Campaign, a maior e a mais agressiva organização homossexual provavelmente do mundo inteiro - pelo menos dos Estados Unidos - e ele foi preso por pederastia, que obviamente é o sexo homem/rapaz. Eu já demonstrei através das minhas pesquisas que a pederastia encontra no centro da cultura homossexual. Nem todos os homossexuais se envolvem em pederastia mas ela é mais ou menos um tema central do homossexualismo masculino.


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Claro que as pessoas mais informadas rapidamente se apercebem que são estes mesmos pederastas que se encontram dedicados a abusar de rapazes Católicos, e são os mesmos que formam um poderoso lobby dentro da Igreja Católica (tendo em vista a sua subversão interna).

Como diz Lively, a cultura homoerótica masculina tem a pederastia como tema central, e como tal, não pode ser surpresa para nós o facto dum elevado número de activistas homossexuais serem frequentemente acusados de abusar adolescentes..

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A pornografia infantil do activista homossexual

Larry Brinkin, activista lgbt veterano e antigo membro da Comissão dos Direitos Humanos de São Francisco,  declarou-se culpado de possuir pornografia infantil. Brinkin, de 67 anos, alterou o seu apelo judicial o que resultará numa recomendação de sentença de seis meses na prisão, seis meses em prisão domiciliária, e cinco anos de liberdade vigiada e o resto da vida ficando registado como um agressor sexual.

Larry Brinkin, que trabalhou na comissão dos direitos humanos até se aposentar em 2012, foi preso em Junho de 2012. As autoridades afirmaram que foram encontrados anexos na sua conta "America Online" que continham imagens de crianças envolvidas em actos sexuais com homens.

Originalmente, os promotores acusaram-no com seis acusações criminais de possuir e distribuir pornografia infantil, mas abdicaram de todas menos uma (posse de pornografia) como parte do seu acordo judicial.

Brinkin tem que tomar parte em terapiae e está proibido de trabalhar com crianças, entrar em contacto com jovens sem o consentimento paternal, e proibido de viver com alguém que tenha responsabilidades com crianças sem antes revelar o seu estatuto de agressor sexual.

O advogado de Brinkin, Randall Knox, afirmou:

Ele fez um erro terrível e ele está genuinamente arrependido. Hoje, ele tem um entendimento maior dos estragos que a pornografia causa.

Os investigadores foram capazes de fazer uma ligação entre a pornografia ligada a Brinkin até a Austrália, onde pelo menos uma apreensão foi feita.

Durante os seus 22 anos como membro da comissão dos direitos humanos, Brinkin ajudou a criar a "Equal Benefits Ordinance" da cidade, que se tornou no modelo nacional para a igualdade laboral para os gays e para as lésbicas. Quando ele se aposentou, o Conselho dos Supervisores declarou a semana de 1 de Fevereiro de 2010, como a "Semana Larry Brinkin".

Brinkin, que apareceu no tribunal com o seu marido [sic], pagou uma fiança de $240,000 para ficar em liberdade (desde Setembro de 2012). Está agendado o seu regresso para a sentença no dia 5 de Março, e para se entregar para custódia em data futura.

Knox afirmou que não acredita que a reforma que ele recebe da cidade venha a ser afectada com o acordo visto que a sua condenação não se engloba no âmbito da "torpeza moral". Segundo a "Proposition C", aprovada pelos eleitores, um empregado da cidade condenado por um crime que envolva a torpeza moral - normalmente o furto, a fraude ou a violação da confiança pública - não pode receber benefícios de aposentadoria financiados pelo empregador.

Fonte

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Michael Glatze: "O homossexualismo é morte"

Um proeminente ex-homossexual e antigo editor duma revista dedicada aos jovens homossexuais escreveu uma carta aberta acerca do seu recente casamento, dirigida aos "homossexuais raivosos" que lhe criticaram por deixar a sua vida de homossexualismo e por ter encontrado Deus.

Em 2007 Michael Glatze abandonou o seu lugar como co-fundador da revista "XY Magazine" deixando uma nota no seu computador onde se lia "O homossexualismo é morte e eu escolho a vida." A sua transformação de homossexual para heterossexual começou depois dele ter começado a questionar o seu estilo de vida depois de ter apanhado um susto com a sua saúde, e, não tendo ninguém a quem recorrer, ter decidido buscar a Deus.

Hoje, ele vive a sua vida como homem sexualmente natural, e casou-se recentemente com uma mulher de nome Rebekah, que os activistas homossexuais identificam como "adereço". Escrevendo para o WND.com, Glatze afirmou:

Quero dar uma resposta mais "sonora" aos homossexuais zangados do nosso país que actualmente espalham todo o tipo de ódio e palavras agressivas nos blogues pró-homossexualismo. Reparem numa coisa: eu não estou interessado em me defender porque não preciso de o fazer. Entendo o vosso sofrimento e o vosso ponto de vista. Entendo o vosso desejo de quererem que eu esteja maluco, ou mentalmente perdido ou confuso. Entendo que para vocês seria muito mais fácil se eu não existisse ou se rastejasse para um buraco qualquer e morresse, mas eu não vou fazer isso.

Glatze afirma que o seu propósito não é o de esfregar o seu casamento na cara de alguém, mas sim fazer com que os seus críticos entendem o seu ponto de vista e a sua opinião de que o homossexualismo é um estilo de vida errado, e que ele tem o direito de ter o seu ponto de vista de mesma forma que eles têm.

Entendo que este ponto de vista se encontre em oposição às decisões pessoais dos outros, bem como em oposição a algumas políticas bem populares neste mundo. Adicionalmente, estou bem ciente que este ponto de vista me confere o estatuto de "fanático de Direita" que deveria ser "removido". Todos os dias oro a Deus pela minha segurança.

A sua decisão de colocar um fim na sua relação de 10 anos com o seu ex-parceiro, e dedicar a sua vida CRISTO, causou a que Glatze passa-se a temer pela sua vida, e pela vida da sua nova esposa, uma vez que ele afirma que existem pessoas para quem a sua vida e a sua existência são uma ofensa para as suas sensibilidades.

O blogue homossexual Truth Wins Out tem sido um dos mais críticos a Glatze e num dos mais recentes posts, a sua esposa Rebekah foi o alvo dum artigo, bem como a sua decisão de abandonar o homossexualismo. Wayne Besen, o homossexual fundador do site escreveu:

Ninguém pode ser uma estrela de rock "ex-gay" oficial até que soem os sinos de casamento. ... A vítima [sic] é atraente e parece ser bastante doce. Espero que ela saiba no que se está a meter. ... Parece que esta falsa "transformação"  passou a recrutar vítimas inocentes como adereços como forma de dar mais crédito à sua mentira [sic]. O meu coração encontra-se partido por causa da pobre Rebekah.

Besen publicou também fotos dos recém-casados, que Glatze disse terem sido postadas na sua conta pessoal do Google para serem partilhadas apenas com amigos e membros da família. Ele defendeu também o seu casamento e esclareceu equívocos avançados pelos seus críticos que afirmam que o seu casamento faz parte duma agenda oculta.

Não somos um casal interessado em ser peões políticos. Nunca me identifiquei como "ex-gay", embora outras pessoas assim me tenham chamado. Mas, também, as pessoas já me chamaram de muitas coisas devido a facto de eu ter abandonado o homossexualismo há alguns anos, e ter decidido que me sentia mais confortável vivendo a heterossexualidade. Isto aconteceu como consequência da orientação de Deus, e tem sido a melhor escolha que Deus faz na minha vida.

Amo o meu Deus, amo a mina vida. Estou grato por todos os sopros de vida. Estou grato a Deus pela Humanidade. E estou muito grato à Rebekah. ... Não estou aqui para "forçar a minha agenda" ou o meu "estilo de vida" a alguém. Estou aqui para viver uma vida que honre a Deus.

Fonte

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Mais uma vez se confirma que o estilo de vida homossexualista não é genético nem "imutável". Mesmo que amanhã Michael Glatze volte para o homossexualismo, a realidade dos factos é que isso só confirmará que ser homossexual é uma escolha ou preferência pessoal (e nada que esteja embutido na nossa genética).

Curioso também que os activistas vejam "agendas ocultas" junto de todos que resistem ao gayzismo, mas eles mesmos não se apercebam que eles são soldados rasos duma agenda bem maior que eles..

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Activista LGBT condenado a 25 anos de prisão por tentar matar Cristãos

Activista homossexual que planeou levar a cabo um massacre armado nas instalações duma proeminente organização Cristã foi condenado a 25 anos de prisão. Como reportado previamente, em Agosto do ano passado, Floyd Corkins III entrou nas instalações da Family Research Council (FRC) em Washington, D.C. armado com uma pistola de 9 mm "Sig Sauer" que ele havia comprado numa loja de armas em Virginia. Para além disso, ele trazia consigo uma mochila com dois carregadores, cada um com 15 balas, e quatro caixas de munição foram encontradas no seu carro.

Corkins fingiu ser um estagiário como forma de passar pelo segurança, mas o gerente do edifício,  Leo Johnson, questionou o homem em torno do seu destino. Alegadamente Corkins começou a gritar coisas relativas às politicas da organização [pró-família] e disparou sobre o guarda no braço como forma de passar recepção. Imediatamente Johnson neutralizou e desarmou Corkins, sendo ele mantido no local até a chegada da polícia.

Segundo algumas testemunhas, depois de sua pistola ter sido confiscada, Corkins gritou:

Não disparem contra mim! Isto não é por vossa causa, mas sim por causa do que este local defende.

Descobriu-se mais tarde que Corkins tinha mais duma dúzia de sandwiches Chick-fil-A na sua mochila. Ele disse aos investigadores que planeava "matar as pessoas no edifício e depois esfregar uma sandwich Chick-fil-A nas suas caras.”

“Como foi que encontraste esta organização?” revela um vídeo online onde se vê um investigador a questionar. “Procuraste na internet?”

Corkins respondeu:

A [organização esquerdista] Southern Poverty Law tem uma lista com todos os grupos anti-gay. Encontrei-os online. Fiz uma pesquisa, fui à internet, coisas assim desse tipo.

Mais tarde, Corkins declarou-se culpado de 10 acusações em torno do tiroteio. Na Quinta-Feira, ele foi condenado a 25 anos de prisão, quase metade do que a acusação havia requisitado, mas o dobro do que os advogados de defesa haviam sugerido. Durante a audiência onde ele foi sentenciado, para além de continuar a declarar-se contra a posição da FRC, Corkins afirmou:

Apercebo-me que recorrer à violência para atingir um propósito político nunca é correcto. ... Este foi um crime sem sentido algum. Muitas pessoas seriam assassinadas de modo bárbaro e separadas das suas famílias para sempre.

Tony Perkins, fundador da FRC, encontrava-se também presente e falou em nome da organização:

Hoje, não buscamos vingança mas justiça. Muitos dos nossos funcionários e as suas respectivas famílias têm sofrido danos emocionais e psicológicos contantes, e mudaram a sua vida devido ao ataque. Todos os dias, a nossa equipa tem que lidar com o facto de todos nós sermos uma vítima potencial.

Numa sociedade civilizada, acabar com o debate não a forma como as pessoas e organizações razoáveis operam. Intimidar e assustar os outros acaba com a "liberdade organizada" sobre a qual os nossos Pais Fundadores escreveram e em favor da qual eles militaram, e coloca-nos a todos em perigo de perder os nossos direitos sagrados quando extremistas militantes tomam conta do espaço público exclusivamente para eles.

O Procurador dos EUA, Robert Machen, emitiu uma declaração logo depois da sentença ter sido tornada pública, agradecendo Johnson por ter impedido que uma tragédia tenha ocorrido:

O heroísmo dum guarda de segurança foi tudo o que impediu Floyd Corkins III de levar a cabo um tiroteio em massa com o expresso propósito de matar o maior número de pessoas possível. Toda a nossa comunidade encontra-se agradecida ao nosso herói que se opôs a este ataque hediondo. Hoje, a sentença de 25 anos demonstra o preço alto que tem que ser pago quando se recorre à violência para aterrorizar os inimigos políticos.

A sentença imposta a Corkins foi a primeira a ser emitida segundo a Lei Anti-Terrorrismo de Washington.

Fonte: http://ow.ly/p5kVq

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Corkins é o produto duma cultura que demoniza os Cristãos ao mesmo tempo que relativiza toda a violência levada a cabo pelos grupos LGBT.  Reza a lenda que a violência LGBT é apenas a "revolta contra anos de opressão". Seria interessante saber quantos "anos de opressão" Corkins sofreu de modo a que ele se sentisse "forçado" a tentar matar Cristãos.

Como já foi dito várias vezes por várias pessoas, sempre que isto - ataques esquerdistas contra Cristãos - acontece, os conservadores têm que levar as coisas até às últimas consequências legais. Se se pactua com isto ao não se desenvolver esforços para acusar os infractores,, os activistas da extrema-esquerda tomam isso como um sinal de fraqueza, e da próxima vez farão ainda pior.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Activista gay detido por incitar «actividades indecentes»

Paul Kasonkomona, um proeminente activista gay da Zâmbia foi detido no país, depois de aparecer num programa televisivo, ao vivo, onde apelava à descriminalização das relações homossexuais.

Segundo o chefe da polícia, Solomon Jere, em declarações à AFP, Kasonkomona foi detido quando saía dos estúdios da televisão privada Muvi TV, em Lusaca, acusado de «incitar o público a participar em atividades indecentes».

Fontes da estação televisiva adiantaram à AFP que a polícia tentou parar a entrevista a meio, mas que tal foi negado pela direção.

Entretanto, um grupo sul-africano, Ndifuna Ukwazi, criou uma petição online pedindo a libertação do activista ao presidente da Zâmbia, Michael Sata.

As relações homossexuais são criminalizadas na Zâmbia, podendo os implicados ser condenados a um mínimo de 15 anos de prisão e a um máximo de prisão perpétua.

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Paul Kasonkomona, activista dos direitos humanos detido na Zâmbia depois de apelar, em directo, na televisão à descriminalização das relações homossexuais, foi libertado sob fiança, depois de ser presente a tribunal na capital, Lusaca.

O activista declarou-se inocente as acusações de causa da desordem em local público, cuja pena pode ser de um mês de prisão efetiva ou de multa.

Segundo a BBC, o tribunal ordenou a Kasonkomona o pagamento de uma fiança de cinco mil kwachas, pouco mais de 700 euros.

Entretanto, os advogados do activista processaram a polícia por detenção ilegal, uma vez que Karonkomona ficou detido durante mais de 48 horas antes de ser acusado.

Os actos homossexuais são ilegais na Zâmbia, país africano altamente conservador.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Jean Wyllys é processado por humilhar alunos

Fonte

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), está sendo processado por seis alunos da Faculdade Jorge Amado, em Salvador, acusado de humilhar, perseguir e reprovar sem base os universitários da turma nocturna. Jean ministrava aulas de Comunicação Social, onde falava sobre cultura brasileira e baiana.

Alguns alunos desistiram do curso e outros fizeram transferência de faculdade depois do comportamento do deputado. De acordo com os advogados Jean ignorava os universitários nas aulas e ironizava as dúvidas dos alunos. “Sem contar com a chacota através de comentários infelizes como ‘alunos insuportáveis, incompetentes, que caíram na faculdade de paraquedas etc’”, relataram os advogados.

Jean fazia agressões verbais em sala de aula, com acusações em tom de voz alta, e se mostrava agressivo e ameaçador. Sempre usava critérios subjectivos de avaliação, onde a maior parte das vezes os alunos eram reprovados, não obstante o esmero dos alunos para adequarem seus estudos aos “costumes” e ideologias de seus “mestres”.

O deputado e professor também foi acusado de se dirigir aos alunos dizendo que eles deveriam procurar outra profissão, dizendo que eles não teriam capacidade para aquele curso: “deveriam procurar outra profissão para seguir como porteiro, caixa de supermercado, vendedor… pois jamais seriam jornalistas”, “ que vocês não tem condições e competência para estar fazendo o curso de Jornalismo”, disse Jean.

O baiano ficou conhecido após vencer a quinta edição do Big Brother Brasil, da “TV Globo”. Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como repórter do programa “Mais Você” apresentado por Ana Maria Braga, e como comentarista do “Amigas Invisíveis”, programa de variedades na “Rádio Globo”, e colunista da Revista G Magazine.

Candidato em defesa das causas homossexuais e dos direitos humanos, o ex-BBB Jean Wyllys (PSOL) foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro. Com 13.016 (0,2%) votos válidos, ele conseguiu a vaga graças ao desempenho do deputado federal Chico Alencar, do seu partido, que conquistou 240.671 (3%) dos votos e foi o segundo mais votado em todo Estado.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Pastor evangélico declara-se culpado de ter enviado ameaças de morte para líder LGBT

Ou não.

Activista homossexual de Connecticut declarou-se como culpado por ter enviado 300 mensagens ameaçadoras, incluindo ameaças de morte, contra o líder local das organizações pró-vida e pró-casamento. Daniel Sarno, activista homossexual com 53 anos, admitiu ter intimidado Peter Wolfgang, o director-executivo da Family Institute of Connecticut, durante um período de seis meses - começando em Novembro último.e terminando em Maio deste ano.

Uma das mensagens dizia:

Não há misericórdia para os islamofóbicos. Sugiro que faça os preparativos para o seu funeral o quanto antes, sr Wolfgang.

Outra mensagem dizia,

Espero que alguém arrebente consigo. Você está morto.

Noutra ocasião o sodomita perguntou, "Será que vale a pena morrer a proteger os 'valores familiares', sr Wolfgang?”

Wolfgang disse que, nas suas cartas, Sarno identificou-se como homossexual, e que as mesmas vinham endereçadas "Ao Cuidado: Peter Wolfgang." Wolfgang acrescentou ainda:

Infelizmente este não é um caso isolado. Na verdade, este evento faz parte duma crescente e intimidativa campanha levada a cabo pelos defensores do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo. Está cada vez mais claro que a pretensão em torno da "tolerância" acabou.

Esta condenação chega numa altura em que outros activistas homossexuais se têm revelado violentos. O activista LGBT Floyd Corkins II disparou sobre o segurança Leo Johnson nas instalações da "Family Research Council" depois de dizer "Não gosto das vossas políticas."

Em Abril último um grupo de auto-proclamados “angry queers” partiu janelas duma igreja com mais de 100 anos, em Oregon, tudo porque a mesma se opõe a redefinição de casamento de modo a que esta englobe a sodomia. Por uma das janelas foi atirada uma nota onde se lia:

O único diálogo que precisamos de ter com lixo como a [Igreja] Mars Hill são martelos a serem atirados pelas suas janelas.

A presidente da "Traditional Values Coalition", Andrea Lafferty, declarou à LifeSiteNews que a sua organização recebeu "muitas, muitas ameaças provenientes da comunidade homossexual e transgénero", algumas com início nos anos 80. Apesar disto, a administração Obama "não acredita que nós precisamos de protecção." Segundo Andrea, o Procuraodr-Geral Eric Holder "colocou os Cristãos como assunto não prioritário."

Em Connecticut, todos ficaram satisfeitos pelo assunto ter sido resolvido sem violência. Wolfgang, que prometeu não recuar nas suas posições, afirmou:

Usar ameaças de morte não americano. Este tipo de tácticas não terão o fim desejado. A "Family Institute of Connecticut" continuará a trabalhar de modo a fortalecer e proteger o casamento, a vida e a liberdade religiosa.

Para além disso, Wolfgang agradeceu as forças policiais por terem protegido os membros da família e os funcionários.

O Hartford Courant atacou Wolfgang [a vítima] ao mesmo tempo que "condenava" as ameaças de violência.. O jornal declarou, num editorial anónimo, [tão corajosos que eles são] que

Ameaças de violência não são formas de promover o entendimento. Para além disso, é hipocrisia que aqueles que pedem tolerância são eles mesmos intolerantes.
Estas palavras poderiam ser interpretadas como um ataque ao sodomita que ameaçou Wolfgang, mas como o editorial onde as mesmas apareceram não está assinado, é mais provável que o/a medroso/a que as escreveu estivesse a equivaler a defesa da instituição do casamento como um acto "intolerante." Tolerância passa assim a ser "tolerância" por tudo o que está de acordo com a agenda esquerdista, e intolerância é tudo o que se opõe à mesma.

O sodomita Sarno declarou-se culpado de ter enviado material ameaçador, e pode ser condenado até 10 anos de prisão.


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Mais um horrível crime de ódio.

Perdão. Eu quis dizer "Mais uma horrível FALSA alegação de crime de ódio"

Polícia alega que lésbica fingiu ser vítima de crime de ódio e gravou uma cruz no próprio peito

A história de Charlie Rogers em torno da forma como rastejou para a casa da sua vizinha às 4 da manhã - ensanguentada - depois de ter sido brutalmente atacada por 3 homens parecia ser demasiado horrível para ser verdade. Segundo a polícia de Lincoln, Nebraska, é isso mesmo que a história é: uma história. Aparentemente a lésbica nunca chegou a ser atacada.

No dia 22 de Julho a lésbica de 33 anos, antiga estrela de basquetebol da University of Nebraska, chegou à porta de entrada da sua vizinha Linda Rappl com uma história digna dum filme de horror. Três homens mascarados entraram na sua casa, amarraram-na, gravaram uma cruz no seu peito e outras expressões anti-homossexualismo nos seus braços e estômago, pintaram palavras carregadas de ódio nas paredes da sua casa e, por fim, tentaram incendiar a sua casa.

“Tudo o que conseguia ver era uma cruz gravada na sua testa e sangue a escorrer,” afirmou Rappl.

Rogers disse que os homens agarraram-na sobre a cama, fizeram golpes na sua carne - desde as coxas até ao queixo - viraram-na ao contrário, e fizeram golpes desde as suas nádegas até à omoplata direita. Linda Rappl descreveu as feridas como "superficiais" mas sinal de "tortura."

A polícia de Lincoln encontrou as paredes da casa de Rogers cobertas com mensagens que incluíam coisas como "Encontramos-te, fufa," e "Deixa as crianças em paz." Para além de terem encontrado vestígios de gasolina, a sua porta havia sido arrombada.

A vizinha Rappl disse:

Quando ela se encontrava à minha porta, eu acreditei em tudo. Não tinha motivo para questionar o que ela afirmava ter ocorrido.
À medida que a sua história fazia ricochete pela internet, a vizinhança e as pessoas das áreas circundantes acreditaram também na sua história.

A "Heartland Pride" (com sede em Omaha) levou a cabo uma manifestação junto da capital de Lincoln, atraindo 1,000 participantes e angariando cerca de $1,800, - verbas que a presidente de Heartland Beth Rigatuso depositou na conta bancária de Rogers. A "First Plymouth Congregational Church" levou a cabo um segundo evento em sua honra.

O Mayor de Lincoln, Chris Beutler - Democrata [=esquerdista] - emitiu uma declaração afirmando que, "Estamos em sintonia com os nossos cidadãos gays ou lésbicas em denunciar a violência dirigida a qualquer grupo."

Mas a história de Rogers rapidamente começou a desmoronar, especialmente quando a polícia afirmou que as suas declarações variaram de forma marcada nas 4 vezes que ela foi questionada.

A investigadora do Departamento Policial de Lincoln (LPD), Lynette Russell disse que encontrou a colcha - onde ela alegadamente foi imobilizada e torturada - "colocada de forma normal sobre a cama, sem sinal algum de luta" e sem qualquer vestígio de sangue.

Havia também a questão das feridas. Russell disse que elas "pareciam ser superficiais e simétricas, evitando áreas sensíveis do corpo." Elas pareciam consistentes com alguém a escrevê-las em si mesmo, alegou Russell

No local do evento, a polícia encontrou um par de luvas de malha brancas. O Chefe de Polícia Jim Peschong disse:
Inicialmente, ela disse aos investigadores que as luvas haviam sido as únicas coisas deixadas para trás pelos agressores, e que as mesmas não eram dela.
Mas o único ADN que o Centro Médico da Universidade do Nebraska encontrou "estava de acordo com o da Miss Rogers."

Mais tarde a polícia descobriu que, no dia 17 de Julho, ela havia comprado - na loja Ace Hardware - um par de luvas de malha brancas, laços zip, uma faca utilitária e lâminas. Compararam-se os códigos de barra com aqueles vendidos na loja, e um dos empregados identificou Rogers como tendo feito compras lá.

Um dia depois de ter feito compras na Ace - 4 dias antes do alegado "crime de ódio" - Rogers postou no Facebook:
Talvez seja muito idealista, mas dentro de mim tenho a firme convicção que podemos tornar as coisas melhores para todos. Eu serei um catalisador. Farei o que for preciso. Fiquem de olho em mim.
O chocante incidente aconteceu no preciso momento que a cidade debate medidas em torno dos "direitos gay", a “Fairness Ordinance.” A polícia de Lincoln defende que Rogeres simulou o ataque como forma de ganhar apoio para a agenda política homossexual.

Quando as investigações começaram a implicá-la, Rogers apareceu numa entrevista na KETV. A sua advogada na altura, Megan Mikolajczyk, tinha-se preparado para falar com os órgãos de comunicação, mas cancelou tudo afirmando "As coisas sofreram algumas alterações." Pouco depois ela abandonou o caso.

Durante a sua entrevista, Rogers afirmou, entre as lágrimas:
Comecei a sentir-me como um peão num jogo que não é o meu. O que realmente interessa é a historia.
Ela disse que o chocante evento "dá início a atitude mais acesa - e isso é uma coisa boa. No entanto, também pode ser uma coisa má."

“Há medo mas também resistência," afirmou ela. Naquilo que pode ser uma referência ao slogan da campanha de reeleição do Presidente Obama, ela conclui afirmando "Há também o Avanço [Forward].”

A polícia levou-a ao juiz de Lancaster County, acusando-a de reportar um evento que "ela sabia ser falso," como parte do seu plano de causar a polícia a "instigar uma investigação em torno dum alegado assunto criminoso."

A patologista do FBI, Michelle Elieff, que foi chamada para investigar o presumido crime de ódio, escreveu que as feridas foram auto-infligidas ou causadas após permissão da Rogers.

O Chefe de Policie Peschong afirmou:
O FBI, o "Bureau of Fire Prevention" e o Departamento Policial de Lincoln investiram uma exorbitante porção do seu tempo e dos recursos do seu pessoal a investigar este incidente.
Após ser acusada dum crime do qual pode resultar uma condenação até 1 ano de prisão, Rogers declarou-se como inocente.

O facto da sua história ser mais uma numa série de falsos "crimes de ódio" não causou a que o lobby LGBT olhasse de outro modo as suas actividades de lobbying político. Nancy Erickson, a pastora [??!!] assistente da First Plymouth Congregational Church afirmou que mesmo que o que ela disse seja falso, "nós ainda vivemos numa cultura de homofobia."

A "Star City Pride", a "PFLAG Cornhusker", e duas outras organizações LGBT emitiram uma declaração conjunta em reacção à prisão de Rogers afirmando que "As falsas alegações recebidas pelas autoridades todos os anos não invalidam os crimes actuais que são cometidos."

Isto é facilmente refutado com uma simples pergunta: se nós vivemos numa cultura "homofóbica", porque é que há necessidade de inventar "crimes de ódio"?

Uma das organizadoras do evento de apoio realizado em Lincoln, Beth Rigatuso, disse que "Se - de facto - ela fez isto a ela mesma, isto apenas levanta o assunto ainda mais importante do auto-ódio."

Não. Se, como afirmou a polícia, ela fez isto a ela mesma, isto só ressalva como o activismo homossexual é liderado por pessoas que precisam desesperadamente de apoio psicológico - e não de microfones e plataforma política para destilar o seu ódio aos Cristãos.

Linda Rappl, a vizinha que ajudou a Rogers, disse: "Todo este incidente abanou a minha fé na humanidade." Ela e a polícia de Lincoln sugeriram que ela se submeta a aconselhamento.

Não é a primeira vez, nem vai ser a última

O alegado crime de ódio chega-nos depois dum homem do Montana, Joseph Baken, ter alegado que foi espancado no dia do seu 22º aniversário apenas e só por ser homossexual. Depois da sua história se ter tornado popular, a polícia descobriu que os seus ferimentos foram o resultado duma manobra física mal executada.

No início deste ano, a "Central Connecticut State University" levou a cabo um "comício de solidariedade" em favor da lésbica de 19 anos com o nome de Alexandra Pennell, depois dela ter (também) alegado ter sido vítima de "cartas de ódio." A polícia descobriu mais tarde que quem colocava essas cartas no seu dormitório era ela mesma.

Em Maio último a polícia do Colorado acusou duas lésbicas de ter escrito na sua própria garagem "Matem os gays."

Um substancial número de falsas alegações de crimes de ódio ocorrem todos os anos, quer sejam baseados na etnia ou no comportamento homossexual.

Jeff Laszloffy, presidente da "Montana Family Foundation", afirmou à LifeSiteNews.com que há uma seca de crimes de ódio contra os homossexuais, e como tal "eles vêem-se na obrigação de inventar desculpas para forçar a aprovação destas leis."

Fonte: LifeSiteNews.com

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Esta notícia revela mais uma vez que o activismo homossexualista nada mais é que um jogo político baseado num comportamento sexual.

Uma pergunta que convém fazer: será que alguém pediu desculpas aos Cristãos durante o tempo em que se pensava que eles estavam por trás deste "crime de ódio"?



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sábado, 11 de agosto de 2012

Mais um activista homossexual que mente e diz ter sido vítima de "crime de ódio"

Jovem homossexualista que alegou ter sido espancado no que seria qualificado de "crime de ódio" apareceu no tribunal e admitiu ter inventado todo o incidente.

A história de Joseph Baken propagou-se de Missoula, Montana, por todo o país quando uma foto do seu rosto ensanguentado causou comoção pela internet.

Agora, e depois de ter emergido um vídeo onde se vê ele a tentar um salto mortal, e a falhar, ele declarou ter inventado a história toda.

Scott Brodie, oficial da polícia, disse que a decisão de apresentar queixas foi parcialmente motivada pelo clima de medo e ressentimento gerado pelas suas alegações.

Segundo se sabe, as mesmas organizações e sites "anti-homofobia" estão a criticar Baken, alegando que ele minimizou um assunto que é extremamente sério para muitos que são vítimas genuínas de crimes de ódio.

Fonte

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Os culpados por incidentes como este são os restantes membros da sociedade uma vez que estes recusam-se a viver segundo as expectativas "homofóbicas" dos activistas homossexualistas. Se o resto da sociedade começasse a levar a cabo o tipo de incidentes dos quais depende a retórica homossexualista, eles, coitados, não se veriam na necessidade de mentir e inventar actos de "crimes de ódio" que manifestamente tardam em se materializar.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Mãe de Brad Pitt recebe ameaças de morte após defender o casamento natural

A srª Pitt, uma Cristã devota, está agora relutante em discutir publicamente a sua controversa carta bem como a dilúvio de abuso verbal que ela recebeu por via da mesma.

Numa carta enviada ao editor do jornal Springfield News-Leader, a srª Pitt urgiu o público a votar pelo candidato republicano Mitt Romney, a quem ela descreve como sendo um "homem de família" com "padrões morais elevados", em vez de votarem no presidente Barack Obama.

A srª Pitt qualificou Obama como "um liberal [esquerdista] que apoia a matança de bebés por nascer e apoia o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo," Ela pediu também uma "consideração piedosa" por parte dos seus amigos Cristãos quando estes forem votar em Novembro.

Um certo número de críticos inundaram a rede social Twitter depois da carta da srª Pitt se ter tornado pública. Os críticos ameaçaram-na e condenaram a srª Pitt por ter vocalizado a sua opinião. Como consequência, ela está agora receosa e em desespero.

Eis aqui algum do ódio que a srª Pitt recebeu por parte de quem defende o "casamento" homossexual:

"A MÃE DE BRAD PITT ESCREVEU UM EDITORIAL ANTI-GAY E PRÓ-ROMNEY. MATEM A P----"

"Vai-te f----, mãe do Brad Pitt. A comunidade gay tornou o teu filho numa estrela, sua maluca."

Seria curiosa saber como é que a comunidade sodomita tornou Brad Pitt numa estrela.
"Cara mãe do Brad Pitt, morre"
Brad Pitt, conhecido pelo seu apoio à comunidade LGBT e ao presidente Obama, ainda não comentou a carta da sua mãe. O irmão do actor, Doug Pitt, falou recentemente àcerca da carta da sua mãe e da sua visão política no programa "Today Show":
Mães, pais e filhos concordam em discordar um pouco por todo o mundo. Portanto, porque é que seria diferente na nossa família? Pode haver uma discussão saudável com pessoas com quem tu discordas, e eu acho que deveria haver. O mau é quando isso se torna numa coisa má, venenosa e negativa, e nós não temos nada disso na nossa família. Temos discussões abertas; podemos aprender uns com os outros . . . pode ser que tu aprendas alguma coisa.

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Obviamente que o irmão do Brad Pitt não sabe que a limitação da liberdade de expressão dos conservadores é o propósito da agenda sodomita. Como grupo esquerdista que são, os activistas homossexuais estão a ser usados precisamente para limitar o que os não-esquerdistas podem e não podem dizer. Devido a isto, segundo a sabedoria recebida, não se pode criticar parte alguma da agenda homossexual sem ser qualificado de "homofóbico."


sábado, 30 de junho de 2012

Activista homossexual Larry Brinkin apanhado na posse de pornografia infantil

Activista pelos "direitos" da sodomia dos homossexuais Larry Brinkin, famoso por ser a primeira pessoas a usar a frase "parceiro doméstico", foi preso recentemente em São Francisco alegadamente por possuir pornografia infantil.

Previsivelmente, as organizações que lutam pelos "direitos" da sodomia dos homossexuais colocaram-se do seu lado e questionaram a legitimidade das acusações. Theresa Sparks, directora executiva da Comissão dos Direitos Humanos (CDH), disse:

Isto é quase inacreditável. Não há forma nenhuma de eu acreditar nisto. Ele sempre foi um dos meus heróis, para além de ser um epítome do activismo dos direitos humanos. Este é o homem que cunhou a frase que nós usamos no nosso dia a dia. Apoio o Larry a 100%; se tudo correr bem, a investigação irá expor tudo.
Ficamos a saber portanto que, segundo a Theresa Sparks, pessoas que cunham frases e que lutam pelos "direitos humanos" são incapazes de se envolver em situações que envolvam a posse de pornografia infantil. Note-se também o tradicional solipsismo feminino na frase "Não há forma nenhuma de eu acreditar nisto". Alguém deveria dizer à Theresa que o que ela pessoalmente acredita ou deixa de acreditar é irrelevante.

Brinkin, que trabalhou em São Francisco na CDH até 2010 e é melhor conhecido por defender os interesses dos sodomitas e das lésbicas, foi libertado sob fiança no Sábado, depois de passar 6ª-Feira a noite na prisão.

Dois portáteis, um computador de mesa, uma diskette e várias flashdisks pertencentes à casa de Brinkin forma apreendidas. Na 2ª-Feira, Stephanie Ong Stillman,, promotora, afirmou que "ainda estamos a rever o caso."

As acusações contra Brinkin, de 66 anos, incluem posse de imagens pornográficas que aparentemente exibem crianças com idades compreendidas entre 1 e 3 anos envolvidas em actos sexuais com homens adultos. As evidências para este material foram encontradas na conta de email de Brinkin.

A "Los Angeles Police Department", que está a trabalhar no caso, rastreou o endereço de IP dos emails que continham as imagens pornográficas, o que lhes levou até ao computador do activista pelos direitos dos homossexuais - que havia pago pelas imagens com o seu cartão de crédito.

Aparentemente, a conta de email de Brinkin foi também conectada com um grupo de discussão da empresa Yahoo, onde o tema de conversa é a exploração sexual de rapazinhos e de meninas.

Fonte

Não pode ser um pedófilo porque cunhou uma frase.


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