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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Promiscuidade sexual entre os homossexuais

Por Matt Slick

1) 28% dos homossexuais tiveram mais de 1000 parceiros sexuais:

Bell e Weinberg registaram evidências de compulsão sexual amplamente difundida entre os homens homossexuais. 83% dos homens homossexuais contactados estimaram terem tido tido relações sexuais com 50 ou mais parceiros durante a sua vida, 43% estimaram terem tido 500 ou mais parceiros sexuais, 28% estimou ter tido 1,000 ou mais parceiros. (Bell and Weinberg p 308.)

2) 79% dos homens homossexuais afirmaram que mais de metade dos parceiros sexuais são pessoas desconhecidas:

A pesquisa mostrou que os 79% dos inquiridos afirmou que mais de metade dos parceiros sexuais eram estranhos. 70% disse que mais de metade dos seus parceiros sexuais eram pessoas com quem tinham tido relações sexuais apenas uma vez. (Bell and Weinberg pp.308-309)

3) O intervalo modal para o número de parceiros homossexuais 101-500:

No seu estudo do perfil sexual de 2,583 homossexuais mais velhos, publicado no Journal of Sex Research, Paul Van de Ven et al. apuraram que 'o intervalo modal para o número de parceiros sexuais [homossexuais] de sempre era 101-500'. Para além disso, entre 10,2% a 15,7% havia tido entre 501 a 1000 parceiros sexuais. Outros 10,2% a 15,7% reportaram terem tido mais de 1000 parceiros sexuais durante toda a sua vida.".
Paul Van de Ven et al., "A Comparative Demographic and Sexual Profile of Older Homosexually Active Men," Journal of Sex Research 34 (1997): 354." 

4) Num estudo de 1978 foi apurado que 78% dos homens homossexuais haviam tido mais de 100 parceiros sexuais, 28% mais de 1000 parceiros sexuais:

Um estudo abrangente relativo aos homens homossexuais levado a cabo em 1978, revelou que 75% dos auto-identificados homens homossexuais brancos haviam tido relações sexuais com 100 homens diferentes durante a sua vida: 15% alegou ter tido entre 100 a 249 parceiros sexuais; 17% alegou ter tido 250-499 parceiros sexuais; 15% alegou ter tido 500-999; e 28% dos homens homossexuais alegou ter tido mais de 1,000 parceiros sexuais durante toda a sua vida.

Por volta de 1984, quando a epidemia da SIDA se firmou, os homens homossexuais estavam a controlar a promiscuidade, mas não tanto assim. Em vez dos 6 parceiros sexuais mensais (em média), o comum homossexual não-monogâmico inquirido proveniente de São Francisco reportou ter cerca de 4 parceiros sexuais por mês, e 1984. (Fonte)

5) Há uma taxa extremamente baixa de fidelidade sexual entre os homens homossexuais quando comparados com os heterossexuais casados.

Enquanto que entre as mulheres casadas havia uma taxa de fidelidade na ordem dos 85%, e entre os homens havia uma taxa de 75,5%, junto dos homens homossexuais que se encontravam num relacionamento havia uma taxa de fidelidade na ordem dos 4,5%.

(Fontes:: Laumann, The Social Organization of Sexuality, 216; McWhirter and Mattison, The Male Couple: How Relationships Develop (1984): 252-253; Wiederman, "Extramarital Sex," 170.  Link )

- https://goo.gl/UCRN6V

segunda-feira, 13 de julho de 2015

A infelicidade do homem homossexual


Por Joseph Sciambra

A EMIS 2010 Project ("European Men-Who-Have-Sex-With-Men Internet Survey") foi a maior pesquisa transnacional levada a cabo junto dos MSM [inglês para "men who have sex with men"] - quer em número de participantes, número de países avaliados, e o número de línguas distintas em relação às versões da pesquisa.

Algumas coisas presentes no relatório publicado:
Entre os inquiridos pela EMIS, 38,6% afirmou não estar feliz com a sua vida sexual, sugerindo que a infelicidade sexual é muito comum entre os MSM.
Mesmo na ultra-permissiva França, 28,8% dos inquiridos afirmou não se encontrar feliz com o seu homossexualismo:
Dois dos três motivos principais em torno da infelicidade sexual centram-se na preocupação em estabelecer e manter relacionamentos sexuais estáveis.
Esta insatisfação que existe dentro do estilo de vida homossexual prende-se com a natureza inquieta e transitória dos emparelhamentos sexuais da homossexualidade masculina, que têm a tendência de ser largamente incidentais e altamente casuais. Por exemplo, 67% dos avaliados reportou ter tido relações sexuais com um parceiro não-estável durante os últimos 12 meses. E em 74% desses encontros casuais ocorreu a penetração anal.

As razões principais por trás da infelicidade dos homens homossexuais prendem-se com parceiros estáveis, querer mas não ter relacionamentos estáveis, e os desafios de ter manter um.

No entanto, e apesar disto, ainda existe um tipo de temperamento esquizofrénico junto dos homens homossexuais visto que eles também reportaram querer "relacionamentos abertos" bem como "relacionamentos poliamorosos".

Portanto, há uma realização inata de que o homossexualismo status quo não funciona, mas também que existe uma necessidade inevitável pela satisfação sexual que não é propícia para um relacionamento tradicional vis-à-vis a versão homossexual do casamento heterossexual.

Isto acontece porque nos relacionamentos homossexuais falta-lhes a complementaridade entre os sexos: na homossexualidade masculina, a sobre-saturação de testosterona desenfreada resulta na promiscuidade sexual que eventualmente se vira contra ela mesma - e, portanto, daí nos chega o aumento da SIDA e a contínua elevada infecção por parte dos jovens homens homossexuais.

O relatório original: The Emis Project (PDF)

Fonte

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Se um estilo de vida causa a que cerca de 40% dos seus aderentes se sintam infelizes, será moralmente correcto promover esse comportamento como "normal", "natural" e aceitável? Quem assim age, está a condenar +/- 40% dos homens homossexuais a uma vida de infelicidade.

Por isso é que é importante afirmar que os activistas homossexuais não querem a felicidade dos homossexuais, mas sim usá-los como ferramentas políticas no seu jogo de poder marxista cultural. 

Quem realmente quer ver os homens homossexuais felizes são as pessoas 1) que buscam formas de os alertar das consequências graves e potencialmente letais desse comportamento, e 2) que disponibilizam ajuda para aqueles que voluntariamente querem sair dessa vida.
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Também por isso é que é moralmente condenável desenvolver medidas legais que visem impedir que os jovens e os adultos homossexuais recebam ajuda (por parte de profissionais de saúde e organizações religiosas) para abandonar um estilo de vida onde eles têm ~40% de possibilidade  de se sentirem sexualmente insatisfeitos.

Quem quer o bem dos homossexuais, estende a mão de ajuda. Quem não quer o bem dos homossexuais, empurra-os para dentro do homossexualismo.
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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Qual é o propósito do acto sexual?

No seu mais recente livro, Making Gay Okay: How Rationalizing Homosexual Behavior Is Changing Everything, Robert Reilly colocar a questão: "É a sodomia razoável?"  Ele defende que esta pergunta só pode ser respondida fazendo uma averiguação à Natureza do actos sexuais. Ele enquadra o seu argumento rejeitando o comportamento homossexual, não as pessoas, e o "casamento" homossexual em termos da razão, da Natureza e da teleologia do sexo.

A tese de Reilly defende que existem "duas visões da realidade fundamentais." Uma dessas visões olha para as coisas como tendo uma Natureza que é teleológica ou organizada para "fins inerentes à sua essência e que os fazem da forma que são", e na posse dum "propósito embutido".

A outra visão olha para as coisas como não tendo uma Natureza ou um fim nelas mesmas, "mas só o que nós queremos que elas sejam, segundo os nossos desejos e as nossas vontades." 

A primeira visão leva à "primazia da razão" enquanto que a outra leva-nos à "primazia da vontade" que nos permite fazer tudo.

É sobre isto que se centra o debate em torno do "casamento" homossexual. Uma vez que o significa das nossas vidas depende da realidade da Natureza, também isso está em jogo.

Robert Reilly, que trabalhou na Defesa dentro da Casa Branca, foi director da Voice of America e crítico musical ao mesmo tempo. Ele é também o autor do livro The Closing of the Muslim Mind: How Intellectual Suicide Created the Modern Islamist Crisis (2010) onde ele cita o abandono da razão como a causa primária das muitas distorções que se encontram actualmente em tantos ramos islâmicos. No seu novo livro, ele revisita este tópico no contexto da confusão Ocidental em torno do propósito da sexualidade humana.

Para Reilly, um Aristotélico assumido,

O movimento homossexual partilha da racionalização generalizada proveniente da revolução sexual e está determinado na sua propagação. A aceitação de cada variação do comportamento sexual reforça a aceitação das outras variações.

O desejo de racionalizar estes comportamentos torna-se no motor da mudança revolucionária por toda a sociedade.

Como acto moral, a sodomia deveria ser normativa. Se é normativa, deveria ser ensinada nas escolas como um padrão. Se é um padrão, ela deve ser imposta.

Franklin Kameny, um líder "gay" . . .  que foi honrado pelo Presidente Obama na Casa Branca em 2009. acredita que

.... a moralidade é uma questão de opinião pessoal e a crença pessoal sobre a qual qualquer cidadão Americano pode ter o ponto de vista que ele bem entender, e sobre o qual o governo não tem poder ou autoridade para ter um ponto de vista.... A homossexualidade não só não é imoral, como é afirmativamente moral.

Antes da sua visita à Casa Branca Kameny havia publicado uma carta onde ele dizia:

Se o bestialismo com animais que consentem providenciar felicidade a algumas pessoas, então deixem-nas buscara sua felicidade. Isto é o Americanismo em acção. 

Negando o propósito

Portanto, alega Reilly, qualquer propósito racional pré-existente é uma limitação da liberdade humana e implica a negação daquele propósito que efectivamente é inerente nas coisas. "Coisas sem propósito próprio só têm o propósito que nós escolhemos que eles tenham". Dar um nome errado às coisas leva à desordem moral e política, e isto é assim porque, com a negação da Natureza,  a justiça é reduzida o que quer que é desejado e não o que é razoável.

Aqueles que tencionam fundamentar a sua liberdade na suposta falta de propósito das coisas, que é consequência da negação da Natureza, devem enfrentar as consequências deste ponto de vista. O que parece ser liberdade plena, é de facto, o fundamento para a tirania.

A racionalização do comportamento homossexual estende-se para a campanha contra a SIDA -  uma causa justa no seu próprio mérito. É frequentemente passada a mensagem de que "todos estão em risco".  Embora isto esteja literalmente correcto, tal como nota Reilly, o acto homossexual é o maior factor individual de risco no que toca  a probabilidade de contrair a doença. Citando o Centers for Disease Control and Prevention, Riley escreve que 94,9 porcento dos diagnósticos de HIV entre os adolescentes com idades entre os 13 e 19 estava associado ao sexo entre homens; 94.1 porcento dos casos entre os homens jovens com idades entre os 29 e 24 provinham do sexo "gay".

Reilly invoca Aristóteles para a proposição de que "Os homens dão início a mudanças revolucionárias devido a motivos associados à sua vida privada." A necessidade de auto-justificação "requer a cumplicidade de toda a cultura, redutos de resistência não podem ser tolerados porque eles são repreensões potenciais... Estes últimos são classificados de homofóbicos, embora sejam eles que se tornam objecto de ódio." Consideremos os abusos que os variados fotógrafos e donos de pastelarias têm sofrido por não aceitarem tomar parte de "casamento" homossexuais.

O livro Making Gay Okay disponibiliza uma discussão extensa sobre estas posições filosóficas opostas, Aristóteles e Jean-Jacques Rousseau, este último a justificar o comportamento libertino mas dependência absoluta do Estado. Para Aristóteles, o estatuto e o significado da Natureza é decisivo, inteligível e um guia para a ordenação do comportamento humano. Para Rousseau, o homem não é um animal político racional, e a sociedade, independentemente da forma, é estranha e alienante. Rousseau olha para ela como algo artificial e escravizante.

Aristóteles olha para a felicidade como "uma actividade da alma que está de acordo com a virtude". Rousseau é profundamente anti-teleológico e acredita que o indivíduo "basta-se a si mesmo, tal como Deus". Reillly acredita que estas duas filosofias encorparam em si o antigo debate da natureza da Natureza, dos seres humanos e da sua sexualidade.

Reilly refuta o ponto de vista de que os antigos Gregos aceitavam por completo os relacionamentos homossexuais entre adultos maduros. Ele era practicado, especialmente no contexto de certos relacionamentos orientadores (uso esse termo cautelosamente) entre homens adultos e adolescentes masculinos da classe superior. No entanto, mesmo nestes casos, esperava-se que os jovens homens se casassem e dessem início às suas famílias mal atingissem a idade adulta. Nunca foi sancionado algo remotamente parecido com o "casamento" homossexual.

"Sócrates e Platão eram claros na sua condenação dos actos homossexuais como actos anti-naturais"; declara Reilly, citando várias passagens do seus trabalhos. Mais ainda, Aristóteles descreveu o "sexo entre machos adultos" como uma das "coisas doentias" mencionadas no seu  "Ética a Nicômaco". A família, instituição pré-política, é o centro da política; e a castidade é um princípio político crucial necessário para a sua preservação.

A extensão da injustiça da redefinição do casamento é feito notória no seu impacto junto das crianças. "O que se deve às crianças por direito ou por Natureza torna-se opcional por convenção," escreve Robert Reiilly. Efectivamente, os "casamentos" homossexuais resultam em casamentos propositadamente destruídos, especialmente nos casos onde as crianças são geradas com a assistência externa de outra pessoa de outro sexo para o benefício dos "pais" do mesmo sexo.

Em relação aos efeitos físicos do "comportamento sodomita" (coito anal), Reilly apresenta evidências clínicas sobrepujantes. Ele disponibiliza também um anexo bastante útil com o nome de “Disease and Mortality.” Ele acredita que a ignorância ou a negação das evidências "é um dos barómetros mais notáveis da força da racionalização que insiste que este comportamento é normal ou normativo."

Não é só o acto isolado da sodomia que é problemático, mas também a sua frequência. Tais episódios são 13 vezes mais frequentes entre os homossexuais em comparação com os heterossexuais, e com 12 vezes mais parceiros. Um estudo levado a cabo em 1987 junto de quase 5,000 homens homossexuais apurou que "uma significativa maioria destes homens - entre 69 a 83 porcento - reportaram terem tido 50 ou mais parceiros sexuais no decurso das suas vidas, e mais de 80 destes homens envolveram-se em coito anal com pelo menos alguns dos parceiros nos dois anos anteriores."

Um estudo apresentado ao National Institutes of Health (NIH) em 2000 indiciou um aumento de 37 vezes na incidência de cancro anal entre os homossexuais com HIV quando comparados com a população geral. Acresce-se à lista o prolapso rectal, várias e diversas doenças sexualmente transmitidas, uso de drogas e expectativa de vida substancialmente mais reduzida para os homossexuais activos.

Embora seja verdade que a taxa de morte do HIV era nove vezes maior em 1990 do que em 2010, o coito anal ainda acarreta um risco de transmissão mais elevado do que as outras actividades sexuais. Mais recentemente, dados do US Centers for Disease Control and Prevention (CDC) confirmou que os homossexuais, os bissexuais e os outros homens que fazem sexo com homens são 44 vezes mais susceptíveis de contrair o HIV do que os outros homens, e 40 vezes mais susceptíveis de contrair o HIV que as mulheres. Eles são também 46 porcento mais susceptíveis de contrair sífilis que os homens heterossexuais, e 71 porcento mais susceptíveis que as mulheres.

Reilly questiona-se se algum tipo de "casamento" homossexual, ou parceria, pode ser genuinamente esponsal e não promíscuo. Ele teme que o seu reconhecimento, legal e moral, transforme o conceito de casamento para longe da monogamia e da fidelidade para algo tâo flexível que chega a ser irreconhecível.

"Qual é o propósito de insistir no casamento [sic] homossexual quando a promiscuidade é dominante?" Reilly responde à sua própria pergunta:

Para completar a racionalização do seu mão comportamento, eles têm que sacramentalizá-lo.

Making Gay Okay disponibiliza também um relato da lenta  devolução do sistema legal Americano dum orientado pela lei natural e por Blackstone, para um orientado pelo irracionalismo secular. Do aborto ao "casamento" homossexual, e até um caso recente dando permissão a poligamia no Utah, os tribunais levaram a cabo a mudança decisiva de Aristóteles e da Natureza para a pós-moderna desconstrução de tudo que envolva a moral pública.

A "ironia suprema" é que este abandono da Natureza, da razão e da moralidade sexual objectiva, contradiz as "Leis da Natureza e a Natureza de Deus," aquelas verdades auto-evidentes estabelecidas na Declaração de Independência. Tudo isto, alega Reilly, leva-nos à "perda da realidade objectiva - uma perda que está a transformar o direito à vida na morte (aborto), a liberdade em permissão, e a busca pela liberdade em hedonismo."

Espalhar a palavra.

A segunda parte do livro de Reilly analisa o avanço da ideologia homossexual nas instituições Americanas - psiquiatria, escola primária e escola secundária - as forças militares, os Escuteiros, e, pasme-se, a diplomacia e a política externa. A maior parte dos Americanos podem até nem se aperceber que as suas embaixadas espalhadas pelo mundo são postos avançados do neo-colonialismo onde é pregado o "evangelho" dos "direitos dos homossexuais" às grandes massas plebeias das terras muçulmanas e para além. No Paquistão, no Quénia, em EL Salvador e em outros locais, as populações locais expressaram ultraje na presunção Americana de atropelar o que têm sido as normas sociais universalmente reconhecidas pelas religiões mais importantes.

"Se nos queremos tornar não só irrelevantes, mas também alvos de escárnio no mundo islâmico e em outras partes do globo, tudo o que temos que fazer é promover abertamente a racionalização do comportamento homossexual, que é explicitamente ensinado como imoral dentro do islão, e, de facto, por todas as religiões minoritárias em países com maioria muçulmana, incluindo o Cristianismo e o Judaísmo", afirma o antigo director da  Voice of America. “Se queremos fazer disto parte integral da diplomacia Americana pública, tal como temos estado a fazer, podemos deixar de lado a ideia de que os Estados Unidos estão a promover a democracia nesses países, visto que eles jã estão a responder, 'Se isto é a democracia, então muito obrigado, mas não queremos. Preferimos manter a nossa fé e o nosso código moral'

Robert Reilly escreveu um livro esclarecedor, um ataque frontal à opinão da elite que espera ditar os resultados sociais ao povo Americano, deixando de lado a Constituição, a cultura, e as sensibiilidades morais. Ele destilou os tópicos fundamentais que se encontram no centro do actual debate em torno da moralidade sexual.

Fonte: http://bit.ly/ZYLexS

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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O incesto como um "direito fundamental"

Por Justin Huggler

As leis Alemãs que proíbem o incesto entre irmão e irmã podem ser colocadas de lado depois dum comité de ética governamental ter dito que elas são uma "intrusão inaceitável" para dentro da auto-determinação sexual. Numa declaração, o Concílio de Ética Alemão afirmou:

A lei criminal não é o meio próprio para se preservar um tabu social. O direito fundamental dos irmãos adultos à auto-determinação sexual tem que pesar mais do que as ideias abstractas da protecção da família.

A sua intervenção segue-se a um caso notório onde um irmão e uma irmã viveram como parceiros na Saxónia, onde já tinham 4 filhos. O casal havia sido criado separadamente e só se haviam encontrado mais tarde quando o irmão, Patrick S, a conheceu sendo ele já adulto e a irmã, Susan K tendo apenas 16 anos. Patrick S foi condenado a mais de 3 anos de prisão por incesto e os esforços da dupla ver a sentença anulada por parte do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos têm falhado.

A família foi forçada a viver divida depois dos tribunais terem decidido que havia o dever de proteger as crianças das consequências da sua relação. Duas das crianças são deficientes e acredita-se que o incesto acarreta consigo um risco maior, o que pode resultar em crianças com anomalias genéticas. Mas o Concílio de Ética colocou de lado esse argumento com base na tese de que casais deficientes não se encontram proibidos de ter filhos.

O Concílio disse que a sua recomendação tem como base "pesquisas extensivas" onde foi apurado que várias duplas incestuosas são forçadas a viver em segredo. Num caso, foi apurado que uma mulher estava a ser vítima de chantagem por parte do pai e do ex-namorado, que lhe ameaçaram de cortar o seu acesso aos filhos a menos que ela colocasse um fim ao seu relacionamento com o seu meio-irmão.

No Reino Unido, bem como na maioria dos países Europeus, o incesto ainda é ilegal, embora a França tenha abolido as suas leis do incesto e na Alemanha exista um crescente debate em torno deste tabu. Segundo uma estimativa do Instituto Max Planck, cerca de 4% dos Alemães já tiveram "experiências incestuosas".

Mas uma porta-voz de Angela Merkel indicou que muito dificilmente o governo iria adoptar as recomendações do Concílio de Ética. Elizabeth Winkelmeier-Becker, porta-voz legal do grupo parlamentar do Partido dos Cristãos Democratas (partido de Angela Merkel) afirmou:

A abolição da ofensa do incesto entre irmãos iria enviar a mensagem errada. A eliminação da ameaça de castigo a actos incestuosos que ocorrem dentro das famílias mitigaria contra a protecção do desenvolvimento tranquilo das crianças

Fonte: http://bit.ly/1v856tX

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Homossexualismo e o declive escorregadio

Por Bill Muehlenberg

Um disco riscado pode, sem dúvida, tornar-se enfadonho, e eu confesso que o fluir constante de evidências que eu ofereço em torno do declive escorregadio pode-se tornar cansativo com o passar do tempo. Mas a verdade importa, e enquanto os activistas continuarem a mentir em torno destes assuntos, continuarei a tomar uma posição pública de modo a fazer com que a verdade se propague.

Parece que foi há cerca de dois dias que ressalvei mais casos em torno dos direitos da pedofilia a serem defendidos como consequência do sucesso dos direitos da homossexualidade. Bem, foi mesmo há dois dias atrás. Depois disso, falei dos académicos Ingleses que estão a tentar avançar com a pedofilia como consequência das vitórias homossexuais do passado, e agora tenho que falar dos juízes Australianos que estão também a fazer a ligação entre o sucesso dos direitos do homossexualismo com a agenda da pedofilia.

Juiz Australiano correctamente ligou os pontos e disse que se o homossexualismo é hoje totalmente aceite, então porque é que o incesto e a pedofilia não são? Sim, ele realmente disse isso. Parece que o declive escorregadio que eu e outros temos estado a avisar está a ganhar forma bem em frente aos nossos olhos diariamente.

Eis aqui a forma como a história se desenvolveu:

Juiz de Sidney comparou o incesto e a pedofilia com o homossexualismo, afirmando que a comunidade pode deixar de ver o contacto sexual entre irmãos e entre adultos e crianças como "anti-natural" ou "tabu".

O juiz de Tribunal Distrital Garry Neilson disse que, da mesma forma que o sexo homossexual era inaceitável e criminoso nos anos 50 e 60 e é hoje amplamente aceite, "o júri pode não encontrar nada de sinistro no avanço dum irmão sobre a sua irmã mal ela esteja sexualmente madura, tenha tido relacionamentos com outros homens e esteja agora "disponível", não tendo um parceiro sexual".

Ele disse ainda que o único motivo devido ao qual o incesto ainda é crime prende-se com o facto dos elevados riscos de anormalidades genéticas nas crianças nascidas de relacionamentos consanguíneo, "mas até isso é colocado de parte devido à facilidade de acesso aos contraceptivos e ao aborto".

Os seus comentários atraíram muita atenção, mas por uma variedade de motivos. Algumas pessoas ficaram zangadas por ele se ter atrevido a comparar o homossexualismo com o incesto e a pedofilia. Aos seus olhos, não há nada de mal com o homossexualismo, mas os outros dois não estão correctos. Mas eles não estão a ver o ponto principal.

O juiz não estava assim tanto a comparar estas coisas afirmando - correctamente e logicamente, creio eu - que se nós, como sociedade, normalizarmos o homossexualismo, então os mesmos argumentos podem ser usados para normalizar as outras duas coisas. Ele apenas está a dizer como é que as coisas sâo neste sentido. Existe, de facto, um declive escorregadio em operação, e é difícil criminalizar estas outras duas prácticas quando já "progredimos" em assuntos como o homossexualismo.

Ele está apenas a revelar as coisas, e a dizer o que muitos de nós temos estado a avisar há décadas: mal nós normalizamos, legalizamos e conferimos direitos especiais a um tipo de comportamento sexual aberrante, é difícil dizer não fazer o mesmo para as outras formas de desvio sexual. Não é claro se este juiz na verdade quer ver o incesto e a pedofilia aceites como normais e totalmente legais, mas o que é claro é que ele correctamente vê a ligação que muitos outros recusam-se a aceitar.

Quando nós avisamos sobre o que aconteceria se fossem conferidos direitos especiais aos homossexuais, incluindo direitos de "casamento", e como isso iria abrir ainda mais a porta, os activistas despejaram sobre nós o seu desdém e o seu menosprezo. Acusaram-nos de alarmismo e de sermos mentirosos. Ora bem, quantos mais juízes Australianos e académicos Ingleses, e muitos outros, a dizer exactamente o mesmo será necessário antes de nos apercebermos que a porta está totalmente aberta, e muito provavelmente é impossível voltar a fechar a Caixa de Pandora?

O meu próximo livro terá dezenas de exemplos de tais coisas: o porco inteiro da sexualidade já foi defendido, seja ele o incesto ou o bestialismo ou o casamento em grupo ou a pedofilia.

E tudo isto está a acontecer porque os militantes homossexuais foram muito bem sucedidos em promover a sua guerra à sexualidade, à moralidade, ao casamento e à família.

O seu movimento foi o primeiro dominó a cair, e o resto parece estar a caminho. Quando até juízes e professores promovem a normalização destas coisas, então já não podemos ignorar as pessoas que nos avisam destas coisas, e chamá-los de malucos e mercadores do pânico.

Tudo o que podemos dizer é: "Nós bem vos avisamos".


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Sempre bom levar em conta notícias como esta sempre que alguém alegar que o "declive escorregadio é uma falácia". Convém também levar em conta que o propósito final desta revolução sexual não é ajudar os homossexuais mas sim usá-los como pedra de apoio rumo ao domínio total da Esquerda..

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Actriz lésbica causa furor ao afirmar que a homossexualidade é uma escolha

A actriz Cynthia Nixon (Sex and the City), que em 2004 decidiu anunciar ao mundo que era lésbica, veio agora afirmar em público que ser homossexual é uma escolha.

Previsivelmente, os activistas homossexuais expressaram insatisfação pela revelação deste segredo muito bem guardado pelos mesmos.

Pior ainda, Nixon fez este comentário duas vezes, a primeira das quais numa entrevista ao New York Times, causando imediatamente uma reacção muito forte (e intolerante) por parte dos perpétuamente insatisfeitos activistas homossexuais. Estes últimos negam de todo que a homossexualidade seja uma escolha, mas sim que é algo geneticamente predeterminado - coisa que nunca foi confirmada nem nunca vai ser.

A actriz afirmou no NYT:

Recentemente dei um discurso . . . . a uma audiência gay onde usei a expressão "Já fui heterossexual e tenho sido gay, e ser gay é melhor."

Eles [os activistas homossexuais] tentaram que eu alterasse a frase porque, disseram eles, isto implica que a homossexualidade é uma escolha.

Joy Behar, co-apresentadora esquerdista do programa "The View", expressou confusão em relação à decisão de passar a ser homossexual:
Não sei como responder a isto. Não sei como é que alguém neste mundo pode escolher ser homossexual levando em conta todo o vilipêndio que aqueles que se identificam como tal recebem. Quem é que alguma vez escolheria ser homossexual?
O que a gorda da Joy Behar quer dizer é: "ninguém escolhe ser homossexual porque ser homossexual acarreta algum tipo de animosidade por parte da sociedade. Como tal, o que a Cynthia Nixon diz sobre a sua própria vida deve ser falso porque ninguém escolhe propositadamente colocar-se numa posição frágil."

Claro que este argumento, para além de ignorar o que a pessoa em questão disse sobre a sua própria vida, ignora o facto de que a alegada "perseguição" que os homossexuais recebem "do mundo" é muito subjectiva.

Embora os homossexuais sejam alvo de genuínos atentados aos direitos humanos nos países islâmicos, no ocidente eles de forma alguma são "perseguidos" de uma forma que lhes impeça de "sair do armário".

Para além disso, é difícil acreditar que alguém que se identifique como homossexual sofra "perseguição" em Hollywood ou Nova York. Se isto fosse assim, provavelmente a própria Cynthia faria todos os esforços para manter as suas novas escolhas sexuais em segredo.

No entanto, como ela sabia que não sofreria qualquer tipo de perseguição no seu meio artístico, ela anunciou ao mundo que agora decidiu ser lésbica.

Dado isto, o argumento da Joy Behar é invalido.

Nixon questionou o porquê da homossexualidade não poder ser uma escolha:

Sinto-me incomodada com esta tópico. Porque é que a homossexualidade não pode ser uma escolha? Porque é que isto é de alguma forma menos legítimo?
A Cynthia obviamente não sabe que se a homossexualidade é uma escolha, então um dos grandes pilares do gayzismo cai por terra. Para eles, a homossexualidade é uma característica biológica inata - como a cor do cabelo ou a cor dos olhos.

Se o que a Cynthia afirma sobre a sua vida é verdade, então todos os mentirosos que catalogavam de "homofóbico" quem quer que declarasse que a homossexualidade é uma escolha, vão ter que 1) mudar a sua forma de falar ou 2) qualificar a Nixon de "homofóbica", pese embora ela seja homossexual.

Outra consequência disto é que o tratamento que a homossexualidade recebe vai sem dúvida ser alterado. A noção do "born this way" cai por terra e toda a população fica a saber que quando lida como um homossexual, está a lidar com alguém que escolheu esse estilo de vida auto-destrutivo. Ele não nasceu assim; ele escolheu ser assim.

Randy Thomas, vice-presidente executivo do ministério "Exodus International" - uma das maiores organizações mundiais que oferece apoio aos homossexuais que voluntariamente requisitem ajuda para lidar com atracção homossexual indesejada - e alguém que deixou a homossexualidade para trás, estando actualmente casado e pai de 3 crianças, diz:

Se algum dia se comprovar a existência do gene homossexual no meu ADN, então porque é que esses genes não me controlam a vida actualmente?
Alan Chambers, presidente do ministério "Exodus International" e um ex-homossexual, concorda que a homossexualidade é uma escolha afirmando que "Nós temos a liberdade para escolher."

Fonte

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Mais uma alegação da gaystapo (activistas homossexuais) que cai por terra.


terça-feira, 22 de novembro de 2011

Escola inglesa planeia falar de sexo com crianças de 4 anos

Escola primária inglesa enfrenta a revolta de vários pais depois destes saberem que os responsáveis têm planos para levar a cabo aulas de educação sexual a crianças com idades que podem chegar aos 4 anos.

Alega-se que mais de 20 famílias estão prontas a retirar os seus filhos das aulas de "educação sexual" devido a receios de que os seus filhos estejam a ser sexualizados demasiado cedo devido a temas como a homossexualidade, a masturbação e os orgasmos.

Segundo o que está planeado, as crianças de seis anos teriam aulas em torno dos relacionamentos homossexuais e a diferença entre o "mau toque e o bom toque". Já os alunos com dez anos terão aulas que incluem o orgasmo e a masturbação.

A Grenoside Community Primary em Sheffield já oferece educação sexual aos alunos nos dois anos mais elevados, mas agora tenciona dar o mesmo tipo de aulas aos mais jovens.

Mais um bom exemplo que a agenda sexual visada pelos esquerdistas avança por etapas. No entanto, ela só avança se o povo conservador deixar. Se os pais mais conservadores se revoltarem, como fizeram as famílias de Sheffield, eles terão mais dificuldade em implantar programas como os descritos aqui.

Algumas famílias ficaram chocadas por saber dos detalhes das lições rebeladas durante os encontras de consultação. O director da escola, Colin Fleetwood, não só alega que o material não é explícito, como defende que o plano de estudo está de acordo com o curriculum nacional. No entanto, ele não disse como é que tenciona ensinar a homossexualidade a crianças de 6 anos sem ser com material explícito.

Louise Leahy – que tem 4 filhos na escola com idades que vão dos 4 aos 10 - é uma das mães furiosas:

Há muito informação nestas aulas que as crianças em tão tenra idade não precisam de saber. É como se as lições e os vídeos passassem a mensagem "Deixa de lado os teus brinquedos. Chegou a altura de cresceres".
Louise não só disse que algum do vocabulário usado durante os primeiros 2 anos não é apropriado, como levantou objecções a um DVD para crianças mais velhas onde se vê uma homem por cima duma mulher.

Aparentemente, segundo o director da escola, um homem deitado por cima duma mulher (presumivelmente nua) não constitui "material explícito".

Outro material "não-explícito" incluía videos de pessoas a auto-acariciarem-se e a encorajar as crianças a "pensar de uma forma sexual".

Uma das responsáveis da escola disse-me que a sua filha precisa de saber destas coisas [isto é, homossexualismo, orgasmos, masturbação, etc] porque ela vê programas como Emmerdale e EastEnders. Mas os meus não vêem esses programas e nem quero que vejam.
Segundo a lógica da responsável aludida em cima, como a filha vê perversão sexual na TV, ela tem que receber aulas de perversão sexual na escola. Usando a mesma lógica, como as televisões mostram violência, então as escolas tem que ensinar a violência às crianças.

Katie Burrell, 26, cujo filho de 6 anos anda na escola concordou e disse:

O meu filho ainda acredita no pai natal; ele não precisa que lhe digam este tipo de coisas [isto é, homossexualismo, orgasmos, masturbação, etc].

As aulas dirigidas às crianças de 6 e 7 anos são demasiado explícitas. Acho que muitos pais tirarão os seus filhos deste tipo de "aulas".

Espera lá. O director da escola diz que as aulas não são explícitas, mas as mães das crianças dizem que, sim, as aulas são explícitas.

Em quem é que vamos acreditar? No burocrata cuja subsistência financeira depende da subscrição e promoção de "programas de educação" culturalmente marxistas, ou nas mães das crianças cuja única preocupação é o crescimento saudável dos seus filhos?

Escolha "difícil".

Cumprindo o seu papel na guerra cultural ao falar de sexo com crianças de 4 anos.



terça-feira, 20 de setembro de 2011

O terceiro género australiano

Como forma de remover a "descriminação" contra transgéneros e pessoas interssexuais [?!!], os passaportes australianos irão agora ter opção para um terceiro género - macho, fêmea e indeterminado.

Segundo a "lógica" esquerdista, as pessoas interssexuais, aqueles que "biologicamente não são nem macho nem fêmea", vão poder listar o seu género como "X".

Claro que no mundo dos adultos isto é pura estupidez. Biologicamente, o ser humano SÓ PODE SER macho ou fêmea. Não há "terceiro género".

O cromossoma sexual é um tipo de cromossoma encontrado nas suas células que na maioria dos organismos determina o sexo dos indivíduos. No caso da espécie humana, o total de cromossomas é de 23 pares, sendo 22 pares de autossomos e um par de cromossomos sexuais (XX ou XY).

O sexo nos humanos é portanto definido por:

  • Machos: Apresentam nas suas células somáticas um número par de cromossomas do tipo XY e produzem dois diferentes gâmetas, X e Y.
  • Fêmeas: Apresentam nas suas células somáticas um número par de cromossomas do tipo XX e produzem apenas um tipo de gâmeta, com cromossoma X. (Fonte)

Dado isto, quando nós nascemos, nós somos macho ou fêmea. Quando morremos nós morremos macho ou fêmea.

O facto dos transgéneros (ou interssexuais ou os "X" ou seja lá qual fôr a tara do momento) cortarem o órgão sexual masculino e clinicamente construir algo parecido com uma "vagina" não os torna mulheres, nem o facto de mulheres removerem a vagina e construírem um "pénis" os torna em homens.

O aparelho sexual é apenas uma das muitas ramificações de nascermos com XY ou com XX. Essas ramificações envolvem não só o nosso sexo, mas a nossa força, a nossa forma de pensar, as nossas emoções, as áreas em que estamos mais à vontade e muito mais.

Portanto, os engenheiros sociais podem-se contorcer em desespero ao tentar criar um terceiro género, mas a verdade é que isso, nos humanos, é impossível.

"E criou Deus o homem à Sua Imagem: à Imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou."
Génesis 1:27

terça-feira, 3 de maio de 2011

Heteronormalidade: Esperma age como antidepressivo natural

[OBS: O blogue de forma nenhuma suporta o uso do preservativo ("camisinha").]

Publicado na revista Scientific American um artigo sobre o estudo que conclui que o esperma age como um remédio natural para depressão.

Sim, fazer sexo faz bem para o corpo e a mente, mas o caso aqui não se trata de uma questão emocional, mas, sim, fisiológica. Segundo o estudo, feito pela Gallup and Rebecca Burch, em conjunto com o psicólogo Steven Platek, da Universidade de Liverpool, é possível que o esperma atue sobre as mulheres como um antidepressivo natural.

Aparentemente, logo que o esperma é absorvido pela vagina, ele age sobre os harmónios femininos. O sémen masculino é rico em componentes químicos como neurotransmissores, harmónios, endorfinas e imunossupressores, entre eles a serotonina, um dos mais famosos e conhecidos antidepressivos, e oxytocic, conhecido como o hormónio da confiança e do amor. Boa notícia, mas nem por isso devemos esquecer a camisinha. Sexo seguro é sempre a melhor escolha. [...]

(M de Mulher)

Nota: Cada vez as pesquisas surpreendem mais os estudantes da sexualidade humana. A interacção perfeita entre os sexos é algo impressionante e aponta para o design inteligente. Como explicar de outra maneira a fina interacção química entre o sémen e os harmónios femininos?

Já é difícil (senão impossível) do ponto de vista darwinista explicar a diferenciação anatómica e fisiológica compatível entre macho e fêmea (uma dupla mutação que deveria ter ocorrido numa mesma época e num mesmo espaço geográfico), agora imagine explicar na base da tentativa e erro esses requintes emocionais relacionados com neurotransmissores, harmónios, endorfinas e imunossupressores.

Essa pesquisa sugere também que os órgãos sexuais anatómica e bioquimicamente projectados para o sexo são o pénis e a vagina. A notícia apenas escorrega no fim, quando recomenda o uso da camisinha (o que obviamente bloqueia a capacidade antidepressiva do sémen) para a prática do “sexo seguro”. O verdadeiro sexo seguro é aquele praticado com a pessoa certa, no momento certo e no contexto certo. Ou seja, nos limites do casamento.[MB]

Leia também: "Sexo é bom – no contexto certo" e "Beijar o mesmo homem protege contra doença"

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