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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Os homossexuais não são pessoas felizes

Por Joseph Sciambra

Uma análise recente, que lista mais de 100 estudos e revistas académicas, combinada com o feedback de milhares de homossexuais por todo o país, está a revelar uma imagem mais clara do que nunca em relação à comunidade lgbt Americana. Uma estatística bem reveladora é aquela onde se lê que só 18% dos membros da comunidade lgbt se consideram "muito felizes" comparados com 30% do público geral.

Doug Hattaway, Presidente do "Hattaway Communications" organizador da pesquisa e membro da comunidade homossexual, disse o seguinte ao "The Advocate"

Ficamos surpreendidos por descobrir a existência desta diferença na felicidade. (...). Dadas todas as conversas positivas relativas as vitórias com o casamento [sic], foi esclarecedor ver que as pessoas não olham para as suas vidas de modo positivo.

Na Austrália, estudos contidos na pesquisa anual "Household, Income and Labor Dynamics" revelou uma marcada diferença nas experiências pessoais tendo como base a sua identidade sexual [sic] embora os homossexuais sejam mais altamente qualificados e "rendimentos equivalentes sejam mais elevados entre os homossexuais". O Professor Roger Wilkins, do "Melbourne's Institute of Applied Economic and Social Research", disse:

A diferença na satisfação de vida média entre as pessoas lgbt comparada com as pessoas heterossexuais é comparável em magnitude à diferença que vemos entre as pessoas com uma deficiência moderada e as pessoas sem deficiência.

As pessoas heterossexuais tiveram índices mais elevados de saúde genal, e saúde mental significativamente mais elevada.

É verdadeiramente impressionante que (a saúde e o bem estar das pessoas homossexuais) seja vincadamente inferior que as pessoas heterossexuais. Isto é totalmente inesperado visto que não há não haver nada inerente à identidade sexual que possa ter implicações na saúde e no bem estar.

O relatório salientou que as pessoas homossexuais eram menos susceptíveis de viver com um parceiro, e quando viviam, elas não eram tão felizes com os heterossexuais. Os homossexuais reportaram níveis vincadamente inferiores de satisfação, e eram ligeiramente mais susceptíveis de desejar nunca terem iniciado a relação, para além de serem mais susceptíveis de admitir que as suas uniões não haviam sido bem o que elas haviam fantasiado.

Nota do autor [Joseph Sciambra]: No ano de 1973, a American Psychiatric Association (APA)  retirou o homossexualismo da lista de desordem mental  do seu Diagnostic and Statistical Manual Of Mental Disorders (DSM-II), mas esta mudança não teve como base qualquer estudo científico ou dado algum.

Um estudo recente apurou que entre 32,3% a 51,5% dos seronegativos ou homossexuais sem conhecimento do seu estado em relação ao HIV levava a cabo sexo anal sem protecção.* Isto aponta para uma doença mental, embora não seja considerada como tal, que ainda opera como uma doença mental.

De facto, "A maior parte da literatura desta área sugere que em comparação com indivíduos sem BPD [="Borderline Personality Disorder" = "Transtorno da Personalidade Borderline"], aqueles com BPD evidenciam uma maior impulsividade sexual tal como indicado pelos níveis mais elevados de preocupação sexual, exposição sexual precoce, mais relacionamentos sexuais casuais, um maior número de parceiros sexuais distintos, promiscuidade, e experiências homossexuais..”

Dados relacionados:

Uma comparação entre MSM (homens que têm relações sexuais com outros homens) com os homens que reportaram só terem relações com mulheres (não-MSM), os MSM eram mais susceptíveis de terem tido a primeira relação sexual antes dos 15 anos (31,9% vs 17,3%). Os MSM eram também mais susceptíveis de terem tido 10 ou mais parceiros sexuais no curso das suas vidas (73,6% vs 40,8%), e terem tido 2 ou mais parceiros sexuais nos últimos 12 meses (41,0% vs 18,4%).

O número médio de parceiros sexuais para os MSM era de 19,1 enquanto que para os não-MSM era 6,3.

(Extraído de “Men Who Have Sex With Men in the United States: Demographic and Behavioral Characteristics and Prevalence of HIV and HSV-2 Infection: Results from National Health and Nutrition Examination Survey 2001–2006”
Xu, Fujie MD, PHD; Sternberg, Maya R. PHD; Markowitz, Lauri E. MD
"Sexually Transmitted Diseases:" June 2010 - Volume 37 - Issue 6 - pp 399-405

*“Unprotected Anal Intercourse With Casual Male Partners in Urban Gay, Bisexual, and Other Men Who Have Sex With Men”
David W. Pantalone, PhD, Julia C. Tomassilli, PhD, Tyrel J. Starks, PhD, Sarit A. Golub, PhD, MPH, and Jeffrey T. Parsons, PhD
American Journal of Public Health: January 2015, Vol. 105, No. 1, pp. 103-110.

- http://bit.ly/1gKhugH

segunda-feira, 13 de julho de 2015

A infelicidade do homem homossexual


Por Joseph Sciambra

A EMIS 2010 Project ("European Men-Who-Have-Sex-With-Men Internet Survey") foi a maior pesquisa transnacional levada a cabo junto dos MSM [inglês para "men who have sex with men"] - quer em número de participantes, número de países avaliados, e o número de línguas distintas em relação às versões da pesquisa.

Algumas coisas presentes no relatório publicado:
Entre os inquiridos pela EMIS, 38,6% afirmou não estar feliz com a sua vida sexual, sugerindo que a infelicidade sexual é muito comum entre os MSM.
Mesmo na ultra-permissiva França, 28,8% dos inquiridos afirmou não se encontrar feliz com o seu homossexualismo:
Dois dos três motivos principais em torno da infelicidade sexual centram-se na preocupação em estabelecer e manter relacionamentos sexuais estáveis.
Esta insatisfação que existe dentro do estilo de vida homossexual prende-se com a natureza inquieta e transitória dos emparelhamentos sexuais da homossexualidade masculina, que têm a tendência de ser largamente incidentais e altamente casuais. Por exemplo, 67% dos avaliados reportou ter tido relações sexuais com um parceiro não-estável durante os últimos 12 meses. E em 74% desses encontros casuais ocorreu a penetração anal.

As razões principais por trás da infelicidade dos homens homossexuais prendem-se com parceiros estáveis, querer mas não ter relacionamentos estáveis, e os desafios de ter manter um.

No entanto, e apesar disto, ainda existe um tipo de temperamento esquizofrénico junto dos homens homossexuais visto que eles também reportaram querer "relacionamentos abertos" bem como "relacionamentos poliamorosos".

Portanto, há uma realização inata de que o homossexualismo status quo não funciona, mas também que existe uma necessidade inevitável pela satisfação sexual que não é propícia para um relacionamento tradicional vis-à-vis a versão homossexual do casamento heterossexual.

Isto acontece porque nos relacionamentos homossexuais falta-lhes a complementaridade entre os sexos: na homossexualidade masculina, a sobre-saturação de testosterona desenfreada resulta na promiscuidade sexual que eventualmente se vira contra ela mesma - e, portanto, daí nos chega o aumento da SIDA e a contínua elevada infecção por parte dos jovens homens homossexuais.

O relatório original: The Emis Project (PDF)

Fonte

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Se um estilo de vida causa a que cerca de 40% dos seus aderentes se sintam infelizes, será moralmente correcto promover esse comportamento como "normal", "natural" e aceitável? Quem assim age, está a condenar +/- 40% dos homens homossexuais a uma vida de infelicidade.

Por isso é que é importante afirmar que os activistas homossexuais não querem a felicidade dos homossexuais, mas sim usá-los como ferramentas políticas no seu jogo de poder marxista cultural. 

Quem realmente quer ver os homens homossexuais felizes são as pessoas 1) que buscam formas de os alertar das consequências graves e potencialmente letais desse comportamento, e 2) que disponibilizam ajuda para aqueles que voluntariamente querem sair dessa vida.
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Também por isso é que é moralmente condenável desenvolver medidas legais que visem impedir que os jovens e os adultos homossexuais recebam ajuda (por parte de profissionais de saúde e organizações religiosas) para abandonar um estilo de vida onde eles têm ~40% de possibilidade  de se sentirem sexualmente insatisfeitos.

Quem quer o bem dos homossexuais, estende a mão de ajuda. Quem não quer o bem dos homossexuais, empurra-os para dentro do homossexualismo.
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