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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Ser fumador não é opção

Ser fumador não é necessariamente uma opção. Estudos recentes vêm provar que esse hábito já está de alguma forma definida no cérebro de cada um.

John McNamara, director do Centro de Investigação Clínica de S. Francisco, nos EUA, esteve esta semana em Lisboa para apresentar as conclusões da sua investigação no 21º Encontro da Sociedade Europeia de Neurologia (ENS).

De acordo com McNamara,, «ser fumador não é uma questão de opção, ela é essencialmente neurobiológica à nascença».

Aplicando várias técnicas de ressonância magnética, os resultados das suas pesquisas vêm demonstrar que ser fumador é definido pelo cérebro, na medida em que a forma e o tamanho, nomeadamente das amígdalas cerebrais, em pessoas que não fumam e pessoas que fumam é diferente.

No âmbito da conferência foram apresentados dados recentes que comprovam que o cérebro do fumador se assemelha com o de outros fumadores, enquanto que o cérebro dos não fumadores é bastante parecido entre si.

Ainda assim, os investigadores pretendem expandir a amostra que indica estas conclusões, de forma a aumentar a sua validade.

McNamara salienta que tanto a neurobiologia como os estudos hormonais e a genética «têm muito para oferecer na área da compreensão das origens de todas as variações do hábito fumador».

(Modificado a partir do original)

domingo, 12 de junho de 2011

Estudantes gays sofrem risco maior devido a condutas inseguras e prejudiciais à saúde


7 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Estudantes que relatam ser gays ou bissexuais têm mais probabilidade do que estudantes heterossexuais de se envolverem em condutas de risco e prejudiciais à saúde tal como uso de cigarro, álcool e outras drogas, condutas sexuais de risco, condutas suicidas e violência, de acordo com um estudo realizado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CCPD).
O estudo relatou: “A prevalência entre estudantes gays ou lésbicos era mais elevada do que a prevalência entre estudantes heterossexuais numa média de 63,8% de todas as condutas de risco medidas, e a prevalência entre estudantes bissexuais era mais elevada do que a prevalência entre estudantes heterossexuais numa média de 76,0% de todas as condutas de risco medidas”.
Especificamente, os estudantes gays ou lésbicos tinham índices mais elevados para sete das dez categorias de risco para a saúde (condutas que contribuem para a violência, condutas relacionadas a tentativas de suicídio, uso de álcool, uso de outras drogas, condutas sexuais e controle de peso).
O estudo também revelou que só 1,3% dos estudantes se identificam a si mesmos como gays ou lésbicas nos oito sites em que foram entrevistados sobre sua “identidade sexual”. Uma média de 3,7% disse que eram bissexuais.
Os pesquisadores analisaram dados das Pesquisas de Condutas de Risco entre Jovens conduzidas durante 2001–2009 em sete estados e seis grandes distritos escolares urbanos. Esses sites coletaram dados sobre a identidade sexual dos estudantes do ensino médio (heterossexuais, gays, lésbicas, bissexuais ou indecisos), sexo com contatos sexuais (contato sexual com o sexo oposto apenas, com o mesmo sexo apenas ou com ambos os sexos), ou ambos.
O estudo, “Identidade Sexual, Sexo com Contatos Sexuais e Condutas de Risco de Saúde entre Estudantes nos Graus 9–12 em Sites Selecionados — Vigilância de Condutas de Risco entre Jovens, Estados Unidos, 2001–2009”, foi publicado como um Resumo de Vigilância do Relatório Semanal de Morbidez e Mortalidade.
Leia o estudo completo aqui.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Homossexualismo é mais perigoso que fumar

Dr. Paul Cameron, psiquiatra norte-americano, PHD, publicou estudo sobre a expectativa de vida de homossexuais [1]. Segundo ele, a típica expectativa de vida de homossexuais sugere que suas atividades são mais destrutivas do que fumar e tão perigosas quanto usar drogas.Estudos têm demonstrado que anos de fumo encurtam a expectativa de vida do fumante de 1 a 7 anos. Mas a análise da idade de morte na Noruega e na Dinamarca para gays que estão legalmente casados sugere que se engajar em comportamento homossexual reduz a expectativa de vida em 24 anos.Conforme frisado pelo Dr. Paul Cameron:

“Dada a grandemente reduzida expectativa de vida para homossexuais, crianças na escola deveriam ser fortemente e consistentemente avisadas sobre os perigos do homossexualismo muito mais do que de fumar. Aquelas escolas que estão introduzindo currículos pró-gay necessitam repensar suas prioridades.“[2]

A preocupação da sociedade com riscos de saúde é legítima – eles impactam em nossos impostos e no perigo de todos à doença e ao dano. Porque nós temos cuidado com isso, fumantes são desencorajados de fumar por mais altos incrementos de segurança, com impostos em cigarros e com proibições de fumar em público.

Essas pressões sociais motivam muitos a abandonar tais hábitos. Elas, outrossim, encorajam não-fumantes a permanecer como não-fumantes.

Homossexuais são pessoas sexualmente problemáticas se engajando em atividades perigosas. Porque nós temos cuidado com eles e aqueles que aliciam a se juntar a eles, é importante que nós nem encorajemos nem legitimemos um tal destrutivo estilo de vida.

Enfim, se precisamos de Dia Mundial sem Tabaco, precisamos muito mais de um Dia Mundial sem Homossexualismo.


[1] http://www.lifesite.net/ldn/2007/apr/07040309.html
[2] http://www.lifesite.net/ldn/2007_docs/CameronHomosexualFootpr

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