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segunda-feira, 13 de julho de 2015

A infelicidade do homem homossexual


Por Joseph Sciambra

A EMIS 2010 Project ("European Men-Who-Have-Sex-With-Men Internet Survey") foi a maior pesquisa transnacional levada a cabo junto dos MSM [inglês para "men who have sex with men"] - quer em número de participantes, número de países avaliados, e o número de línguas distintas em relação às versões da pesquisa.

Algumas coisas presentes no relatório publicado:
Entre os inquiridos pela EMIS, 38,6% afirmou não estar feliz com a sua vida sexual, sugerindo que a infelicidade sexual é muito comum entre os MSM.
Mesmo na ultra-permissiva França, 28,8% dos inquiridos afirmou não se encontrar feliz com o seu homossexualismo:
Dois dos três motivos principais em torno da infelicidade sexual centram-se na preocupação em estabelecer e manter relacionamentos sexuais estáveis.
Esta insatisfação que existe dentro do estilo de vida homossexual prende-se com a natureza inquieta e transitória dos emparelhamentos sexuais da homossexualidade masculina, que têm a tendência de ser largamente incidentais e altamente casuais. Por exemplo, 67% dos avaliados reportou ter tido relações sexuais com um parceiro não-estável durante os últimos 12 meses. E em 74% desses encontros casuais ocorreu a penetração anal.

As razões principais por trás da infelicidade dos homens homossexuais prendem-se com parceiros estáveis, querer mas não ter relacionamentos estáveis, e os desafios de ter manter um.

No entanto, e apesar disto, ainda existe um tipo de temperamento esquizofrénico junto dos homens homossexuais visto que eles também reportaram querer "relacionamentos abertos" bem como "relacionamentos poliamorosos".

Portanto, há uma realização inata de que o homossexualismo status quo não funciona, mas também que existe uma necessidade inevitável pela satisfação sexual que não é propícia para um relacionamento tradicional vis-à-vis a versão homossexual do casamento heterossexual.

Isto acontece porque nos relacionamentos homossexuais falta-lhes a complementaridade entre os sexos: na homossexualidade masculina, a sobre-saturação de testosterona desenfreada resulta na promiscuidade sexual que eventualmente se vira contra ela mesma - e, portanto, daí nos chega o aumento da SIDA e a contínua elevada infecção por parte dos jovens homens homossexuais.

O relatório original: The Emis Project (PDF)

Fonte

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Se um estilo de vida causa a que cerca de 40% dos seus aderentes se sintam infelizes, será moralmente correcto promover esse comportamento como "normal", "natural" e aceitável? Quem assim age, está a condenar +/- 40% dos homens homossexuais a uma vida de infelicidade.

Por isso é que é importante afirmar que os activistas homossexuais não querem a felicidade dos homossexuais, mas sim usá-los como ferramentas políticas no seu jogo de poder marxista cultural. 

Quem realmente quer ver os homens homossexuais felizes são as pessoas 1) que buscam formas de os alertar das consequências graves e potencialmente letais desse comportamento, e 2) que disponibilizam ajuda para aqueles que voluntariamente querem sair dessa vida.
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Também por isso é que é moralmente condenável desenvolver medidas legais que visem impedir que os jovens e os adultos homossexuais recebam ajuda (por parte de profissionais de saúde e organizações religiosas) para abandonar um estilo de vida onde eles têm ~40% de possibilidade  de se sentirem sexualmente insatisfeitos.

Quem quer o bem dos homossexuais, estende a mão de ajuda. Quem não quer o bem dos homossexuais, empurra-os para dentro do homossexualismo.
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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Eslováquia protege a instituição do casamento

Hoje, os Membros do Parlamento (MPs) dos SMER (Democratas-Sociais) e do KDH (Democratas-Cristãos) votaram em favor da definição do casamento como "laço único entre um homem e uma mulher", na Constituição. O partido no poder SMER concordou com a exigência do partido da oposição KDH em troca do seu apoio para uma reforma judicial.

O apoio pela reforma constitucional foi sobrepujante: 102 parlamentares votaram em favor da emenda constitucional, ao mesmo tempo que 18 votaram contra. A Constituição foi emendada como forma de tornar menos provável a redefinição futura do casamento.

Esta emenda busca ir mais além do que banir o "casamento" homoerótico. O seu referendo explicativo especifica que "será impossível que direitos e deveres associados ao casamento sejam conferidos a qualquer outra união que não a legalmente reconhecida como aquela entre um homem  e uma mulher".

Embora só esteja presente num memorando explicativo, a declaração visa tornar ilegal todas as uniões entre duplas do mesmo sexo.

Com esta emenda, a Eslováquia segue uma tendência entre os países Europeus, passando a ser o sétimo membro da União Europeia (depois da Bulgára, Lituania, Letónia, Polónia, Hungria e Croácia) a promulgar tal esclarecimento, desmentindo falsas alegações (por exemplo, aquelas feitas pelo ideologicamente preonceituoso Tribunal Europeu dos Direitos Humanos) de que há uma tendência geral rumo ao reconhecimento dos "casamentos" homoeróticos na Europa. Neste sentido, espera-se que a decisão de hoje tenha o impacto devido mesmo fora da Eslováquia, visto que ela irá colocar em causa a credibilidade de tal alegação (que infelizmente, é um tema recorrente na jurisprudência do Tribunal europeu dos Direitos Humanos).


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Como se vê pela notícia, o gayzismo não é inevitável e nem invencível (apesar de ter um forte apoio financeiro e político por parte da União Europeia e da ONU). A realidade dos factos é que se o "casamento" homoerótico for sujeito à opinião pública, ele nunca será aceite pela maioria dos votantes. É precisamente por isso que os activistas homoeróticos, aliados aos poderes estabelecidos, evitam a todo o custo a consulta popular.

Ou seja, por um lado eles alegam que a aceitação do homoerotismo é a "evolução natural da sociedade" mas por outro lado, evitam que a sociedade diga o que pensa sobre o que os activistas afirmam ser um pensamento normal dentro dessa mesma sociedade.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Bestialismo: a próxima fronteira


"Nem te deitarás com um animal, para te contaminares com ele; nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; confusão é."
Levítico 18:23

Os bordéis de bestialismo estão-se a propagar por toda a Alemanha de uma forma mais rápida do que o "normal" muito graças à lei que tornou a pornografia animal ilegal mas o sexo com animais legal. Quem o diz é uma responsável pela protecção de gado. Madeleine Martin disse ao Frankfurter Rundschau que as leis actuais não protegem os animais dos zoófilos predadores que, de modo incremental, estão a tornar o bestialismo numa "escolha de vida" ou num "estilo de vida".

Ela ressalvou um caso onde um agricultor da região Gross-Geraudo - sudoeste da Alemanha - reparou que um rebanho de ovelhas outrora amigável estava a começar a evitar o contacto com os seres humanos. Como forma de apurar as causas, o agricultor instalou um sistema de CCTV (vídeo vigilância) nas vigas do seu celeiro só para observar múltiplos homens a entrar pela calada da noite, e a abusar sexualmente do seu rebanho.

Madeleine Martin disse ao jornal que "existem bordéis de animais na Alemanha", acrescentando que as pessoas estão a relativizar o assunto qualificando isso de "escolha de vida". Munida com uma gama de vários casos semelhantes. a senhora Martin apela agora ao governo para banir de forma categórica o bestialismo do país.

Devido a um aumento acentuado de incidentes envolvendo sexo com animais, e ao aumento de sites a promover essa aberração sexual, em Novembro do ano passado as autoridades alemãs afirmaram que estavam a planear reinstalar uma lei antiga que proibia o contacto sexual com animais. O parlamento começou a debater as alterações ao Animal Protection Code, e o comité agrícola da Bundestag comprometendo-se a instalar multas até aos £20,000 para a primeira ofensa.

O bestialismo deixou de ser um crime nos livros legais em 1969 mas nos anos recentes o número de pessoas que se crê estarem envolvidas em tais actos aumentou de um modo significativo. Existem até os "zoológicos eróticos" onde as pessoas podem visitar e abusar animais que vão desde lamas a cabras.

Hans-Michael Goldmann, presidente do comité agrícola, disse que o governo tinha como propósito proibir o uso de animais "para actos sexuais individuais e ilegalizar as pessoas que agiam como "proxenetas" [= "cafetão", "chulo"] destas criaturas como forma de outras abusarem delas.'

O grupo zoófilo alemão com o nome de ZETA anunciou que montará uma ofensiva legal se por acaso o bestialiismo se tornar ilegal. Michael Kiok, presidente da ZETA, afirmou:

Meros conceitos morais não têm lugar no nosso sistema legal.

Quando a lei banindo o sexo com os animais foi ela mesma banida, a "Animal Protection Law" foi introduzida mas ela falhou ao não incluir uma proibição específica à zoófilia. Os termos "bestialismo" e "zoofilia" são os nomes formais usados pelo acto sexual entre humanos e animais.

Fonte

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Com a "imprevisibilidade" dum relógio parado, todos os comportamentos sexuais que Deus condenou há mais de 3,500 anos atrás fazem agora o seu regresso à medida que o Cristianismo vai perdendo o lugar no Europa. 

O surpreendente destes incidentes não é o facto do paganismo ocupar o vazio deixado pelo Cristianismo, mas sim a existência de pessoas que realmente acreditam que é possível manter a estrutura moral e a ética sexual provenientes do Cristianismo sem apelo ao mesmo Cristianismo. 

Porque é que o sexo se deve restringir ao seres humanos? Se Deus não existe, qual é o mal em ter relações sexuais com um animal? Se somos todos o resultado dum processo evolutivo sem o ser humano em mente, então o sexo entre humanos e animais é perfeitamente aceitável.

O zoófilo Michael Kiok afirma que conceitos morais não têm lugar na legislação dum país; será que isso inclui o conceito moral que normaliza o bestialismo ou só os conceitos morais que são contra o bestialismo? Note-se pelas suas próprias palavras que Kiok está perfeitamente ciente que o seu "estilo de vida" alternativo nunca poderá avançar enquanto existir um código moral (Cristianismo) que condena o bestialismo. Devido a isso, é de extrema urgência para ele (e para todas as pessoas com estilos de vida "alternativos") reduzir a influência do Cristianismo.

Os idiotas úteis que alegremente lutaram para a "laicização do Estado" (que na boca dum esquerdista significa a remoção total de qualquer influência Cristã da cultura)  descobrirão mais tarde que a sua luta foi contra o seu próprio estilo de vida - e não contra algo estrangeiro à sua vivência diária.

Com nenhuma destas coisas vos contamineis; porque em todas estas coisas se contaminaram as gentes que eu lanço fora de diante da vossa face. Pelo que, a terra está contaminada; e eu visitarei sobre ela a sua iniquidade, e a terra vomitará os seus moradores.
Levítico 18: 24-25.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Rússia ameaça proibir adopção para países que adoptam "união" gay

A Rússia ameaça modificar os acordos de adopção com os países que autorizam o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo, afirmou o presidente russo Vladimir Putin, três dias depois da França legalizar o matrimónio [sic] homossexual.

"Considero que temos o direito de fazer modificações. Devemos reagir ao que está acontecendo ao nosso redor", declarou Putin, durante um encontro com deputados em que destacou as "tradições culturais e as normas éticas" da Rússia.

O Parlamento russo provocou polêmica recentemente ao proibir a adopção de crianças russas por famílias americanas. A lei foi aprovada, em parte, como represália por uma legislação relativa aos direitos humanos adotada pelo Congresso americano.

A Rússia descriminalizou o homossexualismo em 1993 e oficialmente o eliminou da lista de transtornos psiquiátricos em 1999. Mas a homofobia ainda é muito forte no país e quase nenhuma personalidade pública admitiu ser gay.

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Tempos terríveis os nossos onde um dos países que mais luta contra a ditadura gay (no seu país) seja o mesmo país que deu apoio a essa ideologia nos outros países.

sábado, 12 de maio de 2012

Comissão Europeia: "Sim, financiamos a agenda sodomita"

Mesmo em tempos de crise, os contribuintes da União Europeia (UE) continuam a financiar o lobby homossexualista e os seus eventos-propaganda. O escândalo em torno do financiamento que a Comissão Europeia (CE) dá à ILGA-Europa, o controverso grupo-lobby homossexual com ligações a redes de pedofilia, continua.

Como os leitores deste blogue se devem lembrar, emergiu recentemente a notícia de que a CE financia cerca 70% do orçamento deste grupo de pressão: o grupo pura e simplesmente não existiria se os contribuintes não estivessem a pagar as suas instalações, as suas contas de telefone e o salário da sua equipa composta por 12 pessoas a tempo inteiro.

Na verdade, a ILGA não é uma organização não governamental, nem tem ligações com a "sociedade civil", mas é um aldeia Potemkin feita para esconder as actividades dos executivos da UE. O propósito principal é enganar o público e gerar a aparência de que existe apoio junto da sociedade civil para os seus planos de re-definição do "casamento" e da "família" de modo a incluir o homossexualismo.

Mas a UE não têm competência para legislar ou promover uma agenda política particular relativa a estes assuntos. É precisamente por isto que Konrad Szymanski, membro do parlamento Europeu, endereçou uma carta-pergunta à CE, questionando-lhes se estavam cientes que estavam a retirar verbas do orçamento da UE e canalizá-las para questões que estão claramente fora das competências da UE.

A resposta dada pela Comissária Reding, que, como Comissária da Justiça, é responsável pela questão dentro da Comissão, revela um descuido inacreditável e uma falta de responsabilidade:

A Comissão recorda que os princípios da igualdade e da não-descriminação são valores fulcrais da UE, que são garantidos pelo artigo 21 da Carta de Direitos Fundamentais da União Europeia e pelo Artigo 19 da TFEU.

A Comissão está determinada a combater a descriminação fundamentada na orientação sexual até onde os poderes conferidos à UE pelos Tratados permitirem.

A este respeito, a Comissão reconhece e respeita por inteiro as competências dos Estados-Membros em torno da lei familiar e o direito de casar e formar família.

Paralelamente, a Regulação Financeira (Article108 (1) b) concede à CE a liberdade de conceder subsídios que cobrem os custos operacionais gerais de organizações sem fins lucrativos que buscam um objectivo do interesse europeu e não projectos individuais ou campanhas.

Os propósitos da ILGA-Europe estão em sintonia com os princípios encapsulados no Artigo 19 do TFEU. Tal como qualquer outra rede activa na luta contra a descriminação, a ILGA-Europe recebeu tais subsídios operacionais segundo as regras e procedimentos do programa PROGRESS, incluindo comitologia.

Qualquer outra organização que siga estas regras pode também submeter a sua aplicação segundo um apelo relevante por proposta.

O papel da Comissão consiste em providenciar tal contribuição financeira para o funcionamento da organização beneficiária, melhorando a capacidade organizacional e reforçando as capacidades de apoio como forma de vocalizar as preocupações e expectativas das pessoas expostas a descriminação.

A implementação destas actividades e responsabilidade pelos seus resultados são da competência do beneficiário.

Sem dúvida que é bom que a UE esteja comprometida a lutar contra a descriminação, mas as campanhas em favor dos "casamentos" homossexuais levadas a cabo pela ILGA-Europe não são uma luta contra a descriminação. Esta sua luta é, na verdade, uma busca por privilégios legais e fiscais para pessoas com um certo estilo de vida decadente, à custa do resto da sociedade.

Certamente que isto não faz parte dos "poderes conferidos à UE pelos Tratados."

Além disso é um absurdo de todo o tamanho alegar que os "propósitos da ILGA-Europe estão em sintonia com os princípios encapsulados no Artigo 19 do TFEU" dado que tal provisão não fornece qualquer tipo de suporte para "casamentos" ou "famílias" sodomistas.

Mas o ponto mais alto deste absurdo é atingido quando a Comissária Reding assegura que o papel da Comissão consiste apenas em fornecer as verbas; o que o beneficiário faz com o dinheiro não é da responsabilidade da Comissão.

Será que alguém realmente acredita que a Comissão não tem responsabilidade nenhuma nas actividades duma organização cujo orçamento é 70% financiado por si?

Conclusão:

Ao mesmo tempo que a Comissão financia a ILGA-Europe, ela deliberadamente ignora o facto das actividades da mesma organização estarem fora da competência da UE. Isto é um caso sério de má gestão de verbas públicas.

Fonte

Oprimidos


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Ditadura europeia: “Não queremos populações que iniciem oposição ao ‘casamento’ homossexual”



A notícia é antiga, mas o assunto é relevante. Segundo informa o blog Talpa Bruxelliensis (8/9/2010), duas intervenções de Viviane Reding (foto acima), vice-presidente da Comissão Europeia e Comissária para Justiça, Direitos Fundamentais e Cidadania, no plenário do Parlamento Europeu, representam uma séria ameaça para as famílias europeias e a instituição do matrimonio tradicional.

Viviane Reding defendeu, naquela sessão consagrada ao debate sobre o "casamento" homossexual e a sua respectiva legislação diversificada nos países membros da União Europeia, que "se você vive em uma parceria ou 'casamento' homossexual legalmente reconhecida em um país A, você tem o direito - e que é um direito fundamental, diz ela - de aproveitar esta situação e a de seu parceiro no país B... Se não, isso é uma violação das leis da União Europeia".

Sobre o "casamento" homossexual, Reding ressaltou que “a maneira de olhar o tema não é o mesmo em toda a Europa" e que "para alguns Estados-Membros esta é uma questão política e social muito delicada".

Por isso Reding sugere um avanço "com cautela". "Nós temos, continua ela, que fazer, passo a passo, com que os Estados-Membros resistentes aceitem as regras gerais, porque o que não queremos é ter populações que iniciem oposições ao ‘casamento’ entre homossexuais e ao reconhecimento dos seus direitos".

"Então temos que avançar passo a passo" e "levar os Estados-Membros a aceitar as regras," insistiu Viviane Reding, destacando que isso vai acontecer "agora e não em cinco ou dez anos". Mas a comissária reconhece que uma lei aceita pelos políticos necessariamente não significa uma aceitação da opinião pública de seus países e diz que não sabe se haverá uma "mudança de mentalidade nos diferentes Estados-Membros".

Viviane Reding lança ainda uma ameaça. Se não houver entendimento legislativo entre os países para favorecer o “casamento” homossexual, então, “medidas mais duras devem ser aplicadas".

A ditadura do vício é aonde se chega quando os povos, como a Europa, recusam suas raízes cristãs e o governo da virtude, fruto do sangue redentor de Cristo. Agradecemos ao blog Talpa Bruxelliensis (toupeira de Bruxelas) que andando pelo subterrâneo da capital da União Europeia nos trouxe à luz do dia mais uma iniciativa anti-cristã.

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