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Isto tem toda a aparência de ser mais um caso dos EUA a usar o "combate à SIDA" como forma de promover o homossexualismo.
Polícia alega que lésbica fingiu ser vítima de crime de ódio e gravou uma cruz no próprio peito
A história de Charlie Rogers em torno da forma como rastejou para a casa da sua vizinha às 4 da manhã - ensanguentada - depois de ter sido brutalmente atacada por 3 homens parecia ser demasiado horrível para ser verdade. Segundo a polícia de Lincoln, Nebraska, é isso mesmo que a história é: uma história. Aparentemente a lésbica nunca chegou a ser atacada.
No dia 22 de Julho a lésbica de 33 anos, antiga estrela de basquetebol da University of Nebraska, chegou à porta de entrada da sua vizinha Linda Rappl com uma história digna dum filme de horror. Três homens mascarados entraram na sua casa, amarraram-na, gravaram uma cruz no seu peito e outras expressões anti-homossexualismo nos seus braços e estômago, pintaram palavras carregadas de ódio nas paredes da sua casa e, por fim, tentaram incendiar a sua casa.
“Tudo o que conseguia ver era uma cruz gravada na sua testa e sangue a escorrer,” afirmou Rappl.
Rogers disse que os homens agarraram-na sobre a cama, fizeram golpes na sua carne - desde as coxas até ao queixo - viraram-na ao contrário, e fizeram golpes desde as suas nádegas até à omoplata direita. Linda Rappl descreveu as feridas como "superficiais" mas sinal de "tortura."
A polícia de Lincoln encontrou as paredes da casa de Rogers cobertas com mensagens que incluíam coisas como "Encontramos-te, fufa," e "Deixa as crianças em paz." Para além de terem encontrado vestígios de gasolina, a sua porta havia sido arrombada.
A vizinha Rappl disse:
Quando ela se encontrava à minha porta, eu acreditei em tudo. Não tinha motivo para questionar o que ela afirmava ter ocorrido.À medida que a sua história fazia ricochete pela internet, a vizinhança e as pessoas das áreas circundantes acreditaram também na sua história.
Inicialmente, ela disse aos investigadores que as luvas haviam sido as únicas coisas deixadas para trás pelos agressores, e que as mesmas não eram dela.Mas o único ADN que o Centro Médico da Universidade do Nebraska encontrou "estava de acordo com o da Miss Rogers."
Talvez seja muito idealista, mas dentro de mim tenho a firme convicção que podemos tornar as coisas melhores para todos. Eu serei um catalisador. Farei o que for preciso. Fiquem de olho em mim.O chocante incidente aconteceu no preciso momento que a cidade debate medidas em torno dos "direitos gay", a “Fairness Ordinance.” A polícia de Lincoln defende que Rogeres simulou o ataque como forma de ganhar apoio para a agenda política homossexual.
Comecei a sentir-me como um peão num jogo que não é o meu. O que realmente interessa é a historia.Ela disse que o chocante evento "dá início a atitude mais acesa - e isso é uma coisa boa. No entanto, também pode ser uma coisa má."
O FBI, o "Bureau of Fire Prevention" e o Departamento Policial de Lincoln investiram uma exorbitante porção do seu tempo e dos recursos do seu pessoal a investigar este incidente.Após ser acusada dum crime do qual pode resultar uma condenação até 1 ano de prisão, Rogers declarou-se como inocente.
Isto é facilmente refutado com uma simples pergunta: se nós vivemos numa cultura "homofóbica", porque é que há necessidade de inventar "crimes de ódio"?
Uma das organizadoras do evento de apoio realizado em Lincoln, Beth Rigatuso, disse que "Se - de facto - ela fez isto a ela mesma, isto apenas levanta o assunto ainda mais importante do auto-ódio."
Não. Se, como afirmou a polícia, ela fez isto a ela mesma, isto só ressalva como o activismo homossexual é liderado por pessoas que precisam desesperadamente de apoio psicológico - e não de microfones e plataforma política para destilar o seu ódio aos Cristãos.
Linda Rappl, a vizinha que ajudou a Rogers, disse: "Todo este incidente abanou a minha fé na humanidade." Ela e a polícia de Lincoln sugeriram que ela se submeta a aconselhamento.
Não é a primeira vez, nem vai ser a última
O alegado crime de ódio chega-nos depois dum homem do Montana, Joseph Baken, ter alegado que foi espancado no dia do seu 22º aniversário apenas e só por ser homossexual. Depois da sua história se ter tornado popular, a polícia descobriu que os seus ferimentos foram o resultado duma manobra física mal executada.
No início deste ano, a "Central Connecticut State University" levou a cabo um "comício de solidariedade" em favor da lésbica de 19 anos com o nome de Alexandra Pennell, depois dela ter (também) alegado ter sido vítima de "cartas de ódio." A polícia descobriu mais tarde que quem colocava essas cartas no seu dormitório era ela mesma.
Em Maio último a polícia do Colorado acusou duas lésbicas de ter escrito na sua própria garagem "Matem os gays."
Um substancial número de falsas alegações de crimes de ódio ocorrem todos os anos, quer sejam baseados na etnia ou no comportamento homossexual.
Jeff Laszloffy, presidente da "Montana Family Foundation", afirmou à LifeSiteNews.com que há uma seca de crimes de ódio contra os homossexuais, e como tal "eles vêem-se na obrigação de inventar desculpas para forçar a aprovação destas leis."
Fonte: LifeSiteNews.com
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Esta notícia revela mais uma vez que o activismo homossexualista nada mais é que um jogo político baseado num comportamento sexual.
Uma pergunta que convém fazer: será que alguém pediu desculpas aos Cristãos durante o tempo em que se pensava que eles estavam por trás deste "crime de ódio"?
Muitas pessoas da CCSU [Central Connecticut State University] estão perplexas com a prisão duma estudante lésbica - Lexi Pennell - depois dela ter dito à polícia que era alvo de ódio.
Tudo começou em Março último quando Lexi disse que "alguém" tinha o hábito de enfiar por baixo da porta do seu dormitório recados ameaçadores contra ela precisamente por ela ser homossexual.
Ela disse:
Recebemos alguns recados com mensagens derrogatórias centrados na nossa orientação sexual.Para tornar as coisas ainda mais ridículas e falsas, Pennell conseguiu reunir centenas de
A polícia afirmou que colocou câmaras ocultas no corredor do dormitório e capturou a Lexi a colocar os recados no seu próprio dormitório. A polícia afirmou que tudo não passou duma grande mentira.Num mundo controlado pelo esquerdismo militante tu avanças na vida não através do teu esforço e dedicação mas sim se sentires pena de ti mesmo. No entanto, se os activistas homossexuais são genuínas vítimas de "homofobia", há algum motivo para inventar ódio onde ele manifestamente não existe?
Prendendo-a por 10 meses, e depois dela admitir 4 acusações de má conduta em actividade pública, o juiz Philip Hughes disse que ela havia violado a confiança que havia sido depositado nela.
O pior incidente ocorreu quando, 5 minutos depois de uma queixa de agressão ter sido feita, Stapley enviou uma série de mensagens à uma amiga alertando-a para sair da cidade. Para além de ter enviado 19 mensagens nesse curto espaço de tempo Lisa sugeriu possíveis estratégias e álibis a serem usadas no caso da amiga ser apanhada pela polícia.
O juiz Philip Hughes afirmou que, embora não existissem dividendos monetários com a situação, ela havia providenciado informação policial confidencial a outras pessoas.
O promotor público Paulinus Barnes afirmou que, quando a sua antiga parceira civil foi alegadamente agredida pela nova namorada, Lisa havia entrado no sistema das forças policias como forma de obter informação. Stapley enviou-lhe também uma mensagem dizendo:
Como é que ela se atreveu a fazer o que te fez? Deus lhe ajude se eu alguma vez voltar a vê-la.A nova parceira entrou em contacto com a polícia de Wrexham e uma investigação subsequente revelou que em 9 momentos distintos Stapley havia entrado nos registos informáticos policiais relativos à sua antiga parceira.
Noutra ocasião ela deu à, então, parceira um documento impresso relativo a um incidente onde a filha duma colega de trabalho havia desaparecido. Para além disso, ela usou o seu Blackberry (disponibilizado pela polícia) como forma de fazer uma verificação ao passado dum vendedor de carros.
O seu advogado Patrick Cassidy afirmou que a cliente havia sido recrutada pela North Wales Police como parte da política em torno da igualdade e diversidade.
Stapley foi recrutada em 2008 e, inicialmente, não houve problemas com o seu trabalho. Mas depois disto, ela foi colocada na sua cidade natal de Wrexham - onde ela havia trabalhado durante 10 anos como taxista e onde ela era pessoa muito envolvida com a comunidade lésbica local.
A defesa afirmou ainda que ela sofria de depressão [irrelevante] e em 2009 a sua parceria civil desmoronou-se e a sua mãe morreu. "Ela notificou uma amiga" afirmou o advogado de defesa.
Não houve pagamentos ou corrupção para além do acto em si.Quando entrevistada, ela afirmou que fez o que fez por motivos de "preocupação" e que ela se via como um "ponto de contacto não-oficial" para a comunidade lésbica de Wrexham. Ela disse ainda que recebia chamadas de pessoas não identificadas alertando-a para incidentes que ela se via na "obrigação" de pesquisar.
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Aparentemente alguém se esqueceu de avisar a Lisa Filth que ela foi contratada para servir toda a comunidade e não a comunidade sexual com a qual ela se identifica.
Se o seu ordenado fosse pago exclusivamente pela comunidade lésbica, ainda se aceitaria que ela se dedicasse a trabalhar para ela. No entanto, o seu ordenado era pago pelos contribuintes (a esmagadora maioria, não-homossexuais) e estes não ficarão felizes em saber que o seu dinheiro foi usado para resolver questões domésticas homossexuais (em detrimento da justiça).
Outra coisa que convém notar é que a nova parceira da sua ex-namorada não teve dificuldade nenhuma em saber quem é que a estava a "tramar" dentro da polícia. Ou seja, a comunidade lésbica de Wrexham estava bem ciente que Lisa era sua "aliada" e que através dela, as lésbicas poderiam obter informação de outro modo barrada à população geral.
Tudo em nome da "diversidade" e da "igualdade", obviamente.
Alguns são mais iguais que outros, segundo Lisa Stapley.
Modificado a partir do original
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Mais uma evidência da "sabedoria" de se entregar crianças a pessoas sexualmente desviadas.
Desta forma, as pessoas "trans" poderão utilizar a vestimenta de sua identidade. Isto é, um travesti terá o direito de ostentar um uniforme de policial feminina, além de utilizar instalações diferenciadas por sexo, como banheiros e vestiários.
"Isto é com o objectivo de respeitar o direito de ser quem é", disse Garré. A ministra também sustentou que a medida pretende combater condutas "transfóbicas e homofóbicas".
Essa determinação será aplicada para qualquer tipo de trâmite, comunicação ou publicação interna das forças de segurança. Cada pessoa "trans" que integre o corpo policial deverá ser chamado pelo nome que escolheu. Os policiais também receberão capacitação sobre os assuntos relativos à identidade de género.
Além disso, ao contrário do que era realizado até o momento - o de colocar presos travestis em celas de homens - a determinação da ministra Garré implicará em destinar celas específicas para pessoas "trans".
A medida da ministra Garré inclui a Polícia Federal, a Gendarmería, Guarda-Marinha, e a Polícia de Segurança Aeroportuária.Identidade - O projecto lei de identidade de género foi aprovado na quarta-feira à noite na Câmara de Deputados com 117 votos a favor e 17 negativos.
O projecto, que ainda precisa passar pelo Senado, determina o reconhecimento às pessoas de "desenvolver-se e serem tratadas de acordo com sua identidade de género livremente escolhida".
Desta forma, será gratuita toda modificação de documentos, incluindo a certidão de nascimento da pessoa que deseje uma alteração formal em sua identidade de género. A modificação poderá ser realizada sem intervenção da Justiça.
Um tribunal saudita sentenciou um policia a dois anos de prisão e 250 chicotadas por tentar abusar sexualmente de um rapaz em troca de o deixar sair da prisão.O rapaz, que estava num centro de delinquência juvenil, fingiu aceitar a proposta do polícia em ter relações sexuais com ele em troca da liberdade.
Segundo jornais locais, o polícia levou o rapaz no carro policial até a um lugar deserto. Quando o polícia despiu-se, o rapaz iniciou o carro e fugiu, deixando o polícia em roupas interiores.
Mais tarde, depois de ter chegado a casa, o rapaz reportou o ocorrido ao seu pai.