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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Quanto mais cedo se "sai do armário", mais cedo se apanha a SIDA

Por Joseph Sciambra

Nos Estados Unidos, estima-se que cerca de 63% dos novos casos de infecção com o HIV ocorra entre os YMSM [homens jovens que têm sexo com outros homens], apesar do pequeno número deels dentro da população geral.

Pesquisadores do Center for Health, Identity, Behavior & Prevention Studies (CHIBPS) da New York University buscaram formas de identificar os factores associados à incidência da infecção com o HIV junto dum grupo racialmente/etnicamente e socio-economicamente diverso de jovens homens homossexuais e bissexuais.

Eles apuraram que a "quanto mais cedo fosse o início da vida homossexual, maiores eram as probabilidades duma seroconversão com o HIV.” Dito de outra forma, aqueles que "sairam do armário" numa idade jovem, eram mais susceptíveis de ficarem infectados com o HIV.

Isto não são boas notícias para o nosso futuro visto que, segundo uma sondagem levada a cabo pelo grupo Stonewall, um grupo homossexual, das 1,500 pessoas que já viviam vidas abertamente homossexuais, entre aqueles que tinham mais de 60 anos a média da idade em que haviam saido do armário era 37.

Mas aqueles que estavam na casa dos 30, a idade média de idade havia sido os seus 21 anos, e entre os que tinham idades entre os 18 e 24, havia sido os 17 anos.

Nota do autor: À medida que os média, os educadores, os médicos, os psicólogos, e até os políticos - o projecto "It Gets Better" do presidente Obama - continuamente e agressivamente empurram as crianças com idades cada vez mais baixas a aceitar o seu homossexualismo, um conjunto trágico de eventos em cascata ocorreram - semelhante ao início da epidemia inicial da SIDA que foi fomentada pelos excessos da Revolução Sexual, que veio a ser simbolizada com a devassidão da era disco.

Hoje, com a necessidade maníaca do "casamento" homossexual, e com a consequente redefinição do homossexualismo com  a fantasia da felicidade doméstica, uma geração de crianças tem sido colectivamente enganada em relação aos perigos do estilo de vida homossexual.

Link para o estudo sobre o HIV: Incidence_of_HIV_infection_in_Young_Gay,_Bisexual

- http://bit.ly/1HBFM7O

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Proibir a terapia para adolescentes "transsexuais" não acabará com os suicídios

Por Walt Heyer

Pessoas psicologicamente saudáveis não cometem suicídio. Mudar o género é uma expressão externa de alguma forma de depressão que teve início muito antes do suicídio. Os estudos já demonstraram que o suicídio é o resultado de doença mental e depressões não curadas, mas a elite que continua a forçar a mudança de sexo ignora as evidências, e os defensores dessa práctica culpam a falta de apoio por parte dos pais e por parte da sociedade pelos suicídios das pessoas trans. Os defensores apontam o dedo ao bullying, a discriminação e a desigualdade na sociedade - a tudo menos à doença mental ou a depressão.

Durante os anos 70, o Dr. Charles Ihlenfeld administrou terapia hormonal a centenas de transgéneros durante um período de seis anos na sua função como um  internista e colega de Dr. Harry Benjamin. A sua conclusão? Ele viu demasiada tristeza e demasiados suicídios. Nada mudou deste os anos 70. A terapia hormonal ainda é administrada aos transgéneros. O suicídio ainda ocorre com demasiada frequência, e 41% dos transgéneros tentam o suicídio.

Afirmar a falsa crença de que mudar o sexo é a cura para a depressão não mudou as consequências. Segundo aqueles que estudam o suicídio, "Mais de 90% das pessoas que morrem por motivos de suicídio têm uma doença mental na altura da sua morte. Depressão não curada é a causa primária de suicídio." 

Quando os transgéneros se apercebem mais tarde - depois de alguns meses, anos ou até décadas - que a mudança de sexo não resolveu a sua tristeza, seguem-se o desânimo e a depressão. Eles sentem em primeira mão que nenhuma quantidade de manipulação cirúrgica das suas partes corporais, de comportamento travestido, ou de mudanças cosméticas à sua aparência irão alguma vez mudar clinicamente uma pessoa dum sexo para o outro.

Ninguém consegue mudar o seu sexo

....e eu sei disso porque eu vive como "transsexual" durante 8 anos. Eu segui todos os passos prescritos para a minha mudança de sexo, e vi-me rodeado por amigos que concordaram com a minha decisão. Eu investi-me totalmente fisicamente, psicologicamente, financeiramente e emocionalmente na promessa dum futuro livre da disforia de género. Mas eu fui um dos 41% que tentou o suicídio como consequência do meu desespero.

Durante toda a minha vida, eu ansiei a mudança de sexo. Todos os passos do processo de transição aumentaram a antecipação: roupas e um estilo de cabelo que afirmam o sexo, um novo nome condizente com o meu "novo sexo", hormonas do sexo oposto ou bloqueadores de hormona, e cirurgias que aprimoravam a aparência. Todas estas actividades reforçar a falsa crença e a expectativa irrealista de que, após o meu processo, eu poderia mudar de sexo. 

Passados alguns anos, descobri que estava deprimido. Mudar de sexo foi uma diversão temporária que não ofereceu qualquer tipo de solução permanente para o meu stress mental - e, na realidade, só piorou os meus problemas. Senti-me envergonhado, quebrantado e sem esperança. Para mim, o primeiro passo rumo tomado para saída das amarras da depressão foi colocar de parte a expectativa irrealista de que os rapazes se podem magicamente tornar em raparigas, ou raparigas em rapazes. O passo seguinte foi explorar a possibilidade de que era bem possível que eu tivesse algum tipo de doença mental para além da disforia de género.

Transsexualismo significa a auto-rejeição

Quando a pessoa resolve mudar o seu sexo, ele ou ela está claramente a mudar a sua identidade sexual central. A avalanche de confirmação em favor do sexo oposto encoraja as pessoas a aprofundarem a sua auto-rejeição, e inspira-as rumo a uma esperança inatingível de que a felicidade encontra-se do outro lado da transição.

Na National Transgender Discrimination Survey, 41 porcento dos mais de 6,000 transsexuais inquiridos reportaram ter tentado o suicídio a dada altura das suas vidas. Quão alto este número tem que ser até que a loucura de se negar o papel da doença mental pare? Os defensores recusam-se a reconhecer a ligação entre as taxas de suicídio dos transsexuais com a doença mental e ais fazerem isso, eles estão a impedir os transsexuais de receberem o tratamento apropriado que pode prevenir os suicídios.

A elite iluminada culpa a falta de aceitação e afirmação pelos suicídios que ocorrem entre os transgéneros. Eles dizem que a transição e os hormonas do sexo oposto são a resposta para a infelicidade dos transsexuais e para a prevenção dos suicídios. É provável que vocês pensem como eles. Se sim, é chegada de reconsiderarem isso.

É hora de nos focarmos na prevenção do suicídio

Kyle Scanlon, um transsexual mulher-para-homem, viveu a vida que os activistas dizem que irá prevenir o suicídio. Totalmente integrada, apoiada e amada, Scanlon era directora-executiva da Lesbian Gay Bi Youth Line, e uma bem conhecida e respeitada líder e mentora da comunidade trans de Toronto. No entanto, ele suicidou-se no dia 3 de Julho de 2012. Os seus amigos disseram que ela sofria de depressão antes de depois da transição.

Não havia  menor sinal de discriminação ou desigualdade na sua vida como trans; não havia sociedade a quem apontar o dedo. Ela escolheu morrer, mesmo depois de mudar de sexo. Scalon, tendo todo o apoio possível na sua vida de transsexual, escolheu terminar com a sua vida e isto deveria ser uma lição para todos nós. Vocês podem culpar a sociedade, mas são as questões mentais por resolver que causam o suicídio.

Chegou o hora de nos focarmos na prevenção do suicídio e não na mudança de sexo. Sabemos que a depressão não-tratada pode leva a pessoa ao suicídio, mas quando as pessoas dizem que não gostam do sexo com o qual nasceram e nem dos seus corpos, esse facto é totalmente ignorado. Os médicos tratam as pessoas confusas em relação ao seu sexo ajudando-as a mudar de sexo.

É provável que a falta de cuidado dos médios ao não identificarem as desordens mentais esteja a causar o suicídio. Para as crianças, acrescente-se os pais e as escolas que as encorajam a viver uma vida de trans, que as coloca sob pressão psicológica acrescida - pressão essa que eles não conseguem lidar.

Os suicídios entre adultos e crianças irão continuar enquanto os médicos falharem ao não diagnosticarem - e tratarem - de forma acertada as desordens mentais. O suicídio de Kyle é uma evidência factual, uma consequência infeliz de se focar na aparência exterior quando as questões psicológicas continuam dentro da pessoa. Um dia desses iremos aprender que nenhuma mudança - incluindo as cirurgias que "ficam bem" -  serão suficientes para curar a dor interna.

Os transsexuais precisam da nossa ajuda

Em 2008 a National Gay and Lesbian Task Force juntou forças com o National Center for Transgender Equality para levar a cabo uma pesquisa a mais de 6,000 transsexuais nos Estados Unidos. O que eles apuraram revelam a clara realidade da vida de transsexual:
* Os transsexuais sofrem quatro vezes mais com a SIDA que a média nacional
* 70 porcento dos transsexuais usa drogas e consome álcool
* Os transsexuais são duas vezes mais susceptíveis de serem sem-abrigo que a população geral Americana
* Os transsexuais são duas vezes mais susceptíveis de não terem emprego que a população geral Americana.
* Os transsexuais vivem em extrema pobreza e são mais susceptíveis de ter rendimentos abaixo dos $10,000 por ano.
* 40 porcento dos transsexuais reportaram terem tentado o suicídio.
Na minha opinião. este triste lista é um forte caso em favor da existência de questões psicológicas, especialmente a depressão, o que leva ao suicídio. Os resultados da pesquisa apontam para um falhanço de disponibilizar tratamento eficaz aos indivíduos que lutam com a sua identidade sexual.

As pessoas psicologicamente saudáveis não tentam o suicídio. Mudar o sexo é uma expressão exterior de alguma forma de depressão que começou muito antes do suicídio.


* * * * * * * 

Porque é que a elite continua a promover uma não-científica mudança de sexo quando isso é impossível e prejudicial?  Porque ao gerar mais caos na sociedade (e a má conduta sexual é uma forma óptima de gerar o caos), a elite planta as sementes duma futura tomada de poder absoluto de poder na sociedade, quando esta mesma sociedade - cansada do caos - implorar que o governo "restaure a ordem". Só que a maior parte das pessoas não entende que quem fomentou a desordem foi precisamente a mesma elite a quem as massas pedem que resolva o que essa mesma elite criou.

A agenda homossexual é uma arma de desestabilização social - e não uma militância em favor dos "direitos civis" duma "minoria sexual".

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Mais um activista homossexual acusado de abusar um adolescente

O fundador da maior organização de activismo homossexual dos Estados Unidos foi preso e acusado de sexualmente abusar (pelo menos) um rapaz adolescente. Terrance Bean, de 66 anos e que fazia parte da organização Human Rights Campaign foi levado da sua casa para custódia pela Unidade de Crimes Sexuais da Polícia de Portland, Oregon, depois de ter sido indiciado por um Lane County Grand Jury. Ele foi preso na Multnomah County Jail e libertado depois de ter pago 10% da sua fiança de $50,000.

Bean enfrenta agora duas acusações de sodomia de terceiro-grau, um crime, e uma acusação de abuso sexual de terceiro-grau, um delito. As acusações ganharam forma através duma investigação em curso que envolve um encontro sexual com um rapaz de 15 anos. A polícia declara que podem existir mais vítimas e que mais ordens de prisão podem ser emitidas como parte da investigação.

O porta-voz da polícia, o Sargento Pete Simpson, disse o seguinte ao The Oregonian:

A investigação teve início em Portland mas o episódio criminoso ocorreu em Lane County.

Detalhes adicionais relativos ao assunto são escassos, mas o vizinho Jeff Warila disse à televisão local KOIN que viu Bean a trazer jovens homens para a sua casa, e que conseguia vê-lo envolvido em actos sexuais através da janela.

Em Junho último, a publicação Williamette Week reportou que Bean e um dos seus jovens amantes homossexuais, Kiah Lawson, de 24 anos, entraram numa disputa depois do homem ter reparado que Bean havia colocado uma câmara por cima da cama como forma de registar os actos sexuais que ele tinha com os homens. A reportagem prossegue:

Bean diz que durante o ano passado apaixonou-se por Lawson. Bean pagava-lhe $400 por semana em mesada, colocou-o numa das suas casas, e levou-lhe para as suas viagens internacionais. Durante o ano passado, Bean trouxe Lawson para a Casa Branca e apresentou-lhe o presidente Obama.

No mês de Janeiro, diz Lawson, ele descobriu que Bean tinha uma câmara oculta no detector de fumo que se encontrava por cima da cama, na casa que Bean tinha em West Hills. Lawson usou esta informação para tentar extrair dinheiro de Bean, alegando que a câmera havia registado vídeos "de pelo menos meia dúzia de indivíduos envolvidos em actos íntimos contigo". Lawson alega que ele encontra-se presente em mais do que um vídeo.

Registos revistos pelo WW mostram Bean a tentar resolver o assunto dando $40,000 em troca das imagens que Lawson tinha na sua posse, e em troca do compromisso deste último de nunca revelar os "alegados encontros sexuais ilícitos" de Bean, mas o acordo foi colocado de parte, e mais tarde Bean tentou acusar Lawson de roubo e extorsão. 


A Human Rights Campaign, que Bean fundou no ano de 1980, é tida como o maior grupo de defesa homossexual na nação, tendo mais de 1,5 de milhões de apoiantes. Para além disso, Bean fundou também o Gay and Lesbian Victory Fund, e era um dos maiores doadores do Partido Democrata [esquerdistas] de Oregon, especialmente em torno das contribuições financeiras para os esforços de eleição de Barack Obama, cujos valores, segundo se sabe, passaram o milhão de dólares.

Kristen Winemiller, advogada de Bean, declara que as acusações criminais que ele enfrenta fazem parte duma armadilha: 

Terry Bean é um líder comunitário altamente respeitado que dedicou a sua vida no melhoramento da nossa comunidade. Durante o decorrer de vários meses em 2013-2014, Terry foi vítima duma extorsão liderada por vários homens conhecidos pelos agentes policiais. Esta prisão recente está associada à investigação em curso dum caso onde o senhor Bean colaborou por inteiro. Nenhum acusação feita contra Terry Bean deve ser levada a sério. Estamos ansiosos pela oportunidade de ilibar o seu nome.

Mas Scott Lively, do grupo Defend the Family, afirmou que não está surpreendido com a acusação feita a Bean:

Terry Bean era o fundador da Human Rights Campaign, a maior e a mais agressiva organização homossexual provavelmente do mundo inteiro - pelo menos dos Estados Unidos - e ele foi preso por pederastia, que obviamente é o sexo homem/rapaz. Eu já demonstrei através das minhas pesquisas que a pederastia encontra no centro da cultura homossexual. Nem todos os homossexuais se envolvem em pederastia mas ela é mais ou menos um tema central do homossexualismo masculino.


* * * * * * *

Claro que as pessoas mais informadas rapidamente se apercebem que são estes mesmos pederastas que se encontram dedicados a abusar de rapazes Católicos, e são os mesmos que formam um poderoso lobby dentro da Igreja Católica (tendo em vista a sua subversão interna).

Como diz Lively, a cultura homoerótica masculina tem a pederastia como tema central, e como tal, não pode ser surpresa para nós o facto dum elevado número de activistas homossexuais serem frequentemente acusados de abusar adolescentes..

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Homossexuais usam identidade falsa para atrair rapazes

Dois homossexuais britânicos presos em Yorkshire foram acusados de múltiplos crimes de abuso sexual a rapazes menores. Um deles, Anthony Marsh, de 53 anos, sabia que era seropositivo mas no entanto deu continuidade à sua busca e exploração de rapazes com idades que poderiam chegar aos 13, sem lhes avisar dos riscos.

Lee Davis, de 39 anos, era o mais jovem dos cúmplices. Ambos usaram as redes sociais tais como o Facebook e o Bebo - bem como sites homossexuais de conhecimento - para entrar em contacto com rapazes vulneráveis com idades entre os 13 e os 17. Posteriormente, eles atraíram-nos para encontros onde as suas actividade homossexuais eram secretamente filmadas. Os homens frequentemente trocavam de parceiros e partilhavam os seus vídeos.

Marsh e Davis, ambos da área de Doncaster, foram descritos como "pedófilos" mas eles são se ajustam ao perfil de "pedófilo" tal como ele é definido pelos homossexuais (isto é, impotentes com os adultos e interessados em crianças de ambos os sexos). Ambos os homens eram, de facto, casados, com famílias, e ambos estavam interessados em relações casuais só com jovens rapazes. Nenhum deles estava interessado em raparigas. Seria mais correcto chamá-los de pederastas.

Eles usaram um certo número de identidades falsas para dificultar o trabalho de os detectar e de os trazer para a justiça. Marsh e Davis arriscam-se a receber uma pena de prisão perpétua no próximo mês de Dezembro depois de admitirem ter levado a cabo uma série de ofensas contra rapazes - començando no ano de 2005. A Detective-Inspectora Delphine Waring, que liderou a Operação Klan da "South Yorkshire Police", disse que Marsh e Davis "procuraram vários sites, seguindo rapazes jovens, impressionáveis e vulneráveis".

Os investigadores policiais disseram que Marsh e Davis procuravam adolescentes que se encontravam inseguros ou confusos em relação à sua identidade sexual, e incentivavam-nos a experimentar o homossexualismo.

A investigação que teve início depois da Polícia de North Yorkshire ter recebido uma chamada em Maio último, reportando que um homem com o nome de Tony se encontrava num quarto de hotel (em Scarborough) e poderia estar na posse de imagens indecentes. Marsh, que também usava os nomes "Tony Taylor" e "Tony Smith", foi preso e um certo número de items electrónicos na sua posse foram examinados pelos detectives.

Dias mais tarde, depois da Polícia de South Yorkshire ter tomado conta do caso, Davis, de Conisbrough, que usava o nome de "James Parkin", foi também detido. Na casa de Davis, 300 DVDs foram encontrados que pareciam conter imagens gravadas com uma camcorder dele envolvido em actos sexuais com crianças. Perante o magistrado de  Rotherham, Davis foi acusado de actividade sexual com rapazes com idades entre os 13 e os 15 e permaneceu em custódia.

Em Julho último ambos os homens foram retirados da prisão para mais investigações, momento em que eles mais admissões em relação aos seus crimes, gerando algumas acusações que eles mais tarde admitiram em tribunal.

Marsh e Davis pegavam nas vítimas e levavam-nas para algum lugar discreto, tal como os bosques. Ocasionalmente, eles usavam hotéis. David gravou muita actividade sexual, que tem ainda que ser vista para que as vítimas sejam identificadas. David, que se encontra desempregado, levou algumas das vítimas para a sua casa familiar quando a sua esposa se encontrava no emprego.

Muitos dos rapazes não olham para si como vítimas. Eles concordaram com os encontros, com a actividade sexual, mas alguns deles ficaram particularmente perturbados quando souberam que estavam a ser filmados.

Crê-se que Marsh e Davis se conheceram online, tal como como conheceram muitas das suas vítimas online, mas a polícia acredita que era normal eles trocaram as vítimas entre si usando telefones móveis ilícitos e computadores.

A Polícia de South Yorkshire afirmou que Davis filmou adolescentes na sua casa ou na sua carrinha. Os oficiais acreditam que algumas das imagens filmadas por Marsh foram distribuídas através da internet.

Fontes: 1,2,3

* * * * * * *
O facto destes homossexuais buscarem rapazes "inseguros ou confusos em relação à sua identidade sexual" talvez explique o porquê dos activistas homossexuais estarem tão interessados em usar as apresentações escolares em torno do "anti-bullying" para promover o homossexualismo. Afinal, é bem mais fácil enganar um jovem sexualmente inseguro do que um adolescente seguro da sua identidade sexual.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

A homossexualidade falsa vista por quem trabalha com ela

Na caixa de comentários do blogue "Estado Sentido" Abel Matos Santos diz:

Como profissional de saúde que trabalha, também, com adolescentes, posso afirmar categoricamente que assistimos a um fenómeno absolutamente assustador, onde muitos adolescentes e jovens adultos que não são homossexuais se envolvem em práticas homossexuais pela pressão dos pares, por estar na moda e pela pressão social, tendo muitos desenvolvido problemas emocionais graves que os leva, entre outras coisas, a automutilações, depressões e suicídio.

JAS tem toda a razão no seu artigo! Venham as ILGAS e os arautos dos homossexuais contestar, mas a realidade impõe-se sempre a ideologia.

* * * * * * * *

Quem se envolve no homossexualismo de livre e espontânea vontade tem que ser qualificado como homossexual. A pressão dos pares é pressão social e não força física exercida contra os jovens. Curioso, portanto, que Abel Matos diga que eles "não são homossexuais".

Mas de qualquer forma, pode-se dizer que o homossexualismo suga muitos jovens mentalmente instáveis para esse estilo de vida, tornando-os mais tarde viciadas e dependentes. Como todas as outras dependências a que o ser humano sucumbe, esta também pode ser abandonada.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Crianças deprimidas mais propensas a serem vítimas de bullying

As crianças com sintomas depressivos têm mais facilidade em tornar-se vitimas de «bullying», de acordo com um estudo desenvolvido pela Universidade do Estado de Arizona, hoje divulgado.

Já se sabia que as crianças rejeitadas e intimidadas pelos colegas tinham tendência a tornar-se deprimidas, mas novas pesquisas vêm agora revelar que a relação pode funcionar em sentido inverso, indicando que as crianças com sintomas depressivos na escola primária podem tornar-se futuras vítimas e vir a sofrer de isolamento social.

Até agora, as investigações tentavam perceber se era o «bullying» que levava à depressão ou se eram as crianças deprimidas que seduziam os «valentões» da escola.

O estudo, desenvolvido pelos investigadores da Universidade do Estado de Arizona, revela que os sintomas depressivos no 4ºano de escolaridade aumentam as hipóteses de as crianças virem a ser intimidadas no 5º ano e de, no 6º ano, acabarem mesmo por ser rejeitadas pelos colegas.

Para chegar a estes resultados, os pesquisadores acompanharam 486 crianças, avaliando os seus sintomas de depressão e os níveis de aceitação social através de inquéritos confidenciais preenchidos pelos pais, professores e pelas próprias crianças, que se classificaram e avaliaram os colegas.

O estudo demonstra que as crianças com sintomas de depressão no 4º ano são mais propensas a vitimização, ao passo que os alunos que eram vítimas de bulling não aumentavam o risco de depressão nos anos seguintes.

Os autores defendem que as crianças com sintomas de depressão - como isolamento social, comportamento passivo e choro excessivo - começam por ser rejeitadas pelos colegas e, em seguida, passam a ser alvo de intimidações.

Diário Digital / Lusa


domingo, 11 de março de 2012

O panfleto "homofóbico"


Um panfleto enviado para as casas através dos estudantes da escola secundária de Maryland deu início a uma controvérsia devido ao facto do mesmo afirmar que "ninguém nasce homossexual".

O folheto de uma página, feito pelo grupo “Pais e Amigos de Ex-Gays e Gays" (“Parents and Friends of Ex-Gays and Gays” = PFOX) e distribuído aos estudantes da "Albert Einstein High School" em "Montgomery County", alega que "milhares de pessoas com atracção homossexual indesejada tomam a decisão de deixar para trás a identidade gay."

Segundo a WTTG, o panfleto foi enviado para casa dos alunos segundo procedimentos que estão de acordo com a política da escola no que toca a distribuição de panfletos: basta que a organização consiga comprovar que é uma organização sem fins lucrativos para ter autorização para distribuir os folhetos aos alunos.

Karen Yount-Merrell, uma assistência social clínica, afirmou à WTTG que ficou "perturbada" quando o seu filho trouxe um dos panfletos.
Não gosto.
Mas o panfleto não foi feito para ela, portanto, o facto dela gostar ou não gostar é irrelevante.

É impressionante como muitas mulheres (e infelizmente um crescente número de homens efeminizados) realmente pensam que as suas emoções pessoais e os seus "sentimentos" de alguma forma servem como argumento válido contra uma proposição.

"Não gostei" ou "não gosto" ou "fiquei ofendida" são irrelevantes para a veracidade duma sugestão.

A solíptica Karen Yount-Merrell continua:
Tudo neste panfleto passa a mensagem de que o propósito é deixar de ser gay e deixar de ser lésbica. Este tipo de atitude não é abrangente em relação a uma orientação diferente.
Esta ignorante continua a usar os seus sentimentos como argumento válido. O facto dela achar que o panfleto não é "abrangente" em relação a uma "orientação distinta" é irrelevante. O panfleto não foi feito para "abranger" as "diferentes orientações" mas oferecer ajuda a quem voluntariamente quiser deixar o homossexualismo.
Isto [o panfleto] reitera uma visão social que afirma existir algo de "errado" em ti se tu não te conformas às normas - se não és heterossexual.
E como solução para isso, a Karen sugere que as pessoas que tenham atracção homossexual indesejada se "conformem" às novas normas politicamente correctas.

Estupidez autêntica.

A verdade dos factos é que o panfleto apenas oferece ajuda a quem quiser ser ajudado. Que eu saiba, ainda é legal oferecer ajuda a quem quiser.

Peter Sprigg, membro do grupo que criou o dito panfleto (PFOX) afirmou que o mesmo apenas apela à tolerância em torno duma visão distinta da homossexualidade.
Se as pessoas fossem ler o que o panfleto realmente diz, notariam que não há nada de insultuoso em relação aos homossexuais. Tudo o que o mesmo diz aos jovens é que eles não tem que ser homossexuais se não quiserem ser homossexuais.
Obviamente.
. . . . . . . . .
Se fosse um panfleto a oferecer ajuda a quem quisesse deixar de fumar ou a quem quisesse deixar as drogas, será que haveria esta suposta "comoção"? Ou é o homossexualismo o único comportamento sexual que nunca pode ser abandonado pelos practicantes, mesmo que não estejam felizes nele?

domingo, 12 de junho de 2011

Estudantes gays sofrem risco maior devido a condutas inseguras e prejudiciais à saúde


7 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Estudantes que relatam ser gays ou bissexuais têm mais probabilidade do que estudantes heterossexuais de se envolverem em condutas de risco e prejudiciais à saúde tal como uso de cigarro, álcool e outras drogas, condutas sexuais de risco, condutas suicidas e violência, de acordo com um estudo realizado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CCPD).
O estudo relatou: “A prevalência entre estudantes gays ou lésbicos era mais elevada do que a prevalência entre estudantes heterossexuais numa média de 63,8% de todas as condutas de risco medidas, e a prevalência entre estudantes bissexuais era mais elevada do que a prevalência entre estudantes heterossexuais numa média de 76,0% de todas as condutas de risco medidas”.
Especificamente, os estudantes gays ou lésbicos tinham índices mais elevados para sete das dez categorias de risco para a saúde (condutas que contribuem para a violência, condutas relacionadas a tentativas de suicídio, uso de álcool, uso de outras drogas, condutas sexuais e controle de peso).
O estudo também revelou que só 1,3% dos estudantes se identificam a si mesmos como gays ou lésbicas nos oito sites em que foram entrevistados sobre sua “identidade sexual”. Uma média de 3,7% disse que eram bissexuais.
Os pesquisadores analisaram dados das Pesquisas de Condutas de Risco entre Jovens conduzidas durante 2001–2009 em sete estados e seis grandes distritos escolares urbanos. Esses sites coletaram dados sobre a identidade sexual dos estudantes do ensino médio (heterossexuais, gays, lésbicas, bissexuais ou indecisos), sexo com contatos sexuais (contato sexual com o sexo oposto apenas, com o mesmo sexo apenas ou com ambos os sexos), ou ambos.
O estudo, “Identidade Sexual, Sexo com Contatos Sexuais e Condutas de Risco de Saúde entre Estudantes nos Graus 9–12 em Sites Selecionados — Vigilância de Condutas de Risco entre Jovens, Estados Unidos, 2001–2009”, foi publicado como um Resumo de Vigilância do Relatório Semanal de Morbidez e Mortalidade.
Leia o estudo completo aqui.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

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