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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Promiscuidade sexual entre os homossexuais

Por Matt Slick

1) 28% dos homossexuais tiveram mais de 1000 parceiros sexuais:

Bell e Weinberg registaram evidências de compulsão sexual amplamente difundida entre os homens homossexuais. 83% dos homens homossexuais contactados estimaram terem tido tido relações sexuais com 50 ou mais parceiros durante a sua vida, 43% estimaram terem tido 500 ou mais parceiros sexuais, 28% estimou ter tido 1,000 ou mais parceiros. (Bell and Weinberg p 308.)

2) 79% dos homens homossexuais afirmaram que mais de metade dos parceiros sexuais são pessoas desconhecidas:

A pesquisa mostrou que os 79% dos inquiridos afirmou que mais de metade dos parceiros sexuais eram estranhos. 70% disse que mais de metade dos seus parceiros sexuais eram pessoas com quem tinham tido relações sexuais apenas uma vez. (Bell and Weinberg pp.308-309)

3) O intervalo modal para o número de parceiros homossexuais 101-500:

No seu estudo do perfil sexual de 2,583 homossexuais mais velhos, publicado no Journal of Sex Research, Paul Van de Ven et al. apuraram que 'o intervalo modal para o número de parceiros sexuais [homossexuais] de sempre era 101-500'. Para além disso, entre 10,2% a 15,7% havia tido entre 501 a 1000 parceiros sexuais. Outros 10,2% a 15,7% reportaram terem tido mais de 1000 parceiros sexuais durante toda a sua vida.".
Paul Van de Ven et al., "A Comparative Demographic and Sexual Profile of Older Homosexually Active Men," Journal of Sex Research 34 (1997): 354." 

4) Num estudo de 1978 foi apurado que 78% dos homens homossexuais haviam tido mais de 100 parceiros sexuais, 28% mais de 1000 parceiros sexuais:

Um estudo abrangente relativo aos homens homossexuais levado a cabo em 1978, revelou que 75% dos auto-identificados homens homossexuais brancos haviam tido relações sexuais com 100 homens diferentes durante a sua vida: 15% alegou ter tido entre 100 a 249 parceiros sexuais; 17% alegou ter tido 250-499 parceiros sexuais; 15% alegou ter tido 500-999; e 28% dos homens homossexuais alegou ter tido mais de 1,000 parceiros sexuais durante toda a sua vida.

Por volta de 1984, quando a epidemia da SIDA se firmou, os homens homossexuais estavam a controlar a promiscuidade, mas não tanto assim. Em vez dos 6 parceiros sexuais mensais (em média), o comum homossexual não-monogâmico inquirido proveniente de São Francisco reportou ter cerca de 4 parceiros sexuais por mês, e 1984. (Fonte)

5) Há uma taxa extremamente baixa de fidelidade sexual entre os homens homossexuais quando comparados com os heterossexuais casados.

Enquanto que entre as mulheres casadas havia uma taxa de fidelidade na ordem dos 85%, e entre os homens havia uma taxa de 75,5%, junto dos homens homossexuais que se encontravam num relacionamento havia uma taxa de fidelidade na ordem dos 4,5%.

(Fontes:: Laumann, The Social Organization of Sexuality, 216; McWhirter and Mattison, The Male Couple: How Relationships Develop (1984): 252-253; Wiederman, "Extramarital Sex," 170.  Link )

- https://goo.gl/UCRN6V

segunda-feira, 13 de julho de 2015

A infelicidade do homem homossexual


Por Joseph Sciambra

A EMIS 2010 Project ("European Men-Who-Have-Sex-With-Men Internet Survey") foi a maior pesquisa transnacional levada a cabo junto dos MSM [inglês para "men who have sex with men"] - quer em número de participantes, número de países avaliados, e o número de línguas distintas em relação às versões da pesquisa.

Algumas coisas presentes no relatório publicado:
Entre os inquiridos pela EMIS, 38,6% afirmou não estar feliz com a sua vida sexual, sugerindo que a infelicidade sexual é muito comum entre os MSM.
Mesmo na ultra-permissiva França, 28,8% dos inquiridos afirmou não se encontrar feliz com o seu homossexualismo:
Dois dos três motivos principais em torno da infelicidade sexual centram-se na preocupação em estabelecer e manter relacionamentos sexuais estáveis.
Esta insatisfação que existe dentro do estilo de vida homossexual prende-se com a natureza inquieta e transitória dos emparelhamentos sexuais da homossexualidade masculina, que têm a tendência de ser largamente incidentais e altamente casuais. Por exemplo, 67% dos avaliados reportou ter tido relações sexuais com um parceiro não-estável durante os últimos 12 meses. E em 74% desses encontros casuais ocorreu a penetração anal.

As razões principais por trás da infelicidade dos homens homossexuais prendem-se com parceiros estáveis, querer mas não ter relacionamentos estáveis, e os desafios de ter manter um.

No entanto, e apesar disto, ainda existe um tipo de temperamento esquizofrénico junto dos homens homossexuais visto que eles também reportaram querer "relacionamentos abertos" bem como "relacionamentos poliamorosos".

Portanto, há uma realização inata de que o homossexualismo status quo não funciona, mas também que existe uma necessidade inevitável pela satisfação sexual que não é propícia para um relacionamento tradicional vis-à-vis a versão homossexual do casamento heterossexual.

Isto acontece porque nos relacionamentos homossexuais falta-lhes a complementaridade entre os sexos: na homossexualidade masculina, a sobre-saturação de testosterona desenfreada resulta na promiscuidade sexual que eventualmente se vira contra ela mesma - e, portanto, daí nos chega o aumento da SIDA e a contínua elevada infecção por parte dos jovens homens homossexuais.

O relatório original: The Emis Project (PDF)

Fonte

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Se um estilo de vida causa a que cerca de 40% dos seus aderentes se sintam infelizes, será moralmente correcto promover esse comportamento como "normal", "natural" e aceitável? Quem assim age, está a condenar +/- 40% dos homens homossexuais a uma vida de infelicidade.

Por isso é que é importante afirmar que os activistas homossexuais não querem a felicidade dos homossexuais, mas sim usá-los como ferramentas políticas no seu jogo de poder marxista cultural. 

Quem realmente quer ver os homens homossexuais felizes são as pessoas 1) que buscam formas de os alertar das consequências graves e potencialmente letais desse comportamento, e 2) que disponibilizam ajuda para aqueles que voluntariamente querem sair dessa vida.
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Também por isso é que é moralmente condenável desenvolver medidas legais que visem impedir que os jovens e os adultos homossexuais recebam ajuda (por parte de profissionais de saúde e organizações religiosas) para abandonar um estilo de vida onde eles têm ~40% de possibilidade  de se sentirem sexualmente insatisfeitos.

Quem quer o bem dos homossexuais, estende a mão de ajuda. Quem não quer o bem dos homossexuais, empurra-os para dentro do homossexualismo.
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domingo, 30 de novembro de 2014

Luis Pabon: "Já não quero ser homossexual"

Por Luis Pabon

Já não quero ser homossexual. Sei que superficialmente esta declaração tresanda a negação, auto-aversão, e homofobia internalizada, coisas tipicamente associadas à aceitação e à integração da sua própria homossexualidade, mas a verdade é que eu já não quero ser homossexual. Este estilo de vida durou para além do seu prazo de utilidade. Vivi todos os aspectos dessa vida e posso afirmar com segurança que ela já não está de acordo com a pessoa que sou ou quero vir a ser.

Nem sempre me senti assim. Inicialmente vim para esta comunidade em busca de amor, intimidade, e irmandade. Em vez disso, obtive trevas, infidelidade, solidão e desunião. A auto-aversão que existe dentro da comunidade homossexual leva-nos a encontrar uma série de homens emocionalmente desequilibrados que são auto-destrutivos, nocivos, cruéis e vingativos uns para com os outros.

Lutei para modificar o meu código moral de modo a que se ajustasse aos comportamentos concomitantes inerentes ao estilo de vida, mas parece que esse estilo de vida está a forçar-me para longe de tudo o que amo e valorizo. Por mais que eu tente purgar a minha percepção das suas crenças estabelecidas e preconceitos distorcidos, os mesmos estereótipos clássicos dos homens homossexuais continuam a aparecer na minha mente. O sexo indiscriminado, a superficialidade, os relacionamentos instáveis, o auto-ódio, o síndrome Peter-Pan, as uniões ocultas, o preconceito com a idade ["ageism"], os momentos sombrios, a solidão, a preocupação com o sexo, o preconceito, e a aversão à intimidade são coisas que parecem surgir do chão onde eu pensava que elas estavam enterradas.

Parece que os homens homossexuais têm dificuldade em transcender os estereótipos e os clichés associados ao seu estilo de vida, e isso está tornar-se desanimador.

Já se passaram 7 anos desde que tomei a decisão de abertamente viver a minha vida como um homem homossexual, e a caminhada não tem sido fácil. A mesma tem estado  cheia de dor e angústia, que inicialmente eu tentei esconder com o álcool, com as drogas, com o sexo e com as festas. Inicialmente, foi difícil admitir que eu gostava de outros homens, mas gostava de homens e isso era uma experiência libertadora. Ela deu-me a oportunidade de afirmar a minha identidade depois de ter passado anos a batalhar com isto. Ela deu-me também a oportunidade de ser o meu próprio activista e enfrentar a oposição da minha família, dos meus amigos, e da sociedade como um todo.

Eu sentia orgulho no meu orgulho homossexual, e sentia como se isso fizesse parte de algo maior do que a minha vida - um movimento de homens que amava outros homens e que não tinha receios em exibi-lo. Era suposto o nosso amor ser um acto revolucionário, mas a realidade dos factos é que nós não nutríamos amor uns pelos outros; nós apenas estávamos apaixonados com a ideia de pertencermos a algo, e com a ideia de estarmos na contra-mão.

Nós gostávamos da liberdade e do tabu de nos revoltarmos contra os costumes sociais. O amor que nós pensávamos que fazia parte da afirmação da nossa revolução nada mais era que uma faca que nós viramos contra nós próprios sob a máscara de entretenimento e de momentos de diversão.

Pessoalmente, eu acho que amor é sacrifício, e actualmente não há muitos homens homossexuais que estejam dispostos a se sacrificar pelos seus irmãos. Inicialmente, o espírito de auto-sacrifício esteve saliente durante a crise da SIDA, no princípio dos anos 80, quando os recursos eram poucos e as pessoas estavam assustadas. Mas hoje, parece existir uma preocupação com a sedução do risco à medida que os homens homossexuais vão brincando com o fogo, tentando dar início a uniões com significado na sua perpétua auto-descoberta.

O prémio maior da intimidade é normalmente deixado de lado em favor da gratificação imediata dum encontro casual na craigslist ou num encontro geo-social no Grindr. Os carros passaram a ser os novos quartos, e o sexo não precede conversas de almofada mas sim conversas do tipo, "Blo and Go", “Pump and Dump” e “Skeet and Leave”. Esta vida começa a parecer (e muito) como uma morte lenta a ferver sobre fogo brando, e para mim, ela já não tem o mesmo apelo que no passado chegou a ter. Esta é uma vida a precisar desesperadamente de renovações.

Antigamente os homens eram homens, e aproximavam-se de ti com uma pitada de coragem cavalheiresca. Hoje em dia, eles escondem-se por trás de máscaras electrónicas ou posicionam-se na tua vizinhança dentro dos clubes, esperando que tu dês início ao contacto apenas e só para arrogantemente recusar os teus avanços numa tentativa de projectar o seu desconforto. Eles querem homens que não os querem, homens que se assemelham à distância emocional ou ausência dos seus pais.

Sou demasiado novo para ter saudades dos bons dias do passado, mas esta vida faz com que tenhas saudades do que significava ser homossexual. Faz com que tenhas saudades dos tempos em que um homem te saudaria e te ofereceria uma bebida, em oposição a ele dizer-te o tamanho do seu pénis e as suas estatísticas sexuais. O meio termo da cortesia foi eliminado e em seu lugar foi colocado um diabo imoral que diariamente te assiste na tua destruição.

Embora eu reconheça a minha atracção por homens, escolho não mais me associar com uma vida que existe fora da moralidade e da bondade. O estilo de vida homossexual é como o amor dum bad boy cuja atenção e amor tu inicialmente buscas, mas eventualmente avanças para além desse estado. Já não é aí que eu me revejo.

domingo, 2 de novembro de 2014

Os perigos da sodomia

O Centers for Disease Control (CDC) acaba de emitir o seu relatório e mais uma vez ele ressalva os perigos potencialmente letais do sexo anal. No seu mais recente Morbidity and Mortality Weekly Report, a agência de saúde disse que embora os homens com atracção homoerótica só sejam cerca de 2 porcento da população total do país, em 2010 eles foram 63 porcento dos recém-diagnosticados casos de HIV/SIDA. Mais de metade de todas as pessoas com SIDA nos EUA são homens homossexuais, e a maior parte deles contraiu o vírus através do sexo anal.

O CDC escreveu no relatório do dia 26 de Setembro, que foi publicado como forma de coincidir com o “National Gay Men’s HIV/AIDS Awareness Day” do dia 27 de Setembro, diz:

A maior parte dos homens homossexuais contrai o HIV através do sexo anal, que é o tipo de sexo mais arriscado para se obter ou transmitir o HIV.

Tendo como base os recentes estudos, o CDC estima que cerca de 18 porcento dos homens homossexuais encontra-se infectado com o HIV; mais assustador ainda é o facto de 1/3 desses homens homossexuais não saber que contraiu o vírus mortal (fazendo com que eles sejam mais susceptíveis de o passar a outro ao não tomarem as preocupações necessárias). O CDC afirma que a desenfreada promiscuidade que existe dentro da comunidade homossexual só piora as coisas:

Uma vez que eles têm mais parceiros sexuais que os outros homens, os homens bissexuais e os homens homossexuais têm mais oportunidades de ter sexo com alguém que lhes pode transmitir o HIV ou outra DST. Semelhantemente, entre os homens homossexuais, aqueles que têm mais parceiros sexuais são aqueles mais susceptíveis de contrair o HIV.

O relatório do CDC chega pouco depois dum relatório da Public Health England (PDF) ter revelado problemas semelhantes no Reino Unido: um homossexual em cada 34 tem o HIV, e em Londres, o número aumenta para 1 homossexual em cada 12. O sexo anal é responsável por mais de metade dos novos casos de HIV anualmente diagnosticados no Reino Unido, embora os homossexuais sejam igualmente apenas 2 porcento da população total. O relatório afirma:

[Os homens homossexuais] reportam níveis mais elevados de comportamento sexual de risco, incluindo números mais elevados de parceiros sexuais e de sexo anal desprotegido, apesar do facto da maioria ser alvo de actividade de prevenção do HIV e a maioria ter acesso aos preservativos.

O uso do preservativo também não é uma bala mágica contra o HIV uma vez que a sodomia é inerentemente mais áspera que o sexo normal, e com frequência os preservativos se rompem. Um estudo recente proveniente da Tailândia apurou que mesmo com 100 porcento de uso de preservativo, um homossexual em cada cinco  contraiu o HIV no espaço de cinco anos depois do seu primeiro acto de sexo anal.

O HIV não é um único perigo letal que pode ser causado com o sexo anal; o cancro anal é outro risco mortífero. Segundo o CDC, os homens que se envolvem na sodomia são 17 vezes mais susceptíveis de contrair o cancro anal, que mata cerca de 40 porcento das suas vitimas no espaço de cinco anos.


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Esta é uma faceta do comportamento homossexual que os activistas têm o cuidado de nunca mencionar em público: segundo a Medicina, o sexo anal e a promiscuidade são receita para a propagação de doenças sexualmente transmissíveis. Uma sociedade com age de acordo com a lei natural não deve em situação alguma normalizar nenhuma das duas, mas o que nós temos observado nos dias de hoje é que tanto um comportamento como o outro são elevados para lugares que estão para além da crítica racional.

Um argumento que os militantes pró-sodomia usam é o de afirmar que "os heterossexuais também fazem sexo anal". Isto é verdade, mas isso não altera as suas consequências:



quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Sida atinge gays cada vez mais cedo

Os homens que têm sexo com outros homens são infectados com VIH/Sida cada vez mais cedo.

De acordo com dados divulgados nesta tarde de sexta-feira pela Direcção Geral de Saúde, a idade média da infecção entre os homossexuais e bissexuais ocorria aos 36 anos, em 1990, enquanto que em 2012 a idade baixou para os 32 anos.

No total, 70% das infecções no género masculino, na faixa etária entre os 30 e 34 anos, ocorrem entre homossexuais. Os homens que têm sexo com outros homens são 65% dos casos entre os 25 e 29 anos. E na faixa etária dos 20 aos 24 anos representam 45%.

A transmissão da infecção nos homossexuais aumentou 33% entre 2005 e 2011, revela o relatório sobre a situação do VIH/Sida em Portugal em 2012.

Dados oficiais referem que a transmissão da infecção através das relações sexuais em homens que têm sexo com homens atinge hoje 25% do total de casos notificados.

António Diniz, a propósito dos '30 anos do VIH/SIDA em Portugal' e do Dia Mundial de Luta Contra a Sida, que se assinala domingo, referiu a necessidade de obter respostas com urgência.

“Precisamos saber porque é que estas pessoas se voltaram a infectar e isso implica sabermos que pessoas são, como é que elas encaram a infecção VIH e de que forma é que a adquiriram para podermos traçar estratégias, quer seja de prevenção, quer seja de diagnóstico”, explicou o director do Programa Nacional para a Infecção do VIH/SIDA.

Fonte

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

EUA: Infecções com o HIV aumentam dentro da comunidade homossexual


O "Centers for Disease Control and Prevention" apurou que entre 2008 e 2010 o número de novas infecção com o HIV aumentou em 22% junto da comunidade composta por jovens homossexuais e bissexuais.

De modo global, o número de novas infecções por todo o paáis (EUA)  não alterou, mantendo-se entre as 47,500 infecções, reportou a Reuters.

Os homens homossexuais e bissexuais são responsáveis por 66% dos novos casos de contágio, e os homens Afro-Americanos presentes neste grupo têm mais novas infecções que qualquer outro sub-grupo.

Joseph Prejean, chefe da "Behavioral and Clinical Surveillance Branch" da CDC, disse que o aumento das infecções entre os homossexuais pode ser causada pela percepção de que o HIV é uma doença perfeitamente controlável.
Estamos cientes de que muitos homens que têm sexo com outros homens provavelmente minimizam os riscos pessoais e acreditam que os avanços nos tratamentos minimizam a ameaça à sua saúde.
O Director da CDC Thomas Frieden acrescentou que o custo médio do tratamento de alguém com o HIV durante a sua vida é de $400,000.
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Portanto, quando alguém diz que o que as pessoas fazem na sua privacidade não afecta as demais, é materialmente falso. Como se vê pelos números exorbitantes gastos com o tratamento de uma só pessoa, o estilo de vida pessoal pode afectar toda a sociedade onde estamos inseridos.

E uma vez que o estilo de vida homoerótico coloca as pessoas em risco de contrair doenças para as quais ainda não há cura, a promoção deste comportamento sexual como algo "normal" e "saudável" é prejudicial para os próprios homossexuais. Quem se preocupa como os homossexuais, alerta-os para as consequências médicas do seu comportamento.

domingo, 26 de maio de 2013

Homossexual Pete Burns diz que "casamento" gay não funciona porque os homens são demasiado predadores

Fonte (Artigo de 2008)

Quando ele exibiu o seu anel de noivado quando se encontrava no sofá com o Richard e a  Judy, a estrela pop Pete Burns revelou a sua felicidade ante a perspectiva de se tornar na mais recente celebridade a casar [sic] com o seu parceito. Mas hoje, passados que estão dez meses após o grande dia, o cantor divorciou-se de Michael Simpson, afirmando que a união civil não funciona, e que ele foi mais feliz quando se encontrava casado com uma mulher.

Pete Burns, que esteve casado com a estilista Lynne Corlett durante 28 anos, disse que os relacionamentos homossexuais são "intervalos comerciais" quando comparados com o "filme inteiro" que é o casamento natural. Ele alegou também que existe demasiada promiscuidade dentro da comunidade homossexual e que isso impede que a união civil prospere.

Burns seguiu o exemplo de Sir Elton John e Matt Lucas ao usar a legislação da união civil para
anunciar publicamente a devoção ao seu amante. Vestido de geisha num kimono, Burns fez o anûncio numa cerimónia realizada em Londres no dia 7 de Abril do ano passado [2006] e afirmou estar "optimista" em relação à sua união civil.

Hoje, ele diz que "aprendi de forma dolorosa que isso [união civil homossexual] é uma anedota de todo o tamanho."

Burns acusou Simpson, de 40 anos, de ser infiel e admitiu que se sentiu desapontado. No entanto, Burns afirmou que muitas duplas homossexuais têm o que se pode chamar de "casamentos abertos" onde os parceiros podem ser infiéis.

Há muita promiscuidade dentro da comunidade homossexual. Não entendo o porquê de assumirem essa união. Quão baixa é a sua auto-estima? Um [dos parceiros] está em Hampstead Heath a ter encontros com homens, enquanto o outro está a contratar rapazes [prostitutos].

Certamente que o casamento acontece quando alguém baixa a âncora e diz "É aqui que vou ficar; tomei a minha decisão e isto é tudo o que eu quero uma vez que já subi e desci no elevador, passei por portas giratórias e agora quero ficar fixo."

Era isto que eu esperava.

Burns acrescenta ainda:

Não sei o que acontece na maioria dos casamentos heterossexuais [ed: os únicos que existem] mas o meu durou 28 anos. No que dependia de mim, esse casamento era para sempre  e teria sido para sempre, mas ela precisava de encontrar a sua própria vida. Ela foi o melhor "marido" que eu alguma vez tive.

Às vezes acontece tu encontrares uma pessoa por quem tu te apaixonas de forma genuína. Nós éramos muito, muito próximos. E não estou a falar da sexualidade mas da pessoa em si.

Desde que o "Civil Partnership Act" entrou em efeito a Dezembro de 2005, 18,000 casamentos [sic] homossexuais foram realizados por toda a Grã-Bretanha.

Burns continua:
Vejo o casamento como um instituição sagrada. Penso também que dois homens são naturalmente predadores. Os relacionamentos homossexuais são intervalos comerciais e não o filme inteiro. 
De todos os relacionamentos que conheço, com a excepção de um ... parece que existe algum tipo de inadaptação emocional, ou narcisismo, onde eles se sentem emocionalmente inadequados e precisam de mais validação - quer seja duma figura paterna ou de alguém que é o espelho de si.  
Não estou a condenar; penso apenas que isto precisa de mais estudo e ajuda.
Burns e a sua banda Dead Or Alive tiveram um número 1 em 1985 intitulado "You Spin Me Round", mas a sua carreira entrou em declínio até que ele fez parte do "Celebrity Big Brother" em 2006.

Burns conheceu Simpson em Soho no ano de 2003, e anunciou o "noivado" no programa "Richard & Judy Show" em 2006 (Channel 4). Durante a semana passada a polícia deu início a uma investigação depois de Burns ter alegado que Simpson o havia agredido em casa, partindo a sua clavícula.

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Sempre bom quando um membro da comunidade homossexual admite o que todas as pessoas deveriam saber:
1. A união homossexual é uma farsa que não funciona
2. Há muita promiscuidade dentro da comunidade homossexual...

sábado, 26 de janeiro de 2013

A SIDA e os jovens homossexuais


O Washington Times reporta a mais recente informação em torno da transmissão da SIDA (ano: 2010) proveniente do "Centers for Disease Control" (CDC)  onde se pode apurar que o comportamento homossexual continua a ser a fonte de transmissão vastamente prevalecente, embora os homossexuais sejam apenas cerca de 2.9% da população total.
Os adolescentes e os jovens adultos constituem actualmente mais de um quarto dos novos casos identificados de HIV anualmente nos EUA, e uma larga maioria envolve homossexuais jovens ou homens bissexuais (...).
Dos cerca de 48,000 novos casos de HIV identificados nos Estados Unidos durante o ano de 2010 - o último ano onde existem dados completos - mais de 12,000 dos casos envolvia adolescentes e jovens adultos (...). Segundo o relatório da CDC, cerca de 72 porcento dos novos casos de HIV nos jovens adultos e nos homens jovens ocorreram entre homossexuais e bissexuais.
Será que os activistas homossexuais, bem como os outros esquerdistas, finalmente se apercebem da necessidade de por término a este comportamento, para além da necessidade de encorajar os outros a não enveredar pelo mesmo?  Ah, claro que não. Esta foi a forma como eles se manifestaram depois da Medicina mostrar que a SIDA está fortemente associada ao comportamento homossexual masculino:
Um grupo de sete activistas - quatro homens e três mulheres - apareceram junto do escritório de John Boehner (House Speaker) e despiram-se como forma de protestar contra o corte nos programas da SIDA. A polícia da Capitol Hill prendeu alguns dos protestantes (que tinham pintado no seu corpo palavras tais como "Cortes na SIDA matam!" Boehner, Republicano do Ohio, não se encontrava presente no seu escritório na altura.
Como é normal, os esquerdistas vivem em negação. Vejam a sua forma de "pensar": Quando um comportamento torna a pessoa mais susceptível de contrair uma doença, a resposta, segundo eles, NÃO É parar com esse comportamento, mas sim exigir mais dinheiro dos contribuintes de modo a que sejam levadas a cabo pesquisas em curas elusivas que no futuro podem salvar as pessoas das consequências do seu própriocomportamento auto-destrutivo. 

Quão previsíveis os esquerdistas são. Enquanto isso, as mortes e o sofrimento prosseguem.

Isto é o que o esquerdista qualifica de "compaixão": empurrar jovens para um comportamento sexual que a Medicina declara ser auto-destrutivo. É por estas e por outras (isto é, para o bem dos homossexuais) que é fundamental mostrar como o activismo homossexual é prejudicial para os homossexuais.

O salário do pecado é a morte.

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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Grupo de risco

Aparentemente o termo "grupo de risco" ganha outro significado quando se fala do homossexualismo:
O programa Quero Fazer - iniciativa inédita no Brasil destinada à prevenção e à testagem voluntária para HIV/Aids entre gays, travestis e outros homens que fazem sexo com homens (HSH) - tem como meta realizar 4,7 mil testes rápidos anti-HIV, com entrega do resultado em menos de uma hora. [...]

A acção é dirigida para essa população, pois se baseia em dados epidemiológicos que mostram maior incidência de Aids entre gays, travestis e homens que fazem sexo com homens (HSH) do que na população geral.
Estudos indicam que nesse segmento, a probabilidade de infecção pelo HIV é de 11 a 18 vezes maior do que nos homens heterossexuais.

É importante destacar, contudo, que não há grupo de risco para o HIV/Aids, pois toda a população está susceptível à infecção. 
Perceberam a ilusão? Primeiro dizem que esse segmento é mais susceptível de contrair uma dada doença, mas depois dizem que TODOS podem contrair a mesma doença. Só que a questão do grupo de risco não é "quem pode contrair a doença" mas sim "quem é mais susceptível de contrair a doença". 

Segundo o link colocado em cima, os HSH são entre 11 a 18 vezes mais susceptíveis de apanhar uma infecção pelo HIV do que a população geral. Logo, eles são um grupo de risco (o mesmo para as prostitutas e os toxico-dependentes).

Fui ver à wikipedia o que era um grupo de risco, e fiquei a saber:
Em linguagem médica, um grupo de risco corresponde a uma população sujeita a determinados factores ou com determinadas características, que a tornam mais propensa a ter ou adquirir determinada doença.
Os rastreios médicos são feitos normalmente em grupos de risco, e não em populações inteiras, já que os custos seriam elevadíssimos e os resultados demasiado extensos e pouco afinados.
Uma vez que os "rastreios médicos são feitos normalmente feitos em grupos de risco" e como o programa "Quero Fazer" distina-se a "testagem voluntária para HIV/Aids entre gays, travestis e outros homens que fazem sexo com homens (HSH", é seguro afirmar que, para os autores desse projecto, esse segmento populacional é um grupo de risco.

Isto pode irritar os gayzistas, mas a Medicina não se conforma aos preceitos ideológicos. As coisas são o que são.

Obviamente que a wikipedia, sendo uma fonte de informação esquerdista, tinha que mudar o entendimento dos termos de modo a não salientar a precaridade do estilo de vida homossexual:
Durante muito tempo relativamente à SIDA falava-se também de grupos de risco que incluiriam homossexuais, toxicodependentes e hemofílicos; no entanto, dadas as proporções catastróficas que a doença tem atingido, actualmente já não é possivel delimitar exactamente quais serão os grupos de risco e pelo contrário estes grupos (prostitutas e homossexuais) serão talvez os que mais tomam cuidado para evitar o contágio.
É absolutamente irrelevante se eles são "os que mais tomam cuidado para evitar o contágio". A identificação "grupo de risco" não se prende com "quem toma menos cuidado para evitar o contágio" mas sim com a  "população sujeita a determinados factores ou com determinadas características, que a tornam mais propensa a ter ou adquirir determinada doença." 

Segundo: se esses grupos são "os que mais tomam cuidado para evitar o contágio", não seria de esperar que a contaminação através do HIV fosse menor entre eles? Se com todos os "cuidados" que eles levam a cabo, continuam a ser 11 a 18 vezes mais susceptíveis de apanhar uma infecção, como seriam esses números se eles não fossem "os que mais tomam cuidado para evitar o contágio" ? 

Que evidência temos nós de que eles são "os que mais tomam cuidado"? Só pode ser a sua palavra, porque os dados médicos não parecem sustentar essa alegação.

Conclusão:

De acordo com a Medicina, e de acordo com as equipas que fazem rastreio do HIV e da SIDA,  os gays, travestis e outros homens que fazem sexo com homens são um grupo de risco.



domingo, 12 de junho de 2011

Estudantes gays sofrem risco maior devido a condutas inseguras e prejudiciais à saúde


7 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Estudantes que relatam ser gays ou bissexuais têm mais probabilidade do que estudantes heterossexuais de se envolverem em condutas de risco e prejudiciais à saúde tal como uso de cigarro, álcool e outras drogas, condutas sexuais de risco, condutas suicidas e violência, de acordo com um estudo realizado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CCPD).
O estudo relatou: “A prevalência entre estudantes gays ou lésbicos era mais elevada do que a prevalência entre estudantes heterossexuais numa média de 63,8% de todas as condutas de risco medidas, e a prevalência entre estudantes bissexuais era mais elevada do que a prevalência entre estudantes heterossexuais numa média de 76,0% de todas as condutas de risco medidas”.
Especificamente, os estudantes gays ou lésbicos tinham índices mais elevados para sete das dez categorias de risco para a saúde (condutas que contribuem para a violência, condutas relacionadas a tentativas de suicídio, uso de álcool, uso de outras drogas, condutas sexuais e controle de peso).
O estudo também revelou que só 1,3% dos estudantes se identificam a si mesmos como gays ou lésbicas nos oito sites em que foram entrevistados sobre sua “identidade sexual”. Uma média de 3,7% disse que eram bissexuais.
Os pesquisadores analisaram dados das Pesquisas de Condutas de Risco entre Jovens conduzidas durante 2001–2009 em sete estados e seis grandes distritos escolares urbanos. Esses sites coletaram dados sobre a identidade sexual dos estudantes do ensino médio (heterossexuais, gays, lésbicas, bissexuais ou indecisos), sexo com contatos sexuais (contato sexual com o sexo oposto apenas, com o mesmo sexo apenas ou com ambos os sexos), ou ambos.
O estudo, “Identidade Sexual, Sexo com Contatos Sexuais e Condutas de Risco de Saúde entre Estudantes nos Graus 9–12 em Sites Selecionados — Vigilância de Condutas de Risco entre Jovens, Estados Unidos, 2001–2009”, foi publicado como um Resumo de Vigilância do Relatório Semanal de Morbidez e Mortalidade.
Leia o estudo completo aqui.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

sábado, 16 de abril de 2011

Pesquisa de Hábitos Sexuais dos Homossexuais (Gay Report)

(Fonte)

Em 1979, os pesquisadores homossexuais Karla Jay e Allen Young publicaram The Gay Report, um livro de mais de 800 páginas descrevendo os hábitos e atitudes sexuais dos homossexuais.

O livro é baseado em 1,900 respostas de pesquisa sexual de homossexuais masculinos, 1,000 de homossexuais femininas, e 2,500 de questionários da revista Blueboy. (Blueboy era um jornal homossexual de Miami.)

O Gay Report é um livro obsceno, mas fornece uma precisa visão geral “dos próprios homossexuais” dos depravados estilos de vida que eles levam.

Nesse sumário de citações do The Gay Report, nós evitamos citar muitos dos comentários obscenos feitos pelos homossexuais a respeito de seus hábitos de sexo.

Hábitos Sexuais de Homossexuais Masculinos

Capítulo 13, “Variações Eróticas de Alguns Homens Gays”, listou estatísticas de centenas de homossexuais que responderam à pesquisa de Jay & Young sobre hábitos sexuais. Na página 555, os autores listam 13 diferentes actividades sexuais.

Homossexuais admitiram que “de certa forma frequentemente” engajaram-se nas seguintes actividades: sado-masoquismo, 6%, escravidão e disciplina, 4%, urina, 10%, humilhação, 3%, enemas, 1%.

Homossexuais masculinos admitiram muito mais frequentemente se engajar em atcos sexuais a três.—5%; 10% “de certa forma frequentemente” e 20%, “de certa forma não frequentemente. Homossexuais admitiram se engajar em orgias ou sexo grupal: 4% “muito frequentemente,” 6% “de certa forma frequentemente,” 16% “de certa forma não frequentemente.” (P. 587).

Promiscuidade: Homossexuais Masculinos que responderam à pesquisa de Jay & Young indicaram que eles são altamente promíscuos. No Capítulo 7, “Homens Gays: Alcançando Exteriormente, Olhando Interiormente,” Jay & Young publicaram estatísticas sobre quantos parceiros sexuais homossexuais têm em uma semana, um mês, um ano, e a vida toda.

As estatísticas sobre parceiros a vida toda revelaram que 15% tiveram de 1-10 parceiros; 17% tiveram de 11-25; 20% indicaram 26-50 parceiros; 6% tiveram 51-75; 7% tiveram 76-100; 8% tiveram 101-200; 4% tiveram 201-300; 6% tiveram 301-1,000; 17% tiveram milhares ou “muitos.” (pgs 248-249).

Um respondente dessa parte da pesquisa sexual registou:

“A promiscuidade é um conceito heterossexual que é usado para nos atacar…. Eu acho isso desumano, sexista e, no final das contas, danoso à psique. Se você fala em termos de ‘liberdade sexual’ e divide experiência sensual, pode ser uma coisa magnífica. Eu suponho que tudo dependa dos motivos.”
Monogamia: Homossexuais também têm uma diferente definição do que a monogamia significa em um relacionamento. No Capítulo 9, “Homens Gays: Pares, Solteiros, e a Questão Mulher Masculinizada/Fêmea,” homossexuais masculinos foram solicitados a descrever como eles vêem fidelidade, monogamia e inveja.

Eis aqui várias respostas:

  • “Monogamia é uma forma de insegurança expressada principalmente por agarrar à força alguém, e agarrar à força mais frequentemente conduz ao estrangulamento.”
  • “Nós éramos estritamente monógamos pelos primeiros três anos, mas incluí três outros amigos no ano passado.”
  • “Quando eu começo a ficar emocionalmente envolvido com alguém, eu descubro que não é uma boa ideia para mim ter sexo com outras pessoas, assim eu não me torno obcecado.”
  • “Monogamia significa ter um parceiro em um tempo, e o que os gays usualmente pensam é o caso de ter um amante e ter sexo com outros. Isso é mais apropriadamente rotulado de exclusividade ou não-exclusividade sexual.”
  • “Eu não poderia ser verdadeiro em um acordo monógamo com um outro gay masculino. Homossexualismo e promiscuidade andam de mãos dadas, em minha opinião.” (pgs 358-359)

Hábitos Sexuais de Homossexuais Femininos

No Capítulo 12, “Os Especializados Gostos de umas Poucas Lésbicas,” homossexuais femininas responderam que elas “muito frequentemente” engajavam-se nas seguintes actividades: sadomasoquismo, 0%; escravidão e disciplina, 1%; humilhação, 1%; fisting, 1%. Seis por cento admitiram ter sexo com animais—mas não frequentemente. (pgs. 512-521.)

Trinta e oito por cento das homossexuais femininas admitiram engajar-se em actos sexuais com três pessoas; 16% envolveram-se em orgias sexuais.

No Capítulo 8, “Relacionamentos Lésbicos e Interpretação de Papéis,” homossexuais femininas responderam a questões sobre promiscuidade e relacionamentos monógamos.

Promiscuidade: Homossexuais femininas tiveram os seguintes parceiros sexuais por toda a vida: 62% tiveram 1-10 parceiros sexuais; 24% tiveram 11-25; 11% tiveram 26-50; 1% tiveram 50-300; e 2% indicaram “centenas” por toda a vida. (pg. 324)

Monogamia: Eis aqui várias respostas à questão da monogamia:

  • "Eu tenho sexo fora do relacionamento, e nós falamos disso abertamente. Até aqui houve um efeito positivo."
  • “Eu tenho sexo com a mulher que eu moro e com outra amante.”
  • “Umas noites tudo bem para cada um de nós se nada melhor aparecer.”
  • “Nós temos sexo fora do nosso relacionamento. Nós nos sentimos enriquecidas com nosso sexo juntas e nossa própria sexualidade.” (pgs. 326-327)

Visões sobre o Assim-Chamado Casamento Gay.

No Capítulo 9, homossexuais expressam suas visões sobre o assim-chamado “casamento gay.” Eis algumas de suas respostas:

  • “Casamento é um fingimento. Significa para o público atrapalhar relacionamentos privados. Não legalizar casamento gay —declara fora da lei casamento heterossexual!”
  • “Casamento deveria ser reestruturado e abolido pelo estado.”
  • “Casamento deveria ser abolido.” (pgs. 363-364)

Hábitos Sexuais Permanecem Essencialmente os Mesmos Hoje

Embora esse livro tenha sido publicado em 1979, o fato é que homossexuais continuam a se engajar hoje nas mesmas actividades sexuais— mesmo que a AIDS continua a se difundir entre homossexuais.

O relato TVC, “Comportamento Homossexual Abastece a AIDS e epidemias de DST’s,” cita um relatório do CDC de Novembro de 2003, documentando o crescimento do HIV entre homossexuais em 29 estados em 2002. O relatório também cita Dr. John Diggs, que publicou “Os Riscos à Saúde do Sexo Gay” para o Corporate Resource Council.

Diggs registra que homossexuais tipicamente se engajam em sexo oral e anal, coroar (boca em contato com o ânus), fisting (inserção do punho e braço no interior do ânus), chuveiros dourados (urina), sadomasoquismo, e a inserção de tais objectos como garrafas, lanternas e até mesmo roedores no interior do reto.

Em acréscimo, muitos homossexuais estão se engajando em festas de “barebacking”, que são orgias de sexo incluindo vários indivíduos que estão infectados pelo HIV. Alguns homossexuais são “perseguidores de vírus,” que deliberadamente procuram ser infectados. A revista Rolling Stone (Janeiro de 2003) detalhou essa prática entre muitos homossexuais.

Homossexuais continuam a infectar uns aos outros e se engajar em comportamentos que podem matá-los.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Ricky Martin usa visibilidade para promover promiscuidade

Um cardeal Católico pede a Ricky Martin que pare de promover o estilo de "vida" homossexual durante a sua tournée que tem o nome de Musica Alma Sexo or “MAS”.

Durante uma entrevista à publicação espanhola Primera Hora, o Cardeal Luis Aponte Martinez, o arcebispo de San Juan, no Porto Rico, não só pediu ao Ricky Martin para promover valores que são partilhados por todos, como disse também que "fomentar a homossexualidade e a promiscuidade sexual entre os jovens é sem dúvida imoral, independentemente donde venha".

Ricky Martin, que se assumiu como sodomita recentemente (depois de anos a identificar-se como heterossexual), anunciou que o seu novo musical vai incluir "jogos sexuais" que, segundo afirma o próprio, "fazem parte do seu estilo de vida".

Que a promiscuidade é uma característica da homossexualidade é algo que nem é preciso procurar muito para confirmar. É impressionante que ainda haja pessoas que ainda se deixem levar pela conversa dos activistas sodomitas.

O Cardeal disse ainda:

Eu pessoalmente admiro o Ricky pelos dotes artísticos que o Senhor lhe deu, mas peço, por amor aos seus filhos, a quem eu acho que ele deseje tudo de bom, que tente dar exemplo para os nossos jovens dos enormes valores que todos partilhamos, com a excepção do sexo. . . . [A igreja Católica] não rejeita o homossexual mas sim as acções e as condutas que são contra a moralidade.
No bom espírito marxista cultural, o sodomita Ricky Martin rejeitou os pedidos do Cardeal e numa entrevista posterior disse:
Vamos fazer o espectáculo sem medo. Sim, os espectáculos irão ter o seu momento sensual e sexual, mas com classe, uma vez que muitas pessoas gostam de se divertir . . . . Não sou uma moeda de ouro que sempre é bem recebida pelo mundo. Eu estou focado no amor e na afeição que recebo noite após noite nestes espectáculos.

Que queda vertiginosa para um rapaz que chegou a ser rapaz de altar. Enquanto criança servia a Deus mas agora quer promover um estilo de vida que demonstram o quão firme é a sua devoção ao príncipe das trevas.

Que sejas muito "feliz" no que te resta da tua vida, Ricky, porque depois de morto, a tua eternidade não vai ser muito feliz.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Deseducação sexual - por José César das Neves

A educação sexual é indispensável na formação de todos. Por isso, as escolas devem interessar-se pelo tema e dar aulas sérias e formativas. Há anos que a questão é discutida nos meios didácticos e políticos e o Parlamento tem analisado sucessivos projectos de lei. Apesar disso, a educação sexual não melhorou nem se prevê que melhore nas próximas décadas em Portugal. Os responsáveis só complicam um assunto que não precisa de ajuda para ser difícil.

A educação política também é essencial e as escolas devem incluí-la. Mas que pensaria se esses programas lectivos fossem baseados nos projectos de um partido minoritário e extremista, por exemplo o Bloco de Esquerda? Que acharia se na escola as crianças e jovens aprendessem que "a energia deve ser pública" (porque não o pão?), que no meio da crise se deve adoptar a semana de 35 horas e palermices semelhantes? Para não falar na ditadura do proletariado e revolução permanente, escondidas nas suas raízes maoístas e trotskistas. Seria um terrível abuso do sistema educativo.

É exactamente essa infâmia que tem sido cometida nos últimos anos no campo da educação sexual escolar. Um grupo de iluminados, defendendo fanaticamente posições extremistas que assumem como únicas razoáveis, tem capturado o ensino impondo essas ideias como "educação sexual". Ideias que, por acaso, são opostas às da maioria das famílias portuguesas, que esses especialistas desprezam como conservadora e tacanha, pretendendo iluminá-la do alto da sua ciência.

De forma sub-reptícia nos corredores do ministério ou abertamente nos debates políticos, tem-se assistido a intensa campanha para coagir a sociedade a seguir alguns princípios, auto-denominados de progressistas, justos e livres. Esses princípios são aqueles a que a sociedade até há pouco chamava "porcalhões". As aulas devem mostrar órgãos sexuais às crianças e explicar os detalhes de carícias, coito e contracepção. A masturbação é natural, o impulso sexual deve ser promovido, se praticado com segurança, e há perfeita equivalência entre todas as opções sexuais. Pudor, castidade e matrimónio são disparates.

Já deve ter reparado que no nosso tempo existe uma intensa controvérsia acerca das questões da família e do sexo. Aspectos consensuais há milénios são momentaneamente polémicos e vivemos enorme confusão de valores e critérios. Isso não nos deve escandalizar, porque todas as gerações têm os seus debates fundamentais.

Se vivêssemos há uns séculos, ver-nos-íamos envolvidos em discussões, hoje abstusas, acerca do sistema político, empresarial ou religioso. Aliás são os mesmos activistas revolucionários que, órfãos dessas antigas lutas político-económicas, vêm agora atacar a instituição familiar com a fúria dos velhos combates laborais. A alcova substituiu a empresa e o direito à greve foi trocado pelo direito ao deboche. Os esquerdistas andam agora paradoxalmente aliados a marialvas e proxenetas.

(Fonte)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

75% dos homossexuais sexualmente ativos são portadores do Vírus do Papiloma Humano

Ninguém sabe bem porquê, mas notícias como esta vão-se repetindo.

Matthew Cullinan Hoffman

BARCELONA, Espanha, 2 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Resultados preliminares de um estudo espanhol de homossexuais sexualmente ativos indicam que setenta e cinco por cento são portadores do vírus do Papiloma Humano (HPV), de acordo com um relatório da Europa Press.

O estudo, que está buscando seguir homossexuais sexualmente ativos que normalmente usam camisinhas, até agora seguiu 40 participantes do estudo durante um período de vários meses, e chegou a um número preliminar de 75 por cento de infecção do HPV.
A estatística é mais que duas vezes a média para os jovens espanhóis, de acordo com a Europa Press, que relata que 30 por cento são portadores do HPV.
Acredita-se que o Vírus do Papiloma Humano, que surge em centenas de variedades, causa câncer no colo de útero nas mulheres e câncer no pênis dos homens. É também um marcador para o risco de contrair o Vírus da Imunodeficiência Humana (conhecido como HIV), o vírus que se crê provoca a AIDS.
Conforme LifeSiteNews noticiou anteriormente, homossexuais sexualmente ativos têm muito mais probabilidade de contrair uma variedade de doenças debilitantes, inclusive a AIDS, hepatite, sífilis e infecções estafilococas.

O elevado nível de doenças infecciosas entre homossexuais tem relação com elevados níveis de promiscuidade sexual. Os homossexuais têm um número estimado de parceiros sexuais a vida inteira estendendo-se às centenas, de acordo com alguns estudos.

O elevado índice de infecção do HIV entre homossexuais levou o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA a proibir a doação de sangue proveniente de homens que têm cometido sodomia com homens depois de 1977.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.comVeja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/75-of-sexually-active-homosexuals-are-carrying-human-papiloma-virus-study-s

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