Mostrar mensagens com a etiqueta DST. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta DST. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

O porquê do homossexualismo ser insustentável e do "casamento" homoerótico não ajudar.

Por Joseph Sciambra

Segundo um estudo em torno homossexuais masculinos sexualmente activos e residentes em Ontário (Canadá), de todos os novos casos de infecções com o HIV, “51%  foram através do sexo anal com o uso do preservativo e16%  através do sexo oral.” (1). O mesmo relatório apurou que “O falhanço do preservativo é frequentemente devido à rotura e à derrapagem, e por vezes (mas nem sempre) devido ao uso não-óptimo.”

Esta é a triste situação em que estamos porque os preservativos são mais susceptíveis de se romperem quando são usados analmente em oposição ao uso vaginal. De facto, a FDA nunca chegou a "esclarecer ou aprovar qualquer tipo de preservativo para uso especifico no sexo anal”. Isto é o que o site da FDA diz (2):

É mais provável que os preservativos se rompam durante o sexo anal do que durante qualquer outro tipo de actividade sexual devido à maior quantidade de fricção e de outro tipo de stress envolvido.

Para além disso, devido a  natureza frequentemente agressiva e até violenta do sexo homossexual masculino, o trauma anal, não só o rompimento do preservativo, é passível de ocorrer . Num estudo similar ao estudo Canadiano, pesquisadores Suíços apuraram que 28% dos homens homossexuais reportaram terem "trauma sexual passivo". (3)

Apesar disto, um argumento crucial em favor do "casamento" homossexual tem sido o de que a estabilidade dos emparelhamentos monogâmicos legalmente reconhecidos entre os homens homossexuais terá o efeito de baixar as taxas de contágio junto da população homossexual masculina. No entanto, outro estudo subverte por completo este argumento:. Numa pesquisa levada a cabo junto de duplas homossexuais, os pesquisadores apuraram que:

A maioria das duplas [homossexuais masculinas] permitia o sexo com parceiros externos. De modo geral, 65% dos homossexuais da amostra envolveu-se em
UAI [="unprotected anal intercourse"] com o parceiro primário.... Entretanto, 22% da amostra envolveu-se em pelo menos um episódio de UAI com um parceiro sexual externo, metade dos quais parceiros externos com um estatuto discordante ou desconhecido em relação ao HIV. (4)

Portanto, a psique dos homens homossexuais, que está pré-disposta para a promiscuidade, irá reduzir ou anular qualquer suposto benefício do "casamento" homossexual.

Mas porque é que isto acontece? Eis o que posso afirmar tendo como base a minha [do Joseph] experiência: Especialmente durante os dias iniciais do meu estilo de vida homossexual, sempre tive atracção por aqueles homens que representavam, ou pareciam projectar, uma qualidade ou uma característica que eu acreditava não ter. Na maior parte das vezes, eu senti isto como uma força claramente indefinível de confiança, estabilidade e masculinidade.

Houve um homem em particular que - pensava eu - encapsulava as três. No entanto, o facto de ter estado com ele, ter tido relações sexuais com ele, não mudou a minha auto-percepção visto que o meu sentimento de inadequação (que levou à minha incomum necessidade de afirmação masculina) não estava de maneira alguma relacionada com ele; ele não me poderia fazer no homem que eu pensava que não era.

Creio que o rapaz perdido que se encontrava dentro de mim queria um pai, mas como alguém que tentava passar a ser um homem, eu não queria um pai. Provavelmente se esta tivesse sido uma relação heterossexual as coisas teriam funcionado visto que a natureza complementar entre o homem e a mulher satisfaz e preenche ambas as partes da biologia e da experiência humana.

Mas nós fomos atraídos um para o outro numa falsa atracção magnética apenas para nos apercebermos que, tal como dois pólos [iguais], nós repelíamo-nos. O novelista homossexual Andrew Holleran provavelmente explicou este drama trágico quando escreveu:

Com dois egos masculinos é muito complicado. Os homens pura e simplesmente não foram criados para se prostrarem perante outros homens.

Em conclusão, o homossexualismo masculino é totalmente insustentável, até mesmo dentro do contexto "sexo-seguro" profilático, porque as forças naturais em operação geram um situação física onde a lesão, mesmo as menores, é sempre uma possibilidade distinta e, desde logo, deixa ambos os parceiros abertos à infecção e à doença.

Para além disso, uma vez que a sexualidade homossexual masculina é inerentemente impulsiva, ascendendo e caindo tão rapidamente como uma erecção, o impulso para executar estes cenários, mesmo quando estão cientes dos riscos físicos, por vezes está significativamente para além do controle dos participantes.

No entanto, esta mesma sexualidade homossexual masculina está tão enraizada e é patologicamente motivada por desejos infantis tão distantes que muitos homossexuais masculinos podem até nem ter lembrança de alguma vez terem outro tipo de sentimentos; devido a isto é que muitas vezes eles acreditam de modo firme que eles nasceram assim.

Dois estudos mostram que traços de personalidade, associados a papéis sexuais infantis confusos, frequentemente determinam a participação em certos actos e hábitos homossexuais quando se chega à idade adulta:

...... o FGI [Freund Feminine Gender Identity Scale] (e muitos dos seus factores e items) está significativamente associado a preferência por sexo anal receptivo.” (5)

Dito de outra forma, rapazes que cresceram a exibir características femininas frequentemente passam a ser adultos que preferem sexo anal receptivo.

Num outro estudo parecido, “MIPs [male insertive partners] desejavam sexo onde eles eram dominantes e no controle, ao mesmo tempo que MRPs [male receptive partners] desejavam sexo onde eles eram dominados ou 'tomados'. O desejado diferencial de poder era evidenciado através do tipo de comportamento sexual e através do tipo de parceiros desejados. Estes dados salientam a importância do poder como motivador sexual." (6)

Consequentemente, os homens homossexuais estão constantemente a reencenar o enredo dominante-submisso - uma perversão da relação pai-filho - numa tentativa de lidar com as memórias dolorosas. Então, quando invariavelmente se envelhece, ocorre esta bizarra reversão: o rapaz passa a ser o pai e tem agora que assumir o papel contrário. O problema é que nunca se passa a ser um homem, mas tu tentas provar o teu ténue entendimento da masculinidade dominando os jovens e os sem-experiência.

Este é um ciclo vicioso horrível. Do ponto de vista fisiológico, os homens homossexuais não podem continuar neste caminho; a sua única esperança para uma saúde, paz e cura genuínas é através dum programa de vida onde inicialmente abraçam a castidade, e posteriormente o aconselhamento espiritual e psicológico seguido de terapia reparativa.

~ http://bit.ly/1UfWJrA

Referências:

1. “HIV Transmission among Men Who Have Sex with Men due to Condom Failure”
Robert S. Remis, Michel Alary, Juan Liu, Rupert Kaul, Robert W. H. Palmer
Published: September 11, 2014DOI: 10.1371/journal.pone.0107540

2. http://www.fda.gov/ForPatients/Illness/HIVAIDS/ucm126372.htm

3. “Over Half of MSM in Swiss Study Group Don't Know About HCV Infection”
ICAAC 2014 54th Interscience Conference on Antimicrobial Agents and Chemotherapy
September 5-9, 2014, Washington, DC

4. “Relationship characteristics associated with sexual risk behavior among MSM in committed relationships.”
Hoff CC1, Chakravarty D, Beougher SC, Neilands TB, Darbes LA.
AIDS Patient Care STDS. 2012 Dec;26(12):738-45. doi: 10.1089/apc.2012.0198.

5. “Effects of recalled childhood gender nonconformity on adult genitoerotic role and AIDS exposure. HNRC Group.”
Weinrich JD1, Grant I, Jacobson DL, Robinson SR, McCutchan JA.
Arch Sex Behav. 1992 Dec;21(6):559-85.

6. Damon, Will (2001). “The relations of power and intimacy motives to genitoerotic role preferences in gay men: A pilot study.” Canadian Journal of Human Sexuality. 2000 Vol 9(1) 15-30.

domingo, 16 de agosto de 2015

O homossexualismo causa cancro

Por Joseph Sciambra

Num estudo recente, a maioria dos homossexuais masculinos seronegativos acusou positivamente para o HPV:

O ADN da HPV foi encontrado no canal anal de 57% dos participantes. A prevalência da infecção com o HPV não se alterou com a idade ou localização geográfca.

A infecção com o HPV estava independentemente associada com as relações sexuais anais receptivas. (1)

As probabilidades de se contrair o HPV, que causa o cancro anal, aumentavam mal alguém se tornava seropositivo:

Noventa e dos porcento dos MSM [homens que têm sexo com outros homens] seropositivos tinham pelo menos um tipo de HPV anal, 80% tinham pelo menos 1 tipo de HPV oncogênico, e 42% tinham HPV 16. (2)

No entanto, e segundo um estudo Dinamarquês, até aqueles homens homossexuais que se encontravam em relacionamentos "registados" estavam também expostos a um risco acrescido de se contrair cancro anal:

As mulheres em parcerias homossexuais estavam tão expostas aos riscos de cancro como as mulheres Dinamarquesas no geral....

De modo geral, os homens em parcerias homossexuais encontravam-se expostos a um risco maior…O carcinoma escamoso anal também ocorra em excesso. (3)

- http://bit.ly/1Hm6fzW

Referências:
1. "Age-Specific Prevalence of Anal Human Papillomavirus Infection in HIV-Negative Sexually Active Men Who Have Sex with Men: The EXPLORE Study" Peter V. Chin-Hong, Eric Vittinghoff, Ross D. Cranston, Susan Buchbinder, Daniel Cohen, Grant Colfax, Maria Da Costa, Teresa Darragh, Eileen Hess, Franklyn Judson, Beryl Koblin, Maria Madison and Joel M. PalefskyPresented in part: Human Papillomavirus 21st International Conference, Mexico City, Mexico, 20–26 February 2004 (abstract 538).
2. "Risk factors for anal human papillomavirus infection type 16 among HIV-positive men who have sex with men in San Francisco." Hernandez AL1, Efird JT, Holly EA, Berry JM, Jay N, Palefsky JM.J Acquir Immune Defic Syndr. 2013 Aug 1;63(4):532-9. doi: 10.1097/QAI.0b013e3182968f87.
3. "Cancer in a Population-based Cohort of Men and Women in Registered Homosexual Partnerships" Morten Frisch1, Else Smith2, Andrew Grulich3 and Christoffer JohansenOxford Journals Medicine & Health American Journal of Epidemiology Volume 157, Issue 11Pp. 966-972.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Sida atinge gays cada vez mais cedo

Os homens que têm sexo com outros homens são infectados com VIH/Sida cada vez mais cedo.

De acordo com dados divulgados nesta tarde de sexta-feira pela Direcção Geral de Saúde, a idade média da infecção entre os homossexuais e bissexuais ocorria aos 36 anos, em 1990, enquanto que em 2012 a idade baixou para os 32 anos.

No total, 70% das infecções no género masculino, na faixa etária entre os 30 e 34 anos, ocorrem entre homossexuais. Os homens que têm sexo com outros homens são 65% dos casos entre os 25 e 29 anos. E na faixa etária dos 20 aos 24 anos representam 45%.

A transmissão da infecção nos homossexuais aumentou 33% entre 2005 e 2011, revela o relatório sobre a situação do VIH/Sida em Portugal em 2012.

Dados oficiais referem que a transmissão da infecção através das relações sexuais em homens que têm sexo com homens atinge hoje 25% do total de casos notificados.

António Diniz, a propósito dos '30 anos do VIH/SIDA em Portugal' e do Dia Mundial de Luta Contra a Sida, que se assinala domingo, referiu a necessidade de obter respostas com urgência.

“Precisamos saber porque é que estas pessoas se voltaram a infectar e isso implica sabermos que pessoas são, como é que elas encaram a infecção VIH e de que forma é que a adquiriram para podermos traçar estratégias, quer seja de prevenção, quer seja de diagnóstico”, explicou o director do Programa Nacional para a Infecção do VIH/SIDA.

Fonte

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Os grupos de risco


Os resultados do estudo comportamental levado a cabo no início deste ano foram apresentados num fórum, na Cidade de Belize. O estudo em questão revela que o uso do  preservativo entre os homens que tem sexo com outros homens (HSH) e pessoas com o HIV é inferior a 70%. Ou seja, por cada 100 HSH/seropositivo que tem relações sexuais, menos de 70 usa "protecção".

O programa nacional de HIV do ministério de saúde de Belize, que faz parte duma iniciativa mais alargada levada a cabo pela "Central American Behavioral" como forma de aumentar a monitorização do HIV, levou a cabo a sondagem entre os identificados grupos de risco, incluindo HSH, prostitutas e pessoas com o HIV.

O objectivo era o de documentar o comportamento de risco associado ao HIV nas três populações mencionadas, e determinar o predomínio do HIV e DST [Doenças Sexualmente Transmitidas] nos vários grupos.

Entre as "funcionárias do sexo" o uso de preservativo era de 81%. O mesmo estudo mostrou também que apenas 33% das prostitutas inquiridas sabia como o HIV era transmitido, ao mesmo tempo que 57% dos HSH sabia. Curiosamente, o estudo mostrou também o predomínio de HIV entre os HSH testados era mais elevado, com 13.8%, ao mesmo tempo que as "operárias do sexo" mostravam uma ocorrência na ordem dos 0,9%.

Ou seja, entre estes dois grupos, aquele que tem uma maior percepção da forma como o HIV é transmitido, não só é o grupo que menos usa "protecção", como é o grupo mais fustigado com o HIV.

Portanto, eles sabem que podem contrair o HIV, mas escolhem não usar protecção.

O Dr. Marvin Manzanero diz:

Preliminarmente, acho que com as pessoas seropositivas, que é o que já apresentamos até agora, estamos a apurar que há um reduzido uso do preservativo. Existe uma quantidade suficiente de conhecimento por parte das pessoas, mas parece que o conhecimento não está a ser traduzido para uma alteração comportamental.

Para as operárias do sexo apuramos uma inferior prevalência de HIV do que aquela que está a ser reportada noutros países da América Central: é inferior a 1%. Mas elas possuem um predomínio mais elevado de IST [Infecções Sexualmente Transmitidas] e um inferior uso consistente do preservativo.

No grupo dos HSHs temos um predomínio que parece mais elevado do que nos outros países centro-americanos, e também um baixo uso consistente do preservativo.

De modo geral, esta é a imagem instantânea do que fizemos com os dados preliminar.

Entre Janeiro e Julho de 2012, um total de 252 pessoas com HIV foram recrutadas para o estudo - um total de 107 homens e 145 mulheres. Perto de 55% das pessoas com HIV tinham mais de 35 anos de idade.

Esta é a primeira vez que fazemos um estudo desta envergadura. Historicamente, nada disso tinha sido feito em Belize: este é o primeiro grande estudo.  . . . Supostamente esta informação é para ser usada para o desenvolvimento de políticas, planeamento e outro tipo de modificações que teremos que fazer à nossa estratégia actual usada para lidar com o HIV.(...)

O estudo comportamental mostrou que a maioria das pessoas a viver com o HIV são de estratos sociais mais baixos.

* * * * * * *
A política mais eficaz para combater o HIV é aquela que envolve a promoção de comportamentos sexuais saudáveis, a defesa da família, e a defesa dos valores morais conducivos para a propagação da espécie e da educação de crianças. Mas nada disso vai ser feito porque isso seria "estigmatizar" um "grupo oprimido".

Entretanto, vamos continuar a assumir que uma virgem de 24 anos é tão capaz de contrair o HIV como o homossexual de 24 anos, quando todos nós sabemos que isso é estatisticamente falso.



quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Dr. Rick Fitzgibbons: as consequências médicas do homossexualismo estão a ser ignoradas por motivos ideológicos

Em 2003 a Zenit News publicou uma entrevista alongada com o Dr. Rick Fitzgibbons onde foram discutidas as  consequências médicas sérias do comportamento homossexual que estão a ser ignoradas - senão suprimidas - durante o actual debate em torno do homossexualismo. O Dr. Fitzgibbons não só é o principal contribuinte da declaração "Homosexuality and Hope" levada a cabo pela "Catholic Medical Association", como é também alguém que já falou inúmeras vezes deste assunto.

Fitzgibbons indicou que as recentes alterações históricas em torno da visão institucional do homossexualismo não ajudaram aqueles que se encontram a agir de acordo com esta disposição. Ele afirma que "O homossexualismo foi diagnosticado e tratado como doença do foro psiquiátrico - comportamento anormal - até 1973, quando foi retirado da "Diagnostic and Statistical Manual" meramente como resultado de pressão política."

Ele continua afirmando que "As prácticas sexuais nas quais os homossexuais se envolvem acarretam consigo riscos de saúde sérios e doenças. Especificamente, a sodomia como um comportamento sexual está associada a significativos problemas que podem colocar a vida em risco." Durante a entrevista, e de modo mais detalhado, Fitzgibbons  fornece as evidências que confirmam as suas alegações e os resultados das pesquisas que ele e outros levaram a cabo em torno deste assunto.

Em torno das consequências mentais, Fitzgibbons declara que existe "uma forte ligação entre o sexo homossexual e o suicídio, bem como uma conexão entre o homossexualismo e problemas emocionais e mentais."

Os jovens que exibem este tipo de desordens eram quatro vezes mais susceptíveis que os seus pares de sofrer depressão séria, três vezes mais susceptível de sofrer desordem de ansiedade generalizada, quase quatro vezes mais susceptíveis de exibir desordens comportamentais, cinco vezes mais susceptíveis de ter uma dependência com a nicotina, seis vezes mais susceptíveis de sofrer de desordens múltiplas, e de serem mais de seis vezes mais susceptíveis de ter tentado o suicídio.

Os activistas homossexualistas afirmam que a causa primária por trás dos problemas mentais experimentados pelas pessoas que tomam parte em actos homossexuais é a falta de aceitação social, mas Fitzgibbons disponibiliza evidências que refutam esta alegação. Ele reporta que um extensivo estudo levado a cabo na Holanda, onde o homossexualismo foi aceite há já algum tempo - sendo até protegido pela lei - indica que  a "doença psiquiátrica não pode ser atribuída à rejeição social ou à homofobia".

A elevada taxa de desordens psiquiátricas associadas ao comportamento homossexual na Holanda contradiz a alegação dos activistas homossexuais em torno da causa destes transtornos presentes junto dos homossexualistas.

Fitzgibbons expressa preocupação de que as pessoas envolvidas no homossexualismo tenham sido abandonadas num estilo de vida de elevado risco pela maior parte dos grupos médicos  que "adoptaram a agenda homosexual e estão a promover este estilo de vida, apesar de todos os estudos científicos e evidências médicas demonstrarem a existência de riscos médicos e psicológicos."

Fitzgibbons diz ainda que "a agenda homossexual politicamente correcta está a sobrepor-se à ciência."
 

...

terça-feira, 19 de junho de 2012

Tendo como base as consequências médicas, porque é que o homossexualismo não é qualificado de desordem?

Por Kathleen Melonakos, M.A., R.N.

Durante os anos 80 e 90 trabalhei como RN na Stanford University Medical Center, onde pude ver alguns dos estragos que os homossexuais levavam a cabo nos seus próprios corpos com algumas das suas prácticas. Como resultado dessa experiência reveladora, eu admiro o trabalho que a NARTH leva a cabo na pesquisa e no tratamento do homossexualismo.

Há já algum tempo que me preocupo com as sérias consequências médicas que resultam das atitudes de "afirmação" gay que predominam na San Francisco Bay Area. Por exemplo, eu conhecia pessoalmente um dermatologista, um dentista, um engenheiro e um cabeleireiro que morreram na casa dos 40 devido a doenças infecciosas relacionadas com o padrão do seu comportamento homossexual. Conheço muitos outros que morreram jovens como resultado do estilo de vida homossexual que levavam.

A co-autora do meu livro médico de referência, Saunders Pocket Reference for Nurses, foi directora do departamento de cirurgia em Stanford. Ela relatou casos de homossexuais a precisarem de cirurgia de emergência devido ao "fisting", "brincar com brinquedos" (inserir objectos no recto) e outros actos bizarros.

Tendo como base a minha experiência clínica e o tempo que investi a fazer um estudo considerável em torno disto, estou certa que a homossexualidade não é nem normal nem benigna; pelo contrário, é um vício comportamental letal, tal como o Dr. Jeffrey Satinover demonstra no seu livro Homosexuality and the Politics of Truth [Satinover, Jeffrey, Homosexuality and the Politics of Truth, Hamewith/Baker Books, 1996.].

Tanto quando sei, com a excepção dos homossexuais activos, não há outro grupo de pessoas nos EUA que morre na casa dos 40 como resultado de doenças infecciosas. Isto, para mim, é trágico, especialmente quando sabemos que, em muitos casos e com suficiente motivação e ajuda, a homossexualidade pode ser prevenida ou substancialmente tratada durante a vida adulta.

Hoje em dia vivo em Delaware e trabalho em união com a Delaware Family Foundation para informar o público acerca das questões homossexuais. Actualmente temos estado a debater com activistas homossexuais que tentam acrescentar "descriminação sexual" ao nosso código anti-descriminação.

Ao tentarmos construir um argumento em favor da tese de que a homossexualidade não é saudável e não deveria ser encorajada, lutamos contra o facto da American Psychiatric Association e a American Psychological Association não a reconhecerem como uma desordem. Os nossos opositores afirmam que estamos a usar a "táctica do medo".

O Dr. Satinover brilhantemente disponibilizou no seu livro "Homosexuality and the Politics of Truth" evidências sólidas e irrefutáveis que demonstram a existência de consequências letais na práctica das actividades normais do homossexualismo masculino - isto é, a promiscuidade e o sexo anal.

Não é preciso ser alguém com conhecimentos médicos para reconhecer que, como Brian Camenker (Parent Right's Coalition) disse num canal nacional, "Um vida inteira de sexo anal não faz coisas boas ao teu corpo." Brian acrescentou ainda:

Por mais perturbadora que esta declaração possa soar, a verdade é que não há argumento contra ela.
Portanto, a mais comum das pessoas reconhece o que deveria ser óbvio, especialmente para aqueles com conhecimentos médicos e que estão cientes dos factos básicos em torno do homossexualismo. Parece-me que os profissionais médicos deveriam estar mais cientes e preocupados com as consequências de se envolver regularmente em sexo anal promíscuo, bem como outras prácticas orais-anais de homossexuais activos. [http://www.cprmd.org/, "Homosexual Myths—Male Homosexuals are Healthy and Have Normal Sex Lives."]

O risco de cancro anal aumenta de forma impressionante para 4000%, e duplica mais uma vez entre os seropositivos.

Será que alguém pode refutar o facto do sexo anal rasgar revestimento do recto do parceiro receptor - quer se use ou não um preservativo - e o subsequente contacto com matéria fecal leva a uma série de doenças?

O tipo de doenças a que os homossexuais activos são vulneráveis são classificadas do seguinte modo:

Doenças clássicas sexualmente transmitidas (gonorrhea, infections with Chlamydia trachomatis, syphilis, herpes simplex infections, genital warts, pubic lice, scabies);

Doenças entéricas (infections with Shigella species, Campylobacter jejuni, Entamoeba histolytica, Giardia lamblia, ["gay bowel disease"], Hepatitis A, B, C, D, and cytomegalovirus);

Trauma (related to and/or resulting in fecal incontinence, hemorroids, anal fissure, foreign bodies lodged in the rectum, rectosigmoid tears, allergic proctitis, penile edema, chemical sinusitis, inhaled nitrite burns, and sexual assault of the male patient); and the acquired immunodeficiency syndrome (AIDS).

Pode alguém refutar o facto do incremento da morbidez e mortalidade ser um resultado incontornável do sexo entre homens - sem falar nas maiores taxas de alcoolismo, uso de drogas, depressão e outras doenças que frequentemente acompanham o estilo de vida homossexual? Pessoas com este conjunto de problemas comportamentais são de alguma forma "normais"?

A minha questão principal é: tendo como base apenas e só as suas consequências médicas, porque é que o homossexualismo não é considerado uma desordem? O Dr. Satinover e outros construíram um argumento sólido sobre o porquê do homossexualismo ter paralelos com o alcoolismo como um vício insalubre. Devido a isso, deveria ter um diagnóstico paralelo.

Existe uma vasta gama de literatura, incluindo no site da NARTH, que discute a forma como a homossexualidade foi removida da lista de diagnósticos em 1973. O argumento contra a mudança parece centrar-se em coisas como "padrões sociais", relativismo moral, "angustia subjectiva" do cliente e se há ou não forma objectiva para se determinar o que é a normalidade "psicológica" ( por exemplo, o debate entre Joseph Nicolosi e o Dr. Michael Wertheimer em "A Clash In Worldviews: An Interview with Dr. Michael Wertheimer").

Embora estas considerações sejam importantes, parece-me que podemos temporariamente pôr de lado a discussão se deveríamos ou não classificar a homossexualidade de transtorno do desenvolvimento. De modo aparentemente simples, uma pessoa objectiva que olhe para as consequências do homossexualismo teria que classificar esse estilo de vida como um tipo de patologia.

Essa conduta diminui ou não diminui de modo drástico o tempo de vida? Os estudos dizem que diminui, chegando até aos 40% - sendo o estudo de Cameron apenas um dos muitos que sugerem exactamente isto.

Levando tudo em consideração, estes estudos demonstram que o homossexualismo é mais mortífero que fumar, o álcool ou o vício da droga. No entanto. tendo como base as suas adversas consequências para a saúde, parece que poucos médicos ou outros profissionais estão a levantar argumentos em favor da homossexualidade como diagnóstico.


Enquanto fazia pesquisa em torno dos eventos por trás da decisão de 1973 de remover o homossexualismo do manual de diagnósticos, fiquei chocada ao descobrir o raciocínios sobre qual a decisão foi baseada, e como médicos qualificados permitiram que a decisão se mantivesse.

No dia 2 de Fevereiro de 2002, correspondi-me por email com o Dr. Robert Spitzer da APA e pedi-lhe que me enviasse referências para os artigos e estudos sobre os quais o seu comité se baseou na sua decisão de remover o homossexualismo da lista de diagnósticos. Ele indicou-me que o mais próximo existia dum documento de posição (American Journal of Psychiatry,130:11, 1207-1216), e disse:

Não existia uma lista específica de referências mas o que se revelou igualmente influente foi o estudo de Evelyn Hooker Rorshach e o estudo comunitário de Eli Robins community study.
Eu já li muitas críticas ao estudo de Hooker - como os inquiridos foram escolhidos a dedo e não escolhidos de forma aleatória, e outras limitações metodológicas.

O Dr. Charles Socarides (...) informa-nos que Spitzer foi influenciado pelo Relatório Kinsey, que foi reconhecido em 1976 por "progressistas sociais" tais como o Prof. Paul Robinson da Stanford como "manifestação patética da ingenuidade filosófica de Kinsey . . uma mecânica invenção que . . . não tinha muitas relações com a realidade," e que desde então já foi desacreditado pelo trabalho de Judith Reisman e pelo trabalho de outros.

É mais do que óbvio que o Dr. Socarides estava certo quando afirmou que a decisão de remover o homossexualismo da lista de diagnóstico "envolvia uma rejeição frontal não só de centenas de artigos e relatórios de pesquisa psiquiátrica e psicanalítica, como outros estudos sérios levados a cabo por grupos de psiquiatras, psicólogos, e educadores durante os últimos 70 anos".

Torna-se cada vez mais óbvio que uma colecção substancial de evidências que demonstram que o homossexualismo envolve um comportamento perigoso para a saúde associado a uma componente aditiva foram ignoradas.

domingo, 26 de junho de 2011

Homossexuais têm 20 vezes mais probabilidades de contrair HIV

Este artigo fala da forma de acabar com o "estigma" dos homossexuais em alguns países mas não explica o porquê dos homossexuais terem uma taxa tão elevada de SIDA.

A verdade está bem à sua frente mas o seu esquerdismo impossibilita-os de afirmar o óbvio: o comportamento homossexual tem tanta incidência de DST (doenças sexualmente transmitidas) porque essa vida caracteriza-se por promiscuidade.

Mas os órgãos de "informação" não falam nisso porque isso implicaria fazer uma análise sóbria desse comportamento.


Os homossexuais apresentam 20 vezes mais probabilidades de contrair o VIH, o que levou a Organização Mundial de Saúde (OMS) a elaborar pela primeira vez uma lista de directrizes para o tratamento e a prevenção deste vírus entre os homossexuais e os transexuais.

Em países como a Bolívia, Jamaica, México, Myanmar, Tailândia, Trinidad e Zâmbia, a percentagem de homossexuais contagiados com o VIH ultrapassa os 20% e, em alguns casos, atinge os 40%, segundo um artigo no boletim da OMS, apresentado hoje em Genebra.

No caso dos transexuais, as taxas de contágio variam entre oito e 68%, dependendo do país, ainda que, em muitos casos, os dados não sejam fiáveis porque este grupo não está reconhecido legalmente.

A OMS lembra que, em muitos países, estas comunidades são estigmatizadas, o que determina que estas pessoas não recorrem aos serviços de saúde com medo de serem humilhadas e que seja violada a confidencialidade médico-doente.

Mais de 75 países criminalizam actualmente os homossexuais e os transexuais, privando-os de direitos fundamentais como a atenção médica.

Lusa/SOL

domingo, 12 de junho de 2011

Estudantes gays sofrem risco maior devido a condutas inseguras e prejudiciais à saúde


7 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Estudantes que relatam ser gays ou bissexuais têm mais probabilidade do que estudantes heterossexuais de se envolverem em condutas de risco e prejudiciais à saúde tal como uso de cigarro, álcool e outras drogas, condutas sexuais de risco, condutas suicidas e violência, de acordo com um estudo realizado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CCPD).
O estudo relatou: “A prevalência entre estudantes gays ou lésbicos era mais elevada do que a prevalência entre estudantes heterossexuais numa média de 63,8% de todas as condutas de risco medidas, e a prevalência entre estudantes bissexuais era mais elevada do que a prevalência entre estudantes heterossexuais numa média de 76,0% de todas as condutas de risco medidas”.
Especificamente, os estudantes gays ou lésbicos tinham índices mais elevados para sete das dez categorias de risco para a saúde (condutas que contribuem para a violência, condutas relacionadas a tentativas de suicídio, uso de álcool, uso de outras drogas, condutas sexuais e controle de peso).
O estudo também revelou que só 1,3% dos estudantes se identificam a si mesmos como gays ou lésbicas nos oito sites em que foram entrevistados sobre sua “identidade sexual”. Uma média de 3,7% disse que eram bissexuais.
Os pesquisadores analisaram dados das Pesquisas de Condutas de Risco entre Jovens conduzidas durante 2001–2009 em sete estados e seis grandes distritos escolares urbanos. Esses sites coletaram dados sobre a identidade sexual dos estudantes do ensino médio (heterossexuais, gays, lésbicas, bissexuais ou indecisos), sexo com contatos sexuais (contato sexual com o sexo oposto apenas, com o mesmo sexo apenas ou com ambos os sexos), ou ambos.
O estudo, “Identidade Sexual, Sexo com Contatos Sexuais e Condutas de Risco de Saúde entre Estudantes nos Graus 9–12 em Sites Selecionados — Vigilância de Condutas de Risco entre Jovens, Estados Unidos, 2001–2009”, foi publicado como um Resumo de Vigilância do Relatório Semanal de Morbidez e Mortalidade.
Leia o estudo completo aqui.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

sábado, 4 de junho de 2011

Londres: 1 em cada 7 homossexuais está infectado com o HIV

Um em cada sete homens homossexuais da vida gay de Londres está infectado com o HIV. Os promotores da "saúde sexual" continuam a avançar com a mensagem do preservativo enquanto que as taxas de contaminação aumentam.

Já foi dito várias vezes no passado por pessoas conhecedoras do assunto que a promoção do uso do preservativo como forma de combater as DST não funciona. Só uma mudança de comportamentos pode reverter as incidências, mas como uma mudança de comportamento envolve coisas 'horríveis' como abstinência e fidelidade, o mundo ateu não está interessado nisso.

Além disso, não interessa aos líderes mundiais elevar o nível médico das sociedades uma vez que isso pode conduzir a um aumento populacional. O que os líderes mundiais querem, pressionados pelos grupos da extrema esquerda ambientalista e não só, é reduzir a população mundial a todo o custo, mesmo que isso envolva deixar de prestar ajuda médica a quem precise.

Quando nós olhamos para algumas medidas (falhadas) da elite mundial no que toca à sexualidade e no que toca aos seus desejos de "controle populacional", as coisas começam a fazer mais sentido. Percebe-se o porquê dos mesmos insistirem em coisas que manifestamente só nos causam problemas de saúde.


Segundo um grupo de saúde homossexual, as taxas de contaminação do vírus HIV entre os homens londrinos que tem relações sexuais com outros homens (HSH) aumentaram dramaticamente nos últimos 7 anos. O "The Terrence Higins Trust" (THT) anunciou números que mostram como 1 em cada 7 homossexuais em Londres está infectado com o HIV, quando no resto do país a incidência é de 1 em cada 20. O número aumentou de 299 novos casos no ano 2000 para 710 em 2007.

De acordo com a agência de consciencialização sobre a SIDA, a AVERT, nos finais de 2008 os HSH eram estimados como sendo 38% dos casos de HIV na Grã-Bretanha, isto apesar dos mesmos serem uma população bem pequena no que toca à população total. Claro que o mundo secular não se questiona sobre as razões que levam a que uma porção tão pequena da população total possa ter uma incidência tão elevada de DST. Para os esquerdistas, isto não é relevante. O que interessa é avançar com um estilo de "vida" que torna um homem mais propenso a tornar-se mais um ser humano criado à Imagem de Deus contaminado com uma doença tão letal.

Alan Wardle, líder do "Health Promotion" da THT disse que os homens da "cena gay" estão genuinamente chocados com estes números.

A verdade é que, depois de Brighton, Londres tem a mais alta prevalência de HIV no país.

Apesar do falhanço evidente das campanhas em torno do uso do preservativo como forma de controlar as taxas de HIV, tanto o THT como a "Health Protection Agency" (HPA) concluíram que o "sexo seguro" era a única solução. Alan Wardle disse que a THT vai lançar a campanha "Um em cada Sete" como forma de "lembrar" os homens da cena gay acerca do uso do preservativo.

Ou seja, apesar destes métodos não estarem a funcionar, as agências que (fingem que) lutam contra o avanço da SIDA vão continuar a insistir neles e com isso a contribuir para o avanço da SIDA entre os HSH.

Vejam a forma como a Ruth Smith (cientista sénior do Centro de Infecções da HPA) diz uma coisa que mostra como as pessoas podem ter as evidências bem à sua frente mas rejeitá-las por motivos puramente ideológicos:

Nós temos que reforçar continuamente a mensagem do sexo seguro: usar o preservativo com todos os novos parceiros sexuais (ou com os casuais) é a forma mais certa de assegurar que as pessoas não se tornem seriamente infectadas com uma DST como o HIV.
Em vez de se tentar mudar os comportamentos sexuais da comunidade gay (e terminar com o sexo casual ou a promiscuidade), os centros 'médicos' apenas e só lutam contra os sintomas, deixando a doença (promiscuidade) completamente intocável.

Só uma palavra para o sr Alan Wardle: o preservativo não é a única solução para combater a SIDA ao nível social. Aliás, como mostram as evidências, essa medida nem funciona. É, sim, a "única" que a vossa ideologia ateísta aceita. A realidade dos factos mostra que há medidas bem mais eficientes e bem menos dispendiosas.

Qual é a solução para as epidemia das DST? O Centro de Controle de Doenças delineou um modo simples e eficiente para travar o avanço destas doenças:

A maneira mais segura de se evitar a transmissão de doenças como a sífilis, é abster-se do contacto sexual ou estar num relacionamento a longo prazo mutuamente monogâmico com um parceiro que já foi testado e de quem se sabe estar limpo de doenças.
...........
Abster-se de contacto sexual (abstinência) ou estar num relacionamento mutuamente monogâmico a longo prazo (ex: casamento). Isto parece algo tirado de um Certo Livro Antigo escrito há séculos atrás por "pastores ignorantes".

Conclusão:

A "receita" médica para combater a epidemia de DST é exactamente aquilo que a Bíblia nos diz sobre uma conduta sexual saudável.

Deve ser uma "coincidência" que a Medicina e a Bíblia estejam de acordo.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Chrome: O browser homossexual

Se esta iniciativa por parte da Google de promover o seu browser for bem sucedida, os esquerdistas estão a vencer a guerra cultural. Aparentemente é suposto nós usarmos o Chrome para mostrarmos o nosso apoio a uma revoltante forma de depravação associada à disseminação de doenças sexualmente transmissíveis.

Como os sodomitas alegadamente "oprimidos" são uma pequeníssima percentagem da população, a ideia por trás do vídeo não é ter sucesso económico junto desse ínfimo número do público, mas sim mandar a mensagem subliminar de que as pessoas podem "provar" que não são "homofóbicas" (seja lá o que isso fôr) usando o browser Chrome.

Se os indícios publicitários e a decadência cultural continuar, podemos esperar nos próximos anos segmentos publicitários onde se vejam sodomitas a beijarem-se e a promover o uso de sabonetes ou comida para cão (ou outro produto qualquer sem relação alguma com a homossexualidade).

Ah, e contrariamente ao que o vídeo alega, as coisas não melhoram à medida que uma pessoa se afoga no estilo de vida homossexual: segundo a Medicina, acontece exactamente o contrário.

1. 20% dos gays americanos tem o HIV

2. "Se a homossexualidade não é normal, porque é que a natureza não a elimina?"

3. Novas infecções do HIV quase duplicaram nos últimos 10 anos

4. Cuidado com os bancos de sangue ingleses

5. É a homossexualidade um estilo de vida saudável?

◄►Fonte◄►

terça-feira, 12 de abril de 2011

Cuidado com os bancos de sangue ingleses

Segundo informa o diário britânico The Telegraph, os homossexuais vão poder começar a doar sangue se assim o entenderem. Segundo a mesma fonte, a ministra da Saúde, Anne Milton, vai anunciar esta mudança de política em poucas semanas.

O governo britânico levantará a norma que impedia os homossexuais de doarem sangue por a considerar "discriminatória". Isto assume, obviamente, que toda a descriminação é má.

No entanto, haverá restrições: só podem doar sangue aqueles homossexuais que não tenham tido relações sexuais durante uma década. Aqueles homossexuais que são sexualmente activos continuarão a não poder dar sangue. Por enquanto.

Boa sorte em encontrar um homossexual britânico que não tenha tido relações sexuais com outro homem nos últimos dez anos.

As fontes do diário alegam que o período de 10 anos de espera evita que haja doações por parte de homossexuais que desconheçam serem portadores do HIV, uma vez que em dez anos há tempo suficiente para que o vírus se manifeste e seja detectado. Será?

♦Fonte♦


Na Medicina as coisas costumam ser bastante claras. Se um comportamento é benéfico, então quem pratica esse comportamento aumentará as suas hipóteses de ser saudável. Se um comportamento não é saudável, então mais cedo ou mais tarde as consequências desse comportamento se farão notar.

No que toca ao vício da homossexualidade, a Medicina deixa bem claro que esse comportamento não é saudável:

1. Estudo indica que 75% dos homossexuais sexualmente activos são portadores do Vírus do Papiloma Humano

2. A Medicina e a “normalidade” do comportamento homossexual

3. Desproporcional presença de homossexuais nas novas contaminações

4. Pandemia mundial de AIDS entre gays

5. Homossexualismo é mais perigoso que fumar

6. Um a cada cinco homens gays nos EUA é portador do HIV

7. SIDA fora do controle entre homossexuais

8. EUA: 48% dos casos de HIV são de sexo entre dois homens

9. Londres: 1 em cada 7 homossexuais está infectado com o HIV

Tendo isto em conta, porque é que os serviços médicos ingleses tentam agora abrir os bancos de sangue a homossexuais que tenham estado celibatários nos últimos 10 anos? (Aliás, como é que eles vão descobrir que alguém teve sexo durante os últimos 10 anos? Perguntando?)

A Medicina claramente mostra que o vício da homossexualidade é clinicamente auto-destrutivo. Porque é que o resto da sociedade tem agora que pagar pelos erros de Sodoma? Quanto tempo até que, no espírito de "não-descriminação", estas coisas sejam aceites pelos fracos líderes socialistas portugueses?

A motivação para este levantar de restrição é meramente política e ideológica. Os esquerdistas que controlam a Inglaterra provavelmente não se sentiam à vontade com a descriminação que a Medicina fazia ao sangue homossexual, e, como tal, resolveram colocar em risco toda uma população como forma de satisfazer o lobby sodomita.

Mais uma vez se vê que o argumento que muitos usam para a normalizar a homossexualidade ("não me afecta directamente") é falso. A normalização da anormalidade afecta toda a sociedade.


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

75% dos homossexuais sexualmente ativos são portadores do Vírus do Papiloma Humano

Ninguém sabe bem porquê, mas notícias como esta vão-se repetindo.

Matthew Cullinan Hoffman

BARCELONA, Espanha, 2 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Resultados preliminares de um estudo espanhol de homossexuais sexualmente ativos indicam que setenta e cinco por cento são portadores do vírus do Papiloma Humano (HPV), de acordo com um relatório da Europa Press.

O estudo, que está buscando seguir homossexuais sexualmente ativos que normalmente usam camisinhas, até agora seguiu 40 participantes do estudo durante um período de vários meses, e chegou a um número preliminar de 75 por cento de infecção do HPV.
A estatística é mais que duas vezes a média para os jovens espanhóis, de acordo com a Europa Press, que relata que 30 por cento são portadores do HPV.
Acredita-se que o Vírus do Papiloma Humano, que surge em centenas de variedades, causa câncer no colo de útero nas mulheres e câncer no pênis dos homens. É também um marcador para o risco de contrair o Vírus da Imunodeficiência Humana (conhecido como HIV), o vírus que se crê provoca a AIDS.
Conforme LifeSiteNews noticiou anteriormente, homossexuais sexualmente ativos têm muito mais probabilidade de contrair uma variedade de doenças debilitantes, inclusive a AIDS, hepatite, sífilis e infecções estafilococas.

O elevado nível de doenças infecciosas entre homossexuais tem relação com elevados níveis de promiscuidade sexual. Os homossexuais têm um número estimado de parceiros sexuais a vida inteira estendendo-se às centenas, de acordo com alguns estudos.

O elevado índice de infecção do HIV entre homossexuais levou o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA a proibir a doação de sangue proveniente de homens que têm cometido sodomia com homens depois de 1977.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.comVeja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/75-of-sexually-active-homosexuals-are-carrying-human-papiloma-virus-study-s

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...